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Aula 06 - Teorias Pós-Críticasvideo play button

Transcrição


Agora a gente vai falar das teorias pós críticas. Muito bem. Vieram as teorias críticas que se basearam mais nas questões econômicas as diferenças de classes. Elas tiveram por base as ideias de Marx, que falava da classe dominante do proletariado, e os teóricos do currículo levaram isso para dentro do para dentro da escola. Certo de alguma forma, falando que a escola contribui para isso. A escola contribui para que o aluno ele se acostume com essa ideia de submissão. E aí mais aí, depois, depois disso tudo. Depois a teoria crie das teorias críticas históricos mais críticos vão falar que não são só essas questões econômicas que contribuem para para as questões de diferença na sociedade. Existem outros aspectos que a gente tem que pensar que são questões de preconceito, que são questões que se manifestam por outras razões, que são por razões de gênero, de sexo, de raça, enfim, E que elas acabam contribuindo também para a diferença na nossa sociedade, não necessariamente aquela questão de classe de que quem vem da classe menos favorecida vai continuar ali. A escola contribui para isso não. Existem outras questões que acabam contribuindo para os reflexos que se dão na nossa sociedade e a escola. Ela é também responsável por isso, Pelo que ela passa, pelo que ela ensina sobre essas questões, dentro da escola, ela trabalha esses valores. Se ela trabalha, esses conceitos, essas diferenças dentro da escola, se ela aceita diferente, se ela não aceita. Então quando a gente vai falar de teoria, pois critica, a gente tem que necessariamente falar do multiculturalismo. Multiculturalismo Mostra que o gradiente da desigualdade em matéria de educação e currículo, em função de outras dinâmicas, ou que não só da diferença de quase, como as questões de gênero, de raça e de sexualidade, por exemplo, que não podem ser reduzidas a dinâmica de negócios. E aí, dentro do mundo do multiculturalismo, a gente vai ter uma linha mais liberal e humanista que aquela que vai falar, que os diferentes eles simplesmente tem que conviver conviver de forma pacífica e vai ter outra linha, que é mais crítica que vai ter, que coloca que os diferentes eles têm que defender o seu ponto de vista e que assim que a sociedade critica, cresce e que não é simplesmente convivendo de forma pacífica, o que é suficiente para a gente tornar a nossa sociedade mais igualitária, com mais igualdade de oportunidade para todos. Que se muito pouco, que essas questões elas têm que realmente quem ser discutidas. Quem então a gente, no que se refere à as questões aqui, que são principais do multiculturalismo? No que se refere à sexualidade, por exemplo, o movimento que influenciou grandemente nessa questão de trazê la para dentro do currículo, que é que foi o movimento feminista movimento feminista que começou lá na década de sessenta e que ela vai trazer os seus reflexos, para dando o currículo? Em que sentido? Num primeiro momento, abrindo espaço para as mulheres para que as mulheres possam frequentar a escola para que as mulheres possam se formar em uma faculdade, tudo mais e mais e que possam ter acesso aos cursos que são considerados masculinos. Mas não só isso. Num primeiro momento é isso, mas depois depois passar além. Além disso, no sentido de que toquei, eu tenho acesso, Eu faço mesmo curso que um homem, mas esse curso tem uma visão masculina. A nossa sociedade, ela prega, isso é o que que perdurou ao longo dos anos. É o que vem perdurando de que o que o homem branco ele é que tem o poder. É o modelo ideal. É essa ideia do homem branco, né? Isso se estabelece no nosso currículo, na nossa sociedade. E aí questiona certa que ponto que isso está certo? E aí passa a ser pensar aqui o currículo, além daquelas questões que são influenciadas pelo homem, tudo mais ele tem que marcar também uma visão, essa menina. Isso não é separando, formando um currículo para o homem, um currículo para a mulher. Não juntando. É casando as coisas, enriquecendo, currículo, questões como assim como de artes, questões de intuição. Aquelas questões mais do universo feminino são levadas também para dentro da escola e não para serem trabalhadas só com a discussão com as meninas, mas para serem trabalhadas com todo o grupo, porque é uma visão importante também, porque não ser compartilhada com todo. Então, nesse sentido de enriquecer o currículo com questões femininas, também está no que se refere ao gênero meia e já avançando já para a década mais de noventa e tudo mais. Atualmente se discute bastante essa questão. O que o que vem se a ser questionado aqui também tem uma influência desses movimentos feministas, mas vai além faça essa questionar porque as meninas, elas têm que agir de uma determinada forma. Ela tem que ser relacionar com alguém do sexo oposto. Isso será que não é ensinado dentro da escola. Mas isso foi algo que foi criado pela nossa sociedade porque isso tem que ser assim, Será que não é algo que foi criado pela nossa sociedade, vem se perdurando ao longo dos anos e que a gente ensina isso na escola, por isso que isso é válido. E a isso hoje aqui que vem sendo discutido é a teoria aqui, né? A teoria, aqui a teoria aqui a gente é o que ela, que é o que predomina na teoria, aqui é a questão da heteronormatividade. A heteronormatividade é justamente isso. Está justamente essa questão que é ensinada no currículo de que meninas têm que ser comportar de determinadas formas. Esta, por exemplo, na educação infantil? A não, Isso não é brincadeira de menina. Isso é brincadeira de menino. Você não vai brincar disso. Isso começa a ser passado. E as crianças vão levando isso para a vida, para a sociedade que tem que ser assim, que meninas e meninos têm várias diferenças. Sabe, e mais, porque é isso, então é essa teoria? Questiona. Mas até que ponto o que está certo será que é isso mesmo que a gente quer passar para as nossas crianças? Está. Então é isso que vai questionar. São as questões de gênero que acabam sendo discutidas e muitas vezes levadas para o currículo e também nessa visão multicultural. Outro aspecto que é importante a questão da raça, raça, etnia, porque o nosso currículo ensina determinados conhecimentos, explica A história do homem branco e no Brasil, que a gente tem boa parte da população é negra e a gente tem pouco pouco conhecimento histórico. Nossos livros didáticos não é pouca coisa a respeito da cultura afro brasileira, por exemplo. Então, são questões desse tipo que ele passa a questionar porque não são incluídas no currículo. Isso começa, então, essa questão multicultural. Ela se torna mais forte lá na década de noventa. Mas vocês podem ver que essas questões são muito atuais, que hoje se discute muito. Até que ponto que isso vai deve ser incluído no nosso currículo, nas nossas escolas. E o que, se tem que discutir nesse sentido? Aqui a gente o trouxe essa lei onze mil seiscentos e quarenta e cinco de dois mil e oito, porque essa lei ela modificou um artigo da Pmdb- esta lei nove mil trezentos e em noventa e quatro que a nossa pmdb- no sentido de incluir o valor dela no artigo vinte e seis. Aqui nos estabelecimentos de ensino fundamental, ensino médio, públicos e privados, torna se obrigatório o ensino de história e cultura afro brasileira e indígena. Já em dois mil e três esse artigo ele tinha sido modificado, mas eles incluíram apenas a história afro brasileira. Em dois mil e oito houve modificação do artigo vinte e seis, e eles incluíram, além da educação e cultura, história e cultura afro brasileira, que fosse incluída também nos currículos a história e cultura indígena. Paradas Primeiro o conteúdo programático a que se refere este artigo incluir a diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra indígena brasileira e o Negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política pertinentes a história do Brasil. Então, vejam que