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Aula 3 - Constituição - Arts 199 e 200video play button

Transcrição


então pessoal, voltamos para falar para os nossos artigos constitucionais, só lembrando, Já falamos no artigo nove quatro nove cinco para quem vai fazer a prova que caia toda parte da seguridade social. Já falamos dos artigos nove e meia, dezanove, sete, dezanove oito, lembrando nove e meia fala da obrigação do dever do Estado e diz que a saúde é um direito de todos. E nove sete regulamenta, fiscaliza e controla. Dezanove oito. Trata da organização do sistema de saúde, que é, de forma regionalizada, hierarquizada e dos das diretrizes que são. Três Descentralização com direção única em cada esfera de governo atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo das assistenciais e participação da comunidade. Além disso, através da alteração fecundada pela oitenta e seis de dois mil e quinze, fixa os valores mínimos de contrapartida para cada esfera de governo União quinze por cento no mínimo Estados doze por cento no mínimo Municípios dos quinze por cento no mínimo, para o DF doze quinze a depender relação a competência que ele está fazendo a atividade que ele está fazendo, então falamos dos artigos fazer, fizemos um resumão. Agora vamos nos debruçar sobre o artigo que eu gosto muito que é o artigo um, nove nove. Eu gosto muito porque ele é fácil de ser entendido. Eu chamo ele do setor privado, estão no título do seu do artigo no caput do seu artigo traz claramente que a assistência à saúde é livre à iniciativa privada. Agora vou contextualizar o artigo, Lembre que não suporte da Coreia, que vocês têm que entender. Então, se a assistência à saúde e à livre iniciativa privada, o que pode acontecer? Em relação ao SUS? Quando um do Sistema Único de Saúde não houver capacidade instalada, nós não tivermos estrutura para dar continuidade e alcançar a integralidade, pode ser. Observe que não é obrigação. É a possibilidade de contratar ou conveniar a rede privada em caráter complementar. Fiquem bem atentos a isso porque as bancas costumam trocar por suplementar suplementar. São os planos de saúde que são regulados pela Agência Nacional de Saúde. Que, então a venda insuficiência de recursos da rede própria, o SUS, pode contratar ou conveniar a rede privada. Lembrando que há uma prioridade para as instituições filantrópicas e sem fins lucrativos e depois para a rede. Convênio privada convencional está certo. Mas, se perguntarem você qual pré requisito para o SUS. Contratar em caráter complementar, é simplesmente, tem que ter a insuficiência de recursos comprovados porque não tenho recursos, ele não consegue alcançar a integralidade. Não coloca em que a pré requisito é ser entidade filantrópica sem fins lucrativos. A prioridade, a partir do momento em que se pode contratar em caráter complementar, o que espero que seja entendido, vamos debruçar aqui no nosso artigo nove. Então a assistência à saúde e à livre iniciativa privada havia bem geral. Ou seja, uma pessoa tendo normal tem a titulação. Tendo dinheiro, ele pode estruturar um serviço de saúde na rede privada porque ele vai funcionar em caráter complementar ou não. Chamo ele da rede privada, certo, porque ele trata bem claramente na rede privada. Então, traz para a gente que as instituições privadas desculpa que está faltando, participa de forma complementar. Aqui é importantíssimo. Tá bom do SUS, segundo as diretrizes desses, mediante contrato de Direito Público ou convenções. Duas modalidades de conter vinculação ao sexto ao Sistema Único de Saúde, tendo preferência as entidades filantrópicas e sem fins lucrativos. Lembrando que aqui, só para fixar que essas entidades têm essa preferência. Mas qual é o pré requisito. Então, quando isso pode acontecer, lembrando que é uma possibilidade, qualidade, Esta não é a obrigatoriedade de contratar rede privada, porque, lembrando que para essa agir para contratar de forma complementar, é preciso haver insuficiência de recursos, fiquem sempre atentos a isso tá bom. Então, não se pode contratar em caráter complementar, se tem aquele serviço que garanta a integralidade. Mas se eu tenho aquele serviço, ele não está dando conta da demanda. Aí sim pode se lançar mão da insuficiência e contratar em caráter complementar, dando prioridade preferências entidades filantrópicas e sem fins lucrativos artigo parágrafo Segundo, é vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções as entidades privadas com fins lucrativos. Ou seja, o dinheiro do SUS não pode ser destinado. Dinheiro não pode na rede privada, privada, com fins lucrativos. Então não pôde entrar recursos do SUS, da rede privada para a gente fechar esse conteúdo. Quando você fala que é vedada a destinação de recursos públicos para os filhos ou subvenções a instituições filantrópicas, ou visto as privadas com fins lucrativos, quer dizer, o seguinte tem uma rede privada. Mas o SUS não pode demandar dinheiro para que ela se aquela aquele aquela instituição, porque se ele não faz parte da rede, isso significa o que usar de má fé, ou seja, uma malversação em relação a destinação do recurso público. Mas se ela foi contratada em caráter complementar, pode injetar dinheiro não, Por exemplo, se contrata se uma clínica no seu todo. Em todos os seus serviços, sim, se quebram tomógrafo sequer um processo de uma estrutura para levar a leitura de exame. Se quebra qualquer equipamento, quem tem que consertar o contratado? Por que então não? As cláusulas do contrato são claros porque não pode ser injetar dinheiro na rede privada. Fique bem atento a isso se uma outra coisa que é muito importante, até porque no dia a dia a gente vê muito para que vocês não confundem. Prova tem instituições que sua fazem o atendimento do SUS, mas não em todas as ações e serviços. Por exemplo, um grande hospital particular, que atende hemodiálise, oncologia, e a outra parte a parte de internação de clínica médica de urgência. Emergência não atende pelo SUS, porque rede de transplantes diálises Hemodiálise são serviços do SUS e que os hospitais têm a estrutura privados, têm estrutura para ofertar. No entanto, eles não no seu contrato não está clara, não é do Estado dizendo que ele vai ofertar todas as ações e serviços. Também deve estar claro no contrato uma forma de encontrar qual hospital e qual ou quais as ações que são feitas pelo SUS, Essa sessão da base dos sinais, que é o nosso cadastro nacional de Estabelecimentos de Saúde, Lá você consegue ver o que é contratado ou conveniado pelo SUS porque muita gente reclama. Eu fui a pelo SUS e nove atenderam. Foi pelo SUS quem fez o exame, mas me cobraram. Às vezes tem um pacote de exame xis que eles fazem o médico coloca um que não está contratado pela rede SUS, então ele não pode fazer pela rede SUS. A ele cobre, o que não pode acontecer é ofertar todos os exames pelo SUS e cobrar uma diferença porque é usuário do SUS. Aí crime, porque toda a rede privada contratada ou conveniada deve seguir os princípios e diretrizes do SUS, ou seja, universalidade, equidade e igualdade. Então não posso cobrar duas vezes porque pagamos ações de forma indireta. Então temos que ter essa ciência de que, quando cobra, porque não cobre ou quando cobra, porque cobre que amanhã, onde eles cima do no o usuário, porque o governo já vai pagar, mas é um direito do usuário fisicamente em que usa. Isso serve da prática, mas na vida real ou na vida da própria, que precisam saber da casa, do caráter complementar, da preferência da rede filantrópicas, sem fins lucrativos, do pré requisito que a insuficiência de recursos. E que o SUS não pode destinar recursos para entidades filantrópicas como finalidade lucrativa para sequestrar. E aqui no parágrafo terceiro, eu quero atenção muito maior de vocês, porque nós temos uma alteração lá na Lei Orgânica oito mil e oitenta. É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde do país, salvo nos casos previstos por lei. Então, como é que ficou? De acordo com a PF de oitenta e oito continua no seu texto? É verdade, de acordo com a lei orgânica, que lá no artigo vinte e três está permitida quem? O q