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Esqueleto Axial 
Cabeça: 
Composta por 28 ossos: 8 da caixa craniana, 14 da face e 6 do ossículo auditivo. 
Caixa Craniana: ossos que protegem o encéfalo. Incluem parietais, temporais, frontal, occipital, esfenóide e etmóide. 
Face: dão proteção a órgãos dos sentidos (olhos, nariz e língua). Incluem maxilares, mandíbula, malares ou 
zigomáticos, palatinos, nasais, lacrimais, vómer e cornetos. Frontal e Etmoide da caixa craniada também incluem 
para a face 
Ossículos Auditivos: Inclui bigorna, martelo e estribo (bilateralmente). Osso hióide. 
 
Vista Superior 
 
Vê-se 4 ossos: 
 Frontal; 
 Parietal esq/dir; 
 Occipital 
 
Os 2 parietais ligam-se na linha média, pela sutura 
sagital. 
 
O osso frontal liga-se aos parietais pela sutura 
coronal. 
 
 
 
Vista Posterior 
Vê-se 5 ossos: 
 Prietal dir/esq; 
 Occipital 
 Temporal dir/esq (parcialmente); 
 
Os parietais unem-se com o occipital pela sutura lambdática. 
Os ossos temporais ligam-se ao occipital através da sutura occipitomastoideia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vista Lateral 
O osso parietal e temporal formam uma grande parte da superfície lateral da cabeça, e a sutura escamosa une estes 
ossos. O meato auditivo externo é um importante acidente anatómico do osso temporal, porque transmite as ondas 
sonoras ao tímpano. 
A superfície externa da grande asa do osso esfenóide está imediatamente adiante do osso temporal. O esfenóide é 
um osso que atravessa todo o crânio. Anteriormente ao esfenóide há osso malar. 
A arcada zigomática consiste na reunião de apófises dos ossos temporal e malar, forma uma ponte sobre o lado do 
crânio. 
A maxila é anterior e inferior ao malar, com o qual se articula. A mandíbula é inferior à maxila e articula-se 
posteriormente com o osso temporal. Esta consiste em duas porções principais: o corpo, que se estende de diante 
para trás, e o ramo montante, que se estende por cima, atrás do corpo, na direção temporal. Este ramo apresenta 
um côndilo mandibular, que articula com a cavidade glenoideia do osso temporal, e a apófise coronoideia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vista Frontal 
As principais estruturas que se vêm de frente são o osso frontal, malar, e a mandíbula. 
Nesta vista as aberturas mais evidentes da cabeça são as órbitas e a cavidade nasal. 
As órbitas são fossas de forma piramidal quadrangular com os vértices dirigidos para trás. Os ossos que formas as 
órbitas dão proteção aos olhos e fornecem os pontos de intercessão aos músculos que os movem. São 6 ossos: 
 Frontal (teto); 
 Esfenóide (teto e parede póstero-lateral externa); 
 Malar (parede Lateral externa); 
 Maxila (pavimento); 
 Lacrimal (parede medial interna); 
 Etmoide (parede medial interna); 
 Palatino (parede medial interna); 
O canal lacrimal passa da órbita para a cavidade nasal, através do canal lacrimo-nasal, e dá passagem às lágrimas, 
dos olhos para a fossa nasal respetiva. 
O nervo ótico, que transmite o sentido da visão, passa do olho para a cavidade craniana através do buraco ótico, 
situado no ápex posterior da órbita. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
As fossas nasais têm abertura em forma de pera que abre para diante e está dividida em metade direita e esquerda 
por um septo nasal. A pare óssea do septo consiste no vómer e na lâmina perpendicular etmoide. A parte anterior é 
formada por cartilagem hialina. São 9 ossos: 
 Frontal (teto); 
 Nasal (teto); 
 Esfenóide (teto); 
 Etmóide (teto, septo e parede lateral externa); 
 Corneto inferior (parede lateral externa) 
 Lacrimal (parede lateral externa); 
 Maxila (pavimento); 
 Palatino (pavimento e parede lateral); 
 Vómer (septo); 
A parede externa das fossas nasais apresenta três saliências ósseas, os 
cornetos nasais, que estão orientados para baixo. O corneto inferior é um 
osso separado, enquanto o médio e o superior são prolongamentos do 
etmóide. Contribuem para aumentar a área da superfície das fossas nasais, 
facilitando a humidificação, remoção de partículas e aquecimento do ar 
inalado. 
Grandes ossos associados à cavidade nasal contem grandes cavidades 
chamadas seios perinasais ou paranasais, que se abrem na cavidade nasal. 
Estes diminuem o peso do crânio e atuam como câmaras de ressonância 
durante a emissão de voz. São designados pelos ossos onde estão 
localizados: seios frontais, seios maxilares e seios esfenoidais. As cavidades 
do etmoide são designadas coletivamente como labirinto. 
 
Interior da Caixa Craniana 
A cavidade craniana é a cavidade da cabeça óssea ocupada pelo encéfalo. A calote é a porção superior abobadada do 
crânio, e retirando a calote vê-se o pavimento da cavidade craniana. Este pode dividir-se nas fossas anterior, média e 
posterior, as quais se formam à medida que o neurocrânio em desenvolvimento se adapta à forma do encéfalo. Na 
linha média da fossa anterior localiza-se uma prega proeminente, a apófise crista galli, que é o ponto de interseção 
de uma das meninges. De cada lado da apófise crista galli está uma goteira para o bulbo olfativo, que recebe os 
nervos olfativos do sentido do olfato. O pavimento de cada goteira olfativa é formado pela lâmina crivada do 
etmoide. Os nervos olfativos estendem-se da base do crânio para o teto da cavidade nasal através dos buracos 
olfativos. 
O corpo do esfenoide forma uma saliência central no pavimento da cavidade craniana. Esta saliência está modificada 
numa estrutura semelhante a uma sela, a sela turca, que é ocupada pela hipófise. De cada lado e ligeiramente à 
frente da sela turca fica o canal ótico. A pequena asa do esfenóide forma uma prega de cada lado do canal ótico, 
separando a fossa craniana anterior da fossa craniana intermédia. 
O rochedo do osso temporal estende-se póstero-lateralmente de cada lado da sela turca. O rochedo é oco e espesso 
e contém o ouvido médio e o ouvido interno e separa a fossa craniana intermédia da fossa craniana posterior. 
A fenda esfenoidal, o buraco grande redondo, o buraco oval, o buraco pequeno redondo e a abertura interior do 
canal carotídeo são referências importantes do pavimento da fossa intermédia. O buraco lácero anterior, no 
pavimento do canal carotídeo, é um artefacto do crânio seco e em vida é preenchido por cartilagem. 
O buraco occipital, através do qual o encéfalo e a medula espinal se continuam um com o outro, localiza-se na fossa 
posterior. O canal do grande hipoglosso localiza-se antero-lateralmente em relação ao buraco occipital. Os buracos 
jugulares localizam-se de cada lado do buraco occipital, no bordo posterior do rochedo. O meato auditivo interno 
situa-se na face posterior do rochedo a meio caminho entre os bordos posterior e superior do rochedo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vista Inferior do Crânio 
Vista de baixo com a mandíbula removida. O buraco occipital atravessa o osso occipital logo atrás do centro da base 
do crânio. Os côndilos occipitais apresentam as superfícies lisas que constituem os pontos de articulação entre o 
crânio e a coluna vertebral e localizam-se junto aos bordos laterais e anteriores do buraco occipital. 
O sangue chega ao encéfalo através das artérias carótidas internas, que passam através dos canais carotidianos, e 
das artérias vertebrais que passam através do buraco occipital. Imediatamente após a sua entrada no canal 
carotidiano, a artéria carótida interna continua a percorrer este canal, que atravessa antero-medialmente o osso 
temporal. Uma lâmina delgada de osso separa o canal carotidiano do ouvido médio. As veias jugulares internas, 
saem através dos buracos láceros posteriores (forâmen jugular), localizados lateralmente em relação aos côndilos 
occipitais. 
Duas apófises estiloideias longas e pontiagudas projetam-se inferiormente a partir do rochedo. A cavidade 
glenoideia, onde a mandíbula se articula com o resto do crânio, é anterior à apófise mastoideia, na base da arcada 
zigomática. 
A abertura posterior da cavidade nasal é limitada de cada lado por saliências verticais do esfenóide, pertencentes à 
apófise pterigoideia,a qual se divide em duas lâminas verticais, interna e externa. O vómer forma a maior parte da 
porção posterior do septo nasal e pode observar-se entre as lâminas internas das apófises pterigoideias na linha 
mediana da cavidade nasal. 
O palato duro , ou palato ósseo, forma o pavimento das fossas nasais e é constituído por quatro ossos unidos por 
suturas; as apófises palatinas dos dois ossos maxilares formam os dois terços anteriores do palato, e as lâminas 
horizontais dos dois ossos palatinos formam o seu terço posterior. 
PARIETAL 
 Bossa parietal; 
 Linhas curvas temporais sup/inf; 
 
 
 
 
TEMPORAL 
 Meato auditivo; 
 Cavidade glenoideia (articulação com a 
mandíbula); 
 Apófise mastoideia; 
 Rochedo; 
 Apófise estiloideia; 
 Apófise malar do osso temporal (juntamente com a apófise temporal do osso 
malar forma a arcada zigomática); 
 
FRONTAL 
 Glabela (saliência entre as 2 arcadas); 
 Espinha nasal; 
 Fossa orbitária (teto da órbita); 
 Buraco peq. redondo; 
 Arcada supra-orbitária; 
 Apófise zigomática/orbital externa (une-se ao osso 
malar); 
 
ESFENÓIDE 
 Corpo; 
 Buraco oval; 
 Buraco grande redondo; 
 Buraco pequeno redondo; 
 Grande asa (pavimento da fossa craniana 
média); 
 Lâmina externa da apófise pterigoideia; 
 Pequena asa; 
 Lâmina interna da apófise pterigoideia 
(paredes póstero-laterais da cavidade nasal); 
 Buraco ótico; 
 Canal vidiano/pterigoideu; 
 Gancho pterigoideu; 
 Sela turca (contém a hipófise); 
 Fenda esfenoidal; 
 
OCCIPITAL 
 Côndilo (articulação com a 1ª vértebra); 
 Protuberância occipital exterior (onde se liga o 
ligamento cervical comum); 
 Buraco occipital; 
 Linha curva occipital inferior; 
 Linha curva occipital superior; 
 
MALAR 
 Apófise frontal (conexão c/ osso frontal); 
 Bordo infra-orbitário; 
 Apófise temporal do osso malar (forma a 
arcada zigomática juntamente c/ apófise 
malar do osso temporal); 
 Apófise maxilar (conexão c/ maxila); 
 Buraco zigomático facial; 
 
ESFENÓIDE 
 Lâmina crivada; 
 Apófise crista galli; 
 Buracos etmoidais; 
 Corneto médio; 
 Face externa das massas laterais (forma a parede 
interna da órbita); 
 Lâmina perpendicular (forma parte do septo nasal); 
 Corneto superior; 
 
 
 
 
 
 
MAXILA 
 Cavidades 
alveolares 
(contêm os 
dentes); 
 Espinha nasal 
anterior; 
 Apófise frontal: 
 Canal incisivo; 
 Buraco infra-
orbitário; 
 Superfície orbitária (pavimento da órbita); 
 Apófise palatina (2/3 anteriores do palato duro); 
 Tuberosidade (saliência atrás da raiz do último molar superior); 
 Apófise zigomática (conexão com o osso malar); 
 
PALATINO 
 Lâmina horizontal (terço posterior do palato 
duro); 
 Lâmina vertical (parte da parede externa da 
respetiva fossa nasal); 
 
 
 
 
 
LACRIMAL 
Este osso forma uma pequena porção da parede da órbita; 
Forma parte do canal lacrimo-nasal; 
 
 
NASAL 
Este osso forma o dorso do nariz; 
 
 
 
MANDÍBULA 
 
 Cavidade alveolar (contém os dentes); 
 Ângulo; 
 Corpo; 
 Apófise condiliana (contém o côndilo mandibular); 
 Apófise coronoideia; 
 Côndilo mandibular; 
 Chanfradura sigmoideia/incisura mandibular; 
 Buraco mentoniano; 
 Ramo montante; 
 
 
 
 
VÓMER 
 
 Asa (zona de articulação entre o vómer e o 
esfenóide); 
 Lâmina vertical (forma parte do septo nasal); 
 
 
HIÓIDE 
 Corpo; 
 Grande corno; 
 Pequeno corno;

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