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Psicofisiologia das Emoçõesvideo play button

Transcrição


pessoal. Nesse encontro quero trazer as primeiras informações básicas para aumentar o nosso repertório de consciência emocional, de educação e consciência emocional e quero recorrer à fisiologia para recorrer à fisiologia para a gente, com relacionar isso com as emoções. Obviamente aqui o meu objetivo de fisiologia mais recorrer a ela para explicar um pouco os nossos episódios emocionais para recorrer fizer a fisiologia. A primeira imagem que eu quero construir com vocês é que nós temos três cérebros e os imaginários e é muito importante entender as funções de cada um desses três diferentes cérebros que existem em toda a região. Então, um primeiro cerveja está aqui na base, na base do cérebro do tronco cerebral, que nós chamamos de cérebro, repetiam sete reptiliano. Ele se responsabiliza pelas nossas funções ao homem, mas as nossas funções vegetativas, aquelas sobre as quais a gente não pode exercer a força da vontade. Imagine você como de gestão, metabolismo, pressão, temperatura, circulação, respiração. Todos esses processos, eles são involuntários, eles são autônomos, eles obedecem a uma lógica de aceleração e freio, ou seja, o que acelera o nosso sistema nervoso simpático, o que freia o nosso sistema nervoso parassimpático. A gente está sempre buscando um equilíbrio crime no meu estádio, para que a gente possa equilibrar esses processos. E isso se dá esses processos involuntários. Como o próprio nome diz, eles são autônomos. A gente não pode mandar o nosso centro de gestão ainda mais a onda mais devagar. Esses servem mais ancestral o nosso cérebro mais primitivo, vizinho, de porta a esse esse cérebro reptiliano. Límbico cerebral ao sistema límbico, fundamental para a gente entender as nossas emoções. No sistema límbico, existem duas grandes estruturas existe o campo e a avenida, o hipocampo responsável pelas nossas memórias de curto prazo, as nossas memórias conscientes. Ele joga sinfônica, mente com a vida, que é a responsável pela estrutura, todo o nosso banco de dados emocional, todas as nossas experiências emocionais significativos. Elas são arquivadas Nesse grande banco de dados, existe uma ordem. Obviamente, essa ordem, se sofrer, se dá pelo nível de intensidade emocional, da experiência. Então, desde que vem desde criancinha, a gente tem todas as nossas experiências arquivadas. A minha ida, ao mesmo tempo, é o grande quartel general que trabalha incessantemente para avaliar se existem ameaças reais e simbólicas no nosso entorno. Ou seja, é uma uma estrutura mega hipersensível, que trabalha em excesso e erra em excesso. Mas ela não quer deixar passar nenhuma possibilidade de nos avisar de nos criar alarme sobre eventuais ameaças. E tem a terceira estrutura que a estrutura mais recente evolutivamente falando que o corte que se pré frontal é área cortical, superior, responsável pelo discernimento pela nossa lógica, pela área lógica e raciocínio lógico, é a sede da regulação fina das nossas emoções, do controle dos impulsos. Um resumo sede do nosso discernimento que a gente faz conta que a gente faz conta de custo benefício e esses três esses três cérebros, eles atuam, obviamente dinamicamente. Agora, esse opera esse de França não estão operando dinamicamente como essa funções, Mas existe uma característica muito importante para a gente identificar que nós experimentamos o mundo, seja através dos sentidos, seja através da mente. As informações, a lei, chegam primeiro na minha, com de lei, com atraso, temos, depois elas chegam e isso é muito importante. É muito importante para entender a inteligência emocional. Talvez uma forma de nós pensarmos inteligência emocional é a capacidade. A flexibilidade que nós temos de tirar o jogo que na maior parte do tempo ocorre aqui atrás no cérebro emocional no cérebro rápido intuitivo, e trazê lo aqui para a sede do discernimento. Conselho executivo Talvez essa seja uma imagem muito representativa para pensar nos inteligência emocional. Não imaginava que uma uma uma experiência, ou seja, para ver a força desse cérebro emocional, por exemplo, me contou que, quando era pequeno, eu o cenário de Venter, três anos, talvez aconteceu o episódio em que alguma coisa aconteceu. Me tranquei num quarto de uma casa de uma tia. Essa casa é uma casa de dois andares. A janela estava aberta, rolou um certo desespero, porque ninguém conseguia variar, porque a janela estava aberta e aquilo que é uma grande mobilização, secretaria, chamar o bombeiro, ou seja, aquela experiência naturalmente ela foi arquivada no meu banco de dados emocional, apesar de não ter uma nova consciência sobre ela, de tal maneira que na idade adulta, provavelmente situações fim nível. Que logicamente gerar, assim alguma uma proximidade com aquela experiência que eu podia ser desafiador. Eu lembro que durante muito tempo viajava muito as viagens, ela sempre desconfortáveis na questão do avião, característica fechada. Então, eu tive que tomar muita consciência das minhas emoções, fazer muito trabalho para levar o jogo daqui para cá para eliminar esse desconforto e tornar sobre absolutamente natural. Isso acontece com a gente, em tudo experiências de abandono, de censura, de instabilidade, de insegurança, exigência de cobrança. Todas essas experiências estão arquivadas e nós, na idade adulta, a gente reproduz isso.