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Direito do Trabalho I - Aula 2video play button

Transcrição


o alarme não é Carla Veloso. Estamos começando hoje, nossa segunda aula direito do trabalho, e é um prazer estar com vocês bom, no nosso primeiro encontro verificou que a origem do trabalho, a evolução da escravidão, servidão, corporações de ofício, revolução francês, a revolução industrial, as primeiras legislações, a Constituição Federal, que foi do México a primeira em âmbito em âmbito mundial. A legislar sobre o trabalho, verificamos o que vem a ser o direito do trabalho. Vimos as fontes, materiais e fontes formais. Analisamos também os princípios que envolvem o direito do trabalho. E agora, na nossa próxima aula, a gente vai analisar os tipos, as espécies de trabalhadores. Quem é que vai integrar o direito do trabalho que já conversou aqui o direito do trabalho? Ele foca no trabalhador subordinado, ou seja, o empregado na relação. Mas há também outros tipos de trabalhadores que estão previstos no Código Civil. Eles não sofrem a proteção da série, mas nós temos que saber diferenciar esse trabalhador do trabalhador subordinado. É como se houvesse um trabalhador relato, qualquer tipo de trabalhador e dentro dele houvesse uma espécie que é o trabalhador subordinado na relação. Ou seja, o empregado beleza, então, aqui, Como falei para vocês uma relação de trabalho nessa relação de trabalho a dois sujeitos o trabalhador E aí eu vou envolver qualquer tipo de trabalhador É o tomador de serviços. É uma relação olá, ou seja, genérica. Já há uma espécie dentro da relação de trabalho que a relação de emprego em que vai ter como sujeitos o empregado. Eu entregador, este empregado empregado é o trabalhador subordinado, legislado, é protegido do direito do trabalho, relação de trabalho, Portanto, é a relação jurídica de natureza contratual entre trabalhador, sempre pessoa física, e aquele para quem presta serviço a empregador ou o tomador de serviço, que são pessoas físicas ou jurídicas que tem como objeto trabalho remunerado em suas mais diferentes formas. Então aqui é uma relação latorre genérica, diferente. Situação A relação de emprego Ela é a principal espécie do gênero relação de trabalho, caracterizada pela conjugação de quatro elementos básicos incerto no artigo Terceiro da E aí a gente se lembrar que o empregado só pensa na parada chope com esse seu pensar na palavra chope, com esse eu votei o empregado? Porque? Porque são? Leia o artigo terceiro da CEUT. Vou verificar o seguinte empregado trabalha com subordinação, com habitualidade com, onerosidade com pessoalidade e ele é uma pessoa física. Se eu tiver um trabalhador que integre o chope, eu posso dizer que tendo carteira profissional ou não, ele é um trabalhador subordinado. Percebam que quando eu trabalho, por exemplo, como autônoma, eu não sou subordinada. Eu assumo o meu próprio trabalho. A autonomia é uma relação de trabalho. Quando eu trabalho, mediante subordinação, habitualidade, onerosidade, pessoalidade, pessoa física. Eu sou empregada e por eu ser empregada, tendo ou não carteira profissional, lembra Centre. O princípio da primazia da realidade. Eu vou ter direito de postular as garantias do direito do trabalho. Então, observe entre as características que vão englobar ou trabalhador subordinados a pensar. Chope óbvio se escreve com ser, mas o nosso chope é um shopping para que eu possa caracterizar quem é esse empregado. Quem é o trabalhador protegido na relação de emprego? Porque vamos lá, então, trabalhador é a pessoa física que, mediante seu esforço físico ou intelectual oferece um serviço, uma obra, ou seja, uma pessoa física ou jurídica de forma remunerada ou graciosa. Repara que esse trabalhador aqui é outro latu, porque ele é o lado do empregado, porque graciosa é ou voluntário, O voluntário não é empregado porque não tem onerosidade, tem que ter subordinação. Então qualquer tipo de trabalhador pode ou não ter carteira de trabalho adotada. Mas ele vai ser entregado espécies de trabalho, mas vamos agora começar a analisar as espécies de trabalhadores, sejam eles empregados ou não, porque um deles trabalha em várias funções diferentes em várias localidades diferentes. Nós temos uma situação que pode ensejar ou não um vínculo de emprego. Ou seja, eu posso conseguir caracterizar que eu sou empregada. A Amazônia carteira profissional não era lotada, o meu contrato de trabalho era verbal, não importa. Desde que eu prove que eu era empregado, eu consigo obter um vírgula de emprego, mas também tem trabalhadores que não são empregados. E nem tenho esse objetivo. Porque porque a atividade que eles desenvolvem não vai gerar os requisitos para que eles sejam empregados E o primeiro e eventual. Reparem quando ele viu o shopping tinha uma casinha de habitualidade. A habitualidade é o contrário da eventualidade. A eventualidade vai ser caracterizar para entregar o trabalho de vez em quando. Ele não tem uma continuidade no contrato de trabalho. O contrato de trabalho do empregado ele é, continua ele ser preso um dia após dia, então ou eventual é o que trabalha de vez em quando ele a diarista, a diarista que vai na minha casa, fazer uma faxina ou uma passadeira ou uma cozinheira que vai de vez em quando. Na minha casa, ela não tem uma característica que permita ser empregada. Por que? Porque ele falta, habitualidade ela. Uma entrega é uma trabalhadora eventual, tranquilo, outro tipo de trabalhador autônomo, o autônomo. Ele é o contrário do subordinado. Ele assume o próprio risco da sua atividade. Então, para facilitar, você olha aqui o eventual é o contrário do habitual Exemplo diarista. Já o autônomo, ele é o contrário do subordinado, porque aquele que presta serviços por conta própria assume os riscos do seu trabalho. O cooperado também não é empregado. Por que? Porque aquele que integrando uma cooperativa de trabalho legalmente constituída coloca a sua força de trabalho, através de enquete cooperado com remuneração recebida A forma de rateio foram cedidos pela cooperativa. O artigo quatro quatro dois, parágrafo único da série, diz que não há vínculo de emprego. Entre o cooperado, ganhou, contrata, prestem muita atenção o cooperado. Ele se reúne como por exemplo, Thaksin está catadores de lixo. Ele a atividade para que para que juntos possam adiar aquele aquele trabalho, eles não têm uma subordinação. Só que se eu tiver uma situação específica em que eu imagino cooperado, que é subordinado, aí há um erro a uma fraude. Carla o princípio da primazia da realidade, então regra geral Como correto o cooperado não tem vínculo empregatício, não é empregado. Ele é trabalhador lato, exceto se comprovado for que ele era empregado, ou seja, que ele trabalhava com subordinação. Habitualidade, onerosidade, pessoalidade, pessoa física, o shopping, o que ela significa? Estagiário? O estagiário tem a lei onze mil setecentos e oitenta e oito barra, dois mil e oito, tem como características básicas a seguinte uma modalidade especial de contrato, de qualificação profissional com objetivos pedagógicos e de formação de profissional nas diferentes áreas de conhecimento. Trata se de uma relação jurídica triangular Hora Aqui A é um triângulo aqui, porque pegam os centros de imputação da norma jurídica, o estagiário, o estagiário, a instituição escolar, porque ele está vinculado a empresa que vai contratá lo, assim denominada aquela que o estágio é feito e quando participa da aproximação entre o estagiário empresa concedente. O agente de integração é regra geral, vai ter aqui intermediando essa relação, para que o estagiário, ele não tem vínculo de emprego, não é empregado. Ele tem uma lei própria, que lhe assegura alguns direitos, mas que não a carteira profissional anotada e que os direitos são esses. Se esta estiver duração de pelo menos um ano, a um recesso vão para a gente. Excesso não são férias, o recesso é de trinta dias. Então os alunos respondem que o estagiário tem férias. Férias é um direito previsto na CLT para ou empregado. Quando o empregador paga férias por empregado, esse empregado recebe o seu salário, mais um abono pecuniário de um terço. Quando o estagiário retira o recesso, ele recebe uma bols