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Transcrição


Olá pessoal, estamos de volta aqui eu não me olhando e a gente vai falar com o senhor falando aqui sobre conversão, Eletromecânica de energia chamavam a gente falou sobre o processo de conversão de energia e agora a gente vai dar continuidade aqui falando sobre transformadores monofásico Sexta- não fala um pouco sobre circuitos magnéticos para a gente conseguir entender como se dá esse processo de vaga de alteração de tensão e corrente em um transformador, vamos chegar Então na relação de transformação desse transformador vamos conseguir comprovar essa relação e vamos chegar no circuito elétrico equivalente nesse transformador que vai ser tema da nossa próxima aula, que nós vamos determinar qual o procedimento. Pode se determinar os parâmetros de frequência elétrica equivalente, pois podem representar esse transformador no circuito elétrico. Para falar sobre o circuito magnético, a gente tem que falar um pouco sobre campos magnéticos está o que mais importante para a gente aqui em relação a campos magnéticos. Para essa análise que nós vamos fazer Está aqui que a relação que existe entre densidade de fluxo magnético que a Uber representado pela letra B é uma grandeza vetorial, faltou então pode representar uma setinha aqui e a intensidade do campo magnético que essa grandeza está lá na inflação. A relação entre essas duas grandezas relê dada aqui pela permeabilidade magnética do meio onde se propaga magnético. Essas duas grandezas aí elas se relacionam a partir de um gráfico parecido com esse protocolo. Eu estou colocando aqui para você está de uma forma geral. É claro que aí que cada material ele vai ter o seu a sua representação específica, mas ele tem alguns pontos aqui que são interessantes a gente destacar. Eles esperavam que a gente esperava que essa relação à força, uma relação linear já que ela é regida e pela permeabilidade magnética no meio. Mas se observe o seguinte que essa relação ao que ela não é tão linear como a gente esperava, fim esse comportamento aqui. Então à medida que o aumento aqui, a intensidade do campo vou colocar aqui primeiro. Então, como seguir daqui para lá medida que eu vou aumentando a intensidade do campo, observa que que o aumento da densidade de campo, a quantidade de linhas de campo magnético consigo criar um material, ela não tem um comportamento então linear quanto a gente esperava e atinge um ponto máximo aqui que aí a gente disse que o material magnética ele. Se ele, o material por onde a greve está se propagando, saturou. Houve uma saturação no caso que, como ele está tratando de transformadores, se disse que o núcleo de ferro desse acionadores saturou, o que difere. A gente vai ver o que que é que é um, onde a gente constrói as bobinas desse transformador ao material, onde a gente envolve essas bobinas aí para poder melhorar a capacidade de geração justamente dessas linhas de campo magnético está representado aqui. Quando você chega num ponto de máxima e você volta para você, começa a diminuir a intensidade do campo magnético. O gráfico que ele vai percorrer essa linha aqui, isso aqui conta, estão aumentando a intensidade de apresentar esse comportamento quando começa a diminuir a intensidade de esperava que ele voltasse lá, fazendo aquele mesmo aquela mesma trajetória. Mas a verdade é que acontece isso aqui deixou o impacto um pouco a figura. Agora vou destacar os pontos mais interessantes ele para a gente, só esses dois pontos aqui. Isso aqui que está relacionado ao fluxo remanescente. Isso aqui está relacionado a as forças coercitivas. Uma coisa com esse tividade no material que esse fluxo remanescente. Observe o seguinte pessoal a minha referência está aqui e isso é que é o meu zero. Então, se eu trouxer lá na curva, está representando a desumanização desse núcleo. Gente observa que mesmo com o campo de intensidade, golpes a igual a zero, se eu estou dez magnetizada nesse material, estou passando Calvino caminhando para aquela curva, ele vai chegar o momento. Eu não tem intensidade de campo, mas ainda tem minhas de campo remanescentes ali, para então se diz que o material permanece magnetizado, mesmo sem a ação do campo magnético para se dez magnetizada. Esse material se possa fazer uma força contrária entre aspas força contrária em A organização, sem excepção, magnetiza esse material no sentido oposto. Então, quanto precisa se dez magnetiza esse material? É isso que me dá que esse parâmetro aqui, que é um gás, se força coercitiva. Uma corresse atividade no material são interessantes para nós, porque nós vamos trabalhar com transformadores que vão operar em regime alternada. Então, o tempo todo esse material vai ser magnetizado em um sentido, enquanto se ocorre o município a roupa de subida do semi ciclo positivo. Depois você vai ter uma corrente na bobina que vai ser a rampa de descida do serviço, pois estimula esse material vai ser dez magnetizado depois tudo isso se repete no semi ciclo negativo da corrente elétrica, então essa figura e que é a que representa as tereza do material, ela vai ser formada a cada ciclo de correntes que se formar no meu sistema, Então vamos lá Gente vai entender isso aqui agora que a gente vai falar um pouquinho sobre o núcleo de ferra que esta núcleo de ferro Pessoa nada mais aí do que esse material aqui, onde eu vou onde vão envolver a bobina do transformador representada por que se usa seus núcleos de ferro em transformadora, existem transformadores sem número existem sim existem transformadores que não operam com um núcleo de ferro. Mais um núcleo de ferro era interessante para que a permissividade magnética dele é da ordem de cinquenta setenta mil vezes maior que Eduardo. Então com o campo magnético de intensidade baixa, consigo gerar um fluxo magnético elevado e com isso aí vão conseguir variações de fluxo elevadas também então, o que é interessante aqui para a gente conhecer desse número de ferro a área de secção transversal que essa região aqui, por onde eu tenho, por onde vai se vai passar a maior taxa do fluxo magnético que vai ser gerado por essa bobina? E esse caminho médio aqui? Esta que é o caminho central aqui nesse núcleo de ferro, que é por onde a gente vai considerar que está concentrado fluxo magnético e um fluxo magnético resultantes, que ele vai ser utilizado para calcular relutância desse novo que nós já vamos falar sobre isso também? Então tá aqui certo consumir uma bobina nesse núcleo de ferro aqui esta essa bobina e ela vai tem um parâmetro que a gente chama de força magnética motriz que a capacidade que ela tem de inserir fluxo magnético através desse núcleo de ferro. Essa grandeza e ela é calculada a partir dessa equação que eu coloquei aqui para vocês, que é o que o produto e do número de espirais dessa bobina pela corrente que circula através dela. Então, quanto mais expira estivesse a bobina e maior a corrente que eu posso passar através dela maior, essa força magnética motriz a capacidade que ela tem de injetar fluxo aqui nesse círculo também quem resiste à geração de fluxo magnético aqui o parâmetro que a gente chama de que relutância estão percebendo uma equivalência Olha, a gente tem força magnética motrizes, olha só a gente tem força eletromotos Circuito elétrico a gente tem resistência aqui a gente tem aqui relutância. Observo inclusive o seguinte a equação para o cálculo da relutância ela é muito parecida com um formato dela É muito parecido com a equação para o cálculo da resistência da lei de um resistência igual as atividades vezes. Cumprimento do condutor dividido pela área de secção transversal desse condutor seria semelhante. O que existe é com esta então aqui os circuitos magnéticos eles têm um comportamento muito parecido quando os circuitos elétricos estão, a gente pode fazer algumas equivalências aqui. Por exemplo, aqui a gente tem o equivalente de corrente elétrica no circuito magnética o fluxo magnético, ou seja, a corrente elétrica não é nada mais que um fluxo de eletro está aqui. Eu tenho também um fluxo que a gente chama de que o fluxo magnético Quem gera corrente elétrica no circuito alerta força eletro motores que