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e duzentos em espécie. Trezentos e academia, valor total, mil e quinhentos. Se não fosse assim, o empregador e a sempre buscar subterfúgios de pagar salário por benefícios para não ter que recolher encargos. Vamos ver o que prevê o quatro cinco oito capas que explica O que é isso? Vamos lá quatro, cinco, oito, olha só a tela além do pagamento em dinheiro, compreendidos no salário para todos os efeitos legais. A alimentação, agora, o quatro cinco sete para o primeiro revogou isso. Alimentação não é mais habitação. Vestuário já tinha sido revogado pelo quatro cinco sete para o segundo ou outras prestações in natura. No caso, por exemplo, a academia ou qualquer outra prestação em natura que a empresa, por força do contrato ou do costume, fornecer habitualmente empregado em caso algum, será permitido pagamento com bebidas alcoólicas ou drogas nocivas. Então, quando a empresa fornece um benefício ao empregado, esse benefício passa a ter natureza salarial e tem que constar no contracheque professor, tudo que o empregado recebe do empregador, meu povo, chamado salário natura, não necessariamente. É preciso que você possa identificar o caso concreto e verificar se naquele caso, o que está sendo fornecido, um luxo ou uma ferramenta de trabalho. Fornecer a academia por empregado é um luxo, mas não é tudo que a luxo, o meu empregador, pelo sol, me deu esse microfone. esse microfone para um professor de curso online, luxo, ferramenta de trabalho. No meu caso a ferramenta de trabalho. Então você sempre tem que olhar sob essa ótica. A doutrina, no meu livro ou em qualquer outro colega do alternador, traz uma, sete o acesso do Pará e do pelo ao olhar um caso concreto, para verificar se aquilo é salário natural, não. Você verifica aquilo que foi fornecido, é uma ferramenta para indispensável para o exercício das funções. Então não é salário. Aquilo que foi fornecido eliminou um iPhone um luxo dado pelo empregador, então é salário. Se for um luxo dado pelo empregador é salário. Se foi uma ferramenta indispensável para trabalhar, não é salário. É o que nós encontramos a regra básica do salário natura. Acontece que as empresas no passado forneciam muito justos, pagavam faculdade, pagavam um plano de saúde, pagavam as coisas. Depois eram processadas porque eram processados. Pensa comigo. Você ganhava mil e quinhentos reais. Eu sou obrigado a pagar a sua faculdade então, mas por uma consciência social, por um dever cívico para deixar você mais feliz, eu passo a pagar a sua faculdade, não sendo obrigado a pagar de quinhentos reais durante cinco anos. Não importa o que aconteça, faça chuva, Faça sol passando momentos de crise de abundância e o paguem sua faculdade. Quando você se formou e passou na prova da OAB, quem foi a primeira pessoa que você processou? Eu falando se o juiz Raphael um pilantra e pagou uma faculdade para tudo, ele pagou sua faculdade, você chamando de pilantra, porque veja como eu, o meu salário de mil e quinhentos reais ele passou a pagar minha faculdade. Quinhentos. Ele não era obrigado. O que ele fez foi de uma forma direta, aumentar o meu salário para dois mil. Mas ele não retificou isso na carteira de trabalho, chegava no Natal, ele pagava só sobre mil e quinhentos. Chegava na minhas férias e pagava sobre mil e quinhentos. Estava errado. Ele tinha que pagar todos os reflexos. Sobre dois mil, eu quero as diferenças, os quinhentos reais por mês. Não quero porque eu já recebi com a faculdade, mas eu quero, durante esses anos, todos a diferença e décima terceira diferença de férias. Diferença de tudo Ele ganhava, sabe que aconteceu. Houve um retrocesso social. As empresas que até então vinham concedendo benefícios, começaram a deixar de conceder porque não sou obrigado a conceder benefício. Eu vou conceder e ainda assim você processado depois é melhor, não dá nada. E aí o que é que o legislador fez para incentivar os empresários a voltar a fornecer benefícios? Criou, no ano de dois mil, parágrafo segundo, do quatro cinco oito e elencou ali um rol de benefícios inúmeros benefícios. Se o empregador pode livremente fornecer porque não tem natureza salarial, então eu preciso que você saiba que as exceções previstas no Pará O segundo, apesar de serem luxo, não tem natureza salarial. Porque assim determinou o legislador como forma de motivar de incentivar as empresas a voltarem a fornecer benefícios, vamos não olhada no parágrafo segundo do quatro cinco oito Olha sua tela, olha o que diz o parágrafo segundo do quatro cinco oito para os efeitos previstos neste artigo, então acompanha comigo. Não serão considerados como salário às seguintes utilidades conseguidos pelo empregador vestuários que eu já tinha tirado a do cap porque estava desde mil novecentos e quarenta e três. A empresa pode fornecer benefícios educação, transporte, assistência médica, seguro de vida, previdência privada e vale cultura. Está agregando a esses. Foi incluído agora com a reforma trabalhista no quatro cinco sete. Parágrafo primeiro O vale refeição, que só não pode ser concedido, espera de quase cinco sete para o segundo. Mais importantes, ainda que habituais, pagas a título de ajuda de custo. Auxílio alimentação, vedado o seu pagamento em dinheiro. Ou seja, o tíquete também não tem natureza salarial. Eu preciso que vocês conheçam bem as exceções do quatro cinco oito para o segundo, e mais agora, com a reforma trabalhista, o legislador criou quatro, cinco, oito, parágrafo quinto, e elas teceu mais o rol de exceções que não tinham natureza salarial. Pode o legislador aumentar os incisos do quatro cinco oito, mas ele preferiu fazer um novo parágrafo dado mesmo os ensinos de quase cinco oito para o segundo, agora, cresceram muito além do parágrafo Segundo, eu preciso que você estude o parágrafo quinto do quatro cinco oito. No parágrafo quinto, ele repetiu a questão do plano de saúde, mas criou, por exemplo, despesas com medicamentos, próteses e órteses, óculos que, agora pode ser fornecido pelo empregador que não tem natureza salarial, mesmo empregador anunciando obrigado a fornecer. Mas não olhada no quatro cinco oito, parágrafo quinto comigo, o valor relativo à assistência prestada por serviço médico odontológico o próprio ou não, inclusive o reembolso de despesas com medicamentos, óculos, aparelhos ortopédicos, próteses, órteses, despesas médico hospitalares e outras similares, mesmo quando concedido em diferentes modalidades de planos de coberturas. Não integram o salário do empregado. Para qualquer efeito, nem o salário de contribuição, então pessoal, eu aprendi a regra. A regra determina que aquilo que o empregador fornece como luxo passa a ter natureza salarial, salvo as exceções do quatro cinco oito, parágrafo segundo e as exceções do quatro cinco oito, parágrafo quinto, que, mesmo sendo um luxo, o legislador optou por não da natureza salarial eles, ou seja, você empregador, você quiser aumentar o salário do empregado, mas não quiser aumentar os encargos, forneça plano de saúde, forneça vestuário, forneça transporte com reembolso de despesas com medicamentos, Porque nada disso estrutura salarial, por expressa previsão legal. Outra coisa que a reforma trabalhista trouxe no que se refere a assinatura foi a questão das pessoas que trabalham home office. Cada dia que passa, aumenta o número de trabalhadores que podem prestar serviços de casa, principalmente aqueles que trabalham com a área de tecnologia, informação. Se o seu papel é passar o dia inteiro na frente de um computador. Penso um advogado que é contratado, não para fazer audiência, mas para fazer peças processuais. Ele pode fazer a casa dele. CCJ está aí para isso você envia. A peça elabora a contestação, qualquer dúvida. Vocês se falam pelo WhatsApp, abre uma janela no computador e dali mesmo ele protocolou na Justiça o seu recurso. Não há necessidade de você trazer ele para o centro da cidade. Todos os dias ele trabalha em casa. É o home Office, que o legislador chamou agora de teletrabalho o que ficou definido, porque se você fornece equipamentos para trabalhar em casa, isso não tem natureza salarial. Vamos dar