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Fundamentos de Direito do Trabalho e Previdenciário - Aula 9video play button

Transcrição


Olá, meu nome é Carla Veloso. Estamos começando hoje mais uma hora de fundamentos do direito do trabalho e previdenciário. E é um prazer estar com vocês. Nós já tivemos a oportunidade de aprender nessa matéria. O que é um direito do trabalho é um ramo do direito que visa a proteção do trabalhador subordinado, ou seja, do empregado que tem um contrato de trabalho com o seu empregador. Nesse nosso estudo nós já vimos o que a origem do direito do trabalho no Brasil e no mundo vemos quem são sujeitos da relação de emprego, da relação de trabalho, os princípios que envolvem esse tipo de trabalhador, qual é a justiça que vai dirimir os conflitos, afirmou. Existe entre trabalhadores e empregadores ou tomadores de serviços, assim como os direitos trabalhistas que são devidos ao empregado, tanto no contrato de trabalho. Quando tanto quanto sim, será o contrato de trabalho. Ou seja, na demissão sem justa causa por justa causa, força maior quando o empregado pede a sua demissão, tanto no contrato, por prazo determinado, como no contrato por prazo indeterminado. E agora nós vamos começar, então, o estudo do direito previdenciário, ou seja, que ramos do direito a esse qual o objetivo do direito previdenciário para o trabalhador ou para o próprio cidadão? O que vamos lá? Força Direito previdenciário quando e como essa base de fones de relembrar o seguinte fontes Origem é de onde se inicia um ramo do direito. Então fomos direito previdenciário é entendido como o local onde surge o direito ou como os meios pelos quais se formam as regras jurídicas. A principal fonte do direito previdenciário é a norma jurídica estabelecida pela Constituição Federal e pelas leis. Para relembrar, nós temos o que porque, sem fonte materiais e fontes formais. Nós já estudamos aqui em aulas anteriores, que quando existem movimentos sociais, temos como exemplo passeatas, manifestações. Nós temos fontes materiais. Ou seja, quando a sociedade demonstra que não está satisfeita com alguma situação essas fontes materiais, elas podem criar ou não um direito. Quando existe a criação de um direito ou de uma lei, a exteriorização do direito se diz que há uma fonte formal. Se o direito previdenciário ele é um direito que tem a sua previsão na Constituição Federal, bem como a legislação, nós podemos dizer que ele é uma fonte formal. Ele é uma fonte formal autônoma, é uma fonte formal, heterônimo refere uma da outra. Ele é uma fonte formal heterônimos. Porque, porque quem cria o direito? É um terceiro que vai criar a lei que vai ter? Vai prever sobre direito previdenciário, o Poder Legislativo não é Eu sou o Poder Legislativo, quando a própria parte cria uma norma jurídica, a fonte formal é autônoma, Alguém pode passar sem casa? Poxa, mas essa ponte forma autônoma que a pessoa que cria um direito lá na ao direito coletivo? Quando nós vimos acordo e convenção coletiva, analisamos o que os sindicatos criam normas coletivas, tanto o sindicato patronal e o sindicato dos trabalhadores na convenção coletiva, como o Sindicato dos Trabalhadores e uma ou mais empresas no acordo coletivo, as próprias partes cria um direito fonte formal, autônoma. Quando o Estado, o Poder Legislativo, cria uma fonte, uma norma é um terceiro, que cria uma norma que vai ter aplicabilidade na sociedade. É uma fonte formal, reiterou. Por essa razão, o direito previdenciário é uma fonte formal. É Theron. Numa beleza vamos a seguir em frente. Então tá bom, chegou aqui para vocês, a Constituição Federal e a lei Criação, Porte Terceiro, que é o Poder Legislativo logo uma fonte formal é Theron numa fonte formal, porque porque é uma interiorização do direito que é contrário? Isso aqui é o contrário de fonte material. Fonte material são os movimentos sociais. A custos na federal de oitenta e oito determina em seu artigo vinte e dois, inciso vinte e três, que compete privativamente à União. Então, a competência é a união para legislar sobre seguridade social, saúde, a assistência social e previdência social. Regime geral. Então, a União é quem vai criar normas jurídicas. Fonte formal para não esquecer é Theron numa terceiro, o direito previdenciário é o ramo do direito que é regido por normas de direito público público, porque é? Porque, quando é privado, as próprias partes podem negociar no público, não de caráter cogente, ou seja, obrigatório ou, se não, não são passíveis de multa. As concessões entre as partes está previsto, tem que cumprir, ou quem então aqueles que botar o que eu só toco por aqui? Direito público de caráter com a gente? Não há, não são passíveis de multas concessões, ou seja, cumprimento ou gre, gato, tório existe, sempre há uma ligação muito forte entre onde o ramo do direito com os demais. Isso é um caráter interdisciplinar, que há no Direito, Quando eu penso, por exemplo, o direito do trabalho, eu sei que ele vai ter uma interferência muito grande em todos os outros ramos, Porque é que o trabalhador paga imposto, O trabalhador contribui para previdência social? O trabalho não é um sujeito de direitos, a gente vai ter que trabalhar em uma empresa. Então, tem uma ligação com que um direito previdenciário, direito empresarial, com o tributário, seja como é, que é um crime com um penal. Assim se dá também no direito previdenciário, e qual o primeiro ramo que ele tem uma ligação muito forte, direito constitucional. Porque porque as normas da Previdência Social tem a sua previsão principal na a Constituição Federal, que a nossa lei máxima, a lei máxima do nosso país. Logo, se existe, na própria Carta da Republica, que a Constituição Federal, normas de direito previdenciário, que é o que direitos, quem é que vai legislar sobre a previdência social, dentre outras situações. Há uma interligação muito forte entre o direito previdenciário, direito constitucional, o próximo ano, o direito tributário, porque a lei de custeio para que ele possa ter o benefício previdenciário, eu vou pagar por isso a Previdência Social, ela é uma fonte de arrecadação, ela recebe contribuições tanto dos empregadores como dos tomadores de serviços, como dos empregados, para que ela seja custeada e possa, então, conceder benefícios. Não é um a um órgão que só concede para que haja a concessão. Existe a o custeio é uma rua de duas mãos, um paga, o outro recebe assim que funciona. Então, além do custeio, tem uma ligação com o direito tributário. Quem vamos no próximo então? Direito empresarial? Por que? Porque as empresas, dependendo da sua razão social, se há uma ânsia, se é uma limitada, se a uma sociedade familiar, ela vai ter uma forma de custear a Previdência Social tanto por seus empregados, compara. Hoje, trabalhadores que não possuem virgula de emprego. O trabalhador também contribui ou quem? Por que? Porque ele recebe grana? Dinheiro? Quando eu trabalho e recebeu, contribui em direito do trabalho. Todo o trabalhador que tem uma renda é contribuinte obrigatório da Previdência Social. O empregado, então de até um desconto no seu próprio contracheque, ele nem recebe a grana para pagar a Previdência. A própria empresa retém o dinheiro. Quem repassa o valor da contribuição dele para a Previdência Social. Então, o empregado é contribuinte obrigatório da Previdência Social. Não vota aqui para vocês aqui, a um empregado, por exemplo, é contribuinte obrigatório da Previdência Social, o direito penal, porque vamos imaginar a seguinte questão a empresa reteve o meu dinheiro e não repassou para a Previdência. Apropriação indébita é um crime que ela cometeu uma fraude, que vai ser tipificado no ramo penal. Crime, beleza, vamo lá significa o artigo sexto que determina, dentre os direitos sociais, o direito à saúde, previdência social a assistência aos desamparados perceba o seguinte já que olha uma preocupação com a saúde emprego desde social, a assistência aos agentes e também o ramo assistencial, onde vai aprender, que tem benefícios que são concedidos e que não depender contribuição prévia, um deles, não mais importância ou low. Acho que é uma amparo ao idoso ou deficiente. Ele é um amparo assistencial ou seis sobre o quadro vai receber hoje, eu