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Apresentação_Ecologia_Decompositores_Parasitismo

Aula (Cap.11–12) sobre decompositores e detritívoros, com menção a parasitismo e doenças. Inclui definição de decomposição; classificação de organismos (bactérias, fungos, detritívoros, microbívoros), papéis na ciclagem e solo, estequiometria C:N–C:P e problemas na degradação de celulose/lignina.

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AULA 7 
Capítulo 11 e 12
Decompositores e Detritívoros; 
Parasitismo e Doenças
Mestrando: André Junior Ogliari
Disciplina: Ecologia e Conservação de Recursos Naturais
Professores: Daniel A. Simões, Renan S. Rezende e Ronei Baldissera
O que veremos nesta apresentação ?
 Parte 1: Decompositores e Detritívoros
 Parte 2: Parasitismo e Doenças
O que veremos nesta apresentação ?
 Parte 1: Decompositores e Detritívoros
 Parte 2: Parasitismo e Doenças
INTRODUÇÃO
Quando as plantas e os animais morrem, seus corpos se tornam
recursos para outros organismos.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
É definida como a desintegração gradual da matéria orgânica morta, é realizada
por agentes físicos e biológicos.
Decomposição
Imobilização
Mineralização
Fotossíntese
Decomposição
NUTRIENTE 
INORGÂNICO
MATÉRIA 
ORGÂNICA
CO2 H2O NO3
NH4 PO4
ORGANISMOS
 Decompositores (bactérias e fungos);
 Detritívoros (consumidores de matéria morta).
Saprótrofos
Suas densidades populacionais são controladas pelos doadores.
ORGANISMOS
 Detritívoros (consumidores de matéria morta)
 Microbívoros especialistas
Operam juntamente com os detritívoros e são animais diminutos, especialistas em
alimentar-se de microflora; entre eles se encontram protozoários de vida livre,
como as amebas, tanto no solo com em ambientes aquáticos, nematódeos terrícola.
Consomem recurso vivo, não sendo considerado organismos controlados pelos
doadores.
ORGANISMOS
Carnívoros - Herbívoros
PREDADOR PRESA
Saprótrofos
Controle 
Recurso
Microbivoros Necrotróficos
ORGANISMOS
 São classificados:
• Decompositores terrícolas – Largura corporal;
• Microflora e microfauna (< 100 μm);
• Meiofauna (> 100 μm - < 2 mm);
• Macrofauna (> 2 mm - < 2 cm);
• Megafauna (> 2 cm).
ORGANISMOS
 São classificados:
• Decompositores de Água – Tamanho das partículas de alimento.
• Fragmentadores (partículas > 2 mm);
• Coletores (partículas < 2 mm);
• Coletores apanhadores (partículas < 2 mm);
• Coletores filtradores (partículas < 2 mm);
• Pastadores filtradores (partículas < 2 mm);
• Carnívoros.
ORGANISMOS
ORGANISMOS
 Decompositores (bactérias e fungos)
 São onipresentes no ar e na água e, em geral, presentes sobre a matéria 
mesmo antes que ela esteja morta;
 São os colonizadores iniciais da matéria orgânica recém morta;
 Apresentam explosões populacionais sobre substratos mortos recentemente;
 Carecem de uma relação de enzimas necessárias para digerir matérias 
estruturais mais resistentes, como celulose, ligninas, suberinas e cutinas.
ORGANISMOS
Componentes da MO
Sequencia de resistência
Açucares < amido < hemiceluloses < pectinas e
proteínas < celulose < ligninas < suberinas <
cutinas.
ORGANISMOS
 Contribuições:
 A acumulação de MOS;
 Estruturação do solo;
 Porosidade do solo;
 Infiltração de água;
 Ciclagem de nutrientes.
ORGANISMOS
 Papéis dos decompositores e detritívoros
Decomposição da serapilheira do chão da floresta 
ORGANISMOS
 Papéis dos decompositores e detritívoros
Comunidades de criadas artificialmente em laboratório de bactérias, microfauna e macrofauna,
na decomposição (perda de peso e mineralização) de folhas de Marisma (Spartina marítima).
ORGANISMOS
 Papéis dos decompositores e detritívoros
Pedaços de madeira sobre o chão de uma
floresta na Finlândia (2,5 anos).
Decomposição de carcaças de
pequenos mamíferos .
ORGANISMOS
 Papéis dos decompositores e detritívoros
Perda de massa da serapilheira e fezes na presença e ausência de isópodes.
ORGANISMOS
 Papéis dos decompositores e detritívoros
ORGANISMOS
 Estequiometria ecológica
composição química de decompositores, detritívoros e seus recursos
 Existe uma grande diferença entre a composição química do tecido vegetal
morto e a dos tecidos dos organismos que a consomem e o decompõem.
 A taxa de decomposição da matéria orgânica morta depende muito da
composição bioquímica desta.
ORGANISMOS
 Estequiometria ecológica
 De maneira geral, as relações estequiométricas de carbono:nitrogênio
(C:N) e carbono:fósforo (C:P) são respectivamente:
 Decompositores 10:1 e 100:1
 Plantas terrícolas 19 a 315:1 e 700 a 7000:1
 Em outras palavras, uma população microbiana de 111g pode
desenvolver-se somente se houver disponibilidade de 10 g N e 1 g P.
100 C + 10 N + 1 P = 111g
ORGANISMOS
 Estequiometria ecológica
INTERAÇÕES DETRITÍVORO-RECURSO
 Consumo de detritos vegetais
 Dois dos principais componentes inorgânicos - celulose e a lignina;
 Problema aos consumidores, pois a maioria não é capaz de produzir a
maquinaria enzimática para desdobrá-los.
 Por exemplo, o catabolismo da celulose requer enzimas do tipo celulase.
 Por serem os principais materiais de construção das plantas, são
considerados uma defesa contra ataque de organismos superiores,
que raramente podem digeri-la sem ajuda.
INTERAÇÕES DETRITÍVORO-RECURSO
 Consumo de detritos vegetais
 Pelo fato dos detritívoros não possuírem as enzimas celulase, dependem
da produção destas pelos decompositores associados ou protozoários.
Mutualismo 
Obrigatório
Mutualismo 
Facultativo
Degradação da Celulose
Valores dos serviços ambientais do solo
Van der Putten et al. 2005
Pimentel et al. 2007
Adaptado por Baretta 2018
O que veremos nesta apresentação ?
 Parte 1: Decompositores e Detritívoros
 Parte 2: Parasitismo e Doenças
INTRODUÇÃO
 O que é parasitismo ?
 É a interação biológica em que um ser vivo (parasito) vive a custa 
de outro (hospedeiro).
 O que é doença ?
 É a habilidade do parasito em interferir nas funções normais do 
hospedeiro, ocasionando sintomas claramente prejudiciais.
 Patógeno.
DIVERSIDADE DE PARASITOS
 Os parasitos são numericamente importantes, sendo difícil em uma ambiente natural 
encontrar organismos que não abriguem várias espécies de parasitas.
 São divididos em:
 Microparasitos;
são pequenos, com frequência,
intracelulares e se multiplicam
diretamente dentro de seu hospedeiro.
 Macroparasitos.
Espaços intercelulares, sobre o corpo ou 
em cavidades do corpo, crescem mas não 
se multiplicam no interior do hospedeiro.
DIVERSIDADE DE PARASITOS
Parasitismo de prole
 A aves parasitas de prole põem seus ovos nos ninhos de outras aves;
 Em geral reduzem o sucesso reprodutor do hospedeiro;
 Pode ser intraespecífico ou Interespecífica.
HOSPEDEIROS COMO HÁBITATS
 A diferença essencial entre a ecologia de parasitos e a de organismos
de vida livre é que os hábitats dos parasitos são vivos.
 Um hábitat vivo é capaz de crescer e responder ativamente mudando 
sua natureza.
 A resposta mais óbvia de um hospedeiro a um parasito é a sua morte.
HOSPEDEIROS COMO HÁBITATS
Distinção entre os parasitos:
 Os que o hospedeiro deve estar vivo - Parasitos biotróficos
Representam a maioria dos parasitos;
A morte do seu hospedeiro significa o final de sua vida ativa.
 Os que matam e continuam a viver sobre o hospedeiro morto - Parasitos necrotróficos
Mascaram a clara distinção entre parasitos, predadores e saprótrofos;
A morte do hospedeiro é inevitável e as vezes rápida, são verdadeiramente predadores;
E quando o hospedeiro está morto, eles são saprótrofos;
Porém, enquanto vivo o hospedeiro, eles partilham características com outros tipos de parasito.
HOSPEDEIROS COMO HÁBITATS
Especialidade ao hospedeiro e hábitats
 Especialização em uma ou pouquíssimas espécies de hospedeiros.
 Especialização em viver apenas em partes específicas do seu hospedeiros.
HOSPEDEIROS COMO HÁBITATS
Hospedeiros reativos
 A reação de um organismos à presença de outro depende da capacidade de
reconhecer o que é próprio e o que não é próprio.
 A resposta imunológica, possibilita o hospedeiro se recuperar de uma infecção
e ficar imune a reinfecção, desencadeando uma resistência adquirida.
 As consequências determinam onde os indivíduos se situam no espectro de
totalmente suscetíveis até totalmente resistentes.TRANSMISSÃO E DISPERSÃO
Transmissão
 A transmissão de um parasito de um hospedeiro a outro corresponde às
distâncias entre hospedeiros (distâncias entre ilhas).
TRANSMISSÃO E DISPERSÃO
Dispersão
 A transmissão naturalmente origina uma dispersão mutável de parasitos
dentro de uma população de hospedeiros.
EFEITOS NOS HOSPEDEIROS
 Todas as respostas de hospedeiros a parasitos, têm um custo de energia,
as quais devem ser desviadas de outras funções do corpo.
 Podem causar danos na sobrevivência, no crescimento e na fecundidade.
Efeitos
EFEITOS NOS HOSPEDEIROS
 Pode diminuir o sucesso no acasalamento.
 Por exemplo os papa-moscas migram do oeste da África até a Finlândia, e os machos
infectados por parasito do sangue, possuem caudas mais curtas e asas menores.
DINÂMICA DE POPULAÇÕES DA INFECÇÃO
 A população da infecção pode ser propagada, diminuída ou expandida
no futuro, e vai depender da taxa reprodutiva básica (R0).
 R0 = 1 – A infecção se propaga;
 R0 < 1 – A infecção diminui;
 R0 > 1 – A infecção se expandirá.
DINÂMICA DE POPULAÇÕES DA INFECÇÃO
 Existem fórmulas matemáticas para calcular R0
 Onde é dependente do número de indivíduos suscetíveis na população
hospedeira (S), e do tamanho populacional crítico (ST).
 Se mantermos os números de S < ST o R0 permanecera menor que 1
(imunidade a população).
 Para erradicar uma doença, não é necessário imunizar toda a população,
apenas uma proporção para manter R0 < 1.
DINÂMICA DE POPULAÇÕES DE HOSPEDEIROS
 Os parasitos atuam no controle populacional de organismos hospedeiros;
COEVOLUÇÃO DE PARASITOS E HOSPEDEIROS
 Coevolução significa uma resposta evolutiva inversa entre populações;
 Os hospedeiros serão beneficiados se desenvolverem uma resistência aos
parasitas, e os parasitas se beneficiam se conseguirem burlar o sistema
de defesa do hospedeiro e adquirir resistência.
AULA 7 
Capítulo 11 e 12
Decompositores e Detritívoros; 
Parasitismo e Doenças
Mestrando: André Junior Ogliari
Disciplina: Ecologia e Conservação de Recursos Naturais
Professores: Daniel A. Simões, Renan S. Rezende e Ronei Baldissera

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