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FACULDADE UNISERRA FAEST TANGARÁ DA SERRA-MT Diário de Bordo LEIDYNRA ROBERTO ALVES TAIS FRANCISCO CORREIA . Tangará da Serra 2021 FACULDADE UNISERRA FAEST TANGARÁ DA SERRA-MT Diário de Bordo LEIDYNRA ROBERTO ALVES TAIS FRANCISCO CORREIA Trabalho apresentado como requisito parcial para obtenção de nota no componente curricular Fundamentos e Logicas do Ensino de Ciências, do 6°semestre da Faculdade Uniserra Faest. Ministrado pelo orientador: Aparecido Labadessa. Tangará da Serra 2021 CONHECENDO PAISAGENS, BIOMAS, CLIMAS, E CULTURAS. Rota da viagem Saída: Rio Grande do Sul / Centro Histórico de Porto Alegre ● Santa Catarina /Bom Jardim da Serra ● Paraná / Tibagi ● São Paulo / Campos do Jordão ● Minas Gerais / Itabirito ● Tocantins /Palmas ● Bahia / Salvador ● Paraíba / Cabedelo e a partir de Cabedelo/PB ● O rally continua pela BR 230 (Rodovia transamazônica) até Lábrea as margens do rio Purus no Estado do amazonas, dois dias de descanso e retornamos para Tangará da Serra/MT, passando por Porto Velho/RO. Percurso da Viagem Primeiro dia Rio Grande do Sul /Porto Alegre A excursão iniciou no dia 12 julho 2021 no Rio Grande do sul Portos Alegres foram conhecer e passar dois dias na cidade gaúcha. Foi a ferro e fogo que Porto Alegre construiu a sua história, a capital do Rio Grande do Sul é também a capital dos Pampas, como é conhecida a região de fauna e flora características formada por extensas planícies que dominam a paisagem do Sul do Brasil e parte da Argentina e do Uruguai, nessa região que nasceu o gaúcho, figura histórica, dotada de bravura e espírito guerreiro. Depois de aprender uma pouco sobre a vida no sul, chegou hora de almoçar no restaurante Santo Antônio e apreciar um delicioso churrasco gaúcho e clima bem familiar e agradável. Após o almoço nos deslocamos ate sítio o laçador, uma representação do homem rio grandense que, com sua pilcha (traje típico gaúcho), transparece a cultura do seu povo. Tombado como patrimônio histórico do município de Porto Alegre. É símbolo porto alegrense e rio-grandense. No segundo dia em Porto Alegre. No dia 13 julho fomos até a Praia da Cal Torres Praia localizados entre o Morro do farol e o Morro do Meio, a Praia da Cal é uma das mais bonitas do estado. Possui seu lado esquerdo há uma trilha calçada abaixo do penhasco do Morro do Farol e vai até a Prainha. No canto direito a trilha sobre o Morro e leva ao topo dos penhascos e às furnas de Torres. A praia é coberta pela Mata Atlântica, o dia nesta praia foi incrível tivemos o privilégio de conhecer três grandes rochedos de origem vulcânica formados há milhões de anos que afloram à beira mar, o conjunto de paredões de pedra forma um verdadeiro forte natural entre o Oceano Atlântico e o continente, responsável por lindas paisagens. O relevo à beira-mar de Torres marca o início da Serra Geral, uma formação geológica de rochas magmáticas relacionadas a derramamentos de lava vulcânica a que ocorreram há milhões de anos. Logo após o almoço, marcamos um mergulho no fundo do mar foi possível observar os diversos corais e recifes que servem de abrigo e proteção para os animais que vivem nas águas peixes, tartarugas e golfinhos são alguns dos animais encontrados durante o mergulho, foi um belo passeio cheio de aprendizado sobre o sul do Brasil. Primeiro terceiro dia de viagem Bom Jardim da Serra Precisamente no dia 14 julho de 2021 saímos de Porto Alegre para Bom Jardim da Serra com a distância de 356 km. O tempo de percurso da viagem entre as duas cidades foi de aproximadamente 4 h 15 min. Ao chegar à cidade nos deparamos como uma paisagem composta por planaltos e áreas de depressões, cachoeiras, vegetação abundante e mirantes, as quais se estendem em uma faixa limitada no leste do Paraná e de Santa Catarina e na região central do Rio Grande do Sul. Neste, no extremo sul e sudoeste, há ocorrência de planícies, os estados da região possuem elevado potencial hidrológicos, estando inseridos em três importantes regiões hidrográficas. A primeira é a Região Hidrográfica Paraná, que abrange uma parcela de Santa Catarina e quase todo o território paranaense, além-estados do Sudeste e Centro-Oeste. Os principais rios que banham os estados sulistas são Paraná, Paranapanema, Ivaí e Iguaçu. Durante a nossa estadia em Bom Jardim da Serra ficamos hospedadas na pousa paraíso dos cânions onde fizemos um belo passeio a cavalo para conhecer região e apreciar suas belas paisagens de paredões. E chegamos até o cânion da ronda um lugar espetacular e imperdível, a natureza é exuberante e fascina a todo instante, nem o frio no penhasco consegue limitar a beleza do lugar, fascinadas pelo lugar prosseguimos com uma caminhada pelos trajetos de madeira com trilhas bem marcante e ao chegarmos ao topo de cânion da ronda se deparamos com uma vista ampla das profundas escarpas, penhascos e do vale abaixo. Cânion da Ronda Quarto dia de excursão 15 de julho de 2021 Logo após um delicioso café da manhã na pousada fomos até a Cascata da Barrinha que fica entre a Serra do Rio do Rastro e Urubici e é um lugar lindo, com direito a piscina natural, com água gelada, mas cristalina. Para chegar até a queda d’água, o acesso é gratuito e através de uma escadaria. Aproveitamos e paramos um pouco para recuperar as forças na churrascaria que fica próxima ao local, neste local podemos ainda apreciar alimentações regionais, desde carnes e produtos coloniais e ainda aproveitar a bela vista da Cascata da Barrinha. Após almoço chegamos até o belíssimo cenário de quedas de águas lindíssimo onde tiramos muitas fotos para registrar o momento incrível que tivéssemos durante o nosso ultimo dia na cidade de Bom Jardim da Serra. Quinto dia de viagem 16 julho 2021 Depois de vivenciar belos dias no Bom Jardim da Serra prosseguimos a excursão até Tibagi Paraná à viagem durou aproximadamente 8 h 55 min (615,3 km) via BR-116 Pegue a SC-390, SC-110, SC-114, Rod. Régis Bittencourt, BR-153 até Rua Manoel Bento dos Santos em Tibagi. Chegamos até a cidade de Tibagi foi assim chamada em função do rio Tibagi, que recebeu seu nome dos índios tupi-guarani que habitavam a região. O clima da região é subtropical úmido mesotérmico, sem estação seca. No verão, a temperatura varia entre 18ºC e 26ºC com manhãs são bastante frias e há incidência de geadas. A vegetação de Tibagi se caracteriza principalmente na região do Cânion Guartelá, por uma singular combinação de cerrado, mata ciliar, campo e muitas araucárias, árvore nativa do estado do Paraná. Também florescem na região diversas espécies de bromélias e orquídeas. Nosso primeiro dia iniciou com uma linda visita ao Canyon Guartelá um dos maiores cânions do mundo em extensão, o Guartelá é acessado pelo parque com o mesmo nome e proporcionou uma experiência fantástica, da sua trilha de acesso até sua vista lá do alto. Aproveitamos o máximo o passeio no cânion, à visita trouxe muito conhecimento da fauna e flora local possibilitando avistar a natureza vários tipos de orquídeas e avistamos o passarinho noivinha-branca e também o beijar-flor-de-orelha-violeta entre outros presentes no bioma Pampas e Mata Atlântica. Para finaliza o dia passamos no Salto Santa Rosa a cerca de 20 quilômetros da região centralde Tibagi fica essa bela cachoeira formada pelo rio Santa Rosa, fizemos uma parte do trajeto até o local, é asfaltado, o restante de cascalho. Esse lugar foi muito importante nos permitiu tomar banho nessas águas, piscina natural muito linda, no vale sentamos, contemplamos e sentimos a força das águas da paisagem natural. Sexto Dia, 17 De Julho 2021 depois de uma boa noite descanso no Hotel Fazenda Itáytyba é um complexo de ecoturismo e turismo rural, com uma infraestrutura nos ofereceu conforto, segurança e diversas opções de lazer, gastronomia e atividades culturais. Desfrutamos de momentos inesquecíveis junto à natureza, chegou a hora de conhecer Fenda do Nick. A visita a Fenda do Nick foi dentro de propriedade privada, exige uma caminhada em trechos de água e lama e para que se chegasse lá contamos com a presença do guia Leandro, que informou que o passeio tinha duração de três horas entre ida e volta. A trilha passa pelo meio desses paredões, que ficam a mais ou menos 1,5 metros de distância um do outro. Em alguns pontos, os paredões chegam a alcançar 70 metros de altura. E valeu todo o esforço, a beleza foi de tirar o fôlego, durante a trilha entre paredões gigantes, tomados por vegetação, ambiente claustrofóbico, a Fenda se parece muito mais com um extenso corredor de uma caverna, o teto recoberto pelas árvores da mata permite que a iluminação natural entre no ambiente. As paredes, de pedra, são recobertas por um musgo esverdeado e o chão é de uma areia úmida, mas firme. E ao longo desse caminho existem pedras entaladas acima de nossas cabeças, lembrando que em algum momento do passado elas rolaram, mas não chegaram ao fundo, foi magnificou esse contato com a natureza paranaense. Logo após o passeio tomamos um delicioso café da tarde, e direcionamos ao Museu de História Juiz Edmundo Mercer Júnior para conhecer mas um pouco da história de Tibagi, valeu a pena conhecer seu museu, cujo acervo foi elaborado a partir de doações de peças da comunidade e fotografias de época, trata-se de um verdadeiro retorno ao passado. O museu retrata a história do município e a mineração no rio Tibagi, principalmente o ciclo do diamante na região, com um dos maiores acervos do interior do estado, a coleção apresenta aproximadamente 5 mil peças, expostas em 9 salas. Há salas temáticas como a sala do ciclo da mineração e do garimpo, destacando a exploração de diamantes e o único museu do Paraná a contar como era o mergulho no escafandro. Outra seção revela a história dos primeiros habitantes locais, os índios caingangues, outros ambientes relatam em seu acervo a presença dos tropeiros e dos pioneiros da cidade, a evolução dos rádios e televisão. Durante esses dois dias foi possível identificar a cultura e a vegetação de Tibagi, e seu processo de formação foi de suma importância para a população presente. Oitavo dia de viagem 18 de julho 2021 Campos do Jordão São Paulo. Após vivenciarmos belos dia no Paraná décimos ir para Campos do Jordão São Paulo, pegamos a Rod. Francisco Sady de Brito até BR-153 a BR-373 em Capão Bonito via PR-239, Rodovia Governador Parigot de Souza, R. Sen. Flávio C. Guimarães e Rod. Francisco Alves Negrão Continue em BR-373. Peguamos a Rod. Raposo Tavares, BR-374, BR-116, Rod. Ayrton Senn e Rod. Floriano Rodrigues Pinheiro até Av. Dr. Januário Miraglia em Abernéssia, Campos do Jordão a viagem durou 9 h 19 min. Chegamos em Campos do Jordão e logo percebemos que o município ficava na Serra da Mantiqueira, a arquitetura era estilo suíço. A vegetação do município se distribuía em dois grandes tipos a vegetação de mata e a vegetação campestre. Do ponto de vista paisagístico, sobressai à presença das massas vegetais da floresta ombrófila mista e de extensos reflorestamentos de coníferas, o pinheiro é a árvore dos principais símbolos da cidade. Na cidade o clima estava mais frio tinha uma grande quantidade de turistas nacionais e internacionais durante o mês de julho. Com o clima fresco ficamos na Pousada Parque das Flores no centro de Campos do Jordão, serviram alguns pratos como caldos para comer com pão italiano e principalmente muito queijo com o acompanhamento de um bom vinho branco. No dia seguinte 19 de junho 2021 fomos conhecer e tomar uma cerveja na Baden Baden é uma cervejaria artesanal que nasceu em Campos do Jordão e abriga um restaurante no Capivari, além de também ter fábrica abertas a visitação na cidade. Na fábrica tivemos o privilégio de conhecer o processo de produção da cerveja e degustar as bebidas de fabricação própria, enquanto o restaurante do Capivari produzia um delicio almoço, com várias opções no cardápio. Logo após o almoço fomos até o Morro do Elefante é um mirante de 1.800 metros de altitude situado em Campos do Jordão. Proporcionar para turistas uma vista panorâmica para as montanhas da Serra da Mantiqueira e boa parte da cidade, depois pegamos um teleférico que levam os visitantes ao Capivari, seguimos pela estrada e passamos por belas paisagens, formadas por grandes casas e condomínios. Esse foi um dos nossos famosos passeio turísticos em Campos do Jordão. Todas as visitas na cidade nos proporcionou aprendizado impressionante sobre a vida dos paulistas. No decimo dia de excursão 20 de julho de 2021 Depois de aprendermos um pouco sobre região paulista chegou a hora de percorrermos 7 h 54 min (529 km) até em Minas Gerais na direção noroeste na Av. Frei Orestes Girardi em direção à Av. Frei Orestes Girardi Pegamos a BR-381 via Rod João Batista Furquim/SPA 162/050, Rod. Ver. Júlio da Silva, Rod. Antônio Simões de Almeida, R. Joaquim José Campos, e BR-459 continue na BR-381 até Agostinho Rodrigues, Itabirito. Itabirito está localizado na região central de Minas, a cidade é a ponte entre a capital mineira Belo Horizonte e a cidade histórica de Ouro Preto, esta entre as serras e montanhas, o município temperatura média anual de 18,5ºC configurando como Tropical de Altitude, com período seco de junho a agosto e a época de chuvas, a cidade mineira possui uma beleza a natureza exuberante, aliada às singelas construções históricas, faz uma das cidades mais bucólicas de Minas Gerais. E também possui trilhas que levam a cachoeiras e a picos panorâmicos que descortinam uma paisagem pontilhada por montanhas e salpicada de igrejas e casarões. Na hora de apreciar o visual bucólico formado por vales verdejantes e uma sucessão de serras, todos os caminhos levam ao pico do Itabirito, a mais de 1.500 metros de altitude. Pelo caminho, observam-se dezenas de minas de ouro abandonadas e mirantes que descortinam os vilarejos de São Gonçalo do Bação e Acuruí, além do Morro do Chapéu e da Serra da Santa. A vegetação rasteira ou de cerrado devido ao solo rico em mineiras e há exploração de minério em sua base de formação Depois de um maravilho passeio no pico revivendo a época do descobrimento do Brasil chegou o momento de saborear a culinária mineira fazendo uma deliciosa visita ao Mercado Municipal, um espaço onde cores e sabores se misturam. Nele é possível encontrar, iguarias, alimentos saudáveis e uma culinária de dar água na boca delícias como frango ao molho pardo, feijão tropeiro, caldos, vinho quente, pinga com mel, quentão, canjica, doces, umbigo de banana com angu e carne, podem ser encontradas durante os quatro dias de festa, além de boa música e alegria do povo mineiro. Depois de um belo dia de excursão chegou hora de voltarmos para pousada para descansar, pois amanha será nosso ultimo em minas gerais. Logo após o café da manhã fizemos o deslocamento ao Alto do Cristo para agradecer pela nossa estadia em Minas Gerais e pedir a benção para prosseguir viagem e ao adentar, logo percebemos uma vista panorâmica, de onde se observa a Serra da Piedade, o Picodo Itacolomi, a Serra do Caraça, além de grande parte da cidade. O morro foi escolhido por ser um dos mais altos do município, visto por diversos pontos de Itabirito, dando um charme particular para moradores e para as visitantes. Conhecido como Morrodo Cruzeiro, o local abrigava uma antiga cruz antes do atual Cristo Redentor, de 30 metros de altura. Hoje, o Alto do Cristo sedia concursos de pipas, campeonatos de Mountain Bike e Downhill e é o ponto de encontro de famílias e jovens que procuram lazer e uma bela vista. Tocantins /Palmas Após a estadia em Minas Gerais / Itabirito, demos continuidade na BR-265; MGC-265 no dia 22 para Tocantins /Palmas é um município brasileiro e capital do estado do Tocantins, na região norte do Brasil. Banhada por um dos principais rios do estado, o Rio Tocantins, que o clima predominante é o tropical, e a cobertura vegetal do estado é composta por 90% de cerrado. Ao chegar à cidade fomos para o hotel céu palace, que foi o escolhido antes de chegarmos à cidade e não poderia ter sido melhor, os quartos são ótimos e tem café da manhã incluso. PRIMEIRO DIA, DIA 23. Então ao acordar tomamos o café e fomos visitar a Praça dos Girassóis, ela fica a 1.4 km do nosso hotel. Daria para irmos caminhando, mas fomos de carro já para emendar o próximo ponto a ser visitado, tinha vários monumentos e obras de artes espalhados ao longo da praça, entre eles está o maior relógio de sol horizontal do país e a Rosa dos Ventos. Logo depois de conhecer a praça fomos à praia da prata aonde vimos que à praia tem uma estrutura diferente, a faixa de areia é coberta por mesas e cadeiras que servem de suporte aos restaurantes que ficam por toda a extensão, onde almoçamos um delicioso almoço, e depois do almoço fomos para a praia da Graciosa, onde curtimos o pôr do sol e de lá vimos a Ponte da Amizade. Ao anoitecer voltamos para o hotel para jantar e descansar. SEGUNDO DIA, DIA 24. No segundo dia, acordamos cedinho e tomamos o nosso café da manhã e partimos para o Píer um da Praia Graciosa que é de lá que saem os barquinhos que te levam para a Ilha da Canela. Pagamos R$ 25 cada uma para o transporte de ida e volta da ilha, que demora cerca de 10 minutos, partimos 8h30 e ficamos lá até o pôr do sol, o tempo de permanência na ilha fica ao nosso critério. E já adianto que adoramos passar o dia inteiro por lá, assim que chegamos fomos recepcionadas por um atendente do restaurante local, que nos ofereceu uma mesa e um cardápio com comes e bebem servidos lá. Almoçamos uma porção de tucunaré e comemos muito bem, Veio com arroz, salada vinagrete, farofa e molho tártaro. Aproveitamos bastante o dia por lá. TERCEIRO DIA, DIA 25. No terceiro dia fomos para Taquaruçu, não muito distante de Palmas, cerca de 40 km, escolhemos visitar quatro cachoeiras que têm acesso fácil a poucos metros da TO-030, mesma rodovia que nos leva a Ponte Alta do Tocantins, uma das portas de entrada do Jalapão. O clima predominante é o úmido a sub-úmido. A cobertura vegetal predominante é a pastagem plantada, as fitofisionomias de vegetação nativa compreendem Floresta Estacional e Cerrado com Floresta, com destaque para as Várzeas, Florestas Aluviais e extensas áreas de Veredas com predomínio da palmeira Mauritia flexuosa. Depois de conhecer sobre o clima e vegetação nos deslocamos até A Cachoeira da Roncadeira foi a nossa preferida, Linda e com ar de lugar intocado, ela recebeu esse nome devido ao barulho que a água faz ao bater nas pedras, que lembra uma Roncadeira. Para chegar lá deixamos o carro na entrada da trilha, que fica dentro de uma Área de Proteção Ambiental, com entrada controlada onde pagamos R$ 10 por pessoa. São 1500 metros de trilha tranquila, sendo a parte mais difícil a da escadaria, com mais de 130 degraus. Haja fôlego, mais conseguimos até lá. Pegamos um atalho na trilha bem sinalizada onde encontramos a Cachoeira Escorrega Macaco a sua vegetação é formada por mata de galeria e de encosta, que tem esse nome por causa de uma árvore com tronco liso que faz com que os macacos escorreguem de seus galhos. Infelizmente não vimos nenhum. Fizemos mais uma caminhada para chegar até a Cachoeira do Evilson e Cachoeira do Bugio, elas ficam na mesma propriedade, só desviamos um pouco da trilha para se deparar com a cachoeira que uma possui queda como volume d'água, formando por uma piscina natural de águas frias em alguns lugares conseguimos ver o fundo do rio. E também apreciamos paisagem do local que tem uma beleza cênica, com um paredão de 20 metros de altura coberto de samambaias. Nosso almoço foi na beira da cachoeira e passamos dia inteiro lá. No caminho de volta, paramos para ver o pôr do sol no Mirante do Limpão, o visual de lá é inexplicável. Foi possível ver toda a cidade de Palmas, o Lago de Palmas, a Ponte da Amizade e toda a natureza que cerca a capital. QUARTO DIA, DIA 26. No quarto dia o nosso dia começou cedo. Acordamos às 4 da manhã e por volta das 4h45 o nosso guia turístico estava na porta do nosso hotel e pronto para nossa aventura do dia. E disse para as meninas o Jalapão abriga chapadões e serras cobertos por vegetação dourada de savana e cerrado, dunas alaranjadas e impressionantes formações de rocha vermelha que se espalham por área, a paisagem árida é cortada por uma imensa teia de rios, cachoeiras e fervedouros, nascentes em que a água brota da areia todos de águas transparentes, potáveis e de tons de azul e verde inimagináveis. No meio do caminho, fizemos algumas paradas estratégicas para ir ao banheiro e tomar um cafezinho e antes das 9h da manhã já estávamos lá, com a lagoa inteira só para nós. Ela é muito maior do que nós imaginávamos, a temperatura da água é bem agradável e as águas são extremamente cristalinas na lagoa de tons de verdes, a lagoa tem uma gruta em suas proximidades com um tom azuis inacreditáveis aonde vêm mais a beleza natural e real do lugar. Fizemos mergulhos e visitamos a caverna e ficamos bastante surpreendidas com tanta beleza. O almoço também foi por lá e já estava incluso no pacote: carne de panela, galinha caipira, farofa de carne de sol, arroz e salada. Essa era nossa única atração do dia e voltaríamos para Palmas, ficamos cerca de 7 horas por lá. ÚLTIMO DIA, DIA 27. No último dia foi para pegar a estrada mais uma vez, mas dessa vez ir ali pertinho, em Lajeado. O Morro do Leão foi nossa primeira parada visual, e sua formação em pedra lembra um grande leão em repouso, em forma de paisagem natural em meio o cerrado é muito bonito. A próxima parada foi o Morro do Segredo que era um dos pontos que a gente mais paquerava por foto e queria conhecer, ele é grandioso, imponente e o primeiro sinal de que finalmente chegamos a Lajeado. E não muito distante do Morro do Segredo estava à praia do Segredo, mais uma vez, tivemos uma surpresa boa, o lugar era lindo. Tinha uma prainha com água do rio e quentinha onde fizemos um mergulho, e almoçamos por lá no restaurante. Depois do almoço fomos à Praia do Paredão que foi a que mais nos impressionou, como sua natureza exuberante escondida nas rochas as nascentes de água cristalina, com a água de cor azulada e fizemos um bom mergulho. A pequena ilha tem areia de cor clara e no fim da tarde recebe a sombra do paredão, não foi por acaso que uma das cenas da novela O Outro Lado do Paraíso foi gravada lá. E a nossa última parada foi na Ponte dos Imigrantes Nordestinos Padre Cícero José de Sousa que além de ser muito bonita, vimos o visual do Morro do Segredo de um ângulo diferente. Voltamos para o hotel para descansar e seguir viaje, pegamos a Rodovia Milton Santos, BR-242, para Bahia / Salvador. Bahia / Salvador Na Bahia o clima predominante é o tropical também, e inclui três biomas brasileiros mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Salvador localiza-se na extremidade sul possuir uma localização geográfica única no mundo, nessa região é possível ver tanto o nascer quanto o pôr-do-sol no mar. Isso acontece porque ela ocupa o vértice da península em que está situada a cidade, é banhado peloOceano Atlântico de um lado e a Baía de Todos os Santos, nessa zona há uma boa distribuição de lojas, restaurantes, boates, eventos e monumentos históricos que preservam sua história. Ao chegar à Bahia dia 29, ficamos no Hotel Fasano Salvador e descansamos. PRIMEIRO DIA, DIA 30. Começamos o dia visitando o Centro Histórico de Salvador e descendo na Praça da Sé, caminhamos um pouco e já avistamos um dos principais cartões postais de Salvador o Elevador Lacerda, é muito popular e importante para o comércio da cidade e conseguimos observar toda a Bahia lá de cima. Seguimos um pouco e encontramos a Praça da Cruz Caída, onde tem um monumento em homenagem à derrubada da antiga Igreja da Sé e mais à frente, tinha o famoso Terreiro de Jesus, onde gastamos algumas horas circulando. Ao redor do Terreiro tem as principais igrejas do Centro Histórico Catedral de Salvador, primeira igreja construída na Praça, o convento e a igreja de São Francisco, Igreja da Ordem Terceira de São Domingos, Igreja da Ordem Terceira de São Francisco e a Igreja de São Pedro dos Clérigos. Poderíamos descer por qualquer ladeira que cerca o Terreiro de Jesus e encontrar o Largo do Pelourinho, descendo qualquer um dos largos do Pelourinho, tem acesso a ônibus levou as meninas para toda a cidade de Salvador, pegamos um até o Farol da Barra para ver o pôr do sol e aproveitamos a noite baiana no calçadão. SEGUNDO DIA, DIA 31. Fizemos um passeio pela segunda parte do Centro Histórico, fomos na parte baixa da cidade e encontramos o Mercado Modelo, que atualmente abriga um centro de artesanato local, compramos lembrancinhas para amigos, parentes queridos e também para nós! Do outro lado do Mercado Modelo pegamos uma lancha e conhecemos o Forte de São Marcelo, que fica no alto-mar da Bahia. A vista era impecável e o passeio também à travessia era cobrado e deu para conhecer o museu que fica no forte. Voltando do Forte, paramos para experimentar o famoso sorvete da Sorveteria da Ribeira, a mais antiga da cidade. E seguimos até a Colina Sagrada, onde fica a tradicional Igreja de Nosso Senhor do Bonfim da Bahia e fizemos o ritual local, cada uma pegou a sua fitinha e fez um pedido amarrando nas grades. Para terminar o segundo dia, experimentamos o popular Acarajé da Dinha, no Bairro Rio Vermelho. ÚLTIMO DIA, DIA 01 DE AGOSTO. No nosso último dia acordamos, tomamos café e fomos conhecer a praia de Itapoá, paramos, admiramos, tomamos aquele banho de mar relaxante, tomamos uma cerveja gelada e almoçamos. No final do dia fomos experimentar outro acarajé tradicional da cidade, o Acarajé da Cira. E Para curtir a noite, subimos até a Lagoa do Abaeté, onde encontramos muitos bares, tocando principalmente arrocha e ritmo inventado na Bahia. Paraíba / Cabedelo No dia 02 de agosto pegamos a estrada cedo para Paraíba / Cabedelo na BR-101, e chegamos 20 horas no Hotel Almagre para descansar. A Paraíba possui um clima tropical, e a vegetação é predominantemente de Caatinga. Esse bioma é exclusivamente brasileiro e caracterizado pela resistência de suas espécies de fauna e flora à seca. NO DIA 03 DE AGOSTO Levantamos cedinho, cheias de energia para conhecer as praias, e a primeira praia do roteiro foi a Praia Camboinhas, ficamos encantadas já de cara com tanta perfeição com a paisagem natural. Ela fica Localizada a 5 km do centro, essa orla possui águas calmas, mar cristalino, assim como muitas comodidades. A local conta com boas opções de bares e quiosques e, por isso, é um destino perfeito para passarmos o dia. E a próxima parada foi na praia de ponta de campina onde fizemos uma caminhada e curtimos a praia, e tem uma ótima rede hoteleira, ela é perfeita para quem busca uma estadia mais pertinho da natureza, visitamos o Lovina Tropical Bar e Restaurante, um espaço muito agradável à beira mar, que serve pratos e combinações deliciosas. E sem dúvidas essa foi a melhor forma de fecharmos a nossa viajem na Paraíba. Seguimos viajem pela BR 230 (Rodovia transamazônica) até Lábrea as margens do rio Purus no Estado do amazonas. Foi a viajem mais longa que fizemos de 60 h, almoçamos em Salgueiro PE, macaxeira e carne de sol, o seu bioma é a caatinga. Depois do almoço continuamos a viaje e paramos em Pernambuco para ir ao banheiro, a cidade venta bastante, e foi instalado na região um parque eólico, continuando a viaje paramos para jantar em Floriano PÌ, comemos uma deliciosa galinhada, linguiça caseira, salada e farofa. Floriano é composto 88% bioma caatinga e 12% pelo bioma cerrado, e o clima quente e seco, no verão é úmido na época das chuvas. DIA 5 DE AGOSTO Decidimos não parar para tomar café e seguimos até a cidade Pacajá PA, para almoçar e poder experimentar o caruru para assim continuar a viajem. Depois de muita estrada finalmente chegamos a Lábrea, é um município brasileiro no interior do estado do Amazonas, Região Norte do país, com o clima Tropical monçônico e a maior parte de sua extensão territorial é quase que totalmente formada pela densa selva amazônica e pode ser alcançada por terra também a partir da cidade de Porto Velho. Fizemos uma visita rápida em Reserva Extrativista do Médio Purús que é uma unidade de conservação brasileira de uso sustentável da natureza localizada no oeste do estado do Amazonas, com território distribuído pelos municípios de Lábrea, Pauini e Tapauá. E experimentamos uma tapioca que é típica de lá, e ficamos encantadas de tão gostosa que era. DIA 7 DE AGOSTO Fomos à floresta Amazônica que é considerada a maior floresta tropical do mundo e concentra enorme biodiversidade. Além disso, ela faz parte do bioma Amazônia, o maior dos seis biomas brasileiros. Ela corresponde a 53% das florestas tropicais ainda existentes. O estado do Amazonas é cortado pela linha do Equador, apresentando o Clima Equatorial quente e úmido, pois sofre influência da grande bacia hidrográfica, da evapotranspiração da floresta e da zona de Convergência Intertropical, que satura de umidade no ar, causando muitas chuvas. Foi um dos momentos unicos, entramos na natureza, vimos os animais, comemos frutas direto do pé e foi muito incrível tudo isso. Mais chegou a hora de descansarmos e partir cedo para a estrada. DIA 08 DE AGOSTO Ao amanhecer tomamos um delicioso café e partimos para Tangara da serra, pegando a BR-319 sentido Porto Velho/RO, a vegetação típica do estado, assim como dos demais da região norte é a Floresta Amazônica, caracterizada pelo clima úmido, possui fisionomias distintas quando da presença de água em suas margens e até mesmo em áreas permanentemente alagadas. Fizemos uma parada para jantar no restaurante fogão a lenha, comemos uma deliciosa comida caseira feita no fogão à lenha e prosseguimos com a viagem na BR-364. Aonde chegamos à cidade de Ariquemes para descansar no hotel premiu palace. DIA 09 DE AGOSTO Acordamos bem cedinho, tomamos café da manhã e demos continuidade na viajem ainda na BR-364, fizemos uma parada para o almoço na churrascaria casa nova localizada na cidade de Vilhena, após o almoço seguimos viajem, onde passamos pelas cidades de Comodoro, Campos de Júlio, Sapezal e Campo Novo do Parecis até chegarmos em Tangará da Serra por volta de 19:00 horas. FACULDADE UNISERRA FAEST TANGARÁ DA SERRA - MT Diário de Bordo LEIDYNRA ROBERTO ALVES TAIS FRANCISCO CORREIA .Tangará da Serra 2021 FACULDADE UNISERRA FAEST TANGARÁ DA SERRA-MT Diário de Bordo LEIDYNRA ROBERTO ALVES TAIS FRANCISCO CORREIA . Tangará da Serra 2021