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Aula 01
AFO e Orçamento Público p/ PG-DF (Técnico Jurídico - Apoio
Administrativo) Com Videoaulas-Pós-Edital
Sérgio Mendes
 
 
 
 
 
 
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PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS 
SUMÁRIO 
PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS ........................................................................................... 1 
Apresentação do Conteúdo ............................................................................................................... 2 
1. PRINCÍPIO DA UNIVERSALIDADE ................................................................................. 3 
2. PRINCÍPIO DA UNIDADE E DA TOTALIDADE ................................................................. 4 
3. PRINCÍPIO DA ANUALIDADE OU PERIODICIDADE ......................................................... 6 
4. PRINCÍPIO DO ORÇAMENTO BRUTO ............................................................................ 9 
5. PRINCÍPIO DA ESPECIFICAÇÃO OU DISCRIMINAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO ................. 10 
6. PRINCÍPIO DA EXCLUSIVIDADE .................................................................................. 14 
7. PRINCÍPIO DA NÃO AFETAÇÃO (OU NÃO VINCULAÇÃO) DE RECEITAS ....................... 16 
8. PRINCÍPIO DA PROIBIÇÃO DO ESTORNO .................................................................... 17 
9. PRINCÍPIO DA QUANTIFICAÇÃO DOS CRÉDITOS ORÇAMENTÁRIOS ............................ 19 
10. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE ..................................................................................... 20 
11. PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE .................................................................................... 20 
12. PRINCÍPIO DA TRANSPARÊNCIA ORÇAMENTÁRIA ................................................... 23 
13. PRINCÍPIO DO EQUILÍBRIO ORÇAMENTÁRIO ........................................................... 23 
14. PRINCÍPIO DA PROGRAMAÇÃO ............................................................................... 25 
15. PRINCÍPIO DA UNIFORMIDADE ............................................................................... 25 
16. PRINCÍPIO DA CLAREZA ........................................................................................... 25 
17. LISTA DE QUESTÕES – DESAFIO AFO ....................................................................... 28 
18. GABARITO............................................................................................................... 38 
19. QUESTÕES COMENTADAS ....................................................................................... 39 
 
 
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Olá amigos! Como é bom estar aqui! 
APRESENTAÇÃO DO CONTEÚDO 
É com enorme alegria que tenho você como aluno e assim ter a satisfação de que você inicialmente 
aprovou nossa aula demonstrativa, decidindo continuar o curso. É sinal que você busca o 
crescimento, que corre atrás dos seus objetivos, que põe em prática o sonho de alcançar o sucesso 
na aprovação de um concurso público. 
"Confiar, totalmente, em nossa boa vontade e na força em querer crescer já significa o próprio 
crescimento." (Maria Luiza S. Teles). 
 
Você verá que esse caminho rumo à aprovação pode ser prazeroso. No início é mais difícil, mas à 
medida que você for evoluindo nos estudos, terá satisfação em perceber que está aprendendo a 
matéria e resolvendo aquelas questões de concursos que no início pareciam impossíveis. Depois de 
alcançar um bom ritmo e uma rotina consistente de estudos, sentirá falta de estudar naquele dia 
que não ler ao menos um pouquinho da matéria. 
"O sucesso é uma jornada, não um ponto final. Metade do prazer 
está em percorrer o caminho." (Gita Bellin). 
 
Com dedicação, organização, disciplina e objetividade estudaremos nesta aula os Princípios 
Orçamentários, que são premissas, linhas norteadoras a serem observadas na concepção e 
execução da lei orçamentária. Válidos para todos os entes e para todos os Poderes, visam a 
aumentar a consistência e estabilidade do sistema orçamentário. Por isso, são as bases nas quais se 
deve orientar o processo orçamentário e são impositivos no orçamento público, apesar de não 
terem caráter absoluto por apresentarem exceções. 
Ressalto que nosso conteúdo de hoje se encontra disponível também em videoaulas na área do 
aluno. 
 
Atenção: é um assunto importante para a compreensão geral da matéria e também muito cobrado 
em concursos! 
 
 
 
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1. PRINCÍPIO DA UNIVERSALIDADE 
 
Vamos iniciar nossos estudos tratando de três princípios orçamentários previstos no art. 2º da Lei 
4320/1964. Neste tópico o objeto do nosso estudo será o princípio da universalidade (ou 
Globalização). Nos dois próximos trataremos dos princípios da unidade e da anualidade. 
 
 
De acordo com o princípio da universalidade, o orçamento deve conter todas as receitas e despesas 
referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da Administração direta e indireta. 
Assim, o Poder Legislativo pode conhecer, a priori, todas as receitas e despesas do governo. 
 
Está na Lei 4.320/1964: 
Art. 2º A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a 
política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de 
unidade, universalidade e anualidade. 
Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas as receitas, inclusive as de operações de 
crédito autorizadas em lei. 
Art. 4º A Lei de Orçamento compreenderá todas as despesas próprias dos órgãos do Governo 
e da administração centralizada, ou que, por intermédio deles se devam realizar, observado o 
disposto no art. 2º. 
 
 
 
 
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O art. 165 da CF/1988 se refere à universalidade, quando o constituinte determina a abrangência 
da LOA: 
§ 5º A Lei Orçamentária anual compreenderá: 
I – o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da 
administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público; 
II – o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha 
a maioria do capital social com direito a voto; 
III – o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, 
da administração direta ou indireta. 
 
 
 
2. PRINCÍPIO DA UNIDADE E DA TOTALIDADE 
 
Segundo o princípio da unidade, o orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas um 
orçamento, e não mais que um para cada ente da Federação em cada exercício financeiro. Objetiva 
eliminar a existência de orçamentos paralelos e permite ao Poder Legislativo o controle racional e 
direto das operações financeiras de responsabilidade do Executivo. 
 
Também está consagrado na Lei 4.320/1964: 
Art. 2º A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a 
política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de 
unidade, universalidade e anualidade. 
 
Vale ressaltar que, apesar de ter previsão legal desde a Lei 4.320/1964, o princípio da unidade foi 
efetivamente colocado em prática somente com a CF/1988. Antes disso, havia diversas peças 
orçamentárias não consolidadas, como o orçamento monetário, o qual sequer passava pela 
aprovação legislativa. 
 
 
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Aprofundando no tema, vamos tratar do princípio da totalidade. 
Houve uma remodelação pela doutrina do princípio da unidade, de forma que abrangesse as 
novas situações, sendo por muitos denominado de princípio da totalidade, sendo construído, 
então, para possibilitar a coexistência de múltiplos orçamentos que, entretanto, devem sofrer 
consolidação. A Constituição trouxe um modelo que, em linhas gerais, segue o princípio da 
totalidade, pois a composição do orçamento anual passou a ser a seguinte: orçamento fiscal, 
orçamento da seguridade social e orçamento de investimentos das estatais. Tal tripartição 
orçamentária é apenas de cunho instrumental, não implica dissonância e, portanto, não viola o 
princípio em estudo. 
Concluindo, o princípio da totalidade não necessariamente significa um documento único, já que 
o processo de integração planejamento-orçamento tornou o orçamento necessariamente 
multidocumental, em virtude da aprovação, por leis diferentes, dos vários instrumentos de 
planejamento, com datas de encaminhamento diferentes para aprovação pelo Poder Legislativo. 
Em que pesem tais documentos serem distintos, devem obrigatoriamente ser compatibilizados 
entre si. 
 
 
Princípio da Unidade 
 X 
 Princípio da Totalidade 
 
 
 
 
 
 
 
Unidade: O orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas 
um orçamento, e não mais que um para cada ente da federação 
em cada exercício financeiro. 
 
Totalidade: há coexistência de múltiplos orçamentos que, 
entretanto, devem sofrer consolidação. 
 
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3. PRINCÍPIO DA ANUALIDADE OU PERIODICIDADE 
 
Segundo o princípio da anualidade, o orçamento deve ser elaborado e autorizado para um período 
de um ano. Está na Lei 4.320/1964: 
Art. 2º A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a 
política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de 
unidade, universalidade e anualidade. 
 
E também na nossa Constituição Federal de 1988: 
Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: 
I – o plano plurianual; 
II – as diretrizes orçamentárias; 
III – os orçamentos anuais. 
 
É conhecido também como princípio da periodicidade, numa abordagem em que o orçamento deve 
ter vigência limitada a um exercício financeiro. A ideia, em sua origem, era obrigar o Poder Executivo 
a solicitar periodicamente ao Congresso permissão para a cobrança de impostos e a aplicação dos 
recursos públicos. 
 
No Brasil, tal princípio coincide com o ano civil, segundo a Lei 4.320/1964: 
Art. 34. O exercício financeiro coincidirá com o ano civil. 
 
Vários dispositivos da Constituição remetem à anualidade, como o § 1º do art. 167: 
§ 1º Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado 
sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de 
responsabilidade. 
 
 
Mais algumas considerações sobre o princípio da anualidade: 
_ Estamos tratando da anualidade orçamentária. A anualidade tributária determinava que 
deveria haver autorização para a arrecadação de receitas previstas na Lei Orçamentária Anual. 
Assim, as leis tributárias deveriam estar incluídas na LOA, não se admitindo alterações tributárias 
após os prazos constitucionais do orçamento anual. Tal princípio tributário não foi recepcionado 
pela atual CF/1988 e foi substituído pelo princípio tributário da anterioridade. 
_ Anualidade é princípio orçamentário, porém anterioridade não é. O princípio constitucional da 
anterioridade é princípio tributário e não orçamentário. 
_ A existência no ordenamento jurídico de um plano plurianual com duração atual de quatro anos 
não excepciona o princípio da anualidade, pois tal plano é estratégico e não operativo, 
necessitando da Lei Orçamentária Anual para sua operacionalização. 
 
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O tema “Créditos Adicionais” não é estudado nesse momento. Por ora, temos que saber que a Lei 
Orçamentária Anual poderá ser alterada no decorrer de sua execução por meio de créditos 
adicionais. Temos três espécies de Créditos Adicionais: suplementares, especiais e extraordinários. 
Os créditos adicionais especiais e extraordinários autorizados nos últimos quatro meses do exercício 
podem ser reabertos no exercício seguinte pelos seus saldos, se necessário, e, neste caso, viger até 
o término desse exercício financeiro. Por esse motivo, consideramos que se trata de exceções ao 
princípio da anualidade. 
 
 
 
 
(FCC – Analista de Finanças e Controle – SEAD/AP – 2018) Todas as receitas e despesas orçamentárias de 
uma autarquia de ensino estadual devem ser respectivamente, previstas e fixadas na Lei Orçamentária 
Anual do estado a que pertence em atendimento ao princípio orçamentário da universalidade. 
 
De acordo com o princípio da universalidade, o orçamento deve conter todas as receitas e despesas 
referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da Administração direta e indireta. 
Resposta: Letra A 
 
(CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) A anualidade orçamentária exige que o orçamento 
deva ser aprovado antes do início do exercício financeiro, evitando que a lei nova possa atingir fatos 
passados. 
 
A anualidade orçamentária exige que o orçamento deva ser aprovado para um ano ou um exercício 
financeiro. 
Resposta: Errada 
 
(CESPE - Técnico Judiciário – STM – 2018) O princípio orçamentário da unidade estabelece que a lei 
orçamentária anual deve conter todas as receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, 
fundações e fundos instituídos e mantidos pelo poder público. 
 
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O princípio orçamentário da universalidade estabelece que a lei orçamentária anual deve conter todas as 
receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundações e fundos instituídos e mantidos pelo 
poder público. 
Resposta: Errada 
 
(FGV – Analista Legislativo – Câmara Municipal de Salvador – 2018) Quando da elaboração do orçamento 
público anual de um ente municipal, os orçamentos das receitas e despesas dos poderes Executivo e 
Legislativo são consubstanciados em uma única proposta de Lei Orçamentária. Trata-se de uma prática 
que obedece ao princípio da unidade. 
 
Segundo o princípio da unidade, o orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas um orçamento, e não 
mais que um para cada ente da Federação em cada exercício financeiro. 
Resposta: Certa 
 
(FGV – Contador – SEFIN/RO – 2018) Uma entidade pública adquiriu computadores novos no valor de R$ 
50.000. Desse valor, R$ 40.000 serão pagos em dinheiro e o restante será pago por meio da entrega dos 
computadores antigos. No orçamento foram incluídos apenas os R$ 40.000. O princípio orçamentário 
atingido por esse procedimento foi o da universalidade. 
 
O princípio da universalidade determina que a LOA de cada ente federado deva conter todas as receitas e 
despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundos e fundações instituídas e mantidas pelo Poder 
Público. Assim, no caso em apreço, foi desrespeitado tal princípio porque foram incluídos na LOA apenas os 
R$ 40.000, e não o valor de R$ 50.000. 
Resposta: Certa 
 
(FGV – Contador – SEFIN/RO – 2018) De acordo com o princípio da unidade, o orçamento deve 
compreender todas as receitas e os gastos necessários para a manutenção do serviço público. 
 
De acordo com o princípio da universalidade,o orçamento deve compreender todas as receitas e os gastos 
necessários para a manutenção do serviço público. 
Resposta: Errada 
 
(FCC – Técnico Judiciário – TRT/11 - 2017) O gestor de uma entidade do Poder Judiciário Federal pode 
encaminhar a Lei Orçamentária Anual referente ao Poder Judiciário destacadamente da Lei Orçamentária 
Anual do Poder Executivo para aprovação pelo Poder Legislativo. 
 
Há uma única LOA no âmbito federal, por exercício financeiro, que engloba todos os Poderes. É o princípio 
orçamentário da unidade. 
Resposta: Errada 
 
(FCC – Analista Judiciário – TRT/11 - 2017) O princípio da anualidade estabelece a inexistência de 
orçamentos paralelos dentro de uma mesma esfera de governo. 
 
O princípio da unidade estabelece a inexistência de orçamentos paralelos dentro de uma mesma esfera de 
governo. 
Resposta: Errada 
 
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4. PRINCÍPIO DO ORÇAMENTO BRUTO 
 
Existem despesas que, ao serem realizadas, geram receitas ao ente público. Por outro lado, existem 
receitas que, ao serem arrecadadas, geram despesas. Por exemplo, quando o Governo paga salários, 
realiza despesas. No entanto, a partir de determinado valor, começa a incidir sobre a remuneração 
o Imposto de Renda, que é uma receita para o Governo, descontada diretamente pela fonte 
pagadora. Assim, ao pagar o salário de um servidor, é efetuada uma despesa (salário) que ao mesmo 
tempo gera uma receita (Imposto de Renda). 
 
O princípio do orçamento bruto veda que as despesas ou receitas sejam incluídas no orçamento ou 
em qualquer das espécies de créditos adicionais nos seus montantes líquidos. Note que a diferença 
entre universalidade e orçamento bruto é que apenas este último determina que as receitas e 
despesas devam constar do orçamento pelos seus totais, sem quaisquer deduções. 
 
Também está na Lei 4.320/1964: 
Art. 6º Todas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas 
quaisquer deduções. 
§ 1º As cotas de receitas que uma entidade pública deva transferir a outra incluir-se-ão, como 
despesa, no orçamento da entidade obrigada a transferência e, como receita, no orçamento da que 
as deva receber. 
 
 
No nosso exemplo, considere uma carreira de alto escalão do Executivo, que tem como subsídio 
inicial R$ 14.000,00. Subtraindo os descontos de Imposto de Renda e Previdência Social, o líquido 
gira em torno de R$ 10.000,00. Na Lei Orçamentária, segundo o princípio do orçamento bruto, 
deverão constar todos esses itens, de receitas de despesas, e não somente a despesa líquida da 
União de R$ 10.000,00. 
 
 
 
 
 
 
Princípio do Orçamento Bruto 
Não importa se o saldo líquido será positivo ou negativo, o princípio do orçamento 
bruto impede a inclusão apenas dos montantes líquidos e determina a inclusão de 
receitas e despesas pelos seus totais, vedadas quaisquer deduções. 
 
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5. PRINCÍPIO DA ESPECIFICAÇÃO OU DISCRIMINAÇÃO OU ESPECIALIZAÇÃO 
 
O princípio da especificação ou discriminação (ou ainda, especialização) determina que, na Lei 
Orçamentária Anual, as receitas e despesas devam ser discriminadas, demonstrando a origem e a 
aplicação dos recursos. Tem o objetivo de facilitar a função de acompanhamento e controle do gasto 
público por toda a sociedade, evitando a chamada “ação guarda-chuva”, que é aquela ação genérica, 
mal especificada, com demasiada flexibilidade. 
Para o PPA e a LDO, não há necessidade de um detalhamento tão grande de receitas e despesas. 
Isso vai ocorrer posteriormente, pois a LOA é obrigada a seguir o princípio da especificação. 
 
O princípio veda as autorizações de despesas globais. Atualmente, o princípio da especificação não 
tem status constitucional (não tem previsão constitucional), porém está em pleno vigor por estar 
amparado pela legislação infraconstitucional, como na Lei 4.320/1964, que em seu art. 5º dispõe: 
Art. 5º A Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender 
indiferentemente a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou 
quaisquer outras, ressalvado o disposto no artigo 20 e seu parágrafo único. 
 
As exceções do art. 20 se referem aos programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não 
possam cumprir-se subordinadamente às normas gerais de execução da despesa, como os 
programas de proteção à testemunha que, se tivessem especificação detalhada, perderiam sua 
finalidade. Tais despesas são classificadas como despesas de capital e também chamadas de 
investimentos em regime de execução especial. 
O referido art. 20 ainda determina que os investimentos sejam discriminados na Lei de Orçamento 
segundo os projetos de obras e de outras aplicações. 
A LRF estabelece a vedação de consignação de crédito orçamentário com finalidade imprecisa1, 
exigindo a especificação da despesa. Esse mesmo artigo apresenta outra exceção ao nosso princípio, 
que é a reserva de contingência2. 
A reserva de contingência tem por finalidade atender, além da abertura de créditos adicionais, 
perdas que são episódicas, contingentes ou eventuais. Deve ser prevista em lei sua constituição, com 
vistas a enfrentar prováveis perdas decorrentes de situações emergenciais. Exemplo: despesas 
decorrentes de uma calamidade pública, como uma enchente de grandes proporções. 
 
 
1 Art. 5º, § 4º, da LRF. 
2 Art. 5º, III, da LRF. 
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As exceções dos programas especiais de trabalho e reserva de contingência são 
quanto à dotação global, pois não necessitam de discriminação. Não deve ser 
confundido com dotação ilimitada, que é aquela sem valores definidos. 
Exemplo: recursos para o programa de proteção à testemunha. Dotação ilimitada seria não definir o valor 
no orçamento ou colocar que se pode gastar o quanto for necessário. Não é permitido, sem exceções. Já 
dotação global seria colocar dotação limitada, R$ 20 milhões para o programa, porém sem detalhamento. 
Também a regra seria não ser permitido, porém admite exceções, como nesse programa, pois com um 
detalhamento poderia haver risco de morte para as testemunhas. 
 
 
 Não confundir Orçamento Bruto com Discriminação. 
O princípio da discriminação (ou especialização ou especificação) determina que as receitas e 
despesas devam ser especificadas, demonstrando a origem e a aplicação dos recursos. Tem o 
objetivo de facilitar a função de acompanhamento e controle do gasto público. 
Já o princípio do orçamento bruto impede a inclusão apenas dos montantes líquidos e determina a 
inclusão de receitas e despesas pelos seus totais, não importando se o saldo líquido será positivo ou 
negativo. Por exemplo, a apuração e a divulgação dos dados da arrecadação líquida, sem a indicação 
das deduções previamente efetuadas a título de restituições, ferem o princípio do orçamento bruto. 
 
 
(CESPE - Analista Judiciário – STJ – 2018) É vedada a inclusão de dotações orçamentárias destinadas a 
despesas correntes de propósitos distintos. 
 
De acordo com o princípio da especificação, a Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas 
a atender indiferentemente a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou 
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quaisquer outras, ressalvado o disposto no artigo 20 e seu parágrafo único. Logo, tal princípioveda a inclusão 
de dotações orçamentárias destinadas a despesas correntes de propósitos distintos. 
Resposta: Certa 
 
(CESPE – Oficial Técnico de Inteligência - ABIN – 2018) De acordo com o princípio do orçamento bruto, 
todas as receitas e despesas devem constar da lei de orçamento anual pelos seus totais, vedadas quaisquer 
deduções. 
 
Todas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas quaisquer deduções 
(art. 6º, caput, da Lei 4320/1964). É o princípio do orçamento bruto. 
Resposta: Certa 
 
(FCC – Analista em Gestão – DPE/AM - 2018) Suponha que o Chefe do Executivo do Estado do Amazonas 
tenha encaminhado à Assembleia Legislativa projeto da lei orçamentária relativa ao exercício de 2018 e 
que o mesmo contenha, entre as dotações consignadas, uma de caráter global destinada a suportar 
possíveis majorações de custos em contratos de infraestrutura em curso. Considerando os preceitos 
constitucionais e legais que regem o orçamento público, bem como os princípios que o informam, tal 
circunstância afigura-se inadequada, pois afronta o princípio da anterioridade, segundo o qual as receitas 
só podem estar vinculadas a despesas já materializadas juridicamente. 
 
De acordo com o princípio da discriminação, como regra geral, a receita e a despesa, na lei orçamentária 
anual, devem ser discriminadas de forma detalhada, não se admitindo dotações globais. 
Logo, uma dotação de caráter global destinada a suportar possíveis majorações de custos em contratos de 
infraestrutura em curso afigura-se inadequada, pois afronta o princípio da discriminação ou especialização, 
que veda o estabelecimento de dotações inespecíficas. 
Resposta: Errada 
 
(FCC – Assistente Técnico Administrativo – DPE/AM - 2018) Entre os princípios orçamentários podemos 
destacar o da especificação, também conhecido como da especialidade ou discriminação, o qual, entre 
outros efeitos, enseja a proibição de dotações para despesas de pessoal sem a correspondente vinculação 
à dotação de investimento a que está referenciada. 
 
De acordo com o princípio da discriminação, como regra geral, a receita e a despesa, na lei orçamentária 
anual, devem ser discriminadas de forma detalhada, não se admitindo dotações globais. Tem o objetivo 
de facilitar a função de acompanhamento e controle do gasto público, evitando a chamada “ação guarda-
chuva”, que é aquela ação genérica, mal especificada, com demasiada flexibilidade. 
Resposta: Errada 
 
(FGV – Especialista Legislativo – ALERJ – 2017) A elaboração do orçamento público é baseada em alguns 
princípios que servem como balizadores do formato e do conteúdo do orçamento. A elaboração detalhada 
do orçamento, que expresse a origem dos recursos e sua aplicação em cada exercício está em consonância 
com o princípio da transparência. 
 
O princípio da especificação determina que, na Lei Orçamentária Anual, as receitas e despesas devam ser 
discriminadas, demonstrando a origem e a aplicação dos recursos. 
Resposta: Errada 
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(FCC – Analista Judiciário – TRE/SP - 2017) O princípio do Orçamento Bruto obriga registrarem-se receitas 
e despesas na LOA pelo valor total e bruto, vedadas quaisquer deduções. Ressalvam-se dessa proibição os 
valores que se referirem às transferências constitucionais. 
 
O princípio do orçamento bruto obriga registrarem-se receitas e despesas na LOA pelo valor total e bruto, 
vedadas quaisquer deduções. São exemplos os valores que se referirem às transferências constitucionais, os 
quais devem ser registrados pelos seus valores brutos. 
Resposta: Errada 
 
(FCC – Analista Judiciário – TRT/11 - 2017) O princípio do equilíbrio orçamentário estabelece que tanto as 
receitas quanto as despesas devem ser apresentadas pelos seus valores totais, sem deduções ou 
compensações. 
 
O princípio do orçamento bruto orçamentário estabelece que tanto as receitas quanto as despesas devem 
ser apresentadas pelos seus valores totais, sem deduções ou compensações. 
Resposta: Errada 
 
 
 
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6. PRINCÍPIO DA EXCLUSIVIDADE 
 
O princípio da exclusividade surgiu para evitar que o orçamento fosse utilizado para aprovação de 
matérias sem nenhuma pertinência com o conteúdo orçamentário, em virtude da celeridade do seu 
processo. 
Determina que a Lei Orçamentária não poderá conter matéria estranha à previsão das receitas e à 
fixação das despesas. Exceção se dá para as autorizações de créditos suplementares e operações de 
crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária (ARO). Por exemplo, o orçamento não 
pode conter matéria de Direito Penal. 
Assim, o princípio da exclusividade tem o objetivo de limitar o conteúdo da Lei Orçamentária, 
impedindo que nela se inclua normas pertencentes a outros campos jurídicos, como forma de se 
tirar proveito de um processo legislativo mais rápido. Tais normas que compunham a LOA sem 
nenhuma pertinência com seu conteúdo eram denominadas “caudas orçamentárias” ou 
“orçamentos rabilongos”. Por outro lado, as exceções ao princípio possibilitam uma pequena 
margem de flexibilidade ao Poder Executivo para a realização de alterações orçamentárias. 
 
Possui previsão no art. 165 da CF/1988: 
§ 8º A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da 
despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e 
contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei. 
 
E também no art. 7º da Lei 4.320/1964: 
Art. 7º A Lei de Orçamento poderá conter autorização ao Executivo para: 
I – Abrir créditos suplementares até determinada importância obedecidas as disposições do 
artigo 43; 
II – Realizar em qualquer mês do exercício financeiro, operações de crédito por antecipação da 
receita, para atender a insuficiências de caixa. 
§ 1º Em casos de déficit, a Lei de Orçamento indicará as fontes de recursos que o Poder Executivo 
fica autorizado a utilizar para atender a sua cobertura. 
§ 2° O produto estimado de operações de crédito e de alienação de bens imóveis somente se 
incluirá na receita quando umas e outras forem especificamente autorizadas pelo Poder Legislativo 
em forma que juridicamente possibilite ao Poder Executivo realizá-las no exercício. 
§ 3º A autorização legislativa a que se refere o parágrafo anterior, no tocante a operações de 
crédito, poderá constar da própria Lei de Orçamento. 
 
 
O inciso II foi parcialmente prejudicado e deve ter sua leitura combinada com o art. 38 da Lei de 
Responsabilidade Fiscal, por ser mais restritivo. Estuda-se ARO em tópico específico relacionado ao 
endividamento público, quando previsto no edital. 
Relembro que o gênero créditos adicionais possui três espécies: suplementares, especiais e 
extraordinários. Pelo princípio da exclusividade, a LOA poderá autorizar a abertura de créditos 
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adicionais suplementares, porém não é permitida a autorização para os créditos adicionais especiais 
e extraordinários. 
No que se refere às operações de crédito, entenda, nesse momento, que elas se assemelham a 
empréstimos que o ente contrai para aumentar suas receitas e cobrir suas despesas. 
Finalizando, é fundamental guardar que as exceções ao princípio da exclusividade são créditos 
suplementares e operações de crédito, inclusive por ARO. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pessoal, o que deve ficar claro é que a LOA não pode criar receitas e despesas(respeitadas 
as exceções do princípio da exclusividade). O que eu quero dizer é que uma autorização 
para o aumento de remuneração de uma determinada carreira, por exemplo, não pode 
constar unicamente na LOA. A LOA vai refletir o aumento da despesa (pois toda despesa 
deve estar na LOA), mas esse aumento tem que ser criado por um instrumento legal prévio. 
No caso, seria uma lei anterior autorizando o aumento. O mesmo se aplicaria quando fosse 
necessária a criação de novos cargos públicos. 
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7. PRINCÍPIO DA NÃO AFETAÇÃO (OU NÃO VINCULAÇÃO) DE RECEITAS 
 
O princípio da não vinculação de receitas dispõe que nenhuma receita de impostos poderá ser 
reservada ou comprometida para atender a certos e determinados gastos, salvo as ressalvas 
constitucionais. Está na Constituição Federal, no art. 167, inciso IV: 
Art. 167. São vedados: 
(...) 
IV – a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, ressalvadas a repartição do 
produto da arrecadação dos impostos a que se referem os arts. 158 e 159, a destinação de recursos 
para as ações e serviços públicos de saúde, para manutenção e desenvolvimento do ensino e para 
realização de atividades da administração tributária, como determinado, respectivamente, pelos 
arts. 198, § 2º, 212 e 37, XXII, e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação 
de receita, previstas no art. 165, § 8º, bem como o disposto no § 4º deste artigo. 
(...) 
§ 4º É permitida a vinculação de receitas próprias geradas pelos impostos a que se referem os arts. 
155 e 156, e dos recursos de que tratam os arts. 157, 158 e 159, I, a e b, e II, para a prestação 
de garantia ou contragarantia à União e para pagamento de débitos para com esta. 
 
 
 
 
Pretende-se, com isso, evitar que as vinculações reduzam o grau de liberdade do planejamento, 
porque receitas vinculadas a despesas tornam essas despesas obrigatórias. A principal finalidade do 
princípio em estudo é aumentar a flexibilidade na alocação das receitas de impostos. 
No que couber, aos demais entes são permitidas as mesmas vinculações da União previstas na 
CF/1988. 
 
 
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Veja o parágrafo único do art. 8º da LRF: 
Parágrafo único. Os recursos legalmente vinculados à finalidade específica serão utilizados 
exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação, ainda que em exercício diverso daquele 
em que ocorrer o ingresso. 
 
Na Constituição Federal anterior (Emenda Constitucional 1/1969), o princípio da não vinculação de 
receitas estava relacionado a todos os tributos. A denominação do princípio foi mantida pela maior 
parte da doutrina (não vinculação de receitas), entretanto, agora abrange apenas os impostos, 
coadunando-se com a ideia de que o imposto é o típico tributo de arrecadação não vinculada. Assim, 
a regra geral é que as receitas derivadas dos impostos devem estar disponíveis para custear qualquer 
atividade estatal. 
 
 
 
 
A Constituição pode vincular outros impostos? Sim, por emenda constitucional podem ser 
vinculados outros impostos, mas por lei complementar, ordinária ou qualquer dispositivo 
infraconstitucional, não pode. 
Apenas os impostos não podem ser vinculados por lei. 
 
8. PRINCÍPIO DA PROIBIÇÃO DO ESTORNO 
 
O princípio da proibição do estorno determina que o administrador público não pode transpor, 
remanejar ou transferir recursos sem autorização. Quando houver insuficiência ou carência de 
recursos, deve o Poder Executivo recorrer à abertura de crédito adicional ou solicitar a transposição, 
remanejamento ou transferência, o que deve ser feito com autorização do Poder Legislativo. 
Entretanto, há uma exceção, acrescida pela Emenda Constitucional nº 85, de 2015: ato do Poder 
Executivo, sem necessidade da prévia autorização legislativa, poderá transpor, remanejar ou 
transferir recursos de uma categoria de programação no âmbito das atividades de ciência, 
tecnologia e inovação, com o objetivo de viabilizar os resultados de projetos restritos a essas 
funções. 
 
Caso o recurso seja vinculado, ele deve atender ao objeto de 
sua vinculação, mesmo que em outro exercício financeiro. 
 
Na CF/1988, o princípio veda a vinculação de impostos e não de tributos. 
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Veja os dispositivos constitucionais: 
Art. 167. São vedados: 
(...) 
VI – a transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de 
programação para outra ou de um órgão para outro, sem prévia autorização legislativa. 
(...) 
§ 5º A transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de 
programação para outra poderão ser admitidos, no âmbito das atividades de ciência, tecnologia e 
inovação, com o objetivo de viabilizar os resultados de projetos restritos a essas funções, mediante 
ato do Poder Executivo, sem necessidade da prévia autorização legislativa prevista no inciso VI 
deste artigo. 
 
 
 
 
Os termos remanejamento, transposição e transferência são relacionados pela Constituição Federal 
às situações de destinação de recursos de uma categoria de programação para outra ou de um órgão 
para outro. Foram introduzidos na CF/1988 em substituição à expressão estorno de verba, utilizada 
em constituições anteriores para indicar a mesma proibição. Essa é a origem do princípio da 
proibição do estorno. 
Parte da doutrina considera que são conceitos que devem ser definidos em lei complementar 
(ainda não editada), portanto não poderiam ser definidos por lei ordinária ou outro instrumento 
infralegal. Outros doutrinadores consideram que não há distinção entre os termos. Ainda, outros 
autores definem os termos da seguinte forma: 
 Transposição: É a destinação de recursos de um programa de trabalho para outro, por meio 
de realocações do ente público dentro do mesmo órgão. Por exemplo, se o administrador 
decidir ampliar a construção da sede da secretaria de obras realocando recursos da abertura 
de uma estrada, com ambos os projetos programados e incluídos no orçamento. 
 Remanejamento: É a destinação de recursos de um órgão para outro, por meio de 
realocações do ente público. Por exemplo, a Administração pode realocar as atividades de 
um órgão extinto. 
 Transferência: É a destinação de recursos dentro do mesmo órgão e do mesmo programa 
de trabalho, por meio de realocações de recursos entre as categorias econômicas de 
despesas. Na transferência, as ações envolvidas permanecem em execução, por isso não se 
confunde com os créditos adicionais especiais, nos quais ocorre a implantação de uma 
despesa que não possuía dotação orçamentária. Por exemplo, o Ministério da Educação 
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decide realocar recursos de manutenção de seu prédio para adquirir computadores para uma 
seção que funcionava com computadores antigos. 
Por categoria de programação deve-se entender a função, a subfunção, o programa, o 
projeto/atividade/operação especial e as categorias econômicas de despesas. 
Na verdade, a importância do princípio está em evitar, no decorrer do exercício financeiro, a 
desconfiguração da LOA aprovada pelo Congresso Nacional. Para isso, como regra geral, é necessária 
a autorização legislativa. 
 
9. PRINCÍPIO DA QUANTIFICAÇÃODOS CRÉDITOS ORÇAMENTÁRIOS 
 
O princípio da quantificação dos créditos orçamentários veda a concessão ou utilização de créditos 
ilimitados. Está na CF/1988: 
 
Art. 167. São vedados: 
VII – a concessão ou utilização de créditos ilimitados. 
 
A dotação é o montante de recursos financeiros com que conta o crédito orçamentário. O princípio 
da quantificação dos créditos orçamentários determina que todo crédito na LOA seja autorizado com 
uma respectiva dotação, limitada, ou seja, cada crédito deve ser acompanhado de um valor 
determinado. Assim, não são admitidas dotações ilimitadas, sem exceções. 
 
O art. 59 da Lei 4.320/1964 exige a observância do princípio: 
Art. 59. O empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos. 
 
Para que o empenho (estágio da despesa que “consome” o valor da dotação, por força do 
compromisso assumido) não exceda o limite dos créditos concedidos, tal crédito deve ter um valor 
determinado, limitado, coadunando-se com a regra constitucional da quantificação dos créditos 
orçamentários. 
 
 
 
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10. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE 
 
Todos os instrumentos de planejamento e orçamento, PPA, LDO e LOA e também de créditos 
adicionais são encaminhadas pelo Poder Executivo para discussão e aprovação pelo Congresso 
Nacional. 
O art. 5º da Constituição determina em seu inciso II que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar 
de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”. 
O art. 37 cita os princípios gerais que devem ser seguidos pela Administração Pública, que são 
legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 
Para ser legal, a aprovação do orçamento deve observar o processo legislativo. 
O respaldo ao princípio da legalidade orçamentária também está na Constituição: 
Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: 
I – o plano plurianual; 
II – as diretrizes orçamentárias; 
III – os orçamentos anuais. 
Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento 
anual e aos créditos adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, 
na forma do regimento comum. 
 
Em matéria orçamentária, a Administração Pública subordina-se às prescrições legais. O orçamento 
será, necessariamente, objeto de uma lei, resultante de um processo legislativo completo, apesar 
de possuir um ciclo com características diferenciadas. Assim, como toda lei ordinária cuja iniciativa 
seja do Poder Executivo, é um projeto enviado ao Poder Legislativo, para apreciação e posterior 
devolução, a fim de que ocorra a sanção e a publicação. Logo, legalidade também é princípio 
orçamentário. 
 
11. PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE 
 
O art. 37 da Constituição cita os princípios gerais que devem ser seguidos pela Administração 
Pública, que são legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 
O princípio da publicidade também é orçamentário, pois as decisões sobre orçamento só têm 
validade após a sua publicação em órgão da imprensa oficial. É condição de eficácia do ato a 
divulgação em veículos oficiais de comunicação para conhecimento público, de forma a garantir a 
informação na elaboração e execução do orçamento. Assim, tem-se a possibilidade de acesso para 
qualquer interessado às informações necessárias ao exercício da fiscalização sobre a utilização dos 
recursos arrecadados dos contribuintes. 
 
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(CESPE - Técnico Judiciário – STM – 2018) O princípio da não afetação das receitas veda a vinculação de 
tributos a órgão, fundo ou despesa, ressalvadas as exceções estabelecidas pela CF/1988. 
 
O princípio da não afetação das receitas veda a vinculação de impostos a órgão, fundo ou despesa, 
ressalvadas as exceções estabelecidas pela Constituição Federal de 1988. 
Resposta: Errada 
 
(CESPE – Técnico Municipal de Controle Interno - CGM/JP – 2018) A lei orçamentária anual não pode conter 
dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, de modo que é vedada a autorização 
para a abertura de créditos suplementares e a contratação de operações de crédito, ainda que por 
antecipação de receita, nos termos disciplinados em lei. 
 
A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não 
se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações 
de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei (art. 165, § 8º, da CF/1988). 
Resposta: Errada 
 
(CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) A vedação à inclusão das chamadas caudas 
orçamentárias na lei que fixa as receitas e despesas decorre do princípio da universalidade. 
 
A vedação à inclusão das chamadas caudas orçamentárias na lei que fixa as receitas e despesas decorre do 
princípio da exclusividade, o qual determina que a LOA não poderá conter matéria estranha à previsão das 
receitas e à fixação das despesas. Exceção se dá para as autorizações de créditos suplementares e operações 
de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária (art. 165, § 8º da CF/88). 
Resposta: Errada 
 
(FCC – Técnico Judiciário – TRT/6 – 2018) Um dos princípios orçamentários consagrados na Constituição 
Federal é o da não afetação de receitas de impostos. Constitui exemplo de violação ao referido princípio 
fixação em lei que institui programa habitacional de destinação de percentual de ICMS para consecução 
de seus objetivos. 
 
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Regra do princípio não afetação: é vedada a vinculação de receita de impostos a órgão, fundo ou despesa. 
Exceções: 
- Repartição constitucional dos impostos; 
- Destinação de recursos para a Saúde; 
- Destinação de recursos para o desenvolvimento do ensino; 
- Destinação de recursos para a atividade de administração tributária; 
- Prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita; 
- Garantia, contragarantia à União e pagamento de débitos para com esta. 
 
No que couber, aos demais entes são permitidas as mesmas vinculações da União previstas na CF/1988. São 
exceções constitucionais ao princípio da não afetação, logo tais vinculações não violam o referido princípio. 
Entretanto, a vinculação de um imposto para programas habitacionais viola o princípio da não afetação, pois 
não está previsto entre as exceções constitucionais. 
Resposta: Certa 
 
(FGV – Contador – SEFIN/RO – 2018) O conteúdo orçamentário deve ser divulgado nos veículos oficiais de 
comunicação para conhecimento do público e para eficácia de sua validade. 
 
Conforme o princípio da publicidade, o conteúdo orçamentário deve ser divulgado nos veículos oficiais de 
comunicação para conhecimento do público e para eficácia de sua validade. 
Resposta: Certa 
 
(FGV – Contador – SEFIN/RO – 2018) De acordo com o princípio da especificação, a lei não poderá conter 
dispositivo estranho à fixação das despesas e à previsão das receitas. 
 
De acordo com o princípio da exclusividade, a lei não poderá conter dispositivo estranho à fixação das 
despesas e à previsão das receitas. 
Resposta: Errada 
 
(FCC – Analista Judiciário – TRT/11 - 2017) A abertura de créditos adicionais suplementares fere o princípio 
orçamentário da exclusividade. 
 
A abertura de créditos adicionais suplementares não fere o princípio orçamentário da exclusividade, pois se 
trata de uma exceção ao referido princípio. 
Resposta: Errada 
 
(CONSULPLAN – Analista Judiciário – TRF/2– 2017) A prefeitura de uma grande cidade brasileira fez a sua 
lei do orçamento e, aproveitando a oportunidade de publicação, resolveu incluir na lei um capítulo que 
fez constar o código de ética dos servidores municipais.” A publicação do código de ética na lei do 
orçamento está certa, de acordo com o princípio da Publicidade. 
 
O princípio da exclusividade determina que a LOA não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à 
fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e 
contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei. Logo, a 
publicação do código de ética na LOA está errada, de acordo com o princípio da Exclusividade. 
Resposta: Errada 
 
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12. PRINCÍPIO DA TRANSPARÊNCIA ORÇAMENTÁRIA 
 
A transparência exige que todos os atos de entidades públicas devem ir além da publicidade formal, 
pois determina ampla prestação de contas em diversos meios. A LRF exige ampla divulgação, 
inclusive em meio eletrônico, dos instrumentos de planejamento e orçamento, da prestação de 
contas e de diversos relatórios e anexos: 
 
Art. 48. São instrumentos de transparência da gestão fiscal, aos quais será dada ampla divulgação, 
inclusive em meios eletrônicos de acesso público: os planos, orçamentos e leis de diretrizes 
orçamentárias; as prestações de contas e o respectivo parecer prévio; o Relatório Resumido da 
Execução Orçamentária e o Relatório de Gestão Fiscal; e as versões simplificadas desses 
documentos. 
 
A transparência será assegurada também mediante incentivo à participação popular e realização de 
audiências públicas, durante os processos de elaboração e discussão dos planos, lei de diretrizes 
orçamentárias e orçamentos; da liberação ao pleno conhecimento e acompanhamento da 
sociedade, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e 
financeira, em meios eletrônicos de acesso público; e da adoção de sistema integrado de 
administração financeira e controle, que atenda a padrão mínimo de qualidade estabelecido pelo 
Poder Executivo da União3. 
 
 
 
13. PRINCÍPIO DO EQUILÍBRIO ORÇAMENTÁRIO 
 
O princípio do equilíbrio visa assegurar que as despesas autorizadas não serão superiores à previsão 
das receitas na lei orçamentária anual. 
 
A LRF determina que a lei de diretrizes orçamentárias trate do equilíbrio entre receitas e despesas: 
 
3 Art. 48, § 1º, da LRF. 
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Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição e: 
I – disporá também sobre: 
a) equilíbrio entre receitas e despesas. 
 
Outras áreas, como as relacionadas às finanças públicas, aplicam o princípio do equilíbrio. Por 
exemplo, o art. 9º da LRF também trata do equilíbrio das finanças públicas, só que no aspecto 
financeiro. Determina que “se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá 
não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo 
de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes 
necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, 
segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias”. Outro exemplo é o art. 42, o qual 
veda ao titular de Poder ou órgão, nos últimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair 
obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas 
a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este 
efeito. 
 
 
 
 
 
 
 
A inclusão da reserva de contingência no orçamento também visa, entre outras finalidades, 
assegurar o atendimento ao princípio do equilíbrio no aspecto financeiro. Por exemplo, imagine uma 
situação de calamidade pública, na qual o Poder Público Federal necessite de recursos para ajudar 
na reconstrução de um município destruído por uma inundação. Como não há previsão 
orçamentária, poderá ser utilizada a reserva de contingência. Na ausência dela, haveria um grande 
desequilíbrio entre a previsão inicial de receitas e o aumento imprevisto das necessidades de 
despesas, desestabilizando a execução financeira. 
 
 
 
 
A CF/1988 é realista quanto à possibilidade de ocorrer déficit orçamentário, caso em que as receitas 
sejam menores que as despesas. Assim, o princípio do equilíbrio não tem hierarquia constitucional (não 
está explicitado na CF/1988). No entanto, contabilmente e formalmente o orçamento sempre estará 
equilibrado, pois tal déficit aparece normalmente nas operações de crédito, que também devem constar 
do orçamento. 
 
 
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14. PRINCÍPIO DA PROGRAMAÇÃO 
 
O orçamento deve expressar as realizações e objetivos de forma programada, planejada. O princípio 
da programação decorre da necessidade da estruturação do orçamento em programas, dispondo 
que o orçamento deva ter o conteúdo e a forma de programação. Assim, o princípio da programação 
é decorrente da evolução das funções do orçamento e que não poderia ser observado antes da 
instituição do conceito de orçamento-programa. 
O princípio da programação vincula as normas orçamentárias à consecução e à finalidade do plano 
plurianual e aos programas nacionais, regionais e setoriais de desenvolvimento. 
 
 
15. PRINCÍPIO DA UNIFORMIDADE 
 
O princípio da uniformidade ou consistência dispõe que o orçamento deve manter uma mínima 
padronização ou uniformidade na apresentação de seus dados, de forma a permitir que os usuários 
realizem comparações entre os diversos períodos. O orçamento de cada ente deve apresentar e 
conservar ao longo dos diversos exercícios financeiros uma estrutura que permita comparações 
entre os sucessivos mandatos. Apesar de facilitar para os usuários, tal princípio perdeu um pouco de 
importância, pois atualmente é possível fazer realinhamentos de séries históricas utilizando outros 
meios, que trazem dados passados para a formatação atual. 
 
16. PRINCÍPIO DA CLAREZA 
 
O orçamento público deve ser apresentado em linguagem clara e compreensível a todas as pessoas 
que, por força do ofício ou interesse, precisam manipulá-lo. 
O princípio da clareza ou inteligibilidade dispõe que o orçamento deve ser expresso de forma clara, 
ordenada e completa. Embora diga respeito ao caráter formal, tem grande importância para tornar 
o orçamento um instrumento eficiente de governo e administração. 
 
 
 
 
 
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(CESPE – Oficial Técnico de Inteligência - ABIN – 2018) Decorre do princípio do equilíbrio orçamentário, do 
ponto de vista material, a exigência de que, no orçamento público, haja equilíbrio entre receitas e despesas 
totais, ainda que sejam obtidas operações de crédito para financiar parte das despesas públicas. 
 
O princípio do equilíbrio visa assegurar que as despesas autorizadas não serão superiores à previsão das 
receitas na lei orçamentária anual. Contabilmente e formalmente o orçamento sempre estará equilibrado, 
pois tal déficit aparece normalmente nas operações de crédito, que também devem constar do orçamento. 
Assim, decorre do princípio do equilíbrio orçamentário, do ponto de vista formal, a exigência deque, no 
orçamento público, haja equilíbrio entre receitas e despesas totais, ainda que sejam obtidas operações de 
crédito para financiar parte das despesas públicas. 
Resposta: Errada 
 
(CESPE – Auditor Municipal de Controle Interno - CGM/JP – 2018) Para ser considerada princípio 
orçamentário, a regra deve estar expressamente prevista na Constituição Federal de 1988. 
 
Há princípios orçamentários previstos na CF/1988, mas há princípios previstos em lei e pela doutrina. 
Resposta: Errada 
 
(CESPE - Técnico Judiciário – STJ – 2018) A publicação do orçamento em diário oficial é o ato que garante 
o cumprimento do princípio orçamentário da clareza. 
 
A publicação do orçamento em diário oficial é o ato que garante o cumprimento do princípio orçamentário 
da publicidade. 
Segundo o princípio da clareza, o orçamento público deve ser apresentado em linguagem clara e 
compreensível a todas as pessoas que, por força do ofício ou interesse, precisam manipulá-lo. 
Resposta: Errada 
 
(FGV – Analista Legislativo – Câmara Municipal de Salvador – 2018) A Lei Orçamentária Anual (LOA) deve 
ser aprovada até o final da sessão legislativa do exercício anterior, bem como divulgada em meios 
eletrônicos de acesso público. No caso da LOA municipal, deve ser divulgada nos sites da Câmara de 
Vereadores e da Prefeitura Municipal. Essas exigências de prazo de aprovação e divulgação estão de 
acordo, respectivamente, com os princípios da legalidade e transparência. 
 
Em matéria orçamentária, a Administração Pública subordina-se às prescrições legais. O orçamento será, 
necessariamente, objeto de uma lei, resultante de um processo legislativo completo, apesar de possuir um 
ciclo com características diferenciadas. Assim, como toda lei ordinária cuja iniciativa seja do Poder Executivo, 
é um projeto enviado ao Poder Legislativo, para apreciação e posterior devolução, a fim de que ocorra a 
sanção e a publicação. Logo, legalidade também é princípio orçamentário. 
A transparência exige que todos os atos de entidades públicas devem ir além da publicidade formal, pois 
determina ampla prestação de contas em diversos meios. A LRF exige ampla divulgação, inclusive em meio 
eletrônico, dos instrumentos de planejamento e orçamento, da prestação de contas e de diversos relatórios 
e anexos. 
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Assim, a Lei Orçamentária Anual (LOA) deve ser aprovada até o final da sessão legislativa do exercício anterior 
(legalidade) bem como divulgada em meios eletrônicos de acesso público. No caso da LOA municipal, deve 
ser divulgada nos sites da Câmara de Vereadores e da Prefeitura Municipal (transparência). 
Resposta: Certa 
 
(FCC – Analista Judiciário – TRT/11 - 2017) O princípio do orçamento bruto determina que, na lei 
orçamentária, deverá existir equilíbrio entre os montantes totais de receitas e despesas. 
 
O princípio do equilíbrio determina que, na lei orçamentária, deverá existir equilíbrio entre os montantes 
totais de receitas e despesas. 
Resposta: Errada 
 
(CESPE – Auditor Fiscal de Controle Externo – TCE/SC – 2016) O princípio orçamentário da uniformidade 
pode ser cumprido ainda que dois entes federativos classifiquem uma mesma despesa de formas 
diferentes. 
 
O princípio da uniformidade ou consistência dispõe que o orçamento deve manter uma mínima padronização 
ou uniformidade na apresentação de seus dados, de forma a permitir que os usuários realizem comparações 
entre os diversos períodos. O orçamento deve apresentar e conservar ao longo dos diversos exercícios 
financeiros uma estrutura que permita comparações entre os sucessivos mandatos. Logo, divergências entre 
os orçamentos dos entes federativos não violam o princípio da uniformidade. 
Resposta: Certa 
 
 
 
 
Relembro que, na área do aluno, referente à cada aula, apresento o “MEMENTO DO 
CONCURSEIRO”. O memento é um lembrete/resumo dos principais pontos do conteúdo 
abordado. 
 
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17. LISTA DE QUESTÕES – DESAFIO AFO 
 
Gabarito prontinho para o Desafio. Boa Sorte! Rumo ao seu sonho! 
 
DATA: 
Questão Gabarito Dúvida Questão Gabarito Dúvida Questão Gabarito Dúvida Questão Gabarito Dúvida 
1. 26. 51. 76. 
2. 27. 52. 77. 
3. 28. 53. 78. 
4. 29. 54. 79. 
5. 30. 55. 80. 
6. 31. 56. 81. 
7. 32. 57. 82. 
8. 33. 58. 83. 
9. 34. 59. 84. 
10. 35. 60. 85. 
11. 36. 61. 86. 
12. 37. 62. 87. 
13. 38. 63. 88. 
14. 39. 64. 89. 
15. 40. 65. 90. 
16. 41. 66. 91. 
17. 42. 67. 92. 
18. 43. 68. 93. 
19. 44. 69. 94. 
20. 45. 70. 95. 
21. 46. 71. 96. 
22. 47. 72. 97. 
23. 48. 73. 98. 
24. 49. 74. 99. 
25. 50. 75. 100. 
 
 
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PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS 
 
1) (CESPE - Técnico Judiciário – Área Administrativa – STM – 2018) O princípio da não afetação das 
receitas veda a vinculação de tributos a órgão, fundo ou despesa, ressalvadas as exceções estabelecidas pela 
Constituição Federal de 1988. 
 
2) (CESPE – Oficial Técnico de Inteligência - ABIN – 2018) De acordo com o princípio do orçamento bruto, 
todas as receitas e despesas devem constar da lei de orçamento anual pelos seus totais, vedadas quaisquer 
deduções. 
 
3) (CESPE – Técnico Municipal de Controle Interno - CGM/JP – 2018) A lei orçamentária anual não pode 
conter dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, de modo que é vedada a autorização 
para a abertura de créditos suplementares e a contratação de operações de crédito, ainda que por 
antecipação de receita, nos termos disciplinados em lei. 
 
4) (CESPE – Auditor Municipal de Controle Interno - CGM/JP – 2018) Para ser considerada princípio 
orçamentário, a regra deve estar expressamente prevista na Constituição Federal de 1988. 
 
5) (CESPE – Técnico Municipal de Controle Interno - CGM/JP – 2018) O princípio da unidade 
orçamentária determina que todas as despesas e todas as receitas de todos os poderes, órgãos e fundos 
estejam compreendidas no orçamento. 
 
6) (CESPE - Técnico Judiciário – Área Administrativa – STM – 2018) O princípio orçamentário da unidade 
estabelece que a lei orçamentária anual deve conter todas as receitas e despesas de todos os poderes, 
órgãos, entidades, fundações e fundos instituídos e mantidos pelo poder público. 
 
7) (CESPE - Técnico Judiciário – Área Administrativa – STJ – 2018) A publicação do orçamento em diário 
oficial é o ato que garante o cumprimento do princípio orçamentário da clareza. 
 
8) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) A CF prevê, expressamente, o princípio 
orçamentário da exclusividade. 
 
9) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) A LOA permite a inclusão de dispositivo 
estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. 
 
10) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) A anualidade orçamentária exige que o 
orçamento deva ser aprovado antes do início do exercício financeiro, evitando que a lei nova possa atingir 
fatos passados. 
 
11) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) A vedação à inclusão das chamadas caudas 
orçamentárias na lei que fixa as receitas e despesas decorre do princípio da universalidade. 
 
12) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB– 2018) De acordo com o princípio da unidade, os 
programas e projetos devem ser estabelecidos em um único sistema ou método orçamentário, ainda que 
não haja unidade documental. 
 
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13) (CESPE - Analista Judiciário – Área Administrativa – STJ – 2018) É vedada a inclusão de dotações 
orçamentárias destinadas a despesas correntes de propósitos distintos. 
 
14) (CESPE - Analista Judiciário – Área Administrativa – STJ – 2018) Os princípios da unidade e da 
universalidade são válidos, ainda que haja orçamentos diferentes no âmbito de cada ente da Federação. 
 
15) (CESPE - Técnico Judiciário – Área Administrativa – STM – 2018) O princípio da exclusividade proíbe 
que a lei orçamentária contenha autorização para a contratação de operações de crédito. 
 
16) (CESPE – Oficial Técnico de Inteligência - ABIN – 2018) Decorre do princípio do equilíbrio 
orçamentário, do ponto de vista material, a exigência de que, no orçamento público, haja equilíbrio entre 
receitas e despesas totais, ainda que sejam obtidas operações de crédito para financiar parte das despesas 
públicas. 
 
17) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) Segundo o princípio da não vinculação da 
receita derivada dos impostos, lei específica não poderá tratar de várias espécies de incentivos fiscais 
relativas a tributos diversos e ao mesmo tempo cuidar de matérias afins. 
 
18) (CESPE - Auditor - Contas Públicas - TCE/PE - 2017) Em observância ao princípio da universalidade 
orçamentária, devem estar reunidos no orçamento estadual todos os recursos que um estado-membro 
esteja autorizado a arrecadar e todas as dotações necessárias ao custeio de serviços públicos estaduais. 
 
19) (CESPE – Analista de Controle Externo - Contas Públicas - TCE/PE - 2017) Em razão do princípio da 
exclusividade orçamentária, a lei orçamentária deve conter todas as receitas e despesas, qualquer que seja 
a sua natureza, procedência ou o seu destino. 
 
20) (CESPE – Analista de Gestão - Administração - TCE/PE - 2017) O tratamento dado aos recursos 
destinados à educação e à saúde constitui uma exceção ao princípio orçamentário da não vinculação. 
 
21) (CESPE – Analista de Controle Externo - Contas Públicas - TCE/PE - 2017) Violará o princípio da não 
afetação da receita a promulgação de lei estadual que impuser aos municípios a aplicação em financiamento 
de programa habitacional estadual de 50% do ICMS a eles destinado. 
 
22) (CESPE – Analista de Controle Externo - Contas Públicas - TCE/PE - 2017) De acordo com o princípio 
orçamentário da não afetação — que, no Brasil, é aplicável somente às receitas de impostos —, as receitas 
públicas não podem estar vinculadas a qualquer tipo de despesa pública. 
 
23) (CESPE - Auditor - Contas Públicas - TCE/PE - 2017) Dado o princípio da anualidade orçamentária, os 
orçamentos públicos das diversas esferas de governo devem ter vigência de um exercício financeiro e 
coincidir com o ano civil. 
 
24) (CESPE – Analista de Gestão – Julgamento – TCE/PE – 2017) O caixa único do Tesouro Nacional 
destina-se a efetivar o princípio orçamentário da unidade. 
 
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25) (CESPE – Procurador do Município de Fortaleza - 2017) Decorre do princípio da unidade do orçamento 
a vedação à inclusão, no orçamento, de qualquer dispositivo de lei material que não verse sobre previsão de 
receita ou autorização de despesa. 
 
26) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa - TRE/PE - 2017) O parágrafo único do artigo 20 da Lei 
n.º 4.320/1964, conforme o qual “os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam 
cumprir-se subordinadamente às normas gerais de execução da despesa, poderão ser custeados por 
dotações globais, classificadas entre as despesas de capital”, constitui uma exceção ao princípio da 
especificação. 
 
27) (CESPE – Procurador do Município de Fortaleza - 2017) De acordo com o entendimento do STF, a 
destinação de determinado percentual da receita de ICMS ao financiamento de programa habitacional 
ofende a vedação constitucional de vincular receita de impostos a órgão, fundo ou despesa. 
 
28) (CESPE – Economista e Contador - DPU – 2016) De acordo com o princípio da universalidade 
orçamentária, cada unidade orçamentária deve possuir apenas um orçamento. 
 
29) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) De acordo com o princípio da unidade 
orçamentária, a receita e a despesa, na lei orçamentária anual, devem ser discriminadas de forma detalhada, 
não se admitindo dotações globais. 
 
30) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/8 – 2016) De acordo com a Constituição Federal 
de 1988, a lei orçamentária anual deve compreender o orçamento fiscal, o qual conterá receitas e despesas 
referentes a todas as entidades da administração direta e indireta; o orçamento de investimento das 
empresas estatais; e o orçamento da seguridade social. Esse mandamento constitucional relaciona-se aos 
princípios orçamentários da universalidade e da unidade. 
 
31) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) No Brasil, para determinado período do ano civil, cada 
ente da Federação deve possuir um orçamento para as receitas e um orçamento para as despesas. 
 
32) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/8 – 2016) Os valores estabelecidos para a 
efetivação das despesas autorizadas deverão ser proporcionais aos valores previstos para a arrecadação das 
receitas. Essa afirmativa faz referência ao princípio orçamentário da exclusividade. 
 
33) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) Consoante o princípio da unidade 
orçamentária, à lei orçamentária anual não caberá inclusão de qualquer dispositivo diferente à previsão das 
receitas e à fixação das despesas. 
 
34) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) O PPA segue o princípio da periodicidade 
e seu orçamento é definido bienalmente. 
 
35) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) Por previsão constitucional, a própria LOA 
poderá conter autorização para contratação de operações de crédito por antecipação de receita 
orçamentária. 
 
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36) (CESPE – Auditor Fiscal de Controle Externo – Direito - TCE/SC – 2016) Apesar de os entes federados 
serem obrigados a elaborar um orçamento fiscal, um orçamento de investimento das empresas estatais e 
um orçamento da seguridade social, é correto afirmar que vigora no Brasil o princípio da unidade 
orçamentária. 
 
37) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) Dado o princípio da exclusividade, cada 
ente da Federação deverá ter o seu próprio orçamento. 
 
38) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) De acordo com o princípio do orçamento 
bruto, as receitas devem constar no orçamento pelos seus totais, deduzindo-se destes somente os impostos. 
 
39) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) Dado o princípio da totalidade, o 
orçamento de cada estado deverá conter todas as receitas e despesas de seus órgãos mantidos pelo poder 
público. 
 
40) (CESPE – Auditor Fiscal de Controle Externo – TCE/SC – 2016) O princípio orçamentário da 
uniformidade pode ser cumprido ainda que dois entes federativos classifiquem uma mesma despesa de 
formas diferentes. 
 
41) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) De acordo com o princípio da unidade 
orçamentária, o orçamento da União deve reunir, em única lei, os orçamentos referentes aos Poderes 
Executivo, Legislativo e Judiciário.42) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – SPU/MPOG - 2015) A aplicação do princípio orçamentário 
da especialização pressupõe que um grau maior de discriminação da receita e da despesa interessa 
particularmente aos escalões decisórios superiores, em razão de sua importância para a fiscalização e o 
controle. 
 
43) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) De acordo com o princípio da universalidade, 
o orçamento deve englobar todas as receitas e despesas do Estado para que seja realizada a programação 
financeira de arrecadação de tributos necessários para custear as despesas projetadas pelo governo. 
 
44) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) O princípio orçamentário da unidade, que 
prescreve a formulação de um orçamento único, não é observado pela Constituição Federal brasileira, que 
determina a existência dos orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimentos das estatais. 
 
45) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) Conforme a regra geral do princípio da não 
afetação, estabelecido na Carta Magna brasileira, é vedada a vinculação da receita de impostos a órgão, 
fundo ou despesa. 
 
46) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) A lei orçamentária anual deve incluir 
orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do 
capital social votante; no entanto, a autorização para a abertura de crédito suplementar deve ser conteúdo 
de lei complementar específica. 
 
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47) (CESPE – Auditor Governamental – CGE/PI - 2015) A LOA não deverá conter dispositivo estranho à 
previsão da receita e à fixação da despesa, nem autorização para a contratação de operação de crédito por 
antecipação de receita orçamentária (ARO). 
 
48) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativo - TRE/GO – 2015) De acordo com o princípio do 
orçamento bruto, o montante total de despesas orçamentárias deve ser igual ao montante total de receitas 
orçamentárias. 
 
49) (CESPE – Auditor – FUB - 2015) O princípio orçamentário da não afetação veda a vinculação de 
impostos a órgão, fundo ou despesa, sem ressalvas de repartição do produto da arrecadação. 
 
50) (CESPE – Analista Judiciário – Administração e Contábeis – TJ/CE – 2014) É uma norma passível de 
ser incluída na lei orçamentária anual o estabelecimento de limite percentual para a abertura de créditos 
suplementares 
 
51) (CESPE – Analista Judiciário – Administração e Contábeis – TJ/CE – 2014) O princípio do equilíbrio 
não costuma ser observado no Brasil, visto que o orçamento fiscal geralmente é deficitário. 
 
52) (CESPE – Analista Judiciário – Administração e Contábeis – TJ/CE – 2014) De acordo com o princípio 
da programação, a lei orçamentária anual deve conter tão somente matéria relativa à previsão da receita e 
à fixação da despesa. 
 
53) (CESPE – Analista Judiciário – Administração e Contábeis – TJ/CE – 2014) O princípio da não afetação 
das receitas determina que o produto da arrecadação dos tributos não pode estar vinculado a órgão, fundo 
ou despesa. 
 
54) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) Em que pese a previsão constitucional 
do princípio da exclusividade orçamentária, é permitido que a LOA autorize previamente a abertura de 
operações de crédito. 
 
55) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) De acordo com o princípio orçamentário 
da totalidade, deve-se evitar que dotações globais sejam inseridas na LOA. 
 
56) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) A lei orçamentária anual (LOA) não 
contém dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, em face do princípio da 
especificação. 
 
57) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – MDIC – 2014) O princípio orçamentário da legalidade é 
estabelecido pela norma constitucional segundo a qual é vedada a realização de operações de créditos que 
excedam o montante das despesas de capital. Serão ressalvadas, porém, as operações de crédito autorizadas 
com finalidade precisa, mediante créditos suplementares ou especiais aprovados pelo Poder Legislativo por 
maioria absoluta. 
 
58) (CESPE – Técnico da Administração Pública – TCDF – 2014) Suponha que determinado município 
tenha instituído contribuição de melhoria sobre imóveis localizados próximos de obra pública concluída. 
Nessa situação, em respeito ao princípio da não vinculação, o município estará proibido de determinar a 
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destinação do produto da arrecadação da referida contribuição ao atendimento de despesa pública 
específica. 
 
59) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014) O princípio da exclusividade tem 
o objetivo de impedir que a lei de orçamento seja utilizada como meio de aprovação de matérias estranhas 
às questões orçamentárias. 
 
60) (CESPE – Técnico da Administração Pública – TCDF – 2014) O princípio da universalidade está expresso 
no dispositivo constitucional que proíbe a concessão ou utilização de créditos ilimitados. 
 
61) (CESPE – Agente Administrativo – Polícia Federal – 2014) De acordo com o princípio da unidade, ou 
da totalidade orçamentária, todos os entes federados devem reunir seus diferentes orçamentos em uma 
única lei orçamentária, que consolidará todas as receitas e despesas públicas do Estado. 
 
62) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014) O princípio do orçamento bruto, 
embora bastante representativo, não está integrado à legislação brasileira. 
 
63) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCDF – 2014) Atende ao princípio da unidade orçamentária a 
inclusão, na lei orçamentária, do orçamento de investimento de empresa em que a União detenha 
participação, ainda que sem direito a voto. 
 
64) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014) As cotas de receita que uma 
entidade pública deva transferir a outra serão incluídas como receita no orçamento da entidade obrigada à 
transferência. 
 
65) (CESPE – Analista Administrativo - ICMBio – 2014) Para evitar dupla contagem, os registros das 
receitas e despesas na lei orçamentária anual (LOA) devem ser realizados pelos seus valores líquidos, 
abatendo os impostos e as taxas. 
 
66) (CESPE – Agente Administrativo - MTE – 2014) Nas transferências de créditos orçamentários, a 
despesa do órgão transferidor é registrada como dedução das receitas arrecadadas a fim de evidenciar o 
valor líquido da receita pertencente ao órgão arrecadador. 
 
67) (CESPE – Analista Administrativo – ANTAQ - 2014) O princípio da anualidade orçamentária determina 
que o orçamento de cada um dos entes da Federação deve ser elaborado e encaminhado ao Poder Legislativo 
no ano anterior ao da sua execução. 
 
68) (CESPE – Analista – Orçamento, Gestão Financeira e Controle/Serviços Técnicos e Administrativos – 
TCDF – 2014) Considera-se respeitado o princípio da unidade orçamentária ainda que a lei orçamentária 
anual seja composta por três orçamentos diferentes, como ocorre no Brasil. 
 
69) (CESPE – Administrador - Polícia Federal – 2014) Na contabilização do total de receitas, deduzir o 
valor a ser inscrito na dívida ativa tributária da União descumpre o princípio orçamentário da programação. 
 
70) (CESPE – Contador - MTE – 2014) A Constituição Federal de 1988 (CF) veda a vinculação da receita de 
tributos e contribuições de competência federal a órgão, fundo ou despesa, ressalvada a repartição do 
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produto da arrecadação dealguns impostos, elencados em rol taxativo, para as finalidades estabelecidas no 
texto constitucional. 
 
71) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014) O princípio da especialização 
contribui para o trabalho fiscalizador dos parlamentos sobre as finanças executivas. 
 
72) (CESPE – Auditor de Controle Externo – Ciências Contábeis - TCE/RO – 2013) Caso seja aprovada lei 
complementar que revogue a norma segundo a qual o exercício financeiro deva coincidir com o ano civil, 
mas que mantenha o intervalo de doze meses para o ciclo orçamentário, o princípio orçamentário da 
anualidade permanecerá em vigor. 
 
73) (CESPE – Auditor de Controle Externo – Direito - TCE/RO – 2013) De acordo com o princípio 
orçamentário da universalidade, o aumento de tributos definido após aprovação do orçamento e antes do 
início do exercício financeiro seguinte poderá ser cobrado apenas no exercício financeiro subsequente. 
 
74) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) De acordo com o princípio da unidade, 
o ente governamental deve dispor de apenas um orçamento, que inclua todas as receitas estimadas e 
despesas fixadas pelo Estado. 
 
75) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013) Por ser uma inciativa do executivo e em 
virtude da independência entre os poderes, a Lei Orçamentária Anual (LOA) não dispõe acerca dos valores 
destinados ao pagamento de pessoal dos poderes Legislativo e Judiciário. 
 
76) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) O princípio da anualidade orçamentária 
fundamenta-se em critérios puramente técnicos, relativos às questões operacionais de apuração contábil da 
receita e da despesa, não estando relacionado, portanto, com o controle político do Poder Executivo. 
 
77) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/10 – 2013) As dotações globais destinadas a 
atender indiferentemente despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer 
outras não serão consignadas à lei de orçamento. Entretanto, poderão ser custeados por dotações globais, 
classificadas entre as despesas de capital, os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não se 
possam cumprir subordinadamente às normas gerais de execução da despesa. 
 
78) (CESPE - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Propriedade Industrial – Gestão 
Financeira - INPI – 2013) A LOA é peça técnica voltada para a operacionalização do planejamento 
governamental, assim não é necessária a observância do princípio da publicidade, visto que o PPA e a LDO já 
cumprem a função de tornar público para a sociedade quais são os objetivos dos governos e que meios serão 
utilizados para alcançá-los. 
 
79) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) Para a garantia dos recursos necessários 
a investimentos na infraestrutura de transporte urbano no Brasil, é permitida pela CF a vinculação das 
receitais próprias geradas pela arrecadação de impostos sobre a propriedade de veículos automotores. 
 
80) (CESPE – Auditor Fiscal do Trabalho - MTE – 2013) A evolução ocorrida nas funções do orçamento, 
que deixou de ser um mero instrumento de autorização para se tornar ferramenta de auxílio efetivo da 
administração, gerou um novo princípio, o da programação. 
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81) (CESPE - Analista Administrativo – Administrador - ANP – 2013) De acordo com o princípio da 
especialização, a lei orçamentária deverá conter apenas matéria financeira, excluindo qualquer dispositivo 
estranho à estimativa de receitas do orçamento. 
 
82) (CESPE - Analista Administrativo – Administrador – TRE/MS – 2013) Os princípios orçamentários 
estão sujeitos a transformações de conceito e significação, pois não têm caráter absoluto ou dogmático e 
suas formulações originais não atendem, necessariamente, ao universo econômico-financeiro do Estado 
moderno. 
 
83) (CESPE – Técnico Administrativo – ANTT – 2013) O impedimento à apropriação de receitas de 
impostos, com exceção das ressalvas previstas na Constituição Federal de 1988 (CF), tipifica o princípio da 
não vinculação das receitas. 
 
84) (CESPE - Assistente em Administração - FUB – 2013) A autorização para a abertura de créditos 
suplementares e a contratação de operações de crédito são excepcionalidades ao princípio da exclusividade 
no que se refere à lei orçamentária. 
 
85) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCU – 2013) Quando a Constituição Federal determina que 
percentual do valor arrecadado de um tributo de competência de determinado ente deva ser transferido a 
outro, cada um desses entes registrará como receita exclusivamente e diretamente a sua respectiva parcela. 
 
86) (CESPE - Assistente em Administração - FUB – 2013) O princípio do equilíbrio é uma importante 
ferramenta de controle dos gastos e da dívida pública por estabelecer que o total da despesa orçamentária 
tenha como limite a receita orçamentária prevista para o exercício financeiro. 
 
87) (CESPE – Procurador Federal – AGU – 2013) A lei orçamentária anual deve contemplar apenas 
dispositivos relacionados à previsão da receita e à fixação da despesa, ressalvada, nos termos da lei, a 
autorização para a abertura de créditos suplementares e a contratação de operações de crédito, ainda que 
por antecipação de receita. 
 
88) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013) Caso uma prefeitura crie, por meio da 
vinculação de receitas de impostos, uma garantia de recursos para a colocação de asfalto em todas as vias 
municipais, ela violará o princípio da não afetação de receitas. 
 
89) (CESPE – Administrador – Ministério da Integração - 2013) A inclusão pelo Poder Executivo, na 
proposta de lei orçamentária anual (LOA), de dispositivo que autorize o governo federal a contratar 
determinado empréstimo com instituição financeira estrangeira não viola o princípio orçamentário da 
exclusividade. 
 
90) (CESPE – Analista Técnico Administrativo – Ministério da Integração - 2013) O princípio da 
universalidade possibilita ao Legislativo impedir o Executivo de realizar qualquer operação de receita ou 
despesa sem prévia autorização parlamentar. 
 
91) (CESPE – Analista – Infraestrutura e Logística - BACEN – 2013) É vedada a vinculação de receita de 
qualquer espécie a órgão, fundo ou despesa, ressalvados os casos autorizados na Constituição Federal. 
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92) (CESPE – Analista Administrativo – Contábeis - ANTT – 2013) A lei orçamentária anual pode conter 
dispositivo autorizando a abertura de créditos suplementares e a contratação de operações de crédito, ainda 
que por antecipação de receita. 
 
93) (CESPE – Técnico Administrativo – ANTT – 2013) A proibição relativa à inserção, na lei orçamentária, 
de norma estranha à previsão da receita e à fixação da despesa advém do princípio da universalidade. 
 
94) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – CNJ - 2013) Considerando que João seja responsável pela 
elaboração da proposta orçamentária de um tribunal federal, que irá compor o projeto de lei orçamentária 
anual (LOA) para 2014. Ao inserir na proposta todas as despesas previstas para o exercício seguinte, João 
atenderá ao princípio da especificação. 
 
95) (CESPE - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Propriedade Industrial – Gestão 
Financeira - INPI – 2013) Para permitir que haja maior controle nos gastos públicos, o princípio da unidade 
propõe que os orçamentos de todos os entes federados (União, estados e municípios) sejam reunidos em 
uma única peça orçamentária, que assume a função de orçamento nacional unificado. 
 
96) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – Ministérioda Integração - 2013) A lei orçamentária 
contém a discriminação da receita e da despesa, evidenciando, assim, a política econômico-financeira e o 
programa de trabalho do governo, respeitando-se os princípios da unidade, da universalidade e da 
anualidade. 
 
97) (CESPE – Analista - Planejamento e Orçamento - MPU – 2013) Na Lei Orçamentária Anual, a 
autorização, para a abertura de créditos suplementares é exceção ao princípio orçamentário da não afetação 
de receita. 
 
98) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) Para a obtenção de maior transparência 
e clareza na previsão de despesas e fixação de receitas constantes na lei orçamentária anual, permite-se a 
dedução das receitas que não serão efetivamente convertidas em caixa, sem que, para isso, seja necessário 
descriminar os valores originais. Ao prever tal procedimento, a legislação observa o princípio do orçamento 
bruto. 
 
99) (CESPE – Analista Administrativo – ANCINE – 2013) A abertura de créditos suplementares e a 
contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, contraria o princípio da 
exclusividade. 
 
100) (CESPE - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Propriedade Industrial – Gestão 
Financeira - INPI – 2013) O princípio do orçamento bruto refere-se à apresentação dos valores do modo mais 
simples possível, ou seja, após todas as deduções brutas terem sido realizadas. 
 
 
 
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==1536d0==
 
 
 
 
 
 
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18. GABARITO 
Questão Gabarito 
1. E 
2. C 
3. E 
4. E 
5. E 
6. E 
7. E 
8. C 
9. E 
10. E 
11. E 
12. C 
13. C 
14. C 
15. E 
16. E 
17. E 
18. C 
19. E 
20. C 
21. C 
22. C 
23. E 
24. E 
25. E 
26. C 
27. C 
28. E 
29. E 
30. C 
31. E 
32. E 
33. E 
34. E 
35. C 
36. C 
37. E 
38. E 
39. E 
40. C 
41. C 
42. E 
43. C 
44. E 
45. C 
46. E 
47. E 
48. E 
49. E 
50. C 
51. E 
52. E 
53. E 
54. C 
55. E 
56. E 
57. E 
58. E 
59. C 
60. E 
61. E 
62. E 
63. E 
64. E 
65. E 
66. E 
67. E 
68. C 
69. E 
70. E 
71. C 
72. E 
73. E 
74. C 
75. E 
76. E 
77. C 
78. E 
79. E 
80. C 
81. E 
82. C 
83. C 
84. C 
85. E 
86. C 
87. C 
88. C 
89. C 
90. C 
91. E 
92. C 
93. E 
94. E 
95. E 
96. C 
97. E 
98. E 
99. E 
100. E 
 
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19. QUESTÕES COMENTADAS 
 
PRINCÍPIOS ORÇAMENTÁRIOS 
 
1) (CESPE - Técnico Judiciário – Área Administrativa – STM – 2018) O princípio da não afetação das 
receitas veda a vinculação de tributos a órgão, fundo ou despesa, ressalvadas as exceções estabelecidas 
pela Constituição Federal de 1988. 
 
O princípio da não afetação das receitas veda a vinculação de impostos a órgão, fundo ou despesa, 
ressalvadas as exceções estabelecidas pela Constituição Federal de 1988. 
Resposta: Errada 
 
2) (CESPE – Oficial Técnico de Inteligência - ABIN – 2018) De acordo com o princípio do orçamento 
bruto, todas as receitas e despesas devem constar da lei de orçamento anual pelos seus totais, vedadas 
quaisquer deduções. 
 
O Princípio do Orçamento Bruto está na Lei 4.320/1964: 
 “Art. 6º Todas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas quaisquer 
deduções. 
Resposta: Certa 
 
3) (CESPE – Técnico Municipal de Controle Interno - CGM/JP – 2018) A lei orçamentária anual não 
pode conter dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, de modo que é vedada a 
autorização para a abertura de créditos suplementares e a contratação de operações de crédito, ainda que 
por antecipação de receita, nos termos disciplinados em lei. 
 
A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não 
se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações 
de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei (art. 165, § 8º, da CF/1988). 
Resposta: Errada 
 
4) (CESPE – Auditor Municipal de Controle Interno - CGM/JP – 2018) Para ser considerada princípio 
orçamentário, a regra deve estar expressamente prevista na Constituição Federal de 1988. 
 
Há princípios orçamentários previstos na CF/1988, mas há princípios previstos em lei e pela doutrina. 
Resposta: Errada 
 
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5) (CESPE – Técnico Municipal de Controle Interno - CGM/JP – 2018) O princípio da unidade 
orçamentária determina que todas as despesas e todas as receitas de todos os poderes, órgãos e fundos 
estejam compreendidas no orçamento. 
 
O princípio da universalidade orçamentária determina que todas as despesas e todas as receitas de todos 
os poderes, órgãos e fundos estejam compreendidas no orçamento. 
Resposta: Errada 
 
6) (CESPE - Técnico Judiciário – Área Administrativa – STM – 2018) O princípio orçamentário da 
unidade estabelece que a lei orçamentária anual deve conter todas as receitas e despesas de todos os 
poderes, órgãos, entidades, fundações e fundos instituídos e mantidos pelo poder público. 
 
O princípio orçamentário da universalidade estabelece que a lei orçamentária anual deve conter todas as 
receitas e despesas de todos os poderes, órgãos, entidades, fundações e fundos instituídos e mantidos pelo 
poder público. 
Resposta: Errada 
 
7) (CESPE - Técnico Judiciário – Área Administrativa – STJ – 2018) A publicação do orçamento em diário 
oficial é o ato que garante o cumprimento do princípio orçamentário da clareza. 
 
A publicação do orçamento em diário oficial é o ato que garante o cumprimento do princípio orçamentário 
da publicidade. 
Segundo o princípio da clareza, o orçamento público deve ser apresentado em linguagem clara e 
compreensível a todas as pessoas que, por força do ofício ou interesse, precisam manipulá-lo. 
Resposta: Errada 
 
8) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) A CF prevê, expressamente, o princípio 
orçamentário da exclusividade. 
 
De acordo com o princípio constitucional orçamentário da exclusividade, a lei orçamentária anual não 
conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a 
autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por 
antecipação de receita, nos termos da lei (art. 165, § 8º da CF/1988). 
Resposta: Certa 
 
9) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) A LOA permite a inclusão de dispositivo 
estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. 
 
A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não 
se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações 
de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei (art. 165, § 8º, da CF/1988). 
Resposta: Errada 
 
10) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) A anualidade orçamentária exige que o 
orçamento deva ser aprovado antes do início do exercício financeiro, evitando que a lei nova possa atingir 
fatos passados. 
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A anualidade orçamentária exige que o orçamento deva ser aprovado para um ano ou umexercício 
financeiro. 
Resposta: Errada 
 
11) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) A vedação à inclusão das chamadas caudas 
orçamentárias na lei que fixa as receitas e despesas decorre do princípio da universalidade. 
 
A vedação à inclusão das chamadas caudas orçamentárias na lei que fixa as receitas e despesas decorre do 
princípio da exclusividade, o qual determina que a Lei Orçamentária não poderá conter matéria estranha à 
previsão das receitas e à fixação das despesas. Exceção se dá para as autorizações de créditos suplementares 
e operações de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária (art. 165, § 8º da CF/88). 
Resposta: Errada 
 
12) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) De acordo com o princípio da unidade, os 
programas e projetos devem ser estabelecidos em um único sistema ou método orçamentário, ainda que 
não haja unidade documental. 
 
Segundo o princípio da unidade, o orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas um orçamento, e não 
mais que um para cada ente da Federação em cada exercício financeiro. Houve uma remodelação pela 
doutrina do princípio da unidade, de forma que abrangesse as novas situações, sendo por muitos 
denominado de princípio da totalidade, sendo construído, então, para possibilitar a coexistência de múltiplos 
orçamentos que, entretanto, devem sofrer consolidação. O princípio da totalidade não necessariamente 
significa um documento único, já que o processo de integração planejamento-orçamento tornou o 
orçamento necessariamente multidocumental, em virtude da aprovação, por leis diferentes, dos vários 
instrumentos de planejamento, com datas de encaminhamento diferentes para aprovação pelo Poder 
Legislativo. Em que pesem tais documentos serem distintos, devem obrigatoriamente ser compatibilizados 
entre si. 
Resposta: Certa 
 
13) (CESPE - Analista Judiciário – Área Administrativa – STJ – 2018) É vedada a inclusão de dotações 
orçamentárias destinadas a despesas correntes de propósitos distintos. 
 
Segundo a Lei 4320/64, “Art. 5º A Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas a atender 
indiferentemente a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou quaisquer outras, 
ressalvado o disposto no artigo 20 e seu parágrafo único.” Trata-se do princípio da especificação ou 
discriminação ou especialização. 
Resposta: Certa 
 
14) (CESPE - Analista Judiciário – Área Administrativa – STJ – 2018) Os princípios da unidade e da 
universalidade são válidos, ainda que haja orçamentos diferentes no âmbito de cada ente da Federação. 
 
Coube à doutrina tratar de reconceituar o princípio da unidade de forma que abrangesse as novas situações. 
Surgiu, então, o princípio da totalidade, que possibilitava a coexistência de múltiplos orçamentos que, 
entretanto, devem sofrer consolidação, de forma a permitir uma visão geral do conjunto das finanças 
públicas. A Constituição de 1988 trouxe melhor entendimento para a questão ao precisar a composição do 
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orçamento anual que passará a ser integrado pelas seguintes partes: a) orçamento fiscal; b) orçamento da 
seguridade social e c) orçamento de investimentos das estatais. Este modelo, em linhas gerais segue o 
princípio da totalidade. 
O que não pode existir são duas leis orçamentárias para o mesmo exercício financeiro no mesmo ente da 
federação. 
Resposta: Certa 
 
15) (CESPE - Técnico Judiciário – Área Administrativa – STM – 2018) O princípio da exclusividade proíbe 
que a lei orçamentária contenha autorização para a contratação de operações de crédito. 
 
A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não 
se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações 
de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei (art. 165, § 8º, da CF/1988). 
Resposta: Errada 
 
16) (CESPE – Oficial Técnico de Inteligência - ABIN – 2018) Decorre do princípio do equilíbrio 
orçamentário, do ponto de vista material, a exigência de que, no orçamento público, haja equilíbrio entre 
receitas e despesas totais, ainda que sejam obtidas operações de crédito para financiar parte das despesas 
públicas. 
 
O princípio do equilíbrio visa assegurar que as despesas autorizadas não serão superiores à previsão das 
receitas na lei orçamentária anual. 
A CF/1988 é realista quanto à possibilidade de ocorrer déficit orçamentário, caso em que as receitas sejam 
menores que as despesas. Assim, o princípio do equilíbrio não tem hierarquia constitucional (não está 
explicitado na CF/1988). No entanto, contabilmente e formalmente o orçamento sempre estará equilibrado, 
pois tal déficit aparece normalmente nas operações de crédito, que também devem constar do orçamento. 
Assim, decorre do princípio do equilíbrio orçamentário, do ponto de vista formal, a exigência de que, no 
orçamento público, haja equilíbrio entre receitas e despesas totais, ainda que sejam obtidas operações de 
crédito para financiar parte das despesas públicas. 
Resposta: Errada 
 
17) (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 2018) Segundo o princípio da não vinculação da 
receita derivada dos impostos, lei específica não poderá tratar de várias espécies de incentivos fiscais 
relativas a tributos diversos e ao mesmo tempo cuidar de matérias afins. 
 
Qualquer subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de crédito presumido, anistia ou 
remissão, relativos a impostos, taxas ou contribuições, só poderá ser concedido mediante lei específica, 
federal, estadual ou municipal, que regule exclusivamente as matérias acima enumeradas ou o 
correspondente tributo ou contribuição (art. 150, § 6º, da CF/1988). Entretanto, o princípio da não 
vinculação de receitas dispõe que nenhuma receita de impostos poderá ser reservada ou comprometida 
para atender a certos e determinados gastos, salvo as ressalvas constitucionais. 
Resposta: Errada 
 
18) (CESPE - Auditor - Contas Públicas - TCE/PE - 2017) Em observância ao princípio da universalidade 
orçamentária, devem estar reunidos no orçamento estadual todos os recursos que um estado-membro 
esteja autorizado a arrecadar e todas as dotações necessárias ao custeio de serviços públicos estaduais. 
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De acordo com o princípio da universalidade, o orçamento deve conter todas as receitas e despesas 
referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da Administração direta e indireta. 
Resposta: Certa 
 
19) (CESPE – Analista de Controle Externo - Contas Públicas - TCE/PE - 2017) Em razão do princípio da 
exclusividade orçamentária, a lei orçamentária deve conter todas as receitas e despesas, qualquer que 
seja a sua natureza, procedência ou o seu destino. 
 
De acordo com o princípio da universalidade, o orçamento deve conter todas as receitas e despesas 
referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da Administração direta e indireta. 
Resposta: Errada 
 
20) (CESPE – Analista de Gestão - Administração - TCE/PE - 2017) O tratamento dado aos recursos 
destinados à educação e à saúde constitui uma exceção ao princípio orçamentário da não vinculação. 
 
O princípio da não vinculação (ou não afetação) de receitas dispõe que nenhuma receita de impostos poderá 
ser reservada ou comprometida para atender a certos e determinados gastos, salvo as ressalvas 
constitucionais. São elas: 
As exceções constitucionais são: 
• Repartição constitucional dos impostos; 
• Destinação de recursos para a Saúde; 
• Destinação de recursos para o desenvolvimento do ensino; 
• Destinação de recursos paraa atividade de administração tributária; 
• Prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita; 
• Garantia, contragarantia à União e pagamento de débitos para com esta. 
 
Resposta: Certa 
 
21) (CESPE – Analista de Controle Externo - Contas Públicas - TCE/PE - 2017) Violará o princípio da não 
afetação da receita a promulgação de lei estadual que impuser aos municípios a aplicação 
em financiamento de programa habitacional estadual de 50% do ICMS a eles destinado. 
 
O princípio da não vinculação de receitas dispõe que nenhuma receita de impostos poderá ser reservada ou 
comprometida para atender a certos e determinados gastos, salvo as ressalvas constitucionais. Como tais 
exceções não incluem vinculações de impostos para programas habitacionais, uma ação nesse sentido 
violará o princípio da não afetação de receitas. 
Resposta: Certa 
 
22) (CESPE – Analista de Controle Externo - Contas Públicas - TCE/PE - 2017) De acordo com o princípio 
orçamentário da não afetação — que, no Brasil, é aplicável somente às receitas de impostos —, as receitas 
públicas não podem estar vinculadas a qualquer tipo de despesa pública. 
 
O princípio da não vinculação de receitas dispõe que nenhuma receita de impostos poderá ser reservada ou 
comprometida para atender a certos e determinados gastos, salvo as ressalvas constitucionais. 
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O CESPE considera como certas questões que simplesmente trazem a regra geral corretamente, sem falar 
nada sobre exceções. O que é considerado erro para o CESPE é a questão falar que não há exceções ou 
qualquer conteúdo nesse sentido. Ou, ainda, será considerada errada a questão que apresentar outros erros, 
como abordar de forma incorreta a regra geral ou suas exceções. 
Resposta: Certa 
 
23) (CESPE - Auditor - Contas Públicas - TCE/PE - 2017) Dado o princípio da anualidade orçamentária, 
os orçamentos públicos das diversas esferas de governo devem ter vigência de um exercício financeiro e 
coincidir com o ano civil. 
 
Segundo o princípio da anualidade, o orçamento deve ser elaborado e autorizado para um período de tempo 
chamado exercício financeiro. Já a Lei 4.320/64 determina que o exercício financeiro coincida com o ano 
civil. Entretanto, a doutrina majoritária defende que o fato do exercício financeiro coincidir ou não com o 
ano civil não afeta o princípio da anualidade. 
Resposta: Errada 
 
24) (CESPE – Analista de Gestão – Julgamento – TCE/PE – 2017) O caixa único do Tesouro Nacional 
destina-se a efetivar o princípio orçamentário da unidade. 
 
O caixa único do Tesouro efetiva o princípio financeiro da unidade de caixa e não o da unidade orçamentária, 
o qual está relacionado a existência de apenas um orçamento para cada ente da Federação em cada exercício 
financeiro. 
Resposta: Errada 
 
25) (CESPE – Procurador do Município de Fortaleza - 2017) Decorre do princípio da unidade do 
orçamento a vedação à inclusão, no orçamento, de qualquer dispositivo de lei material que não verse 
sobre previsão de receita ou autorização de despesa. 
 
De acordo com o princípio da exclusividade, a lei orçamentária anual deve conter tão somente matéria 
relativa à previsão da receita e à fixação da despesa. Exceção se dá para as autorizações de créditos 
suplementares e operações de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária. 
Resposta: Errada 
 
26) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa - TRE/PE - 2017) O parágrafo único do artigo 20 da Lei 
n.º 4.320/1964, conforme o qual “os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não possam 
cumprir-se subordinadamente às normas gerais de execução da despesa, poderão ser custeados por 
dotações globais, classificadas entre as despesas de capital”, constitui uma exceção ao princípio da 
especificação. 
 
De acordo com o princípio da especificação, a Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas 
a atender indiferentemente a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou 
quaisquer outras. 
Entretanto, há exceções. São os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não podem cumprir-
se subordinadamente às normas gerais de execução da despesa. Tais despesas são classificadas como 
despesas de capital e também chamadas de investimentos em regime de execução especial. 
Resposta: Certa 
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27) (CESPE – Procurador do Município de Fortaleza - 2017) De acordo com o entendimento do STF, a 
destinação de determinado percentual da receita de ICMS ao financiamento de programa habitacional 
ofende a vedação constitucional de vincular receita de impostos a órgão, fundo ou despesa. 
 
O princípio da não vinculação de receitas dispõe que nenhuma receita de impostos poderá ser reservada ou 
comprometida para atender a certos e determinados gastos, respeitadas as exceções constitucionais, as 
quais não se incluem a vinculação para programas habitacionais. Logo, um estado não poderia vincular ICMS 
para tais programas. 
Resposta: Certa 
 
28) (CESPE – Economista e Contador - DPU – 2016) De acordo com o princípio da universalidade 
orçamentária, cada unidade orçamentária deve possuir apenas um orçamento. 
 
De acordo com o princípio da unidade orçamentária, cada ente deve possuir apenas um orçamento. 
Resposta: Errada 
 
29) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) De acordo com o princípio da unidade 
orçamentária, a receita e a despesa, na lei orçamentária anual, devem ser discriminadas de forma 
detalhada, não se admitindo dotações globais. 
 
De acordo com o princípio da especificação, como regra geral, a receita e a despesa, na lei orçamentária 
anual, devem ser discriminadas de forma detalhada, não se admitindo dotações globais. 
Resposta: Errada 
 
30) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/8 – 2016) De acordo com a Constituição Federal 
de 1988, a lei orçamentária anual deve compreender o orçamento fiscal, o qual conterá receitas e despesas 
referentes a todas as entidades da administração direta e indireta; o orçamento de investimento das 
empresas estatais; e o orçamento da seguridade social. Esse mandamento constitucional relaciona-se aos 
princípios orçamentários da universalidade e da unidade. 
 
De acordo com a CF/1988, a LOA deve compreender o orçamento fiscal, o orçamento de investimento das 
empresas estatais e o orçamento da seguridade social. Esse mandamento constitucional relaciona-se aos 
princípios orçamentários da universalidade (todas as receitas e despesas na LOA) e da unidade (todos os 
orçamentos em uma só LOA). 
Resposta: Certa 
 
31) (CESPE – Agente Administrativo - DPU – 2016) No Brasil, para determinado período do ano civil, 
cada ente da Federação deve possuir um orçamento para as receitas e um orçamento para as despesas. 
 
No Brasil, para determinado período do ano civil, cada ente da Federação deve possuir um único orçamento 
para as receitas e para as despesas (e não um orçamento somente para as receitas e outro somente para as 
despesas). 
Resposta: Errada 
 
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32) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/8 – 2016) Os valores estabelecidos para a 
efetivação das despesas autorizadas deverão ser proporcionais aos valores previstos para a arrecadação 
das receitas. Essa afirmativa faz referência ao princípio orçamentário da exclusividade. 
 
Os valores estabelecidos para a efetivação das despesas autorizadas deverão ser proporcionais aos valores 
previstos para a arrecadaçãodas receitas. Essa afirmativa se aproxima do princípio do equilíbrio. 
Resposta: Errada 
 
33) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) Consoante o princípio da unidade 
orçamentária, à lei orçamentária anual não caberá inclusão de qualquer dispositivo diferente à previsão 
das receitas e à fixação das despesas. 
 
Consoante o princípio da exclusividade, como regra geral, à lei orçamentária anual não caberá inclusão de 
qualquer dispositivo diferente à previsão das receitas e à fixação das despesas. 
Resposta: Errada 
 
34) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) O PPA segue o princípio da 
periodicidade e seu orçamento é definido bienalmente. 
 
Segundo o princípio da anualidade ou periodicidade, o orçamento deve ser elaborado e autorizado para um 
período de um ano. O PPA possui um período de quatro anos. 
Resposta: Errada 
 
35) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) Por previsão constitucional, a própria LOA 
poderá conter autorização para contratação de operações de crédito por antecipação de receita 
orçamentária. 
 
O princípio constitucional orçamentário da exclusividade determina que a Lei Orçamentária não poderá 
conter matéria estranha à previsão das receitas e à fixação das despesas. Exceção se dá para as autorizações 
de créditos suplementares e operações de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária. 
Logo, por previsão constitucional, a própria LOA poderá conter autorização para contratação de operações 
de crédito por antecipação de receita orçamentária. 
Resposta: Certa 
 
36) (CESPE – Auditor Fiscal de Controle Externo – Direito - TCE/SC – 2016) Apesar de os entes federados 
serem obrigados a elaborar um orçamento fiscal, um orçamento de investimento das empresas estatais e 
um orçamento da seguridade social, é correto afirmar que vigora no Brasil o princípio da unidade 
orçamentária. 
 
Por determinação constitucional, os entes federados são obrigados a elaborar um orçamento fiscal, um 
orçamento de investimento das empresas estatais e um orçamento da seguridade social, tudo se 
coadunando com a moderna visão do princípio da unidade. 
Resposta: Certa 
 
37) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) Dado o princípio da exclusividade, cada 
ente da Federação deverá ter o seu próprio orçamento. 
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Dado o princípio da exclusividade, a LOA não poderá conter matéria estranha à previsão das receitas e à 
fixação das despesas. Exceção se dá para as autorizações de créditos suplementares e operações de crédito, 
inclusive por antecipação de receita orçamentária. 
Resposta: Errada 
 
38) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) De acordo com o princípio do orçamento 
bruto, as receitas devem constar no orçamento pelos seus totais, deduzindo-se destes somente os 
impostos. 
 
De acordo com o princípio do orçamento bruto, as receitas devem constar no orçamento pelos seus totais, 
vedadas quaisquer deduções. 
Resposta: Errada 
 
39) (CESPE – Auditor - Conselheiro Substituto – TCE/PR – 2016) Dado o princípio da totalidade, o 
orçamento de cada estado deverá conter todas as receitas e despesas de seus órgãos mantidos pelo poder 
público. 
 
Dado o princípio da universalidade, o orçamento de cada estado deverá conter todas as receitas e despesas 
de seus órgãos mantidos pelo poder público. 
Resposta: Errada 
 
40) (CESPE – Auditor Fiscal de Controle Externo – TCE/SC – 2016) O princípio orçamentário da 
uniformidade pode ser cumprido ainda que dois entes federativos classifiquem uma mesma despesa de 
formas diferentes. 
 
O princípio da uniformidade ou consistência dispõe que o orçamento deve manter uma mínima padronização 
ou uniformidade na apresentação de seus dados, de forma a permitir que os usuários realizem comparações 
entre os diversos períodos. O orçamento deve apresentar e conservar ao longo dos diversos exercícios 
financeiros uma estrutura que permita comparações entre os sucessivos mandatos. 
Logo, divergências entre os orçamentos dos entes federativos não violam o princípio da uniformidade. 
Resposta: Certa 
 
41) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – TRT/8 – 2016) De acordo com o princípio da unidade 
orçamentária, o orçamento da União deve reunir, em única lei, os orçamentos referentes aos Poderes 
Executivo, Legislativo e Judiciário. 
 
Segundo o princípio da unidade, o orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas um orçamento, e não 
mais que um para cada ente da Federação em cada exercício financeiro. Logo, o orçamento da União ou de 
qualquer estado ente deve reunir, em única lei, os orçamentos referentes aos Poderes Executivo, Legislativo 
e Judiciário. 
Resposta: Certa 
 
42) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – SPU/MPOG - 2015) A aplicação do princípio 
orçamentário da especialização pressupõe que um grau maior de discriminação da receita e da despesa 
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interessa particularmente aos escalões decisórios superiores, em razão de sua importância para a 
fiscalização e o controle. 
 
O princípio da especialização tem o objetivo de facilitar a função de acompanhamento e controle do gasto 
público por toda a sociedade, evitando a chamada “ação guarda-chuva”, que é aquela ação genérica, mal 
especificada, com demasiada flexibilidade. 
Resposta: Errada 
 
43) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) De acordo com o princípio da 
universalidade, o orçamento deve englobar todas as receitas e despesas do Estado para que seja realizada 
a programação financeira de arrecadação de tributos necessários para custear as despesas projetadas pelo 
governo. 
 
De acordo com o princípio da universalidade, o orçamento deve conter todas as receitas e despesas 
referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da Administração direta e indireta. 
Por meio da LOA é realizada a programação financeira de arrecadação de tributos necessários para custear 
as despesas projetadas pelo governo. 
Resposta: Certa 
 
44) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) O princípio orçamentário da unidade, que 
prescreve a formulação de um orçamento único, não é observado pela Constituição Federal brasileira, que 
determina a existência dos orçamentos fiscal, da seguridade social e de investimentos das estatais. 
 
A Constituição trouxe um modelo que, em linhas gerais, segue o princípio da totalidade, pois a composição 
do orçamento anual passou a ser a seguinte: orçamento fiscal, orçamento da seguridade social e orçamento 
de investimentos das estatais. Tal tripartição orçamentária é apenas de cunho instrumental, não implica 
dissonância e, portanto, não viola o princípio da unidade ou da totalidade. 
Resposta: Errada 
 
45) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) Conforme a regra geral do princípio da não 
afetação, estabelecido na Carta Magna brasileira, é vedada a vinculação da receita de impostos a órgão, 
fundo ou despesa. 
 
O princípio da não vinculação de receitas dispõe que nenhuma receita de impostos poderá ser reservada ou 
comprometida para atender a certos e determinados gastos, salvo as ressalvas constitucionais. 
Resposta: Certa 
 
46) (CESPE – Agente Penitenciário Nacional – DEPEN - 2015) A lei orçamentária anual deve incluir 
orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do 
capital social votante; no entanto, a autorização para a abertura de crédito suplementar deve ser conteúdo 
de lei complementar específica. 
 
A lei orçamentária anual deve incluir orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou 
indiretamente, detenha a maioria do capitalsocial votante. 
Ainda, pelo princípio da exclusividade, a própria LOA poderá autorizar a abertura de créditos adicionais 
suplementares. 
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Resposta: Errada 
 
47) (CESPE – Auditor Governamental – CGE/PI - 2015) A LOA não deverá conter dispositivo estranho à 
previsão da receita e à fixação da despesa, nem autorização para a contratação de operação de crédito 
por antecipação de receita orçamentária (ARO). 
 
A LOA não deverá conter dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, mas como 
exceção é permitida a autorização para a contratação de operação de crédito, ainda que por antecipação de 
receita orçamentária (ARO). 
Resposta: Errada 
 
48) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativo - TRE/GO – 2015) De acordo com o princípio do 
orçamento bruto, o montante total de despesas orçamentárias deve ser igual ao montante total de 
receitas orçamentárias. 
 
De acordo com o princípio do orçamento bruto, todas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento 
pelos seus totais, vedadas quaisquer deduções. 
Resposta: Errada 
 
49) (CESPE – Auditor – FUB - 2015) O princípio orçamentário da não afetação veda a vinculação de 
impostos a órgão, fundo ou despesa, sem ressalvas de repartição do produto da arrecadação. 
 
O princípio da não vinculação de receitas dispõe que nenhuma receita de impostos poderá ser reservada ou 
comprometida para atender a certos e determinados gastos, salvo as ressalvas constitucionais. Entre tais 
exceções está a repartição do produto da arrecadação dos impostos (a que se referem os arts. 158 e 159 da 
CF/1988). 
Resposta: Errada 
 
50) (CESPE – Analista Judiciário – Administração e Contábeis – TJ/CE – 2014) É uma norma passível de 
ser incluída na lei orçamentária anual o estabelecimento de limite percentual para a abertura de créditos 
suplementares 
 
De acordo com o princípio da exclusividade, a lei orçamentária anual deve conter tão somente matéria 
relativa à previsão da receita e à fixação da despesa. Exceção se dá para as autorizações de créditos 
suplementares e operações de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária. 
Resposta: Certa 
 
51) (CESPE – Analista Judiciário – Administração e Contábeis – TJ/CE – 2014) O princípio do equilíbrio 
não costuma ser observado no Brasil, visto que o orçamento fiscal geralmente é deficitário. 
 
Contabilmente e formalmente o orçamento estará equilibrado, pois tal déficit aparece normalmente nas 
operações de crédito que, pelo art. 3º da Lei 4.320/1964, também devem constar do orçamento. 
Resposta: Errada 
 
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52) (CESPE – Analista Judiciário – Administração e Contábeis – TJ/CE – 2014) De acordo com o princípio 
da programação, a lei orçamentária anual deve conter tão somente matéria relativa à previsão da receita 
e à fixação da despesa. 
 
De acordo com o princípio da exclusividade, a lei orçamentária anual deve conter tão somente matéria 
relativa à previsão da receita e à fixação da despesa, salvo as ressalvas constitucionais. 
Resposta: Errada 
 
53) (CESPE – Analista Judiciário – Administração e Contábeis – TJ/CE – 2014) O princípio da não afetação 
das receitas determina que o produto da arrecadação dos tributos não pode estar vinculado a órgão, fundo 
ou despesa. 
 
O princípio da não afetação das receitas determina que o produto da arrecadação dos impostos não pode 
estar vinculado a órgão, fundo ou despesa, salvo as ressalvas constitucionais. 
Resposta: Errada 
 
54) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) Em que pese a previsão constitucional 
do princípio da exclusividade orçamentária, é permitido que a LOA autorize previamente a abertura de 
operações de crédito. 
 
De acordo com o princípio da exclusividade, a lei orçamentária anual deve conter tão somente matéria 
relativa à previsão da receita e à fixação da despesa. Exceção se dá para as autorizações de créditos 
suplementares e operações de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária. 
Resposta: Certa 
 
55) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) De acordo com o princípio 
orçamentário da totalidade, deve-se evitar que dotações globais sejam inseridas na LOA. 
 
De acordo com o princípio orçamentário da especificação, deve-se evitar que dotações globais sejam 
inseridas na LOA. 
Resposta: Errada 
 
56) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativo – TJ/CE – 2014) A lei orçamentária anual (LOA) não 
contém dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, em face do princípio da 
especificação. 
 
A lei orçamentária anual (LOA) não contém dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, 
em face do princípio da exclusividade. 
Resposta: Errada 
 
57) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – MDIC – 2014) O princípio orçamentário da legalidade é 
estabelecido pela norma constitucional segundo a qual é vedada a realização de operações de créditos 
que excedam o montante das despesas de capital. Serão ressalvadas, porém, as operações de crédito 
autorizadas com finalidade precisa, mediante créditos suplementares ou especiais aprovados pelo Poder 
Legislativo por maioria absoluta. 
 
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O respaldo ao princípio da legalidade orçamentária está na Constituição, mas nos seguintes dispositivos: 
“Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: 
I – o plano plurianual; 
II – as diretrizes orçamentárias; 
III – os orçamentos anuais. 
Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e 
aos créditos adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional, na forma do regimento 
comum.” 
 
O dispositivo citado na questão é o da “regra de ouro”. 
Resposta: Errada 
 
58) (CESPE – Técnico da Administração Pública – TCDF – 2014) Suponha que determinado município 
tenha instituído contribuição de melhoria sobre imóveis localizados próximos de obra pública concluída. 
Nessa situação, em respeito ao princípio da não vinculação, o município estará proibido de determinar a 
destinação do produto da arrecadação da referida contribuição ao atendimento de despesa pública 
específica. 
 
Na situação em tela, em respeito ao princípio da não vinculação, o município não estará proibido de vincular 
a contribuição de melhoria, pois tal princípio se refere aos impostos. 
Resposta: Errada 
 
59) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014) O princípio da exclusividade 
tem o objetivo de impedir que a lei de orçamento seja utilizada como meio de aprovação de matérias 
estranhas às questões orçamentárias. 
 
O princípio da exclusividade surgiu para evitar que o orçamento fosse utilizado para aprovação de matérias 
sem nenhuma pertinência com o conteúdo orçamentário, em virtude da celeridade do seu processo. 
Tem o objetivo de limitar o conteúdo da Lei Orçamentária, impedindo que nela se inclua normas 
pertencentes a outros campos jurídicos, como forma de se tirar proveito de um processo legislativo mais 
rápido. 
Resposta: Certa 
 
60) (CESPE – Técnico da Administração Pública – TCDF – 2014) O princípio da universalidade está 
expresso no dispositivo constitucional que proíbe a concessão ou utilização de créditos ilimitados. 
 
O princípio da quantificação dos créditos orçamentários está expresso no dispositivo constitucional que 
proíbe a concessão ou utilização de créditos ilimitados. 
Resposta: Errada 
 
61) (CESPE – Agente Administrativo – Polícia Federal– 2014) De acordo com o princípio da unidade, ou 
da totalidade orçamentária, todos os entes federados devem reunir seus diferentes orçamentos em uma 
única lei orçamentária, que consolidará todas as receitas e despesas públicas do Estado. 
 
De acordo com o princípio da unidade todos os entes federados devem reunir seus diferentes orçamentos 
em uma única lei orçamentária por ente e por exercício financeiro, ou seja, a União, cada estado, o Distrito 
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Federal e cada município possuem o seu próprio orçamento. Não há um orçamento estadual consolidando 
todas as receitas e despesas públicas do Estado. 
Resposta: Errada 
 
62) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014) O princípio do orçamento 
bruto, embora bastante representativo, não está integrado à legislação brasileira. 
 
O Princípio do Orçamento Bruto está na Lei 4.320/1964: 
 “Art. 6º Todas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas quaisquer 
deduções. 
§ 1º As cotas de receitas que uma entidade pública deva transferir a outra incluir-se-ão, como despesa, no 
orçamento da entidade obrigada a transferência e, como receita, no orçamento da que as deva receber.” 
 
Resposta: Errada 
 
63) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCDF – 2014) Atende ao princípio da unidade orçamentária 
a inclusão, na lei orçamentária, do orçamento de investimento de empresa em que a União detenha 
participação, ainda que sem direito a voto. 
 
Atende ao princípio da unidade orçamentária a inclusão, na lei orçamentária, do orçamento de investimento 
de empresa em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto. 
Resposta: Errada 
 
64) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014) As cotas de receita que uma 
entidade pública deva transferir a outra serão incluídas como receita no orçamento da entidade obrigada 
à transferência. 
 
Princípio do Orçamento Bruto. Na Lei 4.320/1964: 
“Art. 6º Todas as receitas e despesas constarão da Lei de Orçamento pelos seus totais, vedadas quaisquer 
deduções. 
§ 1º As cotas de receitas que uma entidade pública deva transferir a outra incluir-se-ão, como despesa, no 
orçamento da entidade obrigada a transferência e, como receita, no orçamento da que as deva receber.” 
Resposta: Errada 
 
65) (CESPE – Analista Administrativo - ICMBio – 2014) Para evitar dupla contagem, os registros das 
receitas e despesas na lei orçamentária anual (LOA) devem ser realizados pelos seus valores líquidos, 
abatendo os impostos e as taxas. 
 
O princípio do orçamento bruto veda que as despesas ou receitas sejam incluídas no orçamento ou em 
qualquer dos tipos de créditos adicionais nos seus montantes líquidos. 
Resposta: Errada 
 
66) (CESPE – Agente Administrativo - MTE – 2014) Nas transferências de créditos orçamentários, a 
despesa do órgão transferidor é registrada como dedução das receitas arrecadadas a fim de evidenciar o 
valor líquido da receita pertencente ao órgão arrecadador. 
 
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As cotas de receitas que uma entidade pública deva transferir a outra incluir-se-ão, como despesa, no 
orçamento da entidade obrigada a transferência e, como receita, no orçamento da que as deva receber 
(art. 6º, § 1º, da Lei 4320/1964). 
Resposta: Errada 
 
67) (CESPE – Analista Administrativo – ANTAQ - 2014) O princípio da anualidade orçamentária 
determina que o orçamento de cada um dos entes da Federação deve ser elaborado e encaminhado ao 
Poder Legislativo no ano anterior ao da sua execução. 
 
Segundo o princípio da anualidade, o orçamento deve ser elaborado e autorizado para um período de um 
ano. Tal princípio por si só não determina que deva ser elaborado e encaminhado no ano anterior ao da sua 
execução. 
Resposta: Errada 
 
68) (CESPE – Analista – Orçamento, Gestão Financeira e Controle/Serviços Técnicos e Administrativos 
– TCDF – 2014) Considera-se respeitado o princípio da unidade orçamentária ainda que a lei orçamentária 
anual seja composta por três orçamentos diferentes, como ocorre no Brasil. 
 
Considera-se respeitado o princípio da unidade ou totalidade orçamentária ainda que a lei orçamentária 
anual seja composta por três orçamentos diferentes, como ocorre no Brasil. Há coexistência de múltiplos 
orçamentos que, entretanto, devem sofrer consolidação. 
Resposta: Certa 
 
69) (CESPE – Administrador - Polícia Federal – 2014) Na contabilização do total de receitas, deduzir o 
valor a ser inscrito na dívida ativa tributária da União descumpre o princípio orçamentário da 
programação. 
 
Na contabilização do total de receitas, deduzir o valor a ser inscrito na dívida ativa tributária da União 
descumpre o princípio orçamentário do orçamento bruto, o qual veda que as despesas ou receitas sejam 
incluídas no orçamento ou em qualquer dos tipos de créditos adicionais nos seus montantes líquidos. 
Resposta: Errada 
 
70) (CESPE – Contador - MTE – 2014) A Constituição Federal de 1988 (CF) veda a vinculação da receita 
de tributos e contribuições de competência federal a órgão, fundo ou despesa, ressalvada a repartição do 
produto da arrecadação de alguns impostos, elencados em rol taxativo, para as finalidades estabelecidas 
no texto constitucional. 
 
A CF/1988 veda a vinculação da receita de impostos a órgão, fundo ou despesa, ressalvada a repartição do 
produto da arrecadação de alguns impostos, elencados em rol taxativo, para as finalidades estabelecidas no 
texto constitucional. 
Resposta: Errada 
 
71) (CESPE – Consultor de Orçamentos – Câmara dos Deputados – 2014) O princípio da especialização 
contribui para o trabalho fiscalizador dos parlamentos sobre as finanças executivas. 
 
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O princípio da especificação (ou especialização ou discriminação) determina que, na Lei Orçamentária Anual, 
as receitas e despesas devam ser discriminadas, demonstrando a origem e a aplicação dos recursos. Tem o 
objetivo de facilitar a função de acompanhamento e controle do gasto público, evitando a chamada “ação 
guarda-chuva”, que é aquela ação genérica, mal especificada, com demasiada flexibilidade. 
Resposta: Certa 
 
72) (CESPE – Auditor de Controle Externo – Ciências Contábeis - TCE/RO – 2013) Caso seja aprovada lei 
complementar que revogue a norma segundo a qual o exercício financeiro deva coincidir com o ano civil, 
mas que mantenha o intervalo de doze meses para o ciclo orçamentário, o princípio orçamentário da 
anualidade permanecerá em vigor. 
 
Caso seja aprovada lei complementar que revogue a norma segundo a qual o exercício financeiro deva 
coincidir com o ano civil, mas que mantenha o intervalo de doze meses para o exercício financeiro, o 
princípio orçamentário da anualidade permanecerá em vigor. 
O ciclo orçamentário não se confunde com o exercício financeiro. 
Resposta: Errada 
 
73) (CESPE – Auditor de Controle Externo – Direito - TCE/RO – 2013) De acordo com o princípio 
orçamentário da universalidade, o aumento de tributos definido após aprovação do orçamento e antes do 
início do exercício financeiro seguinte poderá ser cobrado apenas no exercício financeiro subsequente. 
 
De acordo com o princípio da universalidade, o orçamento deve conter todas as receitas e despesas 
referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da Administração direta e indireta. 
Resposta: Errada 
 
74) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) De acordo com o princípio da unidade, 
o ente governamentaldeve dispor de apenas um orçamento, que inclua todas as receitas estimadas e 
despesas fixadas pelo Estado. 
 
Segundo o princípio da unidade, o orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas um orçamento, e não 
mais que um para cada ente da Federação em cada exercício financeiro. 
Resposta: Certa 
 
75) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013) Por ser uma inciativa do executivo e em 
virtude da independência entre os poderes, a Lei Orçamentária Anual (LOA) não dispõe acerca dos valores 
destinados ao pagamento de pessoal dos poderes Legislativo e Judiciário. 
 
De acordo com o princípio da universalidade, o orçamento deve conter todas as receitas e despesas 
referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da Administração direta e indireta. 
Resposta: Errada 
 
76) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) O princípio da anualidade 
orçamentária fundamenta-se em critérios puramente técnicos, relativos às questões operacionais de 
apuração contábil da receita e da despesa, não estando relacionado, portanto, com o controle político do 
Poder Executivo. 
 
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A ideia do princípio da anualidade, em sua origem, era obrigar o Poder Executivo a solicitar periodicamente 
ao Congresso permissão para a cobrança de impostos e a aplicação dos recursos públicos. Assim, está 
relacionado ao controle político do Poder Executivo. 
Resposta: Errada 
 
77) (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – TRT/10 – 2013) As dotações globais destinadas a 
atender indiferentemente despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou 
quaisquer outras não serão consignadas à lei de orçamento. Entretanto, poderão ser custeados por 
dotações globais, classificadas entre as despesas de capital, os programas especiais de trabalho que, por 
sua natureza, não se possam cumprir subordinadamente às normas gerais de execução da despesa. 
 
De acordo com o princípio da especificação, a Lei de Orçamento não consignará dotações globais destinadas 
a atender indiferentemente a despesas de pessoal, material, serviços de terceiros, transferências ou 
quaisquer outras. 
 
Entretanto, há exceções. São os programas especiais de trabalho que, por sua natureza, não podem cumprir-
se subordinadamente às normas gerais de execução da despesa. Tais despesas são classificadas como 
despesas de capital e também chamadas de investimentos em regime de execução especial. 
Resposta: Certa 
 
78) (CESPE - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Propriedade Industrial – Gestão 
Financeira - INPI – 2013) A LOA é peça técnica voltada para a operacionalização do planejamento 
governamental, assim não é necessária a observância do princípio da publicidade, visto que o PPA e a LDO 
já cumprem a função de tornar público para a sociedade quais são os objetivos dos governos e que meios 
serão utilizados para alcançá-los. 
 
O princípio da publicidade também é orçamentário, pois as decisões sobre orçamento só têm validade após 
a sua publicação em órgão da imprensa oficial. É condição de eficácia do ato a divulgação em veículos oficiais 
de comunicação para conhecimento público, de forma a garantir a transparência na elaboração e execução 
do orçamento. Assim, tem-se a garantia de acesso para qualquer interessado às informações necessárias ao 
exercício da fiscalização sobre a utilização dos recursos arrecadados dos contribuintes. 
Resposta: Errada 
 
79) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) Para a garantia dos recursos 
necessários a investimentos na infraestrutura de transporte urbano no Brasil, é permitida pela CF a 
vinculação das receitais próprias geradas pela arrecadação de impostos sobre a propriedade de veículos 
automotores. 
 
O princípio da não vinculação de receitas dispõe que nenhuma receita de impostos poderá ser reservada ou 
comprometida para atender a certos e determinados gastos, salvo as ressalvas constitucionais. 
 
As exceções constitucionais são: 
a) Repartição constitucional dos impostos; 
b) Destinação de recursos para a Saúde; 
c) Destinação de recursos para o desenvolvimento do ensino; 
d) Destinação de recursos para a atividade de administração tributária; 
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e) Prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita; 
f) Garantia, contragarantia à União e pagamento de débitos para com esta. 
 
Logo, não é permitida a vinculação do IPVA para a garantia dos recursos necessários a investimentos na 
infraestrutura de transporte urbano no Brasil. 
Resposta: Errada 
 
80) (CESPE – Auditor Fiscal do Trabalho - MTE – 2013) A evolução ocorrida nas funções do orçamento, 
que deixou de ser um mero instrumento de autorização para se tornar ferramenta de auxílio efetivo da 
administração, gerou um novo princípio, o da programação. 
 
O princípio da programação é decorrente da evolução das funções do orçamento e não poderia ser 
observado antes da instituição do conceito de orçamento-programa. 
Resposta: Certa 
 
81) (CESPE - Analista Administrativo – Administrador - ANP – 2013) De acordo com o princípio da 
especialização, a lei orçamentária deverá conter apenas matéria financeira, excluindo qualquer dispositivo 
estranho à estimativa de receitas do orçamento. 
 
O princípio da especificação determina que, na Lei Orçamentária Anual, as receitas e despesas devam ser 
discriminadas, demonstrando a origem e a aplicação dos recursos. 
O item se refere, de forma incompleta, ao princípio da exclusividade, o qual determina que a Lei 
Orçamentária não poderá conter matéria estranha à previsão das receitas e à fixação das despesas. Exceção 
se dá para as autorizações de créditos suplementares e operações de crédito, inclusive por antecipação de 
receita orçamentária. 
Resposta: Errada 
 
82) (CESPE - Analista Administrativo – Administrador – TRE/MS – 2013) Os princípios orçamentários 
estão sujeitos a transformações de conceito e significação, pois não têm caráter absoluto ou dogmático e 
suas formulações originais não atendem, necessariamente, ao universo econômico-financeiro do Estado 
moderno. 
 
Os princípios orçamentários podem sofrer modificações ao longo do tempo, a fim de se adequarem a 
evolução do Estado moderno. Um exemplo é a remodelação pela doutrina do princípio da unidade, de forma 
que abrangesse as novas situações, sendo por muitos denominado de princípio da totalidade, sendo 
construído, então, para possibilitar a coexistência de múltiplos orçamentos que, entretanto, devem sofrer 
consolidação. 
Resposta: Certa 
 
83) (CESPE – Técnico Administrativo – ANTT – 2013) O impedimento à apropriação de receitas de 
impostos, com exceção das ressalvas previstas na Constituição Federal de 1988 (CF), tipifica o princípio da 
não vinculação das receitas. 
 
O princípio da não vinculação de receitas dispõe que nenhuma receita de impostos poderá ser reservada ou 
comprometida para atender a certos e determinados gastos, salvo as ressalvas constitucionais. 
Resposta: Certa 
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84) (CESPE - Assistente em Administração - FUB – 2013) A autorização para a abertura de créditos 
suplementares e a contratação de operações de crédito são excepcionalidades ao princípio da 
exclusividade no que se refere à lei orçamentária. 
 
O princípio da exclusividade determina que a lei orçamentária não poderá conter matéria estranha à previsão 
das receitas e à fixação das despesas. Exceção se dá para as autorizações de créditos suplementarese 
operações de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária. 
Resposta: Certa 
 
85) (CESPE – Auditor de Controle Externo – TCU – 2013) Quando a Constituição Federal determina que 
percentual do valor arrecadado de um tributo de competência de determinado ente deva ser transferido 
a outro, cada um desses entes registrará como receita exclusivamente e diretamente a sua respectiva 
parcela. 
 
As cotas de receitas que uma entidade pública deva transferir a outra incluir-se-ão, como despesa, no 
orçamento da entidade obrigada a transferência e, como receita, no orçamento da que as deva receber 
(art. 6º, § 1º, da Lei 4320/1964.) 
Resposta: Errada 
 
86) (CESPE - Assistente em Administração - FUB – 2013) O princípio do equilíbrio é uma importante 
ferramenta de controle dos gastos e da dívida pública por estabelecer que o total da despesa orçamentária 
tenha como limite a receita orçamentária prevista para o exercício financeiro. 
 
O princípio do equilíbrio visa assegurar que as despesas autorizadas não serão superiores à previsão das 
receitas. 
Resposta: Certa 
 
87) (CESPE – Procurador Federal – AGU – 2013) A lei orçamentária anual deve contemplar apenas 
dispositivos relacionados à previsão da receita e à fixação da despesa, ressalvada, nos termos da lei, a 
autorização para a abertura de créditos suplementares e a contratação de operações de crédito, ainda que 
por antecipação de receita. 
 
O princípio da exclusividade determina que a Lei Orçamentária não poderá conter matéria estranha à 
previsão das receitas e à fixação das despesas. Exceção se dá para as autorizações de créditos suplementares 
e operações de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária (ARO). 
Resposta: Certa 
 
88) (CESPE – Analista Judiciário – Administrativa – CNJ - 2013) Caso uma prefeitura crie, por meio da 
vinculação de receitas de impostos, uma garantia de recursos para a colocação de asfalto em todas as vias 
municipais, ela violará o princípio da não afetação de receitas. 
 
O princípio da não vinculação de receitas dispõe que nenhuma receita de impostos poderá ser reservada ou 
comprometida para atender a certos e determinados gastos, salvo as ressalvas constitucionais. Como tais 
exceções não incluem vinculações de impostos para a pavimentação de vias, uma ação nesse sentido violará 
o princípio da não afetação de receitas. 
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Resposta: Certa 
 
89) (CESPE – Administrador – Ministério da Integração - 2013) A inclusão pelo Poder Executivo, na 
proposta de lei orçamentária anual (LOA), de dispositivo que autorize o governo federal a contratar 
determinado empréstimo com instituição financeira estrangeira não viola o princípio orçamentário da 
exclusividade. 
 
De acordo com o princípio da exclusividade, a lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à 
previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de 
créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos 
termos da lei. 
 
Um exemplo de autorização de operação de crédito na LOA seria a autorização para o governo federal 
contratar determinado empréstimo com instituição financeira. Logo, tal inclusão não violaria o princípio 
orçamentário da exclusividade. 
Resposta: Certa 
 
90) (CESPE – Analista Técnico Administrativo – Ministério da Integração - 2013) O princípio da 
universalidade possibilita ao Legislativo impedir o Executivo de realizar qualquer operação de receita ou 
despesa sem prévia autorização parlamentar. 
 
De acordo com o princípio da universalidade, o orçamento deve conter todas as receitas e despesas 
referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da Administração direta e indireta. Assim, 
o Poder Legislativo pode conhecer, a priori, todas as receitas e despesas do governo. 
Resposta: Certa 
 
91) (CESPE – Analista – Infraestrutura e Logística - BACEN – 2013) É vedada a vinculação de receita de 
qualquer espécie a órgão, fundo ou despesa, ressalvados os casos autorizados na Constituição Federal. 
 
É vedada a vinculação de impostos a órgão, fundo ou despesa, ressalvados os casos autorizados na 
Constituição Federal. É o princípio da não vinculação de receitas. 
Resposta: Errada 
 
92) (CESPE – Analista Administrativo – Contábeis - ANTT – 2013) A lei orçamentária anual pode conter 
dispositivo autorizando a abertura de créditos suplementares e a contratação de operações de crédito, 
ainda que por antecipação de receita. 
A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não 
se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações 
de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei (art. 165, § 8º, da CF/1988). 
Resposta: Certa 
 
93) (CESPE – Técnico Administrativo – ANTT – 2013) A proibição relativa à inserção, na lei orçamentária, 
de norma estranha à previsão da receita e à fixação da despesa advém do princípio da universalidade. 
 
A proibição relativa à inserção, na lei orçamentária, de norma estranha à previsão da receita e à fixação da 
despesa advém do princípio da exclusividade. 
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Resposta: Errada 
 
94) (CESPE – Analista Judiciário – Judiciária – CNJ - 2013) Considerando que João seja responsável pela 
elaboração da proposta orçamentária de um tribunal federal, que irá compor o projeto de lei orçamentária 
anual (LOA) para 2014. Ao inserir na proposta todas as despesas previstas para o exercício seguinte, João 
atenderá ao princípio da especificação. 
 
Ao inserir na proposta todas as despesas previstas para o exercício seguinte, João atenderá ao princípio da 
universalidade, desde que insira também todas as receitas. 
Resposta: Errada 
 
95) (CESPE - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Propriedade Industrial – Gestão 
Financeira - INPI – 2013) Para permitir que haja maior controle nos gastos públicos, o princípio da unidade 
propõe que os orçamentos de todos os entes federados (União, estados e municípios) sejam reunidos em 
uma única peça orçamentária, que assume a função de orçamento nacional unificado. 
 
Segundo o princípio da unidade, o orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas um orçamento, e não 
mais que um para cada ente da Federação em cada exercício financeiro. 
Assim, não existe um orçamento nacional unificado. 
Resposta: Errada 
 
96) (CESPE – Analista Técnico-Administrativo – Ministério da Integração - 2013) A lei orçamentária 
contém a discriminação da receita e da despesa, evidenciando, assim, a política econômico-financeira e o 
programa de trabalho do governo, respeitando-se os princípios da unidade, da universalidade e da 
anualidade. 
 
A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a política econômica 
financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de unidade, universalidade e 
anualidade (art. 2º da Lei 4320/1964). 
Resposta: Certa 
 
97) (CESPE – Analista - Planejamento e Orçamento - MPU – 2013) Na Lei Orçamentária Anual, a 
autorização, para a abertura de créditos suplementares é exceção ao princípio orçamentário da não 
afetação de receita. 
 
Na Lei Orçamentária Anual, a autorização, para a abertura de créditos suplementares é exceção ao princípio 
orçamentário da exclusividade. 
Resposta: Errada 
 
98) (CESPE – Técnico Judiciário – Administrativa – TRT/10 - 2013) Para a obtenção de maior 
transparência e clareza na previsão de despesas e fixação de receitas constantes na lei orçamentária anual, 
permite-se a dedução das receitas quenão serão efetivamente convertidas em caixa, sem que, para isso, 
seja necessário descriminar os valores originais. Ao prever tal procedimento, a legislação observa o 
princípio do orçamento bruto. 
 
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O princípio do orçamento bruto veda que as despesas ou receitas sejam incluídas no orçamento ou em 
qualquer dos tipos de créditos adicionais nos seus montantes líquidos. Logo, no caso em tela, a dedução de 
receitas sem a discriminação dos valores originais fere o princípio do orçamento bruto. 
Resposta: Errada 
 
99) (CESPE – Analista Administrativo – ANCINE – 2013) A abertura de créditos suplementares e a 
contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, contraria o princípio da 
exclusividade. 
 
A abertura de créditos adicionais suplementares e a contratação de operações de crédito, ainda que por 
antecipação de receita, são exceções ao princípio da exclusividade. Logo, não contrariam tal princípio. 
Resposta: Errada 
 
100) (CESPE - Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Propriedade Industrial – Gestão 
Financeira - INPI – 2013) O princípio do orçamento bruto refere-se à apresentação dos valores do modo 
mais simples possível, ou seja, após todas as deduções brutas terem sido realizadas. 
 
O princípio do orçamento bruto veda que as despesas ou receitas sejam incluídas no orçamento ou em 
qualquer dos tipos de créditos adicionais nos seus montantes líquidos. 
Resposta: Errada 
 
 
 
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E aqui concluímos nossa aula! 
Se ainda ficou com alguma dúvida ou quer uma alternativa para um melhor aprendizado, assista aos 
vídeos disponíveis na área do aluno referentes aos temas desta nossa aula. 
 
 
“Eu tentei noventa e nove vezes e falhei, mas na centésima tentativa eu consegui. Nunca 
desista dos seus objetivos, mesmo que esses pareçam impossíveis: a próxima tentativa pode 
ser a vitoriosa”. 
(Albert Einstein) 
 
Dicas literárias: 
 
 
 
Foco, de Daniel Goleman 
Ter foco, ter atenção, é talvez à habilidade mental mais difícil de ser 
adquirida e controlada nos dias de hoje, porque vivemos inundados 
com múltiplas coisas a ocupar nossas mentes, tanto no mundo off-
line, com uma infinidade de compromissos, demandas e projetos, 
quanto principalmente no mundo on-line, e a cascata interminável 
de mensagens de emails, tweets, atualizações e comentários no 
Facebook, Instagram e outras redes sociais. 
Tudo é possível se “treinar a mente” para focar e se concentrar em 
determinada atividade. 
 
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