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Os gêneros e os formatos do rádio não são categorizações isoladas e muito menos fixas, havendo constante mudanças para se adaptar a novos contextos e resultando em mídias híbridas. No rádio, o gênero informativo e o de entretenimento podem se fundir na elaboração de formatos como o audiodocumentário e o audiodrama. Qual a defnição de audiodocumentário?
	
	
			
	
	O audiodocumentário traz o relato dos fatos ocorridos de forma hierarquizada e organizada. Em geral, obedece à lógica da "pirâmide invertida", com lide, desenvolvimento e encerramento com assinatura da matéria. 
	
	O audiodocumentário é mais utilizado como entretenimento, mas pode basear-se em fatos reais para explicar uma situação, fazer uma campanha educativa ou algo assim. No audiodocumentário também há presença do locutor, e atores encenam partes da história, atribuindo uma representação da realidade.
	
	O audiodocumentário é um formato de programa relativo ao gênero informativo em que o locutor guia a história narrada, expondo fatos reais com uso de entrevistas, depoimentos, recortes de outras publicações, além de poder utilizar de recursos da linguagem ligados ao entretenimento na escolha da trilha sonora, por exemplo.
	
	O audiodocumentário  diz respeito aos sons de ambientes, cenários, locais e situações. Na linguagem radiofônica, os audiodocumentários são utilizados com o intuito de nos remeter a determinados locais, cenários, ambientes, situações. 
	
	O audiodocumentário supre a demanda do ouvinte por análise mais profunda dos fatos relatados, complementando a exposição fria e objetiva dos acontecimentos. Os audiodocumentários diferenciam-se dos boletins por serem opinativos. 
	
	
	
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		Para Carvalho e Pieranti, a popularização dos podcasts como produção radiofônica descentralizada é uma referência do potencial de digitalização do rádio e sua interseção com as demais mídias digitais (internet, TV digital, tablets e outros).  CARVALHO, Juliano Maurício de; PIERANTI, Octavio Penna. Regulação do rádio digital: princípios e desafios. In.: O novo rádio: cenários da radiodifusão na era digital. MAGNONI, Antônio Francisco; CARVALHO, Juliano Maurício de (Orgs.). São Paulo:Senac, p. 91- 112, 2010.
Sobre a história do podcast, assinale a opção correta.
	
	
			
	
	Os portais para armazenamento de áudio, distribuição de podcastas e consumo de áudio começaram a existir no Brasil no ano de 2006 com o PdOmatic e o SoundCloud. Hoje, existem diversos desses portais, sendo os mais conhecidos Deezer e Spotify.
	
	A geração Spotify é a denominação do autor Marcelo Kischinhevsky para os jornalistas renomados dos grandes veículos de comunicação que, nos últimos anos, estão se destacando na produção de podcast.
	
	No Brasil, o hábito de consumir podcast teve início em 2004, quando começou a possibilidade de distribuição de conteúdo por meio do recurso do podcasting, e sempre foi focado em consumo de produções jornalísticas.
	
	A tecnologia do podcasting impossibilitou a aparição de radialistas amadores e novos prescritores musicais, atrapalhando o surgimento de agentes capazes de indicar músicas e artistas não reconhecidos pelo mainstream, mantendo o repertório que já existia.
	
	Os principais grupos de comunicação do país passaram a investir mais pesadamente na produção de podcasts há, pelo menos, dez anos, com nomes importantes do jornalismo brasileiro à frente. Antes disso, as iniciativas ligadas à produção de conteúdo jornalístico eram majoritariamente independentes, produzidas por pequenos veículos de comunicação.
	
	
	
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		A respeito da relação do rádio e internet, de acordo com a professora e pesquisadora Nair Prata, em obra dedicada aos novos gêneros radiofônicos e formas de interação que surgiram em virtude da adaptação do rádio à web, vivemos um fenômeno qualificado como "radiomorfose".  PRATA, N. Webradio: novos gêneros, novas formas de interação. Florianópolis: Insular, 2009. Assinale a opção que define "radiomorfose". 
	
	
			
	
	Apesar de ter o radical "rádio" na palavra "radiomorfose", não necessariamente o termo se relaciona apenas com a mídia rádio, pois a autora Nair Prata utiliza o termo também para estudar as transformações dos meios de comunicação impressos e televisivos com a popularização da Internet.
	
	Segundo a autora, a expressão é um empréstimo do conceito mediamorphosis, criado pelo americano Roger Fidler para definir a capacidade de adequação e transformação dos meios comunicacionais às chamadas tecnologias de informação e comunicação (TICs).
	
	A autora Nair Prata criou o termo "radiomorfose" para apontar a resistência do meio de comunicação rádio com a chegada de mais uma mídia, a Internet, mostrando o quanto o rádio se mantém vivo mesmo enfrentando chegada de novas mídias como aconteceu em 1950 com o início da história da televisão no Brasil.
	
	O termo "radiomorfose" foi criado pela autora Nair Prata e, mesmo sendo utilizado pela mesma na relação do rádio com a internet, se volta ao estudo do rádio antes mesmo da popularização da Internet, apontando as principais transformações da mídia rádio com a chegada de uma nova mídia como a televisão.
	
	Radiomorfose tem como significado no dicionário da língua portuguesa como a capacidade do meio rádio de retroceder a suas carcaterísticas originais a cada chega de uma nova mídia, na atualidade, a Internet.
	
	
	
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		4.
		"O rádio é hoje um meio de comunicação expandido, que extrapola as transmissões em ondas hertzianas e transborda para as mídias sociais, o celular, a TV por assinatura, sites de jornais, portais de música. A escuta se dá em frequência modulada (FM), ondas médias (AM), curtas e tropicais, mas também em telefones celulares, tocadores multimídia, computadores, notebooks, tablets; pode ocorrer ao vivo (no dial ou via streaming) ou sob demanda (podcasting ou através da busca em arquivos ou diretórios). Neste cenário de reconfiguração da mídia sonora, também a produção, a edição e a veiculação de áudios ganharam agilidade, amplificando a voz de novos atores sociais. KISCHINHEVSKY, M. Rádio e mídias sociais: mediações e interações radiofônicas em plataformas digitais de comunicação. Rio de Janeiro: Editora Mauad X, 2014. p.13-14.
Considerando a definição de rádio expandido do autor Marcelo Kischinhevsky citada acima, escolha a opção verdadeira
	
	
			
	
	A afirmação não está completamente correta, pois o rádio expandido se trata justamente da total transição do rádio veiculado pelas ondas sonoras para uma veiculação totalmente feita pela Internet, como é a nossa realidade atualmente.
	
	A afirmação está correta, pois as diversas formas de veiculação e de escuta do meio rádio, atualmente mais baseado na linguagem radiofônica do que no receptor rádio em si, trazem essa expansão da mídia, propiciando a definição de um novo conceito, o rádio expandido.
	
	A afirmação está completamente falsa, pois o rádio, com quase 100 anos de história no Brasil, mantém-se como um meio de comunicação tradicional, que não se adapta a novas mídias, como a Internet.
	
	A afirmação, atualmente, não está correta, mas há previsão de que será no futuro, pois a produção e veiculação de rádio por meio de novas tecnologias, como o streaming e o podcasting são realidades já existentes nos EUA e que devem chegar em breve ao Brasil.
	
	A afirmação está correta, mas com algumas ressalvas, pois não há mais emissoras de rádio brasileiras sendo veiculadas por meio de ondas sonoras médias, as chamadas AM, como também a veiculação por streaming ainda não se popularizou no Brasil.
	
	
	
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		5.
		Marque a opção que NÃO traz características relacionadas ao advento do podcasting:
	
	
			
	
	Gravador de voz de fácil acesso, sincronicidade e entretenimento diversificado.
	
	Agregadores, mp3, streaming, internet.
	
	Dramatizações, jornalismo de carnaval, efemérides, interatividade.
	
	Interação, nitidez sonora, redes sociais, jornalismo

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