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Aula 03 - Resumo de Literatura (Parte 04)video play button

Transcrição


il. E o clássico nada. Costa provavelmente também seria, mas ele foi encontrado morto na prisão. Ele foi encontrado morto enforcado na prisão. Então, nesse momento acabou em ouro Preto, onde ele morreu pelas mãos da costa. Hoje a antiga casa de contas, hoje é um museu mais importante, ele uma casa importantíssima. E lá em Ouro Preto tem uma salinha que traz alguns textos, muita coisa sobre essas duas figuras, da Conferência Mineiro e da nossa literatura que são Tomás Antônio Gonzaga e Cláudio Manoel da Costa. Muito rica a nossa literatura, nesse momento, não só a nossa literatura, nossa história também está. A gente não teve um desfecho feliz a Inconfidência Mineira, Mas ela colaborou, influenciou as ideias iluministas. Além desse século, sacou das luzes de liberdade, igualdade e fraternidade. Ela contribuiu muito para o próximo período histórico, que foi no século seguinte à independência do Brasil. E assim nós, mineiros, temos muito orgulho do nosso AI. Por conta da Inconfidência Mineira, a gente conta que o que o Ai veio da ilha, eles presos Lino. Depois, quando cada um preso em uma cela cada um dos inconfidentes. Eles gritavam o ai para saber que estavam vivos, Então ouviu outro outro outro retorno aí estão vivos. Também é a senha para eles entrarem nas reuniões da Conferência mineira, que eram secretas. O que significa voltar está aqui nos lares esse o ai não sei quando, se vocês sabem, mas é possível que muitos união, amor, igualdade, são os preceitos da nossa Inconfidência Mineira. Ficou isso aí. Nosso primeiro recorde se orgulha. Você não se orgulhava, vai se orgulhar. Agora, certo muito bem Eu estava no século dezoito. Toda essa questão do arcadismo, vamos virar esse século. Vamos para o século dezanove que eu costumo dizer que é o século mais intensa, o século gigantão, mesmo para a literatura. Porque até então, nós temos o que um século quente do outro século barroco no outro século, Arcadismo E, agora, século dezanove, nós vamos o início dele, Arcadismo no meio dele, romantismo depois realismo, naturalismo, parnasianismo, simbolismo. Quer dizer vários momentos em um só Esta joia vamos começar no Romantismo. O romantismo galera assim tem um amor especial pelo romantismo de um período muito plural. Sabe dentro de um pouco conturbada no Brasil e assim tem características do romantismo europeu. Sim, mas bem menores do que as características tipicamente brasileiras vão explicar melhor. Nos lares você fica a vontade agora para tirar Por isso, pode, sim, fazer o que quiser para guardar ele é o seguinte Principais características das primeiras lá primeiro, Rafinha estava principais características Essas características estiveram presentes na literatura romântica brasileira, mas vieram da literatura europeia. Está, por exemplo, a oposição ao clássico, muito sentimentalismo, Ou seja, quando você se opõe ao clássico, você se opõe a razão está, então vamos ficar com a emoção, supervalorização das emoções pessoais. Então, aqui são um índio, os indivíduos e suas inquietações que passam a ser o centro das atenções. O que você sente que você vê? O que você gostaria? Idealização do amor e da mulher? Subjetivismo, fuga da realidade, escapismo o surgimento de um público consumidor que saudade da infância e da nota pureza. Quero explicar para vocês fuga da realidade, escapismo. Muitos isso no presente, na literatura romântica, porque ela é romântica, é altamente idealizadora. Então você idealiza uma vida quando cai, na realidade, vê que aquela vida não existe. Isso causa dor e sofrimento. A dor e o sofrimento, ela apenas será resolvida com a morte. E aí que a grande fuga da realidade ele surgiu da realidade com outras de outras formas, especialmente os poetas da segunda geração romântica. Mas na prosa, por exemplo, você encontra a fuga da realidade pela morte. Isso vai acontecer no romantismo, Vai até acontecer mais um pouco do realismo. A novidade aqui é a prosa mesmo, porque até então eu falei sobre poesia, poesia barroca. Pois e a arca de agora eu vou falar sobre a prosa. Os romances entram em ação porque nós temos aqui a revolução na indústria, a revolução da imprensa. Ou seja, nós tivemos um primeiro momento em que a literatura foi financiada pela burguesia, no caso crescente da burguesia, financiou a literatura e também consumiu essa literatura. Então, nesse momento, nós tivemos que chamamos de folhetins, muito comum na época, folhetins. Eram histórias que eram contadas diariamente. Então, isso impresso um texto impresso minha normalmente com o jornal para comprar o jornal, pegava História Lia é a novela de hoje em dia porque acabava aquele folhetim. Aquele capítulo na melhor parte para que você pudesse comprar no dia seguinte, então, se tornou um grande passatempo expressa bem estas mulheres da época e assim era o passatempo e reproduzia a realidade. É, aliás, a sociedade da época, os costumes, a forma de se relacionar o chamado romance de costumes mostrava ali um pouco se a sociedade. Muitos desses romances, eles eram ambientados no Rio de Janeiro, capital do Brasil. Na época, aos romances portugueses eram ambientados lá em Lisboa, na cidade de Portugal, e não os autores. Se pôs José de Alencar eles, se eles contavam as histórias ambientadas no nosso Rio de Janeiro, está professora a prosa romântica. Ela faz parte de alguma geração? Não, ela faz parte. Na verdade, é um romance de costumes que nós chamamos. É a prosa do romantismo. Depois, esses boletins eram impressas como romances, como livros, livros inteiros. Nós tivemos aí um grande exemplo como um grande exemplo do próprio Alencar. Quero Silla Quem já leu sabe que é Lucilla. Ela teve o seu final trágico, porque a sociedade não permitia uma grande cortesã, Nelo Silla. Na verdade, a Lúcia ela foi. Ela foi obrigada a se prostituir porque perdeu o pai da família, os doentes. Ela foi obrigada a se prostituir. Então ela, uma boa menina chamada se não me engano aqui no centro, Glória Lúcia Ela se tornou a grande cortesã do Rio de Janeiro. Há mais famoso de todos, a mais desejada. Mas ela se apaixonou por um dos clientes do Paulo. E aí eles queriam viver um amor, Mas não podia porque a sociedade da época não permitiu. Como uma cortesã vai virar dama da sociedade, não pode, não existe. Ela engravidou. Saiu válido. Aquela vida foi remoto. Cidade no final das contas, Qual é a solução para ela? Nem em outro lugar do mundo? Ela poderia ser dona de casa, Mãe, mulher, família, esposa acabou para ela mesmo tendo entrado para aquela vida de cortesã, porque esse todos estes não, porque ela quis. Mesmo assim não podia, não justifica. E no que é obvio na gente que o final dela não pode ser, que se casaram, foram felizes para sempre, porque a sociedade não permitiria aquela obra. O que aconteceu com ela? Morreu. Obviamente voltou, matou a Lúcia e Paulo Silva é o nome dela, não de guerra. Lucilla E a morte foi redenção daquela mulher. Tanto que nós, no final da leitura, como todo romance romanos, que ele, idealizador da gente no final a gente gosta da Lúcia, Luciano Silva, e a gente sofre pela morte dela. Ela fica como alguém muito legal, muito especial. O leitor gosta dela, Então a morte foi a solução daquela mulher. Ela foi lá ver um anjo depois que morreu cabal, Mais ou menos por aí, vamos uma olhadinha aqui. Segundo o mapa mental do romantismo no Brasil, esta falando da primeira também encontrar. Na primeira, conseguiu uma ordem que não primeira, segunda e terceira geração, primeira geração gente na cara da independência do Brasil nos lembrar de duas datas mil e oitocentos e oito venda da família real portuguesa para o Brasil mil oitocentos e vinte e dois a independência do Brasil. Então nós tivemos aqui um jeito, dois momentos muito importantes na sequência da independência. O início da primeira geração romântica. Então, é óbvio vamos atrás de símbolos nacionais. O índio se tornou símbolo. Esta é a nossa natureza também. Grande nome na poesia. Gonçalves Dias Gente Alencar também fez a romance indianista está Iracema, que não me deixa mentir. Então são dois grandes nomes da primeira geração romântica. Jos