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1. Caracterize a distribuição da população brasileira no território. A maior parte da população brasileira está concentrada na faixa litorânea, sendo que a densidade demográfica, no geral, diminui do litoral em direção ao interior, sobretudo na região amazônica. 2. Analise a figura 3, na página 47, e responda às questões. a) De que maneira é possível calcular a taxa de crescimento natural da população para determinado período? A taxa de crescimento natural ou vegetativo de uma população corresponde à diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade em um determinado período. b) Em que período o crescimento natural da população brasileira foi mais intenso? Explique. Entre os anos de 1955 e 1965. Durante esse período, a taxa de crescimento natural foi de aproximadamente 29‰. 3. O ritmo de crescimento da população brasileira tem diminuído desde a década de 1960, principalmente devido à redução da taxa de natalidade. a) Aponte dois fatores que contribuíram para a queda da taxa de natalidade no Brasil. Podem ser citados a popularização dos métodos contraceptivos, o aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho e o planejamento familiar. b) Quanto à redução das taxas de mortalidade, que fatores contribuíram para isso? A boa qualidade dos serviços de saúde e de saneamento básico. 4. Apesar de ser um importante indicador para calcular a riqueza de uma localidade, o PIB possui algumas limitações. Quais são elas? O PIB não traduz a desigualdade entre os mais ricos e os mais pobres. No Brasil, por exemplo, a maior parte da riqueza está concentrada nas mãos de reduzida parcela da população. Além disso, o PIB é um indicador baseado apenas em aspectos econômicos, não considerando variáveis sociais, importante para a análise da qualidade de vida de uma população. 5. Em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), responda: a) Quais aspectos são considerados no cálculo do índice? Para o cálculo do IDH são utilizados dados sobre educação, renda e saúde. b) O IDH do Brasil evoluiu nas últimas décadas e passou a integrar o conjunto de países de IDH elevado. Isso significa que toda a população brasileira tem boas condições de vida? Explique. Não. O IDH é uma média nacional e não revela diferenças regionais e sociais de desenvolvimento e condições de vida da população. 6. Analise os tipos de pirâmides etárias a seguir e assinale a afirmativa correta. a) A pirâmide I retrata uma população “jovem”, com elevada expectativa de vida e baixa taxa de natalidade. b) A pirâmide II representa uma tendência de redução na taxa de natalidade, com a maior parte da população idosa. c) A pirâmide II retrata uma população adulta, com baixa taxa de mortalidade e elevada expectativa de vida. d) A pirâmide I aponta uma população “madura”, com predomínio de adultos e elevada taxa de natalidade. e) A pirâmide II retrata uma população adulta, com alto índice de mortalidade e elevada expectativa de vida. 7. Observe o gráfico abaixo e faça o que se pede. a) A partir da análise dos dados do gráfico, por que é possível afirmar que existem desigualdades territoriais e sociais no Brasil? Sim, pois o rendimento médio mensal entre as regiões brasileiras é bastante discrepante, sobretudo quando comparamos os dados das regiões Sudeste, que possui rendimento médio mensal de 2.500 reais, e Nordeste, na qual o rendimento médio mensal é de pouco mais de 1.500 reais. O gráfico também evidencia as diferenças de renda entre homens e mulheres. Os homens possuem rendimento médio maior em todas as cinco regiões, o que caracteriza uma questão social ainda não solucionada. b) Comente o rendimento médio mensal das mulheres nas Regiões Norte, Centro-Oeste e Sul. Nas três regiões, o rendimento médio mensal dos homens é maior do que o das mulheres. No Norte, o rendimento médio das mulheres, o segundo menor entre as cinco regiões, não chega a 1.500 reais. No Centro-Oeste, o rendimento médio das mulheres está em 2.000 reais (e as mulheres recebem aproximadamente 600 reais a menos do que os homens). No Sul, o rendimento médio das mulheres está um pouco abaixo dos 2.000 reais, sendo, portanto, maior que o rendimento das mulheres da Região Norte e um pouco menor que os das mulheres que vivem no Centro-Oeste. No Sul, há também uma grande diferença entre o rendimento das mulheres e o dos homens, que possuem média salarial mensal de pouco mais de 2.500 reais.