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Parcelamento do solo urbano Desafio Você é proprietário de um terreno e vai entrar com o processo para parcelamento do solo na Prefeitura de Porto Alegre. A gleba possui 6.000 m², e deverá contar com a abertura de novas vias, espaços verdes e institucionais, além dos lotes residenciais, foco principal do projeto. O projeto contava com 1000m² de área verde (parques e praças), 3 novas vias - sendo uma delas a continuação de rua existente - além de 38 lotes de frente de 5m e 90m2, 10 lotes de 4m e 90m², e dois terrenos irregulares, com 90m² cada. Ao receber informações do protocolo feito na Secretaria Municipal de Planejamento Urbano, órgão responsável por regulamentar essas intervenções urbanas, viu que o projeto havia sido negado, já que havia erros e aplicações fora das normas. Veja abaixo a gleba e projeto e a legislação vigente. Identifique os erros e diga como corrigi-los, com base nesses dados. Padrão de resposta esperado Seguindo as legislações fornecidas, está correto o Município receber o pedido de loteamento e regulamentá-lo, a fim de promover a urbanização da cidade. Sobre as informações técnicas, o somatório das áreas verdes e vias de circulação deve ser entre 35% e 50%, sendo que nesse projeto é de aproximadamente 3000m², o que fica próximo do limite máximo de ocupação. Talvez, numa análise com dados mais precisos, esse número ultrapassasse a metade da área da gleba. Em relação ao tamanho dos lotes, temos equívocos nas áreas e testadas de lotes mínimos. O mínimo aceito, na legislação municipal de Porto Alegre, para testada de lotes residenciais, é de cinco (5) metros. Em relação à área, que nesse loteamento foi 90m², apresenta valor inferior ao recomendado, que é 150m², . Por isso, para tornar um projeto correto, as áreas verdes e de circulação devem ser diminuídas, dando mais espaço para os lotes, que deverão ser maiores tanto em relação à testada, quanto em relação à área mínima.