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C2_CURSO_D_TAREFA_FISICA

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– 13
1. Um carro de corrida parte do repouso e atinge uma velocidade es -
calar de 108km/h em um intervalo de tempo de 6,0s com acele ração
escalar constante.
Calcule, durante esse intervalo de tempo de 6,0s:
a) a aceleração escalar.
b) a distância percorrida.
c) a velocidade escalar média.
2. Um avião, ao decolar, percorre 1,20km com aceleração escalar
constante partindo do repouso, em um intervalo de tempo de 20s.
a) Qual a aceleração escalar do avião durante a decolagem?
b) Com que velocidade escalar o avião decola, em km/h?
3. Um carro está com velocidade escalar de 18,0m/s quando é freado
uniformemente, levando 5,0s para parar. Determine, durante a freada:
a) a aceleração escalar do carro;
b) a distância percorrida;
c) a velocidade escalar média.
4. Em uma propaganda na televisão, foi anunciado que um certo car ro,
partindo do repouso, atinge a velocidade escalar de 108km/h em 10s.
Admitindo-se que a aceleração escalar do carro seja cons tante, assinale a
opção que traduz corretamente os valores da aceleração escalar e da
distância percorrida pelo carro neste in tervalo de tempo de 10s.
5. Para desferir um golpe em sua vítima, uma serpente movimenta sua
cabeça com uma aceleração escalar de 50m/s2. Se um carro pudesse
ter essa aceleração escalar, partindo do repouso, ele atin giria uma
velocidade escalar de 180km/h
a) após 1,0s e após percorrer uma distância de 50m.
b) após 1,0s e após percorrer uma distância de 25m.
c) após 3,6s e após percorrer uma distância de 324m.
d) após 3,6s e após percorrer uma distância de 648m.
e) após 10s e após percorrer uma distância de 250m.
6. (UNICAMP) – As faixas de aceleração das auto-estradas devem
ser longas o suficiente para permitir que um carro, partindo do repouso,
atinja a velo cidade escalar de 108km/h em uma estrada hori zontal. Um
carro popular é capaz de acelerar de 0 a 108km/h em 15s. Suponha que
a aceleração escalar seja constante.
a) Qual o valor da aceleração escalar?
b) Qual a distância percorrida em 10s?
c) Qual deve ser o comprimento mínimo da faixa de aceleração?
1. O gráfico a seguir representa a velocidade escalar de um móvel em
função do tempo.
A velocidade escalar média entre os instantes 0 e t2
a) depende da trajetória do móvel. b) depende do valor de t1.
c) depende do valor de t2. d) vale 1,0m/s.
e) vale 5,0m/s.
2. (UFPE) – No instante t = 0, um automóvel B parte do repouso com
aceleração escalar constante, descrevendo uma trajetória reti línea.
No mesmo instante t = 0, um outro automóvel A passa ao lado de B
com movimento uniforme, descrevendo uma trajetória retilínea
paralela à de B.
O diagrama a seguir representa as coordenadas de posição de cada um
desses automóveis em função do tempo.
VANo instante t = 5,0s, a razão ––– entre as velocidades escalares de A
VB
e B vale:
1 1
a) ––– b) ––– c) 1 d) 2 e) 33 2
MÓDULO 7
MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO
MÓDULO 8
MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO
Aceleração Escalar (m/s2) Distância Percorrida (m)
a) 6,0 3,0 . 102
b) 1,5 7,5 . 101
c) 3,0 3,0 . 102
d) 3,0 1,5 . 102
e) 1,5 1,5 . 102
FRENTE 1
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3. (UFRJ) – Numa competição automobilística, um carro se aproxima
de uma curva em grande velocidade. O piloto, então, pisa no freio
durante 4,0s e consegue reduzir a velocidade escalar do carro para 30m/s.
Durante a freada, o carro percorreu 160m. Supondo-se que os freios
imprimiram ao carro uma aceleração escalar cons tante, calcule a
velocidade escalar do carro no instante em que o pi lo to pisou no freio.
4. (EFOA) – Um trem de 160 metros de comprimento está parado,
com a frente da locomotiva colocada exatamente no início de uma
ponte de 200 metros de comprimento, num trecho de estrada re tilíneo.
Num determinado instante, o trem começa a atravessar a ponte com
aceleração escalar de 0,80m/s2, que se mantém cons tante até que ele
atravesse completamente a ponte.
a) Qual a velocidade escalar do trem no instante em que ele abandona
completamente a ponte?
b) Qual o tempo gasto pelo trem para atravessar completamen te a
ponte?
5. Uma partícula, em trajetória retilínea, passa por um ponto A com
velocidade escalar de 10m/s em movimento uniformemente retar dado,
com aceleração escalar igual a –1,0m/s2.
A partícula para em um ponto B e retorna ao ponto A, mantendo sempre
a mesma aceleração escalar.
a) Qual o intervalo de tempo entre as duas passagens pelo pon to A?
b) Qual a distância entre os pontos A e B?
6. (FUVEST) – Um carro viaja com velocidade escalar de 90,0km/h
(ou seja, 25,0m/s) num trecho retilíneo de uma rodovia quando, subita -
mente, o motorista vê um animal parado na sua pista. Entre o ins tante
em que o motorista avista o animal e aquele em que come ça a frear, o
carro percorre 15,0m. Se o motorista frear o carro à taxa constante de
5,0m/s2, mantendo-o em sua trajetória retilínea, ele só evitará atingir o
animal, que permanece imóvel durante todo o tempo, se o tiver
percebido a uma distância de, no mínimo:
a) 15,0m b) 31,25m c) 52,5m
d) 77,5m e) 125,0m
1. O gráfico a seguir representa a velocidade escalar em função do
tempo no movimento de um ponto material.
Sabendo-se que o ponto material parte da origem dos espaços no
instante t0 = 0, pedem-se:
a) os valores da aceleração escalar (γ ) e da velocidade escalar inicial
(V0);
b) as funções horárias da velocidade escalar e do espaço.
2. (UNICAMP-SP) – O gráfico a seguir representa, aproximada men -
te, a velocidade escalar de um atleta em função do tempo, em uma
competição olímpica.
a) Em que intervalo de tempo o módulo da aceleração escalar tem o
menor valor?
b) Em que intervalo de tempo o módulo da aceleração escalar é
máximo?
c) Qual é a distância percorrida pelo atleta durante os 20s?
d) Qual a velocidade escalar média do atleta durante a com petição?
3. Em uma corrida olímpica de 200m, um atleta fez o percurso total
em 25s.
O gráfico a seguir representa a velocidade escalar do atleta du rante esta
corrida.
Pedem-se:
a) a velocidade escalar média do atleta, neste percurso de 200m;
b) a velocidade escalar (em km/h) com que o atleta cruza a linha de
chegada;
c) a aceleração escalar do atleta no instante t = 5,0s.
4. Um automóvel está com velocidade escalar de 180km/h quando o
motorista vê um obstáculo à sua frente, no instante t = 0. O intervalo
de tempo entre a visão do perigo e o ato de acionar o freio é o tempo
de reação do motorista, que corresponde ao in tervalo de tempo para
que a ordem emanada do cérebro chegue ao seu pé. Para uma pessoa
jovem, com saúde perfeita, esse tem po é da ordem de 0,7s.
Contudo, o motorista está embriagado e o seu tempo de reação é maior.
Sabe-se que o carro percorreu 250m desde que o motorista viu o perigo
até a imobilização do carro. O gráfico a seguir representa a velocidade
escalar do carro em função do tempo.
MÓDULO 9
PROPRIEDADES GRÁFICAS
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O tempo de reação do motorista foi de:
a) 0,8s b) 0,9s c) 1,0s d) 1,2s e) 1,4s
5. O gráfico a seguir representa o desempenho de um atleta olím pico
em uma corrida de 100m rasos, em trajetória retilínea. O tempo de
percurso do atleta foi de 10,0s.
O valor de T indicado no gráfico e a distância percorrida d, com
movimento acelerado, são dados por:
a) T = 5,0 e d = 25m b) T = 4,0 e d = 50m
c) T = 4,0 e d = 75m d) T = 4,0 e d = 25m
e) T = 3,0 e d = 25m
6. O gráfico aceleração escalar (a) x tempo (t) a seguir corresponde ao
movimento de uma partícula, desde o instante em que sua velocidade
escalar é igual a 5m/s.
O valor da velocidade escalar da partícula, no instante 30s, está
expresso na opção:
a) zero b) 10m/s c) 15m/s d) 25m/s e) 35m/s
7. (EFEI-MG) – Uma partícula se desloca em linha reta com acele -
ração escalar variandocom o tempo, conforme o gráfico a seguir:
No instante t = 0, a partícula tem uma velocidade escalar inicial 
V0 = –10,0m/s.
a) Construa o gráfico da velocidade escalar em função do tempo.
b) Calcule a distância percorrida de 0 a 20,0s.
1. Um vaso de flores cai, a partir do repouso, da janela de um prédio,
de uma altura H = 45m acima do solo. 
Despreze o efeito do ar e considere g = 10m/s2.
Calcule
a) o tempo de queda do vaso até atingir o solo;
b) o módulo da velocidade do vaso ao atingir o solo;
c) a velocidade escalar média durante a queda.
2. (FUVEST) – Um corpo é solto, a partir do repouso, do topo de um
edifício de 80,0m de altura.
Despreze a resistência do ar e adote g = 10,0m/s2. O tempo de queda
até o solo (T) e o módulo da velocidade com que o corpo atinge o solo
(Vf) são dados por:
a) 4,0s e 72km/h b) 2,0s e 72km/h
c) 2,0s e 144km/h d) 4,0s e 144km/h
e) 4,0s e 40km/h
3. (UELON-PR) – Considere a tabela abaixo para responder à
questão.
Ao ser abandonado de uma altura de 5,0m, a partir do re pou so, um
corpo chega ao solo com velocidade de módulo aproxi ma damente igual
a 4,0 m/s. Admitindo-se que durante a queda o efei to do ar seja
desprezível, pode-se concluir que a queda acon teceu na superfície
a) de Dione. b) da Terra. c) de Marte.
d) de Vênus. e) da Lua.
4. (FMTM-MG) – As gaivotas utilizam um método interessante para
conseguir degustar uma de suas presas favoritas – o caranguejo.
Consiste em suspendê-lo a uma determinada altura e aí aban donar sua
vítima para que chegue ao solo com uma velocidade de módulo igual a
30 m/s, suficiente para que se quebre por inteiro. Adota-se, para o local,
g = 10 m/s2. Considerando-se desprezível o efeito do ar durante a queda,
a altura de elevação utilizada por essas aves é, em metros, igual a:
a) 15 b) 30 c) 45 d) 60 e) 90
5. (UFES) – Um projétil é disparado do solo, verticalmente para ci ma,
com velocidade inicial de módulo igual a 2,0 . 102m/s. Des prezando-
se a resistência do ar e adotando-se g = 10m/s2, a altura máxima
alcançada pelo projétil e o tempo necessário para alcançá-la são,
respectivamente: 
MÓDULO 10
QUEDA LIVRE E
LANÇAMENTO VERTICAL PARA CIMA
Astro Intensidade da aceleração dagravidade na superfície (m/s2) 
Terra 9,80
Lua 1,61
Marte 3,72
Vênus 8,72
Dione (satélite de Saturno) 0,22
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a) 4,0km e 40s b) 4,0km e 20s c) 2,0km e 40s
d) 2,0km e 20s e) 2,0km e 10s
6. Uma pedra é lan ça da verticalmente pa ra cima, a partir do solo da
Lua. O grá fico abaixo repre senta a velocidade escalar da pedra, em
função do tempo, des de o instante de lançamento até atin gir o ponto de
altura máxima.
O módulo da ace le ração da gravidade na Lua (g) e a altura máxima
atingida (H) são dados por:
a) g = 1,6m/s2 e H = 160m b) g = 1,6m/s2 e H = 40m
c) g = 9,8m/s2 e H = 80m d) g = 4,0m/s2 e H = 20m
e) g = 1,6m/s2 e H = 80m
7. Uma bola é lançada verticalmente para cima, a partir do solo, em
um local onde o efeito do ar é desprezível e g = 10m/s2.
A bola é lançada no instante t0 = 0 e, no instante t1 = 2,0s, a bola, em
movimento ascendente, atinge a altura de 30m.
A bola passará pela altura de 30m, em movimento descendente, no
instante:
a) t2 = 2,5s b) t2 = 3,0s c) t2 = 3,5s
d) t2 = 4,0s e) t2 = 5,0s
1) a) 5,0m/s2 b) 90,0m c) 15,0m/s
2) a) 6,0m/s2 b) 432km/h
3) a) –3,6m/s2 b) 45,0m c) 9,0m/s
4) D 5) B
6) a) 2,0m/s2 b) 1,0 . 102m c) 2,25 . 102m
1) D 2) B 3) 50m/s
4) a) 24m/s b) 30s
5) a) 20s b) 50m
6) D
1) a) 2,0m/s2 e 14m/s
b) V = 14 + 2,0t (SI); s = 14t + 1,0t2 (SI)
2) a) 6s a 16s b) 0 a 6s
c) 2,0 . 102m d) 10m/s
3) a) 8,0m/s b) 36km/h c) 1,0m/s2
4) C 5) D 6) B
7) a) 
b) 100m
1) a) 3,0s b) 30m/s c) 15m/s
2) D 3) E 4) C 5) D 6) E 7) B
MÓDULO 7
MÓDULO 8
MÓDULO 9
MÓDULO 10
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1. Num recipiente de volume igual a 41 litros, acham-se 5,0mols de
um gás perfeito à temperatura de 300K. Determine a pressão do gás
nestas condições.
2. (CESGRANRIO) – No Sistema Internacional de Uni dades (SI), a
constante universal dos gases per fei tos (R) é expressa em
a) (� . atm) / (K . mol) b) cal(g.°C) c) J/(kg . K)
d) J/(K . mol) e) J/kg
3. Quatro mols de um gás ideal encontram-se aprisionados num
recipiente de paredes indeformáveis. Qual o volume desse recipiente,
sabendo-se que a –23°C a pressão exercida pelo gás é 8,2 atm?
4. (UNISA) – Um volume de 8,2 litros é ocupado por 64g de gás
oxigênio, à temperatura de 27°C. Qual é a pressão no interior do
recipiente? Considere o oxigênio um gás perfeito.
a) 2,0 atm b) 3,0 atm c) 4,0 atm
d) 6,0 atm e) 8,0 atm
5. Num recipiente hermeticamente fechado, de volume igual a 41 litros,
são aprisionados 5 mols de um gás perfeito. Qual a temperatura Celsius
desse gás, se a pressão exercida por ele é equivalente a 3 atm?
6. (PUC) – 5,0 mols de um gás perfeito estão contidos num recipiente
de volume constante 8,0�. Se o gás se encontra numa temperatura de
127°C, podemos afirmar que a pressão a que o gás está submetido será
aproximadamente
a) 6,0 atm b) 12 atm c) 18 atm
d) 21 atm e) 24 atm
7. (FUVEST-SP) – Um congelador doméstico (“freezer”) está regu -
lado para manter a temperatura de seu interior a –18°C. Sendo a tem -
peratura ambiente igual a 27°C (ou seja, 300 K), o congelador é aber to
e, pouco depois, fechado novamente. Suponha que o “freezer” te nha
boa vedação e que tenha ficado aberto o tempo necessário para o ar em
seu interior ser trocado por ar ambiente. Quando a tempe ratura do ar no
“freezer” voltar a atingir –18°C, a pressão em seu interior será
a) cerca de 150% da pressão atmosférica.
b) cerca de 118% da pressão atmosférica.
c) igual à pressão atmosférica.
d) cerca de 85% da pressão atmosférica.
e) cerca de 67% da pressão atmosférica.
8. (FUVEST-SP) – Uma bola de futebol impermeável e murcha é
colocada sob uma campânula, num ambiente hermeticamente fechado.
A seguir, extrai-se lentamente o ar da campânula até que a bola acabe
por readquirir sua forma esférica. Ao longo do processo, a temperatura
é mantida constante. Ao final do processo, tratando-se o ar como um
gás perfeito, podemos afirmar que 
a) a pressão do ar dentro da bola diminuiu. 
b) a pressão do ar dentro da bola aumentou.
c) a pressão do ar dentro da bola não mudou. 
d) o peso do ar dentro da bola diminuiu. 
e) a densidade do ar dentro da bola aumentou.
9. (MACKENZIE-SP) – Certa massa de um gás ideal so fre uma
transformação na qual a sua temperatura em graus celsius é duplicada,
a sua pressão é tri pli ca da e seu volume é reduzido à metade. A tem -
peratura do gás no seu estado inicial era de
a) 127 K b) 227 K c) 273 K d) 546 K e) 818 K
10.(MACKENZIE-SP) – Um gás perfeito no estado A tem pres são de
2,0 atm, volume de 3,0 litros e tem peratura de 27°C. Esse gás sofre uma
trans for ma ção isobárica, indo para o estado B, e, após sofrer uma
transformação isotérmica, atinge o estado C, no qual sua pressão é 
4,0 atm, seu volume é 2,0 litros e sua temperatura é 127°C. O volume
do gás no estado B é
a) 2,0 litros b) 3,0 litros c) 4,0 litros
d) 5,0 litros e) 6,0 litros
11. (MACKENZIE-SP) – Um gás perfeito a 27°C e a certa pressão
ocupa o volume de 600cm3. Dupli cando a pres são e a temperatura em
°C, o volume dessa mas sa gasosa passa a ser
a) 600cm3 b) 427cm3 c) 372cm3
d) 327cm3 e) 173cm3
12.(FUVEST-SP) – O cilindro da figura abaixo é fechado por um
êmbolo que pode deslizar sem atrito e está preenchido por uma certa
quantidade de gás que pode ser considerado co mo ideal. À temperatura
de 30°C, a altura h na qual o êm bolo se encontra em equi líbrio vale
20cm (ver figura; h se refere à su per fí cie inferior do êmbolo). 
MÓDULOS 7 e 8
ESTUDO DOS GASES PERFEITOS
atm . �
Dado: R = 0,082 ––––––––
mol . K
atm .�
Dado: R = 0,082 ––––––––
mol . K
atm . �
(1 mol de O2 = 32g) (R = 0,082 ––––––––)mol . K
atm . �
R = 0,082 ––––––––
mol . K
atm . �
Dado: R = 0,082 ––––––––
mol . K
FRENTE 2
C2_TAR_DE_FIS_prof_Alelex 22/12/11 09:11 Página 17
Se, mantidas as demais ca rac terísticas do sistema, a temperatura passar
a ser 60°C, o valor de h variará de, aproxi madamente, 
a) 5% b) 10% c) 20% d) 50% e) 100%
13.(UCSAL-BA) – Uma dada massa de gás perfeito ocu pa um
volume de 18,0 cm3, sob pressão de 2,00 atm e temperatura de 27,0°C.
Após sofrer uma trans formação isométrica, sua pressão passa a 
6,00 atm, enquanto sua temperatura, em °C, passa a
a) 54,0 b) 81,0 c) 108 d) 162 e) 627
14.Uma amostra de gás perfeito ocupa um recipiente de 10,0 litros à
pressão de 1,5 atm.
Essa amostra foi transferida para outro recipiente de 15,0 litros, mantendo
a mesma temperatura. A nova pressão dessa amostra de gás, em
atmosferas, é igual a
a) 0,60 b) 1,0 c) 1,5 d) 10,0 e) 22,5
15.Na figura, encontra mos esquematizados dois recipientes co nec ta dos
e separados por uma vál vula, inicial mente fe cha da. Um mes mo gás ideal
ocupa ambos os reci pien tes, conforme a indi ca ção.
Se abrirmos a válvula, a que temperatura deve ser elevada a mistura
para que no final tenhamos uma pressão de 10 atm?
16.(UNICAMP-SP) – Um ci lin dro de 2,0 litros é divi di do em duas
partes por uma parede móvel fina, con for me o esquema abaixo. O lado
esquerdo do cilindro con tém 1,0 mol de um gás ideal. O outro lado
con tém 2,0 mols do mesmo gás. O conjunto está à tem pe ratura de
300K. Adote R = 0,080atm . �/mol.K.
a) Qual será o volume do lado esquerdo quando a parede móvel estiver
equilibrada? 
b) Qual é a pressão nos dois lados, na situação de equilíbrio?
1. (FATEC) – Haverá trabalho realizado sempre que uma massa
gasosa
a) sofrer variação em sua pressão. 
b) sofrer variação em seu volume. 
c) sofrer variação em sua temperatura. 
d) receber calor de fonte externa. 
e) sofrer variação de energia interna.
2. (FUVEST-SP) – A figura a seguir é o gráfico da ex pan são de um
gás perfeito à temperatura constante. Qual das afirmações é ver dadeira?
a) A curva do gráfico é uma isobárica. 
b) A área sombreada do gráfico representa o tra ba lho realizado pelo
gás ao se expandir.
c) A área sombreada do gráfico representa o traba lho realizado por
um agente sobre o gás para se ex pandir. 
d) A curva do gráfico é uma isocórica.
e) A temperatura varia ao longo da curva.
3. (FATEC-SP) – Um gás ideal, inicialmente no estado A 
(PA = 1,0 x 105N/m2); VA = 2,0 x 10–3m3; TA = 300K), sofre uma
transformação isobárica até o esta do B (PB; VB; TB = 600K). Essa
transformação está repre sentada no gráfico pressão x volume abaixo.
Quanto vale o trabalho realizado pelo gás na expan são de A para B?
MÓDULO 9
TERMODINÂMICA I
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4. (FEI-SP) – Uma amostra de gás perfeito é levada do es tado A ao
estado C, segundo a transformação ABC, conforme indica o diagrama.
O trabalho rea li za do pelo gás durante a transformação é
a) 3,0 . 104J b) 4,5 . 104J c) 7,5 . 104J 
d) 10,5 . 104J e) 12 . 104J
5. (FATEC-SP) – Um sistema termodinâmico realiza o ciclo ABCA
representado abaixo.
O trabalho realizado pelo sistema no ciclo vale, em joules,
a) 2,5 x 105 b) 4,0 x 105 c) 3,0 x 105
d) 5,0 x 105 e) 2,0 x 105
1. (FGV) – Pode-se afirmar que máquina térmica é toda máquina
capaz de transformar calor em tra balho. Qual dos dispositivos abaixo
pode ser considerado uma máquina térmica?
a) motor a gasolina b) motor elétrico
c) chuveiro elétrico d) alavanca
e) sarrilho
2. (OSEC) – Quando um gás perfeito descreve um ciclo, sua energia
interna
a) aumenta
b) diminui
c) varia, mas o valor final é igual ao inicial
d) não pode ser determinada
e) permanece constante
3. (FATEC) – Uma fonte térmica cede 100J de calor a um sistema, ao
mesmo tempo em que ele realiza um trabalho mecânico de 20J.
Durante esse processo, não ocorrem outras trocas de energia com o
meio externo. A variação da energia interna do sistema, medida em
joules, é igual a:
a) zero b) 20 c) 80 d) 100 e) 120
4. (FM-POUSO ALEGRE) – Um gás, mantido a volume constante,
recebe 240J de calor do meio ambiente.
O trabalho realizado pelo gás e sua variação da energia interna serão,
respectivamente:
a) 240J e zero b) zero e 240J c) 120J e 120J
d) zero e 120J e) –240J e 240J
Questões 5 a 8.
(UFBA) – As expressões abaixo se referem às propriedades das trans -
formações termodinâmicas, relacionando Q (quantidade de calor
recebida pelo sistema), τ (trabalho realizado pelo sistema) e ΔU (va -
riação de energia interna):
a) Q = 0 e τ = –ΔU
b) Q = ΔU e τ = 0
c) Q = 0 e τ = ΔU
d) Q = τ e ΔU = 0
e) Q > 0, ΔU > 0 e τ > 0
Relacione cada transformação a uma das alter na tivas:
5. Transformação isométrica.
6. Transformação adiabática.
7. Transformação isobárica.
8. Transformação isotérmica.
MÓDULO 10
TERMODINÂMICA II
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20 –
1) 3,0atm 2) D 3) 10� 4) D
5) 27°C 6) D 7) D 8) A 9) D
10) C 11) D 12) B 13) E 14) B
15) 227°C 16) a) ≅ 1,33�
b) 36 atm
1) B 2) B 3) 200J 4) A 5) D
1) A 2) C 3) C 4) B 5) B
6) A 7) E 8) D
MÓDULOS 7 e 8 MÓDULO 9
MÓDULO 10
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1. Que intensidade de corrente circula no circuito simples, abaixo es -
quematizado?
Dados: E = 15 volts r = 0,50 ohms R = 4,5 ohms
Os condutores de ligação são ideais.
2. (UNISA) – No es quema abaixo, represen ta mos uma pilha de for ça
eletro motriz E e re sistência interna r.
Calcule
a) a intensidade de corrente no circuito;
b) a tensão entre os pontos A e B.
3. (UEL-PR) – Pelas indicações do es que ma abaixo, po de-se con cluir
que a resis tên cia inte rna da fonte, em ohms, é um valor mais pró ximo de
a) 1,0 x 10–2 b) 1,5 x 10–1 c) 1,0
d) 10 e) 1,5 x 10
4. No circuito a seguir, o gerador G tem f.e.m. E =12V e resistên cia
interna r = 1Ω. Ele é ligado a um resistor de resistência R = 119Ω.
Calcule a diferença de potencial entre os pontos A e B.
5. (UECE) – Quando se liga a associação abaixo a um gerador com 
1 ohm de resistência interna e 3 volts de f.e.m., a corrente na resistência
R1 é:
a) 1,00A b) 0,60A c) 0,75A d) 2,00A
6. (UFSM-RS) – No circuito representado na figura, a corrente elétri -
ca no resistor R1 tem intensidade 4,0A. Calcule a f.e.m. do gera dor.
7. (MACKENZIE) – No cir cuito a seguir, o gerador de tensão é ideal.
A in tensidade de corrente que pas sa pelo resistor de 4Ω é:
a) 0,5A b) 1,0A c) 1,5A d) 2,0A e) 2,5A
MÓDULO 7
LEI DE POUILLET – APLICAÇÕES
FRENTE 3
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8. (UC-MG) – A inten sidade de corrente, na re sistência de 2,0Ω é:
a) 3,0A b) 3,2A c) 3,6A d) 4,0A e) 8,0A
1. Um gerador de f.e.m. E1 = 3V e resistência r1 = 0,6Ω e outro de
f.e.m. E2 = 6V e resistência interna r2 = 1,2Ω são associados em série.
Determine a f.e.m. e a resistência interna.
2. (FUVEST) – As figuras ilustram pilhas ideais associadas em
série (1º arranjo) e em paralelo (2º arranjo). 
Supondo as pilhas idênticas, assinale a alternativa correta:
a) Ambos os arranjos fornecem a mesma tensão.
b) O 1º arranjo fornece uma tensão maior que o 2º.
c) Se ligarmos um voltímetro aos terminais do 2º arranjo, ele indicará
uma diferença de potencial nula.
d) Ambos os arranjos, quando ligados a um mesmo resistor, fornecem
a mesma corrente.
e) Se ligarmos um voltímetro aos terminais do 1º arranjo, ele indicará
uma diferença de potencial nula.
3. (FUVEST) – Seis pilhas iguais, cada uma com diferença de po ten -
cial V, estão ligadas a um apa relho, com resistência elé trica R, na formaes quematizada na figura. 
Nes sas condições, a cor rente me dida pelo am pe rímetro A, colocado na
po sição indicada, é igual a
a) V/R b) 2V/R c) 2V/3R d) 3V/R e) 6V/R
4. Associam-se, em paralelo, três séries, de quatro ge radores iguais que
apresentam individualmente E1 = 1,5V e r1 = 0,6Ω. Essa associação é
ligada a um resistor de 4Ω. Calcule:
a) fem equivalente
b) resistência interna equivalente
c) a intensidade da corrente em R = 4Ω.
5. Um gerador de f.e.m. E1 = 3V e resistência r1 = 0,6Ω e outro de
f.e.m. E2 = 6V e resistência interna r2 = 1,2Ω são associados em série.
Determine a f.e.m., a resistência interna e a corrente de curto-circuito
do gerador equivalente.
6. Dez baterias de 9V e 5Ω cada uma são associadas em paralelo, para
alimentar um resistor de 4Ω. Qual a ddp e a corrente nesse resistor?
1. Quando estamos carregando a bateria do telefone celular, esta se
comporta como um:
a) resistor b) gerador c) receptor d) capacitor
2. A bateria de um carro tem força eletromotriz de 12,0V e resis tência
interna 2,0Ω. Ao ser recarregada, recebeu uma corrente elétrica de
3,0A. Pode-se afirmar que ela:
a) funcionou como um gerador e a tensão é de 6,0V.
b) funcionou como um gerador e a tensão é de 18,0V.
c) funcionou como um receptor e a tensão é de 12,0V.
d) funcionou como um receptor e a tensão é de 18,0V.
e) funcionou como um receptor e a tensão é nula.
3. Um farolete usa 4 pilhas em série de 1,5V. Se invertermos a segunda
pilha,
a) a lâmpada do farolete não acende.
b) esta segunda pilha torna-se receptor.
c) provocaremos um curto-circuito.
d) a lâmpada do farolete acenderá normalmente, com o mesmo brilho.
MÓDULO 8
ASSOCIAÇÃO DE GERADORES
MÓDULO 9
RECEPTORES ELÉTRICOS 
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4. (AFA) – Um gerador fornece a um motor uma ddp de 440V. O mo -
tor tem resistência interna de 25Ω e é percorrido por uma cor ren te
elétrica de 400mA. A força contra-eletromotriz do motor, em volts, é
igual a:
a) 375 b) 400 c) 415 d) 430
5. O esquema abaixo re presenta um cir cui to con tendo duas pilhas.
a) Qual é a inten si dade da cor rente elétri ca?
b) Qual é a ddp nos terminais do recep tor?
6. (OSEC) – Considerando os valores das resistên cias e das tensões
no circuito abaixo, a leitura do voltímetro V, ligado no circuito, se rá:
a) zero b) 2V c) 3V d) 6V e) 12V
7. No circuito pro pos to, ob ter
a) a intensidade de cor rente
b) a ddp entre X e Y
1. Um televisor LCD de 42 polegadas tem potência 440W e deve ser
ligado à rede elétrica de 110V. A intensidade de corrente no televisor é:
a) 1,0A b) 2,0A c) 3,0A d) 4,0A
2. O resistor de um chuveio elétrico tem resistência R = 11Ω e o
chuveiro está ligado em 220V.
Determine:
a) a intensidade da corrente elétrica
b) a potência dissipada
c) a energia elétrica consumida em 10h.
3. Uma lâmpada de farolete tem potência de 3,0W. Se ela permanecer
acesa durante 2,0minutos (120s), a energia elétrica dissipada, em
joules, será:
a) 6,0 b) 120 c) 360 d) 720
4. (UNITAU) – Um chuveiro elétrico dissipa 3000W de potência. Se
uma pessoa toma um banho de 25 minutos de duração, a energia con -
sumida pelo chuveiro para aquecer a água durante o banho será de:
a) 75kJ b) 450kJ c) 4500kJ d) 7500kJ e) 4,5kJ
5. (UFTM) – Um eletricista foi chamado para instalar um chuveiro
em uma residência. O chuveiro a instalar era moderno, com jato
pressurizado de água, e de características 6 000 W / 220 V. Percebeu
logo o problema que enfrentaria ao notar que o chuveiro anterior tinha
a metade da potência do novo. Para um perfeito funcionamento do
novo chuveiro e proteção adequada da rede elétrica da residência contra
curtos-circuitos, o eletricista deverá substituir os antigos fusíveis do
circuito elétrico do chuveiro por modernos disjuntores, que fazem o
mesmo papel, só que sem terem de ser substituídos em casos de curto-
circuito. Nesse caso, os disjuntores que serão colo cados devem permitir
a passagem de uma corrente máxima no cir cuito, em ampères, de,
aproximadamente,
a) 10. b) 20. c) 30. d) 40. e) 50.
6. (GV) – Sobre as características de resistores exclusivamente
ôhmicos, analise:
I. a potência elétrica dissipada pelo resistor depende do valor da
intensidade da corrente elétrica que o atravessa;
II. a resistividade é uma característica do material do qual o resistor é
feito, e quanto maior for o valor da resistividade, mantidas as
dimensões espaciais, menos condutor é esse resistor;
III.a classificação como resistor ôhmico se dá pelo fato de que nesses
resistores, os valores da diferença de potencial aplicada e da
intensidade de corrente elétrica, quando multiplicados, geram
sempre um mesmo valor constante;
MÓDULO 10
ENERGIA ELÉTRICA, POTÊNCIA ELÉTRICA 
E POTÊNCIA DISSIPADA PELO RESISTOR
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IV. a potência elétrica total de um circuito elétrico sob diferença de
potencial não nula e constituído apenas por resistores é igual à soma
das potências dissipadas individualmente em cada resistor,
independentemente de como eles são associados.
Está correto apenas o contido em
a) I e II. b) I e III. c) III e IV.
d) I, II e IV. e) II, III e IV.
7. (UEM-PR) – Considere um chuveiro elétrico que possui uma chave
com três posições (desligado, verão e inverno) para contro lar a
temperatura da água, ligado à rede elétrica de 110 V de uma residência.
Considere que o chuveiro tenha um único resistor, que funciona como
um reostato.
Assinale a(s) alternativa(s) correta(s).
a) Ao colocar a chave na posição inverno, a diferença de potencial nos
terminais da resistência do chuveiro é aumentada, o que faz
aumentar a temperatura da água.
b) Ao colocar a chave na posição inverno, é aumentado o
comprimento do resistor, aumentando a temperatura da água.
c) Ao colocar a chave na posição desligado, é fechado o circuito entre
o polo positivo e negativo da rede elétrica.
d) Ao colocar a chave na posição verão, a potência dissipada no resistor
é maior que na posição inverno.
e) Se aumentar a sessão reta do resistor, a potência dissipada nas duas
posições inverno e verão irá aumentar.
8. Um chuveiro elétrico tem potência de 6000W (6,0kW) e nele to -
mam banho três pessoas diariamente, sendo de 20 minutos o tempo
médio de cada banho. Ao final de um mês (30 dias), a energia elétrica
gasta foi:
a) 18,0kWh b) 12,0kWh c) 6,0kWh
d) 2,0kWh e) 1,0kWh
9. Retomando o exercício anterior e admitindo-se que o kWh esteja
custando R$ 0,40, quanto se gasta de energia elétrica mensalmente, só
no chuveiro?
a) R$7,20 b) R$4,80 c) R$ 2,40
d) R$ 0,80 e) R$ 0,40
10.(VUNESP) – Um aparelho elétrico para ser ligado no acendedor
de cigarros de automóveis, comercializado nas ruas de São Paulo, traz
a instrução seguinte:
TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO: 12W.
POTÊNCIA CONSUMIDA: 180V. 
Essa instrução foi escrita por um fabricante com bons conhe cimentos
práticos, mas descuidado quanto ao significado e uso corretos das
unidades do SI (Sistema Internacional), adotado no Brasil.
a) Reescreva a instrução, usando corretamente as unidades de medida
do SI.
b) Calcule a intensidade da corrente elétrica utilizada pelo apa relho.
11. (FUVEST-SP) – Várias lâmpadas idênticas estão ligadas em para -
lelo a uma rede de alimentação de 110 volts. Sabendo-se que a cor -
rente elétrica que percorre cada lâmpada é de ampère, pergunta-
se: 
a) qual a potência dissipada em cada lâmpada?
b) se a instalação das lâmpadas estiver protegida por um fusível que
suporta até 15 ampères, quantas lâmpadas podem, no máximo, ser
ligadas?
6
–––11
1) 3,0A 2) a) 0,04A 3) D 4) 11,9V 5) A
b) 1,6V
6) 252V 7) C 8) A
1) E = 9V; r = 1,8Ω; icc = 5A 2) B 3) B
4) E = 6V; r = 0,8Ω; i = 1,25A 5) E = 9V
6) r = 0,5Ω; r = 1,8Ω; i = 2A; icc = 5A; U = 8V
7) E = 6V;r = 0,8Ω; i = 1,25A
1) C 2) D 3) B 4) D
5) a) 0,20A 6) A 7) a) 5,0A
b) 7,0V b) 45V
1) D 2) a) 20A 3) C 4) C
b) 4400W
c) 44kWh
5) C 6) D 7) E 8) A 9) A
10) a) U = 12V; P = 180W 11) a) 60W
b) 15A b) 27 lâmpadas
MÓDULO 7
MÓDULO 8
MÓDULO 9
MÓDULO 10
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