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04/10/2021
1
UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE – ICS
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA
PROFESSORA: ESP. TNR. DÉBORA RESENDE FAGUNDES
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
FORMAÇÃO DA IMAGEM
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04/10/2021
2
FORMAÇÃO DA IMAGEM
• Se consideramos uma aplicação de campo magnético 
principal a uma região anatômica e logo após a aplicação 
de um pulso de RF todos esses prótons estarão na mesma 
fase; 
• Como o objetivo é mapear uma imagem bidimensional (2D), 
é preciso estabelecer um método que possibilite a seleção 
de um corte do corpo e, dentro deste corte, possamos ter 
uma matriz de pontos organizada em linhas e colunas. 
• Para cada elemento desta matriz (pixel) deve ser obtido o 
valor de intensidade de sinal, para que através de uma 
escala de tons de cinza ou cores possamos visualizar a 
imagem final. 
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FORMAÇÃO DA IMAGEM
1. Localização dos spins;
2. Excitação dos spins selecionados;
3. Codificação espacial de seus sinais e
4. Detecção e reconstrução do sinal.
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3
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LOCALIZAÇÃO DOS SPINS
• A Codificação espacial é obtida a partir da 
aplicação de campos magnéticos que variam de 
intensidade numa certa direção, alterando as 
frequências de precessão dos prótons de hidrogênio 
da direção do campo gradiente. 
• Uma vez codificados espacialmente os prótons de 
hidrogênio, torna-se possível a excitação seletiva de 
uma região ou o corte a partir da aplicação de 
pulsos de RF direcionados. 
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GRADIENTES DE CAMPO MAGNÉTICO
• Ao longo de cada eixo encontram-se bobinas de gradientes;
• No momento da formação cada GRADIENTE será responsável pelo corte, 
codificação de fase e frequência.
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CODIFICAÇÃO DO SINAL
SELEÇÃO DO CORTE
CODIFICAÇÃO DE FASE
CODIFICAÇÃO DE FREQUÊNCIA
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CODIFICAÇÃO DO SINAL
• Gradiente Seletivo (Gz)
1.Seleção do corte;
2.Posição do corte;
3.Plano do corte;
4.Espessura do corte.
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AQUISIÇÃO RM
SELEÇÃO DE CORTE
posição
Transmissão
Pulso RF 
Gradiente
selecção
f ~ B
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6
posição
Transmissão
Pulso RF 
Gradiente
selecção
f ~ B
AQUISIÇÃO RM
SELEÇÃO DE CORTE
04/10/2021 11
posição
Transmissão
Pulso RF 
Gradiente
selecção
fo
f ~ B
AQUISIÇÃO RM
SELEÇÃO DE CORTE
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04/10/2021
7
posição
Transmissão
Pulso RF 
Gradiente
selecção
fo
f ~ B
AQUISIÇÃO RM
SELEÇÃO DE CORTE
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AQUISIÇÃO RM
POSIÇÃO DE CORTE
posição
Pulso RF
Transmitido
Gradiente
selecção
fo
f1
f ~ B
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04/10/2021
8
posição
fo
f1
f ~ B
AQUISIÇÃO IRM
POSIÇÃO DE CORTE
Pulso RF
Transmitido
Gradiente
selecção
04/10/2021 15
posição
fo
f1
f2
f ~ B
AQUISIÇÃO IRM
POSIÇÃO DE CORTE
Pulso RF
Transmitido
Gradiente
selecção
04/10/2021 16
04/10/2021
9
posição
fo
f1
f2
f ~ B
AQUISIÇÃO IRM
POSIÇÃO DE CORTE
Pulso RF
Transmitido
Gradiente
selecção
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AQUISIÇÃO RM
ORIENTAÇÃO DE CORTE
posição
f ~ B
Pulso RF
Transmitido
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04/10/2021
10
posição
f ~ B
fo
Aquisição RM
Orientação de Corte
Pulso RF
Transmitido
04/10/2021 19
Posição
f ~ B
Aquisição RM
Orientação de Corte
Pulso RF
Transmitido
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04/10/2021
11
posição
fo
f ~ B
Aquisição RM
Orientação de Corte
Pulso RF
Transmitido
04/10/2021 21
posição
f ~ B
Aquisição RM
Orientação de Corte
Pulso RF
Transmitido
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04/10/2021
12
posição
fo
f ~ B
Aquisição RM
Orientação de Corte
Pulso RF
Transmitido
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posição
fo fo
f ~ B
Pulso RF
Transmitido
Gradiente
selecção
AQUISIÇÃO RM
ESPESSURA DE CORTE
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13
posição
fo fo
f ~ B
Pulso RF
Transmitido
Gradiente
Selecção
AQUISIÇÃO RM
ESPESSURA DE CORTE
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AQUISIÇÃO RM
ESPESSURA DE CORTE
posição
f2
f2
Gradiente
Selecção
fL B
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04/10/2021
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CODIFICAÇÃO DO SINAL
• Gradiente Codificador de Fase(Gy)
Quando o gradiente de codificação de fase é acionado alteramos a fase dos spins de forma
proporcional a sua localização. Assim, um dos eixos do corte fica mapeado com a fase.
É necessário acionar N vezes o gradiente de codificação de fase;
Cada vez que é acionado, altera-se a amplitude do gradiente;
Codificação de fase está relacionado com o tamanho da Matriz:
Quando maior a matriz, maior o tempo de aquisição.
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Gy
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AQUISIÇÃO DE RM
CODIFICAÇÃO DE FASE
Etapas de Codificação de Fase:
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AQUISIÇÃO DE RM
CODIFICAÇÃO DE FASE
Etapas de Codificação de Fase:
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04/10/2021
16
AQUISIÇÃO DE RM
CODIFICAÇÃO DE FASE
Etapas de Codificação de Fase:
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CODIFICAÇÃO DO SINAL
• Gradiente Codificador de 
Frequência(Gx)
Codifica a frequência de precessão dos prótons 
de hidrogênio.
É responsável pelo tamanho de visão FOV e pela 
leitura do sinal de RM.
Gx
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Direcção de Codificação de Frequência
Bo
Resposta RM
Gradiente de
Codificação 
Frequência
AQUISIÇÃO DE RM
CODIFICAÇÃO DE FREQUÊNCIA
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BoGradiente de
Codificação 
Frequência
Resposta RM
Direcção de Codificação de Frequência
AQUISIÇÃO DE RM
CODIFICAÇÃO DE FREQUÊNCIA
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Direcção de Codificação de Frequência
AQUISIÇÃO DE RM
CODIFICAÇÃO DE FASE E FREQUÊNCIA
Direções 
Opostas!
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DOMINIO DO TEMPO VS DOMINIO DE 
FREQUENCIAS – TRANSFORMADA DE FOURIER
•O sinal coletado de cada corte está mapeado em fase e 
frequência. 
•Um sinal que varia no tempo, contendo diversas fases e 
diversas frequências carrega informação sobre todo o 
tecido contido no corte.
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DOMINIO DO TEMPO VS DOMINIO DE 
FREQUENCIAS – TRANSFORMADA DE FOURIER
• O matemático francês Joseph Fourier, desenvolveu ferramentas 
analíticas para decompor uma função contínua em suas componentes 
oscilatórias e amplitudes, este processo é hoje conhecido como 
transformada de Fourier. 
• Uma versão desta metodologia é usada atualmente para determinar 
as amplitudes e frequências encontradas no sinal de RM coletado pelas 
bobinas.
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DOMINIO DO TEMPO VS DOMINIO DE 
FREQUENCIAS – TRANSFORMADA DE FOURIER
Somente depois de coletar 64, 128, 256 ou mais 
ecos e armazená-los no chamado espaço K é que 
aplicaremos a transformada de fourier (TF) para 
passar do domínio do tempo para o domínio de 
frequências, obtendo a imagem de RM.
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04/10/2021
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ESPAÇO K
• O espaço k não é um local físico no equipamento de RM. É um 
conceito abstrato que auxilia no entendimento de sequências 
de pulso modernas e metodologias de aquisição;
• É útil visualizarmos o espaço k como uma matriz;
• Cada linha desta matriz será preenchida com um eco 
coletado na sequencia de pulso;
04/10/2021 39
Espaço K e a 
imagem de RM 
correspondente 
após a aplicação 
da transformada 
de
fourier
bidimensional 
(TF 2D).
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04/10/2021
21
CARACTERÍSTICAS DO ESPAÇO K
1) Não existe correspondência entre um ponto 
do espaço k e um ponto da imagem de RM. Se 
por exemplo um pequeno artefato de entrada de 
RF na sala de exames ocorrer em um dado 
instante durante a sequência de pulso, a presença 
deste artefato bem localizado no tempo poderá 
gerar um artefato que se propagará para toda 
a imagem de RM;
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CARACTERÍSTICAS DO ESPAÇO K
2) Quanto maior o número de linhas do espaço k, maior é a quantidade de 
sinal coletado, porém maior é o tempo necessário. 
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04/10/2021
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CARACTERÍSTICAS DO ESPAÇO K
3) As linhas centrais do 
espaço k estão 
diretamente 
relacionadas ao 
contraste na imagem 
de RM e a periferia à 
resolução espacial;
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CARACTERÍSTICAS DO ESPAÇO K
• 4) Uma imagem de RM pode ser formada por mais que um espaço k. 
A escolha do número de espaços k que irão ser utilizados para gerar 
uma imagem é um parâmetro controlado pelo operador e costumaser 
chamado de número de aquisições ou número de excitações (NEX). Passar 
de um para dois espaços k faz com que o tempo total de aquisição 
dobre, com o benefício de melhorar em cerca de 40% a relação sinal-
ruído na imagem.
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1 “demão”de tinta
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2 “demão”de tinta
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04/10/2021
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QUAL PAREDE POSSUE MAIS QUALIDADE?
QUAL DOS PROCESSOS LEVOU MAIOR TEMPO?
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Fonte: MAZZOLA, A. Princípios Físicos em Ressonância Magnética. (adaptado)
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04/10/2021
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O que você vê nessas imagens?
Existe diferença entre elas? Quais diferenças?
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COMO DEFINIR A 
IMAGEM QUE 
QUEREMOS?
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Sequências 
de Pulso
Existem vários métodos de 
imagem diferentes que 
podem ser usados ​​para criar 
imagens de RM.
A principal diferença entre esses 
métodos é a sequência em que os 
pulsos e gradientes de RF são 
aplicados durante o processo de 
aquisição.
Para cada método de imagem, há 
um conjunto de fatores que devem 
ser ajustados pelo usuário para 
produzir características 
específicas da imagem.
04/10/2021
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SEQUÊNCIAS DE PULSOS
•Os pulsos de RF aplicados no tecido biológico e a forma
como é obtido essa informação são fatores que
influenciarão no contraste das imagens.
•A partir de diferentes pulsos em diferentes ângulos
possibilitarão diferentes contrastes entre os tecidos.
Fonte: MAZZOLA, A. Princípios Físicos em Ressonância Magnética. (adaptado)
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• Sequencias de Pulso
• SPIN ECO
• FAST SPIN ECO
• SINGLE SHOT FAST SPIN ECO
• INVERSION RECOVERY
• GRADIENTE DE ECO
• GRADIENTE
• T2*
• FIESTA
• TÉCNICAS ANGIOGRÁFICAS
• ECO PLANAR IMAGEM
• EPI-SE
• EPI-GRE
• EPI-DWI
SEQUÊNCIAS DE PULSOS
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04/10/2021
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Mas, quais fatores físicos determinam as 
diferentes “Sequencias de Pulso”?
•TE (Tempo de Eco)
•TR (Tempo de Repetição)
•FLIP ANGLE (ângulo de inclinação)
•TI (Tempo de Inversão)
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• TR é o intervalo de tempo entre o início da relaxação longitudinal, após a saturação, e o tempo em que a 
magnetização longitudinal é convertida em magnetização transversal pelo pulso de excitação. É quando a 
imagem é capturada em relação à magnetização longitudinal.
• Como o relaxamento longitudinal leva um tempo relativamente longo, TR é também a duração do ciclo de 
aquisição da imagem ou o tempo de repetição do ciclo (Tempo de Repetição).
• Tempo de cada “ciclo” (pulso inicial)
TEMPO DE REPETIÇÃO
Fonte http://www.sprawls.org/mripmt/MRI05/ Acessado em 13/04/2021
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• TE é o intervalo de tempo entre o início do relaxamento transversal após a excitação e
quando a magnetização é medida para produzir o contraste da imagem. Isso acontece
no evento de eco e é quando a imagem é tirada em relação à magnetização
transversal. Portanto, TE é o evento Time to Echo.
• Tempo entre a aplicação do Pulso de RF 90º e a amplitude máxima do sinal de RM
TEMPO DE ECO TE
Fonte http://www.sprawls.org/mripmt/MRI05/ Acessado em 13/04/2021
FLIP ANGLE
• Quantidade de inclinação que a 
magnetização líquida (M) experimenta 
durante a aplicação de um pulso de 
radiofrequência (RF)
• 90 graus (spin eco)
• Variação (gre eco)
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Fonte: NÓBREGA, A. Ressonância Magnética. (adaptado)
04/10/2021
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TEMPO DE INVERSÃO
• O tempo de inversão é um parâmetro 
usado ao executar uma sequência de 
IR
• Tempo necessário para a resultante 
magnética dos hidrogênios ligados a 
um tecido em particular possa migrar 
da Mz para Mx,y para receber um 
pulso de 90º e assim se posicionar 
novamente no eixo z.
04/10/2021 57
Fonte: NÓBREGA, A. Ressonância Magnética. (adaptado)
Fonte: Interface MRI GE
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Sequencias de 
Pulso
SE – SPIN ECO
EPI
GRE –
GRADIENTE DE 
ECO
“PESAR” 
T1, T2 ou DP
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SPIN ECO
Pulso inicial de 90º, seguido por um ou mais pulsos de 180o
Fonte: https://radiopaedia.org/articles/spin-echo-sequences?lang=us Acesso em 12/04/2021
04/10/2021 61
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Spin Eco
Fonte: MAZZOLA, A. Princípios Físicos em Ressonância Magnética. (adaptado)
https://radiopaedia.org/articles/spin-echo-sequences?lang=us
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PONDERANDO AS SEQUÊNCIA DE PULSO – SPIN ECO
A sensibilidade a uma característica específica é 
determinada pelos valores selecionados para os dois 
intervalos de tempo ou fatores de imagem, TR e TE.
Fonte: http://www.sprawls.org/mripmt/MRI06/index.html Acesso em 12/04/2021
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tempo
90
o
90
o
Relação entre T1 e T2
10ms
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33
tempo
90
o
90
o
Relação entre T1 e T2
30ms
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tempo
90
o
90
o
Relação entre T1 e T2
40ms
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04/10/2021
34
TE 10 ms TE 30 ms TE 40 ms
TR 400 ms
Relação entre T1 e T2
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Glioblastoma
T1 T1 com Gadolinium
Relação entre T1 e T2
Embora na imagem sem o contraste é possível ver a liberação, mas somente após a aplicação do 
contraste é possível ver a extensão do tumor (mais vascular) e o centro necrótico não vascular.
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04/10/2021
35
tempo
90
o
Relação entre T1 e T2
Para ganhar o sinal T2, temos que eliminar 
a influência de T1 ou seja, aumentando o 
TE.
20ms
04/10/2021 69
time
90
o
Relação entre T1 e T2
60ms
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04/10/2021
36
time
90
o Contraste T2
Relação entre T1 e T2
100ms
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tempo
90
o
Relação entre T1 e T2
Contraste T2
Uma imagem altamente ponderada em T2. 
Fortes contrastes de T2.
140ms
04/10/2021 72
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TR 2500 ms
TE 20 ms
TE 60 ms
TE 100 ms
TE 140 ms
Contraste T2
Relação entre T1 e T2
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Relação entre T1 e T2
04/10/2021 74
04/10/2021
38
T1 T1 + KM
T2
Relação entre T1 e T2
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T1 T2 DP
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SE – SPIN ECO
FSE – FAST 
SPIN ECO
SSFSE –
SINGLE SHOT 
FAST SPIN ECO
MULTIPLE 
ECHO
IR –
INVERSION 
RECOVERY
FLAIR
STIR04/10/2021 78
04/10/2021
40
Spin Eco
FAST SPIN ECO 
(FSE)
Múltiplos pulsos de refasamento de 180º são 
aplicados à mesma imagem formando cadeias 
de ecos. Após cada pulso de 180º o sinal é 
gerado e preenche uma linha no espaço K.
SINGLE SHOT 
FAST SPIN-ECO 
(SSFSE)
Nessa Sequencia todo o espaço K é preenchido 
num único TR.
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AVANÇOS SE
FSE
Após cada pulso de 
180º o sinal é 
gerado e preenche 
uma linha do espaço 
K, e assim, mais 
rapidamente, o 
sistema pode 
reconstruir as 
imagens. 
04/10/2021 80
FSE – Fast Spin-Eco
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04/10/2021 81
AXIAL T2 FSE CRÂNIO
AXIAL T2 FSE COLUNA LOMBAR
04/10/2021 82
Duração = 2500 * 256 * 2
Duração = 1.280.000ms
1280 segundos
21:33’
TR 2500
FASE 256
NEX 2
TR 2500
FASE 256
NEX 2
Turbo 4
Duração = 2500 * 256 * 2 / 4
Duração = 1.280.000ms
1280 segundos
5:33’
SPIN ECO FAST SPIN ECO
04/10/2021
42
04/10/2021 83
SSFSE
preencher 
total/parcialmente o
espaço k com ecos 
produzidos por múltiplos 
pulsos de 180º aplicados 
dentro de um TR. 
A quantidade de pulsos de 
180º é equivalente ao 
número total de aquisição 
da imagem.
04/10/2021 84
SSFSE – Fast Spin-Eco
Fonte: NÓBREGA, A. Ressonância Magnética. (adaptado)
04/10/2021
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04/10/2021 85
04/10/2021 86
04/10/2021
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MULTIPLE ECHO
É possível produzir uma série de eventos de 
eco em um ciclo;
Imagens separadas são formadas para 
cada valor TE.
Isso torna possível criar uma imagem PD (TE 
curto) e uma imagem T2 (T2 longo) na 
mesma aquisição.
04/10/2021 87
04/10/2021 88
04/10/2021
45
SEQUENCIAS IR –
INVERSION RECOVERY
• A inversão da recuperação não deve ser 
tratada como uma sequência de pulso 
específica, mas sim como um módulo que 
pode ser adicionado a frente de qualquer 
das sequencia SE. 
• O objetivo deste módulo é o de preparar a 
magnetização longitudinal para que se 
consiga, com o início da sequência de pulso 
e coleta do sinal, o contraste desejado na 
imagem ou a anulação do sinal de umdeterminado tecido.
04/10/2021 89
1) capacidade de suprimir 
seletivamente ("nulo") o 
sinal de qualquer tecido 
com base em seu valor T1;
2) discriminação superior 
dos tecidos com base nos 
tempos de relaxamento 
T1;
04/10/2021 90
TI é o tempo necessário para que a resultante magnética do hidrogênio ligado ao tecido em questão possa migrar do eixo 
longitudinal até o plano transversal.
Nesse momento haverá um pulso de 90º que posicionara essa população de hidrogênio ligado ao tecido em questão que 
retornará ao eixo Z, desta forma não poderá contribuir com o sinal de RM. 
Sequencias IR – INVERSION RECOVERY
04/10/2021
46
1) capacidade de suprimir seletivamente ("nulo") 
Pulso inicial de 180o Aplicando TI – anulando o 
sinal da gordura
Fonte: https://www.imaios.com/en/e-Courses/e-MRI/MRI-Sequences/inversion-recovery-stir-flair Acesso em 12/04/2021
04/10/2021 92
• Por causa do pulso de inversão
de 180 °, os tecidos em IR sofrem
relaxamento T1 até duas vezes a
faixa dinâmica em comparação
com SE.
• Isso significa que o IR pode
potencialmente discriminar entre
os tecidos com base em
diferenças sutis nas características
T1 melhor do que SE.
2) discriminação superior dos tecidos com base 
nos tempos de relaxamento T1;
Fonte: http://mriquestions.com/why-use-ir.html Acesso em 12/04/2021
04/10/2021
47
Sequencias IR (mais comuns)
Fonte: https://www.imaios.com/en/e-Courses/e-MRI/MRI-Sequences/inversion-recovery-stir-flair Acesso em 12/04/2021
TI ˜= 150ms TI ˜= 2000ms
STIR FLAIR
04/10/2021 94
• Short-TI Inversion Recovery (STIR): Quando a gordura está sendo suprimida de 
nossa imagem
04/10/2021
48
04/10/2021 95
• Vantagens
• Pode “cobrir” um FOV grande.
• Promove uma supressão de gordura bastante estavél e pouco dependente 
da homogeneidade de campo de B0 e B1.
• Desvantagens
• Não pode ser utilizado em combinação com meios de contraste.
• A variação de T1 entre paciente pode causar dificuldades.
• Funciona melhor em equipamentos de campo baixo ou médio.
• Sinal relativamente baixo.
STIR, VANTAGENS E DESVANTAGENS
04/10/2021 96
• Tempo de inversão para supressão de líquor. O uso do pulso de inversão para anular o sinal
do líquor permite que a detecção de lesões na substância branca cerebral seja melhor
visualizada, pois retira o sinal hiperintenso em imagens ponderadas em T2, permitindo uma
análise mais detalhada do tecido.
FLAIR
04/10/2021
49
04/10/2021 97
04/10/2021 98
04/10/2021
50
04/10/2021 99
04/10/2021 100
T2 
FLAIR
T2
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• Imagens mais rápidas;
• Novos contrastes (aplicações angiográficas e imagens funcionais);
• Variação do Flip Angle;
• Ausência de pulso de 180º;
• Eco gerado pelo Gradiente de leitura “bipolar”(Codificação de frequência)
Um ângulo de inversão inferior a 90° (ângulo de inversão parcial) diminui a quantidade de magnetização
inclinada para o plano transversal. A consequência de uma excitação de baixo ângulo de flip é uma
recuperação mais rápida da magnetização longitudinal que permite TR / TE mais curto e diminui o tempo
de varredura.
Fonte: https://www.imaios.com/en/e-Courses/e-MRI/MRI-Sequences/gradient-echo Acesso em 12/04/2021
GRADIENTE ECO
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GRE –
GRADIENTE DE 
ECO
GRADIENTE
T2*
FIESTA
Aplicações 
Angiográficas
GRADIENTE ECO
• O uso de gradientes de campo magnético faz com que ocorram 
DEFASAGENS DOS SPINS; 
• Suas posições relativas mudam de acordo com a duração e direção 
de aplicação dos gradientes;
• Aplicando segundo pulso de gradiente de campo magnético 
ocorrerá uma reversão da defasagem e produzirá um eco que 
chamados de eco do gradiente ou Gradiente Eco (GRE).
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Gradiente Eco
Fonte: MAZZOLA, A. Princípios Físicos em Ressonância Magnética. (adaptado)
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PONDERAÇÃO DA IMAGEM POR 
GRADIENTE DE ECO
FLIP ANGLE TE TR
T1 45 a 90 graus 10 - 15ms 200-400ms
T2 5 a 20 graus 30 - 60ms 200-400ms
Fonte: Ressonância Magnética, Peter A. Rinck, 2003
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T1 GRADIENTE
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Imagem axial 
CISS com 
espessura de 
corte de 0,5 mm 
da região da 
orelha e
respectiva 
reconstrução 3D 
com uso de 
técnica de 
renderização de 
volume (VRT) 
para
demonstrar as 
estruturas da 
orelha interna.
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VER RADIANT – CRANIO E ANGIO
EXEMPLOS DE UTILIZAÇÃO DE GRE
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Imagem axial de uma angiografia 
de crânio baseada em 
Time-of-Flight (TOF) 
onde é possível identificar vasos 
arteriais hiperintensos. 
Nesta imagem, não foi usado meio 
de
contraste e o hipersinal é gerado 
exclusivamente pelo fluxo 
sanguíneo que penetra no fino
corte adquirido com a sequencia 
GRE.
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Imagem 3D com utilização 
da técnica de projeção de 
máxima intensidade (MIP) 
a partir de 90 cortes axiais 
como os da figura anterior 
de uma angiografia de 
crânio baseada em
Time-of-Flight (TOF). Este 
tipo de apresentação 
permite ao radiologista 
uma identificação de
aneurismas, obstruções e 
outras anormalidades que 
podem ocorrer na 
anatomia vascular.04/10/2021 111
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Fonte: MAZZOLA, A. Princípios Físicos em Ressonância Magnética. (adaptado)
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Fonte: MAZZOLA, A. Princípios Físicos em Ressonância Magnética. (adaptado)
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GRE T2*
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• O contraste T2 é produzido pelas 
características de decaimento da 
magnetização transversal e que existem 
duas taxas de decaimento diferentes, 
T2 e T2 *.
• Esta taxa de decaimento é 
determinada pelo T2 * do ambiente do 
tecido.
• Eles são usados para acentuar os 
efeitos da homogeneidade magnética 
local para auxiliar na detecção de 
hemorragias ou calcificações.
• T2 * pode ser considerado um T2 
"observado" ou "eficaz", enquanto o 
primeiro T2 pode ser considerado o T2 
"natural" ou "verdadeiro" do tecido que 
está sendo visualizado
SINAL ALTO – T2 – HEMORRAGIA
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O eco planar (EPI) é o método de aquisição mais rápido, mas com resolução espacial limitada:
• Um pulso de excitação, possivelmente precedido por preparação de magnetização
• Aquisição de sinal contínuo na forma de um trem de eco gradiente, para adquirir espaço K
total ou parcial (tomada única ou aquisição segmentada)
• Gradientes de leitura e codificação de fase adaptados para codificação de imagem
espacial, com várias trajetórias possíveis para preencher o espaço k.
Echo Planar Imaging
EPI
SE GRE DWI IR
FONTE: https://www.imaios.com/en/e-Courses/e-MRI/MRI-Sequences/echo-planar-imaging Acesso em 13/04/2021
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Para constituir o trem de eco gradiente, um gradiente de leitura é 
continuamente aplicado, com alternâncias positivas e negativas.
espaço k é varrido 
da esquerda para a 
direita e vice-versa, 
com cada eco
Ao mesmo tempo, o 
gradiente de 
codificação de fase 
pode ser permanente e 
constante (não 
bloqueado), dando uma 
trajetória global em 
ziguezague
No caso de 
preenchimento de 
espaço k espiral, 
codificação de fase e 
gradientes de leitura 
têm um envelope de 
crescimento 
senoidal.
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Fonte: http://www.mrishark.com/echo-planar-imaging.html Acesso 12/04/2021
A sequência EPI SE utilizará a mesma fase e as ativações de frequência são vistas com 
outras sequências de EPI. A diferença com essa sequência está no que ocorre antes dessa 
configuração única de gradiente. Um pulso de excitação de 90° seguido por um pulso de 
reorientação de 180 ° é realizado seguido por uma técnica blipped ou non blipped .
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A sequência de gradiente de EPI começará com um pulso 
de excitação de 90° e irá direto para a configuração de 
EPI
Fonte: http://www.mrishark.com/echo-planar-imaging.html Acesso 12/04/2021
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No corpo humano, os fluídos se movem de várias maneiras:
• FLUXO: fluxode sangue, LCR, definido como volume por tempo;
• PERFUSÃO: envio do sangue aos tecidos, nível capilar;
• DIFUSÃO: movimento aleatório das moléculas de água dos tecidos no interior das células
Alterações de viscosidade intra ou entra-celular induzem as mudanças de difusão, e por isso, 
podem “alterar” o contraste da imagem.
• A difusão não depende dos tempos de relaxamento.
• As doenças podem aumentar ou diminuir a difusão da água nos tecidos;
• O valor b é um fator que reflete a força e o tempo dos gradientes usados para gerar imagens com 
difusão. Quanto maior o valor b , mais fortes os efeitos de difusão.
TÉCNICAS DE DIFUSÃO – DWI DIFFUSION WEIGHTED IMAGING
Imagens DWI do cérebro usando 3 valores b diferentes (0, 1000 e 3000 s / mm²)
Fonte: http://mriquestions.com/what-is-the-b-value.html Acesso em 26/09/2019
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ADC - APARENTE IMAGEM COEFICIENTE DE DIFUSÃO
• O método de imagem baseado 
no coeficiente de difusão 
aparente ADC serve como 
ilustração gráfica da 
capacidade dos prótons se 
difundirem através do tecido;
• Isso pode ser feito porque a 
inclinação da curva de 
intensidade do sinal versus valor 
b é determinada pelo ADC de 
cada voxel de tecido específico.
• A imagem ADC requer pelo 
menos duas aquisições de 
dados; seu comportamento de 
contraste é invertido: áreas de 
difusão restrita são escuras, 
áreas de difusão livre brilhantes 
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Imagens ponderadas em difusão com diferentes valores de b de paciente do sexo feminino, 47 anos, com hemangioma
hepático na transição dos segmentos V e VI. 
A imagem com o valor de b 50 s/mm2 é mais “anatômica*
Já nas imagens com b mais alto (B,C) observa-se, progressivamente, atenuação da intensidade do sinal dos tecidos 
normais, entretanto, o hemangioma persiste com alto sinal (tecido com maior celularidade / efeito T2). Cortesia do Dr. 
Gustavo Luersen – Hospital Moinhos de Vento, Porto Alegre, RS.
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APLICANDO A CLÍNICA...
Intensidade do Sinal de RM 
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TR 500
TE 30
FLIP 
Â
90
TI --
T1 SPIN ECO
T2 SPIN ECO
TR 1800
TE 120
FLIP Â 90
TI ---
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TR 380
TE 20
FLIP 
Â
90
TI --
T1 SPIN ECO
TR 2380
TE 128
FLIP 
Â
180
TI 150
IR T2 STIR
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DP SPIN ECO
TR 1800
TE 30
FLIP Â 90
TI --
OBRIGADA!
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Ponderações nas próximas aulas....