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Transcrição


o valor a ser que a gente vai trazer. Agora nós vamos fazer as resoluções de exercícios de direito Penal. É só você captar que a resolução de exercícios segundo Escadinha, que você precisa de uma forma genérica para você conseguir chegar a sua aprovação. Porque isso porque você tem que fazer a turma regular exercício e fazer o seu simulado, que é uma das coisas mais elementares que existe dentro da estrutura de estudar para concurso público, mas beleza separou para vocês Desde os princípios do Direito penal, a gente vai começar a fazer de forma eficiente, de forma muito cautelosa o que precisa. Eu vou pegar e vão fazer uma minha explicação para você mais, lembrando para você parte para os exercícios. Você tem que estar muito bem amparado na hora de fazer pelo conteúdo. Isso é importante, Tem que estudar o conteúdo, tem que fazer os exercícios. Tem que fazer o simulado Evandro Ferreira os exercícios. Como é que eu faço? Estudo remissivo, estudo remissivo, fez os exercícios naquele ponto onde tem um exercício. O que você ou você volta no tópico de matéria e dá uma descascada no tópico de matéria e depois volta a fazer exercício. Você fazendo isso depois de um tempo, tem que ter uma bagagem razoável para conseguir que a sua aprovação vai fazer o seguinte Vão acompanhar a primeira questão Encontrou-se para você voltar a questão em na tela para você acompanhar, eu vou fazer as marcações e volta a explicar a primeira questão. Ela diz assim um dos princípios basilares do direito penal diz respeito à não transcedência da pena esse princípio da não transcedência da pena. Ele está no artigo quinto da Constituição Federal está, ele está no artigo quinto da Constituição Federal e ele está no artigo quinto. Ele diz o seguinte é o princípio da intranscendência da pena, ou seja, não transcedência a mesma coisa que o princípio da intranscendência da pena, que significa que a pena deve estar expressamente prevista no tipo penal, expressamente prevista no tipo penal, não havendo a possibilidade de aplicar pena combinada outro crime, porque essa questão aqui está errada. Questão terra está errada por um motivo simples o princípio da intranscendência da pena não diz isso. O princípio da intranscendência da pena diz no artigo quinto, apenas não passará da pessoa do condenado. Poder A reparação do dano será estendida aos seus sucessores até o limite do valor da herança transferida. O conceito que trouxe é o conceito do princípio da legalidade do artigo primeiro do Código Penal, que não há crime sem lei anterior que o defina não apenas em prévia cominação legal e cada conduta criminosa expressamente tipificada pelo princípio da reserva legal deve ter a ela associada uma conduta, uma pena, E você não pode trocar as penas associadas sem uma prévia legislação de uma norma penal estrita, que então esse princípio da intranscendência E o que está errado na questão é o conceito, Porque o conceito comum diz isso o conceito que italiano na segunda parte do princípio da legalidade e da não transcendência, Quem intranscendência da pena foi o conceito que o livro você do artigo quinto do Código Penal, que vão fazer o seguinte a partir da próxima questão, clique aqui. Diz a próxima questão O princípio da reserva legal, o partido Estou trabalhando aqui. Estou trabalhando um artigo primeiro do Código Penal, aplica se de forma absoluta as normas penais incriminadoras normas penais incriminadoras, excluindo se de sua incidência as normas penais não incriminadoras pontos aqui, a gente tem um dado muito legal. Olha só está trazendo a regra do princípio da reserva legal. Está colocando reserva legal aplicadas incriminadoras está simplesmente dizendo que as normas penais não incriminadoras não ficam sobre o princípio da reserva legal de forma estrita. Ou seja, vamos lá. Essa questão está completamente correto. Está lá para ser, tinha aquela decisão bem baseada em fundamentação do STF Diz que se deve de seguinte que o artigo primeiro do Código Penal diz que não há crime sem lei anterior que o defina, não apenas sem prévia cominação legal. Tem três princípios o princípio da legalidade, o princípio da anterioridade. O princípio da reserva legal. Nesse caso, a gente está estudando aqui o princípio da reserva legal, diz o princípio da reserva legal. Somente lei, em sentido estrito, pode prever crime. Combinar a pena a gente já sabe que existe dois tipos de normas penais. Na verdade os dois tipos de normas penais. Existe as normas penais e crie me nadadoras. Essas normas penais incriminadoras são normas penais que geram crimes efetivamente roubo, furto, homicídio, foi, disse. Investigação civil suicídio as formas da periclitação da vida, da saúde, estelionato, todos aqueles queremos que você já conhece. Existe as normas penais, não mina duras, por exemplo, são as normas penais permissivas. Por exemplo, está a necessidade de legítima defesa distrito complementar, ilegal, exercício regular do direito, o artigo Trezentos e vinte e sete do Código Penal, como a norma penal explicativa. Vamos trata de crime ela não incriminadoras E você tem o maior ícone das normas penais. Não incriminadoras, que caiu muito em concurso, tem o chamado abole Tio Crimmins, o aboliu crimes ou abolição do crime previsto no artigo segundo do Código Penal. Ele é uma norma penal, não incriminadoras. Aí veio fazer uma perna. Tinha que veio o STF de seguinte as normas penais não incriminadoras, como por exemplo a política. Crimes podem ser inserido inclusive por meio de decreto, ou seja, criou a possibilidade de uma norma penal não incriminadoras, não necessitar do princípio da reserva legal. Ou seja, as incriminadoras são obrigatórias aqui é obrigatório e aqui não é obrigatória. Então, a questão para ser tinha a questão até de alto nível de alto grau. Sabe que é uma questão que traga trás. Aí. Uma quebra do paradigma traz uma exceção boa ao artigo primeiro e segundo do Código Penal Brasileiro, que é do nosso Código Penal pátrio. vão passar para a próxima questão. Olha que a próxima questão diz aqui De acordo com a jurisprudência do STJ, a conduta do empresário que emite duplicada mercantil sem que essa esteja correspondente à venda de mercadoria ou serviço prestado, constitui fato atípico, pois a utilização da interpretação analógica, pois em da interpretação na lógica e Malan, partem é verdade em direito penal. Olha só essa daqui foi maldosa. Vou marcar interpretação analógica com a gente. Tem que fazer uma diferença entre interpretação analógica e analogia. Aí tem que tomar muito cuidado isso que eu marquei para você aqui, você está vendo essa marcação. Ela não é a analogia. Isso aqui é completamente diferente de A LOA agia em Direito Penal, toma muito cuidado para só interpretação analógica. É uma coisa, a analogia é outra. Totalmente diferente. A analogia direito penal. A gente trabalha no artigo primeiro ali vale em Malan, parte em bom. Não partem que a gente tem ela no Direito penal, analogia para beneficiar e para prejudicar mais. O direito penal brasileiro só aceita. Difere fato uma para beneficiar o agente. Então, analogia direito penal beneficia agora a interpretação na lógica. Ela diferente, por exemplo, já viu que o cara dá um tiro no outro. Aí vai o Tribunal do júri. Quando chega lá o promotor enfiá la um homicídio qualificado por motivo fútil. Motivo torpe por muitas coisas. O defensor chega, interpreta de forma diferente a conduta que aconteceu e diz que o homicídio simples, então, a interpretação analógica ela pode vir para prejudicar ela pode limpar, beneficiar. Só que a analogia direito não só é aceito para beneficiar. Então vão dar olhada na questão, você vê que o crime, ensino, interesse que interessa. A segunda parte volta para a questão. Olha só de acordo com a jurisprudência do STJ, A conduta do empresário que emite duplicada mercantil sem que essa esteja correspondente à venda de mercadoria ou serviço prestado, constitui fato atípico. Até aqui, pouco importa. Essa parte da questão aqui não interessava para você agora vem, pois a utilização de interpretação analógica em Malan partem para prejudicar.