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Transcrição


s impróprios ou para crimes Homicídios em próprios todo o artigo treze, parágrafo segundo o estudo do nexo causal, está falando estudo nexo causal tar. E aí está dizendo respeito aqui o artigo treze. Porque quando o Código Penal adota a teoria naturalista da omissão, não, não a nota, está a teoria do conde ou da equivalência dos antecedentes? Causar está ao equiparar A inação do agente garantidor a uma ação? Na verdade, equipara a inação. A não ação do cara do agente garantido a uma ação. Por isso, que os crimes são os chamados comissivo dos comissivo por comissão. Porque os crimes são os chamados comícios por omissão simples, porque são crimes onde ele deveria agir. E não agiu por uma omissão, responde pelo resultado. O erro da questão está na teoria que essa teoria, essa teoria não exista dentro do nosso universo do artigo treze, porque não está essa questão. Aí ela se classifica EX- é marcada. Ela está a rádio acima, beleza para próxima a existência de com causa superveniente relativamente independente. Aí eu estou falando do treze parágrafo primeiro, quando necessário, à produção do resultado naturalist e co. Não tem o condão de retirar a responsabilidade penal da conduta do agente, uma vez que não exclui a imputação da produção do resultado posterior. Questão errada, mas a gente só vai trabalhar ela fazer o seguinte eu vou lesa que estão aqui, vão jogar no quadro para que você entenda? Olha só olha o que diz A questão vem para cá, fiz até o desempenho. É prévio que para você vou leia que estão trabalhando comigo jogando no quatro. Diz assim a existência de com causa superveniente relativamente independente. Ou seja, aí eu estou tratando do artigo treze parágrafo primeiro É uma causa superveniente relativamente independente da causa, que veio depois o a dar um tiro no Uber. Eu tenho relação de causalidade. O atento manter o bebê queria cometer o artigo cento e vinte e um, que é o homicídio. Ele deu um tiro no bioma Rubiano morre, vai para hospital, Chegou no hospital uma causa posterior que aqui coloquei como sendo uma chuva muito forte, derrubou o hospital e matou. Então eu tenho que uma causa superveniente relativamente independente, que por si só gerou o resultado. A regra disso é que responde por tentativa de homicídio, porque uma causa veio depois que ele não tem nada a ver, derrubou o hospital, houve a chamada quebra do nexo causal mas vamos continuar a ler quando necessário, à produção do resultado naturalist. Não tem o condão de retirar a responsabilidade penal do agente. Efetivamente não tem o cara vai ter responsabilidade penal dele. Mas na medida do que ele fez uma tentativa de homicídio. Aí vem o erro da questão, uma vez que não exclui a imputação pela produção do resultado posterior, ou seja, exclui se o que excluiu desse cara. Excluiu dele o evento. Morte não excluiu a imputação penal por um evento tentativa de morte, então a não pode responder pela morte. Consumada então o erro da questão daqui porque volta aí, uma vez que não exclui a imputação pela produção do resultado posterior que o resultado posterior foi morte. Então tá errado porque na verdade exclui sim, se tirasse assinam a questão está completamente correcto. Olha outra. O Código penal adota como regra a teoria da causalidade adequada. Já está errado. Está a questão da errado porque não é causalidade adequada, é condição sine qua non equivalência dos antecedentes causados quando a gente está falando do artigo treze, dada a afirmação nele constante de que o resultado de que depende a existência do crime somente é imputado aquele deu causa. A causa é a ação ou omissão sem a qual o resultado não teria ocorrido daqui para frente. O conceito daqui para frente do dada pela frente. O conceito efetivamente é o conceito do artigo treze do Código Penal enterrado a causalidade adequada que já caiu, mas três ou quatro vezes aqui A gente já falou que está muito errado. Não vai confundir com o princípio do Conde quando muda a equivalência dos antecedentes causar olha a próxima o estudo do nexo causal nos crimes de mera conduta relevante, uma vez que se observa o elo entre a conduta humana propulsora do crime. O resultado do petróleo está errado. O que está errado? Primeiro, que a relação de causalidade que causa efeito não foi feito para crimes, por exemplo, de mera conduta, e não foi feito para crimes homicídios próprios, foi feito os objetivos próprios. Então está o erro e já deixa essa anotação a mais. Ficou bem bacana essa da estava fácil João, com intenção de matar, efetuar vários disparos de armas de fogo contra Antônio. Então eu tenho aqui João, Queremos cometer um crime de homicídio contra Antônio. Ele cogitou preparo, entrou na esfera de execução ferido, então não matou. Até agora, João está numa tentativa de homicídio Antônio internado em um hospital no qual venha a falecer. Não olha que não em razão dos ferimentos, então houve quebra do nexo causal, mas queimada em um incêndio que destruiu a enfermaria em que se encontrava. Dessa forma, João será responsabilizado por homicídio. Tentado certinho, aqui houve quem quiser, já anota, Aí houve a quebra do nexo causal numa causa superveniente relativamente independente, que foi o incêndio. O Código penal só por um agente, por aquilo que ele queria fazer e conseguiu fazer efetivamente uma próxima. Considere que a LDO penalmente capaz, após ser fisicamente agredido por Jeremias, tenha comprado um revólver e, após municiá lo, tenha ido ao local de trabalho do seu desafeto, sem, no entanto, encontrando ou seja, na prática, o que o fez Quando a gente tem aquela linha do Inter Crime o cara cogita, prepara, executa e consumo, se tem que meter uma linha aqui, porque é que existe o artigo trinta e um do Código Penal de seguinte às fases iniciais? Que a cogitação em preparação não pode ser constituído como crime, salvo se for constituído como crime autônomo. Tá então vamos ver de novo. Considera que a LDO, penalmente capaz após ter sido fisicamente agredido por Jeremias, tenha comprado um revólver apoio inicial tem ainda ao local de trabalho do seu desafeto, sem no entanto encontrar, então não conseguiu entrar na esfera de execução do crime de homicídio. Considera ainda que, sem desistir do seu intento, Aldo pensa posicionado no caminho habituado, utilizando depois de etnias que sem nada saber, tomou direção diversas. Flagrado pela polícia no momento em que esperava por Jeremias, Aldo entregou a arma que portava narrou que pretendia atirar em seu desafeto. Nessa situação, a LDO responderá por tentativa imperfeita de homicídio, com a pena reduzida de um a dois terços. A questão para absurdamente errada, porque essa questão da lembra só cogitação preparação, execução, consumação. A ideia inicial do cara era matar, mas ele não conseguiu entrar na esfera da execução do crime de homicídio. Então não tem crime de homicídio, porque o artigo trinta e um diz que a cogitação e a preparação, salvo se não entrar na fila de execução, não tem crime. Agora, por si só. Quando ele foi preso, ele estava com a arma de fogo. Então, essa questão tivesse dizendo que ele poderia vir a responder por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido de uso restrito, que aí está no artigo catorze ou dezesseis da dez mil oitocentos e vinte e seis de dois mil e três. Aí você falaria, estava com ela, seria um crime autônomo de porte ilegal de arma. Levou mais de homicídio? Não tem porque a próxima diz assim em relação à tentativa, ou agora já tomou catorze crime consumado. O crime tentado adota se no Código Penal. A teoria subjetiva, salvo na hipótese de crime de evasão mediante violência contra a pessoa, está errado para erradicarmos. A gente tem ali o artigo catorze, que é o crime tentado. O crime consumado está, a gente tem aqui a partir de catorze, um artigo catorze, dois. Eu tenho aqui o crime consumado, eu tenho o crime tentar e a gente tem a natureza do crime tentado, que é uma antecipação temporal e espacial da figura típica e que ela diz que você tem redução de um terço a dois terços. Se o crime for efetivamente efetuado, você está no crime tentado, tem pe