A maior rede de estudos do Brasil

Aula 10 - Decreto 7 50811 IVvideo play button

Transcrição


então galera vamos terminar o nosso conteúdo da crê sete mil quinhentos e oito. Ou seja, nosso último bloco. E, como eu prometi, vamos falado que o COAP vai ter que estar, vai ter que contemplar. Então, quais são os itens e o nosso contrato organizativo da ação pública? Devem contemplar mais uma vez, só, fazendo, sempre vai volta. Eu preciso que vocês fiquem bem atentos ao artigo, segundo, ao artigo quinto e todo tudo o que está relacionado a essa articulação interfederativa e que vocês fiquem atentos onde há a integralidade? Porque, na hora da prova, eles podem substituir por equidade, principalmente se você, para que vocês não se confundam. Tá bom fiquem atentos também à assistência farmacêutica, ou seja, o acesso universal e igualitário. A assistência farmacêutica. Quais são as portas de entrada, o papel da atenção primária como porta de entrada preferencial, coordenadora do sistema e centro de comunicação. E essa relação que os outros níveis de atenção tem com a atenção com as portas de entrada? Ou seja, só terão acesso aos níveis secundário e terciário aqueles indivíduos que passaram por uma das portas de entrada. Não esqueçam que ali não se está falando em relação à porta de entrada. Grande urgência, emergência. Apenas está falando da rede de atenção à urgência e emergência. Essa rede é composta por vários pontos de atenção. A atenção primária também não é só a saúde da família. Nós temos agora a equipe de agentes comunitários de saúde e equipes da atenção básica, a equipe de saúde bucal. Existem vários pontos de atenção o NASF saber que são de cada item daquele, então fiquem bem atentos. Há questões mais elaboradas, de grandes concursos e de residências, porque eles dedicam muito mais as especificidades, principalmente da área que você vai fazer, para que você não cai em pegadinha. Não vão mudar. O que é que nós precisamos ter aqui, do artigo trinta e seis, porque nós já falamos a parte anterior. O que é que o nosso contrato organizativo deve certo deve contemplar o que ele deve ter como disposição essencial. Ele deve deixar claro a identificação das necessidades de saúde locais e da região de que ele vai fazer com que ele vai ser um instrumento jurídico, instrumento, esse acordo firmado, a oferta de ações e serviços de vigilância em saúde promoção, proteção e recuperação da saúde em âmbito regional inter regional, ou seja, no âmbito da região, que ele é o acordo de colaboração. E se houver essa relação entre uma região e outra, responsabilidades assumidas pelos entes federativos perante a população no processo de regionalização, ou seja, quem vai fazer o que e de que forma vai fazer, tem que estar bem claro no colapso. Quais serão estabelecidas nessas essas atribuições, essas responsabilidades de forma individualizada, de acordo com o perfil, a organização e a capacidade da prestação das ações e dos serviços de cada ente federativo na região. Não esqueçam dos critérios mínimos para compor região, lembrando que esses critérios mínimos do conjunto de municípios e não para cada município, logo a atenção primária, a rede de urgência e emergência, rede de atenção psico social a nós, o nosso vigilância, saúde, atendimento ambulatorial e especializado, que é o nosso nível secundário. Indicadores e metas de saúde que deverão ser alcançadas dentro da região de saúde, estratégias para a melhoria das ações e serviços, ou seja, vamos melhor, vamos aumentar o acesso, mas também temos que melhorar a qualidade da assistência da atenção, critérios de avaliação dos resultados e de forma de monitoramento permanente. Lembrando que o monitoramento é uma avaliação cíclica. A avaliação que vai começar junto com o início do processo, a avaliação final de resultados, que a finalística, a adequação das ações e dos serviços dos entes federativos em relação as atualizações da nossa Relação Nacional de Ações e Serviços dentro do SUS, que é de âmbito nacional, investimentos na rede de serviços e as respectivas responsabilidades de cada ente federativo que está com pondo aquela região e os recursos financeiros que serão disponibilizados por cada um dos participantes para a sua execução, ou seja, o que cada um vai demandar de recurso financeiro. Lembrando que uma região de saúde pode sim ter haver transferência de recursos financeiros. É só lembrar que as ações serão compartilhadas. Logo, precisa se pagar aquele município que está ofertando a ação que o município deveria ofertar. O município apenas deveria ofertar porque o decreto ele vem para isso, para que no somatório de municípios, a gente consiga assim garante a integralidade. Parágrafo único O Ministério da Saúde poderá observar que é uma possibilidade institui formas de incentivo ao cumprimento das metas de saúde e a melhoria das ações e serviços de saúde. O COAP observará as seguintes diretrizes básicas para fins de garantia de gestão participativa, lembrando que nós temos uma política nacional de gestão estratégica e participativa. Então, quais são os itens que vão ser observados para garantir essa gestão participativa? Estabelecimento de estratégias que incorporem a avaliação do usuário das ações dos serviços como ferramenta para a melhoria, a apuração permanente das necessidades e interesses dos usuários e que também alinhado com a nossa política nacional de humanização publicidade dos direitos e deveres dos usuários da saúde em todas as unidades do SUS, inclusive nas unidades privadas que participam do SUS de forma complementar. É só lembrar que, quando a instituição privada participa do SUS em caráter complementar, ela vai seguir os preceitos do SUS. O artigo trinta e oito humanização do atendimento. O usuário olha a nossa pena aqui a nossa política transversal será fator determinante para o estabelecimento das metas das metas previstas dentro do contrato organizativo de ação pública de saúde. O artigo trinta e nove As normas de elaboração e fluxos do COAP serão pactuados pela site, que cabendo à Secretaria de Saúde do Estado coordena a sua implementação. Até porque é o próprio Estado que coordena a implantação das regiões de saúde em integração com os municípios, não tem como fazer de forma isolada Artigo quarenta o nosso sistema nacional de auditoria, Avaliação do SUS por meio de serviço especializado. Aqui No caso de auditoria, nosso Denasus fará o controle e a fiscalização do nosso contrato organizativo da ação pública da saúde. O relatório de gestão a que se refere, inciso quatro do artigo Quarto da lei oito mil cento e quarenta e dois que a nossa segunda lei orgânica conterá Seção específica? Está então nosso relatório, que é o rádio, que é um dos instrumentos de planejamento do SUS. Ele é anual e emitindo a cada final de ano, ele vai conter, a partir da implementação das regiões de saúde e da do COAP, uma seção específica relativa aos compromissos assumidos dentro do contrato organizativo da Ação de Ação pública da saúde. O disposto neste artigo será implementado em conformidade com as demais formas de controle e fiscalização previstas em lei. Aqui, na nossa Lei Orgânica da Saúde, tanto oito mil oitenta quanto oito mil cento e quarenta e dois artigo quarenta e um aos partícipes caberá, ou seja, a todos aqueles que farão parte da região e quem faz parte da região. Os municípios estão monitorar e avaliar a execução do contrato organizativo da ação pública em relação ao cumprimento das metas estabelecidas ao seu desempenho e a aplicação dos recursos disponibilizados. Mas não esqueçam que a região de saúde, ela é organizada pelos estados em participação com participação integrada nos municípios. Parágrafo único. Os partícipes incluirão dados sobre o contrato da ação pública no seu sistema de informação em saúde. Quem vai ser organizado pelo Ministério da Saúde e o encaminhará ao respectivo conselho para monitoramento artigo quarenta e dois, sem prejuízo das outras providências legais. O Ministério da Saúde informará aos órgãos de controle interno e externo o descumprimento e justificado de responsabilidade na prestação de ações e serviços de saúde e de outras obrigações previstas no decreto a não ap