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Curso de Eng.ª de Segurança do 
Trabalho
Gerência de Risco
Prof. M.Sc. Eng.º João Carlos de Campos
� Conceito de Gerencia de Risco
Gerência de Riscos
� Técnicas a serem estudadas : Checklist, 
APR, TIC, Hazop, What-if, AAF, 
AMFE.
� Adquirir os conhecimentos para implantar e
manter um sistema de gerenciamento de risco
adequado e eficaz;
� Conhecer exemplos de PERIGO e RISCO.
Gerência de Riscos
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
� Conhecer exemplos de PERIGO e RISCO.
� Como identificá-los?
� Conhecer os passos para realização de Análise de 
Risco;
� Desenvolver habilidade para utilizar as técnicas na 
organização.
• aplicar as técnicas de identificação do Risco;
Gerência de Riscos
METODOLOGIA DA DISCIPLINA
• aplicar as técnicas de identificação do Risco;
• análisar e avaliar os riscos para detectar situações
indesejáveis, descrevendo os possíveis causas;
• delimitar a problemática em estudo.
4
CAPI – GERÊNCIA DE RISCO - INFORMAÇÃO
O que é Gestão?O que é Gestão?
5prof. M.Sc. João Carlos de Campos
CAPI – GERÊNCIA DE RISCO
Segundo o Dicionário Aurélio
Gestão [Do lat. gestione.] substantivo feminino. 
1. Ato de gerir; gerência, administração. 
6prof. M.Sc. João Carlos de Campos
CAPI – GERÊNCIA DE RISCO 
• Gerenciamento / Gestão
Portanto:
Gestão – ações para administrar o todo, ouGestão – ações para administrar o todo, ou
melhor, o sistema;
Gerenciamento – ações para administrar o
processo.
7prof. M.Sc. João Carlos de Campos
"É o Processo de Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar os
Recursos Humanos e Materiais de uma Organização, no
sentido de minimizar os efeitos dos Riscos sobre essa
Organização, ao mínimo Custo Possível".
George L. Head (1991)
Gerência de Riscos
• Conjunto de técnicas que visa reduzir ao mínimo os efeitos
das perdas acidentais;
• Enfoca o TRAMENTO DE RISCO que possam causar danos;
8
Internacionalmente, o termo gerenciamento de riscos é
utilizado para caracterizar o processo de identificação,
avaliação e controle de riscos. Assim, de modo geral, o
gerenciamento de riscos pode ser definido como sendo a
formulação e a implantação de medidas e
Gerência de Riscos
formulação e a implantação de medidas e
procedimentos, técnicos e administrativos, que têm por
objetivo prevenir, reduzir e controlar os riscos, bem
como manter uma instalação operando dentro
de padrões de segurança considerados toleráveis ao
longo de sua vida útil.
9Fonte: CETESB P4.261
Enfoque Principal de 
Segurança do Trabalho é PREVENÇÃO.
Gerencia de Risco
É proteger pessoas e equipamentos de 
práticas inadequadas que lhes 
ofereçam ou lhes causem danos. 
10
prof. M.Sc. João Carlos de Campos
PREVENÇÃO
PREVENÇÃO
PREVENÇÃO
PREVENÇÃO
11
PREVENÇÃO
Dentro desta categoria se encontra a Segurança do
Trabalho. Observamos que incluir o aspecto
é imprescindível.
PREVENÇÃO
Gerência de Riscos - Introdução
– É importante ao abordar o tema
prevenção que o objetivo não seja apenas
evitar lesões pessoais, como também
evitarevitar danosdanos materiaismateriais ee ambientaisambientais , mas
12
evitarevitar danosdanos materiaismateriais ee ambientaisambientais , mas
também evitar todos aqueles incidentes
que venham a provocar paradas de
produção e, portanto, perdas devido às
anormalidades no sistema (*1).
(*1) – Sistema 1. - é um conjunto de elementos, mater iais ou idéias, 
entre os quais se possa encontrar ou definir alguma relação; 
prof. M.Sc. João Carlos de Campos
PLANEJAR
Gerência de Riscos
PDCA
� PLANEJAR
� Listar todos os processos da 
empresa
� Fazer o fluxograma destes 
processos
� Montar equipe de trabalho.
AGIR
� AGIR
� Implantar controles existentes
� Verificar redução dos riscos
� Propor novos controles
� Avaliar os Riscos Residuais
PLANEJAR
DESENVOLVER
� DESENVOLVER
� Treinar equipe de trabalho
� Fazer levantamento de campo
� Avaliar os Riscos Inerentes ou 
Riscos Iniciais.
CONTROLAR
� CONTROLAR
� Comparar controles existentes
� Verificar a redução dos riscos
� Documentar e registrar
� Avaliar os Riscos Residuais.
AGIR
Elementos de
Gerenciamento
Elementos de
Avaliação
dos Riscos
Identificação
dos 
Fatores Risco
Elementos 
de Controle dos 
Riscos 
Gerência de Riscos
ELEMENTOS ESSENCIAIS
Planejar
Desenvolver
Planej & Projeto
Treinamento
Pró-ativa
O P T*
Base
Baseada no
Resultados
Medida 
das
ConsequênciasDesenvolver
Controlar
Agir
Treinamento
Legislação
Código de práticas
Procedimentos 
Padrões
O P T*
Inspeções
& Análises
Baseada no
Fato Gerador
Reativa
Investigações
&
Análise acidente
Continuada
Consequências
OPT* _ Observação Planejada 
das Tarefas 
Gerência de Riscos
PRINCIPIOS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS
Identificação dos Agentes
processo de reconhecer quais 
agentes estão presentes e definir 
suas características.
Avaliação do Risco
Processo global de estimar a 
magnitude do risco e decidir se o 
risco é tolerável ou não.
Fatores de Risco
fonte ou situação com um potencial 
para provocar danos (humanos, 
propriedade ou meio ambiente).
Risco
combinação da probabilidade de 
ocorrência pela consequência de um 
evento danoso vir a ocorrer.
Perigo X Risco
Gerência de Riscos
16
Gerência de Riscos
O que é Risco?
17prof. M.Sc. João Carlos de Campos
Gerência de Riscos
• Conceito de Risco (*2)
– Segundo Eliane P. R. Poveda - Diretora de Riscos
Ambientais da ABGR – Risco é uma
Variável com o potencial necessário para causar
18
Variável com o potencial necessário para causar
danos. Expressa uma probabilidade de possíveis
danos dentro de um período. Pode significar ainda a
incerteza quanto à ocorrência de um determinado
evento (acidente) ou a chance de perda ou perdas
que uma empresa pode sofrer por causa de um
acidente ou série de acidentes decorrentes de
atividades industriais.
prof. M.Sc. João Carlos de Campos
GERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCO
• Qualquer discussão sobre perigo e riscos é 
necessário o conhecimento da terminologia 
adotada, seu sentido preciso e seu inter-
relacionamento (Willie Hammer)
19
relacionamento (Willie Hammer)
prof. M.Sc. João Carlos de Campos
RISCO (Risk)
� Risco é uma combinação da probabilidade de
ocorrência de um evento danoso (PO) e a sua
conseqüência (C).
Gerência de Riscos
CONCEITOS BASICOS
� Ou R = f (PO, C)
� Onde:
� PO – Probabilidade de Ocorrência do desvio
� C – Amplitude de Conseqüência
20
Gerência de Riscos
CONCEITOS BASICOS
21
Não invisto na Bolsa
porque o risco 
é muito alto...
Gerência de Riscos
CONCEITOS BASICOS
22
Gerência de Riscos
• Conceito de Gerenciamento de Risco
Cabe ainda salientar que o conceito de risco
só é válido na presença da possibilidade
de falha de um sistema. Contudo, como não
23
de falha de um sistema. Contudo, como não
existem sistemas industriais infalíveis,
estamos tratando de um aspecto de extrema
relevância.
prof. M.Sc. João Carlos de Campos
Gerência de Riscos
• Conceito de Gerenciamento de Risco
24prof. M.Sc. João Carlos de Campos
• Perigo (Hazard): uma ou mais condições de uma
variável com potencial para causar danos. Esses
danos podem ser entendidos como lesões a
pessoas, danos a equipamentos ou estrutura, perda
GERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCO
25
pessoas, danos a equipamentos ou estrutura, perda
de material em processo ou redução da capacidade
de desempenho de uma função pré-determinada.
• Havendo perigo, persistem as possibilidades de 
efeitos adversos.
prof. M.Sc. João Carlos de Campos
• Nível de Perigo: Como sinônimo de Danger
Expressa uma exposição relativa a um 
perigo que favorece a sua 
materialização em danos. 
GERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCO
26
materialização em danos. 
Um perigo pode estar presente, mas 
pode haver baixo nível de perigo, 
devido às precauções tomadas
prof. M.Sc. João Carlos de Campos
• Nível Perigo:
GERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCO
27prof. M.Sc. João Carlos de CamposPerigo ou Risco
• OHSAS 18001/07, com alguns comentários para facilitar o 
entendimento:
– Perigo: fonte, situação ou ato com potencial para provocar dano em 
termos de lesão humana, doença, ou uma combinação destas.
GERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCO
OHSAS é uma sigla em inglês para Occupational Health 
and Safety Assessment Services, cuja tradução é 
Serviços de Avaliação de Saúde e Segurança Ocupacional.
28
termos de lesão humana, doença, ou uma combinação destas.
• A palavra chave desta definição é potencial.
Por exemplo, se pegarmos duas 
bombas iguais, em qualquer lugar 
que as coloquemos elas têm o 
mesmo potencial de dano.
Fonte: Boletim Eletrônico Segurito n.º69
Perigo ou Risco
– Risco: combinação da probabilidade de uma ocorrência de um evento 
perigoso ou exposição (ões) e a severidade de dano ou doença que 
pode ser causada pelo evento ou exposição (ões).
GERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCO
Utilizando as mesmas bombas do 
exemplo e colocando uma em um 
29
Utilizando as mesmas bombas do 
exemplo e colocando uma em um 
depósito de inflamáveis e outra no 
meio do deserto é fácil de entender 
onde há maior risco, ou seja, maior 
probabilidade do perigo ter maior 
gravidade.
Fonte: Boletim Eletrônico Segurito n.º69 prof. M.Sc. João Carlos de Campos
� Incidente Crítico (ou quase-acidente):
É qualquer evento ou fato negativo com
potencialidade para provocar dano. Também
chamado quase-acidente, caracterizam uma
Gerência de Riscos
30
chamado quase-acidente, caracterizam uma
situação em que não há danos macroscópicos ou
visíveis.
• Ato inseguro:
GERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCOGERÊNCIA DE RISCO
31prof. M.Sc. João Carlos de Campos
� Um sistema de gestão consiste, no mínimo, 
em: 
– estrutura organizacional adequada, referências
teóricas que compõem uma metodologia, que,
por sua vez, se desdobra num conjunto de:
Gerência de Riscos
INTRODUÇÃO
por sua vez, se desdobra num conjunto de:
� técnicas e instrumentos aplicáveis na prática
e em procedimentos pertinentes que fazem
com que os instrumentos possam desenvolver
o seu potencial e servir ao propósito da
organização que os aplica.
32
CAP. III – GESTÃO DE RISCO
Descrição do 
processo de 
gerenciamento de 
riscos
33
prof. M.Sc. João Carlos de Campos
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO, ANÁLISE 
E AVALIAÇÃO DE RISCOS
�- Identificar Riscos
• O risco deve ser identificado e descrito de uma 
forma compreensível antes de ser analisado e 
gerenciado corretamente. 
34prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
gerenciado corretamente. 
• Os riscos são documentados incluindo o contexto, 
condições e conseqüências de sua ocorrência. 
� Identificar os riscos relacionados a custos, 
cronogramas e performance. 
� Revisão dos elementos ambientais que podem 
impactar no projeto.
� Identificar os stakeholders relevantes 
relacionados a cada risco.
Fonte: Márcio - UFRGS
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO, ANÁLISE 
E AVALIAÇÃO DE RISCOS
• Segundo De Cicco (2003) a 
identificação de riscos é, sem dúvida, a 
mais importante das responsabilidades 
35
mais importante das responsabilidades 
do gerente de riscos. É o processo 
através do qual, são identificadas 
perdas potencias (a pessoas, à 
propriedade e por responsabilidade da 
empresa). 
prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
• Auxiliam no:
– controle dos processos;
– identificação os problemas ou desvios;
– objetivo de avaliar e analisar;
– Facilitando a tomada de decisão.
• Coleta de dados confiáveis: a ferramenta de avaliação deve ser
FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO
• Coleta de dados confiáveis: a ferramenta de avaliação deve ser
selecionada adequadamente com a finalidade de se ajustar ao
objetivo de cada processo.
• São utilizadas para evitar o desperdício de esforço;
• Quando e onde utilizar?
– Em vários estágios do processo de solução de
problemas ou desvios.
36
• Diagrama de Venn - pode ser usado tanto na
identificação do problema quanto na fase de analise do
problema.
 
 
Diagrama de 
. Histograma
. Diagrama de 
IDENTIFICAÇÃO
DO PROBLEMA
ANÁLISE DO 
PROBLEMA
37
Fluxograma 
 
Folha de Verificação 
 
Brainstorming 
 
Técnica de grupo 
 
 
 Diagrama de Pareto
Diagrama de 
Causa e Efeito
Carta de 
tendência
Estratificação
. Diagrama de 
Dispersão
. Cartas de 
Controle
. Capacidade de 
Processo
. Analise do Campo 
de Forças
• GUIA PARA SELEÇÃO DA TÉCNICA ADEQUADA
TAREFA TÉCNICAS
1. Para priorizar os problemas. �Fluxograma
� Brainstorming
� Folha de verificação (Planilha)
� Diagrama de Pareto
� Técnica de Grupo
2. Para permitir a descrição do �Folha de Verificação
38
2. Para permitir a descrição do
problema em termos de sua
especificidade, onde e quando
ocorre e sua extensão.
�Folha de Verificação
� Histograma
� Diagrama de Pareto
� Gráfico de Setor
� Carta de Tendência
� Estratificação
3. Para estabelecer um quadro
completo de todas as possíveis
causas do problema.
� Folha de Verificação
� Diagrama de Causa e Efeito
� Brainstorming
• GUIA PARA SELEÇÃO DA TÉCNICA ADEQUADA
TAREFA TÉCNICAS
4. Para confirmar a causa básica do
problema.
� Folha de Verificação
� Brainstorming
� Diagrama de Pareto
� Diagrama Dispersão
� Técnica de Grupo
39
� Técnica de Grupo
5. Para desenvolver uma solução
efetiva e aplicável e estabelecer um
plano de ação.
� Brainstorming
� Gráfico de Setor
� Análise de Campo
� Gráfico de Barras de Forças
� Apresentação à Gerência
6. Para implementar a solução e 
estabelecer o necessário 
procedimento de retroalimentação e 
respectivos gráficos.
� Diagrama de Pareto
� Capacidade do Processo
� Histograma
� Estratificação
� Carta de Controle
METODOLOGIA DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
40
• FLUXOGRAMA
Mostra todos os passos de um processo através de
representação gráfica;
Verifica como vários passos do processo estão relacionados;
Utiliza símbolos reconhecidos facilmente para representar cada
etapa do processo;
Utilizado para auxilio nos processos de ação corretiva e
preventiva e solução de problemas ou desvios;
Define claramente os limites do processo.
41
Alguns Símbolos Utilizados
Processo 
alternativo
Vários
documentos
Processo Disco 
magnético
42
magnético
Decisão
Conector/con
tinuação
Documento
Dados 
armazenados
� FLUXOGRAMA
43
Economiza tempo, eliminando o trabalho de se
desenhar figuras ou escrever números repetitivos;
Utilizada, para:
• coletar informações
� FOLHA DE VERIFICAÇÃO
• coletar informações
• registrar a freqüência de ocorrência de problemas de
um dado processo.
Facilita o entendimento de registro de dados de maneira
organizada.
44
 N.º de ocorrências Percentual
Descrição de Falhas Individual Acumulado Individual Acumulado
1. Atraso na entrega de material 139 139 39,83% 39,83%
2. Entrega de material fora da especificação 84 223 24,07% 63,90%
3. Atraso no envio de documentos 49 272 14,04% 77,94%
4. Entrega na quantidade errada 38 310 10,89% 88,83%
5. Atraso no envio do pedido de compra aos solicitantes 29 339 8,31% 97,13%
6. Entrega de material em obra errada 10 349 2,87% 100,00%
Considerações importantes na elaboração de Planilhas
de verificação ou de coleta de dados:
� FOLHA DE VERIFICAÇÃO
45
de verificação ou de coleta de dados:
�que as amostras sejam as mais aleatórias possíveis;
� que o processo de amostragem seja eficiente e que o
pessoal envolvido disponha de tempo o suficiente para
executa-lo;
Ferramentas de Avaliação e Diagnósticos
• FOLHA DE VERIFICAÇÃO
46
Exemplo de folha de verificação
Problema 
Ocorrências
Segunda Terça Quarta Quinta Sexta
Falta de Andaime
Falta de cimento
Avaria nos caminhões
Falta de pessoal qualificado
Alimentador de documentos
Alimentação do pessoal
Outros: A copiadora parou
Painel confuso
Copiadora sem energia
É uma ferramenta para geração de novas
idéias, conceitos e soluções para qualquer
� BRAINSTORMING
idéias, conceitos e soluções para qualquer
assunto ou tópico num ambientelivre de
críticas e de restrições à imaginação.
48
� BRAINSTORMING
Passos a serem seguidos para aplicação da técnica
� 1. Estabelecer tempo máximo de duração para geração de
idéias (2 a 3horas). Designar alguém para controlar o tempo.
� 2. Comunique o tópico a ser analisado. Assegurar que todos
entendam.entendam.
� 3. Solicitar para que eles apresentem suas idéias. Definir se as
idéias serão solicitadas de forma:
a) Estruturada: Definir que cada pessoa contribua com
uma idéia, se não tem uma idéia, passa a vez.
b) Não estruturada: As idéias são apresentadas à medida
que vão surgindo. O coordenador monitora o processo para
assegurar que todas as pessoas tenham a chance de
participar.
BRAINSTORMING
1) Tempestade de idéias
2) Técnica de reunião grupal - sinergia
3) Produção de idéias e sugestões acerca de um tema
4) 2 fases: criativa 
crítica
5) Fase criativa:
� todos expõem suas idéias
� participação ativa
� sem censuras� sem censuras
� sem interrupções
� o que importa é o número de idéias
� descontração e atmosfera de apoio
6) Fase crítica:
� esforços para analisar e criticar as idéias
� cada um defende suas idéias
� idéias filtradas
� aceitação e priorização por consenso
� em caso de votação: 5 votos por pessoa
BRAINSTORMING
7) 2 funções básicas: coordenador
secretário
8) Coordenador:
� harmonizar os trabalhos
� definir o tema
� duração das fases
� fluxo de apresentação� fluxo de apresentação
� coordenar as discussões (fase crítica)
� orientar por consenso
9) Secretário:
� registrar idéias
� arrumá-las e reapresentá-las
� registrar a conclusão da reunião
– Utilizar para:
• Escolher um ponto de partida para a solução de
um problema e avaliar um progresso;
• Identificar a causa básica de um problema.
� DIAGRAMA DE PARETO
• Identificar a causa básica de um problema.
– A informação também permite o
estabelecimento de metas numéricas viáveis
de serem alcançadas.
52
� DIAGRAMA DE PARETO
• DIAGRAMA DE PARETO
Ferramentas de Avaliação e 
Diagnósticos
54
DIAGRAMA DE CAUSA EFEITO/ISHIKAWA/ESPINHA DE PEIXE
Desenvolvido por Kaoru Ishikawa em 1943
55
DIAGRAMA DE CAUSA EFEITO/ISHIKAWA/ESPINHA DE PEIXE
Desenvolvido por Kaoru Ishikawa em 1943
56
DIAGRAMA DE CAUSA EFEITO/ISHIKAWA/ESPINHA DE PEIXE
Desenvolvido por Kaoru Ishikawa em 1943
57
� CARTA DE TENDÊNCIA
8
10
12
N
o 
D
E
 S
O
LI
C
IT
A
Ç
Õ
E
S
 
A
T
R
A
S
A
D
A
S
58
0
2
4
6
12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26
SEMANA
N
o 
D
E
 S
O
LI
C
IT
A
Ç
Õ
E
S
 
A
T
R
A
S
A
D
A
S
• Representar dados visualmente;
• Monitorar um sistema (dados
estatísticos).
� CARTA DE CONTROLE
Carta de controle é um tipo de gráfico, comumente
utilizado para o acompanhamento durante um processo,
determina uma faixa chamada de tolerância limitada pela
linha superior (limite superior de controle) e uma linha
inferior (limite inferior de controle) e uma linha média do
processo(limite central), que foram estatisticamente
determinadas.
59
determinadas.
� CARTA DE CONTROLE
Segundo as regras da Norma ISO 8258 (1991), um
processo encontra-se fora de controlo estatístico quando
se verifica uma das situações seguintes:
Regra 1 – Um qualquer ponto fora dos limites 
de controlo (limites).
Regra 2 – Nove pontos consecutivos de um 
mesmo lado da linha central.
Regra 3 – Seis pontos consecutivos em sentido 
ascendente ou descendente.
60
ascendente ou descendente.
Regra 4 – Catorze pontos crescendo e 
decrescendo alternadamente.
Regra 5 – Dois de três pontos consecutivos na 
zona A, do mesmo lado da linha central.
Regra 6 – Quatro de cinco pontos consecutivos 
na zona B ou A, do mesmo lado da linha central.
Regra 7 – Quinze pontos consecutivos na zona 
C.
Regra 8 – Oito pontos de ambos os lados da 
linha central, sem nenhum na zona C.
5W2H
O 5W2H é um tipo de lista de verificação utilizada 
para informar e assegurar o cumprimento de um 
conjunto de planos de ação, diagnosticar um problema 
e planejar soluções. 
Esta técnica consiste em equacionar o problema, 
descrevendo-o por escrito, da forma como é sentido 
61
descrevendo-o por escrito, da forma como é sentido 
naquele momento particular: como afeta o processo, as 
pessoas, que situação desagradável o problema causa. 
Com a mudança do final da pergunta, pode ser utilizado 
também como um plano de ação para implementação 
das soluções escolhidas. 
O 5W2H
62
� Matriz GUT
È uma matriz de priorização de problemas a partir da 
análise feita,considerando três critérios:
Gravidade (impacto do problema sobre coisas, pessoas, 
resultados,processos ou organizações e efeitos que 
surgirão a longo prazo, caso o problema não seja 
resolvido);
•
63
resolvido);
•
Urgência
(relação com o tempo disponível ou necessário para 
resolver o problema)
•
Tendência
(potencial de crescimento do problema, avaliação da 
tendência de crescimento, redução ou desaparecimento 
do problema).
64
CAP. IV – GERÊNCIA DE RISCO
Técnica de Incidentes Críticos (TIC)
WHAT-IF (WI)
Análise Preliminar de Risco (APR) ou 
Perigos (APP).
Perigo (Hazard): uma 
ou mais condições de uma 
variável com potencial 
Risco (Risk): Expressa 
uma probabilidade de 
possíveis danos dentro de 
um período específico de 
Análise de Modos de Falhas e Efeitos (AMFE)Análise de Operabilidade de Perigos - HAZard 
and OPerability Studies (HAZOP )
Técnicas 
inerentes a 
cada etapa
65
variável com potencial 
para causar danosum período específico de tempo ou número de ciclos 
operacionais, ANÁLISE DE ÁRVORE DE EVENTOS (AAE)
)
Análise por Diagrama de Blocos (ADB)Análise de Causas e Conseqüências (ACC)Análise de Arvore de Falhas (AAF)Management Oversight and Risk Tree (MORT)
prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
Omissão da Administração e Arvore de Risco
GERENCIA DE RISCOS
IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
� Que ações devem ser tomadas para
Identificação do Risco?
� Segue alguns exemplos:
� Checklist e Roteiros;
66
� Checklist e Roteiros;
� Inspeção de Segurança;
� Investigação de Acidentes;
� Fluxogramas
• CHECK-LIST
• A informações coletadas sobre a empresa, são de
suma importância para que o gerente de riscos
GERENCIA DE RISCOS
IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
suma importância para que o gerente de riscos
possa cumprir satisfatoriamente a sua missão.
67
GERENCIA DE RISCOS
IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
http://www.docstoc.com/docs/10916400
/CHECK-LIST-DE-SEGURAN%C3%87A
68
TIPOS DE RISCOS AOS QUAIS O 
TRABALHADOR ESTÁ EXPOSTO
Riscos Biológicos Conseqüências
ConseqüênciasRiscos de 
Acidentes
69prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
GERENCIA DE RISCOS
IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
� INSPEÇÃO DE SEGURANÇA
� Para atingir os objetivos pretendidos, definir:
� O que será inspecionado?
70
� O que será inspecionado?
� A frequência da inspeção;
� Os responsaveis pela inspeção;
� As informações que serão verificadas.
GERENCIA DE RISCOS
IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
� INVESTIGAÇÃO DEACIDENTES
� Informações colhidas junto ao encarregado da área, sobre
um estudo do local do acidente, vida pregressa de
acidentado, poderão ser determinantes para avaliar a causa
do acidente e propor as medidas necessárias para evitar sua
71
do acidente e propor as medidas necessárias para evitar sua
repetição.
GERENCIA DE RISCOS
IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
� ESTIMATIVA DO NÍVEL DE RISCO
� Constituído de dois fatores, visto anteriormente:
� PO = probabilidade de ocorrência;
� C = conseqüência.
72
� C = conseqüência.
� Estimativa da probabilidade de ocorrência por ano;
� Utiliza-se a Taxa de Falha média da operação x a
estimativa do numero de vezes que essa operação é
efetuada em um ano;
� Padronizar determinadas Taxas de Falhas.
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
�TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE 
RISCOS
73
TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS (TIC)
WHAT-IF (WI) 
prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
MAPA DE RISCOS
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE 
RISCOS
�TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE 
RISCO
� TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS (TIC)
A Técnica de IncidentesA técnica têm como objetivo 
74prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
A Técnica de Incidentes 
Críticos, também conhecida em 
português como 
"Confessionário" e em inglês 
como "Incident Recall", é uma 
Técnica qualitativa, aplicada 
na fase operacional de 
sistemas, cujos procedimentos 
envolvem o fator humano em 
qualquer grau. 
A técnica têm como objetivo 
a detecção de incidentes 
críticos e o tratamento dos 
riscos que os mesmos 
representam.
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE 
RISCOS
�WHAT-IF (WI) / CHECKLIST
� O procedimento What-If é uma técnica de 
análise geral, qualitativa, cuja aplicação é 
75
análise geral, qualitativa, cuja aplicação é 
bastante simples e útil para uma abordagem 
em primeira instância na detecção exaustiva 
de riscos, tanto na fase de processo, projeto 
ou pré-operacional, não sendo sua utilização 
unicamente limitada às empresas de processo. 
prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS, 
ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS
�TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS
� WHAT-IF (WI) / CHECKLIST - Planilha 
Atividade
O que 
aconteceria 
se?
Causas Conseqüências
Observação e
Recomendação
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO, ANÁLISE 
E AVALIAÇÃO DE RISCOS
� MAPA DE RISCO
– É a representação gráfica de um conjunto 
de fatores presentes nos locais de 
77
de fatores presentes nos locais de 
trabalho (sobre a planta baixa da 
empresa, podendo ser completo ou 
setorial), capazes de acarretar prejuízos 
à saúde dos trabalhadores: acidentes e 
doenças de trabalho.
prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO, ANÁLISE 
E AVALIAÇÃO DE RISCOS
78prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE 
RISCOS
Cores e dimensões dos círculos – relação 1:2:4
79prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
Determina qual foi o agente diretamente responsável
pelo evento.
Técnica de Identificação
(ordena os riscos pela importância ou gravidade).
� TÉCNICA SÉRIE DE RISCO (SR)
80
(ordena os riscos pela importância ou gravidade).
Têm-se:
Risco Principal (responsável direto pelo dano);
Riscos (ou risco) Iniciais que originam a série;
Riscos Contribuintes.
Uma vez obtida a série, cada risco é analisado em termos das
possíveis inibições que podem ser aplicadas a cada caso.
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS
� TÉCNICA SÉRIE DE RISCO (SR)
� TIPO: Análise geral, qualitativa.
� APLICAÇÃO: Análise “A PRIORI” e acidentes.
� OBJETIVOS: Inibir seqüência de fatos catastróficos ou sua repetição.
� METODOLOGIA: Análise de seqüência de eventos por relação causa 
efeito com metodologia própria incluindo inibições a cada elemento da 
série.
� RESULTADOS: Descrição do fenômeno, determinação de um elenco de 
inibições, determinação de causas remotas ou iniciais da sequência.
� OBSERVAÇÕES: Indicado na analise de acidentes. Simplicidade que 
permite o envolvimento de pessoal operacional qualificado e 
administrativo.
81
ELABORAÇÃO E EMISSÃO DE RELATÓRIO
� Após Identificar o Nível do Risco;
� Elaborar Relatório (que deve refletir todo trabalho realizado),
constando no mínimo:
� a) um histórico que levou ao estudo;
82
� a) um histórico que levou ao estudo;
� b) os objetivos a serem alcançados;
� c) a caracterização do empreendimento com descrição do
processo;
� d) a metodologia de analise dos riscos utilizada;
� e) o estudo em si (planilhas);
� f) recomendações
• Verificar se os registros estão fechados;
EXEMPLO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA
WHAT-IF (WI) / CHECKLIST 
�Seqüência de atividades que teríamos que
fazer para acionar o compressor para encher
o pneu de ar.
• Verificar se os registros estão fechados;
• Drenar reservatórios;
• Verificar correias de transmissão;
• Definir o nível de óleo do cabeçote;
• Armar o disjuntor e ligar a botoeira
• Aguardar enchimento do reservatório e desligar o compressor;
• Abrir registro de saída de ar;
• Posicionar e regular a pressão na posição desligar;
• Encher o pneu.
1. Liste a sequência de atividades, para lavar 5 kg de roupa utilizando a
lavadora de roupa automática.
2. Utilizando a planilha WI, indique na primeira coluna da planilha cada uma
das atividades listadas no item anterior.
3. Para cada uma das atividades faça a pergunta O que aconteceria se . . . ? e
preencha todas as outras colunas da planilha.
EXERCÍCIO
Considere e Atividade: Lavar roupa utilizando 
a máquina lavadora automática
3. Para cada uma das atividades faça a pergunta O que aconteceria se . . . ? e
preencha todas as outras colunas da planilha.
Atividade O que 
aconteceria se?
Causas Conseqüências Observação e
Recomendação
Seleção 
de roupas
Fossem 
misturadas roupas 
claras com 
escuras
Falta de 
critério ou 
conhecimento
Roupas escuras 
com fiapos claros
Roupas claras 
manchadas de 
escuro
Criar critério de separação 
entre roupas claras e escuras 
e instruir o responsável ela 
atividade
Seleção 
de roupas
Fossem 
misturadas roupas 
boas e ruins
Falta de 
critério ou 
conhecimento
Roupas boas sujas 
por fiapos
Criar critério de separação 
entre roupas boas e instruir o 
responsável pela atividade
Continuar o exercício . . . . . 
TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS
85prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS, 
ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS
APR
Análise Preliminar de Risco
PHAPHA
Preliminary Hazard Analysis
APP
Análise Preliminar de Perigo
86
Risco Causa Efeito Cat. de
Severidade
Medidas Preventivas
ou Corretivas
Resp.
•Acidente 
com 
veiculo
•Inabilidade
•Falta de 
atenção
•Lesão
•Fratura
•Morte
IV
(VER TABELA)
•Incentivo para reduzir 
acidentes com 
veículos;
RH
Identificação do sistema: ____________ Data: __/___/__.
Identificação do Subsistema: _________ Revisão: 000/00.
EXEMPLO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA
MODELO DE PLANILHA APR 
veiculo atenção
•Veiculo sem 
manutenção
•Morte (VER TABELA) veículos;
•Manutenção 
preventiva;
•Treinamentos
IV
CATASTRÒFICA
Morte, incapacidade permanente total, perda do
equipamento/instalações, danos graves ao meio ambiente(não
recuperável), perda financeira elevada, danos elevados a imagem
da empresa.
III
CRÍTICA
Lesões graves com incapacidade parcial grave, perda parcial do
equipamento, danos sérios as instalações, grandes perdas
financeiras, danos sérios ao meio ambiente.
II
MARGINAL
Lesões com incapacidade parcial leve, danos leves aos
equipamentos e instalações, danos ao meio ambiente facilmente
recuperável, perdas financeiras indiretas e pequenas.
I
DESPREZIVEL
Lesões leves (tratamento médico e retorno imediato ao
trabalho), danos leves aos equipamentos, não prejudicial ao
meio ambiente.
TABELA CATEGORIA DE SEVERIDADE DOS 
EFEITOS - PLANILHA APR 
IV
CATASTRÒFICA
Morte, incapacidade permanente total, perda do
equipamento/instalações, danos graves ao meio
ambiente(não recuperável), perda financeira elevada,
danos elevados a imagem da empresa.
III
Lesões graves com incapacidade parcial grave, perda
parcial do equipamento, danos sérios as instalações,III
CRÍTICA
parcial do equipamento, danos sérios as instalações,
grandes perdas financeiras, danos sérios ao meio
ambiente.
II
MARGINAL
Lesões com incapacidade parcial leve, danos leves aos
equipamentos e instalações, danos ao meio ambiente
facilmente recuperável, perdas financeiras indiretas e
pequenas.
I
DESPREZIVEL
Lesões leves (tratamento médico e retorno imediato ao
trabalho), danos leves aos equipamentos, não prejudicial
ao meio ambiente.
EXEMPLO: ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO - APR
ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO - APP
ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO - APP
A Análise Preliminar de Perigo (APP) é uma metodologia 
indutiva estruturada para identificar os potenciais 
perigos decorrentes da instalação de novas unidades e 
sistemas ou da própria operação da planta que opera 
com materiais perigosos. 
Fonte: METODOLOGIAS DE ANÁLISE DE RISCOS - APP & HAZOP
. Laís Alencar de Aguiar
� Utilizar a planilha da APR.
� Analisar os riscos.
� Situação: sozinho no seu carro, no acostamentoe na
rodovia.
EXERCÍCIO
Considere a Atividade:
Risco para troca de pneu em Rodovia
rodovia.
� Atitudes: descer do carro, pegar o macaco e o step.
� Quais riscos o motorista está correndo?
� Quais as causas desses riscos?
� Quais os riscos quais os níveis de severidade?
� Que controles deveria ter para impedir que esses
perigos ocorressem?
TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS
FMEA
Failure Mode and Effects Analysis
93
AMFE
Analise de Modos de Falha e Efeitos
TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS
� ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E EFEITOS (AMFE) -
Failure Modes and Effects Analysis (FMEA) 
� A Análise de Modos de Falha e Efeitos é uma análise 
detalhada, podendo ser qualitativa ou quantitativa, que 
permite analisar as maneiras pelas quais um equipamento 
ou sistema pode falhar e os efeitos que poderão advir, 
94
ou sistema pode falhar e os efeitos que poderão advir, 
estimando ainda as taxas de falha e propiciado o 
estabelecimento de mudanças e alternativas que 
possibilitem uma diminuição das probabilidades de falha, 
aumentando a confiabilidade do sistema. 
prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
ANÁLISE DE MODOS DE FALHA E EFEITOS 
(AMFE)
95
prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
1. Definir a equipe responsável pela execução;
2. Definir os itens do Sistema e dividir os Subsistemas que podem ser 
controlados. Traçar diagramas de blocos funcionais do sistema e 
subsistemas, para determinar os inter-relacionamentos existentes;
3. Preparação Previa e Coleta de dados (CHECKLIST dos componentes de 
cada subsistema e sua função específica);
SEQUÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO AMFE
cada subsistema e sua função específica);
4. Identificar: 
a) modos de falha e seus efeitos;
b) causa da falha;
c) controles atuais de detecção das falhas;
7. Determinar os índices de Ocorrência , Severidade , Detecção ;
8. Analisar as recomendações;
9. Revisar os procedimentos;
10. Preencher Planilha, a partir, das listas de verificação;
11. Revisar o processo
Compressores: reservatório de ar;
resfriador intermediário; resfriador
posterior; separador de condensado;
purgador; silenciador; filtros;
acessórios; desumidificador.
Cliente:
Código:
AMFE de Processo AMFE nº 001/09
Pagina 01/01
Item Responsável de projeto Data da FMEA (inicio) 
__/__/__ 
Grupo de Trabalho Preparado por Data __/__/__ - Revisão 00/00
EXEMPLO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA
MODELO DE PLANILHA AMFE 
* NPR (NUMERO DE PRIORIDADE DE RISCO)
DETECÇÃO CRITÉRIO IND.
EFEITO CRITÉRIO INDICE
Muito alto Grande interrupção na produção 7
Alto Pequena interrupção na produção 6
Moderado Pequena interrupção na produção 5
Baixo Uma parte dos produtos deve ser selecionado 4
Muito baixo Uma parte dos produtos deve ser retrabalhado fora da estação de trabalho 3
Menor muito 
menor
Uma parte dos produtos deve ser retrabalhado, defeito notado por alguns clientes 2
Nenhum Não afeta o produto e não prejudica o processo 1
GRAU DE SEVERIDADE
GRAU DE OCORRÊNCIA
PROBABILIDADE TAXAS DE IND.
GRAU DE DETECÇÃO
DETECÇÃO CRITÉRIO IND.
Remota Certamente não será detectado 5
Muito baixa Provavelmente não será 
detectado
4
Baixa Provavelmente será detectado 3
Moderada Grande probabilidade de ser 
detectado
2
Alta Certamente será detectado 1
PROBABILIDADE 
DE FALHAS
TAXAS DE 
FALHAS 
POSSIVEIS
IND.
Muito alto 1 em 10 5
Alto 1 em 29 4
Moderado 1 em 50 3
Baixo 1 em 100 2
Remoto 1 em 1000 1
NPR
Numero de Prioridade de Risco
É o produto da Severidade, 
Ocorrência e DetecçãoOcorrência e Detecção
Pode ser avaliado pelo diagrama de Paretto
Sempre que houver uma nota ALTA de Severidade , deve 
ser dada atenção especial a esta falha independente do 
valor do NPR.
• Caixa d`água
domiciliar:
• R – recipiente;
• E – entrada;
• S – saída;
• L – ladrão;
• V – válvula;
SISTEMA E SUBSISTEMA
ANÁLISE DE SUBSISTEMA
Caixa d’ água domiciliar
• V – válvula;
• H – haste;
• B – bóia.
� CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA
1. Qual a missão desse sistema 
apresentado?
2. Qual a função básica?
� CARACTERIZAÇÃO DO 
SUBSISTEMA
� Sensor: 
� Operação: 
� Comunicações:
� Controle: 
� Estrutura: 
� Ambiental: 
� Potencia: 
� Segurança: 
103
EXERCÍCIO - Técnica AMFE
Empresa de Transportes
Objetivo Modo de falha Efeito
Entrega no 
prazo
Atraso na entrega Em função dos reduzidos níveis de estoque da 
empresa, o atraso na entrega de mercadorias pode 
significar a parada da linha de produção e a perda de 
um cliente.
1. Calcular os índice de risco para as causas apresentadas;
2. Preencher a Planilha para causa com maior índice de risco (utilizar a planilha);
3. Apresentar as ações a serem desenvolvidas para as 5 causas com maior índice 
104
3. Apresentar as ações a serem desenvolvidas para as 5 causas com maior índice 
risco.
Objetivo Modo de falha Causa O D Efeito S NPR
Entrega no 
prazo 
certo
Atraso na 
entrega
Falha mecânica
Clima
Falta de manutenção
Condição do veículo
Documentação
Excesso de peso
Horário de pico
Vias inadequadas
TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS
AAE - ETA 
Análise de árvore de eventos
Event Tree AnalysisEvent Tree Analysis
AAF – FTA
Análise de Árvore de Falhas
Fault Tree Analysis
105
TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE 
RISCOS
� ANÁLISE DE ÁRVORE DE EVENTOS (AAE) -
Event Tree Analysis (ETA) 
� A Análise da Árvore de Eventos (AAE) é um 
106
� A Análise da Árvore de Eventos (AAE) é um 
método lógico-indutivo para identificar as 
várias e possíveis conseqüências resultantes 
de um certo evento inicial. 
prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
ANÁLISE DE ÁRVORE DE EVENTOS 
(AAE)
Defeito Defeito
Severo
Falha no
Equipamento
Defeito 
Harmônico 
nos Trilhos
Acidente
Não
Trem na 
velocidade de 
ressonância
Probabilidade
Não (0,20)
0,200
O descarrilamento pode ser causado por qualquer uma das três falhas 
assinaladas
107
prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
Sim
Não
Não (0,999)
Sim (0,001)
Não (0,999)
Não (0,20)
Não
Sim
Sim
Não (0,995)
Sim
Sim (0,001)
Sim (0,800)
Sim (0,005)
0,200
0,794
0,004
0,001
0,001
Portanto, a probabilidade de que um defeito acima produza 
descarrilamento é a soma simples das três possibilidades, 
ou seja, 0,6%.
TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO, ANÁLISE E 
AVALIAÇÃO DE RISCOS
� ANÁLISE DE ÁRVORE DE FALHAS (AAF) - Fault 
Tree Analysis (FTA)
� A AAF é um método excelente para o estudo 
108
� A AAF é um método excelente para o estudo 
dos fatores que poderiam causar um evento 
indesejável (falha) e encontra sua melhor 
aplicação no estudo de situações complexas. 
Ela determina as freqüências de eventos 
indesejáveis (topo) a partir da combinação 
lógica das falhas dos diversos componentes do 
sistema. 
prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
ANÁLISE DE ÁRVORE DE FALHAS (AAF)
A AAF pode ser 
executada em quatro 
etapas básicas: 
109prof. eng.º M.Sc. João Carlos de Campos
1. definição do sistema;
2. construção da árvore 
de falhas;
3. avaliação qualitativa e 
4. avaliação quantitativa. 
Arvore de 
falhas para 
sistema de 
alarme de fogo 
domiciliar
Notação:
-As comportas OU
serão representadas 
pelas variáveis Ai
Um evento 
“não 
desenvolvido
, falta de 
informação 
ou 
conseqüência 
suficiente
110
pelas variáveis Ai
(Adição)
- As comportas E 
serão representadas 
pelas variáveis Bi
(Produto).
Objetivo: A1 ∴A1 = B1+B2
B1 = X1.A3
A3 = A5+X3
Símbolo de conexão à 
outra parte da 
árvore de falhas
A5= X1+A6+X6
B2 = X2.A4
A6 = X7+X8
A4 = X4+T
A4 = X4+A5
S
I
M
B
O
L
A simbologia lógica de 
uma árvore de falhas
L
O
G
I
A
TÉCNICAS DE ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS
HAZOP
� ANÁLISE DE OPERABILIDADE DE PERIGOS
112
HAZOP
Hazard and Operability Etudies
TÉCNICAS DE ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS
A técnica denominada Estudo de Perigo e Operabilidade
– HAZOP visa identificar os problemas de Operabilidade
de uma instalação de processo, revisando metodicamente
o projeto da unidade ou de toda fábrica.
� ANÁLISE DE OPERABILIDADE DE PERIGOS - HAZOP
113Fonte: METODOLOGIAS DE ANÁLISE DE RISCOS - APP & HAZOP
. Laís Alencar de Aguiar
A execução de umHAZOP de boa qualidade exige, além
da participação de especialistas experientes,
informações precisas, detalhadas e atualizadas a
respeito do projeto e operação da instalação analisada
TÉCNICAS DE ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS
• Técnica de analise de sistemas baseada em um procedimento
que gera perguntas de maneira estruturada e sistemática
através de um conjunto apropriado de palavras guias.
• Utilizada para identificar e avaliar desvios (problemas de
segurança) em uma planta de processos
• Identificar problemas operacionais que, poderiam
comprometer a habilidade da planta ao atingir a
produtividade prevista no projeto.
114
EXEMPLO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA
MODELO DE PLANILHA HAZOP
Cliente:
Código:
Processo Nº 001/09
Pagina 01/01
Item Responsável de projeto Data (inicio) __/__/__ 
Palavra
-guia
Parâmetro Desvio Causas Efeitos Observações e 
Recomendações
Item Responsável de projeto Data (inicio) __/__/__ 
Grupo de Trabalho Preparado por Data __/__/__ - Revisão 00/00
• NOS DE ESTUDO: Lugares (nos desenhos de tubulação,
instrumentação e nos procedimentos), nos quais os parâmetros
do processo são investigados em busca de desvios;
• INTENÇÃO: Como se espera que a planta opere, na ausência de
desvios nos nodos de estudos;
• DESVIOS: Existe afastamento em relação a intenção que são
EXEMPLO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA
DEFINIÇÃO DOS TERMOS HAZOP
• DESVIOS: Existe afastamento em relação a intenção que são
descobertos mediante a aplicação sistemática das palavras;
• CAUSAS: Razões pelas quais podem ocorrer os desvios, uma vez
demonstrado que um desvio possui uma causa plausível, ele
poderá ser tratado como desvio significativo;
• CONSEQUENCIAS: Resultado do desvio verificado;
• PALAVRAS-GUIAS: São palavras simples utilizadas para qualificar
ou quantificar a intenção.
Lista dos Parâmetros típicos 
de processo
• Vazão (Va)
• Pressão (P)
• Contaminação (Ct)
• Energia (E)• Pressão (P)
• Temperatura (T)
• Concentração (Cc)
• Densidade (D)
• pH
• Energia (E)
• Vácuo (Vc)
• Volume (Vo)
• Velocidade (Ve)
• Fluxo (F)
O que são palavras-guias?
PALAVRA-GUIA SIGNIFICADO
Não/nenhum Ausência total de intenção
Maior Aumento quantitativo
Menor Diminuição quantitativa
Parte de Diminuição qualitativa
Reverso O oposto lógico da intenção
• “As palavras-guias utilizadas, devem
ser entendidas por todos”
Reverso O oposto lógico da intenção
Inverso Oposto lógico da intenção de projeto
Outro que Substituição completa
Outra condição 
operacional
Diversos, de acordo com cada caso 
(partida, parada, mudança de 
catalisador, em carga reduzida)
PARAMETRO 
DE PROCESSO PALAVRA-GUIA DESVIO
Concentração Não-nenhum
Maior 
Menor
Ausência do componente
Maior concentração
Menor concentração
Correlação entre os termos da 
Metodologia (continuação)
Menor
Outro que
Menor concentração
Outro componente
Contaminação Maior
Menor
Parte de
Maior contaminação quantitativa
Menor contaminação quantitativa
Maior contaminação qualitativa
Energia Não-nenhum
Maior 
Menor
Sem energia
Tensão maior
Tensão menor
PARAMETRO DE 
PROCESSO PALAVRA-GUIA DESVIO
Fluxo Não-nenhum
Reverso
Sem fluxo
Fluxo reverso
Pressão Maior Nenhuma pressão
Correlação entre os termos da 
Metodologia (continuação)
Pressão Maior
Menor
Parte de
Inverso
Nenhuma pressão
Pressão maior
Pressão menor
Vácuo
Vazão Nenhuma 
Maior
Menor
Vazão zero
Vazão maior
Vazão menor
PARÂMETRO DE 
PROCESSO
PALAVRA-GUIA DESVIO
Velocidade Nenhuma 
Maior
Menor
Velocidade nula
Maior velocidade
Menor velocidade
Correlação entre os termos da 
Metodologia
Menor
Outro que
Menor velocidade
Sentido inverso
Temperatura Maior 
Menor
Temperatura mais alta
Temperatura mais baixa
Volume Nenhum 
Maior
Menor
Vazio
Maior volume
Menor volume
Listas de causas genéricas
M
in
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A
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Fo
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Listas de causas genéricas
M
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M
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EXERCÍCIO
Considere o Sistema do Reator e 
DESENVOLVA A TÉCNICA HAZOP
� Condição: Se componente B >
componente A = explosão no sistema.
� Fluxo A parou - possíveis Causas: PQ
parou fluxo A?parou fluxo A?
◦ Tanque de armazenamento vazio;
◦ A bomba para, devido a: falha
mecânica ou elétrica, desligamento ou
outros;
◦ ruptura da linha;
◦ Válvula de isolamento fachada.
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
Continuar o Exercício HAZOP para outras possibilidades 
de ocorrência.
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
Dicas:
Sempre marque um nó de estudo na entrada de um 
grande equipamento e na saída de um equipamento que 
acumule produtos (ex.: vasos, tanques,...) e antes e 
depois de linhas que cruzam
Fazer sempre perguntas no nó de estudo, começar 
sempre a buscar as falhas no início do sistema.
Fonte: METODOLOGIAS DE ANÁLISE DE RISCOS - APP & HAZOP
. Laís Alencar de Aguiar
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
Para avaliar os procedimentos operacionais, as medidas 
de controle e os riscos oferecidos aos profissionais 
envolvidos, todas as operações de descarregamento 
foram acompanhadas (Fotos 1 até 16), documentadas foram acompanhadas (Fotos 1 até 16), documentadas 
em registro fotográfico e, posteriormente, foram 
aplicadas as técnicas HAZOP e APP.
Fonte: METODOLOGIAS DE ANÁLISE DE RISCOS - APP & HAZOP
. Laís Alencar de Aguiar
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
Fonte: METODOLOGIAS DE ANÁLISE DE RISCOS - APP & HAZOP
. Laís Alencar de Aguiar
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
Fonte: METODOLOGIAS DE ANÁLISE DE RISCOS - APP & HAZOP
. Laís Alencar de Aguiar
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
Fonte: METODOLOGIAS DE ANÁLISE DE RISCOS - APP & HAZOP
. Laís Alencar de Aguiar
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
EXERCÍCIO
Desenvolvimento da Técnica HAZOP
ESTUDO DE CASO: DESCARREGAMENTO DE ÁCIDO 
SULFÚRICO (Aguiar et al., 2001)
Fonte: METODOLOGIAS DE ANÁLISE DE RISCOS -
APP & HAZOP
. Laís Alencar de Aguiar
� ALBERTON, A., (1996). Uma Metodologia para auxiliar no Gerenciamento
de Riscos e na Seleção de Alternativas de Investimentos em Segurança.
Universidade Federal de Santa Catarina.
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