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ISBN 978.85.63274.73.1 
 
 
Série 
Manuais do 
 
HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNICAMP 
 
 
Manual de Processos de Trabalho do 
 
 
DEPARTAMENTO DE 
ENFERMAGEM 
 
 
 
 
 
2ª edição 
 
 
 
Campinas 
2014 
 
ISBN 978.85.63274.73.1 
 
 
 
Todos os direitos são reservados ao Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas - Unicamp. 
Os manuais destinam-se à leitura online pela intranet ou por download. É permitida a utilização acadêmica 
do manual, desde que citada a fonte e não seja para fins comerciais. O conteúdo dos textos publicados nos 
manuais é de total responsabilidade dos autores. É proibida a impressão ou reprodução total ou parcial, por 
qualquer meio ou sistema, sem prévio consentimento, ficando os infratores sujeitos às penas previstas em 
lei (Código Penal. Decreto Lei 2848/40, Art. 297-298). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ISBN 978.85.63274.73.1 
 - 3 - 
EQUIPE DE ELABORAÇÃO DAS VERSÕES DO MANUAL DE 
PROCESSOS DA ENFERMAGEM 
 
 
1ª VERSÃO DO MANUAL – 2009 2ª VERSÃO DO MANUAL - 2014 
Vera Médice Nishide 
Silvia Angélica Jorge 
Filomena Beatriz Godoy Pereira 
Kozue Kawasaki 
 
 
Flora Marta Giglio Bueno, 
Yvete Carvalho C. Balabanian 
Angélica Olivetto de Almeida 
Lúcia Maria Rocha de Oliveira 
Roseli Higa 
Edineis de Brito Guirardello 
Ana Lúcia Porta 
Eliete Boaventura Bargas 
Margareta Maria Wopereis Groot 
Kátia Maria Rosa Vieira 
Mariza Cavalcante Ferreira Lino 
Míriam Rizzioli Santos 
Nilce Rodrigues Viana Pato 
Ronaldo Ferreira dos Santos 
Maria Rosa Ceccato Colombrini 
Rosana Maria Decanini Barbeiro 
Silvia Angélica Jorge 
Solange Martins Viana 
Vera Lúcia Moura Simmelink 
Wilma Aparecida Nunes 
Raquel Rodrigues Machado 
 
 
 
 
 
ISBN 978.85.63274.73.1 
 - 4 - 
ÍNDICE 
 
 
EQUIPE DE ELABORAÇÃO DAS VERSÕES DO MANUAL DE PROCESSOS DA ENFERMAGEM _____ 3 
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ____________________________________________________________ 7 
EN.O1 – MISSÃO, VISÃO, VALORES E OBJETIVOS DA ENFERMAGEM _________________________ 7 
EN.O2 - MAPA DE RELACIONAMENTO FORNECEDOR / PROCESSO / CLIENTE __________________ 9 
EN.O3 - ORGANOGRAMA FUNCIONAL DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM _______________ 10 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA _________________ 11 
1. PROCESSOS DE TRABALHO GERAIS DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM ______________ 11 
EN.P1 – FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PARA A RESPONSABILIDADE TÉCNICA DE ENFERMAGEM __ 11 
EN.P2 – PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO DENF ________________________________________ 14 
EN.P3 – REPRESENTAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM EM COMISSÕES E COMITÊS 17 
EN.P4 – INTEGRAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM DO HC COM A FENF - UNICAMP - 
ASSESSORIA DE ENSINO E PESQUISA E ASSISTÊNCIA ____________________________________ 20 
EN.P5 - IDENTIFICAÇAO DO PERFIL ASSISTENCIAL DOS USUÁRIOS/PACIENTES INTERNADOS POR 
MEIO DE SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE PACIENTES ____________________________________ 23 
2. PROCESSOS DE TRABALHO DA ASSESSORIA TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM _ 28 
EN.P6 – ELABORAÇÃO, AVALIAÇÃO, VALIDAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE ESCALAS DE TRABALHO DE 
ENFERMAGEM _______________________________________________________________________ 28 
ELABORAÇÃO DA ESCALA MENSAL_______________________________________________________ 28 
ANÁLISE E VALIDAÇÃO DA ESCALA MENSAL ______________________________________________ 30 
DISTRIBUIÇÃO DA ESCALA MENSAL ______________________________________________________ 30 
TROCA DE FOLGA/PLANTÃO - CRITÉRIOS PARA AUTORIZAÇÃO _____________________________ 31 
EN.P7 – SOLICITAÇÃO DE TRANFERÊNCIAS INTERNAS E EXTERNAS DE PROFISSIONAIS DE 
ENFERMAGEM _______________________________________________________________________ 33 
TRANSFERÊNCIA INTERNA (MESMA ÁREA) ________________________________________________ 33 
CRITÉRIOS REFERENTES À SAÚDE OCUPACIONAL PARA POSTOS ESPECIAIS (Periculosidade) ____ 34 
SELEÇÃO INTERNA POR PROCESSO SELETIVO _____________________________________________ 35 
TRANSFERÊNCIA EXTERNA (ENTRE AS ÁREAS) ____________________________________________ 36 
EN.P8 – RETORNO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM POR AFASTAMENTOS PROLONGADOS - 
REINSERÇÃO E READAPTAÇÃO ________________________________________________________ 38 
RETORNO DE AFASTAMENTOS PROLONGADOS - REINSERÇÃO ______________________________ 38 
READAPTAÇÃO __________________________________________________________________________ 39 
Fluxo da Readaptação _______________________________________________________________________ 39 
PROGRAMA PARA REINSERÇÃO / READAPTAÇÃO DO FUNCIONÁRIO ________________________ 39 
EN.P9 – ELABORAÇÃO DOS PROCESSOS SELETIVOS E ATUAÇÃO EM CONCURSOS PÚBLICOS 40 
SOLICITAÇÃO DE ABERTURA DE PROCESSO SELETIVO _____________________________________ 40 
PARA SELEÇÃO SUMÁRIA ________________________________________________________________ 40 
PARA CONCURSO PÚBLICO _______________________________________________________________ 41 
EN.P10 – DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL ______________________________________________ 44 
 
ISBN 978.85.63274.73.1 
 - 5 - 
EN.P11 – REMANEJAMENTO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM _________________________ 46 
EN.P12 – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) ________________________________ 50 
3. PROCESSOS DE TRABALHO DA ASSESSORIA TÉCNICO-ASSISTENCIAL DE ENFERMAGEM __ 52 
EN.P13 – PROCESSO DE ENFERMAGEM _________________________________________________ 52 
REFERENCIAL TEÓRICO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM __________________________________ 52 
COMISSÃO DE PROCESSO DE ENFERMAGEM _______________________________________________ 54 
OPERACIONALIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM DA ADMISSÃO DO USUÁRIO/PACIENTE 
ATÉ 48 HORAS DE INTERNAÇÃO __________________________________________________________ 55 
DIARIAMENTE, DURANTE A INTERNAÇÃO. ________________________________________________ 56 
NO MOMENTO DA ALTA __________________________________________________________________ 57 
EN.T1 – TÉCNICA DE REALIZAÇÃO DO HISTÓRICO E EXAME FÍSICO - GUIA DE APOIO PARA 
PRECHIMENTO DO INSTRUMENTO ______________________________________________________ 58 
EN.T2 – TÉCNICA DE REALIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO, EVOLUÇÃO, PRESCRIÇÃO E ANOTAÇÃO DE 
ENFERMAGEM - GUIA DE APOIO PARA PRECHIMENTO DO INSTRUMENTO. ___________________ 76 
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM (DE) _____________________________________________________ 76 
RESULTADOS / METAS ESPERADOS _______________________________________________________ 76 
EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM ____________________________________________________________ 77 
REGISTRO DE ADMISSÃO, OCORRÊNCIA, ALTA OU TRANSFERÊNCIA. ________________________ 77 
PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM ___________________________________________________________ 78 
ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM ____________________________________________________________ 78 
EN.P14 - INDICADORES DE QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA AO USUÁRIO/PACIENTE ____________ 79 
EN.P15 – VISITANTES E ACOMPANHANTES DE USUÁRIOS/PACIENTES INTERNADOS __________ 82 
DIREITOS DOS PACIENTES QUANTO A VISITA E ACOMPANHAMENTO FAMILIAR ______________ 82 
HORÁRIO DE VISITA _____________________________________________________________________ 82 
NORMAS INSTITUCIONAIS ________________________________________________________________ 82 
EN.P16 - ROTINA DE ENFERMAGEM FRENTE À ESCOLTA POLICIAL DE PACIENTE SOB CUSTÓDIA 
OU TUTELA DO ESTADO _______________________________________________________________ 86 
4. PROCESSOS DE TRABALHO GERAIS DA ASSESSORIA DE DESENVOLVIMENTO TÉCNICO-
CIENTÍFICO DE ENFERMAGEM ____________________________________________________________ 88 
EN.P17 – RECEPÇÃO E TREINAMENTO DE FUNCIONÁRIO RECÉM-ADMITIDO _________________ 88 
EN.P18 – SOLICITAÇÃO DE ESTÁGIO DE ENFERMAGEM (ATUALIZADO) ______________________ 91 
SOLICITAÇÃO DE CAMPO DE ESTÁGIO DE ESCOLAS DA UNICAMP E ESCOLAS CONVENIADAS _ 91 
SOLICITAÇÃO DE CAMPO DE ESTÁGIO PARA ESCOLAS EXTERNAS À UNICAMP _______________ 92 
SEGURANÇA OCUPACIONAL DO ALUNO ___________________________________________________ 93 
EN.P19 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FACULDADE DEENFERMAGEM DA UNICAMP _______ 96 
EN.P20 – PROGRAMA DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO TÉCNICA PARA EQUIPE DE 
ENFERMAGEM _______________________________________________________________________ 97 
EN.P21 – PERMISSÃO PARA ATIVIDADE DE ENFERMAGEM VOLUNTÁRIA ____________________ 99 
EN.P22 – COMPOSIÇÃO DE NOVAS TÉCNICAS NO MANUAL DE ENFERMAGEM ______________ 100 
EN.P23 – ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS _________________________________________________ 101 
5. COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM ________________________________________________ 102 
 
ISBN 978.85.63274.73.1 
 - 6 - 
EN.P24 – FORMAÇÃO E ATUAÇÃO DA COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM DO HC-UNICAMP
 ___________________________________________________________________________________ 102 
ANEXOS _________________________________________________________________________________ 104 
EN.A1 - NORMAS, PORTARIAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS QUE EMBASAM O 
FUNCIONAMENTO DA ÁREA __________________________________________________________ 104 
EN.A2 – DOCUMENTOS UTILIZADOS NA ÁREA ___________________________________________ 105 
Assistenciais _____________________________________________________________________________ 105 
Gerenciais _______________________________________________________________________________ 115 
EN.A3 - TABELA DE TEMPORALIDADE DOS DOCUMENTOS ________________________________ 122 
 
 
 
MANUAIS DE PROCESSOS DE TRABALHO E TÉCNICAS DE COMPETÊNCIA DE OUTRAS ÁREAS 
Ambulatórios e Procedimentos Especializados – dampe.pdf 
Anatomia Patológica – anatomia_patologica.pdf 
Arquivo Médico – sam.pdf 
Central de Materiais e Esterilização – cme.pdf 
DSG - Hotelaria - Higiene e Limpeza/ Rouparia – hotelaria.pdf 
DSG - SSPR - Segurança, Portaria e Recepção – sspr.pdf 
DSG - Transporte – transporte.pdf 
Enfermagem - Técnicas - enfermagem_tecnicas.pdf 
Engenharia e Manutenção – engenharia.pdf 
Epidemiologia Hospitalar – Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais – 
crie.pdf 
Epidemiologia Hospitalar – Comissão de Controle de Infecção Hospitalar – ccih.pdf 
Epidemiologia Hospitalar – Hospital Sentinela – hs.pdf 
Epidemiologia Hospitalar – Núcleo de Vigilância Epidemiológica – nve.pdf 
Farmácia – farmacia.pdf 
Gerenciamento de Resíduos – residuos.pdf 
 Imagenologia – imagem.pdf 
Patologia Clínica – patologia_clinica.pdf 
Recursos Humanos – recursos_humanos.pdf 
Suprimentos – suprimentos.pdf 
 
 
 
 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/dampe.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/anatomia_patologica.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/sam.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/cme.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/hotelaria.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/sspr.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/transporte.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/enfermagem_tecnicas.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/engenharia.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/crie.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/hs.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nve.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/farmacia.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/residuos.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/imagem.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/patologia_clinica.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/recursos_humanos.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/suprimentos.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL EN.O1 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 7 - 
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 
 
EN.O1 – MISSÃO, VISÃO, VALORES E OBJETIVOS DA ENFERMAGEM 
 
MISSÃO 
 
A missão do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp é garantir 
assistência de enfermagem humanizada, segura, sistematizada e qualificada aos usuários 
por meio de um trabalho integrado às metas institucionais e às Políticas de Saúde SUS, 
possibilitando atividades de ensino e pesquisa e promovendo o desenvolvimento de seus 
profissionais. 
 
 
VISÃO 
 
A visão do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp é ser 
modelo de referência e excelência na assistência integralizada aos usuários, efetivando-o 
pela qualificação dos profissionais e da articulação dos propósitos da instituição com os 
princípios da profissão e das Políticas de Saúde - SUS. 
 
 
VALORES 
 
 Responsabilidade 
 Valorização das relações humanas 
 Ética 
 Seriedade 
 Organização 
 Reconhecimento profissional 
 Assistência qualificada e segura 
 Credibilidade 
 Participação competente na equipe multiprofissional 
 Foco no usuário 
 Comprometimento 
 
 
OBJETIVOS 
 
 Garantir a assistência de enfermagem individualizada, humanizada e sistematizada 
ao usuário; 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL EN.O1 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 8 - 
 Promover um campo adequado para desenvolvimento de atividades de ensino e 
pesquisa; 
 Garantir a qualificação dos profissionais de enfermagem e administrativos, por 
meio de treinamentos e capacitações técnicas; 
 Desenvolver reflexões quanto à postura ética no atendimento ao usuário e nas 
relações interpessoais entre a equipe de enfermagem, equipe multiprofissional e 
profissionais administrativos. 
 
 
 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Implantação 
29/04/2009 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL EN.O2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Edineis de Brito Guirardello 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 9 - 
EN.O2 - MAPA DE RELACIONAMENTO FORNECEDOR / PROCESSO / CLIENTE 
FORNECEDORES 
EXTERNOS
FORNECEDORES 
INTERNOS
PROCESSOS CLIENTES 
INTERNOS
CLIENTES 
EXTERNOS
Assessoria de Recursos 
Materiais
Materiais, 
Parecer, teste 
Assistência 
qualificada
Epidemiologia Hospitalar 
CCIH, NVE, CRIE
Diretor
Gestão do Trabalho
Hospital Dia
Campo
de estágio
Assist. Téc. de Direção
Gestão do Cuidado
Assist. Téc. de Direção
Gestão de Pessoas
Assessor de
Administração de 
Pessoal 
Serviço de 
Enfermagem em 
Educação Continuada
Comissão de Ética em 
Enfermagem
Secretaria 
Faculdade de 
Enfermagem - Unicamp
COREN / COFEN
MINISTÉRIO DA SAÚDE
DGRH
SESMT / DSSO
Limpadora Terceirizada
CEB / CEMEQ
Diretrizes, normas
Superintendência
Divisão de Recursos 
Humanos
Farmácia
Divisão Suprimentos
Almoxarifado
Divisão de Engenharia e 
Manutenção
Divisão de Serviços 
Gerais
Divisão de Nutrição e 
Dietética
Serviço de ArquivoMédico
Divisão de Patologia 
Clínica
Divisão de Imaginologia
Patrimônio 
Unidades de Internação
Ambulatórios 
CC / CME
Divisão de Recursos 
Humanos
Unidade de Terapia 
Intensiva
Unidade de Emergência 
Referenciada
Centro de Nefrologia 
Integrado
Divisão de Imaginologia
Faculdade de 
Enfermagem - Unicamp
Profissionais do DENF
Paciente 
Acompanhantes, 
Familiares, Visitantes
Visitantes institucionais
Comunidade
Estagiários, 
Pesquisadores
COTUCA – Curso 
Técnico em enfermagem
Escolas Externas
COREN / COFEN
Diretrizes, normas
Diretrizes, normas, pessoas
Diretrizes, normas, equipamentos de proteção
Serviços de limpeza
Manutenção de equipamentos
Diretrizes, 
Recursos
Diretrizes, normas, 
Pessoas, atendimento
Parecer,assessoria,
 informações, 
docentes
Normas,
serviços 
Materiais, 
equipamentos 
Diretrizes, 
vigilância
Manutenção,
 mobília
Transporte, 
segurança
hotelaria
Normas, 
serviços
Prontuários 
Arquivo 
Normas e 
serviços
Normas e
 serviços
Controle
Patrimonial 
Transporte mobília
Assistência 
qualificada
Assistência 
qualificada
Assistência 
qualificada
Assistência 
qualificada
Assistência 
qualificada
Assistência 
qualificada
Assistência 
qualificada
Informações 
Campo de ensino
e pesquisa,
Informações
Suporte, 
treinamento
Assistência qualificada
Suporte, orientação
Informações
Educação em saúde, assistência
Campo de aprendizado e pesquisa
Campo de aprendizado e pesquisa
Informações 
COTUCA – Curso 
Técnico em enfermagem
Parecer, docentes
Secretaria de Estado da 
Saúde
Funcamp 
Hemocentro, 
Gastrocentro, Cecon
Outros serviços de apoio
CCI, SPOT
Ouvidoria e RPI
Ouvidoria e RPI
Outros serviços de apoio
CCI, SPOT
Diretrizes, normas, pessoas
Normas, serviços, atendimentos
Diretrizes, normas
Normas, serviços, 
atendimentos
Comunicação com 
usuários e público
Informações,
encaminhamentos
Suporte,
 assistência 
qualificada
PACIENTE
EQUIPE DE 
ENFERMAGEM
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.O3 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Edineis de Brito Guirardello 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 10 - 
EN.O3 - ORGANOGRAMA FUNCIONAL DO DEPARTAMENTO DE 
ENFERMAGEM 
 
SUPERINTENDÊNCIA
CAPELANIA CSA/RH
OUVIDORIA
DEPARTAMENTO DE 
ENFERMAGEM *
ASSESSORIA DE 
ADMINISTRAÇÃO DE 
PESSOAL
COMISSÃO DE 
ÉTICA
ASSESSORIA DE ENSINO 
E PESQUISA
SEAMPE
Diretor de 
Serviço
UIA
Diretor de 
Serviço
UER
Diretor de 
Serviço
UTI
Diretor de 
Serviço
CC/CCA
Diretor de 
Serviço
CME
Diretor de 
Serviço
CIN
Supervisor 
de Serviço
IMAGEM
Supervisor 
de Serviço
1 Supervisor Supervisores:
1 Gastro Cli/Cir
1 Cardio/Pneumo 
1 EGA
1 MI/Especialid.
1 Neuro Cli/Cir
1 Ortop./Traumato
1 Hemato/TMO
1 Nefrologia
1 EE/CT
1 Psiquiatria
5 Sup. noturnos
Supervisores:
2 UER Adulto/Ped
1 Sup. noturno
Supervisores:
2 diurnos
1 noturno
1 Supervisor
COORDENADORIA DE 
ASSISTÊNCIA
COORDENADORIA DE 
ADMINISTRAÇÃO
DIRETORIA CLÍNICA
SECRETARIA
ASSIT. TÉC. GESTÃO DO 
CUIDADO
ASSIT. TÉC. GESTÃO DE 
PESSOAS
Enfermeiros
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
Enfermeiros
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
Enfermeiros
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
Enfermeiros
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
Enfermeiros
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
Enfermeiros
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
Enfermeiros
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
Enfermeiros
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
Enfermeiros
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
Enfermeiro
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
Enfermeiros
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
* Membro do Conselho Executivo de Administração e responsável pelo plantão administrativo
SERVIÇO DE 
ENFERMAGEM DE 
EDUCAÇÃO 
PERMANENTE
HOSPITAL 
DIA
URCE SEAAS
SEPED
Diretor de 
Serviço
Supervisor:
2 diurnos
1noturno
Enfermeiros
Técnicos de enf.
Auxiliares de enf.
Téc / Aux. Admin.
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P1 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 11 - 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA 
ÁREA 
 
 
 
1. PROCESSOS DE TRABALHO GERAIS DO DEPARTAMENTO DE 
ENFERMAGEM 
 
 
 
EN.P1 – FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PARA A RESPONSABILIDADE 
TÉCNICA DE ENFERMAGEM 
 
DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM DO HC UNICAMP 
Compete ao Diretor do Departamento de Enfermagem do HC UNICAMP assumir a 
Responsabilidade Técnica, conforme Resolução Cofen nº 302/2005, por todos os 
profissionais de enfermagem em exercício na instituição, compreendendo aspectos éticos, 
legais e assistenciais. 
O Responsável Técnico (RT) deve ser o representante da equipe de enfermagem nas 
instâncias superiores do HC e COREN. 
 
 
RESOLUÇÃO COFEN Nº 302/2005 
(disponível no link: http://novo.portalcofen.gov.br/resoluo-cofen-3022005_4337.html) 
É de responsabilidade Técnica do Enfermeiro a gestão do serviço de Enfermagem do 
estabelecimento. 
Todo estabelecimento onde existem atividades de Enfermagem deve, obrigatoriamente, 
apresentar Certidão de Responsabilidade Técnica de Enfermagem, cuja anotação deve ser 
requerida pelo profissional Enfermeiro. 
A Certidão de Responsabilidade Técnica – CRT deve ser renovada a cada doze meses, 
após sua emissão. 
Em caso de substituição do RT, em período inferior a um ano, a direção do 
estabelecimento deve encaminhar ao COREN, dentro de 15 dias, a substituição da 
Anotação da Responsabilidade Técnica. 
É de responsabilidade do Enfermeiro que deixar de responder pela chefia do serviço de 
enfermagem, comunicar o COREN para o cancelamento da Anotação. 
Em caso de afastamento do RT superior a 30 dias deve comunicar ao COREN para o 
procedimento de substituição. 
A Certidão de Responsabilidade Técnica deve ser afixada em local visível. 
No caso do HC Unicamp, como instituição pública, há isenção da taxa para Certidão de 
Responsabilidade Técnica. 
 
 
http://novo.portalcofen.gov.br/resoluo-cofen-3022005_4337.html
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P1 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 12 - 
ATRIBUIÇÕES DORT QUANTO AOS ASPECTOS ÉTICOS 
Investigar e monitorar eventos adversos. 
Encaminhar casos de drogadição e assédio. 
Dar subsídios para o desenvolvimento das atividades da Comissão de Ética em 
Enfermagem. 
Encaminhamento e retorno de demandas da Comissão de Ética em Enfermagem. 
Encaminhamento e recebimento de demandas de outras Comissões de Ética e Ouvidoria. 
Coibir práticas de assédio moral com os membros da equipe de enfermagem na 
instituição. 
Prevenção da imperícia, imprudência e negligência. 
Denunciar maus tratos. 
Analisar e aprovar pesquisas a serem desenvolvidas por profissionais de enfermagem 
dentro da instituição. 
Impedir atitudes de desrespeito a profissionais de enfermagem e à equipe multidisciplinar. 
Posicionar-se como referência de postura e atitude profissional no exercício de 
enfermagem na instituição. 
 
 
ATRIBUIÇÕES DO RT QUANTO AOS ASPECTOS LEGAIS 
Impedir exercício ilegal da profissão. 
Encaminhar desvio de função. 
Exigir dos profissionais, o cumprimento das obrigações com o Conselho Regional de 
Enfermagem. 
Supervisionar e responsabiliza-se pelas escolas que realizam estágio dentro do HC. 
Requerer o registro adequado de todos os cuidados realizados pela equipe de 
enfermagem. 
Assegurar que o profissional de enfermagem exerça suas atividades em ambiente seguro 
e dentro das exigências sanitárias e trabalhistas. 
 
 
ATRIBUIÇÕES DO RT QUANTO AOS ASPECTOS ASSISTENCIAIS 
Garantir que os cuidados de alta complexidade e privativos dos enfermeiros sejam 
realizados somente pelos mesmos. 
Garantir a realização do Processo de Enfermagem. 
Monitorar os indicadores de qualidade da assistência de enfermagem e utiliza-los para 
tomada de condutas. 
Dimensionar quadro de pessoal de enfermagem com base em parâmetros assistenciais e 
operacionais. 
Assegurar a qualidade técnica dos procedimentos realizados pela equipe de enfermagem. 
Responsabilizar-se pela assistência de enfermagem de qualidade em todas as 
necessidades do usuário/paciente. 
Influenciar e motivar a equipe em prol do atendimento humanizado e holístico do ser 
humano (pacientes, familiares e profissionais). 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P1 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 13 - 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 14 - 
EN.P2 – PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO DENF 
 
As diretrizes para realizar a gestão estratégica do Depto. de Enfermagem no 
HC/UNICAMP são pautadas na visão do planejamento em saúde do Sistema Único de 
Saúde. 
Gestão estratégica se refere às técnicas de gestão, avaliação e ao conjunto de 
ferramentas instituídas para auxiliar na tomada de decisões, alinhando ações, projetos e 
programas ao planejamento estratégico da instituição. É um processo que deve ser de 
responsabilidade do núcleo de gestão do DENF, compartilhado com outros níveis de 
gerência (diretores, supervisores e enfermeiros assistenciais), buscando o envolvimento e 
comprometimento de todos nas atividades de planejar, gerenciar, executar, acompanhar e 
corrigir quando houver necessidade. Com esta visão, o DENF/HC, a partir de julho de 
2010, vem discutindo estratégias que auxiliem no alcance de suas finalidades. 
O primeiro passo foi o de construir, com envolvimento de todos os funcionários de 
enfermagem, o Planejamento Estratégico da Diretoria, alinhando-o ao Planejamento da 
Superintendência que, por sua vez, está alinhado ao Planes da UNICAMP. 
O Planejamento estratégico do DENF se desdobra em Planejamento das áreas 
assistenciais e requer estratégias específicas dos gestores de pessoas e do cuidado, que 
sustentem e cumpram o que foi determinado no macro planejamento. 
O estabelecimento de prioridades é importante para definir ações em curto, médio e longo 
prazos, através do estabelecimento de um plano para cada ação a ser desenvolvida. 
 
Um sistema de organização do trabalho de enfermagem integral, humanizado e relevante, 
deve ser considerado sob 04 aspectos: 
 Consonância com o conhecimento científico vigente; 
 Modelo(s) atual(is) de gestão; 
 Necessidades de demanda do usuário; 
 Metas da instituição. 
 
A atuação de enfermagem do HC/UNICAMP deve ser vista de forma ampliada no que diz 
respeito a: 
 Contexto em que se insere a gestão do HC; 
 Posição estratégica da enfermagem para que se insira de forma adequada não 
desconsiderando a sua essencialidade; 
 Em qualquer contexto, vários projetos institucionais entram ou estão em disputa; 
assim, temos por dever e necessidade demonstrar a filosofia e finalidade de nosso 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 15 - 
trabalho: o que? por quê? para que? para quem? existimos no processo de trabalho 
em saúde. 
 
“O modo como a enfermagem se organiza para gerir e prestar assistência, reflete a 
filosofia e os pressupostos que orientam suas ações” 
 
Em linhas gerais, o DENF-HC visa atuar intensamente nos seguintes projetos de 
qualificação do serviço de enfermagem do HC: 
 Estrutura 
o Diretoria de área (pró-atividade); 
o Papel do supervisor (perfil); 
o Enfermeiro (papel); 
o Técnico administrativo (processo de trabalho); 
o Dimensionamento do quadro atendendo legislação e demanda. 
 Processos 
o Rever rotinas por turnos de trabalho; 
o Rever atuação da supervisão noturna; 
o Conselheiros de enfermagem; 
o Planejamento anual de atividades; 
 Resultados 
o Indicadores; 
o Auditoria. 
 
O desenvolvimento das ações escolhidas como prioridades proporcionará atingir os 3 
grandes focos: resgatar a autonomia do enfermeiro, principalmente o assistencial, no 
processo de cuidar, dimensionar adequadamente o quadro de pessoal de acordo com a 
característica e demanda dos usuários e qualificare constituir um corpo gerencial 
coeso e focado na qualidade da assistência prestada, desenvolvendo dispositivos e 
comportamentos de gestão, que contribuam de forma efetiva na gestão do HC. 
Para que o conjunto de ações atenda às diretrizes e a seus fundamentos, é necessário 
assegurar um modelo moderno de gestão, criar indicadores de avaliação de resultados, ter 
uma gestão compartilhada, atuar por equipes na realização de projetos e ações, atuar 
preventivamente. Portanto, para que o DENF possa atingir seu objetivo sistêmico, ou seja, 
fazer a gestão do trabalho deve desenvolver modernas políticas de gestão de pessoas e 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 16 - 
de gestão do cuidado, para que a assistência prestada pelos profissionais que o compõe, 
seja segura, humanizada e, portanto, ética e qualificada. 
 
OBJETIVOS 
 Proporcionar sentido e significado na realização das atividades de enfermagem 
tanto gerenciais e assistenciais no HC UNICAMP de forma planejada e organizada, 
baseadas nos princípios ético-legais da profissão; 
 Publicizar o modelo de enfermagem dentro do modelo assistencial e de gestão 
vigentes na instituição. 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P3 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 17 - 
EN.P3 – REPRESENTAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM EM 
COMISSÕES E COMITÊS 
 
PARTICIPAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM 
A participação do Departamento de Enfermagem, nas diferentes comissões e comitês se 
justifica devido a: 
 Maior grupo profissional da instituição hospitalar; 
 Presença contínua e ininterrupta para a assistência; 
 Atuação em todas as unidades assistenciais e de apoio; 
 Participação na maioria dos processos assistenciais e administrativos do hospital; 
 Interface com todos os demais profissionais da equipe multidisciplinar, atuando, 
inclusive, como multiplicador de informações; 
 Interface com as áreas de apoio, assistência, ensino e pesquisa. 
 
CONSELHO EXECUTIVO DE ADMINISTRAÇÃO 
O Conselho Executivo de Administração do Hospital de Clínicas é órgão de gestão 
administrativa, tendo a seu cargo a implementação de atividades decorrentes das 
deliberações do Conselho Superior. 
São atribuições privativas do Conselho Executivo de Administração: 
 Sugerir, aprovar e implementar ações administrativas e assistenciais do 
HC/Unicamp; 
 Sugerir e implementar, após a aprovação das instâncias competentes, as ações 
administrativas e assistenciais de parceria na gestão de serviços públicos de saúde 
junto à Comunidade Hospitalar, à Faculdade de Ciências Médicas, à Prefeitura, à 
Secretaria de Estado da Saúde e ao Ministério da Saúde; 
 Aprovar preliminarmente e encaminhar ao Conselho Superior do HC/Unicamp os 
relatórios de desempenho, desenvolvimento de atividades e aplicação de recursos; 
 Fazer cumprir as diretrizes e metas definidas pelo Conselho Superior do 
HC/Unicamp; 
 Aprovar os convênios e contratos referentes ao HC/Unicamp, em sua esfera de 
competência; 
 Executar o planejamento estratégico do HC/Unicamp. 
Compõem o Conselho Executivo de Administração (CEA): 
 O Superintendente do Hospital de Clínicas da Unicamp, que o presidirá; 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P3 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 18 - 
 O Coordenador de Assistência do Hospital de Clínicas da Unicamp, que substituirá 
o presidente na sua ausência ou impedimentos; 
 O Coordenador de Administração do Hospital de Clínicas da Unicamp; 
 Cinco chefes de Departamentos da Faculdade de Ciências Médicas eleitos pelo 
Conselho Superior do Hospital de Clínicas; 
 Um representante da Diretoria da Faculdade de Ciências Médicas; 
 O Diretor Clínico do Hospital de Clínicas da Unicamp, sem direito a voto; 
 O Diretor do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas, com direito a 
voz e voto. 
Reuniões ordinárias mensais. 
 
COMISSÃO DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENFERMAGEM - FENF 
A Comissão de Graduação em Enfermagem da FENF é responsável pelo 
acompanhamento e aperfeiçoamento do ensino de graduação em enfermagem. 
Esta atividade inclui a revisão, aperfeiçoamento e atualização dos projetos pedagógicos, 
das ementas, dos programas das disciplinas e dos currículos propostos para o curso de 
graduação, bem como o zelo pela qualidade e eficiência do ensino e a proposição da 
filosofia norteadora e das metas deste ensino. Cuida da integração entre as atividades 
acadêmicas e assistenciais. 
Composição da Comissão: 
Membros: 
 Coordenador e coordenador associado do curso de graduação em enfermagem; 
 Coordenadores de cada área da FENF; 
 Representantes das unidades da UNICAMP que participam do ensino de graduação 
em enfermagem (Faculdade de Educação, Instituto de Biologia e os outros 
departamentos da FCM); 
 Representantes discentes. 
Convidados: 
 Representantes das instituições de saúde que recebem alunos do curso de 
graduação em enfermagem, dentre eles o DENF do HC Unicamp, com direito a voz. 
Reuniões ordinárias mensais. 
 
 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P3 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1- 19 - 
PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS COMISSÕES: 
 Comissão de Sindicância 
 Comissão de Infraestrutura e Obras 
 Comissão de Controle de Infecção Hospitalar 
 Comissão de Aquisição de Materiais 
 Comissão – HC Livre do Tabaco 
 Hospital Sentinela (Fármaco, Tecno e Hemovigilância) 
 Câmara Técnica do Serviço de Assistência e Internação Domiciliar da Prefeitura 
Municipal de Campinas 
 Comissão de residência multiprofissional - COREMU 
 Núcleo de Segurança do Paciente 
 Núcleo de Avaliação de Tecnologia em Saúde 
 Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional 
 Equipe Multiprofissional de Prevenção e Tratamento de Feridas e Estomas 
 Núcleo de RTs da região de Campinas (Coren - Campinas) 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P4 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Edineis de Brito Guirardello 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 20 - 
EN.P4 – INTEGRAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM DO HC 
COM A FENF - UNICAMP - ASSESSORIA DE ENSINO E PESQUISA E 
ASSISTÊNCIA 
 
JUSTIFICATIVA 
Integrar as atividades do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas e da 
Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP, visando à articulação entre a assistência, 
ensino, pesquisa e extensão de forma recíproca, com ênfase na formação/capacitação de 
recursos humanos e a produção do conhecimento. 
 
OBJETIVOS 
 Efetivar a integração dos Departamentos de Enfermagem no que se refere às 
atividades de assistência, ensino, pesquisa e extensão. 
 Estabelecer parcerias entre os Departamentos de Enfermagem que possibilitem a 
articulação com outras instituições de ensino e de prestação de serviços à saúde, 
considerando a política de saúde e de formação de RH. 
 Promover estratégias que assegurem a efetiva participação de docentes do 
Departamento de Enfermagem – FCM na qualificação das práticas de enfermagem 
do HC. 
 Assessorar a enfermagem do HC na elaboração e desenvolvimento de pesquisas 
de interesse para o aprimoramento da assistência de enfermagem, buscando 
articulação sempre que possível com os docentes e acadêmicos do Departamento 
de Enfermagem da FCM. 
 Participar na implantação e avaliação de metodologia de assistência de 
enfermagem. 
 Assessorar os processos de planejamento e avaliação dos programas de educação/ 
ensino e de estágios, direta ou indiretamente, relacionadas à enfermagem. 
 Colaborar com o Serviço de Enfermagem de Educação Continuada (SEEC) do HC 
nos programas de avaliação de desempenho e de educação permanente dos 
trabalhadores de enfermagem. 
 Promover estratégias que assegurem efetiva participação da enfermagem do HC no 
ensino de enfermagem, com especial ênfase para o Curso de Graduação em 
Enfermagem da FCM. 
 Efetivar a participação dos enfermeiros dos campos de atividades práticas na 
promoção e avaliação das atividades de ensino. 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P4 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Edineis de Brito Guirardello 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 21 - 
O Regimento do Departamento de Enfermagem do HC-Unicamp, no capítulo V, estabelece 
para a Assessoria de ensino e pesquisa e assistência: 
Art. 1º- Finalidade 
A assessoria de ensino, pesquisa e assistência tem como finalidade integrar as atividades 
do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp e a Faculdade de 
Enfermagem, visando a articulação entre a assistência, ensino, pesquisa e de forma 
recíproca, com ênfase na formação/ capacitação de recursos humanos e na produção de 
conhecimento. 
 Art. 2º- Objetivos: 
 Efetivar a integração do Departamento de Enfermagem com a Faculdade de 
Enfermagem da Unicamp no que se refere às atividades de ensino, pesquisa e 
extensão, considerando a política de saúde e de formação profissional, a produção 
do conhecimento e a prestação de assistência ao usuário do Sistema Único de 
Saúde. 
 Promover estratégias que assegurem efetiva participação da enfermagem do 
Hospital de Clínicas e de forma recíproca da Faculdade de Enfermagem da 
Unicamp no processo ensino - aprendizagem em saúde e de enfermagem, com 
especial ênfase para o Curso de Graduação, Pós-graduação em Enfermagem e 
Residência Multiprofissional. 
 Efetivar a participação dos enfermeiros dos campos de atividades práticas no 
planejamento, promoção e avaliação das atividades de ensino. 
 Promover estratégias que assegurem a efetiva participação de docentes da 
Faculdade de Enfermagem Unicamp na qualificação das práticas de enfermagem 
do Hospital de Clínicas. 
 Assessorar o Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp na 
elaboração e desenvolvimento de pesquisas de interesse para o aprimoramento da 
assistência de enfermagem, articulando, sempre que possível, com os docentes e 
acadêmicos da Faculdade de Enfermagem da Unicamp. 
 Participar do planejamento, desenvolvimento e avaliação dos modelos de gestão e 
assistência do Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp. 
 Assessorar os processos de planejamento e avaliação dos programas de educação, 
ensino e de estágios, direta ou indiretamente, relacionadas à enfermagem. 
 Colaborar com o Serviço de Enfermagem em Educação Continuada e Permanente 
do Hospital de Clínicas da Unicamp nos programas de educação permanente dos 
profissionais de enfermagem. 
 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P4 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Edineis de Brito Guirardello 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 22 - 
Art. 3º- Composição: 
 A Assessoria de Assistência, Ensino e Pesquisa será desenvolvida por um(a) 
docente da Faculdade de Enfermagem indicado(a) em comum acordo pelo 
Departamento de Enfermagem e Faculdade de Enfermagem. 
 O docente indicado deve assumir a Assessoria de Ensino e Pesquisa junto à 
Direção do Departamento de Enfermagem do HC, em período parcial,com 
dedicação mínima de 12 horas semanais. 
Art. 4º- Atribuições da função: 
 Participar das reuniões de colegiados (diretores, supervisores e responsáveis de 
área) junto o Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp. 
 Atuar nos eixos temáticos do Departamento de Enfermagem de Enfermagem do 
Hospital de Clínicas (gestão do trabalho, gestão do cuidado e gestão de pessoas) 
nos assuntos pertinentes ao ensino, pesquisa e assistência. 
 Exercer o papel de interlocutor entre a Faculdade de Enfermagem da Unicamp e o 
Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas, nos projetos assistenciais e 
de ensino. 
 Aprimorar a integração nos campos de atividade prática e de estágio com 
envolvimento de docentes e discentes e a equipe de saúde. 
 Organizar e participar das reuniões científicas, núcleos e comissões em conjunto 
com o Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas. 
 Participar da organização de eventos científicos em conjunto com o Departamento 
de Enfermagem do Hospital de Clínicas. 
 Participar do planejamento e realização dos estudos clínicos relativos ao processo 
de cuidar. 
Art. 5º- Competências: 
 Todas as competências do enfermeiro; 
 Integração multidisciplinar e interdisciplinar; 
 Visão estratégica. 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P5 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Edineis de Brito Guirardello 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 23 - 
EN.P5 - IDENTIFICAÇAO DO PERFIL ASSISTENCIAL DOS 
USUÁRIOS/PACIENTES INTERNADOS POR MEIO DE SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO DE PACIENTES 
 
REFERENCIAL TEÓRICO 
O conhecimento do número de leitos e percentual de ocupação, ou a classificação de 
usuários/pacientes de acordo com diagnóstico médico, não são indicadores seguros para 
discernir a demanda de assistência de usuários/pacientes com diferentes necessidades de 
cuidados. 
O Sistema de Classificação de Pacientes (SCP) é um método para estimar, quantificar e 
avaliar a demanda de cuidados por grupos de usuários/pacientes, categorizando-os de 
acordo com a necessidade de cuidados por eles requeridos, em um período de tempo 
específico. 
O SCP gera um banco de dados por meio do qual é possível a construção de um 
diagnóstico situacional e identificação do Perfil Assistencial do processo de cuidado na 
unidade de internação, pois se trata de um Sistema de Informação em Saúde. 
Este processo propõe a adoção de um Sistema de Informação em Saúde, por meio da 
avaliação do perfil assistencial dos usuários do HC como ferramenta para a prática 
administrativa, no intuito de possibilitar a reorganização do processo de assistência 
embasando decisões em áreas relacionadas a: dimensionamento de pessoal; formação de 
banco de competências; certificação das unidades; quantificação e monitoramento de 
custos da assistência e organização da logística do setor. 
Este processo consiste na replicabilidade do projeto piloto realizado na enfermaria de 
Pediatria do HC, realizado em parceria com GEPRO (Gerenciamento por Processos) e 
PDG (Programa de Desenvolvimento Gerencial), de setembro de 2007 a maio de 2008. 
Para a classificação de pacientes adultos, propõe-se a utilização de instrumento construído 
em hospital universitário da Universidade São Paulo e publicado em revista internacional, 
por tratar-se do instrumento mais atual e adequado à realidade do HC enquanto hospital 
de ensino (Fugulin et al, 1994). 
 
IMPORTÂNCIA DO PROCESSO 
Fornecer informações que possibilitem conhecer o Perfil Assistencial das Enfermarias para 
orientar: 
 A gestão de pessoas (dimensionamento do Quadro de Pessoal, escalonamento de 
pessoal por afinidade como complementação do banco de competências); 
 A racionalização de custos bem como o levantamento de materiais e insumos para 
a assistência com embasamento das cotas de materiais; 
 O aprimoramento da organização do ambiente hospitalar. 
 
 
 
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ENFERMAGEM 
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Data: 
25/03/2014 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P5 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Edineis de Brito Guirardello 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 24 - 
 
OBJETIVOS 
 Identificar o perfil assistencial dos usuários/pacientes atendidos no Hospital de 
Clínicas da Unicamp. 
 Classificar os usuários/pacientes em cinco categorias de cuidado: Mínimo, 
Intermediário, Alta dependência, Semi Intensivos ou Intensivos de acordo com suas 
demandas de assistência. 
 Determinar de demanda de consumo de materiais, insumos e equipamentos para a 
assistência. 
 
 
UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE USUÁRIOS/PACIENTES 
 
 
DENF 
Definir a periodicidade para a realização do processo, de forma coordenada em todas as 
unidades. Caso o Diretor/supervisor/enfermeiro identifique mudança no perfil dos 
pacientes, pode também realizar a classificação para confirmar e documentar esta 
hipótese. 
 
 
SERVIÇO DE ENFERMAGEM EM EDUCAÇÃO CONTINUADA 
Desenvolver programa de recapacitação aos enfermeiros, quando solicitado, para a 
informação, motivação e treinamento para o preenchimento e tabulação dos dados da 
planilha de classificação de pacientes. 
 
 
ENFERMEIRO SUPERVISOR 
Replicar as informações sobre o sistema a todos os profissionais de enfermagem da sua 
área, ressaltando a importância da classificação de pacientes. 
Encaminhar os impressos para cada posto de enfermagem e acompanhar a realização do 
processo. 
Tabular e analisar os dados, encaminhar ao Diretor de área e para o DENF com sugestões 
de melhorias. 
 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P5 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Edineis de Brito Guirardello 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 25 - 
INSTRUMENTO DE CLASSIFICACAO DE USUÁRIOS/PACIENTES 
 
 (Extraído de Fugulin et al, 1994) 
 
 
OPERACIONALIZAÇÃO DA CLASSIFICAÇAO DE USUÁRIOS/PACIENTES 
O supervisor deve fornecer as planilhas a serem aplicadas pelo enfermeiro assistencial, 
durante períododefinido, nas áreas de internação. 
Deverá ser preenchida uma planilha ao dia, por posto de enfermagem, em turno a ser 
definido pelo diretor/supervisor/enfermeiros da unidade. 
 
 
 
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Data: 
25/03/2014 
 
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29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P5 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Edineis de Brito Guirardello 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 26 - 
É atribuição do enfermeiro supervisor responsabilizar-se pela tabulação dos dados, em 
planilha Excel® padronizada. 
A análise dos dados deve ser realizada em conjunto entre diretor/supervisor/enfermeiros e 
DENF. 
 
 
 
ANÁLISE 
Avaliar as planilhas eletrônicas geradas em cada unidade com o resumo em forma de 
gráficos e analisar os dados em relação a: 
 Período anterior; 
 Índices médios e moda de cada indicador de demanda de assistência; 
 Caracterização da clientela por categoria de cuidado em cada espaço físico; 
 Caracterização da clientela por categoria de cuidado em cada especialidade; 
 Quantificação de pessoal ideal para o atendimento da demanda de cuidado 
identificada para cada área (segundo a aplicação da fórmula do COFEN 293/2004). 
 
 
FEEDBACK 
DIRETORES/SUPERVISORES/ SEEC 
Encaminhar relatórios ao Diretor do Departamento de Enfermagem HC, como responsável 
técnico pela enfermagem da Instituição. 
Apresentar e discutir os resultados, com a equipe assistencial de cada unidade 
assistencial. 
Correlacionar a demanda com as dificuldades para realização da assistência, bem como 
ouvir sugestões de melhoria para a instituição. 
 
 
 
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Data: 
25/03/2014 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P5 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Edineis de Brito Guirardello 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 27 - 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
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Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P6 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 28 - 
2. PROCESSOS DE TRABALHO DA ASSESSORIA TÉCNICO-
OPERACIONAL DE ENFERMAGEM 
 
EN.P6 – ELABORAÇÃO, AVALIAÇÃO, VALIDAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE 
ESCALAS DE TRABALHO DE ENFERMAGEM 
 
ELABORAÇÃO DA ESCALA MENSAL 
 
SUPERVISOR E/OU ENFERMEIRO DA UNIDADE ASSISTENCIAL 
QUANTO À JORNADA DE TRABALHO E FOLGAS 
Cumprir a jornada de trabalho vigente na instituição, sendo que as escalas dos plantões 
manhã (M) e tarde (T) são elaboradas de acordo com o número de folgas do mês, e para 
o noturno (N), o número de plantões. Aos profissionais do Processo Trabalhista (12x60) 
que trabalham no período diurno não é permitido exceder 35 horas semanais. 
Os finais de semana e feriados devem estar destacados na escala. 
O dia da reunião mensal da Unidade deve ser informado no campo de observações da 
escala. 
Folgas consecutivas na escala poderão ser permitidas, com autorização da chefia desde 
que seja mantido o número adequado de pessoal. 
Não é permitido reservar folgas previstas no mês, para usufruí-las em meses posteriores. 
O supervisor deve disponibilizar, na primeira semana de cada mês, o rascunho da escala 
do mês subsequente, no posto de trabalho, para que a equipe possa discutir e negociar 
suas preferências. 
A escala deverá ser entregue pronta ao diretor de serviço, até o dia 20, e ao DENF até o 
dia 24 do mês, contendo a assinatura e carimbo do supervisor e diretor de serviço. 
Ao profissional é permitido registrar 03 preferências na escala, as quais serão atendidas, 
dentro do possível. 
Na escala eletrônica a sua efetivação e validação será feita pelo supervisor e em datas 
pré-determinadas pela DRH. 
As alterações nas escalas só poderão ser realizadas pelo supervisor ou pelo enfermeiro 
da unidade. 
O supervisor deverá manter o controle do banco de horas dos servidores (máximo de 24 
horas). 
 
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ENFERMAGEM 
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Data: 
25/03/2014 
 
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29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P6 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 29 - 
QUANTO AOS CÓDIGOS DA ESCALA 
As escalas devem obedecer aos códigos, para trabalhadores UNICAMP / FUNCAMP em 
situações especiais, como: 
 Horas em haver = ex: 18h 
 Devendo horas = ex: -3h 
 Sem crédito ou débito = ex: 0h (zero) 
 Cursos, Jornadas e Congressos fora da UNICAMP = registrar LW na escala e no 
cartão de ponto, nos dias das dispensas. 
 Cursos, Jornadas e Congressos na UNICAMP = registrar na escala. Assinar o 
cartão de ponto nos dias das dispensas. 
 Para os três turnos deve-se considerar a Folga Assiduidade, que será lançada na 
escala, com o código FA. 
 
QUANTO À INCLUSÃO OU EXCLUSÃO DE PROFISSIONAIS NA ESCALA 
A escala deve conter o número de vagas certificadas por categoria, os nomes dos 
profissionais em ordem alfabética, do cargo, regime de trabalho, conforme siglas: U 
(Unicamp); F (Funcamp); U/T (Unicamp temporário); F/S (Funcamp Secretaria) e o 
número do COREN-SP. 
O nome do Técnico Administrativo/Assistente Administrativo/Administrativo e/ou Oficial de 
Enfermaria deve constar da escala de serviço. 
Os profissionais recém-admitidos devem constar na escala a partir da data de admissão, 
sendo que no período em que estiverem participando do treinamento admissional colocar 
na observação: “Treinamento na SEEC”. 
Manter na escala os nomes dos profissionais que estejam afastados até seis meses. Após 
os 06meses, encaminhar o nome do profissional ao DENF. 
Para os casos de licença gestante, licença médica e/ou férias, colocar o código referente 
ao período. 
 
QUANTO AO NÚMERO DE PROFISSIONAIS NA ESCALA 
A escala deve conter o número total de profissionais por dia/categoria, total de 
profissionais extras por dia/categoria e, no final da escala, o total geral de profissionais. 
Não é recomendável que o número de profissionais/dia ultrapasse o dimensionamento 
preconizado. Ajustes entre categorias são realizados mediante avaliação do supervisor. 
O número de dias de trabalho não deve exceder seis dias consecutivos. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
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Data: 
25/03/2014 
 
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29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P6 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 30 - 
É recomendável manter o equilíbrio de vagas/profissionais entre os turnos da manhã, da 
tarde e do noturno, evitando sobrecargas de trabalho. 
 
QUANTO AO ENCAMINHAMENTO DA ESCALA PARA O DENF 
A escala deve conter o nome da Unidade, das especialidades, número de leitos, plantões 
(M/T/N), ano e mês, constando assinaturas e carimbos do Diretor e Supervisor da área. 
A escala deve ser encaminhada ao DENF até o dia 24 de cada mês. 
 
ANÁLISE E VALIDAÇÃO DA ESCALA MENSAL 
ASSISTENTE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO DO DENF 
Todas as escalas serão analisadas para atender ao determinado na sua elaboração. 
As horas extras solicitadas não devem ultrapassar o número de vagas da área. 
Analisar: 
 Vagas por categoria; 
 Transferências efetivadas por área e/ou turno; 
 Inserção de recém-admitidos; 
 O Índice de Segurança Técnica adotado pelo DENF é de 15% contemplando 
ausências previstas e não previstas; 
 Distribuição equilibrada dos profissionais por categoria; 
 Número de folgas, meses nos quais são atribuídas folgas assiduidade e plantões 
por profissionais. 
Comunicar Diretora da área das horas extras liberadas. 
 
VALIDAÇÃO DA ESCALA MENSAL 
Após a análise, encaminhar para a validação do Diretor/Responsável Técnico do DENF. 
 
DISTRIBUIÇÃO DA ESCALA MENSAL 
SECRETARIA DO DENF 
Solicitar realização de cópias das escalas originais. Enviar as originais às áreas, 
acompanhadas de cópia, caso solicitado. Manter uma cópia no DENF. 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
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N
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Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P6 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 31 - 
DIRETORIA DA ÁREA 
Uma cópia de cada escala ficará arquivada no DENF por 05 anos e disponíveis para 
consultas do COREN-SP, após esse período seguir a tabela de temporalidade de 
documentos de da DGRH / SIARQ. 
 
TROCA DE FOLGA/PLANTÃO - CRITÉRIOS PARA AUTORIZAÇÃO 
Acordo Coletivo da UNICAMP – GR 01/2006 de 07/11/2006 
 
Cláusula Quinta – das trocas de plantão em escala noturna 
Os servidores que se ativam no sistema de plantão noturno no HC, CAISM, 
HEMOCENTRO e GASTROCENTRO, caso seja do seu interesse, poderão trocar 
seus plantões, no limite de 2 (duas) trocas mensais, desde que haja autorização 
superior. 
5.1 Em havendo a troca de plantões noturnos, nos limites do presente acordo, para 
atender as preferências de folgas dos servidores, o regime de compensação 
poderá ser alterado para 12 (doze) horas de trabalho por 12 (doze) horas de 
descanso, sempre observando o limite de 2 (duas) trocas mensais por servidor. 
5.2 As chefias poderão solicitar a troca de plantões noturnos, para atendimento de 
interesse da administração e com a finalidade de suprir eventuais faltas nas 
equipes de trabalho, também limitadas a 2 (duas) oportunidades por mês. 
 
Cláusula Sexta – Das trocas de plantão em escala diurna 
Os servidores que se ativam em jornada de 6 (seis) horas, no período diurno , em 
regime de escalas de segunda a segunda no HC, CAISM, HEMOCENTRO e 
GASTROCENTRO, caso seja do seu interesse, poderão trocar seus plantões, no 
limite de 2 (duas) trocas mensais, a fim de adequar suas preferências de folgas, 
desde que haja autorização superior. 
6.1 Nas dobras de plantões diurnos serão assegurados um intervalo para refeição 
de 30 minutos, decorrente da somatória dos dois períodos de descanso dos 
plantões originais, tendo em vista ser do interesse dos próprios trabalhadores, 
conforme reivindicação apresentada pelo STU. 
6.2 As chefias poderão solicitar a troca de plantões diurnos, para atendimento de 
interesse da Administração e com a finalidade de suprir eventuais faltas nas 
equipes de trabalho, também limitadas a 2 (duas) oportunidades por mês. 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
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Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P6 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 32 - 
As trocas necessitam ser comunicadas com antecedência ao Enfermeiro/Supervisor e/ou 
Diretor; sendo as trocas entre enfermeiros de responsabilidade do supervisor e as trocas 
entre técnicos/auxiliares de responsabilidade do enfermeiro/supervisor da unidade. 
Trocas de folgas/plantões entre categorias profissionais serão realizadas mediante 
avaliação e autorização do supervisor. 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P7 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃOSE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 33 - 
EN.P7 – SOLICITAÇÃO DE TRANFERÊNCIAS INTERNAS E EXTERNAS 
DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM 
 
CONCEITO 
São consideradas transferências as mudanças de local de trabalho ou de turno, dentro da 
área e entre as áreas do Departamento de Enfermagem (DENF). 
O trabalhador que deseja ser transferido deve fazer pedido formal ao Supervisor da área, 
obedecendo a critérios. 
 
TRANSFERÊNCIA INTERNA (MESMA ÁREA) 
CONDUTAS PARA TRANSFERÊNCIA INTERNA 
O Diretor/ Supervisor deve inserir o nome do trabalhador na lista da área. 
Para efetivar a transferência, devem ser considerados os critérios referentes a perfil para 
a vaga e desempenho profissional. 
 
CRITÉRIOS REFERENTES AO PERFIL PARA O TURNO SOLICITADO 
Assiduidade – o trabalhador não possui faltas injustificadas, ele se preocupa em 
comunicar todas as ausências com antecedência para que a assistência não seja 
prejudicada e não ocorra sobrecarga de trabalho para equipe. 
Pontualidade – o trabalhador se preocupa em cumprir a sua jornada de trabalho e seus 
compromissos no tempo estipulado. Não possui atrasos. Exceção – creche área de saúde 
10 minutos. 
Qualidade do trabalho – o trabalho é organizado, planejado, produtivo e atende aos 
padrões estabelecidos pela instituição. 
Cumprimento de normas e regras – o trabalhador conhece as normas e regras 
orientadas e cumpre as atividades dentro destas. Possui visão sistêmica e consegue 
propor pontos de melhoria quando julga que as normas e regras podem ser alteradas 
para benefício da Instituição. 
Relacionamento com a equipe / chefia – o trabalhador se relaciona com a equipe de 
forma profissional e respeitosa. Demonstra preocupação em atender as necessidades dos 
colegas de trabalho e da chefia de forma harmoniosa. 
Relacionamento com o usuário/paciente / familiar / visitante – o trabalhador se 
relaciona de forma profissional e respeitosa. Demonstra preocupação em atender as 
necessidades dos usuários/pacientes. Faz as orientações adequadas ao usuário/paciente 
/ familiar / visitante. Atende prontamente quando é solicitado. 
 
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ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P7 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 34 - 
Responsabilidade – o trabalhador desenvolve todas as atividades propostas de sua 
competência. Assume erros e os comunica imediatamente ao responsável. Procura 
envolver-se com as atividades e propor pontos de melhorias, assumindo os resultados 
das mudanças. 
Processos éticos – não estar envolvido em ocorrências que estejam sendo apuradas 
pela Comissão de Ética de Enfermagem (CEE)/ HC e nem na Comissão Processante 
Permanente (CPP) /UNICAMP. 
 
CRITÉRIOS REFERENTES AO DESEMPENHO PROFISSIONAL 
A avaliação do desempenho profissional será obtida por meio da análise do Processo de 
vida funcional disponível no RH / HC e avaliação técnica, administrativa e interpessoal. 
 
CRITÉRIOS PARA DESEMPATE 
Caso haja mais de um profissional interessado pela vaga, adotar os seguintes critérios 
para desempate: 
 Ser funcionário da unidade (transferência de turno) 
 Tempo na instituição, que só poderá ser utilizado se a solicitação da transferência 
tiver sido feita há mais de seis meses; 
 Data do pedido; 
 Tempo na função; 
 Matrícula. 
 
CRITÉRIOS REFERENTES À SAÚDE OCUPACIONAL PARA POSTOS ESPECIAIS 
(Periculosidade) 
Aptidão para o novo posto de trabalho. 
Avaliação médica pelo SESMT (UNICAMP / FUNCAMP). 
 
OBSERVAÇÕES 
Comunicar a Divisão de Recursos Humanos / HC (DRH/HC) para alterar o turno e solicitar 
inclusão de adicional para o noturno. 
O tempo mínimo para solicitar nova transferência dentro da mesma área é de um ano, 
para evitar trocas frequentes e oportunidades para outros trabalhadores. 
 
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ENFERMAGEM 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P7 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 35 - 
O trabalhador deverá passar por avaliação técnica, administrativa e interpessoal contínua, 
para verificar a adaptação e desempenho no turno e posto de trabalho. O trabalhador 
poderá a qualquer momento retornar para o turno de origem. 
 
SELEÇÃO INTERNA POR PROCESSO SELETIVO 
CONCEITO 
Seleção de profissional, já atuante na instituição, para vaga em área específica. 
 
 DIRETOR DA ÁREA/SUPERVISOR 
 Solicitar ao DENF abertura do processo 
 Elaborar o edital de acordo com modelo estabelecido definindo os pré-requisitos, 
processo de avaliação (avaliação do processo funcional, análise de currículo, 
entrevista entre outros), informações sobre as inscrições e outras observações 
pertinentes. 
 Encaminhar o Edital ao DENF para apreciação e divulgação. 
 Realizar o processo seletivo. 
 Encaminhar resultados ao Departamento de Enfermagem. 
 Fazer o despacho na solicitação de transferência de todos os candidatos e anexar 
carta com os resultados e agradecimento pela participação. 
 
DENF 
 Autorizar a abertura do processo. 
 Divulgar o processo para as áreas. 
 Receber as inscrições dos candidatos, se indicado. 
 Encaminhar a listagem dos candidatos inscritos ao Diretor da Área responsável 
pelo processo. 
 Gerenciar a transferência do candidato selecionado. 
 
SEEC 
 Participar das etapas do processo seletivo, a critério do Diretor. 
 
 
 
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ENFERMAGEM 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
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29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P7 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 36 - 
 
CANDIDATO 
 Efetuar inscrição na Secretaria do DENF, mediante entrega de ficha de solicitação 
de transferência. 
 
 
TRANSFERÊNCIA EXTERNA (ENTRE AS ÁREAS) 
CONDUTAS PARA TRANSFERÊNCIA EXTERNA 
O trabalhador deve agendar horário no DENF e levar o impresso de transferência 
preenchido e assinado pelo funcionário e supervisor com a ciência do diretor. 
O impresso será encaminhado ao Diretor da área solicitada, que avaliará o interesse do 
solicitante por meio de entrevista. Após a avaliação, retornar o impresso ao DENF, com o 
parecer do entrevistador. 
O impresso de transferência tem validade por 01 ano. 
A área que recebe o funcionário transferido deve fazer o comunicado para a DHR/HC 
alterar alotação e turno do trabalhador e solicitar inclusão de adicional para o período 
noturno. 
 
CRITÉRIOS DE DESEMPATE PARA TRANSFERÊNCIA EXTERNA 
Quando houver mais de um candidato para a mesma vaga, o 
Diretor/Supervisor/Responsável de área de Enfermagem considerará a seguinte ordem 
para a escolha: 
 Lista de transferência, seguindo os mesmos critérios da transferência interna. 
 Processo Seletivo (recrutamento interno, seleção de candidatos), dependendo da 
área. 
 
OBSERVAÇÕES 
O trabalhador transferido deverá ser avaliado continuamente e se não apresentar o 
desempenho esperado, retornará à Área de origem, a qualquer momento, se houver vaga 
ou será realocado conforme vagas disponíveis no DENF/HC e aguardar vaga na sua área 
de origem. 
O trabalhador transferido que não se adaptar na nova área, poderá solicitar retorno para a 
área de origem, existindo a vaga ou para vagas disponíveis no DENF. 
Trabalhadores recém - admitidos poderão fazer o seu primeiro pedido de transferência 
após um ano na instituição. 
 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P7 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 37 - 
Trabalhadores contemplados com transferência de área, só poderão solicitar nova 
transferência após dois anos. 
A transferência de turno na mesma área poderá ocorrer a qualquer momento, respeitando 
os critérios de transferência interna. 
Para áreas com postos de periculosidade (Medicina Nuclear, Radioterapia, Raios-x, 
Cateterismo Cardíaco, Centro Cirúrgico) a candidata à vaga não poderá estar grávida no 
momento da transferência. 
Trabalhadores do quadro de pessoal do Departamento de Enfermagem que assumirem 
Serviços dentro ou fora do HC, ao retornarem seguirão as normas de transferência 
vigente. 
Enfermeiros ao deixarem o cargo de chefia, de imediato, podem escolher a vaga de 
preferência dentre as disponíveis ou concorrer ao Processo Seletivo vigente. 
Enfermeiros que ocupam cargo de chefia que não desejam continuar no cargo podem 
solicitar transferência de área, seguindo as normas do Departamento de Enfermagem. 
Ao ser transferido de área ou turno o trabalhador, se necessário, poderá ter sua 
programação de férias alterada. 
Os trabalhadores com laudo de restrição laboral, emitido pelo INSS, não obedecerão aos 
critérios de transferência interna, serão readaptados respeitando suas limitações, 
conforme a existência de vaga. 
Toda transferência deverá ser comunicada previamente entre as áreas, devendo o 
funcionário assumir o novo posto de trabalho na escala do mês seguinte. 
Os casos não contemplados nessa norma devem ser tratados pelo Departamento de 
Enfermagem. 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
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Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P8 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Ana Tereza Piton 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 38 - 
EN.P8 – RETORNO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM POR 
AFASTAMENTOS PROLONGADOS - REINSERÇÃO E READAPTAÇÃO 
 
RETORNO DE AFASTAMENTOS PROLONGADOS - REINSERÇÃO 
CONCEITO 
Retorno ao trabalho de profissionais que ficaram afastados por licença médica num 
período igual ou superior a 180 dias. 
 
Fluxo do Retorno: 
Todo funcionário ao retornar do afastamento prolongado deve: 
 Apresentar a alta do INSS e passar por avaliação do médico do trabalho (DSSO 
UNICAMP / SESMT FUNCAMP). 
 
MÉDICO DO TRABALHO 
Emitir Atestado de Saúde Ocupacional (ASO). 
 
FUNCIONÁRIO 
Apresentar à DRH o ASO para efetivar o retorno ao trabalho. 
 
RECURSOS HUMANOS 
Encaminhar o funcionário ao DENF. 
 
DENF 
Receber o funcionário, verificar a área de origem e o turno em que ele estava antes do 
afastamento e avaliar, caso a caso, a possibilidade do funcionário retornar para a mesma 
área e turno. 
Encaminhar o funcionário para a área onde foi alocado. 
Casos em que o funcionário não tenha condições de retorno, à mesma área e turno, 
devem ser tratados individualmente, junto à DRH. 
 
 
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ENFERMAGEM 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P8 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Ana Tereza Piton 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 39 - 
READAPTAÇÃO 
CONCEITO 
Consiste em oferecer condições adequadas de trabalho ao funcionário portador de 
limitações física e/ou emocionais, de maneira a permitir o exercício profissional 
satisfatório, após inclusão no programa de reabilitação profissional do INSS ou DPME 
(Departamento de Perícia Médica do Estatutário). 
O trâmite geral deste processo encontra-se descrito no Manual da Divisão de Recursos 
Humanos (recursos_humanos.pdf). 
 
Fluxo da Readaptação 
DENF 
Receber a informações e orientações da DRH sobre a situação de retorno do funcionário 
e participar na elaboração da rotina a ser estabelecida ao funcionário em questão. 
 
PROGRAMA PARA REINSERÇÃO / READAPTAÇÃO DO FUNCIONÁRIO 
Explicar todo o processo de retorno para o funcionário: 
 Plano de reinserção - o enfermeiro supervisor da área deve descrever as atividades 
que o funcionário irá desempenhar nos primeiros 10 dias do retorno. O funcionário 
deve registrar seu grau de dificuldade para executar as funções planejadas. 
 Treinamento Técnico – elaborado pelo enfermeiro supervisor da área, enfatizando 
as atividades planejadas para o seu retorno. 
 Avaliação – realizada aos 15 e aos 30 dias do retorno, pelo enfermeiro supervisor 
da área. Encaminhar as fichas de avaliação e o cronograma de treinamento 
assinado pelo funcionário e diretor da área para o Departamento de Enfermagem, 
para juntar em processo de vida funcional na DRH. 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAISE COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/recursos_humanos.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P9 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Míriam Rizzioli Santos, Wilma Aparecida Nunes, Eliete Boaventura Bargas. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 40 - 
EN.P9 – ELABORAÇÃO DOS PROCESSOS SELETIVOS E ATUAÇÃO EM 
CONCURSOS PÚBLICOS 
 
SOLICITAÇÃO DE ABERTURA DE PROCESSO SELETIVO 
ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM 
Ao verificar que não há mais candidatos concursados ou tempo de vigência expirado, 
solicitar abertura de novo processo seletivo, seja UNICAMP ou FUNCAMP. 
DEFINIR TIPO DE CONTRATAÇÃO 
 SUMÁRIA 
o Contratação temporária, habitualmente utilizada para cobertura de 
afastamentos. 
 CONCURSO PÚBLICO 
o Contratação sem prazo determinado, utilizado para reposição de vagas por 
demissões, aposentadorias, óbitos ou ampliação de quadro. 
 
PROCESSO SELETIVO 
DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS - HC 
Publicar o edital com as exigências para a função solicitada, aprovada pelo Departamento 
de Enfermagem. 
Para concurso público: 
 Receber as inscrições dos candidatos; 
 Solicitar elaboração da prova técnica do Departamento de Enfermagem; 
 Solicitar formação da banca examinadora. 
Para seleção sumária: 
 Receber os currículos dos candidatos e documentos solicitados; 
 Encaminhar ao Departamento de Enfermagem para análise. 
 
PARA SELEÇÃO SUMÁRIA 
ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM 
Deferir ou indeferir candidatos. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P9 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Míriam Rizzioli Santos, Wilma Aparecida Nunes, Eliete Boaventura Bargas. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 41 - 
Pontuar currículo com base nos critérios definidos por função, incluindo: 
 Experiência; 
 Cursos na área; 
 Cursos adicionais (informática, línguas e outros); 
 Atividades de ensino. 
As notas devem ser de 0 a 10 pontos. 
Encaminhar listagem de notas do currículo ao RH-HC. 
 
DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS - HC 
Publicar resultado da análise de currículo e convocação para entrevista dos candidatos 
classificados. 
 
ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM 
Realizar entrevista dos candidatos e emitir notas de 0 a 10 pontos. 
Classificar os candidatos e listar em ordem decrescente. 
Encaminhar para o RH-HC que deve fazer o cálculo da nota final e enviar para 
Funcamp/Unicamp para publicação. 
 
PARA CONCURSO PÚBLICO 
ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM E SEEC 
Elaborar as provas (objetiva e dissertativa) com base na bibliografia publicada. 
Construir o gabarito de correção. 
Constituir a banca examinadora com profissionais do Departamento de Enfermagem, 
contando obrigatoriamente com os enfermeiros da Educação Continuada. 
Encaminhar os documentos acima descritos para o RH-HC. 
 
DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS - HC 
Providenciar número de provas necessárias para o concurso. 
Aplicar as provas em data e local pré – determinados. 
Retirar das provas o nome do candidato, substituindo-o por número de controle. 
Encaminhar provas para o Departamento de enfermagem para correção. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
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N
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P9 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Míriam Rizzioli Santos, Wilma Aparecida Nunes, Eliete Boaventura Bargas. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 42 - 
ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM E SEEC 
Efetuar a correção e emitir a nota de 0 a 10 pontos. 
Encaminhar listagem de notas ao RH-HC. 
 
DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS - HC 
Publicar resultado das provas e convocação para entrevista dos candidatos classificados. 
 
ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM E SEEC 
Realizar entrevista dos candidatos, utilizando instrumento padrão e emitir notas de 0 a 10 
pontos. 
Classificar os candidatos e listar em ordem decrescente. 
Encaminhar para o RH-HC que deve fazer o cálculo da nota final e enviar para 
Funcamp/Unicamp para publicação. 
 
CHAMADA DO CANDIDATO PARA PREENCHIMENTO DE VAGA 
 
ASSISTENTE TÉCNICO-OPERACIONAL DE ENFERMAGEM 
Apontar as vagas ao RH-HC. 
 
DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS - HC 
Convocar o candidato de acordo com a ordem de classificação. 
O RH-HC e o DENF disponibilizam e adequam as vagas de acordo com o perfil do 
candidato. 
Iniciar processo de admissão. 
 
OBSERVAÇÕES 
Existe a possibilidade do candidato questionar o resultado do processo seletivo e entrar 
com recurso. A justificativa da classificação final deve ser construída com argumentos 
fornecidos pela Assistente Técnico-Operacional e Educação Continuada. 
Os candidatos aprovados em concurso do HC podem ser convocados pelas outras 
instituições da área da Saúde da UNICAMP, exceto Hospital de Sumaré. 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
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N
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P9 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Míriam Rizzioli Santos, Wilma Aparecida Nunes, Eliete Boaventura Bargas. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 43 - 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
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Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P10 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, YveteCarvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Mariza Cavalcante Lino. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 44 - 
EN.P10 – DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL 
 
QUADRO FUNCIONAL DE ENFERMAGEM 
O quadro de profissionais de enfermagem do HC-UNICAMP é determinado, junto a 
Superintendência, RH-HC e DGRH-UNICAMP, nos aspectos numéricos, categorias 
profissionais e cargos. 
A revisão do quadro pode ser efetuada em situações tais como: 
 Alteração do número de leitos; 
 Alteração no processo de trabalho, seja por exclusão ou por acréscimo de 
atividades; 
 Alteração da demanda de cuidados dos usuários/pacientes; 
 Adequação à resolução vigente do Conselho Federal de Enfermagem e outros 
órgãos reguladores; 
 Reestruturações hierárquicas; 
 Atualização anual por exigência da fiscalização do Conselho Regional de 
Enfermagem. 
 
RESPONSABILIDADES DO DIRETOR / RESPONSÁVEL DE ÁREA 
 A área deve apresentar ao DENF as necessidades para prestar a assistência de 
enfermagem. 
 Fundamentar a informação em dados mensuráveis utilizando o instrumento de 
classificação de pacientes, de carga de trabalho ou o banco de dados de produção 
do serviço. 
 Elaborar a proposta de dimensionamento de pessoal. 
 
RESPONSABILIDADES DO DENF 
 Analisar a proposta quanto a: 
o Produtividade da área; 
o Adequação do processo de trabalho; 
o Déficit de desempenho dos profissionais 
o Tempo de duração da demanda (temporária ou definitiva); 
o Mudança no perfil da unidade. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P10 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Mariza Cavalcante Lino. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 45 - 
 Validar ou não a solicitação juntamente com a chefia da área 
 No caso de necessidade de revisão do quadro de pessoal, as possibilidades de 
resolução serão: 
o Remanejar os profissionais entre as áreas do HC-UNICAMP; 
o Autorizar horas extras para suprir a necessidade momentânea; 
o Solicitar o aumento de quadro funcional; 
 Documentar a situação, a proposta e impacto no quadro funcional em formulário 
específico em conjunto com a diretoria da área; 
 Encaminhar ao RH-HC para submeter à discussão e negociação com 
Superintendência, caso necessário. 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P11 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 46 - 
EN.P11 – REMANEJAMENTO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM 
 
CONSIDERANDO QUE: 
“A prestação dos serviços e ações de saúde aos usuários, de qualquer natureza ou 
condição, no âmbito do estado de São Paulo, será universal e igualitária”, nos termos do 
artigo 2º, Lei Complementar n 791. nove de Março de 1995, artigo 1º, Lei 10.241 de 17 
de Março de 1999. 
“São direitos dos usuários dos serviços de saúde no Estado de São Paulo ter atendimento 
digno, atencioso e respeitoso; ter assegurado, durante as consultas, internações, 
procedimentos diagnósticos e terapêuticos e na satisfação de suas necessidades 
fisiológicas: a sua integridade física, a privacidade, a individualidade, o respeito aos seus 
valores éticos e culturais e segurança no procedimento”. Artigo 2º, I e XIV. 
“Cabe ao Enfermeiro, privativamente, o planejamento, organização, coordenação, 
execução e avaliação dos serviços da assistência de Enfermagem”, artigo 8º, Lei 
7.498/1986. 
“Cabe ao Enfermeiro, privativamente, a participação na elaboração de medidas de 
prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados aos pacientes 
durante a assistência de Enfermagem”, artigo 9º, da Lei 7.498/1986. 
O Profissional de Enfermagem “respeita a vida, a dignidade e os direitos humanos, em 
todas as suas dimensões”, Princípios Fundamentais do Código de Ética dos Profissionais 
de Enfermagem (CEPE), Resolução do COFEN 311/2007. 
O Profissional de Enfermagem “atua na promoção, prevenção, recuperação e reabilitação 
da saúde, com autonomia e em consonância com os preceitos éticos e legais”, Princípios 
Fundamentais do CEPE. 
O Profissional de Enfermagem “exerce suas atividades com competência para a 
promoção da saúde do ser humano na sua integridade, de acordo com os princípios da 
ética e da bioética”, Princípios Fundamentais do CEPE. 
O Profissional de Enfermagem “exerce a profissão com justiça, compromisso, equidade, 
resolutividade, dignidade, competência, responsabilidade, honestidade e lealdade”, artigo 
5º, das Responsabilidades e Deveres, das Relações Profissionais do CEPE. 
É direito do Profissional de Enfermagem “recusar-se a executar atividades que não sejam 
de sua competência técnica, científica, ética e legal ou que não ofereçam segurança ao 
profissional, à pessoa, família e coletividades” artigo 8º, das Relações com a Pessoa, 
Família e Coletividades, do CEPE. 
É responsabilidade e dever do Profissional de Enfermagem “assegurar à pessoa, família e 
coletividades assistência de enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, 
negligência ou imprudência”, artigo 12º, das Responsabilidades e Deveres, das Relações 
com a Pessoa, Família e Coletividade do CEPE. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
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Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P11 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 47 - 
É responsabilidade e dever do Profissional de Enfermagem “avaliar criteriosamente sua 
competência técnica, científica, ética e legal e somente aceitar encargos ou atribuições,quando capaz de desempenho seguro para si e para outrem”, artigo 13º das 
Responsabilidades e Deveres, das relações com Pessoa, família e coletividade, seção I, 
Do CEPE. 
O Hospital das Clínicas trata-se de um Hospital Universitário, Público, de nível terciário e 
quaternário, com alto nível de complexidade em todos os seus segmentos. 
Compõem a Equipe de Enfermagem do Hospital das Clínicas os profissionais 
Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem, com registro no Conselho Regional 
de Enfermagem, do Estado de São Paulo. 
Há um contrato de trabalho em que “o servidor se obriga a aceitar o regime de trabalho de 
rodízio, pelo que fica obrigado a trabalhar em dias considerados feriados, pontos 
facultativos, sábados e domingos, bem como no plantão noturno, em regime de 
compensação”. 
Há falta de conhecimento de leis e regulamentações sobre a garantia da assistência ao 
paciente nos serviço de Saúde, gerando resistência e não aceitação por parte de alguns 
profissionais de Enfermagem diante da solicitação de remanejamento. 
A recusa do atendimento ao remanejamento caracteriza insubordinação, portanto, uma 
falta grave, passível de medidas disciplinares, de acordo com a Portaria 176/90, da 
UNICAMP, conforme texto abaixo: 
“Caracterizam-se como faltas graves as que afetarem o decoro, o prestígio e o bom 
andamento dos trabalhos, ou por causarem embaraços aos fins que a Universidade 
se propõe, quando se insubordinar”. 
 
RESPONSABILIDADES NO REMANEJAMENTO DE PROFISSIONAIS DE 
ENFERMAGEM 
Considerando os argumentos acima, sugerem-se as seguintes regras para realização dos 
remanejamentos internos entre os profissionais de enfermagem, cabendo 
responsabilidades para os diferentes profissionais envolvidos: 
 
O Enfermeiro Supervisor do Serviço de Enfermagem deve: 
 Promover cobertura da Equipe de Enfermagem, quando for notificado com 
antecedência da ausência de profissional da equipe ou outra situação que possa 
ocorrer danos aos pacientes assistidos; 
 Manter o dimensionamento da escala de plantão coerente com a complexidade da 
Unidade; 
 Manter a escala mensal diariamente equilibrada. 
 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P11 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 48 - 
O Enfermeiro Assistencial Responsável da Unidade que teve a ausência do 
Profissional de Enfermagem deve: 
 Avaliar o número de Profissionais de Enfermagem presentes e ausentes; 
 Avaliar com critério a situação da unidade; 
 Realizar o remanejamento interno nos postos de trabalho da unidade e garantir 
assistência de enfermagem aos pacientes; 
 Notificar, no início do plantão, o Supervisor sobre as ausências dos Profissionais 
de Enfermagem, caso não seja viável o remanejamento interno ou não for 
suficiente; 
 Acolher o Profissional de Enfermagem que virá colaborar na assistência, 
juntamente com o Supervisor; 
 Conhecer o Profissional de Enfermagem remanejado, que irá exercer suas 
atividades dentro da Unidade, como por exemplo: categoria, capacidade técnica, 
habilidades, local de origem e limitações físicas e/ou técnicas; 
 Supervisionar e oferecer suporte técnico ao Profissional de Enfermagem; 
 Registrar no livro de plantão; 
 Notificar, por escrito, o Enfermeiro Supervisor, a Diretoria do Serviço de 
Enfermagem as condições de trabalho, a complexidade dos pacientes e os 
cuidados não realizados, quando o remanejamento não foi concretizado. 
 
A Equipe de Enfermagem que receberá outro profissional deve: 
 Passar o plantão dos pacientes; 
 Orientar o profissional sobre as rotinas específicas; 
 Não colocar o Profissional em situação de risco; 
 Promover o bom relacionamento; 
 Não gerar conflitos; 
 Agir com ética. 
 
O Enfermeiro Supervisor de plantão cabe: 
 Avaliar a situação exposta pelo enfermeiro; 
 Buscar uma solução plausível, dentro das possibilidades existentes no Hospital; 
 Verificar qual Serviço de Enfermagem tem possibilidade de liberar um ou mais 
Profissionais de Enfermagem; 
 Consultar o Enfermeiro Responsável verificando a viabilidade de ceder um 
Profissional de Enfermagem; 
 Encaminhar o Profissional de Enfermagem até a unidade que necessita o 
remanejamento; 
 Fornecer ao Enfermeiro Responsável da unidade informação do Profissional de 
Enfermagem que irá colaborar na Assistência de Enfermagem; 
 Notificar o Enfermeiro Assistencial, responsável pela unidade, caso não consiga 
viabilizar o remanejamento; 
 
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ENFERMAGEM 
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Data: 
25/03/2014 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P11 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 49 - 
 Realizar relatório para o Departamento de Enfermagem em situações de 
insubordinação ou outros que julgar pertinente. 
 
O Enfermeiro Assistencial da Unidade que disponibiliza um Profissional de 
Enfermagem deve: 
 Tomar ciência da situação exposta pelo Supervisor de plantão; 
 Avaliar a disponibilidade da Unidade em ceder um Profissional de Enfermagem; 
 Aplicar uma seleção adequada e coerente na escolha de um Profissional de 
Enfermagem; 
 Notificar ao Supervisor de plantão se houver recusa do Profissional de 
Enfermagem, para que sejam adotadas medidas administrativas cabíveis; 
 Realizar anotação da intercorrência. 
 
O Profissional de Enfermagem remanejado deve: 
 Tomar ciência da situação da Unidade de Internação, que necessita de cobertura 
do profissional; 
 Ser encaminhado pelo Supervisor até o local, onde prestará serviços; 
 Ser apresentado ao Enfermeiro Assistencial responsável e sua equipe de trabalho 
na unidade; 
 Receber o plantão dos pacientes; 
 Perguntar e receber informações sobre a rotina do Serviço; 
 Expor suas necessidades e limitações; 
 Não aceitar atribuições que possam colocar em risco a segurança do paciente e de 
si mesmo. 
 Realizar ações de Enfermagem sob a orientação e supervisão do Enfermeiro 
Assistencial Responsável pela unidade; 
 Agir com ética. 
 Notificar, por escrito, ao Supervisor quando ocorrer algo que fere os princípios 
éticos e legais da profissão. 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
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ENFERMAGEM 
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Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOSDE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P12 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Mariza Cavalcante Ferreira Lino. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 50 - 
EN.P12 – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) 
 
Todo funcionário deve receber treinamento e orientação sobre o uso adequado, guarda e 
conservação do EPI, de acordo com o risco de cada atividade, conforme preconizado na 
NR.6, item 6.6 (NR.6 e Portaria nº 3214, de 06/06/78, do MTE NR – 1, item 1.8). 
 
RESPONSABILIDADES DO SST / DENF / SEEC 
 Promover, para os funcionários admitidos na instituição, treinamento técnico 
elaborado pela Educação Continuada sobre as orientações para o uso correto dos 
EPI, de acordo com o posto de trabalho. 
 
RESPONSABILIDADES DO DENF 
 Abrir a ficha individual de EPI, preencher o nome do funcionário, a matrícula, a 
área / setor e a função. 
 Registrar na ficha de EPI a entrega do equipamento ao funcionário, discriminando 
a quantidade, o Certificado de Aprovação (CA), o tipo de equipamento e a data. 
 Entregar o EPI e solicitar a assinatura do funcionário no impresso. 
 Encaminhar a ficha para a área. 
 
DEVERES DO FUNCIONÁRIO 
 Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre Segurança e Medicina do 
Trabalho, inclusive as normas expedidas pela instituição. 
 Utilizar corretamente o EPI e somente para a finalidade a que se destina. 
 Responsabilizar-se pela guarda e conservação do EPI que lhe for confiado. 
 Comunicar ao superior imediato qualquer alteração que o torne impróprio para o 
uso. 
 Cumprir as determinações da instituição sobre o uso adequado, conforme NR.6, 
item 6.7. 
 
RESPONSABILIDADES DO DIRETOR / RESPONSÁVEL DE ÁREA SUPERVISOR 
 Arquivar a ficha de entrega de EPI na área disponibilizando-a para auditoria do 
Serviço de Segurança do Trabalho UNICAMP/FUNCAMP e do Ministério do 
Trabalho e Emprego. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
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Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P12 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Mariza Cavalcante Ferreira Lino. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 51 - 
 Providenciar a reposição do EPI, quando solicitado pelo funcionário e mediante 
necessidade. 
 Caso o funcionário seja transferido, a ficha deve ser encaminhada à Unidade de 
destino para continuidade do registro. 
 As fichas totalmente preenchidas podem ser enviadas para guarda no Processo de 
Vida Funcional. 
 A ficha de funcionário desligado da instituição (demissão ou aposentadoria) deve 
ser encaminhada para guarda no Processo de Vida Funcional. 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
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ENFERMAGEM 
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25/03/2014 
 
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29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P13 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 52 - 
3. PROCESSOS DE TRABALHO DA ASSESSORIA TÉCNICO-
ASSISTENCIAL DE ENFERMAGEM 
 
 
EN.P13 – PROCESSO DE ENFERMAGEM 
 
REFERENCIAL TEÓRICO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM 
 
O Hospital das Clínicas da Unicamp é um Hospital governamental, escola, inserido no 
SUS, com capacidade instalada de 419 leitos, de atenção terciária, nas mais diversas 
especialidades, cuja missão refere o atendimento com excelência no ensino, pesquisa e 
assistência. 
Segundo a Resolução COFEN 358/2009 que dispõe sobre a implementação do Processo 
de Enfermagem em ambientes públicos ou privados. Considera que o Processo de 
Enfermagem organiza o trabalho profissional quanto ao método, pessoal e instrumentos, 
tornando possível a operacionalização do processo de enfermagem. Considera também 
que o processo de enfermagem é um instrumento metodológico que orienta o cuidado 
profissional de Enfermagem e a documentação da prática profissional. 
Sendo assim, padronizamos a terminologia de Processo de Enfermagem nas 
documentações da assistência de enfermagem do Departamento de Enfermagem do HC. 
A documentação de um sistema de comunicação escrita do processo de enfermagem é 
uma necessidade para atender aos processos de assistência, formação e pesquisa. 
O uso dos diagnósticos de enfermagem com definições padronizadas, características 
definidoras e fatores de risco e relacionados, também padronizados oferece uma 
terminologia consistente para a comunicação interdisciplinar e intradisciplinar para o 
cuidado com o usuário/paciente transmitido de um enfermeiro a outro e à identificação 
dos fenômenos que preocupam os enfermeiros na prática clínica. 
O foco na segurança do usuário/paciente e no atendimento baseado em evidências é da 
maior importância para os enfermeiros, haja visto que estes podem identificar e prevenir 
complicações apresentadas pelos usuários/pacientes (NANDA, 2012-2014). 
Existe a necessidade de uma linguagem padronizada de enfermagem para nomear o que 
a equipe de enfermagem faz a fim de dar visibilidade a sua atuação pelos registros e 
permitir a mensuração dos efeitos através de sistemas de informação. 
Diagnóstico de Enfermagem é definido como o “julgamento clínico das respostas e 
experiências do indivíduo, da família ou da comunidade a problemas de saúde e 
processos vitais e reais ou potenciais. O Diagnóstico de Enfermagem constitui a base 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
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Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P13 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 53 - 
para a seleção das intervenções de enfermagem para alcançar resultados pelos quais o 
enfermeiro é responsável”. (NANDA, 2012-2014) 
O modelo para construção do diagnóstico de enfermagem adotado pelo Departamentode 
Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp segue o padrão da North American 
Nursing Diagnosis Association (NANDA) que possibilita comunicação internacional. 
Os diagnósticos de enfermagem são classificados em: diagnóstico de enfermagem real, 
de promoção de saúde, de risco e síndrome. 
Diagnóstico de enfermagem real descreve respostas humanas a condições de saúde e 
processos vitais que existem em um indivíduo, família, grupo ou comunidade. São por 
vezes, chamados de “diagnósticos de problemas”. Os elementos são: o título, a sua 
definição, as características definidoras, que são manifestações, sinais e sintomas, e 
fatores relacionados que são fatores etiológicos ou associados. 
Diagnóstico de promoção da saúde é o julgamento clínico da motivação e do desejo de 
um indivíduo, família, grupo ou comunidade de aumentar o bem-estar e concretizar o 
potencial de saúde humana, conforme manifestado em sua disposição para melhorar 
comportamentos específicos de saúde e que podem ser utilizados em qualquer condição 
de saúde. Os elementos são: o título, a sua definição, as características definidoras, que 
são manifestações, sinais e sintomas, e fatores relacionados que são fatores etiológicos 
ou associados. 
Diagnóstico de risco é o julgamento clínico sobre experiências e resposta humanas a 
condições de saúde e processos vitais que tem elevada probabilidade de ocorrer em um 
indivíduo, família, grupo ou comunidade vulnerável. Os elementos são: o título, a sua 
definição, e fatores relacionados que são fatores de risco que contribuem para o aumento 
da vulnerabilidade. 
Síndrome é o julgamento clínico que descreve um grupo específico de diagnóstico de 
enfermagem que ocorre simultaneamente e são mais bem tratados em conjunto e por 
meio de intervenções similares. Dois ou mais diagnósticos de enfermagem devem ser 
usados como características definidoras/fatores de risco. Os elementos são: o título, a sua 
definição, as características definidoras, que são manifestações, sinais e sintomas, e 
fatores relacionados que são fatores etiológicos ou associados. (NANDA, 2012-2014) 
O levantamento de dados deve ser organizado conforme padrão funcional de Majory 
Gordon para facilitar a identificação dos diagnósticos de enfermagem padronizados pelo 
Departamento de Enfermagem do Hospital de Clínicas da Unicamp. 
Os resultados e intervenções de enfermagem no HC seguem atualmente um sistema 
manual tendo como referência: Nursing Intervention Classification (NIC) e Nursing 
Outcomes Classification (NOC). 
 
 
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ENFERMAGEM 
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Data: 
25/03/2014 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P13 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
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- 54 - 
COMISSÃO DE PROCESSO DE ENFERMAGEM 
 
DEFINIÇÃO DA COMISSÃO DE PROCESSO DE ENFERMAGEM 
Grupo de enfermeiros, com caráter deliberativo consultivo, aberto à participação dos 
interessados, com a meta de nortear e documentar a assistência de enfermagem no HC–
UNICAMP. 
A Comissão é coordenada pela Assessoria Técnico Assistencial do Departamento de 
Enfermagem do HC-UNICAMP e tem a participação de todos os enfermeiros das áreas 
assistenciais e de docentes e discentes da Faculdade de Enfermagem da Unicamp. 
 
FINALIDADE 
 Qualificar o processo de enfermagem favorecendo a implementação de melhorias 
com análise dos indicadores de qualidade e dos processos de trabalho no HC – 
UNICAMP; 
 Adequar a prática de enfermagem no HC às normas preconizadas pelo Cofen e 
Coren-SP para o exercício profissional da enfermagem; 
 Possibilitar pesquisas na área de enfermagem. 
 
ATIVIDADES 
Reuniões agendadas periodicamente para: 
 Revisar os documentos/formulários existentes; 
 Criar formulários adequados às necessidades da enfermagem no Hospital; 
 Estabelecer parceria com a Faculdade de Enfermagem da Unicamp para suporte 
técnico ao desenvolvimento do processo de enfermagem no HC-UNICAMP; 
 Realizar auditoria documental retrospectiva do processo de enfermagem; 
 Desenvolver o raciocínio clínico dos enfermeiros por meio de estudos de casos; 
 
 
HISTÓRICO DA IMPLANTAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM 
 
PERÍODO REALIZAÇÃO 
Dezembro 2006 Estabelecida Sistematização de Assistência de Enfermagem (SAE) 
como diretriz prioritária para o trabalho de enfermagem no HC. 
Estabelecido contrato de trabalho com os Diretores de Enfermagem 
priorizando a diretriz SAE. 
Março 2007 Reativação de um grupo técnico consultivo de enfermagem para a 
construção da SAE. 
Revisão dos formulários existentes. 
Abril 2007 Elaboração dos guias de apoio, treinamento e implantação dos novos 
formulários. 
 
 
 
 
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29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P13 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 55 - 
 
PERÍODO REALIZAÇÃO 
Junho 2007 Treinamento sobre anotações de enfermagem para toda a equipe do 
HC-UNICAMP. 
Abril-Junho 2008 Construção de um programa educativo para desenvolvimento do 
raciocínio clínico dos enfermeiros para o diagnóstico, pela Prof. Dra. 
Maria Helena Baena. 
Agosto 2008 Realização da auditoria sobre o uso dos formulários implantados. 
Setembro 2008 Revisão dos formulários SAE. 
2010 
 
Alteração da nomenclatura SAE para Processo de Enfermagem 
conforme resolução do COFEN 358/2009 
Agosto de 2011 
 
Treinamento para os enfermeiros gestores sobre raciocínio clínico, 
diagnósticos de enfermagem, intervenções e resultados esperados 
pela Profa. Dra. Maria Helena Baena com o objetivo de capacitá-los 
para o repasse aos enfermeiros das áreas. 
Novembro de 2011 Realizada auditoria do Processo de Enfermagem 
Dezembro de 2011 
 
Apresentação das melhorias do Processo de Enfermagem pelos 
gerentes 
Em 2011- 2013 
 
Estudos clínicos mensais apresentados pelos enfermeiros das 
unidades assistenciais e ambulatoriais com a participação do 
Departamento de Enfermagem, da Seção de Enfermagem em 
Educação Continuada e dos docentes da FENF. 
 
 
OPERACIONALIZAÇÃO DO PROCESSO DE ENFERMAGEM DA ADMISSÃO DO 
USUÁRIO/PACIENTE ATÉ 48 HORAS DE INTERNAÇÃO 
 
COMPETE AO ENFERMEIRO DA UNIDADE DE INTERNAÇÃO: 
Apresentar-se ao usuário/paciente e familiares com nome, função e turno de trabalho. 
Entrevistar o usuário/paciente visando conhecer suas condições atuais, pregressas e 
necessidades. 
Efetuar o exame físico seguindo a estrutura de padrão funcional de saúde, descrito no 
“Formulário de Coleta de Dados”. 
 Realizar a entrevista e exame físico em ambiente que preserve a privacidade do 
mesmo e que permita a participação dos familiares ou acompanhantes. 
 Preencher o “Formulário de Coleta de Dados” com o registro dos problemas de 
saúde e manter junto ao processo de enfermagem na unidade para posterior 
arquivo no prontuário do usuário/paciente para consultas. 
 Construir os diagnósticos de enfermagem no impresso “Processo deEnfermagem: 
Diagnóstico e Evolução de Enfermagem” considerando; 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P13 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
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o Todas as informações obtidas na entrevista e exame físico do 
usuário/paciente; 
o O uso da taxonomia da North American Nursing Diagnosis Association 
(NANDA); 
o A resolutividade da enfermagem sobre o diagnóstico identificado. 
 Descrever os resultados e metas esperadas e atingíveis, que consistem nas 
informações que devem refletir nas intervenções, baseadas no diagnóstico 
estabelecido. 
 Elaborar a prescrição de cuidados no impresso “Processo de Enfermagem: 
Prescrição de Enfermagem” correlacionando com os diagnósticos determinados, 
destacando as atividades a serem realizadas pela equipe de enfermagem. 
 Colocar os horários dos cuidados prescritos com início no plantão subsequente, 
utilizando a coluna da data atual apenas até às 24h00. Os cuidados a serem 
realizados a partir desse horário devem ser estabelecidos na coluna do dia 
seguinte, respeitando limite de horário estabelecido conforme tabela de divisão de 
quartos da enfermaria. 
 Elaborar o registro de admissão do usuário/paciente e preencher os itens da escala 
de Braden no impresso “Processo de Enfermagem: Diagnóstico e Evolução de 
Enfermagem”. 
 Orientar a equipe para o cumprimento da prescrição de enfermagem e atuar nas 
funções privativas de sua competência. 
 
 
DIARIAMENTE, DURANTE A INTERNAÇÃO. 
 
COMPETE AO ENFERMEIRO DA UNIDADE DE INTERNAÇÃO: 
 Analisar os registros em prontuário efetuados pelas equipes de enfermagem e 
multidisciplinares, verificando alterações no quadro clínico e de terapêutica. 
 Realizar avaliação (entrevista e exame físico) do usuário/paciente, direcionada aos 
resultados esperados propostos aos diagnósticos. 
 Registrar a evolução de enfermagem no impresso “Processo de Enfermagem: 
Diagnóstico e Evolução de Enfermagem” usando a legenda padronizada e as 
alterações identificadas nas 24 horas. 
 Aplicar e registrar os dados da escala de Braden no impresso “Processo de 
Enfermagem: Diagnóstico e Evolução de Enfermagem” 
 Revisar a prescrição de enfermagem, alterando o que for necessário (inclusão ou 
suspensão) e colocar os horários programados para os cuidados. 
 Orientar a equipe de enfermagem sobre as alterações na prescrição de 
enfermagem. 
 Verificar e fazer cumprir a checagem dos cuidados ministrados pela equipe de 
enfermagem e caso não tenham sido efetuados, justificar por meio da anotação. 
 
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Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 57 - 
OBS – Assinar e carimbar todos os registros do Processo de Enfermagem, contendo 
o nome completo, nº do COREN e categoria profissional. 
 
NO MOMENTO DA ALTA 
 
COMPETE AO ENFERMEIRO DA UNIDADE DE INTERNAÇÃO: 
 Registrar na evolução de enfermagem a síntese das condições do usuário/paciente 
e metas atingidas nos diagnósticos estabelecidos. 
 Documentar encaminhamentos de alta referenciada e orientações referentes a 
medicações, curativos e cuidados. 
 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 58 - 
EN.T1 – TÉCNICA DE REALIZAÇÃO DO HISTÓRICO E EXAME FÍSICO - 
GUIA DE APOIO PARA PRECHIMENTO DO INSTRUMENTO 
 
CONCEITO 
A coleta de dados envolve aspectos relacionados ao Histórico e Exame Físico do 
usuário/paciente contida em um único impresso denominado: Instrumento de Coleta de 
Dados. 
O instrumento contém entrevista clínica semiestruturada e exame físico, composto por 
perguntas abertas e fechadas que visam direcionar o enfermeiro na detecção de 
problemas de saúde que possam ser trabalhados durante a assistência e que possibilitem 
a construção das diferentes etapas do Processo de Enfermagem: 
 Diagnóstico 
 Resultados esperados, 
 Prescrição e 
 Evolução de enfermagem. 
 
Os dados visam apreender o usuário/paciente como um ser humano integral, o que 
significa reconhecer que cada aspecto alterado interfere no desenvolvimento dos demais. 
Por isso, o modo de captar o mundo ao seu redor e o que acontece consigo mesmo está 
relacionado o modo como o sujeito põe em prática os hábitos que o levam a adoecer e o 
modo como mobiliza recursos para enfrentar a situação de adoecimento. 
A construção do instrumento baseou-se nos Padrões Funcionais de Saúde, desenvolvido 
por Gordon (1994), que envolve 11 padrões: 
 Percepção/ Controle da saúde; 
 Nutricional/ Metabólico; 
 Eliminação; 
 Atividade/ Exercício; 
 Sono/ Repouso; 
 Cognição/ Percepção; 
 Autopercepção; 
 Papeis/ Relacionamento; 
 Sexualidade; 
 Enfrentamento/ Tolerância ao estresse; 
 Valores/ Crenças. 
 
PERCEPÇÃO / CONTROLE DA SAÚDE 
Descreve como o indivíduo percebe o seu bem estar e padrões de saúde e como 
cuida/lida com a sua saúde. Inclui a percepção da pessoa sobre sua condição de saúde e 
sua relevância para planejamento de atividades atuais e futuras. Deve contemplar 
aspectos como: Padrão percebido de saúde, bem estar, conhecimento do estilo de vida e 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SSTData: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
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Assinatura 
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do relacionamento com a saúde, conhecimento de medidas preventivas de saúde e 
adesão às prescrições médicas e de enfermagem. 
 
Descrever as expressões usadas pelo usuário/paciente, especialmente àquelas que nem 
sempre estão ligadas à patologia em si: saudades da família, preocupações sobre o 
ambiente hospitalar, inseguranças, etc. Manter as expressões utilizadas pelo 
usuário/paciente ao transcrevê-las, sempre que possível. 
 
ANTECEDENTES PESSOAIS 
 Imunizações: assinalar a alternativa que corresponda à situação de vacinação do 
usuário/paciente; caso usuário/paciente e/ou família não saiba informar se o 
usuário/paciente recebeu todas as vacinas anotar nas observações. 
 Doenças: assinalar a(s) alternativa(s) que correspondam às doenças que o 
usuário/paciente já teve durante sua vida. Caso tenha acontecido qualquer outra 
doença não citada, especificá-la. 
 Reações ao látex – Questão: assinalar a alternativa que corresponda à situação 
de reação (espirros, falta de ar, coceira, rinite etc), aos elementos (luvas de 
borracha, balões de festa, preservativos, chinelos ou outros artigos de borracha) e 
descrever qual reação. 
 Cirurgias realizadas: registrar o(s) tipo(s) de cirurgia(s) as quais o 
usuário/paciente já foi submetido. 
 Medicamentos em uso: assinalar a alternativa que corresponda ao medicamento 
em uso. Caso use alguma medicação não citada, especificá-la. 
 
ANTECEDENTES FAMILIARES 
Assinalar na opção a (a) doença (s) que tenha acometido os pais e/ou irmãos. Caso tenha 
acontecido qualquer doença não citada, especificá-la. 
 
NUTRICIONAL / METABÓLICO 
Descreve o padrão de consumo de líquidos e alimentos relacionados às necessidades 
metabólicas e padrões indicativos da necessidade de suprimentos. Deve contemplar: 
padrão usual de ingesta de alimentos e líquidos, tipos de alimentos e líquidos, peso 
vigente, perda ou ganho de peso, apetite e preferências. 
 
ALIMENTAÇÃO 
Especificar os principais alimentos que o usuário/paciente costuma consumir diariamente. 
 Número de refeições diárias: especificar o número de refeições que costuma 
fazer por dia. 
 Aversões: Descrever o(s) alimento(s) que o usuário/paciente tenha aversão ou 
não consome por alguma crença. 
 
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Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
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 Intolerância: considera-se à lactose, glicose, gorduras, glúten ou outro 
componente citado pelo usuário/paciente ou já definido laboratorialmente. 
 Alergias: caracterizadas pela ingestão de alimentos que levam às manifestações 
cutâneas e/ou respiratórias/pulmonares atenção para – banana, abacate, kiwi, 
mamão papaya, manga, melão, abacaxi, pêssego, tomate, batata, castanha ou 
nozes. 
 Preferências: descrever os alimentos citados pelo usuário/paciente. 
 Dieta especial: caso o usuário/paciente necessite de dieta especial, descrever o 
tipo. 
 Mudança recente de apetite: assinalar a alternativa e descrever a causa. 
 
NUTRIÇÃO 
 Assinalar se usuário/paciente em jejum (especificando o motivo do jejum - para 
realização de exames e/ou intervenção cirúrgica ou decorrente da condição clínica) 
ou tipo de dieta – VO (via oral, enteral ou parenteral). 
 Se estoma, discriminar tipo. 
 Alterações: assinalar a alteração e justificar tempo do ocorrido. 
 Hidratação: líquidos que costuma ingerir: Assinalar a alternativa que represente o 
tipo de líquido ingerido pelo usuário/paciente diariamente. Podem ser assinaladas 
mais do que uma alternativa. Descrever outros tipos de líquidos não citados em 
Outros. Consumo diário: Assinalar a alternativa que corresponda ao valor estimado 
da ingesta hídrica diária do usuário/paciente. 
 Peso: registrar o peso em Kg e especificar se peso real ou estimado. 
 Peso atual / usual: assinalar a alternativa (atual – peso com a balança calibrada) e 
(usual - habitual no usuário/paciente). 
 IMC: calcular o índice considerando a fórmula: Peso atual (quilograma) 
 Altura (metro quadrado) 
 Altura: registrar a altura em metros e especificar se altura real ou estimada. 
 Perda involuntária de peso: assinalar a alternativa. 
 Circunferência abdominal: registrar a circunferência abdominal em cm. 
 Cavidade oral: Registrar anormalidades de lábios (alterações de coloração, 
espessura, e/ou lesões); língua (alterações de coloração, posição, umidade e/ou 
outras alterações - língua saburrosa, lisa, geográfica, etc.), mucosa (gengivites, 
doença periodontal, manchas hemorrágicas ulcerações, atrofias); assoalho, 
palatos, dentes (alteração de coloração, cáries) dentes Informar uso de prótese 
 
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Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
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Assinatura 
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dentária e especificar tipo (fixa e/ou removível) e localização (arcada superior e/ou 
inferior) 
 Temperatura corporal: registrar a temperatura corporal em C 
 Pele: proceder à avaliação dos seguintes itens: 
 Coloração: assinalar a alternativa que corresponda à coloração da pele. Em 
vigência de alteração da coloração, especificar a intensidade (em cruzes); 
 Hidratação: assinalar a alternativa que corresponda à avaliação da hidratação da 
pele. Em vigência de alteração da coloração, especificar a intensidade (em cruzes); 
Realizar avaliação do turgor por meio de pinça da pele envolvendo tecido 
subcutâneo; 
 Umidade: assinalar a alternativa que corresponda à avaliação da umidade da pele; 
 Temperatura: avaliar temperatura da pele com o dorso das mãos em regiões 
homólogas e especificar localização em caso de alteração; 
 Mucosa: proceder à avaliação dos seguintes itens das mucosas oral e ocular: 
 Coloração: assinalar a alternativa que corresponda à coloração das mucosas oral 
e bucal. Em vigência de alteração da coloração, especificar a intensidade (em 
cruzes); 
 Hidratação: assinalar a alternativa que corresponda a hidratação das mucosas 
oral e bucal. Em vigência de alteração da hidratação, especificar a intensidade (em 
cruzes). 
 Cabelos: registrar dados relacionados ao tipo de implantação, distribuição, 
quantidade, coloração, brilho e hidratação. 
 Pelos: registrar dados relacionados à consistência, brilho e comprimento, 
distribuição e quantidade. 
 Unhas: registrar dados relacionados ao ângulo de implantação, superfície, 
consistência, coloração e brilho e alterações (leuconiquia, perioníquia, unhas 
distróficas, entre outras). 
 Drenos: assinalar a presença de drenos, registrar local, tipoe características 
(secreção, odor, volume, aspecto) e presença de sinais flogísticos no sítio de 
inserção. 
 Derivações: assinalar a alternativa que representa o tipo apresentado pelo 
usuário/paciente. Descrever característica do local e do fluído drenado. 
 Cateteres: especificar tipo, localização e finalidade. 
 Incisões: anotar localização e características. 
 
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Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 62 - 
 Lesões de pele / mucosa: anotar característica e localização das lesões 
classificando-as em: Manchas vasculosanguíneas [eritema e púrpura (equimoses, 
petéquias e víbices)]; Manchas pigmentares (manchas leucodérmicas e manchas 
hiperpigmentares), Elevações edematosas (urticária e edema angioneurótico), 
Formações sólidas (pápula, placa papulosa nódulo, nodosidade ou tumor, goma, 
vegetação e verrucosidade); Coleções líquidas (vesícula, bolha, pústula, abscesso, 
hematoma), alterações da espessura (queratose, liquenificação, edema, infiltração, 
esclerose, atrofia), Perdas e reparações teciduais (escamas, erosões, escoriações, 
úlcera, fissura crosta, escara, cicatriz), presentes em qualquer superfície corporal. 
 Sondas: assinalar alternativa e descrever localização e aspecto das secreções. 
 Gânglios linfáticos: descrever a presença de linfonodos palpáveis em cadeias 
superficiais (da cabeça, pescoço, axilar e inguinal) quanto à localização, 
tamanho/volume, consistência, mobilidade, sensibilidade, sinais flogísticos. 
 
 
ESCALA DE BRADEN 
É uma escala que determina se o usuário/paciente é de risco ou não para úlcera por 
pressão. Possui seis itens (percepção sensorial, umidade, atividade, mobilidade, nutrição 
e fricção e cisalhamento). A pontuação destes itens é variável de um a quatro exceto para 
fricção e cisalhamento em que a pontuação varia de um a três. Quanto maior a pontuação 
menor é o risco e quanto menor a pontuação maior é o risco. Considera-se: 
 
 Alto risco – pontuação menor ou igual a 11. 
 Moderado risco – pontuação de 12/14. 
 Baixo risco: 
o Pontuação de 15/16 (para < 75 anos); 
o Pontuação de 15/18 (para > 75 anos). 
 Ausência de risco: 
o Maior que 16 (para < 75 anos); 
o Maior que 18 (para > 75 anos). 
 
O usuário/paciente deve ser avaliado na admissão e diariamente na evolução de 
enfermagem. Registrar a pontuação parcial de cada item e pontuação total da escala de 
Braden no verso do instrumento evolução de enfermagem na coluna correspondente: 
 
 PS U A TOTAL 
 M N FC 
 
 
Especifique na admissão o tipo de risco para úlcera por pressão, no instrumento coleta de 
dados no final do item 2 (nutricional / metabólico). 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 63 - 
ESCALA DE BRADEN ADAPTADA PARA A LÍNGUA PORTUGUESA* 
Percepção 
sensorial: 
Capacidade de 
reagir 
significativamente 
à pressão 
relacionada ao 
desconforto. 
1. Totalmente limitado: 
Não reage (não geme, não se 
segura a nada, não se esquiva) a 
estímulo doloroso, devido ao nível 
de consciência diminuído ou devido 
a sedação ou capacidade limitada 
de sentir dor na maior parte do 
corpo. 
2. Muito limitado: 
Somente reage a estímulo doloroso. 
Não é capaz de comunicar 
desconforto exceto através de gemido 
ou agitação. Ou possui alguma 
deficiência sensorial que limita a 
capacidade de sentir dor ou 
desconforto em mais de metade do 
corpo. 
3. Levemente limitado: 
Responde a comando verbal, 
mas nem sempre é capaz de 
comunicar o desconforto ou 
expressar necessidade de ser 
mudado de posição ou tem um 
certo grau de deficiência 
sensorial que limita a capacidade 
de sentir dor ou desconforto em 
uma ou duas extremidades. 
4. Nenhuma limitação. 
Responde a comandos verbais: 
não tem déficit sensorial que 
limitaria a capacidade de sentir 
ou verbalizar dor ou 
desconforto 
Umidade: 
Nível ao qual a 
pele é exposta à 
umidade. 
1. Completamente molhada: 
A pele é mantida molhada quase 
constantemente por transpiração, 
urina, etc. Umidade é detectada às 
movimentações do 
usuário/paciente. 
2. Muito molhada: 
A pele está frequentemente, mas nem 
sempre molhada. A roupa de cama 
deve ser trocada pelo menos uma vez 
por turno. 
3. Ocasionalmente molhada: 
A pele fica ocasionalmente 
molhada requerendo uma troca 
extra de roupa de cama por dia. 
4. Raramente molhada: 
A pele geralmente está seca, a 
troca de roupa de cama é 
necessária somente nos 
intervalos de rotina. 
Atividade: 
Grau de atividade 
física. 
1. Acamado: 
Confinado a cama. 
2. Confinado à cadeira: 
Capacidade de andar está 
severamente limitada ou nula. Não é 
capaz de sustentar o próprio peso 
e/ou precisa ser ajudado a se sentar. 
3. Anda ocasionalmente: 
Anda ocasionalmente durante o 
dia, embora distâncias muito 
curtas, com ou sem ajuda. Passa 
a maior parte de cada turno na 
cama ou na cadeira. 
4. Anda frequentemente: 
Anda fora do quarto pelo 
menos duas vezes por dia e 
dentro do quarto uma vez a 
cada 2 horas durante as horas 
em que está acordado. 
Mobilidade: 
Capacidade de 
mudar e controlar 
a posição do 
corpo. 
1. Totalmente imóvel: 
Não faz nem mesmo pequenas 
mudanças na posição do corpo ou 
extremidades sem ajuda. 
2. Bastante limitado: 
Faz pequenas mudanças ocasionais 
na posição do corpo ou extremidades, 
mas é incapaz de fazer mudanças 
frequentes ou significantes sozinho. 
3. Levemente limitado: 
Faz pequenas e frequentes 
mudanças na posição do corpo 
ou extremidades, sem ajuda. 
4. Não apresenta limitações: 
Faz importantes e frequentes 
mudanças sem auxílio. 
 
 
 
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Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
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Assinatura 
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ESCALA DE BRADEN ADAPTADA PARA A LÍNGUA PORTUGUESA* 
Nutrição: 
Padrão usual de 
consumo 
alimentar 
1. Muito pobre: 
Nunca come uma refeição 
completa. 
Raramente come mais de 1/3 do 
alimento oferecido. Come duas 
porções ou menos de proteína 
(carnes ou laticínios) por dia. Ingere 
pouco líquido. Não aceita 
suplemento alimentarlíquido. Ou é 
mantido em jejum e/ou com dieta 
líquida ou IVS por mais de cinco 
dias. 
2. Provavelmente inadequado: 
Raramente come uma refeição 
completa. Geralmente come cerca de 
metade do alimento. Ingestão de 
proteína inclui somente três porções 
de carne ou laticínios por dia. 
Ocasionalmente aceitará um 
suplemento alimentar ou recebe 
abaixo da quantidade satisfatória de 
dieta líquida ou alimentação por 
sonda. 
3. Adequado: 
Come mais da metade da 
maioria das refeições. Come um 
total de quatro porções de 
alimento rico em proteínas 
(carne e laticínios) todo dia. 
Ocasionalmente recusará uma 
refeição, mas geralmente 
aceitará um complemento 
oferecido. Ou é alimentado por 
sonda ou regime de nutrição 
parenteral total, o qual 
provavelmente satisfaz a maior 
parte das necessidades 
nutricionais. 
4. Excelente: 
Come a maior parte de cada 
refeição. Geralmente ingere um 
total de quatro ou mais porções 
de carne e laticínios. 
Ocasionalmente come entre as 
refeições. Não requer 
suplemento alimentar. 
Fricção e 
cisalhamento: 
1. Problema: 
Requer assistência moderada a 
máxima para se mover. É 
impossível levantá-lo ou erguê-lo 
completamente sem que haja atrito 
da pele com o lençol. 
Frequentemente escorrega na 
cama ou cadeira, necessitando 
frequentes ajustes de posição com 
o máximo de assistência. 
Espasticidade, contratura ou 
agitação leva a quase constante 
fricção. 
2. Problema em potencial. 
Move-se, mas sem vigor ou requer 
mínima assistência. Durante o 
movimento provavelmente ocorre 
certo atrito da pele com o lençol, 
cadeira ou outros. Na maior parte do 
tempo mantém posição relativamente 
boa na cama ou na cadeira, mas 
ocasionalmente escorrega. 
3. Nenhum problema: 
Move-se sozinho na cama ou 
cadeira e tem suficiente força 
muscular para erguer-se 
completamente durante o 
movimento. 
Sempre mantém boa posição na 
cama ou na cadeira. 
 
*Fonte: Paranhos & Santos (1999) 
 
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ELIMINAÇÃO 
Descreve o padrão fisiológico de eliminação (intestinal, vesical e pele) do indivíduo. Inclui 
a percepção do indivíduo quanto à regularidade da função excretora, uso de 
medicamentos laxantes e qualquer mudança ou distúrbio na frequência, modo, qualidade 
ou quantidade da excreção. Especificar a frequência do hábito intestinal. 
 Estoma: especificar o tipo. 
 Características das fezes: assinalar a alternativa ou especificar outra 
característica não citada. 
 Eliminação urinária: especificar a frequência do hábito urinário. 
 Estoma: especificar o tipo. 
 Características da urina: assinalar a alternativa ou especificar outra característica 
não citada. 
 Alterações da micção: assinalar a alternativa ou especificar outra característica 
não citada. 
 
SISTEMA DIGESTÓRIO 
 Hábito intestinal: descrever frequência em vezes / dia e características das fezes. 
 Eliminação intestinal: registrar se eliminação intestinal presente ou ausente ou se 
há alteração no controle do esfíncter. Se presença de estoma discriminar. 
 Características das fezes: assinalar uma ou mais alternativa(s) que 
corresponda(m) a(s) característica(s) das fezes. 
 
ABDOME 
 Inspeção: assinalar o tipo de abdome: Plano (constitui o formato normal do 
abdome), Globoso (apresenta-se aumentado de maneira uniforme com predomínio 
do diâmetro anteroposterior sobre o transversal), Escavado (parede abdominal 
encontra-se retraída), Avental (encontrado em pessoas obesas, sendo 
consequência do acúmulo de tecido gorduroso na parede abdominal - a parede 
abdominal cai como um avental sobre as coxas do usuário/paciente), Ventre de 
Batráquio (com o usuário/paciente em decúbito dorsal, observa-se o predomínio do 
diâmetro transversal sobre o anteroposterior, com abaulamento nos flancos, gerado 
pelo deslocamento do líquido ascítico para as porções pendentes do abdome por 
efeito da gravidade) ou Pendular (apenas a porção inferior da parede abdominal 
protui com aumento do volume abdominal - casos de ascite volumosas em 
regressão, flacidez do puerpério e nos edemas localizados na parede abdominal). 
Anotar a presença de incisão e especificar localização e características. 
 Ausculta: registrar a presença e/ou ausência dos sons intestinais chamados 
Ruídos Hidroaéreos (RHA). A ausculta dos RHA deve ser feita em um ou dois 
pontos de pesquisa em ambos hemiabdomes (esquerdo e direito) com duração de 
1 minuto para cada região. 
 
 
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 Percussão: registrar a presença de sons anormais, considerando que com 
exceção do hipocôndrio Direito (presença do fígado) onde se detecta o som 
maciço, no abdome normal, há predomínio do timpanismo devido à presença de ar 
nas alças intestinais. Atentar para a pesquisa de massas sólidas, líquido ascítico 
(técnica de piparote) e aumento exagerado de ar nas alças intestinais ou fora 
delas. 
 Palpação superficial: assinalar se abdome flácido, distendido, rígido ou doloroso 
à palpação. Especificar localização da dor. 
 Palpação profunda: registrar a presença de massas, especificando: localização, 
forma, volume, sensibilidade, consistência e pulsatilidade, bem como a presença 
de hepatomegalia, esplenomegalia e fecaloma. 
 Alteração anal: assinalar uma ou mais alternativa(s) que corresponda(m) a(s) 
alteração(ões) da região anal. 
 
SISTEMA UROGENITAL 
 Eliminação urinária: assinalar uma ou mais alternativas que corresponda(m) a(s) 
características da eliminação urinária: espontânea ou por meio de cateterismo 
vesical (de demora ou intermitente), estoma (especificar: nefrostomia, 
ureterostomia e cistostomia), uso de dispositivo urinário ou fralda. 
 Alterações da micção: assinalar uma ou mais alternativa(s) que corresponda(m) 
a(s) alteração(ões) da micção como: disúria (micção associada à dor, queimação 
ou desconforto) polaciúria (aumento da frequência de micções, com intervalo 
inferior a 2 horas entre elas, sem aumento do volume urinário), noctúria (aumento 
da frequência de micções à noite); urgência miccional (necessidade súbita de 
urinar, podendo ocorrer esvaziamento involuntário da bexiga), incontinência 
urinária (perda involuntária de urina) e retenção urinária (incapacidade da bexiga 
esvaziar-se parcialmente ou completamente). 
 Alterações do volume urinário: assinale uma ou mais alternativas que 
corresponda(m) a(s) alteração(ões) do volume urinário considerando: volume 
urinário normal: 1ml/kg / h; poliúria: > 3000ml / 24h; oligúria: < 400ml / 24 horas; 
anúria: < 100ml / 24h. 
 Características da urina: assinale uma ou mais alternativas que corresponda(m) 
a(s) característica(s)da urina: urina turva (mudança na cor da urina – depósito 
esbranquiçado de odor desagradável sugere infecção urinária), hematúria (sangue 
na urina macro ou microscópica), colúria (urina de cor escura), piúria (presença de 
pus na urina). 
 Alterações da genitália: assinalar uma ou mais alternativas que corresponda(m) 
à(s) alteração(ões) da genitália: no sexo feminino avaliar a presença de outras 
alterações: vulvites [bolhas, pústulas, flictenas, foliculites, lesões vesiculares 
(herpéticas), lesões proliferativas (condiloma), lesões papulares (cancro mole e 
cancro duro), lesões planas (sífilis), lesões traumáticas, queixa de prurido, 
presença de corrimento, tumorações, prolapso vaginal, prolapso uterino, 
integridade e cicatrizes do períneo]. Mamas: queixa de mastalgia, nódulos 
 
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mamários, nódulos axilares, mastite (edema, rubor), retrações, cicatrizes e 
abaulamentos. No sexo masculino avaliar: anomalias congênitas, fimose, 
hipospádia, epispádia, criptorquidia, priapismo, corrimento uretral, lesões bolhosas, 
condiloma, ulcerações, cistos, hemangiomas. 
 
ATIVIDADE / EXERCÍCIO 
Descreve o padrão de exercício, atividade, lazer e recreações. Inclui atividades de vida 
diária que requer gasto de energia como higiene, fazer compras, comer, cozinhar 
trabalhar e manutenção do lar. 
 Higiene: assinalar a opção que corresponda à característica de sujidade e de 
apresentação pessoal identificada no usuário/paciente. 
 Lazer: considerar o que o usuário/paciente entende como uma atividade prazerosa 
presente em sua rotina, o que gosta de fazer. 
 Atividades diárias: descrever sucintamente a rotina do usuário/paciente e 
atividades entendidas como as regulares que envolvam caminhadas, ginástica, 
hidroginástica. Descrever a duração em minutos e a frequência semanal. 
Abordar aspectos relacionados a algum tipo de incapacidade que prejudique as atividades 
ou cuidados diários: identificar as necessidades de enfermagem do usuário/paciente. 
Assinalar a alternativa que represente o hábito de consumo do usuário/paciente. 
Especificar o tempo de consumo (em meses ou anos) e a quantidade diária, que deve ser 
especificada da melhor forma possível (Ex. café, especificar em xícaras; cigarro, 
especificar em número de cigarros; álcool, especificar copo, e drogas especificar em 
gramas / ml). No caso de drogadição especificar o(s) tipo(s). Registrar o tempo de 
abstinência (em dias, meses ou anos) caso tenha deixado de consumir qualquer um dos 
itens. 
 
SISTEMA RESPIRATÓRIO / TÓRAX / PULMÕES 
 Formato do tórax: assinalar formato do tórax: chato (reduzido diâmetro 
anteroposterior), barril (diâmetro anteroposterior praticamente se iguala ao 
transversal, lembrando a forma de um barril), cariniforme (nota-se ao nível do 
esterno uma saliência em forma de peito de pombo. Pode ser congênito ou 
adquirido - raquitismo) e infundibulforme (presença de uma depressão acentuada 
ao nível do terço inferior do esterno. Pode ser congênito ou adquirido - raquitismo). 
 Respiração: Assinalar se respiração espontânea ou mecânica. Se espontânea 
especificar tipo: abdominal ou toracoabdominal. 
 Dispositivo traqueal: assinalar tipo de dispositivo traqueal utilizado e especificar 
características da secreção (quantidade, cor, odor, e consistência). 
 Tosse: assinalar se tosse seca ou produtiva. Se produtiva especificar a presença 
de expectoração e características da secreção. 
 Ritmo: assinalar ritmo respiratório: Biot (respiração completamente irregular que 
consiste em movimentos respiratórios profundos e superficiais, intercalados com 
pausa de duração variada, decorrente de lesão do Sistema Nervoso Central), 
Kussmaul (consiste no aumento da frequência e profundidade da respiração - 
 
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hiperventilação) associado à acidose grave de origem diabética ou renal. Pode 
haver períodos de apneia); Cheyne-Stokes (episódios alternados de apneia e 
períodos de respiração profunda. Pode estar associado à insuficiência cardíaca, 
renal ou a lesão do centro respiratório - medicamentosa, tumoral, traumática). 
 Expansão torácica: Assinalar se expansão torácica superficial e profunda, bem 
como presença de assimetria, especificando localização e características. 
 Ausculta: Descrever os sons respiratórios normais (vesicular, brônquico, bronco 
vesicular e traqueal), os ruídos adventícios (estertores crepitantes ou finos, 
estertores subcrepitantes ou grossos, roncos, sibilos e atrito pleural), e os ruídos 
vocais (broncofonia, ego fonia e pectorilóquia). 
 Oxigenioterapia: Assinalar o tipo de sistema de administração de oxigênio, 
especificando o fluxo em litros/minuto. 
 
SISTEMA CARDIOVASCULAR 
 PA: registrar a medida da pressão arterial em mmhg. 
 P: registrar Pulso em bpm e assinalar no boneco os pulsos carotídeos, braquiais, 
radiais, femorais, poplíteos, tibiais posteriores e pediosos, de acordo com a 
legenda. 
 PAM (pressão arterial média): registrar medida em mmhg. 
 PVC (pressão venosa central): registrar medida em cmH2O ou mmhg. 
 PAPm (pressão de artéria pulmonar): registrar medida em mmhg. 
 PCP (pressão de capilar pulmonar): registrar medida em mmhg. 
 DC (débito cardíaco): registrar medida em litros / minutos. 
 IC (índice cardíaco): registrar medida em litros / minutos. 
 RVS (resistência vascular sistêmica): 
 RVP (resistência vascular pulmonar): 
 Perfusão periférica: descrever coloração, temperatura e enchimento capilar. 
 Sinais e sintomas de insuficiência arterial: assinalar a presença de um ou mais 
sinais e sintomas de insuficiência arterial. 
 Manobra da marcha: Assinalar a alternativa que corresponde à resposta ao 
exame. Reposta positiva, usuário/paciente com queixa de dor e incapacidade 
funcional ao caminhar. Especificar distância e tempo necessários para o 
aparecimento da dor e tempo de recuperação funcional. 
 Queixas: investigar queixas de precordialgia (fator desencadeante, freqüência, 
duração, localização, irradiação fatores de melhora e piora), palpitação, cansaço, 
dispneia paroxística noturna (DPN) e ortopneia. 
 Estase jugular (45): descrever presença de estase jugular em decúbito de 45 e 
especificar intensidade (em cruzes). 
 Varicosidades: Assinalar a presença ou não de varicosidades e especificar 
localização. 
 Sinais e sintomas de insuficiência venosa: assinalar a presença de um ou mais 
sinais e sintomas de insuficiência venosa Manobra de Homans: resposta positiva: 
dor em panturrilha a dorsoflexão forçada do pé, indicando a possibilidade de 
 
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trombose venosa profunda (TVP); Manobra de Olow: reposta positiva: dor ao 
comprimir panturrilha contra planos ósseos, indicando TVP. 
 Ausculta cardíaca: descrever bulhas em relação ao ritmo, fonese e presença ou 
não de sopros. Se sopros especificar localização no ciclo cardíaco (sistólico ou 
diastólico), localização, intensidade e irradiação. 
 Condições de rede venosa: assinalar a alternativa que corresponda às 
características da rede venosa. 
 
SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO 
 Locomoção: registrar se usuário/paciente acamado ou locomovendo-se (sem ou 
com auxílio). 
 Postura: assinalar a postura do usuário/paciente nas posições em pé, sentado e 
deitado. Em caso de desvio lateral especificar se Direita ou Esquerda. 
 Anormalidades: assinalar a presença de uma ou mais anormalidades. 
 Anormalidades do movimento muscular: descrever a presença de (paralisias, 
fasciculações, tiques, mioclonias, tremor, tremor em repouso, tremor intencional, 
coreia, atetose) e localização. 
 Anormalidades da marcha: descrever a presença de (hemiparesia espástica, 
ataxia cerebelar, parkinsoniana, tesoura, com queda do pé, anserina, perna curta) 
e localização. 
 
SONO/ REPOUSO 
Descreve padrões de sono, repouso e relaxamento. Inclui padrões de sono e períodos de 
descanso-relaxamento durante as 24 horas do dia. Percepção da qualidade e quantidade 
do sono e a percepção do nível de energia. Também inclui uso de medicamentos como 
auxilio para dormir. 
 Sono diário: Registrar o número de horas efetivamente dormidas durante a noite 
e/ou dia. 
 Alteração do padrão do sono: Assinalar a alternativa que represente a alteração 
no padrão de sono do usuário/paciente. Caso tenha acontecido qualquer outra 
alteração não citada, especificá-la. Se presentes, citar os rituais/hábitos que o 
usuário/paciente relata para dormir. 
 
Idade 
Quantidade média necessária 
de sono, em horas 
Recém-nascido 14 a 18 
6 meses 12 a 16 
> 6 meses a 4 anos 12 a 13 
5 a 13 anos 7 a 8,5 
13 a 21 anos 7 a 8,75 
< 60 anos 6 a 9 
Mais que 60 anos 7 a 8 
 Carpenito (2002) 
 
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COGNIÇÃO / PERCEPÇÃO 
Descreve padrões de percepção e cognição sensorial. Inclui a adequação dos órgãos do 
sentido: visão, audição, paladar, tato e olfato bem como o uso de dispositivos (próteses) 
para compensar esses distúrbios. Também inclui habilidades da função cognitiva como 
linguagem, memória, julgamento e tomada de decisão. Outro aspecto importante refere-
se a percepção da dor e como a pessoa lida com esse desconforto. 
 Dor: registrar queixa de dor e especificar: tipo (superficial, profunda, referida e 
irradiada), localização, intensidade (conforme escala de dor), freqüência, duração, 
fatores desencadeantes, de melhora e de piora. 
 Escala visual numérica (Fund. Antônio Prudente – AC Camargo- 2002): 
 
Sem dor Pior dor 
 
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
 
0: Ausência de dor; 1- 3: Dor de fraca intensidade; 4- 6: Dor de moderada 
intensidade 
7- 9: Dor de forte intensidade 10: Dor de intensidade insuportável 
 
 Linguagem verbal: para os usuários/pacientes que se comunicam através da fala 
assinale a alternativa sim e, em continuidade, a alternativa correspondente ao 
modo como ele se apresenta. Comunicativo verbalmente: comunica-se facilmente, 
expansivo. Transmitem suas ideias, preocupações, dúvidas. Cooperativo: colabora, 
ajuda, auxilia. Refratário: recusa submeter-se às questões, ou é evasivo nas 
respostas. 
 Forma de expressão das ideias: é a forma com a qual o usuário/paciente 
externaliza seus pensamentos. Coerente: a associação de ideias é realizada de 
forma lógica e com significados que podem ser compartilhados com o interlocutor. 
Incoerente: as ideias são associadas desprovidas de sentido lógico. Lógica: possui 
um encadeamento que segue regras coerentes. Ilógica: o encadeamento dos 
pensamentos não segue regras coerentes. 
 Temas da fala: descrevem os assuntos principais abordados pelo usuário/paciente 
durante a entrevista no que diz respeito às suas preocupações e sentimentos ainda 
não contemplados nos itens anteriores. 
 Linguagem não verbal: contempla-se aqui a forma utilizada pelo usuário/paciente 
para expressar seus sentimentos, sensações e emoções decorrentes de suas 
vivências na relação com seus semelhantes e consigo mesmo. 
 Afetividade / humor: assinalar a(s) opção(s) considerada(s) ou descrever a(s) não 
contemplada(s) em Outros. Eutimia: não há alterações de humor. 
 Comportamento motor: assinalar a(s) opção(s) considerada(s) ou descrever a(s) 
não contemplada(s) em Outros. 
 
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Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 71 - 
 
 
ESCALA DE COMA DE GLASGOW (ECG) 
Realizar e registrar, sempre que necessário, a avaliação do nível de consciência. Anotar 
se realizada com o usuário/paciente traqueostomizado e / ou apresentando edema / 
hematoma palpebral bilateral que dificulte ou impossibilite a abertura ocular no momento 
da avaliação. 
 
ESCALA DE COMA DE GLASGOW – ECG 
A
b
e
rt
u
ra
 d
o
s
 o
lh
o
s
 
4 - Espontânea 
R
e
s
p
o
s
ta
 v
e
rb
a
l 
5 - Orientado 
R
e
s
p
o
s
ta
 m
o
to
ra
 
6 - Obedece a comandos 
3 - Com estimulação verbal 4 - Confuso 5 - 
Localiza e retira o 
estímulo doloroso 
2 - 
Com estimulação 
dolorosa 
3 - Palavras impróprias 4 - Localiza o estímulo 
1 - Nenhuma resposta 2 - Sons incompreensíveis 3 - 
Responde em flexão anormal 
(decorticação) 
 1 - Nenhuma resposta 2 - 
Responde com extensão 
anormal (descerebração) 
 1 - Nenhuma resposta 
 
 
ESCALA DE RAMSAY 
Deverá ser realizada na vigência de sedação do usuário/paciente. 
 
Nível Descrição clínica 
I Acordado, ansioso, agitado e/ou inquieto. 
II Acordado, cooperativo, orientado e tranqüilo. 
III Acordado, responde a comandos verbais. 
IVDormindo, com pronta resposta a estímulos dolorosos leves ou auditivos fortes. 
V Dormindo, com resposta lenta a estímulos dolorosos leves ou auditivos fortes. 
VI Dormindo, sem resposta a estímulos dolorosos leves ou auditivos fortes. 
 
 Anormalidades da fala: avaliar a ocorrência de anormalidades como: Afasia 
(perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, 
decorrente de AVC ou lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem); Dislalia: 
(presença de erros na articulação dos sons da fala, que podem ser omissões, 
trocas de posição de fonemas, assimilações de outros fonemas e acréscimos de 
fonemas inexistentes na palavra); Disartria (dificuldade na articulação da palavra 
devido a transtornos de tônus e movimento dos músculos fonatórios, secundários a 
lesões do sistema nervoso); Mudez: associado ao processo patológico mental. 
 Condições pupilares: avaliar tamanho (normal, miose, midríase), simetria 
(isocoria e anisoscoria) e reação à luz por meio do Reflexo Fotomotor Direto 
(contração da pupila na qual se fez o estímulo) e o Consensual (contração pupilar 
 
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ENFERMAGEM 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 72 - 
de um lado pela estimulação luminosa contralateral) – avaliação dos seguintes 
pares de nervos cranianos: Oculomotor (III), Troclear (IV) e Abducente (VI). 
 Reflexo tosse/deglutição: assinalar presença ou ausência do reflexo - avaliação 
dos seguintes pares de nervos cranianos: Glossofaríngeo (IX) e Vago (X), 
responsáveis pelo reflexo de tosse e deglutição. 
 Reflexo córneo - palpebral: assinalar a presença ou ausência do reflexo palpebral 
que consiste no ato de fechar os olhos ao estímulo de um objeto externo. 
 Alterações oculares: assinalar a alteração(ões) ocular apresentada ou referida 
pelo usuário/paciente; 
 Alterações auditivas: assinalar a alteração(ões) ocular apresentada ou referida 
pelo usuário/paciente. 
 
 
FORÇA MOTORA 
Assinalar a alternativa que representa a condição apresentada de acordo com a 
classificação a seguir: 
 
Grau Descrição Clínica Porcentagem Avaliação 
5 Movimento articular completo, vence a gravidade 
e toda a resistência aplicada. 
100% Normal 
4 Movimento completo vence a gravidade e 
alguma resistência aplicada. 
75% Bom 
3 Movimento completo vence apenas a gravidade. 50% Regular 
2 Movimento completo, eliminado a ação da 
gravidade (movimento com auxílio). 
25% Pobre 
1 Evidência de pequenas contrações. 10% Traços 
0 Nenhuma contração. 0% Zero 
 
 
Sensibilidade: assinalar se sensibilidade superficial mantida ou alterada (diminuição, 
aumento, formigamento), especificando localização da alteração. Realizar a pesquisa de 
sensibilidade superficial com algodão em MMII, MMSS e tronco, solicitando ao 
usuário/paciente que mantenha olhos fechados durante a avaliação. 
 
AUTOPERCEPÇÃO 
Descreve o padrão de autoconceito e percepção de se inclui atitudes acerca de si mesmo, 
percepção de habilidades (cognitiva, afetiva ou física), imagem de si, identidade e padrão 
emocional. Também inclui padrões de movimento e postura corporal, contato nos olhos, 
padrão da voz e discurso. 
 
 
 
 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T1 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
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Nome: NÃO SE APLICA 
 
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ISBN 978.85.63274.73.1 
- 73 - 
PAPÉIS / RELACIONAMENTO 
Descreve padrões de relacionamento e envolvimento de papéis. Inclui a percepção de 
papéis e responsabilidades da pessoa na sua situação de vida atual. Satisfação e 
distúrbios na família, trabalho ou relações sociais e responsabilidades relacionadas a 
esses papéis. 
 
 Reside com: se residir com parente ou outra pessoa, especificar o grau de 
parentesco / relação. Se morar sozinho assinalar a alternativa outros. 
 Características dos relacionamentos: assinalar a alternativa verbalizada pelo 
usuário/paciente podendo haver mais de uma. Pessoa(s) significativa (s): 
transcrever o relatado pelo usuário/paciente, colocando entre parênteses a relação 
de parentesco, se houver. 
 Dependência Financeira: assinalar a alternativa que corresponda à situação de 
dependência financeira do usuário/paciente. 
 
SEXUALIDADE 
Descreve padrões de satisfação ou insatisfação com a sexualidade e padrões de 
reprodução. Inclui também história menstrual e reprodutiva, pré ou pós-menopausa. 
 
O papel do enfermeiro da discussão da sexualidade. 
A sexualidade é tão importante quanto a outros aspectos da saúde humana e deve ser 
incorporada à investigação de enfermagem e aos outros aspectos do atendimento. É 
consenso que as questões sobre a sexualidade não são usualmente abordadas pelos 
enfermeiros, salvo quando o usuário/paciente formula perguntas específicas. Entretanto 
pesquisas indicam que muitos usuários/pacientes gostariam que enfermeiros e outros 
profissionais de saúde iniciassem a discussão da sexualidade. 
A inclusão da sexualidade no Histórico de Enfermagem, portanto, depende de como o 
enfermeiro dá a “permissão” para que o usuário/paciente discuta suas preocupações a 
respeito. De uma maneira geral, os usuários/pacientes se sentirão mais confiantes se as 
questões sobre a sexualidade fossem abordadas de maneira similar a anamnese dos 
demais sistemas: urinário, intestinal, etc. Dessa forma, a pessoa percebe que o 
profissional encara a sexualidade como parte rotineira da saúde humana. Ao mesmo 
tempo, nem sempre o usuário/paciente sente-se à vontade para discutir a sexualidade e o 
enfermeiro pode não dispor de tempo e local privativo para essa discussão. 
Porém, é fundamental que o enfermeiro esteja disponível para essa abordagem nos 
momentos apropriados durante a internação ou consulta do usuário/paciente. Acima de 
tudo, o usuário/paciente deve ter claro seu direito em recusar-se a responder as questões 
(Carpenito, 2002). 
 
Vida sexual e reprodutiva 
 Idade da menarca: especificar a idade da usuário/paciente. 
 Periodicidade do ciclo menstrual: relatar em dias, assim como a duração do 
mesmo. 
 
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Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
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Nome: NÃO SE APLICA 
 
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ISBN 978.85.63274.73.1 
- 74 - 
 Intensidade do fluxo: relatar a avaliaçãoda usuário/paciente sobre a intensidade 
podendo questionar sobre número de trocas de absorventes/dia para auxiliar esta 
avaliação. 
 DUM: citar data da última menstruação. Se a usuário/paciente não se lembrar, 
anotar esta observação no mesmo espaço. 
 Menopausa: se sim, marcar no espaço correspondente. 
 Relações sexuais: marcar no espaço correspondente se usuário/paciente possui 
ou não vida sexual. Se vida sexual presente e se o usuário/paciente quiser 
expressar sua satisfação com a mesma, anotar a resposta na questão específica 
abaixo. Se o usuário/paciente não tiver vida sexual e desejar expressar seus 
sentimentos, anotar no mesmo espaço. 
 Desejo de ter mais filhos: anotar a opção. 
 Uso de preservativo: anotar a frequência do uso. 
 Uso de outros métodos contraceptivos: se sim, especificar qual. 
Tipos de perguntas que poderão auxiliar no histórico sobre a sexualidade: 
 Satisfação com a vida sexual/sexualidade: Sente-se amado (a)? Valorizado (a)? 
O que faz para se sentir bem com sua sexualidade? 
 Impacto da doença/internação sobre a vida sexual: O atual problema de saúde 
afetou a capacidade de se relacionar sexualmente? O seu problema de saúde 
afetou a maneira como você se sente como homem ou como mulher? 
 
ENFRENTAMENTO / TOLERÂNCIA AO ESTRESSE 
Descreve padrões de enfrentamento e eficácia quanto à tolerância ao estresse. Inclui a 
reserva ou capacidade para resistir a desafios com autointegridade, o modo de lidar com 
o estresse, sistemas de suporte da família ou de outros e a habilidade para controlar e 
lidar com as situações. 
 
VALORES / CRENÇAS 
Descreve padrões de valores, objetivos ou crenças (incluindo religião) que guiam 
escolhas ou decisões. Inclui o que é percebido pelo indivíduo como importante na vida e 
qualquer conflito nos valores, crenças, ou expectativas relacionadas à saúde. 
 Religião ou crença: Assinalar se o usuário/paciente tem ou não alguma crença ou 
religião. Em caso afirmativo, especificá-la. 
 Deseja receber ajuda religiosa: Assinalar a opção que represente a necessidade 
/ desejo ou não do usuário/paciente em receber algum tipo de ajuda religiosa. Em 
caso positivo, especificar qual o tipo de ajuda religiosa que o usuário/paciente 
deseja receber. 
 
Observações: 
 Informações adicionais: registrar quaisquer outras informações referentes ao 
instrumento coleta de dados não relatadas anteriormente. 
 
 
 
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Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 75 - 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
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Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
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ISBN 978.85.63274.73.1 
- 76 - 
EN.T2 – TÉCNICA DE REALIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO, EVOLUÇÃO, 
PRESCRIÇÃO E ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM - GUIA DE APOIO PARA 
PRECHIMENTO DO INSTRUMENTO. 
 
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM (DE) 
Deve ser realizado após obtenção de informações contidas no Histórico de Enfermagem 
(HE) e dados do Exame Físico (EF). 
Lembrar que o Histórico deve ser realizado no momento de admissão do usuário/paciente, 
ou seja, no primeiro contato feito com o mesmo ou até 48h após a admissão. 
O Exame Físico deve ser realizado diariamente, onde o seu preenchimento deve ocorrer 
apenas no momento da admissão e nos demais dias, deve ser utilizado como roteiro. 
Com as informações obtidas pelo HE e EF, o enfermeiro deve então formular o DE, 
sempre colocando na coluna à esquerda, a data e horário de registro do mesmo. 
O Diagnóstico de Enfermagem deve conter: Título, Fatores Relacionados e Características 
Definidoras. 
Exemplo: 
 
Mobilidade física 
prejudicada, 
 
Relacionada à dificuldade 
para virar-se, 
 
Evidenciada por 
desconforto e dor 
 
Título Fator relacionado Características 
definidoras 
 
RESULTADOS / METAS ESPERADOS 
São afirmações que devem refletir o resultado esperado para um determinado 
usuário/paciente, devendo embasar-se no DE. 
Os resultados esperados devem: 
 Ser de longo prazo (um objetivo que se espera atingir em semanas ou meses) ou 
curto prazo (um objetivo que se espera atingir em horas, dias ou semanas, bem 
como ser um passo para alcançar uma meta de longo prazo). 
 Ter comportamento mensurável: utilizar verbos mensuráveis que descrevem a ação 
exata ou o comportamento do usuário/paciente que o enfermeiro espera que ocorra, 
quando a meta for atingida; 
 Ser específico no conteúdo e no tempo: Quanto ao conteúdo, deve indicar o que o 
usuário/paciente deve fazer, apresentar ou aprender e deve ser expresso por verbo. 
Quanto ao tempo, deve descrever o tempo específico para o alcance de uma meta; 
 Ser atingíveis: Para o diagnóstico “Mobilidade física prejudicada, relacionada à 
dificuldade para virar-se, evidenciada por desconforto e dor”. 
Exemplo: O usuário/paciente deve relatar um aumento na força e na resistência do(s) 
membro(s) ao receber alta. 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
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- 77 - 
EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM 
É uma comparação planejada e sistemática do estado de saúde do usuário/paciente com 
as metas/resultados esperados e diagnósticos de enfermagem. 
Ao avaliar os diagnósticos de enfermagem, o enfermeiro deve: 
 Avaliar o estado do usuário/paciente, apoiando-se nos dados obtidos no EF diário, 
nas anotações de enfermagem das últimas 24 horas; 
 Avaliar se as estratégias adotadas por meio da PE contribuíram para resolver ou 
minimizar as necessidades de cuidado de enfermagem apresentadas pelo 
usuário/paciente. Uma das maneiras de realizar tal avaliação seria comparar as 
respostas do usuário/paciente às metas / resultados esperados. 
O registro da evoluçãodo diagnóstico de enfermagem pode ser realizado de duas 
maneiras: 
Primeira, utilizando as seguintes legendas: 
 (M) Melhorado; 
 (P) Piorado; 
 ( I ) Inalterado; 
 (R) Resolvido 
 
Segunda, utilizando o verso do impresso para a síntese da evolução de enfermagem que 
deve ser realizada nas condições em que houve alterações importantes na condição de 
saúde ou em situações vivenciadas e expressas pelo usuário/paciente que devem ser 
valorizadas pelo enfermeiro no julgamento clínico. Exemplos de situações que podem ser 
relatadas pelo usuário/paciente são: saudade do filho, preocupação com as finanças e 
temores. 
 
 
REGISTRO DE ADMISSÃO, OCORRÊNCIA, ALTA OU TRANSFERÊNCIA. 
Fazer um breve relato sobre a condição de saúde atual do usuário/paciente. Esses dados 
devem se apoiar nas informações provenientes do HE e EF. 
Com relação às ocorrências, devem ser registradas na anotação de enfermagem e 
comunicados os responsáveis pelo cuidado direto ao usuário/paciente. 
Na alta hospitalar registrar as condições de saída do usuário/paciente, descrevendo as 
orientações fornecidas e os encaminhamentos (resumo de alta de enfermagem). 
Lembrar que muitos usuários/pacientes necessitam dar seguimento ao atendimento de 
suas necessidades de cuidado com auxílio de familiares e isto pode ser contemplado no 
decorrer da internação do usuário/paciente. No caso do usuário/paciente ser transferido 
para outro serviço de saúde, deve ser estabelecida a comunicação com equipe 
interdisciplinar via SUS ou serviço privado (relatórios e condutas de enfermagem 
adotadas). 
 
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.T2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Maria Rosa Ceccato Colombrini, Ana Lúcia Porta. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 78 - 
PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM 
É uma função privativa do Enfermeiro. É o conjunto de medidas decididas pelo enfermeiro, 
que direciona e coordena a assistência de enfermagem ao usuário/paciente de forma 
individualizada e contínua, objetivando a prevenção, promoção, proteção, recuperação e 
manutenção da saúde. (Cofen 272/2002) 
As prescrições de enfermagem devem ser iniciadas com o verbo no infinitivo, definindo a 
ação a ser executada e o profissional responsável por ela em período aprazado pelo 
enfermeiro. 
 
Critérios para a realização da Prescrição de Enfermagem: 
 Correlacionar com o diagnóstico de enfermagem levantado; 
 Estar apropriada para o seu respectivo objetivo e estratégia; 
 Utilizar conhecimentos técnico-científicos; 
 Considerar a situação do usuário/paciente em termos de sua capacidade, limitação 
e motivação; 
 Considerar riscos e custos envolvidos; 
 Indicar comportamentos específicos, fornecendo direção para o usuário/paciente, 
família e outros profissionais; 
 Ser datada e incluir assinatura e carimbo do enfermeiro; 
 Ser mantida atualizada e revisada quando necessário; 
 Incluir ações para a alta do usuário/paciente. 
 
ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM 
É o registro das ações de enfermagem, de forma precisa, completa e exata dos 
acontecimentos ocorridos. Tem como finalidade fornecer informações a respeito do 
usuário/paciente e da assistência prestada, assegurar a comunicação entre os membros 
da equipe de saúde, garantir a continuidade das informações e cumprir as exigências 
legais que regem a categoria. 
Deve ser livre de qualquer julgamento de crenças e valores do profissional de enfermagem 
envolvido no processo de cuidar. 
As ações que foram checadas na prescrição de enfermagem não necessitam ser relatadas 
na anotação. O registro das anotações é de competência da equipe de enfermagem, que 
deve realizá-lo logo após o atendimento de uma intercorrência e procedimentos, 
lembrando-se de registrar data, hora, assinatura e carimbo do profissional. 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
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PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P14 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Mariza Cavalcante Ferreira Lino. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 79 - 
EN.P14 - INDICADORES DE QUALIDADE NA ASSISTÊNCIA AO 
USUÁRIO/PACIENTE 
 
ASSESSORIA TÉCNICA DA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM 
O indicador deve ser estabelecido considerando: 
 Demanda de intercorrências verificadas nas áreas assistenciais; 
 Referencial teórico disponível em literatura. 
 
 
INDICADOR CONCEITO CÁLCULO 
Incidência de erros de 
medicação: 
 Ministrou medicamento não 
prescrito; 
 Não ministrou medicação 
prescrita; 
 Ministrou medicamento em via 
errada; 
 Ministrou dose de medicamento 
errada; 
 Tempo de infusão de 
medicação errada. 
 
Relação entre o número de não 
conformidades relacionadas à 
administração de medicamentos e o 
número de pacientes-dia multiplicado 
por 100, entendendo erro de 
medicação como qualquer evento 
evitável que de fato, ou potencialmente, 
pode levar ao uso inadequado de 
medicamentos. 
 
nº de Não Conf. Relac. 
à admin de med / enf. 
 ------------------------------ X 100 
 nº pacientes-dia 
 com prescrição 
Incidência de quedas Relação entre o número de quedas e o 
número de pacientes-dia, multiplicado 
por 1000, entendendo queda como 
situação na qual o paciente não 
intencionalmente vai ao chão ou a 
algum plano mais baixo. 
 
nº de quedas 
------------------------------ X 1000 
nº de pacientes-dia 
Incidência de perda de sonda 
nasogastroenteral 
Relação entre o número de perdas de 
sonda nasogastroenteral (NGE) e o 
número de pacientes-dia com sonda 
multiplicado por 100, entendendo como 
perda acidental a que ocorre pelo 
paciente ou durante manipulação do 
mesmo pela equipe, obstrução, fixação 
incorreta, ausência de cuidados 
prescritos pelo enfermeiro. 
 
nº de perda de NGE 
------------------------------- X 100 
nºde pctes com NGE 
 
 
 
 
 
 
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Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P14 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Mariza Cavalcante Ferreira Lino. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN978.85.63274.73.1 
- 80 - 
INDICADOR CONCEITO CÁLCULO 
Incidência de extubação 
acidental 
Relação entre o número de pacientes 
extubados acidentalmente e o número 
de pacientes intubados-dia, 
considerando extubação acidental 
como retirada acidental ou não 
planejada do tubo orotraqueal. 
 
nº de pct. Extubado 
acidentalmente 
--------------------------------- X 100 
nº de pct. Intubado/dia 
Incidência de flebite 
A incidência de flebite deve ser 
contada apenas uma vez, no 
momento da retirada do 
dispositivo de infusão periférica. 
Relação entre o número de casos de 
flebite no período e o número de 
pacientes-dia, considerando Flebite 
como a presença de um processo 
inflamatório na parede da veia, em 
geral associado à dor, eritema, 
endurecimento do vaso ou presença de 
cordão fibroso. 
 
 
 nº de casos de 
 flebite no período 
 ----------------------------- X 100 
 nº pacientes-dia 
 com acesso 
 venoso periférico 
Incidência de úlcera por pressão Relação entre o número de pacientes 
com úlceras novas e o número de 
pacientes/dia do período da tarde 
 
nº de pacientes 
 com úlceras 
 novas no período 
------------------------------- X 1000 
 nº pacientes-dia do 
 período da tarde 
 
Incidência de perda acidental de 
cateter central 
Relação entre o número de perda 
acidental de cateter central e o número 
de pacientes-dia com cateter central, 
considerando como perda acidental a 
saída não planejada do cateter central 
pelo próprio paciente ou durante 
manipulação da equipe ou obstrução. 
 
nº de perda acidental 
do cateter central 
 ----------------------------- X 100 
nº pacientes-dia com 
cateter central 
Incidência de perda acidental 
cateter arterial 
Relação entre o número de perda 
acidental de cateter arterial e o número 
de pacientes-dia com cateter arterial, 
considerando como perda acidental a 
saída não planejada do cateter arterial 
pelo próprio paciente ou durante 
manipulação da equipe ou obstrução. 
 
nº de perda acidental 
do cateter arterial 
 ------------------------------ X 100 
nº pacientes-dia com 
cateter arterial 
Os indicadores adotados no HC-UNICAMP baseiam-se nos propostos pelo Núcleo de Apoio à Gestão 
Hospitalar (NAGEH), que é um subgrupo do Programa CQH – Compromisso com a Qualidade Hospitalar. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P14 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Mariza Cavalcante Ferreira Lino. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 81 - 
ASSESSORIA TÉCNICA DA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM 
 Providenciar os impressos e encaminhar para as áreas no final do mês. 
 Receber os impressos de indicadores das unidades. 
 Organizar os dados na forma de gráficos e analisar os resultados, comparando-os: 
o Em relação ao período anterior; 
o Em relação aos índices médios históricos; 
o Em relação aos índices descritos na literatura; 
o Entre unidades. 
 Encaminhar os dados dos indicadores às unidades assistenciais com a finalidade 
de gerar a análise e revisão dos processos de trabalho. 
 Encaminhar relatórios ao Diretor do Departamento de enfermagem HC, como 
responsável técnico pela enfermagem da Instituição. 
 Apresentar, periodicamente os resultados aos diretores / responsáveis de área. 
Discutir os resultados com a finalidade de gerar planos de melhorias 
 
SUPERVISOR 
 Disponibilizar nos postos de enfermagem os formulários dos períodos da manhã, 
tarde e noite no final de cada mês. 
 Recolher, dar ciência e encaminhar ao DENF, no início do mês, os formulários 
preenchidos. 
 Analisar os resultados, apresenta-los à equipe de enfermagem, correlacionando-os 
com a prática assistencial, e propor planos de melhoria quando necessário. 
 
ENFERMEIRO 
 Preencher o formulário de indicadores ao término de cada plantão, com a 
participação dos técnicos de enfermagem. 
 Participar da elaboração dos planos de melhoria dos indicadores assistenciais 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P15 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 82 - 
EN.P15 – VISITANTES E ACOMPANHANTES DE USUÁRIOS/PACIENTES 
INTERNADOS 
 
DIREITOS DOS PACIENTES QUANTO A VISITA E ACOMPANHAMENTO FAMILIAR 
Em conformidade com a Portaria do Ministério da Saúde nº1286 de 26/10/93- art.8º e nº74 
de 04/05/94 (Direitos do Paciente), Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da 
Criança e Adolescente) e da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso) e 
Programa Nacional de Humanização, o HC-UNICAMP estabelece Visita Aberta. 
É direito assegurado aos pacientes menores de 18 anos e maiores de 60 anos a 
permanência de acompanhante. 
 
HORÁRIO DE VISITA 
UNIDADES DE INTERNAÇÃO: 
 Visita das 9h00 às 19h00, todos os dias, inclusive feriados; 
 UTI/PED, visitas das 11h00 às 19h00. 
 Entrada de até dois visitantes por vez, com permanência de, no máximo, uma hora; 
o Exceção: Enfermaria de Hematologia / Nefrologia / TMO / Pacientes em 
Precauções Especiais – limitado a dois visitantes por período (manhã e 
tarde). 
UTIs e UER: 
 Visita das 11h00 às 12h00 e das 16h00 às 17h00, todos os dias, inclusive feriados; 
o UTI Adulto, UTI Pediatria e UTI Anestesia: entrada de dois visitantes por 
horário, com permanência de, no máximo, uma hora; 
o UER: entrada de dois visitantes por horário, entrada de um em um, com 
permanência de, no máximo, 30 minutos. 
 
NORMAS INSTITUCIONAIS 
Devem ser respeitadas as normas institucionais estabelecidas referentes a horários e 
quantidade de visitantes e acompanhantes, para cada unidade de internação, salvo 
exceções formalmente autorizadas pelo enfermeiro de plantão. 
A permanência do visitante e acompanhante na unidade deve ser controlada pela 
enfermagem. 
http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2010.741-2003?OpenDocument
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P15 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana MariaDecanini Barbeiro. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 83 - 
É permitida a entrada de crianças com idade igual ou superior a 12 anos, como visitante, 
desde que acompanhadas por um adulto responsável. Crianças menores poderão visitar 
pacientes, desde que haja autorização pelo enfermeiro de plantão. 
Doadores de sangue podem realizar visita ao paciente no dia em que realizaram a doação. 
O enfermeiro de plantão pode autorizar a entrada de visitantes fora do padrão estabelecido 
para a unidade, conforme necessidade do paciente, família e pelo enfermeiro de plantão. 
Nesses casos, o enfermeiro deve informar a Central de Visitas inserindo a autorização no 
sistema. 
Ao critério do enfermeiro de plantão pode ser autorizada a permanência de acompanhante 
para os pacientes que apresentem necessidades especiais, sejam acamados, 
dependentes ou outra circunstância que justifique a conduta. Nesses casos, o enfermeiro 
deve informar a Central de Visitas e/ou inserir a autorização no sistema. 
As informações médicas sobre o estado do paciente devem ser fornecidas aos familiares 
em horários determinados: 
 Nas UTIs – às 17h00, diariamente; 
 Nas unidades de internação – o enfermeiro deve orientar os familiares sobre o 
horário de disponibilidade da equipe médica de referência do paciente. 
Não deve ser permitida consulta do prontuário por visitantes e acompanhantes. 
Havendo qualquer dificuldade ou transtorno com o visitante e acompanhante, solicitar a 
presença da Segurança do HC. 
 
EQUIPE DE ENFERMAGEM 
ORIENTAÇÕES GERAIS 
Acolher o visitante na unidade, orientando-o sobre a localização do leito onde está o 
paciente a ser visitado. 
Orientar o visitante / acompanhante para a higienização das mãos com água e sabão 
líquido ou álcool gel antes e após a visita. 
Explicar ao visitante os dispositivos invasivos e equipamentos instalados no paciente, 
evitando desgaste emocional por desconhecimento. 
Orientar o visitante que o banheiro do quarto é destinado para uso dos pacientes. Caso 
necessário, utilizar os banheiros públicos. Para os acompanhantes, o uso é permitido. 
Exigir a identificação do visitante (etiqueta adesiva) e acompanhante (pulseira), durante 
todo o tempo de permanência. 
Orientar que a pia do quarto é de uso exclusivo para lavagem das mãos, visando 
prevenção de infecção hospitalar. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P15 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 84 - 
Orientar o acompanhante que deve comunicar a equipe de enfermagem ao sair próximo do 
paciente. 
Caso o paciente esteja com Precauções Especiais, orientar o visitante e acompanhante 
conforme recomendações da CCIH. 
 
PERMISSÕES 
É permitido que o acompanhante traga: livros, revistas e objetos pessoais para uso 
próprio. Caso deseje trazer outros materiais de entretenimento, verificar possibilidade com 
o enfermeiro de plantão. 
Os acompanhantes têm direito a refeições no refeitório do primeiro andar, seguindo os 
horários: 
 Almoço de 2ª a 6ª feira – das 11h00 às 14h00; 
 Almoço aos finais de semana e feriados – das 11h30 às 14h00; 
 Jantar – das 18h15 às 19h30. 
O desjejum é servido na unidade de internação. 
O hospital não fornece alimentação aos visitantes. 
 
PROIBIÇÕES 
 Orientar ao visitante e acompanhante que não deve manusear dispositivo dos pacientes 
(soros, bomba de infusão, oxigenoterapia, cateteres, dietas enterais, monitores, 
ventiladores, etc). Sempre que necessário, chamar a equipe de enfermagem. 
É vetada ao acompanhante a realização de procedimentos com o paciente, mesmo que 
tenha competência para tal. 
Orientar que é proibido entrar nos quartos de outros pacientes e em áreas restritas (Centro 
Cirúrgico, Posto de Enfermagem, Expurgo, Sala de Prescrição, etc). 
Ressaltar que não deve trazer dinheiro ou pertences de valor (joias, cheque, cartões 
bancários, etc), devendo se responsabilizar pela guarda do mesmo. 
Orientar que é proibido sentar ou deitar nas camas e macas dos pacientes. 
Permitir a entrada de alimentos somente mediante autorização por escrito do médico e 
nutricionista. 
Ressaltar que é proibida a entrada de ventiladores, colchonetes e plantas/flores naturais, 
devido ao risco de infecção hospitalar. 
Caso o visitante ou acompanhante apresente qualquer intercorrência de saúde, 
encaminhá-lo para atendimento na UER. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P15 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 85 - 
É proibido fumar em todas as dependências do hospital e nas portas de entrada e saída. 
É proibido fotografar o paciente, familiar ou profissional. Caso solicitado, entrar em contato 
com o Serviço de Relações Públicas e Imprensa para assinatura de termo de autorização 
de uso de imagem. 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 001 
 
Data: 
30/11/2015 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P16 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Silvia Angélica Jorge, Katia Maria Rosa Vieira, Nilce Rodrigues Viana Pato, Vera Lúcia Moura S.M. Simmelink, Rafael Silva Marconato, 
Alexandre Oliveira da Silva, Larissa Maria R. Fachini, Margareta W. Groot 
Responsável pela área Data: 30/11/205 CCIH Data: 30/11/2015 SST Data: 30/11/2015 
Nome: Silvia Angélica Jorge 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 86 - 
EN.P16 - ROTINA DE ENFERMAGEM FRENTE À ESCOLTA POLICIAL DE 
PACIENTE SOB CUSTÓDIA OU TUTELA DO ESTADO 
 
 Quando houver necessidade da permanência de polícia militar ou civil junto ao 
paciente, o enfermeiro deve apresentar-se a cada troca de plantão solicitando 
também a apresentação dos policiais. 
 Apresentar a unidade para os policiais quando da internaçãode paciente escoltado. 
 Solicitar que na troca do plantão policial, estes devem apresentar-se ao enfermeiro 
responsável, com objetivo de manter um canal aberto de comunicação. 
 Pedir aos policiais a permanência junto ao paciente escoltado durante todo o tempo 
de internação. 
 Enfatizar a importância da manutenção contínua das algemas no paciente 
escoltado, devendo as mesmas serem retiradas somente para procedimentos em 
que se fizer necessário. 
 Orientar aos policiais para que permaneçam próximo do paciente escoltado durante 
o banho ou uso do banheiro, ou na vigência de realização de procedimentos de 
enfermagem ou médico com objetivo de evitar fuga ou tentativa. 
 Informar previamente a escolta policial para fazer o acompanhamento do paciente 
no caso de exames a serem realizados fora da unidade. 
 Priorizar a informação no sistema CICSHCP, bem como na Central de Visitação 
(ramal 17781) que o paciente está com escolta policial. 
 Não permitir a visitação ao paciente escoltado durante sua permanência na 
instituição, e a liberação da mesma cabe somente à autoridade judicial competente. 
O mesmo também é válido para paciente menor de 18 anos de idade que esteja 
sendo acompanhado por servidor da Fundação Casa. 
 Quando for necessário convocar o familiar do paciente, comunicar a escolta policial 
para fazer o contato com autoridade responsável que providenciará o atendimento 
da solicitação. 
 Providenciar e oferecer cadeiras para acomodação dos policiais durante o período 
que permanecerem na instituição, permitindo que o paciente seja vigiado 
continuamente. 
 Orientar que não é permitida a circulação pelas dependências do hospital e que 
esta somente é autorizada para acompanhamento do paciente em procedimentos 
fora da unidade. 
 Informar que não é permitido o acesso, permanência e circulação de rotina nas 
saídas de emergência. 
 Orientar que é proibido fumar nas dependências do hospital conforme Lei Estadual 
13.541 de 07 de Maio de 2009 e Lei Federal 12.546 de 15 de Dezembro de 2011. 
 A enfermagem não deve passar informações sobre o estado de saúde do paciente 
escoltado a outras pessoas. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 001 
 
Data: 
30/11/2015 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P16 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Silvia Angélica Jorge, Katia Maria Rosa Vieira, Nilce Rodrigues Viana Pato, Vera Lúcia Moura S.M. Simmelink, Rafael Silva Marconato, 
Alexandre Oliveira da Silva, Larissa Maria R. Fachini, Margareta W. Groot 
Responsável pela área Data: 30/11/205 CCIH Data: 30/11/2015 SST Data: 30/11/2015 
Nome: Silvia Angélica Jorge 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 87 - 
 Orientar os policiais sobre a localização de sanitários de funcionários no andar ou 
no local mais próximo a unidade. 
 Orientar os policiais que a refeição deve ser feita no refeitório do 1° andar, e se faz 
necessário o revezamento dos mesmos. Quando houver somente um policial 
realizando a escolta, este deve fazer a refeição no local mais próximo ao quarto do 
paciente. 
 Para acesso da escolta policial ao refeitório, a equipe de enfermagem deve ligar no 
ramal 17219 da Divisão de Nutrição e Dietética (DND) até às 11 horas para almoço, 
e até às 18 horas para jantar, e informar os nomes dos policiais e o leito do 
paciente. Este procedimento assegura a liberação da catraca do refeitório. 
 Orientar os policiais sobre as precauções necessárias em caso de isolamento do 
paciente e fornecer equipamentos de proteção individuais. 
 Quando o paciente for submetido a procedimento cirúrgico eletivo, os policiais 
devem escolta-lo até as dependências do Centro Cirúrgico (CC), e acompanhá-lo na 
área de preparo pré-operatório. 
 Se o paciente for submetido a procedimento cirúrgico eletivo ou de urgência, o 
enfermeiro deve verificar sempre com os policiais sobre a necessidade da 
permanência dos mesmos no corredor interno do serviço ou ficar somente no lado 
externo ao CC. Os policiais devem permanecer na localização mais apropriada e 
que propicie maior segurança ao paciente, bem como a toda a equipe que atua na 
instituição. Durante a recuperação pós-anestésica, a escolta deve permanecer na 
sala contígua a este local até a alta do paciente e/ou em alguns casos deve 
permanecer no lado externo, porém sempre próximo ao CC. 
 No caso do paciente ser submetido a procedimento no Centro Cirúrgico 
Ambulatorial (CCA), cabe ao enfermeiro realizar a mesma conduta do item anterior. 
Cabe ao policial retirar as algemas do paciente na sala operatória. 
 No caso da necessidade de permanência de escolta na RPA do CCA, esta deve 
ficar restrita a um espaço pré determinado pela enfermagem ou acomodar-se na 
dependência externa e próxima ao CCA até a alta do paciente. 
 Nos serviços de Ambulatórios e/ou Procedimentos Especializados, o enfermeiro 
deve determinar o local de permanência dos policiais durante o atendimento do 
paciente, possibilitando a vigilância constante do mesmo. 
 A equipe médica deve sempre ser informada e priorizar o atendimento do paciente 
sempre que possível. 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P17 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 88 - 
4. PROCESSOS DE TRABALHO GERAIS DA ASSESSORIA DE 
DESENVOLVIMENTO TÉCNICO-CIENTÍFICO DE ENFERMAGEM 
 
EN.P17 – RECEPÇÃO E TREINAMENTO DE FUNCIONÁRIO RECÉM-
ADMITIDO 
RECURSOS HUMANOS – HC 
Informar quantidade e o nome dos funcionários, bem como as áreas de destino e a data de 
início à secretária do Departamento de Enfermagem e a SEEC. 
 
OBJETIVOS GERAIS DO TREINAMENTO TEÓRICO-PRÁTICO REALIZADO PELO 
DENF 
 Favorecer o desenvolvimento do profissional para prestar cuidado seguro 
respaldado pela Lei do Exercício Profissional; 
 Prestar uma assistência de enfermagem direcionada por evidência científica. 
 
SERVIÇO DE ENFERMAGEM EM EDUCAÇÃO CONTINUADA 
Elaborar um programa de treinamento teórico do funcionário recém-admitido com duração 
de duas semanas com aulas expositivas em dias alternados, ministradas pelos 
enfermeiros da SEEC e por profissionais de outras unidades tais como: CCIH, NVE, 
EMTN, CME, Banco de Sangue, RH, DENF e Comissão de Ética, com temas importantes 
para o início das atividades nas unidades, conforme descrito no programa abaixo: 
 
TEMAS 
Integração Recursos Humanos 
Departamento de Enfermagem 
Processo/anotação de enfermagem 
Banco de sangue 
Visita à área física do Hospital de Clínicas 
Comissão de ética em enfermagem 
Núcleo de Vigilância E epidemiológica/Centro de Referência em Imunobiológicos 
Especiais 
Supervisão clínica 
Equipe multiprofissionalde prevenção e tratamento de feridas e estomas 
Serviço de Hotelaria 
Unidade Respiratória 
Cuidados com material perfuro-cortante/ risco biológico 
Segurança do paciente 
Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional 
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P17 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 89 - 
TEMAS 
Central de Materiais e Esterilização 
SPOT – Serviço De Procura De Órgãos E Tecidos Para Transplante 
Ouvidoria 
Ficha de controle de paciente crítico 
Trabalho em equipe 
 
O conteúdo do treinamento teórico é periodicamente revisado mediante alterações da 
prática assistencial e demanda institucional. 
Todos os procedimentos de enfermagem orientados seguem o conteúdo do Manuais de 
Processos e Técnicas de Enfermagem. 
 
SECRETARIA DO DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM – HC 
Recepcionar os servidores recém-admitidos 
Encaminhar os servidores para o início do treinamento teórico e prático 
Comunicar as áreas e passar o nome completo dos funcionários novos para inclusão na 
escala. 
Orientar o funcionário a preencher os impressos (Entrega de Equipamento de Proteção 
Individual). 
Entregar à secretaria da área o cartão de ponto e a ficha de Avaliação Admissional no 
Período de Experiência. 
Organizar os equipamentos de multimídia para apresentação das aulas agendadas. 
 
SERVIÇO DE ENFERMAGEM EM EDUCAÇÃO CONTINUADA 
Preparar o cronograma de treinamento das aulas teóricas 
Comunicar os palestrantes e confirmar presença 
Divulgar o cronograma para diretores e supervisores 
Dar início ao treinamento teórico e suporte aos palestrantes convidados. 
Negociar com os diretores os casos específicos de funcionários com impedimento para 
participar do treinamento teórico/prático ou os contratados para as funções restritas. 
Fazer o acompanhamento do novo servidor no período do treinamento teórico. 
Preencher a ficha de treinamento de cada servidor e encaminhar para a área após a 
finalização do treinamento teórico. 
Registrar o treinamento dos servidores recém-admitidos em planilha de banco de dados da 
SEEC. 
Encaminhar para a pasta funcional a Ficha de Treinamento Admissional e Educação em 
Serviço. 
 
SUPERVISOR 
Acompanhar o funcionário na execução de procedimentos técnicos de enfermagem e na 
assistência ao paciente e registrar na ficha de treinamento. 
Encaminhar para a SEEC a carga horária de treinamento prático para registro em banco 
de dados. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P17 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 90 - 
O treinamento prático do técnico de enfermagem e do enfermeiro tem como objetivo: 
 Apresentar habilidade no discurso com a equipe multidisciplinar e com o paciente, 
além da comunicação escrita; 
 Informar e registrar de forma adequada, as intercorrências com o paciente; 
 Ser capaz de contextualizar e integrar as informações; 
 Identificar e solucionar problemas oferecendo alternativas viáveis; 
 Conhecer e aplicar os princípios éticos, morais e legais; 
 Utilizar recursos materiais e equipamentos de forma racional. 
O treinamento prático do enfermeiro tem, além dos acima, os seguintes objetivos 
específicos: 
 Enfatizar a capacidade de contextualização e integração de informações pertinentes 
para tomada de decisões ágil e precisa, identificando prioridades, além de buscar 
dados científicos; 
 Gerenciar com metas e objetivos claros, planejar e delegar de forma racional as 
atividades e supervisionar a equipe de enfermagem; 
 Realizar procedimentos técnicos complexos, salientando os procedimentos de 
competência privativa do enfermeiro; 
 Conhecer e desenvolver todas as etapas do processo de enfermagem. 
 
FUNCIONÁRIO RECÉM-ADMITIDO 
Validar os procedimentos realizados e as orientações recebidas registradas pelo 
supervisor/enfermeiro na Ficha de Treinamento Admissional e Educação em Serviço. 
 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 003 
 
Data: 
01/02/2017 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P18 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Angélica Olivetto de Almeida e Daniela Fernanda dos Santos Alves. 
Responsável pela área Data: 01/02/2017 CCIH Data: 01/02/2017 SST Data: 01/02/2017 
Nome: Sílvia Angélica Jorge 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 91 - 
EN.P18 – SOLICITAÇÃO DE ESTÁGIO DE ENFERMAGEM (ATUALIZADO) 
 
SOLICITAÇÃO DE CAMPO DE ESTÁGIO DE ESCOLAS DA UNICAMP E ESCOLAS 
CONVENIADAS 
 
FACULDADE DE ENFERMAGEM / CURSO DE ENFERMAGEM DO COTUCA 
 Encaminhar ao final de cada semestre, o planejamento das disciplinas e a 
solicitação dos campos de estágio do semestre subsequente. 
 Conferir o mapa de estágio elaborado e enviado pela SEEC. 
 
SEEC 
 Elaborar o mapa semestral com os setores liberados para os estágios. 
 Inserir as solicitações de campos de estágio da Faculdade de Enfermagem e do 
COTUCA. 
 Priorizar os campos solicitados pela FENF e negociar com o COTUCA em situações 
de sobreposição. 
 Enviar cópia do mapa de estágios para validação da FENF e do COTUCA 
 Comunicar ao GGBS a data mais apropriada para a reunião com as escolas 
conveniadas. 
 Participar da reunião com as escolas fazendo relato de avaliações e orientações 
pertinentes, em como anotando os campos de estágios solicitados. 
 Concluir os mapas dos campos de estágio (manhã e tarde). 
 Informar para cada escola os campos disponibilizados para o estágio e a lista de 
material necessário. 
 Encaminhar uma cópia do mapa de estágio para as áreas que receberão os alunos 
 Avaliar junto com os supervisores o desempenho das escolas nos campos de 
estágio, documentando as intercorrências e tomando as condutas cabíveis. 
 Informará RT da escola qualquer intercorrência no campo de estágio, as condutas 
tomadas e seus desdobramentos. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 003 
 
Data: 
01/02/2017 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHOOU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P18 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Angélica Olivetto de Almeida e Daniela Fernanda dos Santos Alves. 
Responsável pela área Data: 01/02/2017 CCIH Data: 01/02/2017 SST Data: 01/02/2017 
Nome: Sílvia Angélica Jorge 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 92 - 
 Conferir no relatório do almoxarifado se o material entregue pelas escolas 
conveniadas foi o estipulado ao final de cada semestre. 
 
SOLICITAÇÃO DE CAMPO DE ESTÁGIO PARA ESCOLAS EXTERNAS À UNICAMP 
GGBS 
 Estabelecer convênio com as escolas parceiras. 
 Convocar as escolas conveniadas para as reuniões semestrais de distribuição de 
campos de estágio. 
 
ESCOLA 
 Estabelecer convênio com a Universidade junto ao Grupo Gestor de Benefícios 
Sociais (GGBS). 
 Apresentar, por meio do GGBS, os objetivos do estágio e as unidades de interesse 
de acordo com a padronização do HC. 
 Participar da reunião semestral para distribuição dos campos de estágio 
 Apresentar a SEEC Certificado de Responsabilidade Técnico (RT) válido e vigente, 
em caso de mudança informar a SEEC. 
 Identificar o enfermeiro supervisor de estágio que não conhece o campo e solicitar a 
SEEC o agendamento da integração na unidade, com duração de cinco dias úteis, 
em data a ser pactuada com a direção do serviço e noturno, no qual vai conduzir o 
estágio. 
 Informar ao enfermeiro supervisor de estágio que os horários de início das 
atividades devem ser compatíveis com o horário de passagem de plantão em cada 
unidade, ou seja, manhã–6h55e tarde–13h00. 
 Encaminhar para a SEEC a lista com a distribuição dos alunos nos campos de 
estágio reservados 
 Orientar o aluno para comparecer no estágio de roupa branca, trazer o material de 
bolso, incluindo termômetro e equipamento de proteção individual (óculos de 
proteção). 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 003 
 
Data: 
01/02/2017 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P18 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Angélica Olivetto de Almeida e Daniela Fernanda dos Santos Alves. 
Responsável pela área Data: 01/02/2017 CCIH Data: 01/02/2017 SST Data: 01/02/2017 
Nome: Sílvia Angélica Jorge 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 93 - 
 Não trazer pertences de valor para o campo de estágio. 
 Entregar no almoxarifado os materiais solicitados pela SEEC, conforme cronograma 
pré-estabelecido. 
 Orientar o aluno para trazer copos descartáveis e utilizara copa da unidade para 
alimentação. 
 Comunicar oficialmente a SEEC cancelamentos de estágio com 15 dias de 
antecedência. 
 Consultar a SEEC sobre qualquer alteração no local e cronograma dos estágios 
 Comunicara SEEC formalmente qualquer ocorrência relacionada ao estágio em 
48hs para que sejam tomadas as providências cabíveis. 
 
SEGURANÇA OCUPACIONAL DO ALUNO 
 
RESPONSABILIDADES 
O professor é responsável pela supervisão do cumprimento das precauções padrão e 
precauções adicionais adotadas pelos seus alunos. 
As escolas ficam responsáveis em conferir a carteira de vacinação dos alunos, verificando 
se existe registro da hepatite B, varicela e rubéola e tomando providências para que sejam 
devidamente imunizados. 
 
Em casos de acidente com material perfuro-cortante, as escolas devem seguir as 
recomendações do Ministério da Saúde, no que se refere à quimioprofilaxia para hepatite 
B e HIV. 
 
Atendendo as recomendações da CINº0042/04–CCIH/HC está vedada à assistência 
por parte dos alunos aos usuários/pacientes em precauções especiais, 
imunossuprimidos (receptores de transplantes de órgãos sólidos ou medula óssea 
há menos de dois anos; pulsoterapia com corticosteróides ou uso desta droga em 
dose >1mg/Kg/dia; uso de citostático,imunossupressores ou quimioterápicos e 
usuários/pacientes com AIDS). 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 003 
 
Data: 
01/02/2017 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P18 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Angélica Olivetto de Almeida e Daniela Fernanda dos Santos Alves. 
Responsável pela área Data: 01/02/2017 CCIH Data: 01/02/2017 SST Data: 01/02/2017 
Nome: Sílvia Angélica Jorge 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 94 - 
É solicitado a cada escola, o fornecimento de materiais de consumo como forma de 
reposição, ao hospital, por suas atividades de estágio. 
Este material deve ser entregue no Serviço de Almoxarifado/HC acompanhado por 
documentação oficial da escola externa e que deve constar: 
 Nome da escola 
 CNPJ 
 Endereço 
 Discriminação dos materiais: marca, quantidades 
 Constar a denominação: “doação” 
 
MATERIAIS SOLICITADOS E DIMENSIONAMENTO DE ALUNOS 
Material Marcas aprovadas Quantidade/aluno/dia 
Luvas de procedimento não 
estéril Nitrílica 
(Tamanho M) 
DESCARPACK 
BIOSERVICE 
NUGARD NUTRIL 
10 luvas 
 
 
No planejamento e execução do estágio, além da relação entre o número de estagiários e 
o quadro de pessoal da instituição concedente, prevista no Art.17 da Lei nº11.788/2008, 
deve-se considerar a proporcionalidade do número de estagiários por nível de 
complexidade da assistência de Enfermagem, considerando assistência mínima ou 
autocuidado (até 10 alunos por supervisor); assistência intermediária(até 8 alunos por 
supervisor), assistência semi-intensiva (até 6 alunos por supervisor) e assistência intensiva 
(até 5 alunos por supervisor). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 003 
 
Data: 
01/02/2017 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P18 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Angélica Olivetto de Almeida e Daniela Fernanda dos Santos Alves. 
Responsável pela área Data: 01/02/2017 CCIH Data: 01/02/2017 SST Data: 01/02/2017 
Nome: Sílvia Angélica Jorge 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 95 - 
Dimensionamento de alunos por unidade e por turno 
 
UNIDADES Nº DE ESTAGIÁRIOS 
Gastroclínica / Gastrocirurgia, Cardiologia / Pneumologia, E.G.A. 
(P1 e P3), Neuroclínica/Neurocirurgia, Ortopedia/ Traumatologia 
08 alunos 
UER (Pronto Socorro) observação 05 alunos 
Emergência Clínica/ Cirurgia do Trauma/ UER frente 06 alunos 
Psiquiatria 06 alunos 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P19 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Edineis de Brito Guirardello, Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. 
Responsável pela áreaData: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 96 - 
EN.P19 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FACULDADE DE 
ENFERMAGEM DA UNICAMP 
 
FENF 
Informar a continuidade do programa para o ano letivo seguinte ao Departamento de 
Enfermagem do HC e solicitar o número de vagas por área e nome dos enfermeiros 
supervisores para a SEEC. 
 
SEEC 
Levantar junto às áreas, o número de vagas para os alunos do estágio supervisionado, e o 
nome dos enfermeiros supervisores, e encaminhar para a FENF. 
 
ENFERMEIRO SUPERVISOR DE ESTÁGIO 
Participar das atividades de orientação quanto ao estágio curricular supervisionado. 
Participar do planejamento do programa de estágio curricular supervisionado junto com o 
docente e aluno. 
Receber o aluno, apresentar a área, a equipe multidisciplinar e a rotina da unidade. Inserir 
o aluno nas atividades assistenciais e gerenciais da unidade, acompanhá-lo em 
procedimentos, orientar o preenchimento do processo de enfermagem. 
Avaliar o aluno, junto com o docente e diretor da unidade, quanto ao seu desempenho 
técnico, assistencial e gerencial e quanto ao relacionamento interpessoal com a equipe da 
unidade e com o paciente. 
Participar da avaliação final de estágio curricular supervisionado organizado pela FENF 
(Evento Vitrine de Ideias). 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/0432014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P20 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 97 - 
EN.P20 – PROGRAMA DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO TÉCNICA 
PARA EQUIPE DE ENFERMAGEM 
 
CONCEITOS 
Treinamento consiste em atividade educativa visando exercitar e aprimorar técnicas já 
executadas pela equipe. 
Capacitação consiste em atividade educativa visando preparar e capacitar a equipe de 
enfermagem para novas técnicas e processos de trabalho. 
 
SEEC 
PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO 
Elaborar, no início do ano, um planejamento anual de treinamentos e programas de 
capacitações técnicas para equipe de enfermagem em decorrência das necessidades e 
demandas institucionais. 
Levantar junto às áreas as necessidades de treinamento/capacitação ou demandas 
institucionais, tais como: 
 Mudanças de processos de trabalho; 
 Alteração técnica de procedimento; 
 Implementação tecnológica (equipamentos e materiais); 
 Eventos adversos; 
 Observações de pacientes; 
 Resultados de auditorias de indicadores e de processo de enfermagem. 
Realizar uma revisão bibliográfica sobre o tema, trazendo atualizações sobre o assunto a 
ser abordado. 
Consultar profissionais e docentes de enfermagem especializados no tema. 
Efetuar simulações para verificar a viabilidade do processo a ser orientado na prática. 
Envolver outros profissionais de enfermagem na construção e aplicação do treinamento, 
convidando profissionais da equipe multidisciplinar, sempre que pertinente. 
Organizar o treinamento utilizando aulas expositivas e outras estratégias pedagógicas 
(dinâmicas, vivências, práticas, simulações). 
Verificar agenda de treinamentos e eventos do HC e da UNICAMP para evitar 
sobreposição de atividades. 
Definir o cronograma, com antecedência de no mínimo 15 dias, com número de aulas, 
diferentes turnos e locais, de forma a contemplar maior número do público alvo. 
Realizar o treinamento dentro do horário de trabalho, sempre que possível. 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/0432014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P20 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Margareta Maria Wopereis Groot, Nilce Rodrigues Viana Pato, Solange Martins Viana. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 98 - 
Reservar sala, equipamentos de multimídia e outros recursos audiovisuais, se necessário. 
Confirmar palestrante. 
Divulgar o treinamento para os diretores, supervisores e responsáveis de área. 
Providenciar material de apoio: apostilas, resumos, avaliação e itens para dinâmica 
quando necessário. 
Elaborar registro de treinamento. 
Reforçar convite para o treinamento utilizando os e-mails institucionais. 
 
EXECUÇÃO 
No dia do treinamento, preparar sala, os equipamentos e disponibilizar o registro de 
treinamento. 
Acompanhar o treinamento esclarecendo dúvidas e coletando sugestões para os 
próximos. 
 
AVALIAÇÃO 
Verificar o percentual de participação ao treinamento, por meio da relação entre presentes 
e esperados do público alvo. 
Analisar as avaliações de treinamento preenchidas pelos profissionais participantes 
quando houver. 
Mensurar o indicador homem/hora treinado a partir dos registros de treinamento, 
buscando atingir a meta pré-estabelecida pelo Departamento de Enfermagem. 
Analisar, junto com o DENF, os programas educacionais desenvolvidos pela SEEC. 
Elaborar relatório anual com os temas, carga horária, percentual de participação e 
indicador homem/hora treinado dos treinamentos promovidos e encaminhar ao DENF. 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P21 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 99 - 
EN.P21 – PERMISSÃO PARA ATIVIDADE DE ENFERMAGEM 
VOLUNTÁRIA 
 
CRITERIOS PARA ATIVIDADEVOLUNTARIA 
Profissional de enfermagem, com curso de graduação em enfermagem concluído, com 
registro no COREN válido. 
 
VOLUNTÁRIO 
Solicitar permissão para atividade de enfermagem voluntária à Divisão de Recursos 
Humanos do HC e preencher uma ficha de solicitação. 
 
DRH 
Receber a solicitação e informar os documentos a serem apresentados pelo candidato. 
Analisar os documentos quanto à procedência e legitimidade. 
Estando de acordo, encaminhar a solicitação à Diretoria do Departamento de 
Enfermagem. 
 
SEEC 
Receber a solicitação de atividade de enfermagem voluntária, após autorização da 
Diretoria do DENF. 
Entrar em contato com a área de interesse do candidato e verificar a disponibilidade para 
atividade voluntária. 
Nomear um enfermeiro da área que se responsabilize pelo candidato. 
Elaborar junto às áreas, um planejamento da atividade voluntária. 
Retornar o processo a Divisão de Recursos Humanos, para os tramites administrativos e 
agendamento de data de início. 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P22 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Kátia Maria Rosa Vieira, Sílvia Angélica Jorge. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 100 - 
EN.P22 – COMPOSIÇÃO DE NOVAS TÉCNICAS NO MANUAL DE 
ENFERMAGEM 
 
CONCEITO 
Elaborar, revisar e atualizar as técnicas no Manual de Enfermagem. 
 
SEEC 
Receber a solicitação de inclusão de uma técnica ou identificar a ausência ou 
desatualização de uma técnica do manual. 
Realizar levantamento bibliográfico e elaborar a técnica ou apenas complementa-la, 
quando necessário. 
Encaminhar uma cópia da técnica para apreciação da Faculdade de Enfermagem da 
Unicamp e do COTUCA. 
Discutir e aprovar a técnica proposta, junto com o grupo envolvido. 
Fazer as correções sugeridas pelo grupo. 
Pactuar com as áreas envolvidas na nova técnica (CCIH e SST). 
Encaminhar o arquivo do texto pactuado para o coordenador dos Manuais-HC que fará a 
formatação e atualização do manual em meio eletrônico (superintendencia.pdf). 
Caso tratar-se de revisão completa do manual para nova edição, o coordenador dos 
Manuais-HC enviará nova cópia impressa do documento para assinatura. 
Efetuar fotocópia da nova técnica somente para as áreas onde for imprescindível, 
fortalecendo a prática de consulta eletrônica do manual. 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
 
 
 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/superintendencia.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P23 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa, 
Vera Lúcia Moura Soares Simmelink, Ronaldo Ferreira dos Santos, Rosana Maria Decanini Barbeiro. 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 101 - 
EN.P23 – ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS 
 
CONCEITO 
Organizar cursos e palestras com temas de enfermagem para o público interno e externo. 
 
SEEC 
Identificar um tema de interesse ou atual para o grupo de enfermagem. 
Consultar o Departamento de Enfermagem do HC, sobre a relevância do tema e o 
alinhamento do mesmo nas diretrizes do DENF. 
Escolher palestrantes externos para ministrar curso ou evento ou ainda escalar 
profissionais da instituição. 
Determinar a data, horário e local com antecedência mínima de três meses. 
Reservar o local do evento. 
Reservar equipamentos de multimídia (computador, projetor multimídia) e impressora. 
Encaminhar o convite para o palestrante e confirmar o aceite do mesmo. 
Realizar a divulgação do evento para o público interno e externo (lista de hospitais e 
escolas de enfermagem de Campinas e região). 
Solicitar patrocínio externo (empresas) ou interno (HC, GGBS, AFPU). 
Abrir as inscrições por telefone e/ou site do HC-UNICAMP. 
De acordo com o número aproximado de inscritos, providenciar o coffee-break e os 
materiais (pastas, blocos e canetas). 
Próximo ao dia do evento, imprimir os certificados dos participantes, dos palestrantes e 
dos organizadores. 
Quando necessário, providenciar translado, hospedagem, refeição, lembrança para os 
palestrantes. 
Elaborar uma ficha de avaliação do evento, providenciar fotocópias e solicitar que os 
participantes preencham no final da programação. 
Gerar um relatório do evento, conforme modelo, contendo tema, palestrantes, número de 
participantes e equipamentos utilizados. 
Construir um banco com as informações dos participantes para divulgação de outros 
eventos. 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
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N
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
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29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P24 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Raquel Rodrigues Machado, Solange Martins Viana, Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de 
Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 102 - 
5. COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM 
 
EN.P24 – FORMAÇÃO E ATUAÇÃO DA COMISSÃO DE ÉTICA DE 
ENFERMAGEM DO HC-UNICAMP 
 
DEFINIÇÃO 
A Comissão de Ética de Enfermagem (CEE) é um órgão representativo do Conselho 
Regional de Enfermagem de São Paulo (COREN-SP), em caráter permanente, junto às 
Instituições de Saúde, tendo funções educativas, fiscalizadoras e consultivas do exercício 
profissional e ético dos profissionais de enfermagemna Instituição. 
A CEE é regida pela Decisão 003/1996 do COREN-SP. 
 
FINALIDADES 
A CEE é reconhecida pela Diretoria de Enfermagem do Hospital das Clínicas, 
estabelecendo uma relação de independência e autonomia, certificando e assessorando a 
mesma sobre os assuntos afetos a esta. 
A CEE deverá notificar a Diretoria de Enfermagem o calendário de suas reuniões e/ou 
atividades. 
Notificar por meio de denúncia formal e auditoria, após análise das intercorrências 
comunicadas por meio de denúncia. 
 
ELEIÇÕES 
São realizadas conforme a Resolução vigente do Coren-SP (http://www.coren-sp.gov.br/). 
 
COMPETÊNCIA DA COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM 
 Divulgar e fiscalizar o exato cumprimento do Código de Ética, da Lei e do Decreto 
sobre o Exercício dos Profissionais de Enfermagem, bem como das Resoluções e 
Decisões do COFEN e dos COREN dentro da Instituição; 
 Opinar, normatizar, orientar e fiscalizar sempre em relação ao desempenho ético 
da profissão; 
 Manter atualizado o cadastro de todos os profissionais de enfermagem que 
trabalham na Instituição; 
 Realizar sindicância sobre o fato, notificando quando julgar necessário, 
convocando os profissionais envolvidos e suas testemunhas, tomando a termo 
seus depoimentos, verificando o exercício ético da profissão, as condições 
oferecidas pela Instituição para o exercício profissional, a qualidade do 
atendimento prestado aos usuários/pacientes e sugerindo as modificações que 
sejam necessárias; 
 Encaminhar o relatório de sindicância juntamente com o parecer da CEE ao 
COREN-SP, no prazo máximo de trinta dias, sujeito à prorrogação, ao se constatar 
indícios de possível infração ética, arrolando-se todos os documentos 
http://www.coren-sp.gov.br/
 
Manual de Processos de Trabalho 
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N
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
PROCESSOS DE TRABALHO OU PROTOCOLOS DE COMPETÊNCIA DA ÁREA EN.P24 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Raquel Rodrigues Machado, Solange Martins Viana, Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de 
Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 103 - 
comprobatórios necessários afetos a este, com cópia para a respectiva Diretoria / 
Chefia / Gerência ou Divisão de Enfermagem da Instituição; 
 Nos casos de não se constatar indícios de infração ética, a CEE deverá encerrar a 
sindicância, arrolando todos os documentos, elaborando o relatório final e 
arquivando o processo na instituição; 
 Cientificar à Diretoria / Chefia / Gerência ou Divisão de Enfermagem da Instituição 
sobre todos os relatórios conclusivos das Sindicâncias ali instauradas pela CEE; 
 Elaborar, quando necessário, conjuntamente com o COREN-SP, padrões éticos 
suscitados por modernos métodos de diagnóstico e terapêutica de complexa 
tecnologia, para que sejam adotados pela equipe de enfermagem e por grupos 
multiprofissionais qualificados; 
 Solicitar aos responsáveis pela Diretoria / Chefia / Gerência ou Divisão de 
Enfermagem, assim como, aos responsáveis pelos outros serviços da Instituição de 
Saúde, informações e comprobatórios quando julgados indispensáveis para 
elucidação dos fatos que estão sendo apurados. 
 
COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO DE ÉTICA DE ENFERMAGEM 
Segue a Resolução vigente do Coren-SP (http://www.coren-sp.gov.br/). 
 
 
 
 
 
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE 
Não se aplica 
Maiores informações: Manual da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (ccih.pdf). 
SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL 
Adotar as orientações descritas no Guia para Adequação da NR-32 no Hospital de Clínicas (NR32.pdf). 
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS E COLETIVOS ESPECÍFICOS 
Não se aplica 
 
 
http://www.coren-sp.gov.br/
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/ccih.pdf
http://intranet.hc.unicamp.br/manuais/nr32.pdf
 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
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ANEXOS EN.A1 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 104 - 
ANEXOS 
EN.A1 - NORMAS, PORTARIAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
QUE EMBASAM O FUNCIONAMENTO DA ÁREA 
North American Nursing Diagnosis Association. Diagnósticos de Enfermagem da 
NANDA: definições e classificação 2007-2008. Porto Alegre, Artmed, 2008. 
 
JOHNSON, M.;BULECHEK,G;DCHTERMAN,J MC;MASS M.; MOORHEAD S. 
Diagnósticos, resultados e intervenções de enfermagem - ligações entre NANDA, 
NOC e NIC. Porto Alegre, Artmed 2005. 
 
JOHNSON, M.; MASS M.; MOORHEAD S. Classificação dos resultados de 
enfermagem (NOC). Porto Alegre, Artmed 2.ed 2004. 
 
DCHTERMAN,J MC; BULECHEK,G Classificação das intervenções de Enfermagem 
(NIC). Porto Alegre, Artmed 4.ed 2008. 
 
GIOVANNETTI P. Understanding patient classification systems. J Nurs Adm 1979; 
9(2): 4-9. 
 
HUBER D. Staffing and Scheduling. In: Huber D. Leadership and nursing care 
management. Philadelphia: Sauders; 2000. p.573-90. 
 
SANCHES KRB, JÚNIOR KRC, COELI CM, CASCÃO, A.M. Sistemas de informação em 
saúde In.: Medronho RA, Carvalho DM, Bloch KV, Luiz RR, Werneck GL. Epidemiologia. 
São Paulo: Atheneu; 2003. p. 337-60. 
 
DE PAOLIS MIM, DINI, APD, HIGA R, SANTOS N, MARIA T, PEREIRA RM. Redesenho 
do Processo de Assistência aos usuários/pacientes internados na Enfermaria de 
Pediatria do HC Unicamp por meio de Sistema de Classificação de Pacientes. 
 
SANTOS F, ROGENSKI NMB, BAPTISTA CMC, FUGULIN FMT. Sistema de 
Classificação De Pacientes: Proposta de complementação do Instrumento de 
Fugulin et al. Rev Latino-am enfermagem 2007; 15(5): online. 
 
 
 
 
 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
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ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 105 - 
EN.A2 – DOCUMENTOS UTILIZADOS NA ÁREA 
Assistenciais 
 
 
 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 106 - 
 
 
 
 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsávelpela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 107 - 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 108 - 
 
 
 
 
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: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 109 - 
 
 
 
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Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
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ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 110 - 
 
 
 
 
 
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Data: 
25/03/2014 
 
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ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 111 - 
 
 
 
 
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Data: 
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ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 112 - 
 
 
 
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Data: 
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ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 113 - 
 
 
 
 
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Data: 
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ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 114 - 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
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ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 115 - 
Gerenciais 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 116 - 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Data: 
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ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 117 - 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1- 118 - 
 
 
 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 119 - 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 120 - 
 
 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
25/03/2014 
 
Implantação 
29/04/2009 
ANEXOS EN.A2 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 121 - 
 
 
 
 
 
Manual de Processos de Trabalho 
ENFERMAGEM 
Revisão 
N
o
: 002 
 
Data: 
24/08/2009 
 
Implantação 
29/04/2009 
ANEXOS EN.A3 
 
Grupo responsável pela elaboração: 
Flora Marta Giglio Bueno, Yvete Carvalho C. Balabanian, Angélica Olivetto de Almeida, Lúcia Maria Rocha de Oliveira, Roseli Higa 
Responsável pela área Data: 25/03/2014 CCIH Data: 25/03/2014 SST Data: 25/03/2014 
Nome: Flora Marta Giglio Bueno 
 
Assinatura ASSINADO NO ORIGINAL 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
Nome: NÃO SE APLICA 
 
Assinatura 
ISBN 978.85.63274.73.1 
- 122 - 
EN.A3 - TABELA DE TEMPORALIDADE DOS DOCUMENTOS 
 
 Regimentos, normas, portarias e plantas físicas – arquivar por tempo 
indeterminado (permanente). 
 
 Escalas de trabalho – são arquivadas por 5 anos. Após são desprezadas. 
 
 Ofícios, comunicados e atas de reuniões – arquivar por 5 anos. 
 
 Fichas de entrega de EPI – manter arquivadas na área de trabalho enquanto 
funcionário estiver escalado no setor. Deve acompanhar as transferências, até seu 
desligamento da instituição. Após, arquivar na pasta de vida funcional no DRH-HC.

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