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Aula 05 - Teoria das Placas Tectônicas e as Camadas da Terravideo play button

Transcrição


fala pessoal. Vamos agora para um pouquinho de ciência. Vamos falar de como ocorreu a formação das placas tectônicas e esse fenômeno que é tão importante para compreendermos as questões ligadas à vulcanismo, abalos sísmicos e vários outros problemas internos, ou também a formação do relevo, formação de montanhas. Então, primeiramente, para começamos a nossa aula, é importante lembrarmos que o Planeta Terra ele teve a sua formação há aproximadamente quatro bilhões e meio de anos. De acordo com a ciência, esse número é conseguido através de pesquisas de radioatividade e desde quatro bilhões e meio de anos, o Planeta Terra, que acontece aquela para carrinhos, ele foi perdendo calor para o espaço, foi perdendo, foi pegando, foi perdendo calor. É um processo que acontece ainda hoje e essa perda de calor fez com que as extremidades, a parte externa do planeta, ela se recep cacem e formasse a nossa crosta terrestre. Agora, veja só com a formação da crosta terrestre, o interior da terra ainda está perdendo calor. Até que perca calor, efetivamente serão ainda necessários bilhões e bilhões de anos, um número que não temos como calcular agora, quando essas camadas externas se tornaram mais secas. É aí que teremos o início da formação do nosso relevo terrestre. A formação do relevo terrestre é bastante complexa. Nós vamos estudar isso no decorrer de várias aulas e nós temos fatores internos que formam o relevo da terra. Por exemplo, os fatores internos são aqueles que surgiram no interior do planeta Terra e temos os fatores externos que estão ligados a ação da atmosfera sobre a rocha, para que possa esse cumprir o relevo. Então o relevo é formado por agentes externos e internos. Na saúde, Hoje nós faremos de placas tectônicas, formação do relevo por fatores internos. Então pessoal, gostaria de convidados para analisamos algumas imagens. Eu procurei a que os grandes clássicos da geologia para vocês nós vamos trabalhar com as imagens de um dos mais importantes livros da geologia, chamado Decifrando A Terra. Então pessoal! Venha comigo para as imagens. Para entendermos mais um pouco dessa formação, temos aqui uma visão sistemática do nosso planeta. Você pode observar que nós temos várias camadas e que essas várias camadas elas têm dimensões e características bastante diferentes. Por exemplo, o que nós chamamos de crosta, também chamado litosfera, pois é onde se desenvolve a vida sobre ele? Torcerá nós temos a biosfera agora Lito ela é uma referência ao fim Fim da casquinha. Olha só a crosta terrestre se comparada com o raio total do planeta. A dimensão da crosser pequena. Como assim? Os trechos mais profundos da crosta terrestre não ultrapassam setenta quilômetros e há trechos inclusive bem mais estreitos, isso a crosta mais estreita. Ela é mais frágil, é mais fácil de quebrei e o homem ele nunca chegou a conhecer o interior da terra. Como alguns filmes de ficção sugerem o conhecimento que nós temos, interior é muito pequeno, muito pequeno mesmo por exemplo, a maior profundidade, o que nós tivemos de um túnel cavado para fins de mineração. Foram catorze quilômetros na Rússia, uma mina de carvão na região de Donbass. Agora você pode ver que a crosta terrestre, portanto ela é um verdadeiro mistério no sentido que conhecemos a superfície da crosta. Nós conhecemos praticamente nada do que existe no fundo da crosta, mas o conhecimento que nós já temos disponível. Ela permite identificar alguns tipos de materiais e o estado desses materiais. Como assim o estado desses materiais se o material é sólido, celer líquido ou se ele é gasoso. Santa Maria da terra. Nós não temos nada gasoso, grandes formações gasosas, mas temos gás, temos gás, olha só a gente percebe isso na hora das emissões vulcânicas e algumas câmaras magmáticas, ou seja, alguns espaços em que você tem a mínima pode acumular algumas pequenas quantidades de água no interior da Croácia. Então todos os estados que você imaginar nós vamos encontrar na crosta que é extremamente complexa e extremamente complexa em termos de variedade mineral de comportamento. Agora, o que nós sabemos, o núcleo da terra, nós podemos chamá lo dignifica, porque é inicial dos dois principais minerais que formam o núcleo terrestre. É um níquel e o minério de ferro. Outra informação que sabemos do núcleo, o núcleo. Ele é sólido, sólido, professor, ela sólida, mas a cruz tão seca sólido em cima dela, o manto. Eu sei que o líquido como que poderia o interior ser Sônia, a ciência. Ela busca explicações para isso. É uma descrição do que as evidências a Papa. Nós não sabemos se os materiais existentes no núcleo, as temperaturas altíssimas que existem lá se comportam de uma forma diferente. Se os materiais que nós conhecemos altíssimas temperaturas, tem uma densidade diferente, mas de onde vem a ideia de que sabemos que o núcleo sólido, por exemplo, em vários pontos do planeta são feitas experiências. Por exemplo, você coloca faz uma experiência científica coloca de um ponto do planeta emissões de ondas. No outro lado você coloca um captador de ondas e aí existem vários tipos diferentes de onda vários perfis de diferentes comprimentos de diferentes frequências e propriedades diferentes. Algumas ondas elas ultrapassam sólidos. Outras ondas refletem ao esbarrar em sólidos. De onde que vem a teoria de que o centro da terra sólido, porque toda vez que é emitido alguma onda que rebate o sólido, ela reverbera e volta. Então esse teste aí você tenta no lugar tenta e outro tempo e outro tenta em outro. Aí você percebe que as ondas vão e voltam, vão e voltam, vão e voltam e não conseguem atravessar o planeta. Claro que nós fazemos experiências também com ondas que atravessam o planeta, mas essas ondas que atravessam o planeta, elas são ondas que ultrapassam sólidos. Então as ondas que ultrapassam sólidos chegam do outro lado. Mas as ondas que refletem sólido não chega daí a ideia de que nosso núcleo sólido maduro agora o manto, ele tem uma formação mineral muito complexa. São vários tipos de minerais que estão em situação derretida. Eles estão incandescentes e vamos nos concentrar nesta parede só porque aqui nós temos uma grande variedade, mas vamos pensar na parte externa do manto porque nós temos o que chamamos de manter um inferior que é o próximo ao núcleo e o manto superior que o próximo à costa. Agora vamos falar só da crosta. Só costa a parte externa da crosta. Nós podemos chamá la de social a parte interna da crosta, essa que já está diretamente em contato com o núcleo. Perdão com o manto superior nós chamamos cima porque os dois minerais, mas abundantes silício e magnésio, e há quem se ao silício e alumínio o interior do planeta Terra. Ele está em constante movimento. Ele está em constante movimento e você pode observar que olha só ele circula o que nós chamamos de movimentos de convecção Com movimentos convectivos, a natureza se movimenta pela convicção com versatilidade. A convicção, Por exemplo, ela é um movimento que vai explicar, por exemplo, a circulação das massas de ar, o movimento das massas oceânicas, as correntes marítimas, correntes marítimas e também manto do núcleo. Olha só o núcleo se movimenta, o núcleo se movimenta, ele vai fazer o manto se movimentar também. Então essa está tudo movimentando aí, núcleo movimenta aí o manto movimenta e a crosta que está boiando sobre o manto também se movimenta. Mas como o interior do planeta é muito quente, ele tem uma intensa atividade sísmica. Ele ali, no interior ocorrem frequentes abalos frequentes frequentes explosões, porque a pressão e a temperatura são muito altas. O que pode acontecer, a nossa crosta vai rachar e ela vai passar a ter algumas rachaduras e vai ter explosão invertendo a rachadura vai. Temos para uso da terra, rachaduras e a crosta, movimentando se, chegaremos nas chamadas placas tectônicas. O que são as placas tectônicas? As placas tectônicas são trechos da sua crosta que se racharam e formaram grandes placas continentais. Elas são enormes. Por exemplo, numa só a placa tectônica, ela pode conter vários países, postou um continente inteiro. Agora, perceba que as p