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Transcrição


interpretadas, sem apreensão, por analogia, salvo para beneficiar o réu. Está errado. Porque essa questão da falando de interpretação, e não de analogia, essa pegadinha simples questão aqui, manda bem muito, avalia. É possível que uma lei penal mais benigna, o que é negra, é mais benéfica. Alcance condutas anteriores à sua vigência impossível, seja para possibilitar a ampliação de pena menos severa, seja para contemplar a situação em que a conduta tipificada passa a não mais ser crime. Então onde está a rádio espanhola só é possível com uma lei penal mais benigna, alcance condutas anteriores à sua vigência. Essa questão ela vem nebulosa cargo. Meus amigos vieram me perguntar levando essa questão, ela está certa, ele não. Esta Casa sabe que essa questão errada ela está falando de retroatividade, de lei mais beneficia mais. Antes mesmo da lei entrar em vigor, ela disse porque ela, na verdade eles fizeram uma questão vinha maldita, de ruína, tentando confrontar o artigo primeiro do código Penal. Diz o princípio da anterioridade de lei que não há crime sem lei anterior que o defina, e não apenas em prévia cominação legal e confrontou ela com o artigo segundo do Código Penal, no princípio da retroatividade de lei mais benéfica. Mas na prática se imagina senhor, mas que estão em forma união, você imagina o seguinte Eu tenho aqui No dia dez de junho de dois mil e dezessete entrou em vigor a lei a está. Como é que uma lei pode pegar e se reportar a condutas que foram praticadas antes da entrada em vigor desta lei não pode, por exemplo, aqui antes da lei jogar papel no chão não era crime. Beleza Quem jogou para promoção até aqui cometeu um indiferente penal. Quem jogou o papel no chão aqui cometeu efetivamente um crime. Então, qualquer lei que vem aqui na frente, ela vai se aplicar essa daqui, se for para beneficiar nesse período, não antes da entrada em vigor da lei, porque não tem necessidade disso aqui. A questão da nebulosa estava complicado, tinha, mas está estudando um pouquinho, ia conseguir interpretar a Galvão uma próxima, o princípio da anterioridade. Ou ainda estou falando do artigo primeiro do Código Penal. Está. Vou fazer a transição agora. Partido, segundo o princípio da anterioridade do Direito Penal, informa que ninguém será punido sem lei anterior que o defina a conduta como crime e que a pena também deve estar prevista previamente. Ou seja, até que está certo está. A lei nunca poderá retroagir nessa primeira parte. Onde eu fiz a marcação aqui eu vou chamar de primeira parte. Está certo, muito cara de questão da CESP PNB, primeira participante, segunda errada, segundo a certa, A primeira primeira errada. Segunda certa, eles fazem muito isso, só que quando a gente chega na segunda parte que diz além, nunca retroagirá à enterrado porque a lei pode retroagir e ciência for para beneficiar o agente. Então eu tive a primeira parte do artigo primeiro, a segunda parte o artigo segundo eu tive a lei penal. Não temos ser introduzidas em questão. Questão está errada, pois a questão é vão lá, considera a seguinte situação hipotética, muito cara de seu experimento também um crime de extorsão mediante sequestro. Qual crime Quem se aqui artigo Cento e cinquenta e nove do Código Penal perdura meses nesse período? Nova lei penal entrou em vigor. Prevê não causa de aumento de pena, que se enquadra perfeitamente no caso em apreço. Já entra a súmula setecentos e onze do sem problema nenhum diz Nessa situação, a lei penal mais grave não pode ser aplicada. O ordenamento jurídico não admite novato, lejos impede os que é isso. Aqui, Nova lei prejudicou o car até a rádio que celebra, levando, olha, só, aí está falando da súmula Setecentos e onze do STF, que diz a súmula setecentos e onze. Ele diz assim um crime permanente e continuado. Aplica se a lei do momento da cessação da conduta do agente, ainda que mais gravosa, não quer dizer que mais grave, mas ainda que mais gravosa, então caso a caso, o B os dois casos de extorsão mediante sequestro, porque no caso ao cara foi sequestrado no dia dez de um. Aí, depois ele foi preso no dia dez de duas e no caso do ex, também ele foi preso no dia dez de um no dia dez doze, ele foi preso. Como cometer o sequestro foram presos. Ou então, quando eu falo o momento da prisão ou da libertação do encarcerado, eu digo que é o momento que cessou a conduta do agente. É a mesma coisa que dizer que tem a última lei que está sendo aplicada no caso um. Imagina que quando cada sequestrou a pena de seis anos, quando ele foi preso, o Congresso passou a pena para dez. No caso dois a pena era de dez e depois a resolver, abrandar e colocar uma lei menos grave. No caso da súmula Setecentos e onze é uma exceção ao artigo segundo do Código Penal, que diz a retroatividade de lei mais benéfica uma exceção a essa regra, ou seja, a lei não retroagem porque o crime é permanente e ele se perdura no tempo. Na prática, o direito disse que ele se pró, trai não tempo a cada minuto. Então o que conta é a última lei. Por isso é que não se aplica mais grave nesses dois casos. Aqui a gente aplicaria seis anos ou dez anos, que é o momento que se a sua última olha o texto da súmula. Setecentos e onze no crime permanente e continuado aplica se a lei do momento da cessação da conduta do agente. Virgula Ainda que ela seja mais gravosa, não está dizendo que ela tem que ser mais grave. Beleza então fechou essa questão. Estava muito boas que estão também errada porque estava errada, volta aí nessa situação. A lei penal mais grave não se aplica, não pode ser aplicada errado. Pode sim, se ela for a última do momento da cessação da conduta do agente. Súmula Setecentos e onze uma próxima a gente usou o mesmo texto motivador para poder explicar logicamente, a questão da mesma prova na cara Cesp. Vamos lá. A lei penal menos grave deverá ser aplicada, já que o crime teve início durante a sua vigência e a legislação em relação ao tempo do crime aplica a teoria da atividade. Fez aqui um rolo de cachorro danado, vamos lá, no caso, em apreço, é a tal da extorsão, mediante sequestro e extorsão mediante sequestro, a súmula, setecentos e onze, o crime, se por outra e no tempo. Então mesmo a sequência do que eu acabei de explicar, aí vem a lei penal menos grave deverá ser aplicada errado. No caso concreto, É a segunda que é mais grave que na verdade, a lei do momento da cessação da conduta do agente. E o que é que tem a ver o artigo quarto? Ele só colocou aqui para dar um plus que diz assim. Considera, se praticado o crime, no momento da ação, da omissão, ainda que outros seis momento do resultado que uma próxima usou ainda o mesmo texto motivador, porque repetindo um texto motivador para várias questões, muito comum em lei penal do em Em questões do Cespe, o alimentar, a lei penal mais grave deverá ser aplicada, pois a atividade delitiva prolongou se até a entrada em vigor da nova lei da nova legislação, antes da sensação de sua permanência. Na prática, está certinho o que ele fez aqui, simplesmente a súmula Setecentos e onze do sendo falada de forma diferente do que ele disse, a lei penal mais grave será aplicada pois a atividade delitiva, ou seja, o crime, prolongou se até a entrada em vigor da nova legislação, antes da sensação da permanência. Na prática, aplica se a lei mais grave antes do momento da sensação da conduta do agente. Então esta perspectiva encaixamos dentro da súmula. Setecentos e onze, Só que é estilo Sérgio Pmdb- mesmo mudou um pouquinho a forma de se falar qualquer. Vamos para a próxima questão. Aí, olha só a lei, benéfica à lei benéfica deve ser aplicada pelo juiz quando da prolação da sentença em decorrência do fenômeno da ultra atividade, mesmo já tendo sido revogado a lei que vigia no momento da consumação do crime Copa, vamos dar uma ligadinha que um pouquinho mais aprofundada. Vamos dar uma respirada agora, porque esse tipo de questão ele costuma em bola um pouquinho, mas ele é fácil. Olha só a lei benéfica ou a lei mais benéfica ou que deve ser aplicada pelo juiz quando da prolação da sentença em decorrência do fenômeno da ultra atividade. Mas já t