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Liberalismo, Socialismo e Neocolonialismo | Históriavideo play button

Transcrição


fala Colibri, Beleza, aula, vinte e cinco de história. Vamos falar de história geral. Nós vimos todo o contexto do que está acontecendo no Brasil e agora o que está acontecendo no mundo no século dezanove? Então, nós já avançamos um pouco da história do Brasil no século dezanove, mas temos que falar o que está acontecendo no mundo. O mundo pessoal Século dezanove vai ser marcado por uma série de alterações. A Inglaterra vai viver suas revoluções, Essas mudanças vão vão trazer uma nova forma de pensar a produção. A gente vai ter a Revolução Industrial. Então, todo esse conjunto que a gente tem ali no final do século dezoito e no início do século dezanove, como a Revolução Francesa, a Revolução Industrial na Inglaterra vai trazer o mundo por um contexto de mudanças no século dezanove. Então, ideologias do século dezanove e neocolonialismo No século dezanove, pessoal, a Europa vai passar por uma efervescência de ideias que vem desse conjunto de revoluções que aconteceram desde a revolução como de científica lá atrás. A revolução para a revolução industrial, a Revolução Francesa, Beleza. Então, o contexto de mudanças do século dezanove. Um contexto de revoluções. Inclusive assim que nossa sociologia nesse contexto de revoluções. E quais são essas ideologias? Professor, O que é o que a ideologia? Ideologia? Pessoa? Quando você defendeu um ponto de vista, principalmente uma ideia política dentro da sociedade? Nesse contexto de mudanças, revoluções, surgem várias ideologias. Essas ideologias vão se contrapor no século dezanove. Em alguns momentos, elas vão se aliar. A gente vai ver um pouquinho disso. Então o liberalismo a gente falou do liberalismo político, do liberalismo político, ali do unlocking iluminismo. Agora, esse liberalismo político ele veio numa fase econômica ou por isso que vou ter que se foram Zinho o socialismo utópico e científico. Vamos ver a diferença dos dois, o anarquismo, o nacionalismo e a doutrina social da Igreja. Então, são esses pontos que vão dar toda essa efervescência. Para o século dezanove, que já era um século, estava vindo de revoluções de conturbações. Beleza não fala, porque de cada um deles fala quem a quem interessa. Cada um desses aspectos vamos falar. Alguns acontecimentos também que foram aconteceram ao longo do século dezanove, por causa desses dessas ideias. Então, ao liberalismo econômico, ele era uma aspiração burguesa. A burguesia vai defender o livre comércio, a ideia de que o Estado não deve, não deve se meter interferir na economia, Então essa teoria ela é uma aspiração da burguesia o século dezanove, um século da burguesia. A Revolução industrial é uma revolução da burguesia, a burguesia falando assim não são lá naquela ideia de mercantilismo ficar acumulando não acumular, não vão fazer o que é pessoal. Vamos botar esse dinheiro para girar, Então isso não é o ideal da burguesia botar grama para girar e botar o capitalismo de fato em sua máxima. Então a gente fala aí. O capitalismo se consolida muito nesse período e a burguesia tem essas aspirações atendidas. E olha só outra revolução na França, em mil oitocentos e trinta, nós vamos ter uma revolução novamente contra a retomada das ideias absolutistas, monarcas, e essa burguesia está lutando para ter esse liberalismo buscando seu espaço. Então é aqui que a galera gosta do mesmo mal porque é safado. É aqui que ele se consolida aquilo porque está safadinha. Agora, porque porque ele está, ele é dono dos meios de produção. Toda a economia passa por pela pela burguesia, e ele que vai explorar o trabalhador também, porque é uma condição para obter a obtenção de lucro. Quanto mais explora, mais lucro. E aí o Marques, enfim, vai falar toda toda aquela treta quem já vai ver dois mil pessoal ele possa estão vendo que a mão invisível estão vendo a mão a mão não quer invisível dois mil e teoria da mão invisível que isso, professor, Ele defende que ele era inglês em defende a ideia de que havia uma mão invisível que controlava economia. Então o Estado não deve intervir na economia, porque a oferta e a procura, a lei da oferta e da demanda vai controlar os preços, vai fazer com que os preços estabeleçam na economia capitalista. Então, agora é o pai é um dos primeiros liberais econômicos, junto com o François, que é francês e fez a famosa lei do Leste deixar fazer deixe fazer deixa estar e o mundo vai sozinho, anda sozinho. A ideia é que ele estava passando aqui. Era essa também o Estado não intervir na economia. Então veja que são aspirações burguesas do liberalismo econômico. Veneza se a gente tem os liberais, se a gente tem os meios de produção nas mãos dos burgueses, nós temos a classe trabalhadora em contraponto ao atleta e a rixa das duas formas de pensar o mundo. Enfim, então surge aí no século dezanove o socialismo e nós temos duas vertentes do socialismo utópico científico. A utopia pessoal é aquilo que você idealiza uma questão tem um projeto para que acontecesse, não consegue concretizar. Então santo saem o Robert Owen Charles Fourier. Eles tinham projetos socialistas, projetos, ideias muito bonitas na teoria, mas que na prática não dava para consolidar Carlos foi falando critérios. Ele apresentou esse projeto para burgueses e forró. Vamos criar grandes comunidades onde os trabalhadores os patrões dividem os lucros. Olha, só nem estava idealizando uma coisa. É claro que os patrões não querem isso, então são sócios, são socialistas que ficaram no campo o tópico Veneza, Então eles não tinha uma ideia para consolidar o socialismo e surge ao Marques e Frederic incêndios que é uma dupla marques. Incêndios com o socialismo científico professor, porque científico socialismo deles, porque eles vão dar um caminho para o socialismo. Qual esse caminho? A luta de classes? Então eles vão propor a luta de classes, a revolução do proletariado para derrubar a burguesia do poder tomar os meios de produção. Então o Manifesto Comunista vai ser um livro e que é um dos que inaugura o socialismo científico. Então, aqui havia um projeto para para chegar no socialismo. Aqui não há relação realmente uma idealização, beleza a professora nunca ser diferente do socialismo e comunismo socialismo. Ele é um pré comunismo socialismo. Ele seria e uma ditadura do proletariado. Então os trabalhadores dão a liderança para alguém, tomam o poder e depois esse líder, ele tem que cedendo esse poder para o comunismo se consolidar então, no mundo. Na prática, nunca se de um país comunista, que a gente nunca sabe dessa teoria e da ditadura do proletariado, a gente vai ver lá no socialismo que todos os países, tanto Cuba quanto à União Soviética, elas eram ditaduras do proletariado. Não havia um líder ditatorial e a classe trabalhadora que fez ele chegar ao poder, mas nunca se consolidou o comunismo, que seria essa fase final, que não rolou beleza. Então era uma proposta aí do Marques, que acabou ficando na teoria mil oitocentos e quarenta e oito. Primavera dos povos também outra efervescência na França, na Europa, os povos se levantando, lutando contra a exploração, lutando contra alguns aspectos do absolutismo ainda. E aqui nós temos um pouco já do liberalismo e do socialismo, lutando junto. Está às ideias republicanas também. Serviços oferecendo nesse período a infra Vicencia mil e oitocentos setenta e um. A comuna de Paris, Paris viveu um breve governo socialista junto com os anarquistas que no início eles estavam juntos, os anarquistas, os socialistas nesses projetos. Depois o anarquismo vai fazer uma ruptura com o socialismo e a gente vai falar de sujar o anarquismo propõe a destruição do Estado para uma nova ordem. E aí qualquer ideia? Porque não deu certo combinar entre os socialistas e os anarquistas o mesmo projeto porque o Marques Bakunin acabaram rompendo as ideias porque o anarquismo ele não quer um outro estado e aqui no socialismo ele faz uma coisa gradual. Então antes da gente acabar com a estrutura do Estado, a gente tem uma ditadura do proletariado, ou seja, um estado onde o proletariado tem sua voz, enfim, mas os anarquistas não querem isso, então a ideia do anarquista é por mei