A maior rede de estudos do Brasil

metodologia_do_ensino_de_literatura_01video play button

Transcrição


Olá, o tema de nossa aula, metodologias do ensino e aprendizagem de literatura. Hoje foi realizaremos metodologias do ensino de literatura. Em primeiro lugar, vamos ter ser breves comentários a respeito da história do ensino de literatura no Brasil, desde o período colonial. A seguir, veremos alguns dos caminhos a serem seguidos para que os alunos se sintam motivados ao estudo de literatura. Discutiremos também aspectos a serem considerados em relação à adequação do estudo de literatura aos níveis de ensino. Por fim, repetiremos a respeito da avaliação do ensino de literatura. Para motivar o aluno, deve se ter em mente todas as oportunidades que a disciplina possui nesse sentido, a literatura dentre as disciplinas, uma das mais ricas em recursos, imagens e materiais audiovisuais, que podem aumentar o grau de motivação almejado. Pois é, nosso clipe nos mostrou imagens de alguns elementos muito relevantes quando discutimos o assunto. Metodologia do ensino de literatura Muitos são os caminhos possíveis que o professor pode escolher. O professor de literatura tem várias amplas formas de preparar as suas aulas, aulas instigantes, que despertem interesse de seus alunos para o assunto estudado. Quando nos referimos ao professor de literatura, estamos considerando o profissional com curso superior e letras, cuja importância é fundamental. Mas se eu dissesse a vocês que a implantação de um curso de nível universitário na área de Letras só ocorreu na década de trinta do século passado, mil e novecentos e trinta é difícil de acreditar? Não, mas o império da eloquência O professor Roberto A. Cesário de Sousa discute essa questão sobre ensino das letras no Brasil curiosa a posição histórica da área de Letras no sistema de ensino brasileiro, tendo ocupado durante o período colonial do século dezanove posição de grande destaque no ensino básico, praticamente constituindo sozinha esse nível de educação. Apenas na década de trinta deste século do século vinte passou a ser admitida como área de profissionalização de nível universitário, com a implantação das Faculdades de Filosofia, Ciências e Letras. Poderão haver cursos de habilitação na área de Letras, que foi que aconteceu então como ensino. O ensino de literatura esteve nas mãos de profissionais de outras áreas, mas isso só foi possível porque esses profissionais de outras áreas tiveram uma excelente formação humanística. Essa formação foi recebida no ensino médio ensino secundário, ou seja, essa formação permitia a esses profissionais que não eram de letras assumir o papel de professores das disciplinas de letras. Passamos agora a segunda parte na sala, a motivação para a leitura e para o conhecimento literário possa pensar com você sobre o papel do professor, na motivação de seus alunos, Esse papel muito importante. Ao preparar uma aula, muitos caminhos poderão ser escolhidos pelo professor de literatura. Alunos e professores estão juntos nessa jornada, não haverá sucesso. Se uma das partes não tiver empenho e dedicação, professor deve preparar boas aulas. O aluno estar interessado em alguns casos, o papel do professor será de despertar o interesse em outros, aquelas de contribuir para aumentar a motivação que o aluno já traz. Como o caminho para o sucesso será sempre uma via de mão dupla. Não podemos nos esquecer disso. O professor precisa estar consciente de sua responsabilidade, a preparar uma de suas aulas. Os cursos são formados de uma associação de aulas e cada uma delas tem um papel a cumprir essa associação. Imaginemos essa associação como uma corrente e que cada elemento precisa ter consistência para que todo não se comprometa. Cada aula é um elo da corrente. Esses elas precisam ser fortes para que todo, para que a corrente não se rompa para que ela tenha consistência. Temos que nos lembrar que cada aula Paulo, mas como fazer para que os alunos sintam prazer em ler obras literárias? Fechamos alguns dos caminhos que o professor pode trilhar para conscientizar os alunos de que a literatura nos oferece novas visões de mundos, que o conhecimento literário amplia nossas decisões. Nesse sentido, leituras literárias devem ser encaradas como descobertas descobertas a serem feitas nas malhas do texto. Esse texto pode ser inverso. Ele pode ser em prosa as descobertas que estão aí para que nós possamos fazer e ajudar, não só numa fazer muitos escritores de nossa literatura não ter. Lobato Gonçalves Dias, Cecília Meirelles Raquel de Queiroz Martins Pena, João Cabral de Melo Neto Escreveram obras belíssimas e riquíssimas que contribuem que nos ajudam a trabalhar a literatura de forma rica. Essas obras nos oferecem muito grande painel para que possamos, em sala de aula, explorar diferentes aspectos. Por isso, o estudo de textos literários pode e deve seguir caminhos variados. Dependendo da obra que selecionarmos para leitura, fomos escolher a maneira de apresentar aquela obra. Então a obra selecionada indica quais as possibilidades de escolha, isto é, quais as abordagens mais adequadas para aquela obra. Podemos pensar em duas possibilidades da obra literária para o contexto e do contexto para a obra literária, mas pensar num tema poesia jovem dos anos setenta, selecionamos textos de jovens poetas da década de setenta do século vinte para exemplificar a preparação de uma aula de literatura brasileira, segundo as abordagens sugeridas, ou seja, do texto para o contexto e do contexto para o texto Fechamos o primeiro poema Meu Coração de Mil e Novecentos e setenta e dois. Já não falou que está fagueiro. Sabe que há morcegos de pesar das Olimpíadas que a cabras malignas, que a cardumes de hienas infiltradas no vão da unha na porco belicoso de radar e que sangra e que sangra e a vida. Anoitece provisória centuriões sentinelas do Oiapoque ao Chuí por analogia, mitologia de Cacaso faz referência à opressão causada pela ditadura Nós temos a data de mil e novecentos e setenta e dois após o AI cinco. Nós temos sugestões claras de perseguições, são aqueles animais que são mencionados, morcegos de olheiras pesadas. Nós temos as cabras malignas, enfim, há várias referências. A questão da opressão, da perseguição sofrida por tantos brasileiros durante o período da ditadura. Fechamos mais um poema que também serve de exemplo da poesia jovem dos anos setenta. Esse poema tem como título Manifesto Lobrás. Fomos ao poema Nós poetas perguntando ser marginal é não correr atrás de padrinhos literárias de grandes editores. Ser marginal não se sentarem fúnebres academias para molhar o biscoitinho, ser marginal, não fingir de mundo surdo burro Quando pisam no seu pé, ser marginal é tentar viver, lutar e ganhar a vida com a poesia. Minha alegria ser marginal é não jogar esse jogo. Então temos a declarar. Somos marginais e mais magistrais E, como tais, declaramos criada a cobrar o manifesto. Poderás, do grupo Nuvem Cigana. Já focaliza um outro aspecto o aspecto da poesia, da produção de poesia, da publicação de poesia. E é o manifesto que chama a atenção para a poesia que não tem lugar nas grandes editoras, que não tem lugar nas grandes academias. Saiu porta Perguntar ser marginal é não ter espaço nas editoras. Enfim, o poeta vai trabalhar essa ideia, fazendo referências a academias, a grandes editoras e um não lugar para o poeta. Chove dos anos setenta, que produz uma poesia diferente, diferente daquela poesia consagrada. Então ele vai perguntar ser marginal. Não significa ser pior, não isso. Então ele conclui dizendo ser marginal também é ser magistral. Ou seja, a poesia marginal não tem nada de menos bonita ou de pior, enfim, se comparada à poesia consagrada, a poesia canônica. E aí o grupo define o grupo decide criada a criação melhor dizendo da Lobrás, ou seja, da poesia brasileira, daí manifesto Lobrás. Fechamos a seguir os passos sugeridos para abordagem que parte do texto para o contexto o professor em sala de aula deve começar pedindo aos alunos que façam a leitura silenciosa dos textos. Nenhuma informação sobre as obras ou sobre os poetas deve ser fornecida, não aceitava fornecer informações dessa etapa, foi de se estimular o