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Transcrição


endo sido revogada a lei que vigia no momento da consumação do crime. Olha que está dizendo aqui essa questão que vai estar certinha olha quem está dizendo, na prática quando eles começam em bola. Esse tipo de questão a gente tem que jogar no quadro porque a gente joga no quadro, que é o princípio da outra atividade. Imagina que eu tenho aqui a pérola da ação da sentença na hora que o juiz vai da sentença. Imagina que aqui a gente aplica o artigo quarto, que considera se, praticado o crime no momento da ação, da omissão e naquele momento do resultado. Imagina que no dia dez de um o A tenha dado um tiro na cabeça do B e apenas, seja de seis anos, só que o cara ficou preso e lá, no dia doze do mundo próximo, ano aquilo que locadores de um de dezesseis aqui, dois um de dezessete, que acontece com carro, ele ainda está preso, não teve a sentença e a pena passou. A pena agora foi majorada, ela passou de seis para doze anos. O Congresso dobrou, tendo que vai acontecer. Eu tenho uma lei revogada. E eu tenho uma lei que está vigente e o juiz agora vai ter que aplicar a sentença. No momento da votação ele vai ter que escolher uma pena ou essa doença. Essa lei está revogada. Como é que o juiz vai fazer nesse caso, concreto? Juiz não pode aplicar a pena mais grave porque é porque a gente está em vigor aqui o artigo segundo do Código Penal, que, nesse caso concreto, a gente para usar o princípio da ultra atividade de lei mais benéfica para obedecer a lei penal do tempo do crime. Então, o juiz vai reviver essa lei e vai jogar essa lei revogada lá na frente. Ou seja, a lei vai ter efeitos ultra ativos e vai se aplicar o caso concreto, mesmo que a lei esteja revogar. O juiz pode fazer isso baseado nos princípios do Direito Penal e no artigo, segundo expressamente dizendo o princípio da outra atividade de lei mais benéfica. Uma olhada aí de novo, conferindo, depois da explicação, olha só a lei mais benéfica deve ser aplicada pelo juiz quando da prolação da sentença, em decorrência do fenômeno da outra atividade certinho, mesmo que essa lei já tenha sido revogada. A lei que vigia no momento da consumação do crime certinho. Foi exatamente a explicação que eu fiz ali para você. Pode ser que se a gente não jogar isso aqui no quadro o cara se rola como a próxima. A revogação expressa de um tipo penal incriminadores conduz ao abolir o crimes até aqui tá certinho. Artigo segundo caput do Código Penal, ainda que são os elementos, passem a integrar outro tipo penal, incriminadores, criando criado criando pela norma incriminadoras, está errado? Por que isso está errado? Voltei a jogar um quadro. Isso que essa questão é bem tranquila. Ideias chamado com um tiro no idade típica, delitiva. O que é que é a chamada continuidade típica, delitiva face à continuidade típica delitiva É quando você tem um tipo penal incriminadores, que a gente coloca vem uma norma penal posterior, joga seus efeitos sobre ela, matando o artigo mais jogando todas as condutas para outro artigo que já existe, ou criando um novo instituto. Ou o mais comum que aconteceu aqui foi o atentado violento ao pudor que ele saiu do Código Penal. Então, não existe mais um nome jurídico, atentado violento ao pudor, mas todas as condutas que estavam descritas aqui. Elas desceram agora fazem parte do estupro, por exemplo. Antigamente, estupro era apenas na vagina. Só se você colocar seu pênis no ânus da outra pessoa, seria atentado violento ao pudor. Então, se só podia ser apenas na imaginação. Homem, poder isto para a mulher mulher, jamais poderia isto para aumentar a confusão, Nada, nada, nada. Pô, se o cara bota superior na vagina da mulher, era estupro. Se a mulher colocasse a vagina dela no pênis do cara, força seria outro crime. Seria constrangimento ilegal. Era uma bagunça danada mesmo. Penas entrasse no ânus da mulher ou do ano de outro cara. Seria atentado violento ao pudor. Agora, todas as condutas libidinosas graves desceram e continuaram sendo tratadas como crime. Em outro artigo, a única coisa que matou foi o nome jurídico e o número está lá no Código Penal. Então, na verdade, houve a chamada continuidade típica delitiva. Vou traduzir, continuou sendo o crime em outro artigo, então não gerou a político criminais em cima do artigo. Duzentos e catorze, o que gerou foi a continuidade delitiva. Explicação vizinha, curta, mais legal na cara você captavam de novo. Aí a revogação expressa de um tipo penal incriminadores conduz os boletos crimes até esta cercado, ainda aí aqui cagou ainda que seus elementos passa a integrar o outro tipo penal da norma penal. Revoga dor aterrado, que é continuidade típica seletivo. Uma próximo no Código Penal brasileiro. Adota se a relação ao tempo do crime, o princípio da ambiguidade. Essa questão é nega outra Juninho, porque eu tenho CPI é que eu tenho um código penal. De um lado eu tenho o artigo quarto do Código Penal que diz, Considera se praticado o crime no momento da ação, da omissão, ainda que outro seja um momento do resultado. E do outro lado, eu tenho o artigo sexto no artigo quarto. Eu tenho o princípio da ative. Esse aqui diz respeito à lei penal. No tempo ao big idade, ela diz respeito a lei penal no espaço. É quando a gente trabalha, por exemplo territorialidade, Lei, extraterritorialidade, lei, quinto, sexto e sétimo do código penal. Está estava bem fácil, mas a questão está em alta, revertendo só aqui. A teoria da ambiguidade deveria ser substituído pela teoria da atividade. Olha que a questão cabulosa de grande considera que durante a Copa do Mundo de Futebol, no ano de dois mil e catorze o Congresso Nacional publique lei temporária, com vigência apenas durante o evento desportivo, tipificando como conduta criminosa a venda de ingressos por preços superiores aos comercializados pela Confederação Brasileira de Futebol, no intuito de evitar a ação dos cambistas. Consideram ainda que José seja preso em flagrante vinte dias antes do fim do evento por infringir o mencionado tipo penal. Nessa situação hipotética, as autoridades competentes terão que pune José no prazo máximo de vinte dias, pois passado esse período, a lei temporária deixa de vigorar não podendo retroagir para prejudicar o acusado que foi criado. A gente está falando aqui do artigo Terceiro do Código Penal, lei temporária excepcional. Essas leis têm efeitos ultra ativos. Elas têm efeito extra ativos, que ela funciona fora do prazo de validade dela e ela são alto, revogado isso que é isso nesse prazo que terá o prazo da Copa do Mundo, que, na prática, ela parava, ela é alto, revogado, então ela parava em dezembro. Quem cometeu o fato aqui vai ter que ser punido lá na frente, mesmo que a lei já esteja revogada. Então ela tem efeitos. Olha ultra ativos ela se a auto revoga e ela extrativa porque funciona fora do prazo de validade. Então o cara não precisa ser punido até dezembro que mesmo que a lei seja revogada aqui na frente, ele é obrigado a responder pelo crime. Onde está isso? O artigo terceiro do Código Penal. Então, mesmo revogado, ele é obrigado a responder pelo crime. Muito boa essa questão grande, mas fácil matou aquilo que falou de lei temporária E aí deu explicação. Na verdade, a questão já está aqui. O resto é só texto motivador. Vamos agora para essa última aqui o intuito do abole o crime. O instituto do político crimes refere se a supressão de conduta criminosa nos seus aspectos formal e material. Então, vamos lá o Instituto da Bolívia. O crime faz cessar em virtude dele todos os efeitos da sentença penal condenatória. Todos os efeitos condenatórios todos os efeitos penais, permanecendo os civis que diz o Instituto Ability crimes que está no caput do artigo segundo do Código Penal. O caput do artigo, segundo ele, diz que refere se a supressão da conduta criminosa jóquei nos seus aspectos formais perfeito para de ser crime No Código Penal e material perfeito. Se tem ação penal, tranca se tem, está transitado em julgado liberto, cara na hora. Então, matá por completo. A questão está certinha toda sobre o que a gente fez esse bloqueio. Vinte questões. Eu fui explicando, teve algumas prolo