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ISBN 978.85.63274.73.1 Série Manuais do HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNICAMP Manual de Processos de Trabalho do DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM 2ª edição Campinas 2014 ISBN 978.85.63274.73.1 Todos os direitos são reservados ao Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas - Unicamp. Os manuais destinam-se à leitura online pela intranet ou por download. É permitida a utilização acadêmica do manual, desde que citada a fonte e não seja para fins comerciais. O conteúdo dos textos publicados nos manuais é de total responsabilidade dos autores. É proibida a impressão ou reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou sistema, sem prévio consentimento, ficando os infratores sujeitos às penas previstas em lei (Código Penal. Decreto Lei 2848/40, Art. 297-298). ISBN 978.85.63274.73.1 - 3 - EQUIPE DE ELABORAÇÃO DAS VERSÕES DO MANUAL DE PROCESSOS DA ENFERMAGEM 1ª VERSÃO DO MANUAL – 2009 2ª VERSÃO DO MANUAL - 2014 Vera Médice Nishide Silvia Angélica Jorge Filomena Beatriz Godoy Pereira Kozue Kawasaki Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian Angélica Olivetto de Almeida Lúcia Maria Rocha de Oliveira Roseli Higa Edineis de Brito Guirardello Ana Lúcia Porta Eliete Boaventura Bargas Margareta Maria Wopereis Groot Kátia Maria Rosa Vieira Mariza Cavalcante Ferreira Lino Míriam Rizzioli Santos Nilce Rodrigues Viana Pato Ronaldo Ferreira dos Santos Maria Rosa Ceccato Colombrini Rosana Maria Decanini Barbeiro Silvia Angélica Jorge Solange Martins Viana Vera Lúcia Moura Simmelink Wilma Aparecida Nunes Raquel Rodrigues Machado ISBN 978.85.63274.73.1 - 4 - ÍNDICE EQUIPE DE ELABORAÇÃO DAS VERSÕES DO MANUAL DE PROCESSOS DA ENFERMAGEM _____ 3 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ____________________________________________________________ 7 EN.O1 – MISSÃO, VISÃO, VALORES E OBJETIVOS DA ENFERMAGEM _________________________ 7 EN.O2 - MAPA DE RELACIONAMENTO FORNECEDOR / PROCESSO / CLIENTE __________________ 9 EN.O3 - ORGANOGRAMA FUNCIONAL DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM _______________ 10 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA _________________ 11 1. PROCESSOS DE TRABALHO GERAIS DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM ______________ 11 EN.P1 – FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PARA A RESPONSABILIDADE TÉCNICA DE ENFERMAGEM __ 11 EN.P2 – PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO DENF ________________________________________ 14 EN.P3 – REPRESENTAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM EM COMISSÕES E COMITÊS 17 EN.P4 – INTEGRAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM DO HC COM A FENF - UNICAMP - ASSESSORIA DE ENSINO E PESQUISA E ASSISTÊNCIA ____________________________________ 20 EN.P5 - IDENTIFICAÇAO DO PERFIL ASSISTENCIAL DOS USUÁRIOS/PACIENTES INTERNADOS POR MEIO DE SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE PACIENTES ____________________________________ 23 2. PROCESSOS DE TRABALHO DA ASSESSORIA TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM _ 28 EN.P6 – ELABORAÇÃO, AVALIAÇÃO, VALIDAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE ESCALAS DE TRABALHO DE ENFERMAGEM _______________________________________________________________________ 28 ELABORAÇÃO DA ESCALA MENSAL_______________________________________________________ 28 ANÁLISE E VALIDAÇÃO DA ESCALA MENSAL ______________________________________________ 30 DISTRIBUIÇÃO DA ESCALA MENSAL ______________________________________________________ 30 TROCA DE FOLGA/PLANTÃO - CRITÉRIOS PARA AUTORIZAÇÃO _____________________________ 31 EN.P7 – SOLICITAÇÃO DE TRANFERÊNCIAS INTERNAS E EXTERNAS DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM _______________________________________________________________________ 33 TRANSFERÊNCIA INTERNA (MESMA ÁREA) ________________________________________________ 33 CRITÉRIOS REFERENTES À SAÚDE OCUPACIONAL PARA POSTOS ESPECIAIS (Periculosidade) ____ 34 SELEÇÃO INTERNA POR PROCESSO SELETIVO _____________________________________________ 35 TRANSFERÊNCIA EXTERNA (ENTRE AS ÁREAS) ____________________________________________ 36 EN.P8 – RETORNO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM POR AFASTAMENTOS PROLONGADOS - REINSERÇÃO E READAPTAÇÃO ________________________________________________________ 38 RETORNO DE AFASTAMENTOS PROLONGADOS - REINSERÇÃO ______________________________ 38 READAPTAÇÃO __________________________________________________________________________ 39 Fluxo da Readaptação _______________________________________________________________________ 39 PROGRAMA PARA REINSERÇÃO / READAPTAÇÃO DO FUNCIONÁRIO ________________________ 39 EN.P9 – ELABORAÇÃO DOS PROCESSOS SELETIVOS E ATUAÇÃO EM CONCURSOS PÚBLICOS 40 SOLICITAÇÃO DE ABERTURA DE PROCESSO SELETIVO _____________________________________ 40 PARA SELEÇÃO SUMÁRIA ________________________________________________________________ 40 PARA CONCURSO PÚBLICO _______________________________________________________________ 41 EN.P10 – DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL ______________________________________________ 44 ISBN 978.85.63274.73.1 - 5 - EN.P11 – REMANEJAMENTO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM _________________________ 46 EN.P12 – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) ________________________________ 50 3. PROCESSOS DE TRABALHO DA ASSESSORIA TÉCNICO-ASSISTENCIAL DE ENFERMAGEM __ 52 EN.P13 – PROCESSO DE ENFERMAGEM _________________________________________________ 52 REFERENCIAL TEÓRICO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM __________________________________ 52 COMISSÃO DE PROCESSO DE ENFERMAGEM _______________________________________________ 54 OPERACIONALIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM DA ADMISSÃO DO USUÁRIO/PACIENTE ATÉ 48 HORAS DE INTERNAÇÃO __________________________________________________________ 55 DIARIAMENTE, DURANTE A INTERNAÇÃO. ________________________________________________ 56 NO MOMENTO DA ALTA __________________________________________________________________ 57 EN.T1 – TÉCNICA DE REALIZAÇÃO DO HISTÓRICO E EXAME FÍSICO - GUIA DE APOIO PARA PRECHIMENTO DO INSTRUMENTO ______________________________________________________ 58 EN.T2 – TÉCNICA DE REALIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO, EVOLUÇÃO, PRESCRIÇÃO E ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM - GUIA DE APOIO PARA PRECHIMENTO DO INSTRUMENTO. ___________________ 76 DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM (DE) _____________________________________________________ 76 RESULTADOS / METAS ESPERADOS _______________________________________________________ 76 EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM ____________________________________________________________ 77 REGISTRO DE ADMISSÃO, OCORRÊNCIA, ALTA OU TRANSFERÊNCIA. ________________________ 77 PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM ___________________________________________________________ 78 ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM ____________________________________________________________ 78 EN.P14 - INDICADORES DE QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA AO USUÁRIO/PACIENTE ____________ 79 EN.P15 – VISITANTES E ACOMPANHANTES DE USUÁRIOS/PACIENTES INTERNADOS __________ 82 DIREITOS DOS PACIENTES QUANTO A VISITA E ACOMPANHAMENTO FAMILIAR ______________ 82 HORÁRIO DE VISITA _____________________________________________________________________ 82 NORMAS INSTITUCIONAIS ________________________________________________________________ 82 EN.P16 - ROTINA DE ENFERMAGEM FRENTE À ESCOLTA POLICIAL DE PACIENTE SOB CUSTÓDIA OU TUTELA DO ESTADO _______________________________________________________________ 86 4. PROCESSOS DE TRABALHO GERAIS DA ASSESSORIA DE DESENVOLVIMENTO TÉCNICO- CIENTÍFICO DE ENFERMAGEM ____________________________________________________________ 88 EN.P17 – RECEPÇÃO E TREINAMENTO DE FUNCIONÁRIO RECÉM-ADMITIDO _________________ 88 EN.P18 – SOLICITAÇÃO DE ESTÁGIO DE ENFERMAGEM (ATUALIZADO) ______________________ 91 SOLICITAÇÃO DE CAMPO DE ESTÁGIO DE ESCOLAS DA UNICAMP E ESCOLAS CONVENIADAS _ 91 SOLICITAÇÃO DE CAMPO DE ESTÁGIO PARA ESCOLAS EXTERNAS À UNICAMP _______________ 92 SEGURANÇA OCUPACIONAL DO ALUNO ___________________________________________________ 93 EN.P19 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FACULDADE DEENFERMAGEM DA UNICAMP _______ 96 EN.P20 – PROGRAMA DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO TÉCNICA PARA EQUIPE DE ENFERMAGEM _______________________________________________________________________ 97 EN.P21 – PERMISSÃO PARA ATIVIDADE DE ENFERMAGEM VOLUNTÁRIA ____________________ 99 EN.P22 – COMPOSIÇÃO DE NOVAS TÉCNICAS NO MANUAL DE ENFERMAGEM ______________ 100 EN.P23 – ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS _________________________________________________ 101 5. COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM ________________________________________________ 102 ISBN 978.85.63274.73.1 - 6 - EN.P24 – FORMAÇÃO E ATUAÇÃO DA COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM DO HC-UNICAMP ___________________________________________________________________________________ 102 ANEXOS _________________________________________________________________________________ 104 EN.A1 - NORMAS, PORTARIAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS QUE EMBASAM O FUNCIONAMENTO DA ÁREA __________________________________________________________ 104 EN.A2 – DOCUMENTOS UTILIZADOS NA ÁREA ___________________________________________ 105 Assistenciais _____________________________________________________________________________ 105 Gerenciais _______________________________________________________________________________ 115 EN.A3 - TABELA DE TEMPORALIDADE DOS DOCUMENTOS ________________________________ 122 MANUAIS DE PROCESSOS DE TRABALHO E TÉCNICAS DE COMPETÊNCIA DE OUTRAS ÁREAS Ambulatórios e Procedimentos Especializados – dampe.pdf Anatomia Patológica – anatomia_patologica.pdf Arquivo Médico – sam.pdf Central de Materiais e Esterilização – cme.pdf DSG - Hotelaria - Higiene e Limpeza/ Rouparia – hotelaria.pdf DSG - SSPR - Segurança, Portaria e Recepção – sspr.pdf DSG - Transporte – transporte.pdf Enfermagem - Técnicas - enfermagem_tecnicas.pdf Engenharia e Manutenção – engenharia.pdf Epidemiologia Hospitalar – Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais – crie.pdf Epidemiologia Hospitalar – Comissão de Controle de Infecção Hospitalar – ccih.pdf Epidemiologia Hospitalar – Hospital Sentinela – hs.pdf Epidemiologia Hospitalar – Núcleo de Vigilância Epidemiológica – nve.pdf Farmácia – farmacia.pdf Gerenciamento de Resíduos – residuos.pdf Imagenologia – imagem.pdf Patologia Clínica – patologia_clinica.pdf Recursos Humanos – recursos_humanos.pdf Suprimentos – suprimentos.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/dampe.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/anatomia_patologica.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/sam.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/cme.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/hotelaria.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/sspr.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/transporte.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/enfermagem_tecnicas.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/engenharia.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/crie.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/hs.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nve.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/farmacia.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/residuos.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/imagem.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/patologia_clinica.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/recursos_humanos.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/suprimentos.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL EN.O1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 7 - ESTRUTURA ORGANIZACIONAL EN.O1 – MISSÃO, VISÃO, VALORES E OBJETIVOS DA ENFERMAGEM MISSÃO A missão do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp é garantir assistência de enfermagem humanizada, segura, sistematizada e qualificada aos usuários por meio de um trabalho integrado às metas institucionais e às Políticas de Saúde SUS, possibilitando atividades de ensino e pesquisa e promovendo o desenvolvimento de seus profissionais. VISÃO A visão do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp é ser modelo de referência e excelência na assistência integralizada aos usuários, efetivando-o pela qualificação dos profissionais e da articulação dos propósitos da instituição com os princípios da profissão e das Políticas de Saúde - SUS. VALORES Responsabilidade Valorização das relações humanas Ética Seriedade Organização Reconhecimento profissional Assistência qualificada e segura Credibilidade Participação competente na equipe multiprofissional Foco no usuário Comprometimento OBJETIVOS Garantir a assistência de enfermagem individualizada, humanizada e sistematizada ao usuário; Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL EN.O1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 8 - Promover um campo adequado para desenvolvimento de atividades de ensino e pesquisa; Garantir a qualificação dos profissionais de enfermagem e administrativos, por meio de treinamentos e capacitações técnicas; Desenvolver reflexões quanto à postura ética no atendimento ao usuário e nas relações interpessoais entre a equipe de enfermagem, equipe multiprofissional e profissionais administrativos. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Implantação 29/04/2009 Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL EN.O2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Edineis de Brito Guirardello Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 9 - EN.O2 - MAPA DE RELACIONAMENTO FORNECEDOR / PROCESSO / CLIENTE FORNECEDORES EXTERNOS FORNECEDORES INTERNOS PROCESSOS CLIENTES INTERNOS CLIENTES EXTERNOS Assessoria de Recursos Materiais Materiais, Parecer, teste Assistência qualificada Epidemiologia Hospitalar CCIH, NVE, CRIE Diretor Gestão do Trabalho Hospital Dia Campo de estágio Assist. Téc. de Direção Gestão do Cuidado Assist. Téc. de Direção Gestão de Pessoas Assessor de Administração de Pessoal Serviço de Enfermagem em Educação Continuada Comissão de Ética em Enfermagem Secretaria Faculdade de Enfermagem - Unicamp COREN / COFEN MINISTÉRIO DA SAÚDE DGRH SESMT / DSSO Limpadora Terceirizada CEB / CEMEQ Diretrizes, normas Superintendência Divisão de Recursos Humanos Farmácia Divisão Suprimentos Almoxarifado Divisão de Engenharia e Manutenção Divisão de Serviços Gerais Divisão de Nutrição e Dietética Serviço de ArquivoMédico Divisão de Patologia Clínica Divisão de Imaginologia Patrimônio Unidades de Internação Ambulatórios CC / CME Divisão de Recursos Humanos Unidade de Terapia Intensiva Unidade de Emergência Referenciada Centro de Nefrologia Integrado Divisão de Imaginologia Faculdade de Enfermagem - Unicamp Profissionais do DENF Paciente Acompanhantes, Familiares, Visitantes Visitantes institucionais Comunidade Estagiários, Pesquisadores COTUCA – Curso Técnico em enfermagem Escolas Externas COREN / COFEN Diretrizes, normas Diretrizes, normas, pessoas Diretrizes, normas, equipamentos de proteção Serviços de limpeza Manutenção de equipamentos Diretrizes, Recursos Diretrizes, normas, Pessoas, atendimento Parecer,assessoria, informações, docentes Normas, serviços Materiais, equipamentos Diretrizes, vigilância Manutenção, mobília Transporte, segurança hotelaria Normas, serviços Prontuários Arquivo Normas e serviços Normas e serviços Controle Patrimonial Transporte mobília Assistência qualificada Assistência qualificada Assistência qualificada Assistência qualificada Assistência qualificada Assistência qualificada Assistência qualificada Informações Campo de ensino e pesquisa, Informações Suporte, treinamento Assistência qualificada Suporte, orientação Informações Educação em saúde, assistência Campo de aprendizado e pesquisa Campo de aprendizado e pesquisa Informações COTUCA – Curso Técnico em enfermagem Parecer, docentes Secretaria de Estado da Saúde Funcamp Hemocentro, Gastrocentro, Cecon Outros serviços de apoio CCI, SPOT Ouvidoria e RPI Ouvidoria e RPI Outros serviços de apoio CCI, SPOT Diretrizes, normas, pessoas Normas, serviços, atendimentos Diretrizes, normas Normas, serviços, atendimentos Comunicação com usuários e público Informações, encaminhamentos Suporte, assistência qualificada PACIENTE EQUIPE DE ENFERMAGEM Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.O3 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Edineis de Brito Guirardello Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 10 - EN.O3 - ORGANOGRAMA FUNCIONAL DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM SUPERINTENDÊNCIA CAPELANIA CSA/RH OUVIDORIA DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM * ASSESSORIA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL COMISSÃO DE ÉTICA ASSESSORIA DE ENSINO E PESQUISA SEAMPE Diretor de Serviço UIA Diretor de Serviço UER Diretor de Serviço UTI Diretor de Serviço CC/CCA Diretor de Serviço CME Diretor de Serviço CIN Supervisor de Serviço IMAGEM Supervisor de Serviço 1 Supervisor Supervisores: 1 Gastro Cli/Cir 1 Cardio/Pneumo 1 EGA 1 MI/Especialid. 1 Neuro Cli/Cir 1 Ortop./Traumato 1 Hemato/TMO 1 Nefrologia 1 EE/CT 1 Psiquiatria 5 Sup. noturnos Supervisores: 2 UER Adulto/Ped 1 Sup. noturno Supervisores: 2 diurnos 1 noturno 1 Supervisor COORDENADORIA DE ASSISTÊNCIA COORDENADORIA DE ADMINISTRAÇÃO DIRETORIA CLÍNICA SECRETARIA ASSIT. TÉC. GESTÃO DO CUIDADO ASSIT. TÉC. GESTÃO DE PESSOAS Enfermeiros Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. Enfermeiros Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. Enfermeiros Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. Enfermeiros Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. Enfermeiros Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. Enfermeiros Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. Enfermeiros Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. Enfermeiros Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. Enfermeiros Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. Enfermeiro Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. Enfermeiros Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. * Membro do Conselho Executivo de Administração e responsável pelo plantão administrativo SERVIÇO DE ENFERMAGEM DE EDUCAÇÃO PERMANENTE HOSPITAL DIA URCE SEAAS SEPED Diretor de Serviço Supervisor: 2 diurnos 1noturno Enfermeiros Técnicos de enf. Auxiliares de enf. Téc / Aux. Admin. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 11 - PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA 1. PROCESSOS DE TRABALHO GERAIS DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM EN.P1 – FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PARA A RESPONSABILIDADE TÉCNICA DE ENFERMAGEM DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM DO HC UNICAMP Compete ao Diretor do Departamento de Enfermagem do HC UNICAMP assumir a Responsabilidade Técnica, conforme Resolução Cofen nº 302/2005, por todos os profissionais de enfermagem em exercício na instituição, compreendendo aspectos éticos, legais e assistenciais. O Responsável Técnico (RT) deve ser o representante da equipe de enfermagem nas instâncias superiores do HC e COREN. RESOLUÇÃO COFEN Nº 302/2005 (disponível no link: http://novo.portalcofen.gov.br/resoluo-cofen-3022005_4337.html) É de responsabilidade Técnica do Enfermeiro a gestão do serviço de Enfermagem do estabelecimento. Todo estabelecimento onde existem atividades de Enfermagem deve, obrigatoriamente, apresentar Certidão de Responsabilidade Técnica de Enfermagem, cuja anotação deve ser requerida pelo profissional Enfermeiro. A Certidão de Responsabilidade Técnica – CRT deve ser renovada a cada doze meses, após sua emissão. Em caso de substituição do RT, em período inferior a um ano, a direção do estabelecimento deve encaminhar ao COREN, dentro de 15 dias, a substituição da Anotação da Responsabilidade Técnica. É de responsabilidade do Enfermeiro que deixar de responder pela chefia do serviço de enfermagem, comunicar o COREN para o cancelamento da Anotação. Em caso de afastamento do RT superior a 30 dias deve comunicar ao COREN para o procedimento de substituição. A Certidão de Responsabilidade Técnica deve ser afixada em local visível. No caso do HC Unicamp, como instituição pública, há isenção da taxa para Certidão de Responsabilidade Técnica. http://novo.portalcofen.gov.br/resoluo-cofen-3022005_4337.html Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 12 - ATRIBUIÇÕES DORT QUANTO AOS ASPECTOS ÉTICOS Investigar e monitorar eventos adversos. Encaminhar casos de drogadição e assédio. Dar subsídios para o desenvolvimento das atividades da Comissão de Ética em Enfermagem. Encaminhamento e retorno de demandas da Comissão de Ética em Enfermagem. Encaminhamento e recebimento de demandas de outras Comissões de Ética e Ouvidoria. Coibir práticas de assédio moral com os membros da equipe de enfermagem na instituição. Prevenção da imperícia, imprudência e negligência. Denunciar maus tratos. Analisar e aprovar pesquisas a serem desenvolvidas por profissionais de enfermagem dentro da instituição. Impedir atitudes de desrespeito a profissionais de enfermagem e à equipe multidisciplinar. Posicionar-se como referência de postura e atitude profissional no exercício de enfermagem na instituição. ATRIBUIÇÕES DO RT QUANTO AOS ASPECTOS LEGAIS Impedir exercício ilegal da profissão. Encaminhar desvio de função. Exigir dos profissionais, o cumprimento das obrigações com o Conselho Regional de Enfermagem. Supervisionar e responsabiliza-se pelas escolas que realizam estágio dentro do HC. Requerer o registro adequado de todos os cuidados realizados pela equipe de enfermagem. Assegurar que o profissional de enfermagem exerça suas atividades em ambiente seguro e dentro das exigências sanitárias e trabalhistas. ATRIBUIÇÕES DO RT QUANTO AOS ASPECTOS ASSISTENCIAIS Garantir que os cuidados de alta complexidade e privativos dos enfermeiros sejam realizados somente pelos mesmos. Garantir a realização do Processo de Enfermagem. Monitorar os indicadores de qualidade da assistência de enfermagem e utiliza-los para tomada de condutas. Dimensionar quadro de pessoal de enfermagem com base em parâmetros assistenciais e operacionais. Assegurar a qualidade técnica dos procedimentos realizados pela equipe de enfermagem. Responsabilizar-se pela assistência de enfermagem de qualidade em todas as necessidades do usuário/paciente. Influenciar e motivar a equipe em prol do atendimento humanizado e holístico do ser humano (pacientes, familiares e profissionais). Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 13 - PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 14 - EN.P2 – PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO DENF As diretrizes para realizar a gestão estratégica do Depto. de Enfermagem no HC/UNICAMP são pautadas na visão do planejamento em saúde do Sistema Único de Saúde. Gestão estratégica se refere às técnicas de gestão, avaliação e ao conjunto de ferramentas instituídas para auxiliar na tomada de decisões, alinhando ações, projetos e programas ao planejamento estratégico da instituição. É um processo que deve ser de responsabilidade do núcleo de gestão do DENF, compartilhado com outros níveis de gerência (diretores, supervisores e enfermeiros assistenciais), buscando o envolvimento e comprometimento de todos nas atividades de planejar, gerenciar, executar, acompanhar e corrigir quando houver necessidade. Com esta visão, o DENF/HC, a partir de julho de 2010, vem discutindo estratégias que auxiliem no alcance de suas finalidades. O primeiro passo foi o de construir, com envolvimento de todos os funcionários de enfermagem, o Planejamento Estratégico da Diretoria, alinhando-o ao Planejamento da Superintendência que, por sua vez, está alinhado ao Planes da UNICAMP. O Planejamento estratégico do DENF se desdobra em Planejamento das áreas assistenciais e requer estratégias específicas dos gestores de pessoas e do cuidado, que sustentem e cumpram o que foi determinado no macro planejamento. O estabelecimento de prioridades é importante para definir ações em curto, médio e longo prazos, através do estabelecimento de um plano para cada ação a ser desenvolvida. Um sistema de organização do trabalho de enfermagem integral, humanizado e relevante, deve ser considerado sob 04 aspectos: Consonância com o conhecimento científico vigente; Modelo(s) atual(is) de gestão; Necessidades de demanda do usuário; Metas da instituição. A atuação de enfermagem do HC/UNICAMP deve ser vista de forma ampliada no que diz respeito a: Contexto em que se insere a gestão do HC; Posição estratégica da enfermagem para que se insira de forma adequada não desconsiderando a sua essencialidade; Em qualquer contexto, vários projetos institucionais entram ou estão em disputa; assim, temos por dever e necessidade demonstrar a filosofia e finalidade de nosso Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 15 - trabalho: o que? por quê? para que? para quem? existimos no processo de trabalho em saúde. “O modo como a enfermagem se organiza para gerir e prestar assistência, reflete a filosofia e os pressupostos que orientam suas ações” Em linhas gerais, o DENF-HC visa atuar intensamente nos seguintes projetos de qualificação do serviço de enfermagem do HC: Estrutura o Diretoria de área (pró-atividade); o Papel do supervisor (perfil); o Enfermeiro (papel); o Técnico administrativo (processo de trabalho); o Dimensionamento do quadro atendendo legislação e demanda. Processos o Rever rotinas por turnos de trabalho; o Rever atuação da supervisão noturna; o Conselheiros de enfermagem; o Planejamento anual de atividades; Resultados o Indicadores; o Auditoria. O desenvolvimento das ações escolhidas como prioridades proporcionará atingir os 3 grandes focos: resgatar a autonomia do enfermeiro, principalmente o assistencial, no processo de cuidar, dimensionar adequadamente o quadro de pessoal de acordo com a característica e demanda dos usuários e qualificare constituir um corpo gerencial coeso e focado na qualidade da assistência prestada, desenvolvendo dispositivos e comportamentos de gestão, que contribuam de forma efetiva na gestão do HC. Para que o conjunto de ações atenda às diretrizes e a seus fundamentos, é necessário assegurar um modelo moderno de gestão, criar indicadores de avaliação de resultados, ter uma gestão compartilhada, atuar por equipes na realização de projetos e ações, atuar preventivamente. Portanto, para que o DENF possa atingir seu objetivo sistêmico, ou seja, fazer a gestão do trabalho deve desenvolver modernas políticas de gestão de pessoas e Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 16 - de gestão do cuidado, para que a assistência prestada pelos profissionais que o compõe, seja segura, humanizada e, portanto, ética e qualificada. OBJETIVOS Proporcionar sentido e significado na realização das atividades de enfermagem tanto gerenciais e assistenciais no HC UNICAMP de forma planejada e organizada, baseadas nos princípios ético-legais da profissão; Publicizar o modelo de enfermagem dentro do modelo assistencial e de gestão vigentes na instituição. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P3 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 17 - EN.P3 – REPRESENTAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM EM COMISSÕES E COMITÊS PARTICIPAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM A participação do Departamento de Enfermagem, nas diferentes comissões e comitês se justifica devido a: Maior grupo profissional da instituição hospitalar; Presença contínua e ininterrupta para a assistência; Atuação em todas as unidades assistenciais e de apoio; Participação na maioria dos processos assistenciais e administrativos do hospital; Interface com todos os demais profissionais da equipe multidisciplinar, atuando, inclusive, como multiplicador de informações; Interface com as áreas de apoio, assistência, ensino e pesquisa. CONSELHO EXECUTIVO DE ADMINISTRAÇÃO O Conselho Executivo de Administração do Hospital de Clínicas é órgão de gestão administrativa, tendo a seu cargo a implementação de atividades decorrentes das deliberações do Conselho Superior. São atribuições privativas do Conselho Executivo de Administração: Sugerir, aprovar e implementar ações administrativas e assistenciais do HC/Unicamp; Sugerir e implementar, após a aprovação das instâncias competentes, as ações administrativas e assistenciais de parceria na gestão de serviços públicos de saúde junto à Comunidade Hospitalar, à Faculdade de Ciências Médicas, à Prefeitura, à Secretaria de Estado da Saúde e ao Ministério da Saúde; Aprovar preliminarmente e encaminhar ao Conselho Superior do HC/Unicamp os relatórios de desempenho, desenvolvimento de atividades e aplicação de recursos; Fazer cumprir as diretrizes e metas definidas pelo Conselho Superior do HC/Unicamp; Aprovar os convênios e contratos referentes ao HC/Unicamp, em sua esfera de competência; Executar o planejamento estratégico do HC/Unicamp. Compõem o Conselho Executivo de Administração (CEA): O Superintendente do Hospital de Clínicas da Unicamp, que o presidirá; Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P3 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 18 - O Coordenador de Assistência do Hospital de Clínicas da Unicamp, que substituirá o presidente na sua ausência ou impedimentos; O Coordenador de Administração do Hospital de Clínicas da Unicamp; Cinco chefes de Departamentos da Faculdade de Ciências Médicas eleitos pelo Conselho Superior do Hospital de Clínicas; Um representante da Diretoria da Faculdade de Ciências Médicas; O Diretor Clínico do Hospital de Clínicas da Unicamp, sem direito a voto; O Diretor do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas, com direito a voz e voto. Reuniões ordinárias mensais. COMISSÃO DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENFERMAGEM - FENF A Comissão de Graduação em Enfermagem da FENF é responsável pelo acompanhamento e aperfeiçoamento do ensino de graduação em enfermagem. Esta atividade inclui a revisão, aperfeiçoamento e atualização dos projetos pedagógicos, das ementas, dos programas das disciplinas e dos currículos propostos para o curso de graduação, bem como o zelo pela qualidade e eficiência do ensino e a proposição da filosofia norteadora e das metas deste ensino. Cuida da integração entre as atividades acadêmicas e assistenciais. Composição da Comissão: Membros: Coordenador e coordenador associado do curso de graduação em enfermagem; Coordenadores de cada área da FENF; Representantes das unidades da UNICAMP que participam do ensino de graduação em enfermagem (Faculdade de Educação, Instituto de Biologia e os outros departamentos da FCM); Representantes discentes. Convidados: Representantes das instituições de saúde que recebem alunos do curso de graduação em enfermagem, dentre eles o DENF do HC Unicamp, com direito a voz. Reuniões ordinárias mensais. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P3 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1- 19 - PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS COMISSÕES: Comissão de Sindicância Comissão de Infraestrutura e Obras Comissão de Controle de Infecção Hospitalar Comissão de Aquisição de Materiais Comissão – HC Livre do Tabaco Hospital Sentinela (Fármaco, Tecno e Hemovigilância) Câmara Técnica do Serviço de Assistência e Internação Domiciliar da Prefeitura Municipal de Campinas Comissão de residência multiprofissional - COREMU Núcleo de Segurança do Paciente Núcleo de Avaliação de Tecnologia em Saúde Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional Equipe Multiprofissional de Prevenção e Tratamento de Feridas e Estomas Núcleo de RTs da região de Campinas (Coren - Campinas) PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P4 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Edineis de Brito Guirardello Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 20 - EN.P4 – INTEGRAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM DO HC COM A FENF - UNICAMP - ASSESSORIA DE ENSINO E PESQUISA E ASSISTÊNCIA JUSTIFICATIVA Integrar as atividades do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas e da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP, visando à articulação entre a assistência, ensino, pesquisa e extensão de forma recíproca, com ênfase na formação/capacitação de recursos humanos e a produção do conhecimento. OBJETIVOS Efetivar a integração dos Departamentos de Enfermagem no que se refere às atividades de assistência, ensino, pesquisa e extensão. Estabelecer parcerias entre os Departamentos de Enfermagem que possibilitem a articulação com outras instituições de ensino e de prestação de serviços à saúde, considerando a política de saúde e de formação de RH. Promover estratégias que assegurem a efetiva participação de docentes do Departamento de Enfermagem – FCM na qualificação das práticas de enfermagem do HC. Assessorar a enfermagem do HC na elaboração e desenvolvimento de pesquisas de interesse para o aprimoramento da assistência de enfermagem, buscando articulação sempre que possível com os docentes e acadêmicos do Departamento de Enfermagem da FCM. Participar na implantação e avaliação de metodologia de assistência de enfermagem. Assessorar os processos de planejamento e avaliação dos programas de educação/ ensino e de estágios, direta ou indiretamente, relacionadas à enfermagem. Colaborar com o Serviço de Enfermagem de Educação Continuada (SEEC) do HC nos programas de avaliação de desempenho e de educação permanente dos trabalhadores de enfermagem. Promover estratégias que assegurem efetiva participação da enfermagem do HC no ensino de enfermagem, com especial ênfase para o Curso de Graduação em Enfermagem da FCM. Efetivar a participação dos enfermeiros dos campos de atividades práticas na promoção e avaliação das atividades de ensino. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P4 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Edineis de Brito Guirardello Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 21 - O Regimento do Departamento de Enfermagem do HC-Unicamp, no capítulo V, estabelece para a Assessoria de ensino e pesquisa e assistência: Art. 1º- Finalidade A assessoria de ensino, pesquisa e assistência tem como finalidade integrar as atividades do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp e a Faculdade de Enfermagem, visando a articulação entre a assistência, ensino, pesquisa e de forma recíproca, com ênfase na formação/ capacitação de recursos humanos e na produção de conhecimento. Art. 2º- Objetivos: Efetivar a integração do Departamento de Enfermagem com a Faculdade de Enfermagem da Unicamp no que se refere às atividades de ensino, pesquisa e extensão, considerando a política de saúde e de formação profissional, a produção do conhecimento e a prestação de assistência ao usuário do Sistema Único de Saúde. Promover estratégias que assegurem efetiva participação da enfermagem do Hospital de Clínicas e de forma recíproca da Faculdade de Enfermagem da Unicamp no processo ensino - aprendizagem em saúde e de enfermagem, com especial ênfase para o Curso de Graduação, Pós-graduação em Enfermagem e Residência Multiprofissional. Efetivar a participação dos enfermeiros dos campos de atividades práticas no planejamento, promoção e avaliação das atividades de ensino. Promover estratégias que assegurem a efetiva participação de docentes da Faculdade de Enfermagem Unicamp na qualificação das práticas de enfermagem do Hospital de Clínicas. Assessorar o Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp na elaboração e desenvolvimento de pesquisas de interesse para o aprimoramento da assistência de enfermagem, articulando, sempre que possível, com os docentes e acadêmicos da Faculdade de Enfermagem da Unicamp. Participar do planejamento, desenvolvimento e avaliação dos modelos de gestão e assistência do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp. Assessorar os processos de planejamento e avaliação dos programas de educação, ensino e de estágios, direta ou indiretamente, relacionadas à enfermagem. Colaborar com o Serviço de Enfermagem em Educação Continuada e Permanente do Hospital de Clínicas da Unicamp nos programas de educação permanente dos profissionais de enfermagem. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P4 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Edineis de Brito Guirardello Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 22 - Art. 3º- Composição: A Assessoria de Assistência, Ensino e Pesquisa será desenvolvida por um(a) docente da Faculdade de Enfermagem indicado(a) em comum acordo pelo Departamento de Enfermagem e Faculdade de Enfermagem. O docente indicado deve assumir a Assessoria de Ensino e Pesquisa junto à Direção do Departamento de Enfermagem do HC, em período parcial,com dedicação mínima de 12 horas semanais. Art. 4º- Atribuições da função: Participar das reuniões de colegiados (diretores, supervisores e responsáveis de área) junto o Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp. Atuar nos eixos temáticos do Departamento de Enfermagem de Enfermagem do Hospital de Clínicas (gestão do trabalho, gestão do cuidado e gestão de pessoas) nos assuntos pertinentes ao ensino, pesquisa e assistência. Exercer o papel de interlocutor entre a Faculdade de Enfermagem da Unicamp e o Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas, nos projetos assistenciais e de ensino. Aprimorar a integração nos campos de atividade prática e de estágio com envolvimento de docentes e discentes e a equipe de saúde. Organizar e participar das reuniões científicas, núcleos e comissões em conjunto com o Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas. Participar da organização de eventos científicos em conjunto com o Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas. Participar do planejamento e realização dos estudos clínicos relativos ao processo de cuidar. Art. 5º- Competências: Todas as competências do enfermeiro; Integração multidisciplinar e interdisciplinar; Visão estratégica. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P5 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Edineis de Brito Guirardello Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 23 - EN.P5 - IDENTIFICAÇAO DO PERFIL ASSISTENCIAL DOS USUÁRIOS/PACIENTES INTERNADOS POR MEIO DE SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE PACIENTES REFERENCIAL TEÓRICO O conhecimento do número de leitos e percentual de ocupação, ou a classificação de usuários/pacientes de acordo com diagnóstico médico, não são indicadores seguros para discernir a demanda de assistência de usuários/pacientes com diferentes necessidades de cuidados. O Sistema de Classificação de Pacientes (SCP) é um método para estimar, quantificar e avaliar a demanda de cuidados por grupos de usuários/pacientes, categorizando-os de acordo com a necessidade de cuidados por eles requeridos, em um período de tempo específico. O SCP gera um banco de dados por meio do qual é possível a construção de um diagnóstico situacional e identificação do Perfil Assistencial do processo de cuidado na unidade de internação, pois se trata de um Sistema de Informação em Saúde. Este processo propõe a adoção de um Sistema de Informação em Saúde, por meio da avaliação do perfil assistencial dos usuários do HC como ferramenta para a prática administrativa, no intuito de possibilitar a reorganização do processo de assistência embasando decisões em áreas relacionadas a: dimensionamento de pessoal; formação de banco de competências; certificação das unidades; quantificação e monitoramento de custos da assistência e organização da logística do setor. Este processo consiste na replicabilidade do projeto piloto realizado na enfermaria de Pediatria do HC, realizado em parceria com GEPRO (Gerenciamento por Processos) e PDG (Programa de Desenvolvimento Gerencial), de setembro de 2007 a maio de 2008. Para a classificação de pacientes adultos, propõe-se a utilização de instrumento construído em hospital universitário da Universidade São Paulo e publicado em revista internacional, por tratar-se do instrumento mais atual e adequado à realidade do HC enquanto hospital de ensino (Fugulin et al, 1994). IMPORTÂNCIA DO PROCESSO Fornecer informações que possibilitem conhecer o Perfil Assistencial das Enfermarias para orientar: A gestão de pessoas (dimensionamento do Quadro de Pessoal, escalonamento de pessoal por afinidade como complementação do banco de competências); A racionalização de custos bem como o levantamento de materiais e insumos para a assistência com embasamento das cotas de materiais; O aprimoramento da organização do ambiente hospitalar. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P5 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Edineis de Brito Guirardello Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 24 - OBJETIVOS Identificar o perfil assistencial dos usuários/pacientes atendidos no Hospital de Clínicas da Unicamp. Classificar os usuários/pacientes em cinco categorias de cuidado: Mínimo, Intermediário, Alta dependência, Semi Intensivos ou Intensivos de acordo com suas demandas de assistência. Determinar de demanda de consumo de materiais, insumos e equipamentos para a assistência. UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE USUÁRIOS/PACIENTES DENF Definir a periodicidade para a realização do processo, de forma coordenada em todas as unidades. Caso o Diretor/supervisor/enfermeiro identifique mudança no perfil dos pacientes, pode também realizar a classificação para confirmar e documentar esta hipótese. SERVIÇO DE ENFERMAGEM EM EDUCAÇÃO CONTINUADA Desenvolver programa de recapacitação aos enfermeiros, quando solicitado, para a informação, motivação e treinamento para o preenchimento e tabulação dos dados da planilha de classificação de pacientes. ENFERMEIRO SUPERVISOR Replicar as informações sobre o sistema a todos os profissionais de enfermagem da sua área, ressaltando a importância da classificação de pacientes. Encaminhar os impressos para cada posto de enfermagem e acompanhar a realização do processo. Tabular e analisar os dados, encaminhar ao Diretor de área e para o DENF com sugestões de melhorias. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P5 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Edineis de Brito Guirardello Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 25 - INSTRUMENTO DE CLASSIFICACAO DE USUÁRIOS/PACIENTES (Extraído de Fugulin et al, 1994) OPERACIONALIZAÇÃO DA CLASSIFICAÇAO DE USUÁRIOS/PACIENTES O supervisor deve fornecer as planilhas a serem aplicadas pelo enfermeiro assistencial, durante períododefinido, nas áreas de internação. Deverá ser preenchida uma planilha ao dia, por posto de enfermagem, em turno a ser definido pelo diretor/supervisor/enfermeiros da unidade. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P5 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Edineis de Brito Guirardello Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 26 - É atribuição do enfermeiro supervisor responsabilizar-se pela tabulação dos dados, em planilha Excel® padronizada. A análise dos dados deve ser realizada em conjunto entre diretor/supervisor/enfermeiros e DENF. ANÁLISE Avaliar as planilhas eletrônicas geradas em cada unidade com o resumo em forma de gráficos e analisar os dados em relação a: Período anterior; Índices médios e moda de cada indicador de demanda de assistência; Caracterização da clientela por categoria de cuidado em cada espaço físico; Caracterização da clientela por categoria de cuidado em cada especialidade; Quantificação de pessoal ideal para o atendimento da demanda de cuidado identificada para cada área (segundo a aplicação da fórmula do COFEN 293/2004). FEEDBACK DIRETORES/SUPERVISORES/ SEEC Encaminhar relatórios ao Diretor do Departamento de Enfermagem HC, como responsável técnico pela enfermagem da Instituição. Apresentar e discutir os resultados, com a equipe assistencial de cada unidade assistencial. Correlacionar a demanda com as dificuldades para realização da assistência, bem como ouvir sugestões de melhoria para a instituição. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P5 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Edineis de Brito Guirardello Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 27 - PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P6 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 28 - 2. PROCESSOS DE TRABALHO DA ASSESSORIA TÉCNICO- OPERACIONAL DE ENFERMAGEM EN.P6 – ELABORAÇÃO, AVALIAÇÃO, VALIDAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE ESCALAS DE TRABALHO DE ENFERMAGEM ELABORAÇÃO DA ESCALA MENSAL SUPERVISOR E/OU ENFERMEIRO DA UNIDADE ASSISTENCIAL QUANTO À JORNADA DE TRABALHO E FOLGAS Cumprir a jornada de trabalho vigente na instituição, sendo que as escalas dos plantões manhã (M) e tarde (T) são elaboradas de acordo com o número de folgas do mês, e para o noturno (N), o número de plantões. Aos profissionais do Processo Trabalhista (12x60) que trabalham no período diurno não é permitido exceder 35 horas semanais. Os finais de semana e feriados devem estar destacados na escala. O dia da reunião mensal da Unidade deve ser informado no campo de observações da escala. Folgas consecutivas na escala poderão ser permitidas, com autorização da chefia desde que seja mantido o número adequado de pessoal. Não é permitido reservar folgas previstas no mês, para usufruí-las em meses posteriores. O supervisor deve disponibilizar, na primeira semana de cada mês, o rascunho da escala do mês subsequente, no posto de trabalho, para que a equipe possa discutir e negociar suas preferências. A escala deverá ser entregue pronta ao diretor de serviço, até o dia 20, e ao DENF até o dia 24 do mês, contendo a assinatura e carimbo do supervisor e diretor de serviço. Ao profissional é permitido registrar 03 preferências na escala, as quais serão atendidas, dentro do possível. Na escala eletrônica a sua efetivação e validação será feita pelo supervisor e em datas pré-determinadas pela DRH. As alterações nas escalas só poderão ser realizadas pelo supervisor ou pelo enfermeiro da unidade. O supervisor deverá manter o controle do banco de horas dos servidores (máximo de 24 horas). Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P6 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 29 - QUANTO AOS CÓDIGOS DA ESCALA As escalas devem obedecer aos códigos, para trabalhadores UNICAMP / FUNCAMP em situações especiais, como: Horas em haver = ex: 18h Devendo horas = ex: -3h Sem crédito ou débito = ex: 0h (zero) Cursos, Jornadas e Congressos fora da UNICAMP = registrar LW na escala e no cartão de ponto, nos dias das dispensas. Cursos, Jornadas e Congressos na UNICAMP = registrar na escala. Assinar o cartão de ponto nos dias das dispensas. Para os três turnos deve-se considerar a Folga Assiduidade, que será lançada na escala, com o código FA. QUANTO À INCLUSÃO OU EXCLUSÃO DE PROFISSIONAIS NA ESCALA A escala deve conter o número de vagas certificadas por categoria, os nomes dos profissionais em ordem alfabética, do cargo, regime de trabalho, conforme siglas: U (Unicamp); F (Funcamp); U/T (Unicamp temporário); F/S (Funcamp Secretaria) e o número do COREN-SP. O nome do Técnico Administrativo/Assistente Administrativo/Administrativo e/ou Oficial de Enfermaria deve constar da escala de serviço. Os profissionais recém-admitidos devem constar na escala a partir da data de admissão, sendo que no período em que estiverem participando do treinamento admissional colocar na observação: “Treinamento na SEEC”. Manter na escala os nomes dos profissionais que estejam afastados até seis meses. Após os 06meses, encaminhar o nome do profissional ao DENF. Para os casos de licença gestante, licença médica e/ou férias, colocar o código referente ao período. QUANTO AO NÚMERO DE PROFISSIONAIS NA ESCALA A escala deve conter o número total de profissionais por dia/categoria, total de profissionais extras por dia/categoria e, no final da escala, o total geral de profissionais. Não é recomendável que o número de profissionais/dia ultrapasse o dimensionamento preconizado. Ajustes entre categorias são realizados mediante avaliação do supervisor. O número de dias de trabalho não deve exceder seis dias consecutivos. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P6 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 30 - É recomendável manter o equilíbrio de vagas/profissionais entre os turnos da manhã, da tarde e do noturno, evitando sobrecargas de trabalho. QUANTO AO ENCAMINHAMENTO DA ESCALA PARA O DENF A escala deve conter o nome da Unidade, das especialidades, número de leitos, plantões (M/T/N), ano e mês, constando assinaturas e carimbos do Diretor e Supervisor da área. A escala deve ser encaminhada ao DENF até o dia 24 de cada mês. ANÁLISE E VALIDAÇÃO DA ESCALA MENSAL ASSISTENTE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO DO DENF Todas as escalas serão analisadas para atender ao determinado na sua elaboração. As horas extras solicitadas não devem ultrapassar o número de vagas da área. Analisar: Vagas por categoria; Transferências efetivadas por área e/ou turno; Inserção de recém-admitidos; O Índice de Segurança Técnica adotado pelo DENF é de 15% contemplando ausências previstas e não previstas; Distribuição equilibrada dos profissionais por categoria; Número de folgas, meses nos quais são atribuídas folgas assiduidade e plantões por profissionais. Comunicar Diretora da área das horas extras liberadas. VALIDAÇÃO DA ESCALA MENSAL Após a análise, encaminhar para a validação do Diretor/Responsável Técnico do DENF. DISTRIBUIÇÃO DA ESCALA MENSAL SECRETARIA DO DENF Solicitar realização de cópias das escalas originais. Enviar as originais às áreas, acompanhadas de cópia, caso solicitado. Manter uma cópia no DENF. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P6 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 31 - DIRETORIA DA ÁREA Uma cópia de cada escala ficará arquivada no DENF por 05 anos e disponíveis para consultas do COREN-SP, após esse período seguir a tabela de temporalidade de documentos de da DGRH / SIARQ. TROCA DE FOLGA/PLANTÃO - CRITÉRIOS PARA AUTORIZAÇÃO Acordo Coletivo da UNICAMP – GR 01/2006 de 07/11/2006 Cláusula Quinta – das trocas de plantão em escala noturna Os servidores que se ativam no sistema de plantão noturno no HC, CAISM, HEMOCENTRO e GASTROCENTRO, caso seja do seu interesse, poderão trocar seus plantões, no limite de 2 (duas) trocas mensais, desde que haja autorização superior. 5.1 Em havendo a troca de plantões noturnos, nos limites do presente acordo, para atender as preferências de folgas dos servidores, o regime de compensação poderá ser alterado para 12 (doze) horas de trabalho por 12 (doze) horas de descanso, sempre observando o limite de 2 (duas) trocas mensais por servidor. 5.2 As chefias poderão solicitar a troca de plantões noturnos, para atendimento de interesse da administração e com a finalidade de suprir eventuais faltas nas equipes de trabalho, também limitadas a 2 (duas) oportunidades por mês. Cláusula Sexta – Das trocas de plantão em escala diurna Os servidores que se ativam em jornada de 6 (seis) horas, no período diurno , em regime de escalas de segunda a segunda no HC, CAISM, HEMOCENTRO e GASTROCENTRO, caso seja do seu interesse, poderão trocar seus plantões, no limite de 2 (duas) trocas mensais, a fim de adequar suas preferências de folgas, desde que haja autorização superior. 6.1 Nas dobras de plantões diurnos serão assegurados um intervalo para refeição de 30 minutos, decorrente da somatória dos dois períodos de descanso dos plantões originais, tendo em vista ser do interesse dos próprios trabalhadores, conforme reivindicação apresentada pelo STU. 6.2 As chefias poderão solicitar a troca de plantões diurnos, para atendimento de interesse da Administração e com a finalidade de suprir eventuais faltas nas equipes de trabalho, também limitadas a 2 (duas) oportunidades por mês. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P6 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 32 - As trocas necessitam ser comunicadas com antecedência ao Enfermeiro/Supervisor e/ou Diretor; sendo as trocas entre enfermeiros de responsabilidade do supervisor e as trocas entre técnicos/auxiliares de responsabilidade do enfermeiro/supervisor da unidade. Trocas de folgas/plantões entre categorias profissionais serão realizadas mediante avaliação e autorização do supervisor. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P7 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃOSE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 33 - EN.P7 – SOLICITAÇÃO DE TRANFERÊNCIAS INTERNAS E EXTERNAS DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM CONCEITO São consideradas transferências as mudanças de local de trabalho ou de turno, dentro da área e entre as áreas do Departamento de Enfermagem (DENF). O trabalhador que deseja ser transferido deve fazer pedido formal ao Supervisor da área, obedecendo a critérios. TRANSFERÊNCIA INTERNA (MESMA ÁREA) CONDUTAS PARA TRANSFERÊNCIA INTERNA O Diretor/ Supervisor deve inserir o nome do trabalhador na lista da área. Para efetivar a transferência, devem ser considerados os critérios referentes a perfil para a vaga e desempenho profissional. CRITÉRIOS REFERENTES AO PERFIL PARA O TURNO SOLICITADO Assiduidade – o trabalhador não possui faltas injustificadas, ele se preocupa em comunicar todas as ausências com antecedência para que a assistência não seja prejudicada e não ocorra sobrecarga de trabalho para equipe. Pontualidade – o trabalhador se preocupa em cumprir a sua jornada de trabalho e seus compromissos no tempo estipulado. Não possui atrasos. Exceção – creche área de saúde 10 minutos. Qualidade do trabalho – o trabalho é organizado, planejado, produtivo e atende aos padrões estabelecidos pela instituição. Cumprimento de normas e regras – o trabalhador conhece as normas e regras orientadas e cumpre as atividades dentro destas. Possui visão sistêmica e consegue propor pontos de melhoria quando julga que as normas e regras podem ser alteradas para benefício da Instituição. Relacionamento com a equipe / chefia – o trabalhador se relaciona com a equipe de forma profissional e respeitosa. Demonstra preocupação em atender as necessidades dos colegas de trabalho e da chefia de forma harmoniosa. Relacionamento com o usuário/paciente / familiar / visitante – o trabalhador se relaciona de forma profissional e respeitosa. Demonstra preocupação em atender as necessidades dos usuários/pacientes. Faz as orientações adequadas ao usuário/paciente / familiar / visitante. Atende prontamente quando é solicitado. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P7 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 34 - Responsabilidade – o trabalhador desenvolve todas as atividades propostas de sua competência. Assume erros e os comunica imediatamente ao responsável. Procura envolver-se com as atividades e propor pontos de melhorias, assumindo os resultados das mudanças. Processos éticos – não estar envolvido em ocorrências que estejam sendo apuradas pela Comissão de Ética de Enfermagem (CEE)/ HC e nem na Comissão Processante Permanente (CPP) /UNICAMP. CRITÉRIOS REFERENTES AO DESEMPENHO PROFISSIONAL A avaliação do desempenho profissional será obtida por meio da análise do Processo de vida funcional disponível no RH / HC e avaliação técnica, administrativa e interpessoal. CRITÉRIOS PARA DESEMPATE Caso haja mais de um profissional interessado pela vaga, adotar os seguintes critérios para desempate: Ser funcionário da unidade (transferência de turno) Tempo na instituição, que só poderá ser utilizado se a solicitação da transferência tiver sido feita há mais de seis meses; Data do pedido; Tempo na função; Matrícula. CRITÉRIOS REFERENTES À SAÚDE OCUPACIONAL PARA POSTOS ESPECIAIS (Periculosidade) Aptidão para o novo posto de trabalho. Avaliação médica pelo SESMT (UNICAMP / FUNCAMP). OBSERVAÇÕES Comunicar a Divisão de Recursos Humanos / HC (DRH/HC) para alterar o turno e solicitar inclusão de adicional para o noturno. O tempo mínimo para solicitar nova transferência dentro da mesma área é de um ano, para evitar trocas frequentes e oportunidades para outros trabalhadores. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P7 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 35 - O trabalhador deverá passar por avaliação técnica, administrativa e interpessoal contínua, para verificar a adaptação e desempenho no turno e posto de trabalho. O trabalhador poderá a qualquer momento retornar para o turno de origem. SELEÇÃO INTERNA POR PROCESSO SELETIVO CONCEITO Seleção de profissional, já atuante na instituição, para vaga em área específica. DIRETOR DA ÁREA/SUPERVISOR Solicitar ao DENF abertura do processo Elaborar o edital de acordo com modelo estabelecido definindo os pré-requisitos, processo de avaliação (avaliação do processo funcional, análise de currículo, entrevista entre outros), informações sobre as inscrições e outras observações pertinentes. Encaminhar o Edital ao DENF para apreciação e divulgação. Realizar o processo seletivo. Encaminhar resultados ao Departamento de Enfermagem. Fazer o despacho na solicitação de transferência de todos os candidatos e anexar carta com os resultados e agradecimento pela participação. DENF Autorizar a abertura do processo. Divulgar o processo para as áreas. Receber as inscrições dos candidatos, se indicado. Encaminhar a listagem dos candidatos inscritos ao Diretor da Área responsável pelo processo. Gerenciar a transferência do candidato selecionado. SEEC Participar das etapas do processo seletivo, a critério do Diretor. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P7 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 36 - CANDIDATO Efetuar inscrição na Secretaria do DENF, mediante entrega de ficha de solicitação de transferência. TRANSFERÊNCIA EXTERNA (ENTRE AS ÁREAS) CONDUTAS PARA TRANSFERÊNCIA EXTERNA O trabalhador deve agendar horário no DENF e levar o impresso de transferência preenchido e assinado pelo funcionário e supervisor com a ciência do diretor. O impresso será encaminhado ao Diretor da área solicitada, que avaliará o interesse do solicitante por meio de entrevista. Após a avaliação, retornar o impresso ao DENF, com o parecer do entrevistador. O impresso de transferência tem validade por 01 ano. A área que recebe o funcionário transferido deve fazer o comunicado para a DHR/HC alterar alotação e turno do trabalhador e solicitar inclusão de adicional para o período noturno. CRITÉRIOS DE DESEMPATE PARA TRANSFERÊNCIA EXTERNA Quando houver mais de um candidato para a mesma vaga, o Diretor/Supervisor/Responsável de área de Enfermagem considerará a seguinte ordem para a escolha: Lista de transferência, seguindo os mesmos critérios da transferência interna. Processo Seletivo (recrutamento interno, seleção de candidatos), dependendo da área. OBSERVAÇÕES O trabalhador transferido deverá ser avaliado continuamente e se não apresentar o desempenho esperado, retornará à Área de origem, a qualquer momento, se houver vaga ou será realocado conforme vagas disponíveis no DENF/HC e aguardar vaga na sua área de origem. O trabalhador transferido que não se adaptar na nova área, poderá solicitar retorno para a área de origem, existindo a vaga ou para vagas disponíveis no DENF. Trabalhadores recém - admitidos poderão fazer o seu primeiro pedido de transferência após um ano na instituição. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P7 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 37 - Trabalhadores contemplados com transferência de área, só poderão solicitar nova transferência após dois anos. A transferência de turno na mesma área poderá ocorrer a qualquer momento, respeitando os critérios de transferência interna. Para áreas com postos de periculosidade (Medicina Nuclear, Radioterapia, Raios-x, Cateterismo Cardíaco, Centro Cirúrgico) a candidata à vaga não poderá estar grávida no momento da transferência. Trabalhadores do quadro de pessoal do Departamento de Enfermagem que assumirem Serviços dentro ou fora do HC, ao retornarem seguirão as normas de transferência vigente. Enfermeiros ao deixarem o cargo de chefia, de imediato, podem escolher a vaga de preferência dentre as disponíveis ou concorrer ao Processo Seletivo vigente. Enfermeiros que ocupam cargo de chefia que não desejam continuar no cargo podem solicitar transferência de área, seguindo as normas do Departamento de Enfermagem. Ao ser transferido de área ou turno o trabalhador, se necessário, poderá ter sua programação de férias alterada. Os trabalhadores com laudo de restrição laboral, emitido pelo INSS, não obedecerão aos critérios de transferência interna, serão readaptados respeitando suas limitações, conforme a existência de vaga. Toda transferência deverá ser comunicada previamente entre as áreas, devendo o funcionário assumir o novo posto de trabalho na escala do mês seguinte. Os casos não contemplados nessa norma devem ser tratados pelo Departamento de Enfermagem. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P8 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Ana Tereza Piton Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 38 - EN.P8 – RETORNO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM POR AFASTAMENTOS PROLONGADOS - REINSERÇÃO E READAPTAÇÃO RETORNO DE AFASTAMENTOS PROLONGADOS - REINSERÇÃO CONCEITO Retorno ao trabalho de profissionais que ficaram afastados por licença médica num período igual ou superior a 180 dias. Fluxo do Retorno: Todo funcionário ao retornar do afastamento prolongado deve: Apresentar a alta do INSS e passar por avaliação do médico do trabalho (DSSO UNICAMP / SESMT FUNCAMP). MÉDICO DO TRABALHO Emitir Atestado de Saúde Ocupacional (ASO). FUNCIONÁRIO Apresentar à DRH o ASO para efetivar o retorno ao trabalho. RECURSOS HUMANOS Encaminhar o funcionário ao DENF. DENF Receber o funcionário, verificar a área de origem e o turno em que ele estava antes do afastamento e avaliar, caso a caso, a possibilidade do funcionário retornar para a mesma área e turno. Encaminhar o funcionário para a área onde foi alocado. Casos em que o funcionário não tenha condições de retorno, à mesma área e turno, devem ser tratados individualmente, junto à DRH. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P8 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Ana Tereza Piton Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 39 - READAPTAÇÃO CONCEITO Consiste em oferecer condições adequadas de trabalho ao funcionário portador de limitações física e/ou emocionais, de maneira a permitir o exercício profissional satisfatório, após inclusão no programa de reabilitação profissional do INSS ou DPME (Departamento de Perícia Médica do Estatutário). O trâmite geral deste processo encontra-se descrito no Manual da Divisão de Recursos Humanos (recursos_humanos.pdf). Fluxo da Readaptação DENF Receber a informações e orientações da DRH sobre a situação de retorno do funcionário e participar na elaboração da rotina a ser estabelecida ao funcionário em questão. PROGRAMA PARA REINSERÇÃO / READAPTAÇÃO DO FUNCIONÁRIO Explicar todo o processo de retorno para o funcionário: Plano de reinserção - o enfermeiro supervisor da área deve descrever as atividades que o funcionário irá desempenhar nos primeiros 10 dias do retorno. O funcionário deve registrar seu grau de dificuldade para executar as funções planejadas. Treinamento Técnico – elaborado pelo enfermeiro supervisor da área, enfatizando as atividades planejadas para o seu retorno. Avaliação – realizada aos 15 e aos 30 dias do retorno, pelo enfermeiro supervisor da área. Encaminhar as fichas de avaliação e o cronograma de treinamento assinado pelo funcionário e diretor da área para o Departamento de Enfermagem, para juntar em processo de vida funcional na DRH. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAISE COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/recursos_humanos.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P9 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Míriam Rizzioli Santos, Wilma Aparecida Nunes, Eliete Boaventura Bargas. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 40 - EN.P9 – ELABORAÇÃO DOS PROCESSOS SELETIVOS E ATUAÇÃO EM CONCURSOS PÚBLICOS SOLICITAÇÃO DE ABERTURA DE PROCESSO SELETIVO ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM Ao verificar que não há mais candidatos concursados ou tempo de vigência expirado, solicitar abertura de novo processo seletivo, seja UNICAMP ou FUNCAMP. DEFINIR TIPO DE CONTRATAÇÃO SUMÁRIA o Contratação temporária, habitualmente utilizada para cobertura de afastamentos. CONCURSO PÚBLICO o Contratação sem prazo determinado, utilizado para reposição de vagas por demissões, aposentadorias, óbitos ou ampliação de quadro. PROCESSO SELETIVO DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS - HC Publicar o edital com as exigências para a função solicitada, aprovada pelo Departamento de Enfermagem. Para concurso público: Receber as inscrições dos candidatos; Solicitar elaboração da prova técnica do Departamento de Enfermagem; Solicitar formação da banca examinadora. Para seleção sumária: Receber os currículos dos candidatos e documentos solicitados; Encaminhar ao Departamento de Enfermagem para análise. PARA SELEÇÃO SUMÁRIA ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM Deferir ou indeferir candidatos. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P9 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Míriam Rizzioli Santos, Wilma Aparecida Nunes, Eliete Boaventura Bargas. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 41 - Pontuar currículo com base nos critérios definidos por função, incluindo: Experiência; Cursos na área; Cursos adicionais (informática, línguas e outros); Atividades de ensino. As notas devem ser de 0 a 10 pontos. Encaminhar listagem de notas do currículo ao RH-HC. DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS - HC Publicar resultado da análise de currículo e convocação para entrevista dos candidatos classificados. ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM Realizar entrevista dos candidatos e emitir notas de 0 a 10 pontos. Classificar os candidatos e listar em ordem decrescente. Encaminhar para o RH-HC que deve fazer o cálculo da nota final e enviar para Funcamp/Unicamp para publicação. PARA CONCURSO PÚBLICO ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM E SEEC Elaborar as provas (objetiva e dissertativa) com base na bibliografia publicada. Construir o gabarito de correção. Constituir a banca examinadora com profissionais do Departamento de Enfermagem, contando obrigatoriamente com os enfermeiros da Educação Continuada. Encaminhar os documentos acima descritos para o RH-HC. DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS - HC Providenciar número de provas necessárias para o concurso. Aplicar as provas em data e local pré – determinados. Retirar das provas o nome do candidato, substituindo-o por número de controle. Encaminhar provas para o Departamento de enfermagem para correção. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P9 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Míriam Rizzioli Santos, Wilma Aparecida Nunes, Eliete Boaventura Bargas. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 42 - ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM E SEEC Efetuar a correção e emitir a nota de 0 a 10 pontos. Encaminhar listagem de notas ao RH-HC. DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS - HC Publicar resultado das provas e convocação para entrevista dos candidatos classificados. ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM E SEEC Realizar entrevista dos candidatos, utilizando instrumento padrão e emitir notas de 0 a 10 pontos. Classificar os candidatos e listar em ordem decrescente. Encaminhar para o RH-HC que deve fazer o cálculo da nota final e enviar para Funcamp/Unicamp para publicação. CHAMADA DO CANDIDATO PARA PREENCHIMENTO DE VAGA ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM Apontar as vagas ao RH-HC. DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS - HC Convocar o candidato de acordo com a ordem de classificação. O RH-HC e o DENF disponibilizam e adequam as vagas de acordo com o perfil do candidato. Iniciar processo de admissão. OBSERVAÇÕES Existe a possibilidade do candidato questionar o resultado do processo seletivo e entrar com recurso. A justificativa da classificação final deve ser construída com argumentos fornecidos pela Assistente Técnico-Operacional e Educação Continuada. Os candidatos aprovados em concurso do HC podem ser convocados pelas outras instituições da área da Saúde da UNICAMP, exceto Hospital de Sumaré. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P9 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Míriam Rizzioli Santos, Wilma Aparecida Nunes, Eliete Boaventura Bargas. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 43 - Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P10 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, YveteCarvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Mariza Cavalcante Lino. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 44 - EN.P10 – DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL QUADRO FUNCIONAL DE ENFERMAGEM O quadro de profissionais de enfermagem do HC-UNICAMP é determinado, junto a Superintendência, RH-HC e DGRH-UNICAMP, nos aspectos numéricos, categorias profissionais e cargos. A revisão do quadro pode ser efetuada em situações tais como: Alteração do número de leitos; Alteração no processo de trabalho, seja por exclusão ou por acréscimo de atividades; Alteração da demanda de cuidados dos usuários/pacientes; Adequação à resolução vigente do Conselho Federal de Enfermagem e outros órgãos reguladores; Reestruturações hierárquicas; Atualização anual por exigência da fiscalização do Conselho Regional de Enfermagem. RESPONSABILIDADES DO DIRETOR / RESPONSÁVEL DE ÁREA A área deve apresentar ao DENF as necessidades para prestar a assistência de enfermagem. Fundamentar a informação em dados mensuráveis utilizando o instrumento de classificação de pacientes, de carga de trabalho ou o banco de dados de produção do serviço. Elaborar a proposta de dimensionamento de pessoal. RESPONSABILIDADES DO DENF Analisar a proposta quanto a: o Produtividade da área; o Adequação do processo de trabalho; o Déficit de desempenho dos profissionais o Tempo de duração da demanda (temporária ou definitiva); o Mudança no perfil da unidade. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P10 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Mariza Cavalcante Lino. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 45 - Validar ou não a solicitação juntamente com a chefia da área No caso de necessidade de revisão do quadro de pessoal, as possibilidades de resolução serão: o Remanejar os profissionais entre as áreas do HC-UNICAMP; o Autorizar horas extras para suprir a necessidade momentânea; o Solicitar o aumento de quadro funcional; Documentar a situação, a proposta e impacto no quadro funcional em formulário específico em conjunto com a diretoria da área; Encaminhar ao RH-HC para submeter à discussão e negociação com Superintendência, caso necessário. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P11 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 46 - EN.P11 – REMANEJAMENTO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM CONSIDERANDO QUE: “A prestação dos serviços e ações de saúde aos usuários, de qualquer natureza ou condição, no âmbito do estado de São Paulo, será universal e igualitária”, nos termos do artigo 2º, Lei Complementar n 791. nove de Março de 1995, artigo 1º, Lei 10.241 de 17 de Março de 1999. “São direitos dos usuários dos serviços de saúde no Estado de São Paulo ter atendimento digno, atencioso e respeitoso; ter assegurado, durante as consultas, internações, procedimentos diagnósticos e terapêuticos e na satisfação de suas necessidades fisiológicas: a sua integridade física, a privacidade, a individualidade, o respeito aos seus valores éticos e culturais e segurança no procedimento”. Artigo 2º, I e XIV. “Cabe ao Enfermeiro, privativamente, o planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços da assistência de Enfermagem”, artigo 8º, Lei 7.498/1986. “Cabe ao Enfermeiro, privativamente, a participação na elaboração de medidas de prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados aos pacientes durante a assistência de Enfermagem”, artigo 9º, da Lei 7.498/1986. O Profissional de Enfermagem “respeita a vida, a dignidade e os direitos humanos, em todas as suas dimensões”, Princípios Fundamentais do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (CEPE), Resolução do COFEN 311/2007. O Profissional de Enfermagem “atua na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde, com autonomia e em consonância com os preceitos éticos e legais”, Princípios Fundamentais do CEPE. O Profissional de Enfermagem “exerce suas atividades com competência para a promoção da saúde do ser humano na sua integridade, de acordo com os princípios da ética e da bioética”, Princípios Fundamentais do CEPE. O Profissional de Enfermagem “exerce a profissão com justiça, compromisso, equidade, resolutividade, dignidade, competência, responsabilidade, honestidade e lealdade”, artigo 5º, das Responsabilidades e Deveres, das Relações Profissionais do CEPE. É direito do Profissional de Enfermagem “recusar-se a executar atividades que não sejam de sua competência técnica, científica, ética e legal ou que não ofereçam segurança ao profissional, à pessoa, família e coletividades” artigo 8º, das Relações com a Pessoa, Família e Coletividades, do CEPE. É responsabilidade e dever do Profissional de Enfermagem “assegurar à pessoa, família e coletividades assistência de enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência”, artigo 12º, das Responsabilidades e Deveres, das Relações com a Pessoa, Família e Coletividade do CEPE. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P11 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 47 - É responsabilidade e dever do Profissional de Enfermagem “avaliar criteriosamente sua competência técnica, científica, ética e legal e somente aceitar encargos ou atribuições,quando capaz de desempenho seguro para si e para outrem”, artigo 13º das Responsabilidades e Deveres, das relações com Pessoa, família e coletividade, seção I, Do CEPE. O Hospital das Clínicas trata-se de um Hospital Universitário, Público, de nível terciário e quaternário, com alto nível de complexidade em todos os seus segmentos. Compõem a Equipe de Enfermagem do Hospital das Clínicas os profissionais Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, com registro no Conselho Regional de Enfermagem, do Estado de São Paulo. Há um contrato de trabalho em que “o servidor se obriga a aceitar o regime de trabalho de rodízio, pelo que fica obrigado a trabalhar em dias considerados feriados, pontos facultativos, sábados e domingos, bem como no plantão noturno, em regime de compensação”. Há falta de conhecimento de leis e regulamentações sobre a garantia da assistência ao paciente nos serviço de Saúde, gerando resistência e não aceitação por parte de alguns profissionais de Enfermagem diante da solicitação de remanejamento. A recusa do atendimento ao remanejamento caracteriza insubordinação, portanto, uma falta grave, passível de medidas disciplinares, de acordo com a Portaria 176/90, da UNICAMP, conforme texto abaixo: “Caracterizam-se como faltas graves as que afetarem o decoro, o prestígio e o bom andamento dos trabalhos, ou por causarem embaraços aos fins que a Universidade se propõe, quando se insubordinar”. RESPONSABILIDADES NO REMANEJAMENTO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM Considerando os argumentos acima, sugerem-se as seguintes regras para realização dos remanejamentos internos entre os profissionais de enfermagem, cabendo responsabilidades para os diferentes profissionais envolvidos: O Enfermeiro Supervisor do Serviço de Enfermagem deve: Promover cobertura da Equipe de Enfermagem, quando for notificado com antecedência da ausência de profissional da equipe ou outra situação que possa ocorrer danos aos pacientes assistidos; Manter o dimensionamento da escala de plantão coerente com a complexidade da Unidade; Manter a escala mensal diariamente equilibrada. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P11 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 48 - O Enfermeiro Assistencial Responsável da Unidade que teve a ausência do Profissional de Enfermagem deve: Avaliar o número de Profissionais de Enfermagem presentes e ausentes; Avaliar com critério a situação da unidade; Realizar o remanejamento interno nos postos de trabalho da unidade e garantir assistência de enfermagem aos pacientes; Notificar, no início do plantão, o Supervisor sobre as ausências dos Profissionais de Enfermagem, caso não seja viável o remanejamento interno ou não for suficiente; Acolher o Profissional de Enfermagem que virá colaborar na assistência, juntamente com o Supervisor; Conhecer o Profissional de Enfermagem remanejado, que irá exercer suas atividades dentro da Unidade, como por exemplo: categoria, capacidade técnica, habilidades, local de origem e limitações físicas e/ou técnicas; Supervisionar e oferecer suporte técnico ao Profissional de Enfermagem; Registrar no livro de plantão; Notificar, por escrito, o Enfermeiro Supervisor, a Diretoria do Serviço de Enfermagem as condições de trabalho, a complexidade dos pacientes e os cuidados não realizados, quando o remanejamento não foi concretizado. A Equipe de Enfermagem que receberá outro profissional deve: Passar o plantão dos pacientes; Orientar o profissional sobre as rotinas específicas; Não colocar o Profissional em situação de risco; Promover o bom relacionamento; Não gerar conflitos; Agir com ética. O Enfermeiro Supervisor de plantão cabe: Avaliar a situação exposta pelo enfermeiro; Buscar uma solução plausível, dentro das possibilidades existentes no Hospital; Verificar qual Serviço de Enfermagem tem possibilidade de liberar um ou mais Profissionais de Enfermagem; Consultar o Enfermeiro Responsável verificando a viabilidade de ceder um Profissional de Enfermagem; Encaminhar o Profissional de Enfermagem até a unidade que necessita o remanejamento; Fornecer ao Enfermeiro Responsável da unidade informação do Profissional de Enfermagem que irá colaborar na Assistência de Enfermagem; Notificar o Enfermeiro Assistencial, responsável pela unidade, caso não consiga viabilizar o remanejamento; Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P11 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 49 - Realizar relatório para o Departamento de Enfermagem em situações de insubordinação ou outros que julgar pertinente. O Enfermeiro Assistencial da Unidade que disponibiliza um Profissional de Enfermagem deve: Tomar ciência da situação exposta pelo Supervisor de plantão; Avaliar a disponibilidade da Unidade em ceder um Profissional de Enfermagem; Aplicar uma seleção adequada e coerente na escolha de um Profissional de Enfermagem; Notificar ao Supervisor de plantão se houver recusa do Profissional de Enfermagem, para que sejam adotadas medidas administrativas cabíveis; Realizar anotação da intercorrência. O Profissional de Enfermagem remanejado deve: Tomar ciência da situação da Unidade de Internação, que necessita de cobertura do profissional; Ser encaminhado pelo Supervisor até o local, onde prestará serviços; Ser apresentado ao Enfermeiro Assistencial responsável e sua equipe de trabalho na unidade; Receber o plantão dos pacientes; Perguntar e receber informações sobre a rotina do Serviço; Expor suas necessidades e limitações; Não aceitar atribuições que possam colocar em risco a segurança do paciente e de si mesmo. Realizar ações de Enfermagem sob a orientação e supervisão do Enfermeiro Assistencial Responsável pela unidade; Agir com ética. Notificar, por escrito, ao Supervisor quando ocorrer algo que fere os princípios éticos e legais da profissão. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOSDE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P12 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Mariza Cavalcante Ferreira Lino. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 50 - EN.P12 – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) Todo funcionário deve receber treinamento e orientação sobre o uso adequado, guarda e conservação do EPI, de acordo com o risco de cada atividade, conforme preconizado na NR.6, item 6.6 (NR.6 e Portaria nº 3214, de 06/06/78, do MTE NR – 1, item 1.8). RESPONSABILIDADES DO SST / DENF / SEEC Promover, para os funcionários admitidos na instituição, treinamento técnico elaborado pela Educação Continuada sobre as orientações para o uso correto dos EPI, de acordo com o posto de trabalho. RESPONSABILIDADES DO DENF Abrir a ficha individual de EPI, preencher o nome do funcionário, a matrícula, a área / setor e a função. Registrar na ficha de EPI a entrega do equipamento ao funcionário, discriminando a quantidade, o Certificado de Aprovação (CA), o tipo de equipamento e a data. Entregar o EPI e solicitar a assinatura do funcionário no impresso. Encaminhar a ficha para a área. DEVERES DO FUNCIONÁRIO Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre Segurança e Medicina do Trabalho, inclusive as normas expedidas pela instituição. Utilizar corretamente o EPI e somente para a finalidade a que se destina. Responsabilizar-se pela guarda e conservação do EPI que lhe for confiado. Comunicar ao superior imediato qualquer alteração que o torne impróprio para o uso. Cumprir as determinações da instituição sobre o uso adequado, conforme NR.6, item 6.7. RESPONSABILIDADES DO DIRETOR / RESPONSÁVEL DE ÁREA SUPERVISOR Arquivar a ficha de entrega de EPI na área disponibilizando-a para auditoria do Serviço de Segurança do Trabalho UNICAMP/FUNCAMP e do Ministério do Trabalho e Emprego. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P12 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Mariza Cavalcante Ferreira Lino. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 51 - Providenciar a reposição do EPI, quando solicitado pelo funcionário e mediante necessidade. Caso o funcionário seja transferido, a ficha deve ser encaminhada à Unidade de destino para continuidade do registro. As fichas totalmente preenchidas podem ser enviadas para guarda no Processo de Vida Funcional. A ficha de funcionário desligado da instituição (demissão ou aposentadoria) deve ser encaminhada para guarda no Processo de Vida Funcional. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P13 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 52 - 3. PROCESSOS DE TRABALHO DA ASSESSORIA TÉCNICO- ASSISTENCIAL DE ENFERMAGEM EN.P13 – PROCESSO DE ENFERMAGEM REFERENCIAL TEÓRICO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM O Hospital das Clínicas da Unicamp é um Hospital governamental, escola, inserido no SUS, com capacidade instalada de 419 leitos, de atenção terciária, nas mais diversas especialidades, cuja missão refere o atendimento com excelência no ensino, pesquisa e assistência. Segundo a Resolução COFEN 358/2009 que dispõe sobre a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes públicos ou privados. Considera que o Processo de Enfermagem organiza o trabalho profissional quanto ao método, pessoal e instrumentos, tornando possível a operacionalização do processo de enfermagem. Considera também que o processo de enfermagem é um instrumento metodológico que orienta o cuidado profissional de Enfermagem e a documentação da prática profissional. Sendo assim, padronizamos a terminologia de Processo de Enfermagem nas documentações da assistência de enfermagem do Departamento de Enfermagem do HC. A documentação de um sistema de comunicação escrita do processo de enfermagem é uma necessidade para atender aos processos de assistência, formação e pesquisa. O uso dos diagnósticos de enfermagem com definições padronizadas, características definidoras e fatores de risco e relacionados, também padronizados oferece uma terminologia consistente para a comunicação interdisciplinar e intradisciplinar para o cuidado com o usuário/paciente transmitido de um enfermeiro a outro e à identificação dos fenômenos que preocupam os enfermeiros na prática clínica. O foco na segurança do usuário/paciente e no atendimento baseado em evidências é da maior importância para os enfermeiros, haja visto que estes podem identificar e prevenir complicações apresentadas pelos usuários/pacientes (NANDA, 2012-2014). Existe a necessidade de uma linguagem padronizada de enfermagem para nomear o que a equipe de enfermagem faz a fim de dar visibilidade a sua atuação pelos registros e permitir a mensuração dos efeitos através de sistemas de informação. Diagnóstico de Enfermagem é definido como o “julgamento clínico das respostas e experiências do indivíduo, da família ou da comunidade a problemas de saúde e processos vitais e reais ou potenciais. O Diagnóstico de Enfermagem constitui a base Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P13 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 53 - para a seleção das intervenções de enfermagem para alcançar resultados pelos quais o enfermeiro é responsável”. (NANDA, 2012-2014) O modelo para construção do diagnóstico de enfermagem adotado pelo Departamentode Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp segue o padrão da North American Nursing Diagnosis Association (NANDA) que possibilita comunicação internacional. Os diagnósticos de enfermagem são classificados em: diagnóstico de enfermagem real, de promoção de saúde, de risco e síndrome. Diagnóstico de enfermagem real descreve respostas humanas a condições de saúde e processos vitais que existem em um indivíduo, família, grupo ou comunidade. São por vezes, chamados de “diagnósticos de problemas”. Os elementos são: o título, a sua definição, as características definidoras, que são manifestações, sinais e sintomas, e fatores relacionados que são fatores etiológicos ou associados. Diagnóstico de promoção da saúde é o julgamento clínico da motivação e do desejo de um indivíduo, família, grupo ou comunidade de aumentar o bem-estar e concretizar o potencial de saúde humana, conforme manifestado em sua disposição para melhorar comportamentos específicos de saúde e que podem ser utilizados em qualquer condição de saúde. Os elementos são: o título, a sua definição, as características definidoras, que são manifestações, sinais e sintomas, e fatores relacionados que são fatores etiológicos ou associados. Diagnóstico de risco é o julgamento clínico sobre experiências e resposta humanas a condições de saúde e processos vitais que tem elevada probabilidade de ocorrer em um indivíduo, família, grupo ou comunidade vulnerável. Os elementos são: o título, a sua definição, e fatores relacionados que são fatores de risco que contribuem para o aumento da vulnerabilidade. Síndrome é o julgamento clínico que descreve um grupo específico de diagnóstico de enfermagem que ocorre simultaneamente e são mais bem tratados em conjunto e por meio de intervenções similares. Dois ou mais diagnósticos de enfermagem devem ser usados como características definidoras/fatores de risco. Os elementos são: o título, a sua definição, as características definidoras, que são manifestações, sinais e sintomas, e fatores relacionados que são fatores etiológicos ou associados. (NANDA, 2012-2014) O levantamento de dados deve ser organizado conforme padrão funcional de Majory Gordon para facilitar a identificação dos diagnósticos de enfermagem padronizados pelo Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp. Os resultados e intervenções de enfermagem no HC seguem atualmente um sistema manual tendo como referência: Nursing Intervention Classification (NIC) e Nursing Outcomes Classification (NOC). Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P13 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 54 - COMISSÃO DE PROCESSO DE ENFERMAGEM DEFINIÇÃO DA COMISSÃO DE PROCESSO DE ENFERMAGEM Grupo de enfermeiros, com caráter deliberativo consultivo, aberto à participação dos interessados, com a meta de nortear e documentar a assistência de enfermagem no HC– UNICAMP. A Comissão é coordenada pela Assessoria Técnico Assistencial do Departamento de Enfermagem do HC-UNICAMP e tem a participação de todos os enfermeiros das áreas assistenciais e de docentes e discentes da Faculdade de Enfermagem da Unicamp. FINALIDADE Qualificar o processo de enfermagem favorecendo a implementação de melhorias com análise dos indicadores de qualidade e dos processos de trabalho no HC – UNICAMP; Adequar a prática de enfermagem no HC às normas preconizadas pelo Cofen e Coren-SP para o exercício profissional da enfermagem; Possibilitar pesquisas na área de enfermagem. ATIVIDADES Reuniões agendadas periodicamente para: Revisar os documentos/formulários existentes; Criar formulários adequados às necessidades da enfermagem no Hospital; Estabelecer parceria com a Faculdade de Enfermagem da Unicamp para suporte técnico ao desenvolvimento do processo de enfermagem no HC-UNICAMP; Realizar auditoria documental retrospectiva do processo de enfermagem; Desenvolver o raciocínio clínico dos enfermeiros por meio de estudos de casos; HISTÓRICO DA IMPLANTAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM PERÍODO REALIZAÇÃO Dezembro 2006 Estabelecida Sistematização de Assistência de Enfermagem (SAE) como diretriz prioritária para o trabalho de enfermagem no HC. Estabelecido contrato de trabalho com os Diretores de Enfermagem priorizando a diretriz SAE. Março 2007 Reativação de um grupo técnico consultivo de enfermagem para a construção da SAE. Revisão dos formulários existentes. Abril 2007 Elaboração dos guias de apoio, treinamento e implantação dos novos formulários. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P13 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 55 - PERÍODO REALIZAÇÃO Junho 2007 Treinamento sobre anotações de enfermagem para toda a equipe do HC-UNICAMP. Abril-Junho 2008 Construção de um programa educativo para desenvolvimento do raciocínio clínico dos enfermeiros para o diagnóstico, pela Prof. Dra. Maria Helena Baena. Agosto 2008 Realização da auditoria sobre o uso dos formulários implantados. Setembro 2008 Revisão dos formulários SAE. 2010 Alteração da nomenclatura SAE para Processo de Enfermagem conforme resolução do COFEN 358/2009 Agosto de 2011 Treinamento para os enfermeiros gestores sobre raciocínio clínico, diagnósticos de enfermagem, intervenções e resultados esperados pela Profa. Dra. Maria Helena Baena com o objetivo de capacitá-los para o repasse aos enfermeiros das áreas. Novembro de 2011 Realizada auditoria do Processo de Enfermagem Dezembro de 2011 Apresentação das melhorias do Processo de Enfermagem pelos gerentes Em 2011- 2013 Estudos clínicos mensais apresentados pelos enfermeiros das unidades assistenciais e ambulatoriais com a participação do Departamento de Enfermagem, da Seção de Enfermagem em Educação Continuada e dos docentes da FENF. OPERACIONALIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM DA ADMISSÃO DO USUÁRIO/PACIENTE ATÉ 48 HORAS DE INTERNAÇÃO COMPETE AO ENFERMEIRO DA UNIDADE DE INTERNAÇÃO: Apresentar-se ao usuário/paciente e familiares com nome, função e turno de trabalho. Entrevistar o usuário/paciente visando conhecer suas condições atuais, pregressas e necessidades. Efetuar o exame físico seguindo a estrutura de padrão funcional de saúde, descrito no “Formulário de Coleta de Dados”. Realizar a entrevista e exame físico em ambiente que preserve a privacidade do mesmo e que permita a participação dos familiares ou acompanhantes. Preencher o “Formulário de Coleta de Dados” com o registro dos problemas de saúde e manter junto ao processo de enfermagem na unidade para posterior arquivo no prontuário do usuário/paciente para consultas. Construir os diagnósticos de enfermagem no impresso “Processo deEnfermagem: Diagnóstico e Evolução de Enfermagem” considerando; Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P13 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 56 - o Todas as informações obtidas na entrevista e exame físico do usuário/paciente; o O uso da taxonomia da North American Nursing Diagnosis Association (NANDA); o A resolutividade da enfermagem sobre o diagnóstico identificado. Descrever os resultados e metas esperadas e atingíveis, que consistem nas informações que devem refletir nas intervenções, baseadas no diagnóstico estabelecido. Elaborar a prescrição de cuidados no impresso “Processo de Enfermagem: Prescrição de Enfermagem” correlacionando com os diagnósticos determinados, destacando as atividades a serem realizadas pela equipe de enfermagem. Colocar os horários dos cuidados prescritos com início no plantão subsequente, utilizando a coluna da data atual apenas até às 24h00. Os cuidados a serem realizados a partir desse horário devem ser estabelecidos na coluna do dia seguinte, respeitando limite de horário estabelecido conforme tabela de divisão de quartos da enfermaria. Elaborar o registro de admissão do usuário/paciente e preencher os itens da escala de Braden no impresso “Processo de Enfermagem: Diagnóstico e Evolução de Enfermagem”. Orientar a equipe para o cumprimento da prescrição de enfermagem e atuar nas funções privativas de sua competência. DIARIAMENTE, DURANTE A INTERNAÇÃO. COMPETE AO ENFERMEIRO DA UNIDADE DE INTERNAÇÃO: Analisar os registros em prontuário efetuados pelas equipes de enfermagem e multidisciplinares, verificando alterações no quadro clínico e de terapêutica. Realizar avaliação (entrevista e exame físico) do usuário/paciente, direcionada aos resultados esperados propostos aos diagnósticos. Registrar a evolução de enfermagem no impresso “Processo de Enfermagem: Diagnóstico e Evolução de Enfermagem” usando a legenda padronizada e as alterações identificadas nas 24 horas. Aplicar e registrar os dados da escala de Braden no impresso “Processo de Enfermagem: Diagnóstico e Evolução de Enfermagem” Revisar a prescrição de enfermagem, alterando o que for necessário (inclusão ou suspensão) e colocar os horários programados para os cuidados. Orientar a equipe de enfermagem sobre as alterações na prescrição de enfermagem. Verificar e fazer cumprir a checagem dos cuidados ministrados pela equipe de enfermagem e caso não tenham sido efetuados, justificar por meio da anotação. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P13 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 57 - OBS – Assinar e carimbar todos os registros do Processo de Enfermagem, contendo o nome completo, nº do COREN e categoria profissional. NO MOMENTO DA ALTA COMPETE AO ENFERMEIRO DA UNIDADE DE INTERNAÇÃO: Registrar na evolução de enfermagem a síntese das condições do usuário/paciente e metas atingidas nos diagnósticos estabelecidos. Documentar encaminhamentos de alta referenciada e orientações referentes a medicações, curativos e cuidados. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 58 - EN.T1 – TÉCNICA DE REALIZAÇÃO DO HISTÓRICO E EXAME FÍSICO - GUIA DE APOIO PARA PRECHIMENTO DO INSTRUMENTO CONCEITO A coleta de dados envolve aspectos relacionados ao Histórico e Exame Físico do usuário/paciente contida em um único impresso denominado: Instrumento de Coleta de Dados. O instrumento contém entrevista clínica semiestruturada e exame físico, composto por perguntas abertas e fechadas que visam direcionar o enfermeiro na detecção de problemas de saúde que possam ser trabalhados durante a assistência e que possibilitem a construção das diferentes etapas do Processo de Enfermagem: Diagnóstico Resultados esperados, Prescrição e Evolução de enfermagem. Os dados visam apreender o usuário/paciente como um ser humano integral, o que significa reconhecer que cada aspecto alterado interfere no desenvolvimento dos demais. Por isso, o modo de captar o mundo ao seu redor e o que acontece consigo mesmo está relacionado o modo como o sujeito põe em prática os hábitos que o levam a adoecer e o modo como mobiliza recursos para enfrentar a situação de adoecimento. A construção do instrumento baseou-se nos Padrões Funcionais de Saúde, desenvolvido por Gordon (1994), que envolve 11 padrões: Percepção/ Controle da saúde; Nutricional/ Metabólico; Eliminação; Atividade/ Exercício; Sono/ Repouso; Cognição/ Percepção; Autopercepção; Papeis/ Relacionamento; Sexualidade; Enfrentamento/ Tolerância ao estresse; Valores/ Crenças. PERCEPÇÃO / CONTROLE DA SAÚDE Descreve como o indivíduo percebe o seu bem estar e padrões de saúde e como cuida/lida com a sua saúde. Inclui a percepção da pessoa sobre sua condição de saúde e sua relevância para planejamento de atividades atuais e futuras. Deve contemplar aspectos como: Padrão percebido de saúde, bem estar, conhecimento do estilo de vida e Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SSTData: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 59 - do relacionamento com a saúde, conhecimento de medidas preventivas de saúde e adesão às prescrições médicas e de enfermagem. Descrever as expressões usadas pelo usuário/paciente, especialmente àquelas que nem sempre estão ligadas à patologia em si: saudades da família, preocupações sobre o ambiente hospitalar, inseguranças, etc. Manter as expressões utilizadas pelo usuário/paciente ao transcrevê-las, sempre que possível. ANTECEDENTES PESSOAIS Imunizações: assinalar a alternativa que corresponda à situação de vacinação do usuário/paciente; caso usuário/paciente e/ou família não saiba informar se o usuário/paciente recebeu todas as vacinas anotar nas observações. Doenças: assinalar a(s) alternativa(s) que correspondam às doenças que o usuário/paciente já teve durante sua vida. Caso tenha acontecido qualquer outra doença não citada, especificá-la. Reações ao látex – Questão: assinalar a alternativa que corresponda à situação de reação (espirros, falta de ar, coceira, rinite etc), aos elementos (luvas de borracha, balões de festa, preservativos, chinelos ou outros artigos de borracha) e descrever qual reação. Cirurgias realizadas: registrar o(s) tipo(s) de cirurgia(s) as quais o usuário/paciente já foi submetido. Medicamentos em uso: assinalar a alternativa que corresponda ao medicamento em uso. Caso use alguma medicação não citada, especificá-la. ANTECEDENTES FAMILIARES Assinalar na opção a (a) doença (s) que tenha acometido os pais e/ou irmãos. Caso tenha acontecido qualquer doença não citada, especificá-la. NUTRICIONAL / METABÓLICO Descreve o padrão de consumo de líquidos e alimentos relacionados às necessidades metabólicas e padrões indicativos da necessidade de suprimentos. Deve contemplar: padrão usual de ingesta de alimentos e líquidos, tipos de alimentos e líquidos, peso vigente, perda ou ganho de peso, apetite e preferências. ALIMENTAÇÃO Especificar os principais alimentos que o usuário/paciente costuma consumir diariamente. Número de refeições diárias: especificar o número de refeições que costuma fazer por dia. Aversões: Descrever o(s) alimento(s) que o usuário/paciente tenha aversão ou não consome por alguma crença. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 60 - Intolerância: considera-se à lactose, glicose, gorduras, glúten ou outro componente citado pelo usuário/paciente ou já definido laboratorialmente. Alergias: caracterizadas pela ingestão de alimentos que levam às manifestações cutâneas e/ou respiratórias/pulmonares atenção para – banana, abacate, kiwi, mamão papaya, manga, melão, abacaxi, pêssego, tomate, batata, castanha ou nozes. Preferências: descrever os alimentos citados pelo usuário/paciente. Dieta especial: caso o usuário/paciente necessite de dieta especial, descrever o tipo. Mudança recente de apetite: assinalar a alternativa e descrever a causa. NUTRIÇÃO Assinalar se usuário/paciente em jejum (especificando o motivo do jejum - para realização de exames e/ou intervenção cirúrgica ou decorrente da condição clínica) ou tipo de dieta – VO (via oral, enteral ou parenteral). Se estoma, discriminar tipo. Alterações: assinalar a alteração e justificar tempo do ocorrido. Hidratação: líquidos que costuma ingerir: Assinalar a alternativa que represente o tipo de líquido ingerido pelo usuário/paciente diariamente. Podem ser assinaladas mais do que uma alternativa. Descrever outros tipos de líquidos não citados em Outros. Consumo diário: Assinalar a alternativa que corresponda ao valor estimado da ingesta hídrica diária do usuário/paciente. Peso: registrar o peso em Kg e especificar se peso real ou estimado. Peso atual / usual: assinalar a alternativa (atual – peso com a balança calibrada) e (usual - habitual no usuário/paciente). IMC: calcular o índice considerando a fórmula: Peso atual (quilograma) Altura (metro quadrado) Altura: registrar a altura em metros e especificar se altura real ou estimada. Perda involuntária de peso: assinalar a alternativa. Circunferência abdominal: registrar a circunferência abdominal em cm. Cavidade oral: Registrar anormalidades de lábios (alterações de coloração, espessura, e/ou lesões); língua (alterações de coloração, posição, umidade e/ou outras alterações - língua saburrosa, lisa, geográfica, etc.), mucosa (gengivites, doença periodontal, manchas hemorrágicas ulcerações, atrofias); assoalho, palatos, dentes (alteração de coloração, cáries) dentes Informar uso de prótese Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 61 - dentária e especificar tipo (fixa e/ou removível) e localização (arcada superior e/ou inferior) Temperatura corporal: registrar a temperatura corporal em C Pele: proceder à avaliação dos seguintes itens: Coloração: assinalar a alternativa que corresponda à coloração da pele. Em vigência de alteração da coloração, especificar a intensidade (em cruzes); Hidratação: assinalar a alternativa que corresponda à avaliação da hidratação da pele. Em vigência de alteração da coloração, especificar a intensidade (em cruzes); Realizar avaliação do turgor por meio de pinça da pele envolvendo tecido subcutâneo; Umidade: assinalar a alternativa que corresponda à avaliação da umidade da pele; Temperatura: avaliar temperatura da pele com o dorso das mãos em regiões homólogas e especificar localização em caso de alteração; Mucosa: proceder à avaliação dos seguintes itens das mucosas oral e ocular: Coloração: assinalar a alternativa que corresponda à coloração das mucosas oral e bucal. Em vigência de alteração da coloração, especificar a intensidade (em cruzes); Hidratação: assinalar a alternativa que corresponda a hidratação das mucosas oral e bucal. Em vigência de alteração da hidratação, especificar a intensidade (em cruzes). Cabelos: registrar dados relacionados ao tipo de implantação, distribuição, quantidade, coloração, brilho e hidratação. Pelos: registrar dados relacionados à consistência, brilho e comprimento, distribuição e quantidade. Unhas: registrar dados relacionados ao ângulo de implantação, superfície, consistência, coloração e brilho e alterações (leuconiquia, perioníquia, unhas distróficas, entre outras). Drenos: assinalar a presença de drenos, registrar local, tipoe características (secreção, odor, volume, aspecto) e presença de sinais flogísticos no sítio de inserção. Derivações: assinalar a alternativa que representa o tipo apresentado pelo usuário/paciente. Descrever característica do local e do fluído drenado. Cateteres: especificar tipo, localização e finalidade. Incisões: anotar localização e características. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 62 - Lesões de pele / mucosa: anotar característica e localização das lesões classificando-as em: Manchas vasculosanguíneas [eritema e púrpura (equimoses, petéquias e víbices)]; Manchas pigmentares (manchas leucodérmicas e manchas hiperpigmentares), Elevações edematosas (urticária e edema angioneurótico), Formações sólidas (pápula, placa papulosa nódulo, nodosidade ou tumor, goma, vegetação e verrucosidade); Coleções líquidas (vesícula, bolha, pústula, abscesso, hematoma), alterações da espessura (queratose, liquenificação, edema, infiltração, esclerose, atrofia), Perdas e reparações teciduais (escamas, erosões, escoriações, úlcera, fissura crosta, escara, cicatriz), presentes em qualquer superfície corporal. Sondas: assinalar alternativa e descrever localização e aspecto das secreções. Gânglios linfáticos: descrever a presença de linfonodos palpáveis em cadeias superficiais (da cabeça, pescoço, axilar e inguinal) quanto à localização, tamanho/volume, consistência, mobilidade, sensibilidade, sinais flogísticos. ESCALA DE BRADEN É uma escala que determina se o usuário/paciente é de risco ou não para úlcera por pressão. Possui seis itens (percepção sensorial, umidade, atividade, mobilidade, nutrição e fricção e cisalhamento). A pontuação destes itens é variável de um a quatro exceto para fricção e cisalhamento em que a pontuação varia de um a três. Quanto maior a pontuação menor é o risco e quanto menor a pontuação maior é o risco. Considera-se: Alto risco – pontuação menor ou igual a 11. Moderado risco – pontuação de 12/14. Baixo risco: o Pontuação de 15/16 (para < 75 anos); o Pontuação de 15/18 (para > 75 anos). Ausência de risco: o Maior que 16 (para < 75 anos); o Maior que 18 (para > 75 anos). O usuário/paciente deve ser avaliado na admissão e diariamente na evolução de enfermagem. Registrar a pontuação parcial de cada item e pontuação total da escala de Braden no verso do instrumento evolução de enfermagem na coluna correspondente: PS U A TOTAL M N FC Especifique na admissão o tipo de risco para úlcera por pressão, no instrumento coleta de dados no final do item 2 (nutricional / metabólico). Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Implantação 29/04/2009 Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 63 - ESCALA DE BRADEN ADAPTADA PARA A LÍNGUA PORTUGUESA* Percepção sensorial: Capacidade de reagir significativamente à pressão relacionada ao desconforto. 1. Totalmente limitado: Não reage (não geme, não se segura a nada, não se esquiva) a estímulo doloroso, devido ao nível de consciência diminuído ou devido a sedação ou capacidade limitada de sentir dor na maior parte do corpo. 2. Muito limitado: Somente reage a estímulo doloroso. Não é capaz de comunicar desconforto exceto através de gemido ou agitação. Ou possui alguma deficiência sensorial que limita a capacidade de sentir dor ou desconforto em mais de metade do corpo. 3. Levemente limitado: Responde a comando verbal, mas nem sempre é capaz de comunicar o desconforto ou expressar necessidade de ser mudado de posição ou tem um certo grau de deficiência sensorial que limita a capacidade de sentir dor ou desconforto em uma ou duas extremidades. 4. Nenhuma limitação. Responde a comandos verbais: não tem déficit sensorial que limitaria a capacidade de sentir ou verbalizar dor ou desconforto Umidade: Nível ao qual a pele é exposta à umidade. 1. Completamente molhada: A pele é mantida molhada quase constantemente por transpiração, urina, etc. Umidade é detectada às movimentações do usuário/paciente. 2. Muito molhada: A pele está frequentemente, mas nem sempre molhada. A roupa de cama deve ser trocada pelo menos uma vez por turno. 3. Ocasionalmente molhada: A pele fica ocasionalmente molhada requerendo uma troca extra de roupa de cama por dia. 4. Raramente molhada: A pele geralmente está seca, a troca de roupa de cama é necessária somente nos intervalos de rotina. Atividade: Grau de atividade física. 1. Acamado: Confinado a cama. 2. Confinado à cadeira: Capacidade de andar está severamente limitada ou nula. Não é capaz de sustentar o próprio peso e/ou precisa ser ajudado a se sentar. 3. Anda ocasionalmente: Anda ocasionalmente durante o dia, embora distâncias muito curtas, com ou sem ajuda. Passa a maior parte de cada turno na cama ou na cadeira. 4. Anda frequentemente: Anda fora do quarto pelo menos duas vezes por dia e dentro do quarto uma vez a cada 2 horas durante as horas em que está acordado. Mobilidade: Capacidade de mudar e controlar a posição do corpo. 1. Totalmente imóvel: Não faz nem mesmo pequenas mudanças na posição do corpo ou extremidades sem ajuda. 2. Bastante limitado: Faz pequenas mudanças ocasionais na posição do corpo ou extremidades, mas é incapaz de fazer mudanças frequentes ou significantes sozinho. 3. Levemente limitado: Faz pequenas e frequentes mudanças na posição do corpo ou extremidades, sem ajuda. 4. Não apresenta limitações: Faz importantes e frequentes mudanças sem auxílio. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Implantação 29/04/2009 Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 64 - ESCALA DE BRADEN ADAPTADA PARA A LÍNGUA PORTUGUESA* Nutrição: Padrão usual de consumo alimentar 1. Muito pobre: Nunca come uma refeição completa. Raramente come mais de 1/3 do alimento oferecido. Come duas porções ou menos de proteína (carnes ou laticínios) por dia. Ingere pouco líquido. Não aceita suplemento alimentarlíquido. Ou é mantido em jejum e/ou com dieta líquida ou IVS por mais de cinco dias. 2. Provavelmente inadequado: Raramente come uma refeição completa. Geralmente come cerca de metade do alimento. Ingestão de proteína inclui somente três porções de carne ou laticínios por dia. Ocasionalmente aceitará um suplemento alimentar ou recebe abaixo da quantidade satisfatória de dieta líquida ou alimentação por sonda. 3. Adequado: Come mais da metade da maioria das refeições. Come um total de quatro porções de alimento rico em proteínas (carne e laticínios) todo dia. Ocasionalmente recusará uma refeição, mas geralmente aceitará um complemento oferecido. Ou é alimentado por sonda ou regime de nutrição parenteral total, o qual provavelmente satisfaz a maior parte das necessidades nutricionais. 4. Excelente: Come a maior parte de cada refeição. Geralmente ingere um total de quatro ou mais porções de carne e laticínios. Ocasionalmente come entre as refeições. Não requer suplemento alimentar. Fricção e cisalhamento: 1. Problema: Requer assistência moderada a máxima para se mover. É impossível levantá-lo ou erguê-lo completamente sem que haja atrito da pele com o lençol. Frequentemente escorrega na cama ou cadeira, necessitando frequentes ajustes de posição com o máximo de assistência. Espasticidade, contratura ou agitação leva a quase constante fricção. 2. Problema em potencial. Move-se, mas sem vigor ou requer mínima assistência. Durante o movimento provavelmente ocorre certo atrito da pele com o lençol, cadeira ou outros. Na maior parte do tempo mantém posição relativamente boa na cama ou na cadeira, mas ocasionalmente escorrega. 3. Nenhum problema: Move-se sozinho na cama ou cadeira e tem suficiente força muscular para erguer-se completamente durante o movimento. Sempre mantém boa posição na cama ou na cadeira. *Fonte: Paranhos & Santos (1999) Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 65 - ELIMINAÇÃO Descreve o padrão fisiológico de eliminação (intestinal, vesical e pele) do indivíduo. Inclui a percepção do indivíduo quanto à regularidade da função excretora, uso de medicamentos laxantes e qualquer mudança ou distúrbio na frequência, modo, qualidade ou quantidade da excreção. Especificar a frequência do hábito intestinal. Estoma: especificar o tipo. Características das fezes: assinalar a alternativa ou especificar outra característica não citada. Eliminação urinária: especificar a frequência do hábito urinário. Estoma: especificar o tipo. Características da urina: assinalar a alternativa ou especificar outra característica não citada. Alterações da micção: assinalar a alternativa ou especificar outra característica não citada. SISTEMA DIGESTÓRIO Hábito intestinal: descrever frequência em vezes / dia e características das fezes. Eliminação intestinal: registrar se eliminação intestinal presente ou ausente ou se há alteração no controle do esfíncter. Se presença de estoma discriminar. Características das fezes: assinalar uma ou mais alternativa(s) que corresponda(m) a(s) característica(s) das fezes. ABDOME Inspeção: assinalar o tipo de abdome: Plano (constitui o formato normal do abdome), Globoso (apresenta-se aumentado de maneira uniforme com predomínio do diâmetro anteroposterior sobre o transversal), Escavado (parede abdominal encontra-se retraída), Avental (encontrado em pessoas obesas, sendo consequência do acúmulo de tecido gorduroso na parede abdominal - a parede abdominal cai como um avental sobre as coxas do usuário/paciente), Ventre de Batráquio (com o usuário/paciente em decúbito dorsal, observa-se o predomínio do diâmetro transversal sobre o anteroposterior, com abaulamento nos flancos, gerado pelo deslocamento do líquido ascítico para as porções pendentes do abdome por efeito da gravidade) ou Pendular (apenas a porção inferior da parede abdominal protui com aumento do volume abdominal - casos de ascite volumosas em regressão, flacidez do puerpério e nos edemas localizados na parede abdominal). Anotar a presença de incisão e especificar localização e características. Ausculta: registrar a presença e/ou ausência dos sons intestinais chamados Ruídos Hidroaéreos (RHA). A ausculta dos RHA deve ser feita em um ou dois pontos de pesquisa em ambos hemiabdomes (esquerdo e direito) com duração de 1 minuto para cada região. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 66 - Percussão: registrar a presença de sons anormais, considerando que com exceção do hipocôndrio Direito (presença do fígado) onde se detecta o som maciço, no abdome normal, há predomínio do timpanismo devido à presença de ar nas alças intestinais. Atentar para a pesquisa de massas sólidas, líquido ascítico (técnica de piparote) e aumento exagerado de ar nas alças intestinais ou fora delas. Palpação superficial: assinalar se abdome flácido, distendido, rígido ou doloroso à palpação. Especificar localização da dor. Palpação profunda: registrar a presença de massas, especificando: localização, forma, volume, sensibilidade, consistência e pulsatilidade, bem como a presença de hepatomegalia, esplenomegalia e fecaloma. Alteração anal: assinalar uma ou mais alternativa(s) que corresponda(m) a(s) alteração(ões) da região anal. SISTEMA UROGENITAL Eliminação urinária: assinalar uma ou mais alternativas que corresponda(m) a(s) características da eliminação urinária: espontânea ou por meio de cateterismo vesical (de demora ou intermitente), estoma (especificar: nefrostomia, ureterostomia e cistostomia), uso de dispositivo urinário ou fralda. Alterações da micção: assinalar uma ou mais alternativa(s) que corresponda(m) a(s) alteração(ões) da micção como: disúria (micção associada à dor, queimação ou desconforto) polaciúria (aumento da frequência de micções, com intervalo inferior a 2 horas entre elas, sem aumento do volume urinário), noctúria (aumento da frequência de micções à noite); urgência miccional (necessidade súbita de urinar, podendo ocorrer esvaziamento involuntário da bexiga), incontinência urinária (perda involuntária de urina) e retenção urinária (incapacidade da bexiga esvaziar-se parcialmente ou completamente). Alterações do volume urinário: assinale uma ou mais alternativas que corresponda(m) a(s) alteração(ões) do volume urinário considerando: volume urinário normal: 1ml/kg / h; poliúria: > 3000ml / 24h; oligúria: < 400ml / 24 horas; anúria: < 100ml / 24h. Características da urina: assinale uma ou mais alternativas que corresponda(m) a(s) característica(s)da urina: urina turva (mudança na cor da urina – depósito esbranquiçado de odor desagradável sugere infecção urinária), hematúria (sangue na urina macro ou microscópica), colúria (urina de cor escura), piúria (presença de pus na urina). Alterações da genitália: assinalar uma ou mais alternativas que corresponda(m) à(s) alteração(ões) da genitália: no sexo feminino avaliar a presença de outras alterações: vulvites [bolhas, pústulas, flictenas, foliculites, lesões vesiculares (herpéticas), lesões proliferativas (condiloma), lesões papulares (cancro mole e cancro duro), lesões planas (sífilis), lesões traumáticas, queixa de prurido, presença de corrimento, tumorações, prolapso vaginal, prolapso uterino, integridade e cicatrizes do períneo]. Mamas: queixa de mastalgia, nódulos Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 67 - mamários, nódulos axilares, mastite (edema, rubor), retrações, cicatrizes e abaulamentos. No sexo masculino avaliar: anomalias congênitas, fimose, hipospádia, epispádia, criptorquidia, priapismo, corrimento uretral, lesões bolhosas, condiloma, ulcerações, cistos, hemangiomas. ATIVIDADE / EXERCÍCIO Descreve o padrão de exercício, atividade, lazer e recreações. Inclui atividades de vida diária que requer gasto de energia como higiene, fazer compras, comer, cozinhar trabalhar e manutenção do lar. Higiene: assinalar a opção que corresponda à característica de sujidade e de apresentação pessoal identificada no usuário/paciente. Lazer: considerar o que o usuário/paciente entende como uma atividade prazerosa presente em sua rotina, o que gosta de fazer. Atividades diárias: descrever sucintamente a rotina do usuário/paciente e atividades entendidas como as regulares que envolvam caminhadas, ginástica, hidroginástica. Descrever a duração em minutos e a frequência semanal. Abordar aspectos relacionados a algum tipo de incapacidade que prejudique as atividades ou cuidados diários: identificar as necessidades de enfermagem do usuário/paciente. Assinalar a alternativa que represente o hábito de consumo do usuário/paciente. Especificar o tempo de consumo (em meses ou anos) e a quantidade diária, que deve ser especificada da melhor forma possível (Ex. café, especificar em xícaras; cigarro, especificar em número de cigarros; álcool, especificar copo, e drogas especificar em gramas / ml). No caso de drogadição especificar o(s) tipo(s). Registrar o tempo de abstinência (em dias, meses ou anos) caso tenha deixado de consumir qualquer um dos itens. SISTEMA RESPIRATÓRIO / TÓRAX / PULMÕES Formato do tórax: assinalar formato do tórax: chato (reduzido diâmetro anteroposterior), barril (diâmetro anteroposterior praticamente se iguala ao transversal, lembrando a forma de um barril), cariniforme (nota-se ao nível do esterno uma saliência em forma de peito de pombo. Pode ser congênito ou adquirido - raquitismo) e infundibulforme (presença de uma depressão acentuada ao nível do terço inferior do esterno. Pode ser congênito ou adquirido - raquitismo). Respiração: Assinalar se respiração espontânea ou mecânica. Se espontânea especificar tipo: abdominal ou toracoabdominal. Dispositivo traqueal: assinalar tipo de dispositivo traqueal utilizado e especificar características da secreção (quantidade, cor, odor, e consistência). Tosse: assinalar se tosse seca ou produtiva. Se produtiva especificar a presença de expectoração e características da secreção. Ritmo: assinalar ritmo respiratório: Biot (respiração completamente irregular que consiste em movimentos respiratórios profundos e superficiais, intercalados com pausa de duração variada, decorrente de lesão do Sistema Nervoso Central), Kussmaul (consiste no aumento da frequência e profundidade da respiração - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 68 - hiperventilação) associado à acidose grave de origem diabética ou renal. Pode haver períodos de apneia); Cheyne-Stokes (episódios alternados de apneia e períodos de respiração profunda. Pode estar associado à insuficiência cardíaca, renal ou a lesão do centro respiratório - medicamentosa, tumoral, traumática). Expansão torácica: Assinalar se expansão torácica superficial e profunda, bem como presença de assimetria, especificando localização e características. Ausculta: Descrever os sons respiratórios normais (vesicular, brônquico, bronco vesicular e traqueal), os ruídos adventícios (estertores crepitantes ou finos, estertores subcrepitantes ou grossos, roncos, sibilos e atrito pleural), e os ruídos vocais (broncofonia, ego fonia e pectorilóquia). Oxigenioterapia: Assinalar o tipo de sistema de administração de oxigênio, especificando o fluxo em litros/minuto. SISTEMA CARDIOVASCULAR PA: registrar a medida da pressão arterial em mmhg. P: registrar Pulso em bpm e assinalar no boneco os pulsos carotídeos, braquiais, radiais, femorais, poplíteos, tibiais posteriores e pediosos, de acordo com a legenda. PAM (pressão arterial média): registrar medida em mmhg. PVC (pressão venosa central): registrar medida em cmH2O ou mmhg. PAPm (pressão de artéria pulmonar): registrar medida em mmhg. PCP (pressão de capilar pulmonar): registrar medida em mmhg. DC (débito cardíaco): registrar medida em litros / minutos. IC (índice cardíaco): registrar medida em litros / minutos. RVS (resistência vascular sistêmica): RVP (resistência vascular pulmonar): Perfusão periférica: descrever coloração, temperatura e enchimento capilar. Sinais e sintomas de insuficiência arterial: assinalar a presença de um ou mais sinais e sintomas de insuficiência arterial. Manobra da marcha: Assinalar a alternativa que corresponde à resposta ao exame. Reposta positiva, usuário/paciente com queixa de dor e incapacidade funcional ao caminhar. Especificar distância e tempo necessários para o aparecimento da dor e tempo de recuperação funcional. Queixas: investigar queixas de precordialgia (fator desencadeante, freqüência, duração, localização, irradiação fatores de melhora e piora), palpitação, cansaço, dispneia paroxística noturna (DPN) e ortopneia. Estase jugular (45): descrever presença de estase jugular em decúbito de 45 e especificar intensidade (em cruzes). Varicosidades: Assinalar a presença ou não de varicosidades e especificar localização. Sinais e sintomas de insuficiência venosa: assinalar a presença de um ou mais sinais e sintomas de insuficiência venosa Manobra de Homans: resposta positiva: dor em panturrilha a dorsoflexão forçada do pé, indicando a possibilidade de Manual de Processosde Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 69 - trombose venosa profunda (TVP); Manobra de Olow: reposta positiva: dor ao comprimir panturrilha contra planos ósseos, indicando TVP. Ausculta cardíaca: descrever bulhas em relação ao ritmo, fonese e presença ou não de sopros. Se sopros especificar localização no ciclo cardíaco (sistólico ou diastólico), localização, intensidade e irradiação. Condições de rede venosa: assinalar a alternativa que corresponda às características da rede venosa. SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Locomoção: registrar se usuário/paciente acamado ou locomovendo-se (sem ou com auxílio). Postura: assinalar a postura do usuário/paciente nas posições em pé, sentado e deitado. Em caso de desvio lateral especificar se Direita ou Esquerda. Anormalidades: assinalar a presença de uma ou mais anormalidades. Anormalidades do movimento muscular: descrever a presença de (paralisias, fasciculações, tiques, mioclonias, tremor, tremor em repouso, tremor intencional, coreia, atetose) e localização. Anormalidades da marcha: descrever a presença de (hemiparesia espástica, ataxia cerebelar, parkinsoniana, tesoura, com queda do pé, anserina, perna curta) e localização. SONO/ REPOUSO Descreve padrões de sono, repouso e relaxamento. Inclui padrões de sono e períodos de descanso-relaxamento durante as 24 horas do dia. Percepção da qualidade e quantidade do sono e a percepção do nível de energia. Também inclui uso de medicamentos como auxilio para dormir. Sono diário: Registrar o número de horas efetivamente dormidas durante a noite e/ou dia. Alteração do padrão do sono: Assinalar a alternativa que represente a alteração no padrão de sono do usuário/paciente. Caso tenha acontecido qualquer outra alteração não citada, especificá-la. Se presentes, citar os rituais/hábitos que o usuário/paciente relata para dormir. Idade Quantidade média necessária de sono, em horas Recém-nascido 14 a 18 6 meses 12 a 16 > 6 meses a 4 anos 12 a 13 5 a 13 anos 7 a 8,5 13 a 21 anos 7 a 8,75 < 60 anos 6 a 9 Mais que 60 anos 7 a 8 Carpenito (2002) Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 70 - COGNIÇÃO / PERCEPÇÃO Descreve padrões de percepção e cognição sensorial. Inclui a adequação dos órgãos do sentido: visão, audição, paladar, tato e olfato bem como o uso de dispositivos (próteses) para compensar esses distúrbios. Também inclui habilidades da função cognitiva como linguagem, memória, julgamento e tomada de decisão. Outro aspecto importante refere- se a percepção da dor e como a pessoa lida com esse desconforto. Dor: registrar queixa de dor e especificar: tipo (superficial, profunda, referida e irradiada), localização, intensidade (conforme escala de dor), freqüência, duração, fatores desencadeantes, de melhora e de piora. Escala visual numérica (Fund. Antônio Prudente – AC Camargo- 2002): Sem dor Pior dor 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0: Ausência de dor; 1- 3: Dor de fraca intensidade; 4- 6: Dor de moderada intensidade 7- 9: Dor de forte intensidade 10: Dor de intensidade insuportável Linguagem verbal: para os usuários/pacientes que se comunicam através da fala assinale a alternativa sim e, em continuidade, a alternativa correspondente ao modo como ele se apresenta. Comunicativo verbalmente: comunica-se facilmente, expansivo. Transmitem suas ideias, preocupações, dúvidas. Cooperativo: colabora, ajuda, auxilia. Refratário: recusa submeter-se às questões, ou é evasivo nas respostas. Forma de expressão das ideias: é a forma com a qual o usuário/paciente externaliza seus pensamentos. Coerente: a associação de ideias é realizada de forma lógica e com significados que podem ser compartilhados com o interlocutor. Incoerente: as ideias são associadas desprovidas de sentido lógico. Lógica: possui um encadeamento que segue regras coerentes. Ilógica: o encadeamento dos pensamentos não segue regras coerentes. Temas da fala: descrevem os assuntos principais abordados pelo usuário/paciente durante a entrevista no que diz respeito às suas preocupações e sentimentos ainda não contemplados nos itens anteriores. Linguagem não verbal: contempla-se aqui a forma utilizada pelo usuário/paciente para expressar seus sentimentos, sensações e emoções decorrentes de suas vivências na relação com seus semelhantes e consigo mesmo. Afetividade / humor: assinalar a(s) opção(s) considerada(s) ou descrever a(s) não contemplada(s) em Outros. Eutimia: não há alterações de humor. Comportamento motor: assinalar a(s) opção(s) considerada(s) ou descrever a(s) não contemplada(s) em Outros. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 71 - ESCALA DE COMA DE GLASGOW (ECG) Realizar e registrar, sempre que necessário, a avaliação do nível de consciência. Anotar se realizada com o usuário/paciente traqueostomizado e / ou apresentando edema / hematoma palpebral bilateral que dificulte ou impossibilite a abertura ocular no momento da avaliação. ESCALA DE COMA DE GLASGOW – ECG A b e rt u ra d o s o lh o s 4 - Espontânea R e s p o s ta v e rb a l 5 - Orientado R e s p o s ta m o to ra 6 - Obedece a comandos 3 - Com estimulação verbal 4 - Confuso 5 - Localiza e retira o estímulo doloroso 2 - Com estimulação dolorosa 3 - Palavras impróprias 4 - Localiza o estímulo 1 - Nenhuma resposta 2 - Sons incompreensíveis 3 - Responde em flexão anormal (decorticação) 1 - Nenhuma resposta 2 - Responde com extensão anormal (descerebração) 1 - Nenhuma resposta ESCALA DE RAMSAY Deverá ser realizada na vigência de sedação do usuário/paciente. Nível Descrição clínica I Acordado, ansioso, agitado e/ou inquieto. II Acordado, cooperativo, orientado e tranqüilo. III Acordado, responde a comandos verbais. IVDormindo, com pronta resposta a estímulos dolorosos leves ou auditivos fortes. V Dormindo, com resposta lenta a estímulos dolorosos leves ou auditivos fortes. VI Dormindo, sem resposta a estímulos dolorosos leves ou auditivos fortes. Anormalidades da fala: avaliar a ocorrência de anormalidades como: Afasia (perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC ou lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem); Dislalia: (presença de erros na articulação dos sons da fala, que podem ser omissões, trocas de posição de fonemas, assimilações de outros fonemas e acréscimos de fonemas inexistentes na palavra); Disartria (dificuldade na articulação da palavra devido a transtornos de tônus e movimento dos músculos fonatórios, secundários a lesões do sistema nervoso); Mudez: associado ao processo patológico mental. Condições pupilares: avaliar tamanho (normal, miose, midríase), simetria (isocoria e anisoscoria) e reação à luz por meio do Reflexo Fotomotor Direto (contração da pupila na qual se fez o estímulo) e o Consensual (contração pupilar Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 72 - de um lado pela estimulação luminosa contralateral) – avaliação dos seguintes pares de nervos cranianos: Oculomotor (III), Troclear (IV) e Abducente (VI). Reflexo tosse/deglutição: assinalar presença ou ausência do reflexo - avaliação dos seguintes pares de nervos cranianos: Glossofaríngeo (IX) e Vago (X), responsáveis pelo reflexo de tosse e deglutição. Reflexo córneo - palpebral: assinalar a presença ou ausência do reflexo palpebral que consiste no ato de fechar os olhos ao estímulo de um objeto externo. Alterações oculares: assinalar a alteração(ões) ocular apresentada ou referida pelo usuário/paciente; Alterações auditivas: assinalar a alteração(ões) ocular apresentada ou referida pelo usuário/paciente. FORÇA MOTORA Assinalar a alternativa que representa a condição apresentada de acordo com a classificação a seguir: Grau Descrição Clínica Porcentagem Avaliação 5 Movimento articular completo, vence a gravidade e toda a resistência aplicada. 100% Normal 4 Movimento completo vence a gravidade e alguma resistência aplicada. 75% Bom 3 Movimento completo vence apenas a gravidade. 50% Regular 2 Movimento completo, eliminado a ação da gravidade (movimento com auxílio). 25% Pobre 1 Evidência de pequenas contrações. 10% Traços 0 Nenhuma contração. 0% Zero Sensibilidade: assinalar se sensibilidade superficial mantida ou alterada (diminuição, aumento, formigamento), especificando localização da alteração. Realizar a pesquisa de sensibilidade superficial com algodão em MMII, MMSS e tronco, solicitando ao usuário/paciente que mantenha olhos fechados durante a avaliação. AUTOPERCEPÇÃO Descreve o padrão de autoconceito e percepção de se inclui atitudes acerca de si mesmo, percepção de habilidades (cognitiva, afetiva ou física), imagem de si, identidade e padrão emocional. Também inclui padrões de movimento e postura corporal, contato nos olhos, padrão da voz e discurso. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 73 - PAPÉIS / RELACIONAMENTO Descreve padrões de relacionamento e envolvimento de papéis. Inclui a percepção de papéis e responsabilidades da pessoa na sua situação de vida atual. Satisfação e distúrbios na família, trabalho ou relações sociais e responsabilidades relacionadas a esses papéis. Reside com: se residir com parente ou outra pessoa, especificar o grau de parentesco / relação. Se morar sozinho assinalar a alternativa outros. Características dos relacionamentos: assinalar a alternativa verbalizada pelo usuário/paciente podendo haver mais de uma. Pessoa(s) significativa (s): transcrever o relatado pelo usuário/paciente, colocando entre parênteses a relação de parentesco, se houver. Dependência Financeira: assinalar a alternativa que corresponda à situação de dependência financeira do usuário/paciente. SEXUALIDADE Descreve padrões de satisfação ou insatisfação com a sexualidade e padrões de reprodução. Inclui também história menstrual e reprodutiva, pré ou pós-menopausa. O papel do enfermeiro da discussão da sexualidade. A sexualidade é tão importante quanto a outros aspectos da saúde humana e deve ser incorporada à investigação de enfermagem e aos outros aspectos do atendimento. É consenso que as questões sobre a sexualidade não são usualmente abordadas pelos enfermeiros, salvo quando o usuário/paciente formula perguntas específicas. Entretanto pesquisas indicam que muitos usuários/pacientes gostariam que enfermeiros e outros profissionais de saúde iniciassem a discussão da sexualidade. A inclusão da sexualidade no Histórico de Enfermagem, portanto, depende de como o enfermeiro dá a “permissão” para que o usuário/paciente discuta suas preocupações a respeito. De uma maneira geral, os usuários/pacientes se sentirão mais confiantes se as questões sobre a sexualidade fossem abordadas de maneira similar a anamnese dos demais sistemas: urinário, intestinal, etc. Dessa forma, a pessoa percebe que o profissional encara a sexualidade como parte rotineira da saúde humana. Ao mesmo tempo, nem sempre o usuário/paciente sente-se à vontade para discutir a sexualidade e o enfermeiro pode não dispor de tempo e local privativo para essa discussão. Porém, é fundamental que o enfermeiro esteja disponível para essa abordagem nos momentos apropriados durante a internação ou consulta do usuário/paciente. Acima de tudo, o usuário/paciente deve ter claro seu direito em recusar-se a responder as questões (Carpenito, 2002). Vida sexual e reprodutiva Idade da menarca: especificar a idade da usuário/paciente. Periodicidade do ciclo menstrual: relatar em dias, assim como a duração do mesmo. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 74 - Intensidade do fluxo: relatar a avaliaçãoda usuário/paciente sobre a intensidade podendo questionar sobre número de trocas de absorventes/dia para auxiliar esta avaliação. DUM: citar data da última menstruação. Se a usuário/paciente não se lembrar, anotar esta observação no mesmo espaço. Menopausa: se sim, marcar no espaço correspondente. Relações sexuais: marcar no espaço correspondente se usuário/paciente possui ou não vida sexual. Se vida sexual presente e se o usuário/paciente quiser expressar sua satisfação com a mesma, anotar a resposta na questão específica abaixo. Se o usuário/paciente não tiver vida sexual e desejar expressar seus sentimentos, anotar no mesmo espaço. Desejo de ter mais filhos: anotar a opção. Uso de preservativo: anotar a frequência do uso. Uso de outros métodos contraceptivos: se sim, especificar qual. Tipos de perguntas que poderão auxiliar no histórico sobre a sexualidade: Satisfação com a vida sexual/sexualidade: Sente-se amado (a)? Valorizado (a)? O que faz para se sentir bem com sua sexualidade? Impacto da doença/internação sobre a vida sexual: O atual problema de saúde afetou a capacidade de se relacionar sexualmente? O seu problema de saúde afetou a maneira como você se sente como homem ou como mulher? ENFRENTAMENTO / TOLERÂNCIA AO ESTRESSE Descreve padrões de enfrentamento e eficácia quanto à tolerância ao estresse. Inclui a reserva ou capacidade para resistir a desafios com autointegridade, o modo de lidar com o estresse, sistemas de suporte da família ou de outros e a habilidade para controlar e lidar com as situações. VALORES / CRENÇAS Descreve padrões de valores, objetivos ou crenças (incluindo religião) que guiam escolhas ou decisões. Inclui o que é percebido pelo indivíduo como importante na vida e qualquer conflito nos valores, crenças, ou expectativas relacionadas à saúde. Religião ou crença: Assinalar se o usuário/paciente tem ou não alguma crença ou religião. Em caso afirmativo, especificá-la. Deseja receber ajuda religiosa: Assinalar a opção que represente a necessidade / desejo ou não do usuário/paciente em receber algum tipo de ajuda religiosa. Em caso positivo, especificar qual o tipo de ajuda religiosa que o usuário/paciente deseja receber. Observações: Informações adicionais: registrar quaisquer outras informações referentes ao instrumento coleta de dados não relatadas anteriormente. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 75 - PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 76 - EN.T2 – TÉCNICA DE REALIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO, EVOLUÇÃO, PRESCRIÇÃO E ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM - GUIA DE APOIO PARA PRECHIMENTO DO INSTRUMENTO. DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM (DE) Deve ser realizado após obtenção de informações contidas no Histórico de Enfermagem (HE) e dados do Exame Físico (EF). Lembrar que o Histórico deve ser realizado no momento de admissão do usuário/paciente, ou seja, no primeiro contato feito com o mesmo ou até 48h após a admissão. O Exame Físico deve ser realizado diariamente, onde o seu preenchimento deve ocorrer apenas no momento da admissão e nos demais dias, deve ser utilizado como roteiro. Com as informações obtidas pelo HE e EF, o enfermeiro deve então formular o DE, sempre colocando na coluna à esquerda, a data e horário de registro do mesmo. O Diagnóstico de Enfermagem deve conter: Título, Fatores Relacionados e Características Definidoras. Exemplo: Mobilidade física prejudicada, Relacionada à dificuldade para virar-se, Evidenciada por desconforto e dor Título Fator relacionado Características definidoras RESULTADOS / METAS ESPERADOS São afirmações que devem refletir o resultado esperado para um determinado usuário/paciente, devendo embasar-se no DE. Os resultados esperados devem: Ser de longo prazo (um objetivo que se espera atingir em semanas ou meses) ou curto prazo (um objetivo que se espera atingir em horas, dias ou semanas, bem como ser um passo para alcançar uma meta de longo prazo). Ter comportamento mensurável: utilizar verbos mensuráveis que descrevem a ação exata ou o comportamento do usuário/paciente que o enfermeiro espera que ocorra, quando a meta for atingida; Ser específico no conteúdo e no tempo: Quanto ao conteúdo, deve indicar o que o usuário/paciente deve fazer, apresentar ou aprender e deve ser expresso por verbo. Quanto ao tempo, deve descrever o tempo específico para o alcance de uma meta; Ser atingíveis: Para o diagnóstico “Mobilidade física prejudicada, relacionada à dificuldade para virar-se, evidenciada por desconforto e dor”. Exemplo: O usuário/paciente deve relatar um aumento na força e na resistência do(s) membro(s) ao receber alta. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 77 - EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM É uma comparação planejada e sistemática do estado de saúde do usuário/paciente com as metas/resultados esperados e diagnósticos de enfermagem. Ao avaliar os diagnósticos de enfermagem, o enfermeiro deve: Avaliar o estado do usuário/paciente, apoiando-se nos dados obtidos no EF diário, nas anotações de enfermagem das últimas 24 horas; Avaliar se as estratégias adotadas por meio da PE contribuíram para resolver ou minimizar as necessidades de cuidado de enfermagem apresentadas pelo usuário/paciente. Uma das maneiras de realizar tal avaliação seria comparar as respostas do usuário/paciente às metas / resultados esperados. O registro da evoluçãodo diagnóstico de enfermagem pode ser realizado de duas maneiras: Primeira, utilizando as seguintes legendas: (M) Melhorado; (P) Piorado; ( I ) Inalterado; (R) Resolvido Segunda, utilizando o verso do impresso para a síntese da evolução de enfermagem que deve ser realizada nas condições em que houve alterações importantes na condição de saúde ou em situações vivenciadas e expressas pelo usuário/paciente que devem ser valorizadas pelo enfermeiro no julgamento clínico. Exemplos de situações que podem ser relatadas pelo usuário/paciente são: saudade do filho, preocupação com as finanças e temores. REGISTRO DE ADMISSÃO, OCORRÊNCIA, ALTA OU TRANSFERÊNCIA. Fazer um breve relato sobre a condição de saúde atual do usuário/paciente. Esses dados devem se apoiar nas informações provenientes do HE e EF. Com relação às ocorrências, devem ser registradas na anotação de enfermagem e comunicados os responsáveis pelo cuidado direto ao usuário/paciente. Na alta hospitalar registrar as condições de saída do usuário/paciente, descrevendo as orientações fornecidas e os encaminhamentos (resumo de alta de enfermagem). Lembrar que muitos usuários/pacientes necessitam dar seguimento ao atendimento de suas necessidades de cuidado com auxílio de familiares e isto pode ser contemplado no decorrer da internação do usuário/paciente. No caso do usuário/paciente ser transferido para outro serviço de saúde, deve ser estabelecida a comunicação com equipe interdisciplinar via SUS ou serviço privado (relatórios e condutas de enfermagem adotadas). Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 78 - PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM É uma função privativa do Enfermeiro. É o conjunto de medidas decididas pelo enfermeiro, que direciona e coordena a assistência de enfermagem ao usuário/paciente de forma individualizada e contínua, objetivando a prevenção, promoção, proteção, recuperação e manutenção da saúde. (Cofen 272/2002) As prescrições de enfermagem devem ser iniciadas com o verbo no infinitivo, definindo a ação a ser executada e o profissional responsável por ela em período aprazado pelo enfermeiro. Critérios para a realização da Prescrição de Enfermagem: Correlacionar com o diagnóstico de enfermagem levantado; Estar apropriada para o seu respectivo objetivo e estratégia; Utilizar conhecimentos técnico-científicos; Considerar a situação do usuário/paciente em termos de sua capacidade, limitação e motivação; Considerar riscos e custos envolvidos; Indicar comportamentos específicos, fornecendo direção para o usuário/paciente, família e outros profissionais; Ser datada e incluir assinatura e carimbo do enfermeiro; Ser mantida atualizada e revisada quando necessário; Incluir ações para a alta do usuário/paciente. ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM É o registro das ações de enfermagem, de forma precisa, completa e exata dos acontecimentos ocorridos. Tem como finalidade fornecer informações a respeito do usuário/paciente e da assistência prestada, assegurar a comunicação entre os membros da equipe de saúde, garantir a continuidade das informações e cumprir as exigências legais que regem a categoria. Deve ser livre de qualquer julgamento de crenças e valores do profissional de enfermagem envolvido no processo de cuidar. As ações que foram checadas na prescrição de enfermagem não necessitam ser relatadas na anotação. O registro das anotações é de competência da equipe de enfermagem, que deve realizá-lo logo após o atendimento de uma intercorrência e procedimentos, lembrando-se de registrar data, hora, assinatura e carimbo do profissional. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P14 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Mariza Cavalcante Ferreira Lino. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 79 - EN.P14 - INDICADORES DE QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA AO USUÁRIO/PACIENTE ASSESSORIA TÉCNICA DA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM O indicador deve ser estabelecido considerando: Demanda de intercorrências verificadas nas áreas assistenciais; Referencial teórico disponível em literatura. INDICADOR CONCEITO CÁLCULO Incidência de erros de medicação: Ministrou medicamento não prescrito; Não ministrou medicação prescrita; Ministrou medicamento em via errada; Ministrou dose de medicamento errada; Tempo de infusão de medicação errada. Relação entre o número de não conformidades relacionadas à administração de medicamentos e o número de pacientes-dia multiplicado por 100, entendendo erro de medicação como qualquer evento evitável que de fato, ou potencialmente, pode levar ao uso inadequado de medicamentos. nº de Não Conf. Relac. à admin de med / enf. ------------------------------ X 100 nº pacientes-dia com prescrição Incidência de quedas Relação entre o número de quedas e o número de pacientes-dia, multiplicado por 1000, entendendo queda como situação na qual o paciente não intencionalmente vai ao chão ou a algum plano mais baixo. nº de quedas ------------------------------ X 1000 nº de pacientes-dia Incidência de perda de sonda nasogastroenteral Relação entre o número de perdas de sonda nasogastroenteral (NGE) e o número de pacientes-dia com sonda multiplicado por 100, entendendo como perda acidental a que ocorre pelo paciente ou durante manipulação do mesmo pela equipe, obstrução, fixação incorreta, ausência de cuidados prescritos pelo enfermeiro. nº de perda de NGE ------------------------------- X 100 nºde pctes com NGE Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P14 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Mariza Cavalcante Ferreira Lino. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN978.85.63274.73.1 - 80 - INDICADOR CONCEITO CÁLCULO Incidência de extubação acidental Relação entre o número de pacientes extubados acidentalmente e o número de pacientes intubados-dia, considerando extubação acidental como retirada acidental ou não planejada do tubo orotraqueal. nº de pct. Extubado acidentalmente --------------------------------- X 100 nº de pct. Intubado/dia Incidência de flebite A incidência de flebite deve ser contada apenas uma vez, no momento da retirada do dispositivo de infusão periférica. Relação entre o número de casos de flebite no período e o número de pacientes-dia, considerando Flebite como a presença de um processo inflamatório na parede da veia, em geral associado à dor, eritema, endurecimento do vaso ou presença de cordão fibroso. nº de casos de flebite no período ----------------------------- X 100 nº pacientes-dia com acesso venoso periférico Incidência de úlcera por pressão Relação entre o número de pacientes com úlceras novas e o número de pacientes/dia do período da tarde nº de pacientes com úlceras novas no período ------------------------------- X 1000 nº pacientes-dia do período da tarde Incidência de perda acidental de cateter central Relação entre o número de perda acidental de cateter central e o número de pacientes-dia com cateter central, considerando como perda acidental a saída não planejada do cateter central pelo próprio paciente ou durante manipulação da equipe ou obstrução. nº de perda acidental do cateter central ----------------------------- X 100 nº pacientes-dia com cateter central Incidência de perda acidental cateter arterial Relação entre o número de perda acidental de cateter arterial e o número de pacientes-dia com cateter arterial, considerando como perda acidental a saída não planejada do cateter arterial pelo próprio paciente ou durante manipulação da equipe ou obstrução. nº de perda acidental do cateter arterial ------------------------------ X 100 nº pacientes-dia com cateter arterial Os indicadores adotados no HC-UNICAMP baseiam-se nos propostos pelo Núcleo de Apoio à Gestão Hospitalar (NAGEH), que é um subgrupo do Programa CQH – Compromisso com a Qualidade Hospitalar. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P14 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Mariza Cavalcante Ferreira Lino. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 81 - ASSESSORIA TÉCNICA DA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM Providenciar os impressos e encaminhar para as áreas no final do mês. Receber os impressos de indicadores das unidades. Organizar os dados na forma de gráficos e analisar os resultados, comparando-os: o Em relação ao período anterior; o Em relação aos índices médios históricos; o Em relação aos índices descritos na literatura; o Entre unidades. Encaminhar os dados dos indicadores às unidades assistenciais com a finalidade de gerar a análise e revisão dos processos de trabalho. Encaminhar relatórios ao Diretor do Departamento de enfermagem HC, como responsável técnico pela enfermagem da Instituição. Apresentar, periodicamente os resultados aos diretores / responsáveis de área. Discutir os resultados com a finalidade de gerar planos de melhorias SUPERVISOR Disponibilizar nos postos de enfermagem os formulários dos períodos da manhã, tarde e noite no final de cada mês. Recolher, dar ciência e encaminhar ao DENF, no início do mês, os formulários preenchidos. Analisar os resultados, apresenta-los à equipe de enfermagem, correlacionando-os com a prática assistencial, e propor planos de melhoria quando necessário. ENFERMEIRO Preencher o formulário de indicadores ao término de cada plantão, com a participação dos técnicos de enfermagem. Participar da elaboração dos planos de melhoria dos indicadores assistenciais PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P15 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 82 - EN.P15 – VISITANTES E ACOMPANHANTES DE USUÁRIOS/PACIENTES INTERNADOS DIREITOS DOS PACIENTES QUANTO A VISITA E ACOMPANHAMENTO FAMILIAR Em conformidade com a Portaria do Ministério da Saúde nº1286 de 26/10/93- art.8º e nº74 de 04/05/94 (Direitos do Paciente), Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e Adolescente) e da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso) e Programa Nacional de Humanização, o HC-UNICAMP estabelece Visita Aberta. É direito assegurado aos pacientes menores de 18 anos e maiores de 60 anos a permanência de acompanhante. HORÁRIO DE VISITA UNIDADES DE INTERNAÇÃO: Visita das 9h00 às 19h00, todos os dias, inclusive feriados; UTI/PED, visitas das 11h00 às 19h00. Entrada de até dois visitantes por vez, com permanência de, no máximo, uma hora; o Exceção: Enfermaria de Hematologia / Nefrologia / TMO / Pacientes em Precauções Especiais – limitado a dois visitantes por período (manhã e tarde). UTIs e UER: Visita das 11h00 às 12h00 e das 16h00 às 17h00, todos os dias, inclusive feriados; o UTI Adulto, UTI Pediatria e UTI Anestesia: entrada de dois visitantes por horário, com permanência de, no máximo, uma hora; o UER: entrada de dois visitantes por horário, entrada de um em um, com permanência de, no máximo, 30 minutos. NORMAS INSTITUCIONAIS Devem ser respeitadas as normas institucionais estabelecidas referentes a horários e quantidade de visitantes e acompanhantes, para cada unidade de internação, salvo exceções formalmente autorizadas pelo enfermeiro de plantão. A permanência do visitante e acompanhante na unidade deve ser controlada pela enfermagem. http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2010.741-2003?OpenDocument Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P15 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana MariaDecanini Barbeiro. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 83 - É permitida a entrada de crianças com idade igual ou superior a 12 anos, como visitante, desde que acompanhadas por um adulto responsável. Crianças menores poderão visitar pacientes, desde que haja autorização pelo enfermeiro de plantão. Doadores de sangue podem realizar visita ao paciente no dia em que realizaram a doação. O enfermeiro de plantão pode autorizar a entrada de visitantes fora do padrão estabelecido para a unidade, conforme necessidade do paciente, família e pelo enfermeiro de plantão. Nesses casos, o enfermeiro deve informar a Central de Visitas inserindo a autorização no sistema. Ao critério do enfermeiro de plantão pode ser autorizada a permanência de acompanhante para os pacientes que apresentem necessidades especiais, sejam acamados, dependentes ou outra circunstância que justifique a conduta. Nesses casos, o enfermeiro deve informar a Central de Visitas e/ou inserir a autorização no sistema. As informações médicas sobre o estado do paciente devem ser fornecidas aos familiares em horários determinados: Nas UTIs – às 17h00, diariamente; Nas unidades de internação – o enfermeiro deve orientar os familiares sobre o horário de disponibilidade da equipe médica de referência do paciente. Não deve ser permitida consulta do prontuário por visitantes e acompanhantes. Havendo qualquer dificuldade ou transtorno com o visitante e acompanhante, solicitar a presença da Segurança do HC. EQUIPE DE ENFERMAGEM ORIENTAÇÕES GERAIS Acolher o visitante na unidade, orientando-o sobre a localização do leito onde está o paciente a ser visitado. Orientar o visitante / acompanhante para a higienização das mãos com água e sabão líquido ou álcool gel antes e após a visita. Explicar ao visitante os dispositivos invasivos e equipamentos instalados no paciente, evitando desgaste emocional por desconhecimento. Orientar o visitante que o banheiro do quarto é destinado para uso dos pacientes. Caso necessário, utilizar os banheiros públicos. Para os acompanhantes, o uso é permitido. Exigir a identificação do visitante (etiqueta adesiva) e acompanhante (pulseira), durante todo o tempo de permanência. Orientar que a pia do quarto é de uso exclusivo para lavagem das mãos, visando prevenção de infecção hospitalar. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P15 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 84 - Orientar o acompanhante que deve comunicar a equipe de enfermagem ao sair próximo do paciente. Caso o paciente esteja com Precauções Especiais, orientar o visitante e acompanhante conforme recomendações da CCIH. PERMISSÕES É permitido que o acompanhante traga: livros, revistas e objetos pessoais para uso próprio. Caso deseje trazer outros materiais de entretenimento, verificar possibilidade com o enfermeiro de plantão. Os acompanhantes têm direito a refeições no refeitório do primeiro andar, seguindo os horários: Almoço de 2ª a 6ª feira – das 11h00 às 14h00; Almoço aos finais de semana e feriados – das 11h30 às 14h00; Jantar – das 18h15 às 19h30. O desjejum é servido na unidade de internação. O hospital não fornece alimentação aos visitantes. PROIBIÇÕES Orientar ao visitante e acompanhante que não deve manusear dispositivo dos pacientes (soros, bomba de infusão, oxigenoterapia, cateteres, dietas enterais, monitores, ventiladores, etc). Sempre que necessário, chamar a equipe de enfermagem. É vetada ao acompanhante a realização de procedimentos com o paciente, mesmo que tenha competência para tal. Orientar que é proibido entrar nos quartos de outros pacientes e em áreas restritas (Centro Cirúrgico, Posto de Enfermagem, Expurgo, Sala de Prescrição, etc). Ressaltar que não deve trazer dinheiro ou pertences de valor (joias, cheque, cartões bancários, etc), devendo se responsabilizar pela guarda do mesmo. Orientar que é proibido sentar ou deitar nas camas e macas dos pacientes. Permitir a entrada de alimentos somente mediante autorização por escrito do médico e nutricionista. Ressaltar que é proibida a entrada de ventiladores, colchonetes e plantas/flores naturais, devido ao risco de infecção hospitalar. Caso o visitante ou acompanhante apresente qualquer intercorrência de saúde, encaminhá-lo para atendimento na UER. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P15 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 85 - É proibido fumar em todas as dependências do hospital e nas portas de entrada e saída. É proibido fotografar o paciente, familiar ou profissional. Caso solicitado, entrar em contato com o Serviço de Relações Públicas e Imprensa para assinatura de termo de autorização de uso de imagem. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 001 Data: 30/11/2015 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P16 Grupo responsável pela elaboração: Silvia Angélica Jorge, Katia Maria Rosa Vieira, Nilce Rodrigues Viana Pato, Vera Lúcia Moura S.M. Simmelink, Rafael Silva Marconato, Alexandre Oliveira da Silva, Larissa Maria R. Fachini, Margareta W. Groot Responsável pela área Data: 30/11/205 CCIH Data: 30/11/2015 SST Data: 30/11/2015 Nome: Silvia Angélica Jorge Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 86 - EN.P16 - ROTINA DE ENFERMAGEM FRENTE À ESCOLTA POLICIAL DE PACIENTE SOB CUSTÓDIA OU TUTELA DO ESTADO Quando houver necessidade da permanência de polícia militar ou civil junto ao paciente, o enfermeiro deve apresentar-se a cada troca de plantão solicitando também a apresentação dos policiais. Apresentar a unidade para os policiais quando da internaçãode paciente escoltado. Solicitar que na troca do plantão policial, estes devem apresentar-se ao enfermeiro responsável, com objetivo de manter um canal aberto de comunicação. Pedir aos policiais a permanência junto ao paciente escoltado durante todo o tempo de internação. Enfatizar a importância da manutenção contínua das algemas no paciente escoltado, devendo as mesmas serem retiradas somente para procedimentos em que se fizer necessário. Orientar aos policiais para que permaneçam próximo do paciente escoltado durante o banho ou uso do banheiro, ou na vigência de realização de procedimentos de enfermagem ou médico com objetivo de evitar fuga ou tentativa. Informar previamente a escolta policial para fazer o acompanhamento do paciente no caso de exames a serem realizados fora da unidade. Priorizar a informação no sistema CICSHCP, bem como na Central de Visitação (ramal 17781) que o paciente está com escolta policial. Não permitir a visitação ao paciente escoltado durante sua permanência na instituição, e a liberação da mesma cabe somente à autoridade judicial competente. O mesmo também é válido para paciente menor de 18 anos de idade que esteja sendo acompanhado por servidor da Fundação Casa. Quando for necessário convocar o familiar do paciente, comunicar a escolta policial para fazer o contato com autoridade responsável que providenciará o atendimento da solicitação. Providenciar e oferecer cadeiras para acomodação dos policiais durante o período que permanecerem na instituição, permitindo que o paciente seja vigiado continuamente. Orientar que não é permitida a circulação pelas dependências do hospital e que esta somente é autorizada para acompanhamento do paciente em procedimentos fora da unidade. Informar que não é permitido o acesso, permanência e circulação de rotina nas saídas de emergência. Orientar que é proibido fumar nas dependências do hospital conforme Lei Estadual 13.541 de 07 de Maio de 2009 e Lei Federal 12.546 de 15 de Dezembro de 2011. A enfermagem não deve passar informações sobre o estado de saúde do paciente escoltado a outras pessoas. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 001 Data: 30/11/2015 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P16 Grupo responsável pela elaboração: Silvia Angélica Jorge, Katia Maria Rosa Vieira, Nilce Rodrigues Viana Pato, Vera Lúcia Moura S.M. Simmelink, Rafael Silva Marconato, Alexandre Oliveira da Silva, Larissa Maria R. Fachini, Margareta W. Groot Responsável pela área Data: 30/11/205 CCIH Data: 30/11/2015 SST Data: 30/11/2015 Nome: Silvia Angélica Jorge Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 87 - Orientar os policiais sobre a localização de sanitários de funcionários no andar ou no local mais próximo a unidade. Orientar os policiais que a refeição deve ser feita no refeitório do 1° andar, e se faz necessário o revezamento dos mesmos. Quando houver somente um policial realizando a escolta, este deve fazer a refeição no local mais próximo ao quarto do paciente. Para acesso da escolta policial ao refeitório, a equipe de enfermagem deve ligar no ramal 17219 da Divisão de Nutrição e Dietética (DND) até às 11 horas para almoço, e até às 18 horas para jantar, e informar os nomes dos policiais e o leito do paciente. Este procedimento assegura a liberação da catraca do refeitório. Orientar os policiais sobre as precauções necessárias em caso de isolamento do paciente e fornecer equipamentos de proteção individuais. Quando o paciente for submetido a procedimento cirúrgico eletivo, os policiais devem escolta-lo até as dependências do Centro Cirúrgico (CC), e acompanhá-lo na área de preparo pré-operatório. Se o paciente for submetido a procedimento cirúrgico eletivo ou de urgência, o enfermeiro deve verificar sempre com os policiais sobre a necessidade da permanência dos mesmos no corredor interno do serviço ou ficar somente no lado externo ao CC. Os policiais devem permanecer na localização mais apropriada e que propicie maior segurança ao paciente, bem como a toda a equipe que atua na instituição. Durante a recuperação pós-anestésica, a escolta deve permanecer na sala contígua a este local até a alta do paciente e/ou em alguns casos deve permanecer no lado externo, porém sempre próximo ao CC. No caso do paciente ser submetido a procedimento no Centro Cirúrgico Ambulatorial (CCA), cabe ao enfermeiro realizar a mesma conduta do item anterior. Cabe ao policial retirar as algemas do paciente na sala operatória. No caso da necessidade de permanência de escolta na RPA do CCA, esta deve ficar restrita a um espaço pré determinado pela enfermagem ou acomodar-se na dependência externa e próxima ao CCA até a alta do paciente. Nos serviços de Ambulatórios e/ou Procedimentos Especializados, o enfermeiro deve determinar o local de permanência dos policiais durante o atendimento do paciente, possibilitando a vigilância constante do mesmo. A equipe médica deve sempre ser informada e priorizar o atendimento do paciente sempre que possível. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P17 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 88 - 4. PROCESSOS DE TRABALHO GERAIS DA ASSESSORIA DE DESENVOLVIMENTO TÉCNICO-CIENTÍFICO DE ENFERMAGEM EN.P17 – RECEPÇÃO E TREINAMENTO DE FUNCIONÁRIO RECÉM- ADMITIDO RECURSOS HUMANOS – HC Informar quantidade e o nome dos funcionários, bem como as áreas de destino e a data de início à secretária do Departamento de Enfermagem e a SEEC. OBJETIVOS GERAIS DO TREINAMENTO TEÓRICO-PRÁTICO REALIZADO PELO DENF Favorecer o desenvolvimento do profissional para prestar cuidado seguro respaldado pela Lei do Exercício Profissional; Prestar uma assistência de enfermagem direcionada por evidência científica. SERVIÇO DE ENFERMAGEM EM EDUCAÇÃO CONTINUADA Elaborar um programa de treinamento teórico do funcionário recém-admitido com duração de duas semanas com aulas expositivas em dias alternados, ministradas pelos enfermeiros da SEEC e por profissionais de outras unidades tais como: CCIH, NVE, EMTN, CME, Banco de Sangue, RH, DENF e Comissão de Ética, com temas importantes para o início das atividades nas unidades, conforme descrito no programa abaixo: TEMAS Integração Recursos Humanos Departamento de Enfermagem Processo/anotação de enfermagem Banco de sangue Visita à área física do Hospital de Clínicas Comissão de ética em enfermagem Núcleo de Vigilância E epidemiológica/Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais Supervisão clínica Equipe multiprofissionalde prevenção e tratamento de feridas e estomas Serviço de Hotelaria Unidade Respiratória Cuidados com material perfuro-cortante/ risco biológico Segurança do paciente Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional Comissão de Controle de Infecção Hospitalar Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P17 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 89 - TEMAS Central de Materiais e Esterilização SPOT – Serviço De Procura De Órgãos E Tecidos Para Transplante Ouvidoria Ficha de controle de paciente crítico Trabalho em equipe O conteúdo do treinamento teórico é periodicamente revisado mediante alterações da prática assistencial e demanda institucional. Todos os procedimentos de enfermagem orientados seguem o conteúdo do Manuais de Processos e Técnicas de Enfermagem. SECRETARIA DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM – HC Recepcionar os servidores recém-admitidos Encaminhar os servidores para o início do treinamento teórico e prático Comunicar as áreas e passar o nome completo dos funcionários novos para inclusão na escala. Orientar o funcionário a preencher os impressos (Entrega de Equipamento de Proteção Individual). Entregar à secretaria da área o cartão de ponto e a ficha de Avaliação Admissional no Período de Experiência. Organizar os equipamentos de multimídia para apresentação das aulas agendadas. SERVIÇO DE ENFERMAGEM EM EDUCAÇÃO CONTINUADA Preparar o cronograma de treinamento das aulas teóricas Comunicar os palestrantes e confirmar presença Divulgar o cronograma para diretores e supervisores Dar início ao treinamento teórico e suporte aos palestrantes convidados. Negociar com os diretores os casos específicos de funcionários com impedimento para participar do treinamento teórico/prático ou os contratados para as funções restritas. Fazer o acompanhamento do novo servidor no período do treinamento teórico. Preencher a ficha de treinamento de cada servidor e encaminhar para a área após a finalização do treinamento teórico. Registrar o treinamento dos servidores recém-admitidos em planilha de banco de dados da SEEC. Encaminhar para a pasta funcional a Ficha de Treinamento Admissional e Educação em Serviço. SUPERVISOR Acompanhar o funcionário na execução de procedimentos técnicos de enfermagem e na assistência ao paciente e registrar na ficha de treinamento. Encaminhar para a SEEC a carga horária de treinamento prático para registro em banco de dados. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P17 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 90 - O treinamento prático do técnico de enfermagem e do enfermeiro tem como objetivo: Apresentar habilidade no discurso com a equipe multidisciplinar e com o paciente, além da comunicação escrita; Informar e registrar de forma adequada, as intercorrências com o paciente; Ser capaz de contextualizar e integrar as informações; Identificar e solucionar problemas oferecendo alternativas viáveis; Conhecer e aplicar os princípios éticos, morais e legais; Utilizar recursos materiais e equipamentos de forma racional. O treinamento prático do enfermeiro tem, além dos acima, os seguintes objetivos específicos: Enfatizar a capacidade de contextualização e integração de informações pertinentes para tomada de decisões ágil e precisa, identificando prioridades, além de buscar dados científicos; Gerenciar com metas e objetivos claros, planejar e delegar de forma racional as atividades e supervisionar a equipe de enfermagem; Realizar procedimentos técnicos complexos, salientando os procedimentos de competência privativa do enfermeiro; Conhecer e desenvolver todas as etapas do processo de enfermagem. FUNCIONÁRIO RECÉM-ADMITIDO Validar os procedimentos realizados e as orientações recebidas registradas pelo supervisor/enfermeiro na Ficha de Treinamento Admissional e Educação em Serviço. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 003 Data: 01/02/2017 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P18 Grupo responsável pela elaboração: Angélica Olivetto de Almeida e Daniela Fernanda dos Santos Alves. Responsável pela área Data: 01/02/2017 CCIH Data: 01/02/2017 SST Data: 01/02/2017 Nome: Sílvia Angélica Jorge Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 91 - EN.P18 – SOLICITAÇÃO DE ESTÁGIO DE ENFERMAGEM (ATUALIZADO) SOLICITAÇÃO DE CAMPO DE ESTÁGIO DE ESCOLAS DA UNICAMP E ESCOLAS CONVENIADAS FACULDADE DE ENFERMAGEM / CURSO DE ENFERMAGEM DO COTUCA Encaminhar ao final de cada semestre, o planejamento das disciplinas e a solicitação dos campos de estágio do semestre subsequente. Conferir o mapa de estágio elaborado e enviado pela SEEC. SEEC Elaborar o mapa semestral com os setores liberados para os estágios. Inserir as solicitações de campos de estágio da Faculdade de Enfermagem e do COTUCA. Priorizar os campos solicitados pela FENF e negociar com o COTUCA em situações de sobreposição. Enviar cópia do mapa de estágios para validação da FENF e do COTUCA Comunicar ao GGBS a data mais apropriada para a reunião com as escolas conveniadas. Participar da reunião com as escolas fazendo relato de avaliações e orientações pertinentes, em como anotando os campos de estágios solicitados. Concluir os mapas dos campos de estágio (manhã e tarde). Informar para cada escola os campos disponibilizados para o estágio e a lista de material necessário. Encaminhar uma cópia do mapa de estágio para as áreas que receberão os alunos Avaliar junto com os supervisores o desempenho das escolas nos campos de estágio, documentando as intercorrências e tomando as condutas cabíveis. Informará RT da escola qualquer intercorrência no campo de estágio, as condutas tomadas e seus desdobramentos. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 003 Data: 01/02/2017 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHOOU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P18 Grupo responsável pela elaboração: Angélica Olivetto de Almeida e Daniela Fernanda dos Santos Alves. Responsável pela área Data: 01/02/2017 CCIH Data: 01/02/2017 SST Data: 01/02/2017 Nome: Sílvia Angélica Jorge Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 92 - Conferir no relatório do almoxarifado se o material entregue pelas escolas conveniadas foi o estipulado ao final de cada semestre. SOLICITAÇÃO DE CAMPO DE ESTÁGIO PARA ESCOLAS EXTERNAS À UNICAMP GGBS Estabelecer convênio com as escolas parceiras. Convocar as escolas conveniadas para as reuniões semestrais de distribuição de campos de estágio. ESCOLA Estabelecer convênio com a Universidade junto ao Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS). Apresentar, por meio do GGBS, os objetivos do estágio e as unidades de interesse de acordo com a padronização do HC. Participar da reunião semestral para distribuição dos campos de estágio Apresentar a SEEC Certificado de Responsabilidade Técnico (RT) válido e vigente, em caso de mudança informar a SEEC. Identificar o enfermeiro supervisor de estágio que não conhece o campo e solicitar a SEEC o agendamento da integração na unidade, com duração de cinco dias úteis, em data a ser pactuada com a direção do serviço e noturno, no qual vai conduzir o estágio. Informar ao enfermeiro supervisor de estágio que os horários de início das atividades devem ser compatíveis com o horário de passagem de plantão em cada unidade, ou seja, manhã–6h55e tarde–13h00. Encaminhar para a SEEC a lista com a distribuição dos alunos nos campos de estágio reservados Orientar o aluno para comparecer no estágio de roupa branca, trazer o material de bolso, incluindo termômetro e equipamento de proteção individual (óculos de proteção). Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 003 Data: 01/02/2017 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P18 Grupo responsável pela elaboração: Angélica Olivetto de Almeida e Daniela Fernanda dos Santos Alves. Responsável pela área Data: 01/02/2017 CCIH Data: 01/02/2017 SST Data: 01/02/2017 Nome: Sílvia Angélica Jorge Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 93 - Não trazer pertences de valor para o campo de estágio. Entregar no almoxarifado os materiais solicitados pela SEEC, conforme cronograma pré-estabelecido. Orientar o aluno para trazer copos descartáveis e utilizara copa da unidade para alimentação. Comunicar oficialmente a SEEC cancelamentos de estágio com 15 dias de antecedência. Consultar a SEEC sobre qualquer alteração no local e cronograma dos estágios Comunicara SEEC formalmente qualquer ocorrência relacionada ao estágio em 48hs para que sejam tomadas as providências cabíveis. SEGURANÇA OCUPACIONAL DO ALUNO RESPONSABILIDADES O professor é responsável pela supervisão do cumprimento das precauções padrão e precauções adicionais adotadas pelos seus alunos. As escolas ficam responsáveis em conferir a carteira de vacinação dos alunos, verificando se existe registro da hepatite B, varicela e rubéola e tomando providências para que sejam devidamente imunizados. Em casos de acidente com material perfuro-cortante, as escolas devem seguir as recomendações do Ministério da Saúde, no que se refere à quimioprofilaxia para hepatite B e HIV. Atendendo as recomendações da CINº0042/04–CCIH/HC está vedada à assistência por parte dos alunos aos usuários/pacientes em precauções especiais, imunossuprimidos (receptores de transplantes de órgãos sólidos ou medula óssea há menos de dois anos; pulsoterapia com corticosteróides ou uso desta droga em dose >1mg/Kg/dia; uso de citostático,imunossupressores ou quimioterápicos e usuários/pacientes com AIDS). Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 003 Data: 01/02/2017 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P18 Grupo responsável pela elaboração: Angélica Olivetto de Almeida e Daniela Fernanda dos Santos Alves. Responsável pela área Data: 01/02/2017 CCIH Data: 01/02/2017 SST Data: 01/02/2017 Nome: Sílvia Angélica Jorge Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 94 - É solicitado a cada escola, o fornecimento de materiais de consumo como forma de reposição, ao hospital, por suas atividades de estágio. Este material deve ser entregue no Serviço de Almoxarifado/HC acompanhado por documentação oficial da escola externa e que deve constar: Nome da escola CNPJ Endereço Discriminação dos materiais: marca, quantidades Constar a denominação: “doação” MATERIAIS SOLICITADOS E DIMENSIONAMENTO DE ALUNOS Material Marcas aprovadas Quantidade/aluno/dia Luvas de procedimento não estéril Nitrílica (Tamanho M) DESCARPACK BIOSERVICE NUGARD NUTRIL 10 luvas No planejamento e execução do estágio, além da relação entre o número de estagiários e o quadro de pessoal da instituição concedente, prevista no Art.17 da Lei nº11.788/2008, deve-se considerar a proporcionalidade do número de estagiários por nível de complexidade da assistência de Enfermagem, considerando assistência mínima ou autocuidado (até 10 alunos por supervisor); assistência intermediária(até 8 alunos por supervisor), assistência semi-intensiva (até 6 alunos por supervisor) e assistência intensiva (até 5 alunos por supervisor). Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 003 Data: 01/02/2017 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P18 Grupo responsável pela elaboração: Angélica Olivetto de Almeida e Daniela Fernanda dos Santos Alves. Responsável pela área Data: 01/02/2017 CCIH Data: 01/02/2017 SST Data: 01/02/2017 Nome: Sílvia Angélica Jorge Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 95 - Dimensionamento de alunos por unidade e por turno UNIDADES Nº DE ESTAGIÁRIOS Gastroclínica / Gastrocirurgia, Cardiologia / Pneumologia, E.G.A. (P1 e P3), Neuroclínica/Neurocirurgia, Ortopedia/ Traumatologia 08 alunos UER (Pronto Socorro) observação 05 alunos Emergência Clínica/ Cirurgia do Trauma/ UER frente 06 alunos Psiquiatria 06 alunos PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P19 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Edineis de Brito Guirardello, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. Responsável pela áreaData: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 96 - EN.P19 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FACULDADE DE ENFERMAGEM DA UNICAMP FENF Informar a continuidade do programa para o ano letivo seguinte ao Departamento de Enfermagem do HC e solicitar o número de vagas por área e nome dos enfermeiros supervisores para a SEEC. SEEC Levantar junto às áreas, o número de vagas para os alunos do estágio supervisionado, e o nome dos enfermeiros supervisores, e encaminhar para a FENF. ENFERMEIRO SUPERVISOR DE ESTÁGIO Participar das atividades de orientação quanto ao estágio curricular supervisionado. Participar do planejamento do programa de estágio curricular supervisionado junto com o docente e aluno. Receber o aluno, apresentar a área, a equipe multidisciplinar e a rotina da unidade. Inserir o aluno nas atividades assistenciais e gerenciais da unidade, acompanhá-lo em procedimentos, orientar o preenchimento do processo de enfermagem. Avaliar o aluno, junto com o docente e diretor da unidade, quanto ao seu desempenho técnico, assistencial e gerencial e quanto ao relacionamento interpessoal com a equipe da unidade e com o paciente. Participar da avaliação final de estágio curricular supervisionado organizado pela FENF (Evento Vitrine de Ideias). PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/0432014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P20 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 97 - EN.P20 – PROGRAMA DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO TÉCNICA PARA EQUIPE DE ENFERMAGEM CONCEITOS Treinamento consiste em atividade educativa visando exercitar e aprimorar técnicas já executadas pela equipe. Capacitação consiste em atividade educativa visando preparar e capacitar a equipe de enfermagem para novas técnicas e processos de trabalho. SEEC PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO Elaborar, no início do ano, um planejamento anual de treinamentos e programas de capacitações técnicas para equipe de enfermagem em decorrência das necessidades e demandas institucionais. Levantar junto às áreas as necessidades de treinamento/capacitação ou demandas institucionais, tais como: Mudanças de processos de trabalho; Alteração técnica de procedimento; Implementação tecnológica (equipamentos e materiais); Eventos adversos; Observações de pacientes; Resultados de auditorias de indicadores e de processo de enfermagem. Realizar uma revisão bibliográfica sobre o tema, trazendo atualizações sobre o assunto a ser abordado. Consultar profissionais e docentes de enfermagem especializados no tema. Efetuar simulações para verificar a viabilidade do processo a ser orientado na prática. Envolver outros profissionais de enfermagem na construção e aplicação do treinamento, convidando profissionais da equipe multidisciplinar, sempre que pertinente. Organizar o treinamento utilizando aulas expositivas e outras estratégias pedagógicas (dinâmicas, vivências, práticas, simulações). Verificar agenda de treinamentos e eventos do HC e da UNICAMP para evitar sobreposição de atividades. Definir o cronograma, com antecedência de no mínimo 15 dias, com número de aulas, diferentes turnos e locais, de forma a contemplar maior número do público alvo. Realizar o treinamento dentro do horário de trabalho, sempre que possível. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/0432014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P20 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 98 - Reservar sala, equipamentos de multimídia e outros recursos audiovisuais, se necessário. Confirmar palestrante. Divulgar o treinamento para os diretores, supervisores e responsáveis de área. Providenciar material de apoio: apostilas, resumos, avaliação e itens para dinâmica quando necessário. Elaborar registro de treinamento. Reforçar convite para o treinamento utilizando os e-mails institucionais. EXECUÇÃO No dia do treinamento, preparar sala, os equipamentos e disponibilizar o registro de treinamento. Acompanhar o treinamento esclarecendo dúvidas e coletando sugestões para os próximos. AVALIAÇÃO Verificar o percentual de participação ao treinamento, por meio da relação entre presentes e esperados do público alvo. Analisar as avaliações de treinamento preenchidas pelos profissionais participantes quando houver. Mensurar o indicador homem/hora treinado a partir dos registros de treinamento, buscando atingir a meta pré-estabelecida pelo Departamento de Enfermagem. Analisar, junto com o DENF, os programas educacionais desenvolvidos pela SEEC. Elaborar relatório anual com os temas, carga horária, percentual de participação e indicador homem/hora treinado dos treinamentos promovidos e encaminhar ao DENF. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P21 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 99 - EN.P21 – PERMISSÃO PARA ATIVIDADE DE ENFERMAGEM VOLUNTÁRIA CRITERIOS PARA ATIVIDADEVOLUNTARIA Profissional de enfermagem, com curso de graduação em enfermagem concluído, com registro no COREN válido. VOLUNTÁRIO Solicitar permissão para atividade de enfermagem voluntária à Divisão de Recursos Humanos do HC e preencher uma ficha de solicitação. DRH Receber a solicitação e informar os documentos a serem apresentados pelo candidato. Analisar os documentos quanto à procedência e legitimidade. Estando de acordo, encaminhar a solicitação à Diretoria do Departamento de Enfermagem. SEEC Receber a solicitação de atividade de enfermagem voluntária, após autorização da Diretoria do DENF. Entrar em contato com a área de interesse do candidato e verificar a disponibilidade para atividade voluntária. Nomear um enfermeiro da área que se responsabilize pelo candidato. Elaborar junto às áreas, um planejamento da atividade voluntária. Retornar o processo a Divisão de Recursos Humanos, para os tramites administrativos e agendamento de data de início. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P22 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 100 - EN.P22 – COMPOSIÇÃO DE NOVAS TÉCNICAS NO MANUAL DE ENFERMAGEM CONCEITO Elaborar, revisar e atualizar as técnicas no Manual de Enfermagem. SEEC Receber a solicitação de inclusão de uma técnica ou identificar a ausência ou desatualização de uma técnica do manual. Realizar levantamento bibliográfico e elaborar a técnica ou apenas complementa-la, quando necessário. Encaminhar uma cópia da técnica para apreciação da Faculdade de Enfermagem da Unicamp e do COTUCA. Discutir e aprovar a técnica proposta, junto com o grupo envolvido. Fazer as correções sugeridas pelo grupo. Pactuar com as áreas envolvidas na nova técnica (CCIH e SST). Encaminhar o arquivo do texto pactuado para o coordenador dos Manuais-HC que fará a formatação e atualização do manual em meio eletrônico (superintendencia.pdf). Caso tratar-se de revisão completa do manual para nova edição, o coordenador dos Manuais-HC enviará nova cópia impressa do documento para assinatura. Efetuar fotocópia da nova técnica somente para as áreas onde for imprescindível, fortalecendo a prática de consulta eletrônica do manual. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/superintendencia.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P23 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 101 - EN.P23 – ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS CONCEITO Organizar cursos e palestras com temas de enfermagem para o público interno e externo. SEEC Identificar um tema de interesse ou atual para o grupo de enfermagem. Consultar o Departamento de Enfermagem do HC, sobre a relevância do tema e o alinhamento do mesmo nas diretrizes do DENF. Escolher palestrantes externos para ministrar curso ou evento ou ainda escalar profissionais da instituição. Determinar a data, horário e local com antecedência mínima de três meses. Reservar o local do evento. Reservar equipamentos de multimídia (computador, projetor multimídia) e impressora. Encaminhar o convite para o palestrante e confirmar o aceite do mesmo. Realizar a divulgação do evento para o público interno e externo (lista de hospitais e escolas de enfermagem de Campinas e região). Solicitar patrocínio externo (empresas) ou interno (HC, GGBS, AFPU). Abrir as inscrições por telefone e/ou site do HC-UNICAMP. De acordo com o número aproximado de inscritos, providenciar o coffee-break e os materiais (pastas, blocos e canetas). Próximo ao dia do evento, imprimir os certificados dos participantes, dos palestrantes e dos organizadores. Quando necessário, providenciar translado, hospedagem, refeição, lembrança para os palestrantes. Elaborar uma ficha de avaliação do evento, providenciar fotocópias e solicitar que os participantes preencham no final da programação. Gerar um relatório do evento, conforme modelo, contendo tema, palestrantes, número de participantes e equipamentos utilizados. Construir um banco com as informações dos participantes para divulgação de outros eventos. PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P24 Grupo responsável pela elaboração: Raquel Rodrigues Machado, Solange Martins Viana, Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 102 - 5. COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM EN.P24 – FORMAÇÃO E ATUAÇÃO DA COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM DO HC-UNICAMP DEFINIÇÃO A Comissão de Ética de Enfermagem (CEE) é um órgão representativo do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (COREN-SP), em caráter permanente, junto às Instituições de Saúde, tendo funções educativas, fiscalizadoras e consultivas do exercício profissional e ético dos profissionais de enfermagemna Instituição. A CEE é regida pela Decisão 003/1996 do COREN-SP. FINALIDADES A CEE é reconhecida pela Diretoria de Enfermagem do Hospital das Clínicas, estabelecendo uma relação de independência e autonomia, certificando e assessorando a mesma sobre os assuntos afetos a esta. A CEE deverá notificar a Diretoria de Enfermagem o calendário de suas reuniões e/ou atividades. Notificar por meio de denúncia formal e auditoria, após análise das intercorrências comunicadas por meio de denúncia. ELEIÇÕES São realizadas conforme a Resolução vigente do Coren-SP (http://www.coren-sp.gov.br/). COMPETÊNCIA DA COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM Divulgar e fiscalizar o exato cumprimento do Código de Ética, da Lei e do Decreto sobre o Exercício dos Profissionais de Enfermagem, bem como das Resoluções e Decisões do COFEN e dos COREN dentro da Instituição; Opinar, normatizar, orientar e fiscalizar sempre em relação ao desempenho ético da profissão; Manter atualizado o cadastro de todos os profissionais de enfermagem que trabalham na Instituição; Realizar sindicância sobre o fato, notificando quando julgar necessário, convocando os profissionais envolvidos e suas testemunhas, tomando a termo seus depoimentos, verificando o exercício ético da profissão, as condições oferecidas pela Instituição para o exercício profissional, a qualidade do atendimento prestado aos usuários/pacientes e sugerindo as modificações que sejam necessárias; Encaminhar o relatório de sindicância juntamente com o parecer da CEE ao COREN-SP, no prazo máximo de trinta dias, sujeito à prorrogação, ao se constatar indícios de possível infração ética, arrolando-se todos os documentos http://www.coren-sp.gov.br/ Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P24 Grupo responsável pela elaboração: Raquel Rodrigues Machado, Solange Martins Viana, Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 103 - comprobatórios necessários afetos a este, com cópia para a respectiva Diretoria / Chefia / Gerência ou Divisão de Enfermagem da Instituição; Nos casos de não se constatar indícios de infração ética, a CEE deverá encerrar a sindicância, arrolando todos os documentos, elaborando o relatório final e arquivando o processo na instituição; Cientificar à Diretoria / Chefia / Gerência ou Divisão de Enfermagem da Instituição sobre todos os relatórios conclusivos das Sindicâncias ali instauradas pela CEE; Elaborar, quando necessário, conjuntamente com o COREN-SP, padrões éticos suscitados por modernos métodos de diagnóstico e terapêutica de complexa tecnologia, para que sejam adotados pela equipe de enfermagem e por grupos multiprofissionais qualificados; Solicitar aos responsáveis pela Diretoria / Chefia / Gerência ou Divisão de Enfermagem, assim como, aos responsáveis pelos outros serviços da Instituição de Saúde, informações e comprobatórios quando julgados indispensáveis para elucidação dos fatos que estão sendo apurados. COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM Segue a Resolução vigente do Coren-SP (http://www.coren-sp.gov.br/). PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE Não se aplica Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS Não se aplica http://www.coren-sp.gov.br/ http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A1 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 104 - ANEXOS EN.A1 - NORMAS, PORTARIAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS QUE EMBASAM O FUNCIONAMENTO DA ÁREA North American Nursing Diagnosis Association. Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: definições e classificação 2007-2008. Porto Alegre, Artmed, 2008. JOHNSON, M.;BULECHEK,G;DCHTERMAN,J MC;MASS M.; MOORHEAD S. Diagnósticos, resultados e intervenções de enfermagem - ligações entre NANDA, NOC e NIC. Porto Alegre, Artmed 2005. JOHNSON, M.; MASS M.; MOORHEAD S. Classificação dos resultados de enfermagem (NOC). Porto Alegre, Artmed 2.ed 2004. DCHTERMAN,J MC; BULECHEK,G Classificação das intervenções de Enfermagem (NIC). Porto Alegre, Artmed 4.ed 2008. GIOVANNETTI P. Understanding patient classification systems. J Nurs Adm 1979; 9(2): 4-9. HUBER D. Staffing and Scheduling. In: Huber D. Leadership and nursing care management. Philadelphia: Sauders; 2000. p.573-90. SANCHES KRB, JÚNIOR KRC, COELI CM, CASCÃO, A.M. Sistemas de informação em saúde In.: Medronho RA, Carvalho DM, Bloch KV, Luiz RR, Werneck GL. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu; 2003. p. 337-60. DE PAOLIS MIM, DINI, APD, HIGA R, SANTOS N, MARIA T, PEREIRA RM. Redesenho do Processo de Assistência aos usuários/pacientes internados na Enfermaria de Pediatria do HC Unicamp por meio de Sistema de Classificação de Pacientes. SANTOS F, ROGENSKI NMB, BAPTISTA CMC, FUGULIN FMT. Sistema de Classificação De Pacientes: Proposta de complementação do Instrumento de Fugulin et al. Rev Latino-am enfermagem 2007; 15(5): online. Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 105 - EN.A2 – DOCUMENTOS UTILIZADOS NA ÁREA Assistenciais Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 106 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsávelpela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 107 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 108 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 109 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 110 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 111 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 112 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 113 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 114 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 115 - Gerenciais Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 116 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 117 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1- 118 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 119 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 120 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 25/03/2014 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A2 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 121 - Manual de Processos de Trabalho ENFERMAGEM Revisão N o : 002 Data: 24/08/2009 Implantação 29/04/2009 ANEXOS EN.A3 Grupo responsável pela elaboração: Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 Nome: Flora Marta Giglio Bueno Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL Nome: NÃO SE APLICA Assinatura Nome: NÃO SE APLICA Assinatura ISBN 978.85.63274.73.1 - 122 - EN.A3 - TABELA DE TEMPORALIDADE DOS DOCUMENTOS Regimentos, normas, portarias e plantas físicas – arquivar por tempo indeterminado (permanente). Escalas de trabalho – são arquivadas por 5 anos. Após são desprezadas. Ofícios, comunicados e atas de reuniões – arquivar por 5 anos. Fichas de entrega de EPI – manter arquivadas na área de trabalho enquanto funcionário estiver escalado no setor. Deve acompanhar as transferências, até seu desligamento da instituição. Após, arquivar na pasta de vida funcional no DRH-HC.