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UUSSOO DDEE TTEECCNNOOLLOOGGIIAA NNAA EEDDUUCCAAÇÇÃÃOO EE IINNFFOORRMMÁÁTTIICCAA BBÁÁSSIICCAA
CONCEITOS INICIAIS
Hardware: São os dispositivos físicos, o que podemos
tocar.
Software: São as partes lógicas, os programas.
Peopleware: São os usuários.
Firmware: São programas armazenados em chip.
O COMPUTADOR
Tipos de Computadores
Os computadores podem ser classificados quanto a
sua capacidade de processamento (porte) em:
GRANDE PORTE (MAINFRAMES)
São destinados para um grande volume de dados, têm
grandes dimensões, requerendo uma grande variedade
de pessoal especializado para a sua operação. Esses
equipamentos estão distribuídos em uma ampla sala,
com possibilidade de instalação de terminais em
ambientes remotos.
(O Cray-1 foi um dos mais famosos supercomputadores
inventados por Seymour Cray).
MÉDIO PORTE (MINICOMPUTADORES)
Computadores destinados a empresas que tenham um
volume médio de processamento de dados. São usados
em controle de processos, comunicações e sistemas de
informações. Possuem uma capacidade de memória e
velocidade de processamentos inferiores aos de grande
porte. Hoje já estão em desuso e sendo substituídos
pelos microcomputadores.
PEQUENO PORTE
(MICROCOMPUTADORES)
Os computadores de pequeno porte apresentam-se em
diversos formatos e com diversas características. Os
microcomputadores são computadores pessoais (PC),
monousuários, destinados ao uso de empresas que
tenham um pequeno, mas variado tipo de
processamento de dados. Atualmente, existem
microcomputadores com capacidade de
processamento muito grande, que superam os grandes
computadores de 10 ou 20 anos atrás.
NOÇÕES BÁSICAS DE HARDWARE
Os Principais Componentes...
CPU (UNIDADE CENTRAL DE
PROCESSAMENTO)
Se trata do Principal CHIP do computador,
responsável por processar TODAS as informações.
MEMÓRIA PRINCIPAL
É a memória que armazena todas as informações que
são processadas pela CPU.
MEMÓRIAS AUXILIARES
São memórias responsáveis por guardar por tempo
indeterminado as informações do usuário;
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BARRAMENTOS
São vias (fios) que transportam as informações dentro
de um computador. Quanto maior a largura do
barramento, mais informações poderão ser
transportadas.
A Largura de um barramento é a medida de quantos
bits (sinais elétricos) ele consegue transferir de uma só
vez.
Em poucas palavras, é a contagem no número de
“fios” que formam sua estrutura.
Um barramento de 4 bits é formado por 4 fios em sua
estrutura.
OBS: O barramento é um caminho
compartilhado.
FUNCIONAMENTO BÁSICO...
1. ENTRADA (acontece a Entrada): A informações
entra no computador. OBS: entra por algum
dispositivo de entrada (periférico de entrada).
2. PROCESSAMENTO (vai pra CPU): A informações é
enviada diretamente para a CPU onde a mesma será
processada.
3. ARMAZENAMENTO (vai para a memória
Principal): A informações é armazenada na memória
Principal (RAM).
4. SAÍDA (chega ao usuário): A informações é enviada
ao usuário por algum dispositivo de saída (periférico
de saída).
ENTENDENDO AS INFORMAÇÕES...
Não importa qual seja a informação que o usuário
envie para a CPU (texto, números, som, imagem, e
etc...). A informação será entendida pelo Computador
em formatos de ZEROS e UNS (bits).
Existem dois tipos de computadores no mercado: o
digital e o analógico.
Os computadores digitais representam os seus dados
através de dígitos, ou seja, com dois valores distintos e
invariáveis o 0 (Zero) e o 1 (Um), que estudaremos a
seguir.
Os computadores analógicos utilizam dados de forma
variável como, por exemplo, o mercúrio e o
termômetro para medir uma tarefa em andamento.
São muito utilizados em laboratórios científicos e
comercias, ou seja, bombas de gasolina
computadorizadas. Temos como outro exemplo o
som da natureza, que é distribuída pelo ar de forma
variável e dissipável ao longo do percurso até o seu
destino.
0 e 1 representam as variações de energia elétrica com
que um equipamento digital pode lidar;
Cada 0 ou 1 é chamado de bit (dígito binário);
Cada conjunto de 8 bits (como em 01010001) é
chamado de Byte (termo binário);
Para que serve os Bits e Bytes???
Bits e Bytes são usados como unidades de medida de
informação digital;
Todo equipamento eletrônico digital lida com
informações que podem ser representadas como bits e
Bytes;
Bit é a menor unidade de informação que um
computador pode manipular;
1 Byte é a quantidade de informação necessária para
armazenar um caractere da nossa linguagem (letra,
número, espaço, pontuação, etc.)
C = 01000011
A = 01000001
S = 01010011
A = 01000001
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Múltiplos do Bytes...
1 Kilobyte (KB) = 1024 B
1 Megabyte (MB) = 1024 KB
1 Gigabyte (GB) = 1024 MB
1 Terabyte (TB) = 1024 GB
1 Petabyte (PB) = 1024 TB
FINALIZANDO SISTEMA BINÁRIO...
Medimos o tamanho das informações com que
trabalhamos em Bytes.
Medimos a capacidade de armazenamento das
memórias do computador em Bytes.
Também medimos as velocidades de transmissão de
informações em bits por segundo (bps) ou Bytes por
segundo (B/s).
SOFTWARE - ESTRUTURA DOS DISCOS
Todo HD é formado fisicamente por várias partes, são
elas:
Trilhas: Contém vários setores;
Setores: A informação é efetivamente guardada nos
setores;
* Todos os setores têm o mesmo tamanho (nos
disquetes e HDS, esse tamanho é 512 Bytes);
* Nos CDs e DVDs, os setores têm 2048 Bytes (2KB);
Cluster: é um conjunto de setores contíguos;
Clusters Maiores: Maior desperdício de espaço em
disco; menor número de clusters para serem
gerenciados (maior desempenho);
Clusters Menores: Menor desperdício de espaço em
disco; maior número de clusters na partição (mais
dificuldade e lentidão para gerenciá-los).
SISTEMA DE ARQUIVOS
É o conjunto de regras que determina como os dados
serão escritos em um disco (ou partição);
Sistema de Arquivos de S.O. Microsoft:
FAT 16: Usado nos antigos DOS e Windows 95;
FAT 32: Usado por todas as versões do Windows a
partir do Win98;
NTFS: Usado pelos Windows Corporativos, apenas
(NT, 2000 e XP);
CDFS: Antigo, usado em CDs;
ISO 9660: Usado em CD (mais usado atualmente);
Joliet: Evolução e melhoria do ISSO;
PARTICIONAMENTO DO HD...
Um Disco Rígido pode ser dividido em vários
“pedaços” chamados partições;
Cada partição é vista, pelo Sistema Operacional, como
uma unidade separada (como se fosse um disco rígido
diferente);
É necessário haver pelo menos uma partição (o disco
só pode ser usado se for criada uma partição nele).
Software é o termo que designa a parte lógica da
estrutura computacional; Esse termo refere-se a todos
os programas que utilizamos, como: Windows, Word,
Excel, e etc...
Há diversos tipos de Softwares diferentes.
TIPOS DE SOFTWARES (quanto ao uso)...
Sistema Operacional: Programa para controlar o
computador e todo o seu funcionamento (é
necessário).
Aplicativo: Programa criado para resolver problemas
do usuário (como digitar textos, planilhas, desenhos, e
etc...).
Utilitário: Programa criado para resolver problemas
do computador (como detectar e excluir vírus,
desfragmentar discos, corrigir erros de gravação, e
etc...).
Driver: Programa para “falar” a língua de um
equipamento de hardware e permitir que o sistema
operacional possa usá-lo.Firmware: É um programa que está gravado em uma
memória ROM. Normalmente, os equipamentos de
hardware guardam suas diretrizes básicas em memória
ROM.
TIPOS DE SOFTWARE (quanto à Licença)...
Freeware: Programa que é distribuído gratuitamente
pelo seu dono.
Shareware: Programa distribuído gratuitamente, mais
com limitações de recurso, É uma “amostra grátis”
para despertar o “desejo” pelo programa e incentivar a
compra da versão comercial.
Comercial: Exige-se pagamento para a utilização do
programa (licença de uso).
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Livre: Software que não exige pagamento de licença
de uso e ainda oferece alguns “direitos” especiais aos
usuários.
SOFTWARE LIVRE
Em contrapartida ao apelo financeiro dos softwares da
atualidade, alguns programadores criaram a ideia de
Software Livre.
Software Livre é um termo que designa os programas
de computador que oferecem 4 direitos especiais a eus
usuários, são eles:
1. Direito de usar o software para qualquer finalidade.
2. Direito de copiar e distribuir o software sem a
necessidade de pagamento de licença – Não existe
pirataria no mundo do software livre.
3. Direito de estudar o software completamente (é
necessário ter o Código-Fonte).
4. Direito de modificar o software a sua vontade (é
necessário ter o Código-Fonte).
Portanto, para um software ser livre mesmo, é
necessário que seu programador o disponibilize (sem
pagamento de licença) e também disponibilize o seu
Código-Fonte.
CÓDIGO-FONTE...
O Programador cria o seu programa, escrevendo-o em
uma linguagem de programação compreensível (para
ele) – Esse é o Código-Fonte do programa, a sua
“receita de bolo”.
Depois disso, o programador realiza uma operação
para transformar aquele código em um conjunto de
instruções compreensível pelo computador (linguagem
de máquina) – Essa tradução é chamada de
Compilação.
Depois de compilado, surge um arquivo com as
instruções escritas na forma como o processador
entende. Esse arquivo é chamado de Arquivo
Executável (ou arquivo binário, ou arquivo em código
de máquina).
Teoricamente, não é possível alterar o programa tendo
somente o arquivo executável (não dá pra mudar o
bolo depois de assado, não é?).
Para alterar o programa, deve-se alterar o código-fonte
e, depois, compilá-lo para obter um novo Arquivo
Executável.
ARQUIVOS
São os dados guardados em unidades de
armazenamentos. Existem vários tipos de arquivos,
eles possuem Nome, Data de Criação, Dono e outros
atributos. Esses atributos (incluindo o nome) se
encontram no diretório onde o arquivo está registrado.
Extensão dos Arquivos
Uma coisa de que poucos se dão conta é a existência
das extensões nos arquivos. Uma extensão é um
conjunto de três caracteres (normalmente) que
identificam o tipo de um arquivo.
Quem atribui a extensão ao arquivo é o próprio
programa que o cria, como o Word e o Excel, por
exemplo.
Normalmente, no Windows, as extensões estão
ocultas ao usuário, mas é possível solicitar ao
programa que as mostre, verifique alguns arquivos
abaixo com extensões diversas.
Abaixo alguns exemplos de tipos de arquivos:
.TXT – Arquivo de texto simples
.EXE – Arquivo executável
.ZIP – Arquivo compactado
.PDF – Arquivos leitura
.JPG ou .JPEG – Arquivo de imagem
.PNG – Arquivos de imagem p/ internet
.HTML – Arquivo de código para sites
.SVG – Arquivo de imagem p/ internet
DIRETÓRIOS
São objetos que contêm listas de outros objetos
(arquivos e diretórios). Diretórios podem ser
organizados em árvores (formando ramificações) – ou
seja, um diretório dentro do outro. Toda unidade de
armazenamento possui um diretório principal, do qual
todos os demais diretórios “nascem”: o Diretório Raiz.
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DO SISTEMA
WINDOWS
O sistema operacional Windows [não importando a
versão exatamente] tem uma série de características
que devem ser apresentadas ao concursando e não
podem ser esquecidas na hora de fazer a prova:
O Windows é um sistema operacional gráfico: isso
significa que sua interface [ou seja, sua “cara”] é
baseada em itens visuais, como ícones, janelas, menus.
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Não é necessário que o usuário digite comandos como
os comandos usados no DOS e UNIX para acionar o
sistema. É só usar os itens que se apresentam de forma
"bonitinha" na tela.
O Windows usa Multitarefa Preemptiva: isso quer
dizer que o Windows permite a execução de várias
tarefas ao mesmo tempo [pelo menos, faz aparentar
isso para o usuário]. A multitarefa preemptiva é um
sistema que permite que várias janelas de vários
programas sejam apresentadas ao usuário, como se
todos estivessem sendo “executados” ao mesmo
tempo.
Na verdade, o que acontece é que o Windows fica
“chaveando” a execução de tarefas na CPU de forma
bem rápida [isso porque, só há uma CPU no micro],
fazendo parecer que pode fazer tudo ao mesmo
tempo. Ele fica mais ou menos como um guarda de
trânsito, fazendo: “Impressora, é sua vez...”, “Pare!”,
“Agora é a vez do Word, pronto, pode passar”,
“Agora é o Excel que vai usar a CPU! Prooonto...
Deixe de ser egoísta”, “Pare”, “Agora é a vez do Word
de novo...” e assim por diante.
O Windows suporta Plug And Play: significa que a
instalação de equipamentos Plug And Play pode ser
realizada de forma simples no Windows, que entende
perfeitamente esse sistema.
Lembre-se: Plug And Play é uma “filosofia”
desenvolvida em conjunto com vários fabricantes de
hardware e software para que um computador consiga
reconhecer automaticamente um equipamento que foi
instalado fisicamente nele [por exemplo, uma nova
impressora].
Funciona assim: uma impressora Plug And Play [todas,
hoje em dia] possui um chip de memória ROM com
suas informações básicas de identificação, o sistema
operacional Windows simplesmente “lê” esse chip
para reconhecer a impressora.
COMO O WINDOWS ENTENDE AS
UNIDADES
Uma das principais “responsabilidades” de um sistema
operacional é, sem dúvida, o gerenciamento de
arquivos. Um sistema operacional tem de ser capaz de
permitir ao usuário realizar diversas ações com
arquivos, pastas e unidades de armazenamento [como
copiar, formatar, excluir etc.].
Com relação às unidades de armazenamento, ou
simplesmente unidades, cada uma delas recebe, como
nome, uma letra seguida do sinal de dois pontos [:].
Cada unidade instalada no computador receberá uma
letra identificadora diferente.
As unidades A: e B: sempre serão destinadas a
dispositivos de disquete [até o presente momento,
pelo menos] e é justamente por isso que normalmente
não temos tais letras em nossos micros. Não existem
mais unidades de disquete!
A unidade denominada C: está reservada para uma
partição de Disco Rígido [HD] – mais precisamente, a
partição onde o sistema operacional Windows está
instalado [note a logomarca do Windows em azul
junto ao ícone da unidade C: na figura acima]. As
demais letras das unidades serão destinadas aos outros
equipamentos que serão instalados no computador [ou
demais partições do disco rígido].
É justamente nas unidades que estão os arquivos e as
pastas do seu computador.
Alguns computadores apresentarão mais unidades,
outros apresentarão menos unidades [isso dependerá,
exclusivamente, do número de equipamentos de
memória auxiliar que foram instalados em seu
computador].
COMO O WINDOWS TRATA OS ARQUIVOS
Continuando a forma como o Windows gerencia os
dados armazenados em unidades de disco [dados que
são conhecidos como arquivos], segue uma explicação
básicade como os próprios arquivos são entendidos
pelo sistema operacional.
Um arquivo pode ser classificado como arquivo de
dados [que contém dados normalmente feitos pelo
usuário] ou arquivo de programa [que contém
instruções a serem executadas pelo sistema
operacional]. Os arquivos do Word e do Excel, como
os que criamos cotidianamente, são arquivos de dados,
mas os próprios Word e Excel são armazenados em
arquivos de programas [chamados de arquivos
executáveis].
Há algumas regras que devem ser seguidas para
nomear [e renomear] um arquivo ou uma pasta no
sistema operacional Windows. Aqui vão elas:
1. Historicamente, o que sempre foi verdade nas versões
anteriores do Windows, um nome de arquivo ou pasta
deve ter até 260 caracteres. Na verdade, esta limitação
não é para o nome de arquivo, em si, mas para o seu
caminho completo [que inclui seu nome e os nomes
das pastas até chegar nele]. O “caminho completo”
seria isso aqui:
C:\Documentos\Relatórios\ListaAprovados.pdf -
para o arquivo "ListaAprovados.pdf", dentro da pasta
"Relatórios", que está na pasta "Documentos", que
está na Unidade C:.
O Windows 10 removeu essa limitação. Hoje, é
possível ter arquivos com nomes e caminhos
completos com dezenas de milhares de caracteres!
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2. Não podem ser usados os seguintes caracteres: *
[asterisco], “ [aspas], > [sinal de maior], < [sinal de
menor], : [dois pontos], / [barra], | [barra vertical], \
[barra invertida] e ? [interrogação]
3. Não pode haver dois objetos com o mesmo nome
dentro do mesmo diretório [pasta].
4. O Windows NÃO É CASE SENSITIVE ["sensível à
diferença entre maiúsculas e minúsculas"]. Ou seja, o
Windows não faz diferença entre os nomes CASA.txt,
Casa.txt, CASA.TXT, casa.TXT e caSA.Txt, por
exemplo. Desta forma, numa mesma pasta, não pode
existir um arquivo chamado CASA.TXT e outro
arquivo chamado casa.txt - o Windows enxerga esses
dois nomes como sendo IGUAIS!
O MICROSOFT WINDOWS 10
Em julho de 2015, a Microsoft lançou a mais recente
versão do seu sistema operacional, o Windows 10. Seu
lançamento era bastante esperado especialmente pelo
fracasso retumbante da versão anterior, o Windows 8
[e o 8.1, uma “miniversão” intermediária].
PRINCIPAIS COMPONENTES DO
WINDOWS 10
DESKTOP [ÁREA DE TRABALHO]
É o nome dado à tela inicial do sistema operacional
Windows. Todo usuário de computador que trabalha
com o Windows conhece esta tela:
o nome que se dá à imagem que enfeita do Desktop é
“Tela de Fundo” ou, como se falava antigamente,
“Papel de Parede” [na figura acima, não há imagem, há
apenas uma Cor Sólida como Tela de Fundo].
BARRA DE TAREFAS
É a barra horizontal que atravessa toda a base da área
de trabalho. Essa barra apresenta o Botão Iniciar, a
Cortana [campo de pesquisa que mostra "Digite aqui
para pesquisar"], os Botões dos Programas [fixos e
abertos] e a Área de Notificação [onde está o relógio].
Dividi a Barra de Tarefas em duas partes
[visualmente], porque ela é muito comprida.
BOTÃO INICIAR / MENU INICIAR
É o botão que dá acesso a todos os recursos e
programas no Windows. Mostrado na figura abaixo
com a borda vermelha para destacá-lo.
Botão Iniciar, na extremidade da Barra de Tarefas, e,
ao lado dele, a Cortana [Windows 10]
A Cortana é um campo de pesquisa localizado ao lado
do Botão Iniciar. É denominada "assistente pessoal do
Windows 10" e consegue "ouvir" e "ler" o que o
usuário fala [clicando no botão do microfone
mostrado acima] ou digita [no próprio campo para
digitar]. Cortana é capaz de agendar reuniões, marcar
compromissos no calendário do usuário, achar
arquivos, tocar músicas e vídeos de acordo com o
pedido do usuário e muito mais.
Ao clicar no Botão Iniciar, surge o Menu Iniciar, a
partir de onde podemos iniciar qualquer programa,
aplicativo, ou configuração que desejarmos no
Windows. Na figura a seguir, o Windows 10 está
apresentando seu menu Iniciar.
O MENU INICIAR.
Perceba que o Menu Iniciar é dividido em três colunas
bem distintas, a saber:
PASTAS DO MENU INICIAR
Tá, eu não faço ideia de porque o nome é esse
["Pastas"], mas procurando em todas as
documentações possíveis, só achei essa referência a
essa coluna fina que mostra normalmente 4 ícones.
[coloquei-os na horizontal, porque é a melhor forma
de apresentá-los aqui] - mas você percebe, na imagem
anterior, que eles são, na verdade, uma coluna [ou seja,
estão dispostos na vertical].
Desligamento, Configurações, Explorador de
Arquivos, Usuário [de baixo pra cima]
As quatro pastas normalmente encontradas são
[listando-as de baixo para cima na coluna]:
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Menu de Desligamento [Ligar/Desligar]: dá
opções para desligar, reiniciar, suspender, hibernar e
desconectar o computador.
Configurações: o ícone da "engrenagem" dá acesso ao
menu que configura o Windows, substituindo o Painel de
Controle, tão conhecido em versões anteriores. [calma lá
- o Painel de Controle ainda existe, só está meio
escondido];
Explorador de Arquivos: o ícone que lembra uma pasta
suspensa [algumas pessoas enxergam uma impressora] dá
acesso ao Explorador de Arquivos - o novo nome do
antigo "Windows Explorer".
Usuário: o ícone com a foto do usuário dá acesso às
configurações da conta do usuário e também a operações
como o Logoff e o bloqueio do micro [impedindo que
outros usuários o utilizem].
Outros ícones de pastas [aplicativos diversos, na verdade]
podem ser adicionados nesta área por meio de uma
opção presente no menu Configurações, mas estes quatro
são os que aparecem por padrão. O ícone que aparece lá
na parte superior desta fina coluna [o ícone das três
linhas] serve para expandir esta coluna, mostrando os
nomes dos ícones - nada muito "especial".
APLICATIVOS
A coluna do meio do Menu Iniciar mostra a listagem
dos aplicativos instalados/utilizados no seu Windows.
Esta coluna normalmente apresenta a listagem de
aplicativos instalados por ordem alfabética [como se
pode ver na figura a seguir].
TELA INICIAL [MOSAICO]
Na parte direita do Menu Iniciar, é possível encontrar
um recurso relativamente novo, instituído na versão
anterior do Windows [8] e que foi “anexado” ao menu
iniciar: a Tela Inicial [ou Tela Início].
Parece um simples “mosaico” onde cada programa ali
localizado apresenta-se como um retângulo, alguns em
constante alteração de conteúdo [como aqueles que
apontam para páginas na Internet].
É possível utilizar o botão direito do mouse para
adicionar itens aqui na Tela Inicial, bem como retirar
os blocos do mosaico e também alterar o tamanho e a
posição dos blocos se assim desejado. Arrastar blocos
também permite mudar sua posição no mosaico.
Você sabia que dá para criar grupos de blocos? Sim! Se
você arrastar um bloco bem para baixo, de modo que
ele se afaste demais dos outros, ele será colocado num
"grupo" diferente [você perceberá que uma "barra
cinza" será criada enquanto você arrasta, mostrando
que o bloco que está sendo arrastado já passou da
posição]. Aí é só largar ele que ele ficará em outro
grupo! Aliás, você pode escrever os nomes dos
Grupos apenas clicando nesta barra "invisível"... olha
um mosaico subdividido como fica!
BARRA DE TAREFAS [ÁREA DOS BOTÕES E
PROGRAMAS]
Quando abrimos um programa, este fica apresentado
na forma de uma janela [onde podemos efetivamente
trabalhar com ele] e um pequeno botão, referente
àquela janela, aparece na barra de tarefas. Veja no
exemplo a seguir:
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Note, também, caro leitor, que há vários outros botões
na Barra de Tarefas, mas eles se apresentam um pouco
“diferentes” do Botão do Word [dá para perceber que
o botão do Word está “destacado”, como se estivesse
iluminado e com uma pequena linha clara embaixo
dele, né?].
Pois é: os demais botões [exceto o último, do Writer]
não possuem isso porque representam programas que
não estão abertos [ou seja, não estão em
funcionamento na Memória RAM]. A única forma,
porém, de tais programas terem botões na Barra de
Tarefas sem que estejam abertos é terem sido fixados
lá!
Ou seja, a Barra de Tarefas apresenta botões para
programas abertos naquele momento ou para
programas que tiveram seus botões lá fixados.
Note a figura a seguir.
No exemplo acima, temos, em sequência: Explorador
de Arquivos, Loja, Mozilla Firefox, Word, Excel,
Google Chrome, LibreOffice Writer e LibreOffice
Calc. Destes, estão abertos o Firefox, o Word e o
LibreOffice Writer [nota-se pela linha clara abaixo
deles].
Note bem: sobre os programas abertos, não podemos
afirmar se eles também estão fixos ou não! Ou seja, se
um programa está aberto, e você percebe isso olhando
para a barra de tarefas, você não poderá afirmar nada
acerca de se ele está fixo ou não!
Perceba também que o botão do Word está mais claro,
mais “destacado” que os outros dois. Isso se dá
porque o programa Word é a janela ativa [ou seja, ele é
o programa que está à frente dos demais!].
Tais detalhes visuais só seriam cobrados em provas de
bancas examinadoras que usam fotografias das telas do
computador [até hoje, neste quesito, o Cespe/UnB é
imbatível, mas muitas outras bancas têm imitado esta
forma de perguntar!].
Ahhh! Só lembrando... quando abrimos alguns
programas, pode ser que estes apresentem botões da
seguinte forma [repare no botão do Word, ele parece
ter, agora, uma “sombra”, como se fossem “páginas”
atrás dele]:
Essa é a indicação visual de que há várias janelas do
Word abertas simultaneamente naquele momento.
Se você clicar num botão assim [ou simplesmente
mantiver o ponteiro do mouse sobre ele], o Windows
10 lhe mostrará um painel contendo as miniaturas das
várias janelas, permitindo que você escolha, no clique,
qual delas trará para a frente!
ÁREA DE NOTIFICAÇÃO [SYSTEM TRAY]
É a área à direita da Barra de Tarefas que apresenta o
relógio do computador e outros ícones de programas
em execução, como antivírus e outros programas
residentes na memória [programas que já se iniciam
abertos quando o Windows é ligado].
A grande maioria dos ícones apresentados na bandeja
do sistema [ou system tray – esse é o outro nome da
área de notificação] representa programas executados
em segundo plano, ou seja, sem a interferência do
usuário. São programas que estão em funcionamento,
portanto consomem memória RAM.
Novos ícones não podem ser colocados aqui pelo
usuário, mas quando certos programas são instalados,
eles mesmos tratam de se colocar nessa área.
É possível reconhecer alguns ícones básicos,
pertencentes ao próprio Windows, como:
- Central de Ações – o ícone do “balão” de
conversação: apresenta notificações ao usuário e
permite abrir a central de ações do Windows, que
centraliza a tomada de providências para a
manutenção do bom funcionamento do Windows.
Note que quando o balão está do jeito como mostrado
na figura acima [preto com linhas brancas ou vazio], é
sinônimo de que não há nenhuma notificação
[nenhum aviso] para o usuário. Quando o Windows
quer "notificar" [avisar] o usuário sobre alguma coisa,
o balão fica branco, como na figura abaixo, em que ele
aparece acompanhado do número de avisos ainda não
lidos.
Note o balão na extremidade direita: é sinal de que o
Windows tem avisos para você [Central de Ações].
- Controle de Volume – o ícone do alto-falante: dá
acesso aos controles de volume de som [tanto do som
que se ouve nas caixas de som, como dos sons que
entram no computador por meio dos microfones]. A
bolinha com “x” indica que o áudio está mudo
[desligado], ou seja, o computador não está emitindo
sons.
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- Conexão Sem-Fio – o ícone do avião: apresenta os
recursos de conexão sem-fio do computador. Neste
nosso exemplo, estamos em “modo avião”, ou seja,
com a conexão Wi-Fi [rede sem fio] desligada.
- Energia – o ícone da “bateria” com a tomada: dá
acesso às opções de energia do computador. Esse
ícone normalmente só aparece quando se trata de um
micro portátil [laptop, netbook, ultrabooks etc.].
ÍCONES
São todos os pequenos símbolos gráficos que
representam objetos utilizáveis no Windows. São os
ícones que, quando abertos, iniciam programas, jogos,
documentos etc. Na área de trabalho [desktop] do
Windows, há vários ícones já colocados pelo próprio
sistema e outros que o usuário pode colocar para
facilitar sua vida [os atalhos].
Um ícone pode ser aberto [executado] de várias
maneiras:
1. Aplicando um duplo clique nele.
2. Clicando uma vez nele [para selecioná-lo] e
pressionando a tecla ENTER.
3. Clicando no mesmo com o botão direito do mouse e
acionando o comando Abrir.
JANELAS
Quando um ícone é aberto, ele se transforma em uma
janela. Basicamente, todos os programas em execução
[em funcionamento] são apresentados como janelas.
Algumas janelas apresentam itens diferentes, com
formatos diferentes. Vamos nos ater, primeiramente,
aos componentes mais “tradicionais” das janelas...
COMPONENTES DE UMA JANELA
A seguir, veremos os componentes que formam uma
janela.
BARRA DE TÍTULO
É a barra superior da janela [ela apresenta o nome do
programa e/ou documento que está aberto].
Apresenta, em sua extremidade esquerda o Ícone de
Controle e à direita os botões Minimizar, Maximizar e
Fechar.
BARRA DE MENUS
É o conjunto de menus [listas de opções] dispostos
horizontalmente, abaixo da barra de título.
Cada item desta barra pode ser aberto com um único
clique.
Algumas janelas parecem não possuir barra de menus
[alguns programas realmente não a têm]. Mas a
maioria simplesmente “aparenta” não possuir, ou seja,
eles têm a barra de menus, mas normalmente não
mostram isso!
Quando o usuário pressiona a tecla ALT, cada item do
menu apresenta uma de suas letras sublinhada. Basta
acionar a letra sublinhada no menu desejado [ainda
com a tecla ALT pressionada] e esse menu se abrirá.
Exemplo: o menu Arquivo fica com a letra A
sublinhada; portanto, a combinação de teclas ALT+A
serve para abri-lo.
Nas janelas onde a barra de menus é escondida,
pressionar a tecla ALT faz com que ela apareça,
conforme se pode ver na figura a seguir:
BARRA DE FERRAMENTAS
É a barra horizontal que apresenta alguns botões de
comandos que acionam comandos existentes nos
menus. Os comandos desta barra normalmente
existem nos menus, mas é mais rápido executá-los por
aqui.
É bom lembrar que nem todas as janelas e/ou
programas apresentam a barra de ferramentas.
BARRA DE ENDEREÇO
Apresenta o endereço do local cujo conteúdo está
sendo visualizado na janela. No nosso caso, estamos
visualizando o conteúdo da pasta Documentos. Nesse
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Parte integrante da apostila do NUCE. Proibida a reprodução total ou parcial desta obra.
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local, podemos digitar um endereço de uma pasta do
seu computador, uma unidade de disco, outro
computador da rede ou até mesmo um site da
Internet.
BARRA DE STATUS
Éa barra que fica na parte de baixo das janelas,
embora nem todas as janelas apresentem. Ela traz
algumas informações sobre o conteúdo da janela em
questão. Atenção, pois a Barra de status é um dos mais
importantes componentes das janelas, já que pode
trazer uma série de informações interessantes para
resolver questões de provas [especialmente, aquelas
que utilizam fotos das janelas].
Faixa de opções
Algumas janelas não possuem "Barra de Menus" e
"Barras de Ferramentas", mas, no lugar delas, possui
um conjunto de comandos divididos em GUIAS,
chamado de Faixa de opções [ou Ribbon].
Apenas os programas mais recentes da Microsoft,
como o Office [Word, Excel e Powerpoint], além dos
programas que vêm junto com o Windows 10 trazem
essa nova interface.
Veja, abaixo, a Ribbon do Explorador de Arquivos -
acima temos as Guias [Arquivo, Início, Compartilhar e
Exibir]:
PRINCIPAIS OPERAÇÕES COM JANELAS
Redimensionando uma janela
Redimensionar uma janela significa alterar seu
tamanho [largura ou altura]. Para fazer isso, basta
clicar em uma das bordas da janela [o ponteiro do
mouse se transformará em uma seta dupla] e arrastar
até a forma desejada para a janela.
O usuário poderá usar uma das bordas laterais
[esquerda ou direita] para fazer o dimensionamento
horizontal ou pode usar as bordas superior e inferior
para um dimensionamento vertical. Posicionar o
ponteiro do mouse em um dos quatro cantos
[diagonais] da janela permite o dimensionamento livre
[horizontal e/ou vertical simultaneamente].
Outra forma de dimensionar uma janela para que ela
fique exatamente com o tamanho equivalente à
metade do tamanho total da tela [sim, exatamente
MEIA TELA] é arrastá-la [pela barra de título] até
uma das extremidades laterais da tela [direita ou
esquerda].
Minimizando uma janela
Minimizar uma janela significa fazê-la recolher-se ao
seu botão na barra de tarefas do Windows.
Para minimizar uma janela, basta clicar no botão
Minimizar, em sua barra de título.
Para fazer a janela minimizada voltar a aparecer
[chamamos isso de restaurar], basta um clique simples
no seu botão correspondente na barra de tarefas.
Também é possível minimizar uma janela clicando
diretamente nesse botão [na barra de tarefas], se for a
janela ativa [aquela que está na frente das demais
janelas].
Há também formas de minimizar todas as janelas
abertas de uma única vez. Para fazer isso, basta acionar
o botão [na verdade, um retângulo bem fininho]
Mostrar Área de Trabalho, que fica na extremidade
direita da Barra de Tarefas [ao lado do Relógio]. Um
clique novamente neste botão restaura todas as janelas
às suas posições originais.
Para minimizar todas as janelas, é possível, também,
acionar a combinação de teclas WINDOWS + M [isso
minimiza todas, mas não consegue restaurá-las].
MAXIMIZANDO UMA JANELA
Maximizar uma janela é fazê-la redimensionar-se para
tomar todo o espaço possível da tela.
Para fazer isso, clique no botão Maximizar.
Quando uma janela é maximizada, o botão maximizar
é substituído pelo botão Restaurar Tamanho, que faz a
janela retornar ao tamanho que tinha antes da
maximização.
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Maximizar [e Restaurar Tamanho] uma janela pode ser
feito aplicando-se um clique duplo na Barra de Títulos
da janela.
Também é possível maximizar uma janela arrastando-
a, por meio da Barra de Título, para a extremidade
superior da tela [o movimento é semelhante ao
redimensionar para ½ tela, que já vimos... apenas com
a diferença que a gente deve arrastar para CIMA!].
Outra forma de maximizar [e restaurar tamanho] é
aplicando um clique duplo em qualquer lugar da barra
de títulos da janela.
FECHANDO UMA JANELA
Para fechar uma janela, clique no botão fechar [X] no
canto superior direito da janela. Essa ação fará as
informações da janela serem retiradas da memória
RAM do computador e, com isso, o programa
associado àquela janela será fechado.
Outra maneira de fechar uma janela é acionando a
combinação ALT+F4 no teclado do computador.
Essa ação fechará apenas a janela que estiver com o
foco [janela ativa].
Também é possível solicitar o fechamento da janela ao
acionar um DUPLO CLIQUE no Ícone de Controle
da janela [o pequeno ícone que fica localizado na
extremidade esquerda da barra de título].
Através desse ícone também é possível acionar os
outros comandos vistos até aqui, basta aplicar um
CLIQUE SIMPLES no mesmo e o menu se abrirá.
Outra forma de abrir o menu de controle da janela é
acionando a combinação de teclas ALT + BARRA
DE ESPAÇO.
EXPLORADOR DE ARQUIVOS
O Explorador de Arquivos [chamado de Windows
Explorer nas versões anteriores do Windows] é o
programa gerenciador de arquivos do sistema
operacional Windows 10. É através do Explorador de
Arquivos que podemos manipular os dados gravados
em nossas unidades, copiando, excluindo, movendo e
renomeando os arquivos e pastas das nossas unidades
de armazenamento.
Sem dúvida alguma, o Explorador de Arquivos é a
mais importante ferramenta pertencente ao Windows
cobrada em provas! Se há um único assunto a ser
estudado sobre Windows, este assunto é o Explorador
de Arquivos, portanto, estude-o! Note bem: há casos
em que Windows é cobrado em mais de uma questão
na prova, mas historicamente não passa de uma única.
A maior probabilidade é de que esta única questão
seja, justamente, sobre o Explorador de Arquivos].
VISÃO DO EXPLORADOR DE ARQUIVOS DE
ARQUIVOS
O Explorador de Arquivos apresenta sua interface
dividida em duas partes: o painel da navegação [ou área
das “pastas”], localizado à esquerda da janela, e o painel
do conteúdo [a área grande à direita].
O Painel de Navegação [também chamado de “área da
árvore”] é o painel que mostra a estrutura completa do
computador, hierarquicamente, pasta por pasta, unidade
por unidade, como um grande organograma. Na área das
pastas não são mostrados arquivos [exceto os arquivos
com extensão .ZIP, conhecidos do Windows como
"Pastas Compactadas" - apesar do nome e da forma
como o Windows os trata, eles são arquivos].
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O Painel de Navegação também mostra Bibliotecas
[falaremos sobre elas mais adiante], lista de acesso
rápido [no topo], acesso ao OneDrive [serviço de
armazenamento em nuvem da Microsoft] e acesso aos
computadores da rede. Abaixo uma imagem do painel
de navegação.
A área do conteúdo apresenta o que há na pasta
selecionada da árvore. Na área de conteúdo pode
aparecer todo tipo de objeto [arquivos, pastas,
unidades]. Ou seja, quando se clica em algum item no
Painel de Navegação, automaticamente seu conteúdo é
mostrado no Painel de Conteúdo.
No Explorador de Arquivos, sempre deve haver um
local explorado, ou seja, o programa sempre estará
visualizando o conteúdo de algum diretório [pasta ou
unidade]. Para escolher o diretório cujo conteúdo será
mostrado, basta clicar nele na árvore.
Na figura seguinte, é possível ver o usuário escolhendo
uma pasta para visualizar seu conteúdo. Lembre-se:
apesar de o clique ter sido dado no painel de
navegação [à esquerda], o conteúdo será mostrado no
painel à direita [área do conteúdo].
Para saber qual o local [pasta, biblioteca, unidade etc.]
que está sendo explorado no momento [que é
interessante para as provas de concurso que
apresentam fotografias, como as do Cespe/UnB],
basta ler na barra de endereços do programa.
No caso da figura a seguir, estamos explorando uma
pasta chamada SU 2014, localizada dentro da pastaCertificados, que, por sua vez, se encontra dentro da
pasta Documentos, que está dentro de Este
Computador. Simples, não?
Tudo isso pode ser lido, simplesmente na Barra de
Endereços, localizada na barra de título da janela do
Explorador de Arquivos! Não se esqueça disso! Essa
barra [endereços] é muito importante!
Entendendo a Barra de Endereços do Explorador de
Arquivos
Existem alguns detalhes interessantes acerca da barra
de endereços deste programa, precisamos conhecê-los
bem.
Em primeiro lugar, as “setinhas”. Perceba que a cada
“novo nível”, há uma setinha entre ele e o anterior.
Essa setinha não é só a indicação de que há níveis [do
tipo “um dentro do outro”] entre aqueles locais. Mas
vamos começar vendo isso dessa forma:
Sabe o que ela significa?
1. Estamos, neste momento, explorando a pasta Capítulo
3. Dica: sempre estamos explorando o último nome
mostrado na barra! Ou seja, o último nome mostrado
na Barra de Endereços é, sem dúvidas, o nome da
pasta [do local] que estamos explorando naquele
momento.
2. Capítulo 3 está dentro da pasta Livro. Livro, por sua
vez, dentro da Unidade de disco D:, que, como toda
unidade, está dentro do item Este Computador [este é
o item que “representa” a máquina em si: o
computador que está sendo usado].
3. Capítulo 3 tem subpastas [ou seja, existem pastas
dentro da pasta Capítulo 3] – Ahhh! Por essa você não
esperava, né? Olha o detalhe: se o último nome [que,
já sabemos, indica a pasta em que estamos] estiver
seguido de uma setinha [e tá lá!], é sinal de que a pasta
em questão [Capítulo 3], tem subpastas [pastas dentro
dela!].
Isso pode ser visto tanto no Painel de Navegação
[com as pastas Texto, Imagens e Anexos sendo vistas
abaixo – subordinadas – da pasta Capítulo 3] quanto
no próprio Painel do conteúdo, que mostra as três,
provando que são conteúdo [estão dentro] da pasta
Capítulo 3.
As setinhas são botões que permitem acessar as
subpastas de qualquer item presente na barra de
endereços! Por isso é que eu digo: “se é seguido por
uma setinha, tem subpastas!”.
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Para exemplificar o uso das setinhas para navegar
entre subpastas: estamos na pasta Capítulo 3, mas se
quisermos ir para a pasta Capítulo 5 [que é subpasta de
Livro, assim como Capítulo 3], basta clicar na setinha
após Livro e escolher Capítulo 5 na lista! Sim! Sim!
Clicar na setinha! Saca só:
Note, também, que cada nome na barra de endereço é
um botão, em si, que, se clicado, leva para aquela pasta
em questão [ou seja, clicar em Livro, leva você a
explorar a pasta Livro!]. As setinhas, por sua vez,
também são botões, mas que levam às subpastas
daquela pasta anterior a elas!
Se você clicar no ícone que aparece à esquerda da
barra de endereços, a barra, em si, passará a apresentar
o endereço em questão de um “jeito antigo”, do
formato “tradicional” de endereço.
O formato que sempre foi usado no Windows para
endereçar pastas é sempre este: o endereço sempre
inicia com a unidade de disco em questão e segue
“entrando” em cada pasta, separando, sempre, os
diretórios [pastas] dos subdiretórios [suas subpastas]
por meio do sinal de \ [barra invertida, ou
contrabarra].
Então, só como mais um exemplo, uma pasta
chamada Porta-Luvas, dentro de uma pasta chamada
Carro, que está, por sua vez, dentro uma pasta
chamada Garagem, que fica dentro da unidade C:,
seria referenciada por meio do endereço
C:\Garagem\Carro\Porta-Luvas.
Os Endereços na Árvore
Note, abaixo, a “árvore” que indica o endereço
D:\Livro\Capítulo 1\Imagens. Sabemos que Imagens
é subdiretório [subpasta] de Capítulo 1. Esta, por sua
vez, é subpasta de Livro. Livro, por fim, está dentro da
unidade D: [que, no meu caso, é um pendrive, embora
não se possa deduzir isso na figura].
O termo subdiretório [ou subpasta] é usado para
definir uma relação entre um diretório e o seu nível
imediatamente superior. No caso da figura anterior,
Anexos, Imagens e Texto são subdiretórios [subpastas]
da pasta Capítulo 1.
Note ainda que algumas pastas apresentam, à sua
esquerda, uma setinha [que pode apontar para a direita
ou para baixo] e outras simplesmente não apresentam
tais sinais. As pastas que apresentam setinha possuem
subpastas, já as pastas que não apresentam setinha,
não possuem subpastas.
O fato de não possuírem pastas não permite deduzir
que estão vazias... pois elas podem conter arquivos em
seu interior.
Um clique na seta para a direita fará a pasta em
questão ser expandida na própria árvore, mostrando
suas subpastas [e a seta passará a apontar para baixo].
Quando se clica na seta para baixo, a pasta em questão
é contraída, escondendo novamente suas subpastas na
árvore [e ele volta a ser a seta para a direita].
Note: “expandir” e “contrair” são os verbos utilizados
para descrever o ato de “mostrar” ou “esconder” as
subpastas de uma determinada pasta. Mostrando
[expandindo] suas ramificações ou escondendo-as
[contraindo].
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No Exemplo da figura anterior, as pastas Livro,
Capítulo 1, Capítulo 2 e Capítulo 3 possuem subpastas
[Capítulo 1 foi expandida no exemplo, mostrando suas
subpastas]. As demais pastas do exemplo não possuem
subpastas.
Expandir e Contrair são ações que são realizadas e
acontecem apenas no Painel de Navegação [ou seja,
apenas na parte esquerda do Explorador de Arquivos].
Quando usamos a expressão “Abrir” ou “Explorar”,
consiste em dizer que a pasta está sendo visualizada,
ou seja, que o seu conteúdo está sendo visto [isso,
claro, acontece no Painel do conteúdo].
MODOS DE EXIBIÇÃO DA ÁREA DO
CONTEÚDO
Veja, a seguir, o conteúdo da pasta Stonehenge. Ou
seja, neste momento, a pasta Stonehenge está sendo
explorada:
Os ícones do Painel de Conteúdo podem ser
apresentados de várias formas, que chamamos de
Modos de Exibição ou Layout, para mudá-los, basta
clicar na guia Exibir, no topo da janela, e clicar na
opção desejada dentro do grupo Layout, conforme
mostrado abaixo:
mostra os objetos em lista vertical, acompanhados de
várias informações interessantes sobre eles [das quais,
claro, se pode extrair inúmeras questões de prova!].
Cada modo de exibição, porém, tem seu próprio
“charme” e sua própria característica [que, digase de
passagem, é assunto de questões de prova, também!].
Visite-os, teste-os! Vai ser enriquecedor!
Aproveitando: na parte inferior direita da janela, na
barra de status, já dois pequenos botões já preparados
para alterar o Layout dos ícones: o primeiro aciona o
layout Detalhes e o segundo aciona o Ícones Grandes.
Basta um clique em qualquer um desses botões para
escolher o respectivo Modo de Exibição.
PRINCIPAIS OPERAÇÕES COM O
EXPLORADOR DE ARQUIVOS
Depois de conhecer os principais tópicos da interface
do Explorador de Arquivos, devemos aprender a
trabalhar com ele, realizando algumas operações
básicas com pastas e arquivos, como criar, renomear,
excluir, copiar e mover.
A seguir, as principais operações que podemos realizar
com o auxílio deste importante programa:
CRIANDO UMA PASTA OU ARQUIVO
Para criar uma pasta ou um arquivo, primeiro
certifique-se de estar explorando a pasta ou unidade
onde quer que o objeto seja criado. Na guia Início,
localize o grupo Novo. Nele, você encontrará os
botões Nova Pasta [para criar uma pasta] e Novo Item
[que pode criar tanto pastas quanto arquivos];
GRUPO NOVO – PARA CRIAR NOVOS
OBJETOS
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Parteintegrante da apostila do NUCE. Proibida a reprodução total ou parcial desta obra.
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Ao clicar em Novo Item, um menu de opções aparece
Após a seleção do tipo de objeto, o novo objeto será
criado na pasta local, mas ele ainda precisa de um
nome, basta digitá-lo [e, lógico, pressionar ENTER] e
o objeto terá sido confirmado.
Lembre-se de que você pode criar pastas tanto pelo
botão Nova Pasta quanto pelo botão Novo Item,
escolhendo, lá dentro, a opção Pasta, é claro.
Arquivos, porém, só poderão ser criados na opção
Novo Item.
Confirmando a criação da Pasta [ENTER depois de
digitar o nome!]
Esse procedimento tanto serve para pastas [conforme
mostrado] como para arquivos.
Outra maneira de criar uma pasta é usando o botão
direito do mouse numa área em branco do Painel de
Conteúdo: o Menu de contexto vai se abrir [aliás, é o
que sempre acontece quando clicamos com o botão
direito do mouse em alguma coisa] e, nele, haverá a
opção Novo, que é uma réplica do botão Novo Item.
LEMBRE-SE DISSO: sempre haverá uma forma de
fazer operações no Windows 10 com o uso do botão
direito [também chamado de botão auxiliar, ou botão
secundário] do mouse.
Portanto, para criar uma pasta, faz-se: clicar com o
botão direito [numa área vazia do painel de conteúdo];
clicar no submenu Novo; clicar em Pasta... depois é só
digitar o nome e ENTER para confirmar! ;-]
O menu que se abre em decorrência do clique com o
botão direito é chamado de menu de contexto porque
ele se adapta ao contexto! Ou seja, ele muda suas
opções [comandos apresentados] de acordo com o
local onde é clicado!
RENOMEANDO UM ARQUIVO OU PASTA
Renomear um objeto significa mudar o nome
previamente definido para ele. Para mudar o nome de
um arquivo [ou pasta], siga estes passos:
1. Selecione o objeto desejado.
2. Acione o comando para renomear [há quatro
maneiras]:
a. Clique no botão Renomear, no grupo Organizar da
guia Início;
b. Acione a tecla F2 [no teclado];
c. Acione um clique no nome do objeto;
d. Botão direito [no objeto] / Renomear [no menu de
contexto];
3. Digite o novo nome para o objeto [pois no nome
estará alterável];
4. Confirme [pressionando ENTER ou clicando fora do
objeto].
EXCLUINDO UM ARQUIVO OU PASTA
Excluir um arquivo ou pasta significa retirar este objeto
da unidade de armazenamento, liberando o espaço
ocupado por ele para poder ser usado na gravação de
outro.
Ou seja, é “matar” o objeto, seja ele um arquivo ou uma
pasta! Só se lembre de que apagar uma pasta significa, por
definição, apagar todo o seu conteúdo [todas as pastas e
arquivos dentro dela].
A seguir temos um passo a passo simples para
apagamento [exclusão] de um objeto:
1. Selecione o objeto desejado [ou, no caso, indesejado];
2. Acione o comando de exclusão [há quatro maneiras de
acioná-lo]:
a. Pressione a tecla Delete [no teclado, claro!];
b. Acione a opção Excluir do menu de contexto
[clicando com o botão direito do mouse sobre o
objeto a ser apagado, claro!];
c. Acione o botão Excluir, no grupo Organizar;
d. Acione a combinação de teclas CTRL+D.
A Lixeira é uma pasta especial que o sistema Windows
utiliza para o processo de exclusão de arquivos e pastas
do computador. A lixeira, em suma, serve para guardar
arquivos que a gente tenta apagar!
ATENÇÃO: Nas versões anteriores do Windows, a
lixeira só guardava arquivos que estavam em discos
rígidos [HDs] ou discos de estado sólido [SSDs], que
funcionam como HDs. Não importando se são discos
rígidos internos ou externos [HD externo, transportável,
conectado pela porta USB, por exemplo]. Qualquer
arquivo apagado de qualquer um desses dispositivos será,
prioritariamente, armazenado na Lixeira quando se tentar
apagá-lo.
[Isso significa que quando clicávamos no botão do “x”
vermelho, visto há poucos parágrafos, ou usávamos
qualquer um dos métodos vistos para acionar a exclusão,
eles tinham a função de Reciclar apenas para os arquivos
guardados em discos rígidos].
Arquivos armazenados em outros tipos de mídias
[unidades] removíveis [como pendrives ou cartões de
memória, por exemplo] não tinham direito de ir para a
Lixeira, ou seja, quando acionávamos qualquer forma de
exclusão, uma confirmação aparecia para excluir o
arquivo permanentemente.
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Olha o que acontecia [em versões anteriores do
Windows] com um arquivo armazenado num pendrive
quando se tentava apagá-lo:
E A LIXEIRA DO WINDOWS 10 MUDOU
ISSO?
Sim! Pendrives e Cartões de Memória [discos
removíveis] atualmente também têm direito à Lixeira.
Qualquer arquivo existente num disco removível tem
tanto direito a ser "reciclado" quanto arquivos
presentes em discos rígidos.
Isso se deve ao fato de que, agora, o Windows 10 cria
a pasta Lixeira também nos discos removíveis
[antigamente, o Windows só criava a pasta Lixeira em
unidades de disco rígido]. Discos Ópticos [CDs e
DVDs] continuam sem ter direito à pasta Lixeira,
porque o apagamento de arquivos nessas unidades não
é igual à forma como é feita nos HDs e Pendrives.
ALGUMAS “VERDADES E MITOS” SOBRE A
LIXEIRA:
a. A lixeira tem um tamanho máximo [inicialmente
definido pelo sistema, mas pode ser alterado por você,
usuário] medido em MB [Megabytes]. Sempre que a
lixeira estiver cheia [de arquivos], atingindo seu
“tamanho” pré-definido, ela não aceitará mais
arquivos. Perceba: a Lixeira não tem seu tamanho
máximo definido como um percentual do Disco onde
ela está [antigamente era assim]. A Lixeira é definida
por valor absoluto, em Megabytes!
b. A lixeira mantém os arquivos armazenados nela por
tempo indeterminado! Ou seja, nada de dizer por aí
que “a lixeira apaga arquivos automaticamente depois
de 3 dias”! O que você manda para a lixeira fica lá até
que você apague de vez [esvaziando a lixeira, por
exemplo] ou quando você recupera o arquivo
[retirando-o da lixeira].
c. Cada UNIDADE de disco [inclua HD, SSD,
Pendrives e Cartões nisso, ok?] tem necessariamente
sua própria lixeira. Ou seja, se um computador tem
mais de uma unidade de disco reconhecida [podem ser
partições no mesmo disco – já que cada uma delas vai
ser entendida como uma unidade diferente], cada uma
delas [unidades] vai ter sua própria lixeira.
Sim: estou falando de uma pasta diferente em cada
unidade de disco rígido! Essas pastas são,
normalmente, invisíveis, restando, apenas, visível, a
pasta Lixeira no Desktop [Área de Trabalho].
Essa “lixeira central” consolida os conteúdos de todas
as “lixeiras” das Unidades!
d. Os objetos presentes na Lixeira [dentro dela] não
podem ser abertos [experimenta dar duplo clique em
qualquer um deles! Não abre!!!].
e. Os objetos presentes na Lixeira podem ser
recuperados ou excluídos definitivamente. Quando se
recupera um deles, ele sai da lixeira e vai para alguma
outra pasta [volta a “conviver” com os demais].
Quando ele é apagado definitivamente, para o
Windows, não tem mais volta!
Vamos analisar alguns dos comandos da lixeira [que
podem ser encontrados na guia Gerenciar do
Explorador de Arquivos, ou por meio do Botão
Direito do Mouse]:
- Esvaziar Lixeira: apaga, definitivamente, todos os
objetos existentes na Lixeira, ou seja, “caixão e vela
preta” [termo normalmente usado por mim para
significar "Não tem mais jeito!"].
- Excluir: apaga, definitivamente, apenas o arquivo
selecionado [exigirá confirmação];
- Restaurar os itens selecionados [ou “Restaurar”]: envia
os arquivos selecionados de volta para as pastas de
onde eles foram apagados [se estas pastas já foram
apagadas, elas são recriadas];
- Restaurar todos os itens:envia todos os arquivos da
lixeira de volta para seus locais originais [pastas de
onde haviam sido apagados];
Um objeto que está na lixeira também pode ser
arrastado para qualquer outro local fora da lixeira, sem
necessariamente ir para o local de onde foi apagado.
E, ainda sobre as “verdades e mitos” da Lixeira...
- É possível ignorar a lixeira! Sim! É possível abdicar do
direito de enviar um objeto para a lixeira!
Faça o seguinte: realize o procedimento de
apagamento já apresentado segurando,
simultaneamente ao comando, a tecla SHIFT.
Por exemplo:
SHIFT + DELETE, ou SHIFT + Botão
Direito/Excluir, ou SHIFT + Organizar / Excluir...
etc.
Quando você acionar o comando [4 formas vistas]
segurando a tecla SHIFT, o arquivo em questão,
mesmo tendo direito de ir para a Lixeira, será
convidado a ser apagado definitivamente [ou seja, a
mensagem que aparecerá diz claramente “deseja
excluir o arquivo permanentemente?”].
A mesma coisa acontece quando você escolhe
“Excluir permanentemente” no menu que aparece no
Botão Excluir na guia Início.
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O APAGAMENTO DEFINITIVO É MESMO
DEFINITIVO?
Bem, para começar, sabemos que os arquivos que
foram enviados para a lixeira podem ser recuperados,
não é mesmo?
“Sim, deu pra perceber!”
Mas se a pergunta fosse: “Arquivos apagados
definitivamente [por exemplo, de pendrives] podem
ser recuperados?”
“E aí? O que eu respondo?”
A resposta, caro leitor, é DEPENDE!
O Windows, em si, não consegue reconhecer a
existência de arquivos que foram apagados
definitivamente. Ou seja, o Windows não consegue
recuperá-los sozinho [fazendo uso apenas de seus
próprios meios e programas].
Mas há programas especiais que conseguem recuperar
arquivos apagados definitivamente, mesmo de
pendrives, disquetes, cartões de memória, HDs e
SSDs! Tais programas podem ser achados na própria
Internet... muitos deles acompanham conjuntos de
programas de segurança [como antivírus e firewalls].
“Mas, peraí! Se os arquivos são recuperáveis, é sinal de
que eles não foram apagados! Como é possível?”
Fácil, caro leitor! Os arquivos são armazenados em
áreas específicas chamadas clusters [ou unidades de
alocação], dentro das memórias permanentes [os
discos], como se estuda em Noções de
Hardware/Software. Esses clusters são gerenciados
[organizados, controlados] por uma espécie de índice
normalmente chamado tabela de alocação [no
Windows, é comum chamálo de FAT].
Qualquer que seja a forma escolhida para se excluir
definitivamente um arquivo ou pasta do seu
computador, não importando se é do disco rígido, do
disquete ou de pendrives, ela afetará apenas a FAT; ou
seja, um arquivo apagado ainda manterá seus dados
nos clusters do disco, mas para o sistema operacional
ele não existe porque a FAT informa que aqueles
clusters estão vazios.
É como se, ao invés de destruir uma “plantação”, o
sujeito destrói apenas a “escritura daquele terreno” – a
plantação está lá... intacta! Mas o terreno não tem mais
dono! Poderá ser usado a qualquer momento para
“reforma agrária”. Em suma, apagar arquivos não é
destruí-los... é o mesmo que desapropriá-los!
Enquanto a tabela de alocação [FAT] considerar que
os "terrenos" de um arquivo estão vazios [mesmo
havendo ainda dados neles], eles serão considerados
utilizáveis. Aí está o problema! Se algum novo arquivo
for gravado naquela área em que havia dados do
arquivo anterior, a recuperação do arquivo anterior
fica comprometida [talvez até impossibilitada].
Continuando... há programas que conseguem ler os
clusters diretamente à procura de arquivos
supostamente apagados e, com isso, informar
novamente à FAT sobre a presença dos mesmos [e,
com isso, fazer o sistema operacional enxergá-los
novamente]. Esses programas são, por exemplo,
usados pela Polícia Federal e Secretarias da Fazenda
para vasculhar informações em computadores
suspeitos de onde dados foram apagados.
Há, claro, também, programas que prometem
DESTRUIR de verdade os arquivos [fazendo o que o
Windows não faz], ou seja, “queimar a plantação”.
Tais programas fazem o trabalho de destruir os dados
nos clusters, sobrescrevendo-os com dados aleatórios,
tornando bem mais difícil [promete-se impossível]
recuperar tais dados, mesmo pelos programas de
recuperação.
Nem os programas recuperadores, nem os programas
destruidores fazem parte do Windows - são
ferramentas à parte, adquiridas separadamente.
Copiando e Movendo Objetos
É possível, através do Explorador de Arquivos, alterar
a posição de um arquivo de uma determinada pasta
para outra ou criar cópias de um determinado arquivo
ou pasta em outros locais.
Mover significa mudar um objeto de local, tirando-o
do local original onde se contra e posicionando-o em
outro local [pasta]. Copiar, por sua vez, é o
procedimento que cria uma cópia exata de um
determinado objeto em outro local [ou no mesmo
local, desde que com outro nome].
É possível mover e copiar arquivos e pastas usando,
simplesmente, o movimento de arrasto do mouse, olha
só:
Para copiar um arquivo: arraste o arquivo, de seu local
de origem para a pasta de destino, enquanto pressiona
a tecla CTRL no teclado.
Para mover um arquivo: arraste o arquivo, de seu local
original para a pasta onde deve ser colocado, enquanto
pressiona a tecla SHIFT, no teclado.
Ao arrastar o arquivo com a tecla CTRL pressionada,
o arquivo é copiado [note o indicador junto ao ícone
arrastado]
Arrastando com a tecla SHIFT pressionada, o objeto
será movido
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Então, é hora de você perguntar, com a testa
enrugada...
“Ei! Nunca segurei a tecla SHIFT para mover os
arquivos! Sempre arrasto os arquivos simplesmente
sem segurar tecla alguma. O que é isso?”
É Simples, caro leitor!
Quando o arrasto é feito sem que se mantenha
pressionada nenhuma tecla, ou seja, quando fazemos
um arrasto simples, apenas com o mouse, o resultado
pode significar MOVER ou COPIAR, dependendo da
seguinte condição:
a. Se o arrasto for realizado entre pastas dentro da
mesma unidade de disco, por exemplo, se a pasta de
origem e a pasta de destino do arrasto estiverem,
ambas, dentro da unidade C:, então, a operação será
MOVER.
ou
b. Se o arrasto for realizado entre pastas de unidades de
disco diferentes, por exemplo, se a pasta de origem
estiver na unidade D: e a pasta de destino do arrasto
estiver dentro da unidade C:, então, a operação será
COPIAR.
Outra maneira de mover e copiar arquivos é usando os
comandos Recortar, Copiar e Colar, encontrados na
guia Início, no grupo Área de Transferência e no
botão direito do mouse. Esses três comandos são
usados de forma semelhante àquela dos programas
que manipulam dados, como o Word e o Excel; ou
seja, os comandos Recortar e Copiar iniciam o
processo, e o comando Colar SEMPRE o conclui.
Veja um passo a passo para copiar e mover arquivos
usando esses comandos:
1. Selecione o objeto desejado [basta acionar um clique
nele];
2. Acione o comando Recortar [se deseja mover o
objeto] ou o comando Copiar [se deseja copiálo];
3. Selecione o local de destino [a pasta ou unidade para
onde o objeto vai];
4. Acione, finalmente, o comando Colar;
Entenda: não importa COMO você acionou qualquer
um dos três comandos [lembre-se que pode ser pelo
botão direito do mouse ou pelo botão lá em cima na
guia Início]. O que importa é que você deve acionar
RECORTAR ou COPIAR primeiramente [com isso,
você escolhe o tipo do procedimento que você fará] e,
por fim, obrigatoriamente,acionar COLAR!
Antes de você acionar o comando COLAR, nenhum
procedimento foi feito! Ou seja, o procedimento só se
completa quando você aciona este comando!
Note, apenas, que, com relação ao botão direito do
mouse, há um segredo [que, novamente, refere-se a
ONDE você clica!]. Se clicar num ícone de um
arquivo, só aparecem as opções Recortar e Copiar
[não aparece Colar]. Se você clica num ícone de uma
pasta ou numa área em branco [vazia] da área de
conteúdo, aí sim aparece a opção Colar.
Os comandos apresentados também podem ser
acionados por combinações de teclas [as chamadas
teclas de atalho]: CTRL+X aciona o comando
Recortar; CTRL+C aciona o comando Copiar;
CTRL+V aciona o comando Colar.
Novamente, vale lembrar, essas teclas de atalho são,
apenas, mais uma forma de acionar os comandos! O
que importa, porém, não é a forma de acionar, e sim, a
sequência de acionamento.
Comparações em Provas
Muito comum é, hoje em dia, especialmente nas
provas da FCC [Fundação Carlos Chagas] e do
Cespe/UnB, que haja comparações entre os “dois
métodos” de cópia e movimentação [ou seja, “arrasto”
versus “três comandos”].
Olha só... Se você encontra, caro leitor, a seguinte
descrição numa prova: “Arrastar um arquivo de uma
pasta da Unidade C: para outra pasta, dentro da
unidade F:, é equivalente a acionar, depois de
selecionar o referido objeto, os comandos Copiar e
Colar, sequencialmente.”...
O que você diria?
“Bom, apesar de algumas ‘estranhezas’, eu diria que
está certo, porque ele comparou dois procedimentos
que resultarão na cópia do arquivo!”
Precisamente!!! Ele comparou o “arrasto” entre
unidades diferentes com o uso dos comandos
COPIAR e COLAR, dizendo que são equivalentes!
Está corretíssimo! Claro que não podemos exigir que o
redator seja Ruy Barbosa [ou seja, haverá erros
grosseiros de coesão, alguns até poderiam levar a
interpretar a questão erroneamente!], por isso nós
simplesmente abstraímos o preciosismo literário e
vamos “direto na ferida”.
Ou seja, ele compara dois procedimentos e diz que são
a mesma coisa [ou equivalentes] ... isso significa que
ele está dizendo que os dois procedimentos dão o
mesmo resultado! E... SIM! Eles dão! Fácil, não?!
Múltipla Seleção de Ícones
Podemos realizar uma mesma operação em vários
ícones ao mesmo tempo, desde que os selecionemos.
Podemos selecionar ícones próximos uns dos outros
[adjacentes] ou ícones que não têm contato entre si
[espalhados pela janela].
As técnicas apresentadas aqui não servem apenas para
o Explorador de Arquivos, mas para todas as janelas
do Windows [incluindo o Desktop]. Para selecionar
vários ícones próximos [adjacentes] podemos utilizar
duas maneiras, a saber:
- Quadro de seleção: clique em uma área em branco da
janela, arraste o mouse, criando um quadro, até que
este envolva todos os ícones desejados. Este é o
método mais fácil de fazer, mas o menos cobrado em
prova [porque é difícil de “descrever” o movimento].
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Quadro selecionando dois arquivos e uma pasta
- Seleção com SHIFT: clique no primeiro arquivo a ser
selecionado da sequência e, segurando a tecla SHIFT,
clique no último deles.
Primeiro, clica-se em “Kurage sem segredos.docx” e,
segurando SHIFT... ... clica-se em “Sashimis
Fáceis.docx” para selecionar todos entre eles.
Para selecionar vários arquivos não adjacentes
[separados na tela], podemos usar a tecla CTRL.
- Seleção com o CTRL: clique no primeiro arquivo
desejado e, segurando a tecla CTRL, clique nos demais
arquivos. Pode-se, igualmente, segurar a tecla CTRL
antes mesmo de selecionar o primeiro item.
Para selecionar todos os ícones [arquivos e pastas] da
pasta que você está explorando, é possível acionar o
comando Selecionar Tudo [no menu Editar] ou
acionar a tecla de atalhos CTRL+A.
Todos os objetos selecionados [por meio do
CTRL+A]
“o que eu posso fazer após selecionar vários objetos?”
Qualquer coisa, caro leitor! Apagar [excluir] todos eles
de uma vez! Copiar ou Mover [arrastando ou usando
os três comandos] de uma vez... até mesmo renomear
todos eles de uma única vez!
“Mas, peraí, Renomear? Eles vão ficar com o mesmo
nome? Isso pode?”
Não, eles não ficarão com o mesmo nome! O
Windows vai dar a eles um “[X]” no final de cada
nome, onde esse “X” é um número que vai
incrementando de um em um, a cada novo arquivo.
Olha o resultado de ter selecionado todos os arquivos
da pasta, ter acionado F2, ter digitado “Fome” e, por
fim, acionado ENTER.
Outras operações que podem ser realizadas no
Explorador de Arquivos e não envolvem arquivos ou
pastas são mostradas a seguir.
Também há um grupo de ferramentas próprio para a
seleção de itens na Ribbon do Explorador.
Esse grupo fica na Guia Início e se chama Selecionar.
VEJA-O NA FIGURA A SEGUIR:
FORMATANDO DISCOS
Formatar é preparar um disco [ou uma partição] para
ser usado como superfície de gravação. Quando se
formata um disco, seus dados são supostamente
apagados [na verdade, apenas seu “índice” tem seu
conteúdo completamente apagado], deixando toda a
superfície do disco pronta para ser utilizada para a
gravação de novos dados.
Para formatar uma unidade de disco, vá ao local “Este
Computador”, selecione a unidade a ser formatada [no
nosso caso a unidade D:] e acione o comando
Formatar, presente na guia Gerenciar dentro de
Ferramentas de Unidade que aparece na faixa de
opções.
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Janela do comando Formatar aplicada a uma unidade
de disco [D:]
Antes de iniciar o processo de formatação
propriamente dito, é possível escolher algumas
opções, a saber:
- Formatação rápida: que resultará, simplesmente, no
apagamento da FAT [o “índice” de que falei]. Quando
não se escolhe a formatação rápida, o Windows realiza
a formatação completa, que significa apagar a FAT e
verificar erros nos clusters [unidades de alocação] após
esse apagamento.
- Rótulo do Volume: o nome da unidade de disco
[nome que é apresentado no Explorador de Arquivos];
LEMBRE-SE: o Windows não deixará o usuário
formatar a unidade de disco onde ele está instalado [a
unidade C:]. Outras unidades de disco rígido que não
são importantes podem ser formatadas perfeitamente.
Lembre-se também: o comando Formatar pode ser
encontrado, também, por meio do botão direito do
mouse sendo clicado na unidade de disco que se deseja
formatar!
OTIMIZAR UNIDADES
Otimizar Unidades é a ferramenta que organiza os
clusters [unidades de alocação de dados] em uma
unidade de disco. Pode ser que na prova eles afirmem
simplesmente [de forma bem minimalista] “...
Otimizar Unidades organiza os arquivos e pastas no
disco...”. A frase não está certa, porque o que é
organizado é a estrutura de clusters [blocos de
gravação] em si, mas é uma forma bem “superficial”
de descrever sua função. [Já vi em provas essa frase ser
considerada verdadeira quando o nome da ferramenta
Otimizar Unidades ainda era Desfragmentador de
Disco!]
O que realmente a Otimização de Unidades faz é
reunir os clusters [blocos] que fazem parte de um
mesmo arquivo para que fiquem em posições
contíguas na unidade de disco, objetivando, com isso,
a aceleração da leitura e gravação na referida unidade.
Vamos à explicação mais detalhada.
Quando usamos um computador, há um processo
natural que acontece nas unidades de disco: a
fragmentação. Ou seja, os arquivos gravados em vários
clusters têm seus pedaços “separados” pela superfície
do disco. Isso é umaconsequência natural do uso dos
discos. Na figura a seguir, pode-se ver, com certo
exagero, um arquivo gravado num disco. [Ele pode
chegar a ser assim!]
ARQUIVO FRAGMENTADO NO DISCO
A Otimização une os pedaços dos arquivos de forma
que os blocos do arquivo fiquem em sequência, para
facilitar a leitura por parte do dispositivo mecânico
que guia o braço da cabeça de leitura/gravação da
unidade de disco. Depois de otimizar [desfragmentar]
uma unidade de disco rígido, será perceptível a
melhoria de seu desempenho.
ARQUIVO JÁ DESFRAGMENTADO
[OTIMIZADO]
O recurso de Otimização também organiza o espaço
livre na unidade, separando-a da área onde há espaço
ocupado. Durante o uso normal dos discos, há
intercalações entre blocos usados e blocos livres em
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sua superfície, devido aos diversos processos com
arquivos [apagar, criar, mover, copiar etc.], e a
otimização separa os blocos usados [que
organizadamente vão para a parte mais central – o
início – do disco] e os blocos livres [que vão parar na
área mais periférica – o final – do mesmo].
O ESPAÇO LIVRE É SEPARADO DO ESPAÇO
OCUPADO APÓS A OTIMIZAÇÃO
O recurso Otimizar Unidades só tem sentido [só é
justificado] quando usado em unidades de disco
magnéticas [como os Discos Rígidos [HD]]. Apesar de
ser possível otimizar unidades construídas por
memória Flash [eletrônicas], como os Pendrives,
Cartões de Memória e SSDs [os futuros substitutos
dos HDs], realizar tal operação nestes tipos de
memória é inútil, basicamente.
Isso se dá porque, nessas memórias eletrônicas, a
velocidade de acesso a qualquer posição da memória é
exatamente a mesma, e não há necessidade da
utilização de mecanismos móveis [como rotacionar o
disco ou mexer a cabeça de leitura e gravação] para
gravar dados, logo, não há diferença de os arquivos
estão, ou não estão, organizados. Em suma, não há
perda de velocidade numa unidade de memória
eletrônica como a que existe em uma unidade
magnética/mecânica.
LIMPEZA
É um utilitário que vasculha as unidades do
computador à procura de arquivos que possam ser
apagados pelo usuário a fim de liberar mais espaço
nesses discos. Os arquivos encontrados pela Limpeza
são necessariamente arquivos desnecessários [arquivos
que o Windows julga que não têm importância].
O utilitário de Limpeza de disco sugere que podem ser
apagados os arquivos que estão na lixeira [que já
deveriam ter sido apagados pelo usuário], os arquivos
temporários da Internet [fotos, páginas, vídeos e tudo
o mais que se adquire navegando na Web], arquivos de
log [registro de atividades], arquivos de histórico do
Explorador [veremos a seguir] e os arquivos
temporários que o sistema operacional Windows não
apagou.
O recurso de Limpeza [antigamente "Limpeza de
Disco"] não apaga documentos do usuário, nem
programas instalados no computador.
BitLocker
É o recurso de segurança do Explorador de Arquivos
que criptografa unidades de disco inteiras para evitar
que seus dados sejam acessados por pessoas não
autorizadas caso a unidade em questão seja roubada ou
furtada.
APROVEITANDO: CRIPTOGRAFAR é reescrever
dados digitais de forma que não possam ser
compreendidos por quem não possui a "chave" [o
"segredo"] da criptografia. É um processo matemático,
baseado em cálculos muito complexos e difíceis de
quebrar ou burlar.
Lembre-se: o BitLocker é um recurso do Windows
para proteger unidades inteiras de disco,
criptografando seu conteúdo.
COMPARTILHANDO RECURSOS
Quando um computador faz parte de uma rede de
computadores [ou seja, quando está física e
logicamente conectado a outros computadores], seus
recursos [unidades, pastas, impressoras] podem ser
compartilhados com os outros para serem usados por
qualquer componente da rede. Para compartilhar uma
pasta com os outros computadores da rede,
simplesmente selecione a pasta e acione a guia
Compartilhar e lá você encontrará, entre outras, as
opções Criar ou Ingressar em um grupo doméstico e
Pessoas específicas...
GUIA COMPARTILHAR
As opções que aparecem dentro de “Compartilhar
com” são:
- Parar Compartilhamento: simplesmente não
compartilha a pasta selecionada. Retira todos os
compartilhamentos da pasta selecionada. Depois disso,
a pasta selecionada só poderá ser acessada localmente
[ou seja, do computador em que ela está] e, a rigor,
somente pelo usuário que a criou.
- Grupo Doméstico: configura um Grupo Doméstico,
que é uma reunião de computadores com o intuito de
facilitar o compartilhamento de informações entre os
usuários – veremos adiante.
- Pessoas Específicas: permite escolher para quem
[usuários] e em quais níveis [leitura/gravação] o
compartilhamento vai ser feito. Para esta opção, não é
necessário ter um Grupo Doméstico.
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JANELA DO COMPARTILHAMENTO P/
PESSOAS ESPECÍFICAS
Também é possível acessar a opção Compartilhar com
diretamente do botão direito do mouse sobre a pasta
selecionada, conforme visto a seguir:
OUTRAS FORMAS DE ACIONAR O
COMPARTILHAR COM
Trabalhando em Rede com o Windows 10
O Windows 10 foi criado especificamente para
controlar um único computador, mas traz inúmeros
recursos para que possamos trabalhar facilmente com
mais de um deles ligados em rede.
Uma rede de computadores é um conjunto de
computadores interligados. Uma rede permite que os
vários computadores troquem informações entre si,
por meio, normalmente, do compartilhamento de
recursos [pastas e impressoras, por exemplo].
Por meio do Explorador de Arquivos, é possível “ver”
toda a rede. Isso é feito com a ajuda da opção Rede,
que fica no Painel de Navegação do Explorador de
Arquivos. Note o item Rede aberto, mostrando 3
computadores atualmente conectados [sim, eles estão
ligados neste momento].
ITEM REDE VISUALIZANDO TRÊS
COMPUTADORES E UMA IMPRESSORA
ALIEN11, ALLINONE-ANA e tsclient são os nomes
de três computadores ligados em rede. NPI98F316,
por sua vez, é uma impressora.
Supondo que estejamos trabalhando no computador
ALLINONE-ANA e queremos acessar o computador
ALIEN11, é só dar duplo clique nele!
Automaticamente, seus compartilhamentos [pastas que
foram compartilhadas dentro dele] vão aparecer [caso,
claro, você tenha acesso, como usuário, a esse micro].
Em Alien11, há três pastas compartilhadas
E para entrarmos no Compartilhamento filmes, basta,
também, acionar um clique duplo nesta pasta. Caso
tenhamos direito de acessá-la, ela será normalmente
aberta! Perceba o endereço dessa pasta!
ENDEREÇO DO COMPARTILHAMENTO
FILMES
Mas, se clicarmos no ícone que fica à esquerda da
Barra de Endereços, veremos o verdadeiro endereço...
Olha aí!
Explicando: quando estamos numa rede Windows
[ou seja, uma rede que usa os protocolos de
comunicação e compartilhamento do sistema
Windows], a forma de endereçamento de outros
computadores e seus compartilhamentos segue a
seguinte norma:
1
Ou seja, sempre que nos referimos a algum
computador localizado na rede, quer seja na barra de
endereços, quer seja no campo de pesquisa [que fica
ao lado da barra de endereços], devemos usar \\ [duas
contrabarras] seguido do nome do computador.
Portanto, o endereço: \\ALIEN11\filmes\GoT
Na verdade, aponta para uma pasta chamada GoT,
dentro de uma pasta chamada filmes. A pasta filmes,
por sua vez, está compartilhada, e é localizada dentro
de um computador que é conhecido, na rede, pelo
nome de ALIEN11.
CUIDADO COM ISSO, OK? Não usamos / [barra
file://ALIEN11/filmes/GoTnuceconcursos.com.br
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normal], e sim \ [contrabarra], exatamente como
usamos nos endereços de pastas locais [do tipo
C:\casa\sala].
MAPEANDO UMA UNIDADE DE REDE
Mapear uma unidade de rede é selecionar um
compartilhamento qualquer de outra máquina da rede
e transformá-la em uma unidade de disco virtual em
nosso computador. Em outras palavras, é criar um
“atalho”, na forma de uma unidade de disco, que
aponta para um compartilhamento em outro micro.
Para mapear uma unidade, basta acionar o botão
direito do mouse na pasta compartilhada e, no menu
de contexto, acionar a opção Mapear Unidade de
Rede. Dentro da caixa de diálogo que se abrirá deve-se
informar a letra que a unidade usará [X:, Z:, qualwquer
uma] e para qual compartilhamento ela apontará.
A opção Reconectar-se na entrada permite garantir
que quando o computador for novamente ligado [e
quando aquele usuário voltar a logar-se na máquina,
informando seu nome e senha], a unidade Z: seja
novamente conectada ao compartilhamento em
questão [sem precisar fazer de novo o comando
Mapear Unidade de Rede].
A opção Conectar usando credenciais diferentes
permite que se escolha um nome de usuário [login] e
uma senha diferentes dos atuais [ou seja, diferentes
dos usados pelo usuário atualmente ligado].
Note, na figura seguinte, como fica uma unidade
mapeada, apresentada junto com as demais unidades
de disco locais [veja que ela fica “separada” dos grupos
“Unidades de Disco Rígidos” e “Dispositivos com
Armazenamento Removível”, em um grupo próprio]:
A qualquer momento o usuário poderá “excluir” a
unidade mapeada se não a quiser mais. Esse processo
é chamado Desconectar-se, e seu comando também
está localizado no menu aberto pelo botão direito do
mouse quando clicado no ícone da unidade mapeada.
Você também pode acionar os comandos Mapear
Unidade de Rede e Desconectar Unidade de Rede na
guia Computador, da faixa de opções. Olha só:
CONFIGURAÇÕES / PAINEL DE
CONTROLE
O Sistema Operacional Windows 10 traz, como suas
versões anteriores, um programa chamado Painel de
Controle, que permite configurar com detalhes os
diversos aspectos do programa. Hoje, porém, o
Windows 10 “o escondeu”, preferindo apresentar um
menu principal chamado Configurações, no menu
Iniciar.
A janela de configurações se apresenta da seguinte
maneira:
A Janela Configurações é, em poucas palavras, uma
janela com alguns ícones, e cada um desses ícones
representa um quesito específico que pode ser
ajustado no Windows.
“quer dizer que a janela Configurações substituiu o
Painel de Controle das versões anteriores do
Windows?”
Não, amigo leitor! O Painel de Controle ainda existe, e
mantém a “mesma cara” de antes. Só precisa ser
achado pelo campo Pesquisar da barra de tarefas...
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O PAINEL DE CONTROLE AINDA EXISTE –
NOTE QUE PARA ELE SER ENCONTRADO,
FOI NECESSÁRIO PESQUISA-LO NA
CORTANA [MENU INICIAR]
Não iremos analisar minuciosamente os itens da janela
Configurações nem do Painel de Controle neste
material porque isso o tornaria muito maior [e mais
caro]! Além disso, esse assunto não é tão importante
[lembre-se de que o Explorador de Arquivos é mais
importante!].
ACESSÓRIOS DO WINDOWS
São alguns pequenos aplicativos que acompanham o
sistema operacional Windows. Esses programas têm
sérias limitações de uso por não serem profissionais,
mas na falta de outro, eles “quebram um galho”.
Nem todos esses programas podem ser achados
dentro da opção Acessórios do Windows, que se
encontra no menu Iniciar. Vamos lembrar de listar
quais são...
CALCULADORA
A Calculadora do Windows simula uma calculadora de
bolso e apresenta alguns formatos [modos de exibição
e funcionamento] interessantes. Apenas como uma
exceção: a Calculadora não está localizada dentro de
“Acessórios do Windows”, mas está diretamente
localizada na listagem de Aplicativos do Menu Iniciar.
CALCULADORA NO FORMATO
CIENTÍFICO – ELA AINDA ACEITA
OUTROS FORMATOS: O NORMAL E O
PROGRAMADOR, ALÉM DE CONVERSOR
DE UNIDADES E CÁLCULO COM DATAS
A calculadora pode apresentar-se em alguns modos
distintos, acessíveis por um clique naquele botão
lateral formado por três pequenas linhas [ao lado da
palavra “CIENTÍFICA” na figura acima]:
- Padrão: apenas com algumas operações matemáticas
básicas.
- Científica: contemplando mais operações, comuns às
calculadoras científicas.
- Programador: contendo também operações de
conversão de base numérica [binário, decimal, octal e
hexadecimal], além de operações booleanas [como
AND, OR, XOR, NOT].
- Cálculo de Data: contendo funções para calcular
diferenças entre duas datas especificadas e soma de
dias a datas indicadas – muito útil para cálculos com
datas.
- Conversor: oferece várias opções para converter
unidades de Volume, Comprimento, Peso e Massa,
Ângulo, Temperatura, Energia, Tempo, Pressão etc.
É possível copiar [use CTRL+C] qualquer valor
mostrado na calculadora para qualquer aplicativo que
manipule texto ou número, como Word, Excel, Bloco
de notas, etc. Também é possível colar, dentro da
calculadora, valores numéricos advindos de quaisquer
programas [use CTRL+V para isso].
BLOCO DE NOTAS
Pequeno programa classificado como Editor de textos
que acompanha o Windows. O Bloco de notas é
classificado como Editor de Textos porque permite
uma forma bem simples de edição, apenas escreve e
apaga caracteres puros [em código ASCII]. Nesse
aplicativo não há formatação [negrito, itálico,
sublinhado, fontes, cores etc.] nem recursos extras
[tabelas, figuras, marcadores, numeração etc.] como no
Word.
“Há opções de formatação no Bloco de notas! Sempre
escolho fontes na opção Formatar/Fonte do
programa.”
Sim, leitor, mas essa opção não formata o texto em si.
Ela formata apenas a apresentação do texto na tela,
porém o texto, continua como um texto sem
formatação, ou seja, sem efeitos de fonte atrelados a
ele.
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O Bloco de notas, assim como qualquer programa
Editor de Texto, é ideal para programação.
Isso porque os programas [códigos] só podem ser
escritos em texto puro [texto simples].
WORDPAD
Classificado como Processador de textos por possuir
recursos de formatação e alguns efeitos a mais, o
Wordpad é, na verdade, uma versão simplificada do
Microsoft Word.
No Windows 10, os arquivos do Wordpad são salvos,
por padrão, no formato RTF, mas o programa
também pode salvar [e abrir] arquivos TXT, DOCX e
até mesmo ODT [do LibreOffice Writer].
PAINT
Programa de pintura que acompanha o Windows. O
Paint permite que o usuário crie e edite arquivos de
bitmap [imagens formadas por pequenos pontos
coloridos – os pixels].
Os arquivos feitos pelo Paint são normalmente salvos
com a extensão PNG, mas o programa também permite
salvar os desenhos com outros formatos de arquivos de
imagem, como JPG [JPEG], GIF, TIFF e BMP.
O Paint manipula imagens bitmap, não imagens vetoriais.
As imagens vetoriais são usadas em programas
profissionais usados por designers no mundo todo, como
o Corel Draw e o Adobe Illustrator.
FERRAMENTA DE CAPTURA
É um pequeno aplicativo que auxilia o usuário na tarefa
de capturar a tela do Windows [a tela inteira ou apenas
trechos dela].
Nas versões anteriores do Windows,quando este
aplicativo não existia, era possível utilizar [ainda é
possível hoje], a tecla PRINT SCREEN [ou PRT SCR,
ou PRT SCRN] para "tirar uma foto" da tela inteira. Esse
recurso era bem limitado e, no máximo, nos dava o
direito de capturar a tela inteira [PRINT SCREEN] ou
capturar a janela ativa [janela que está à frente das
demais], com o ALT+PRINT SCREEN
Com a Ferramenta de Captura, presente dentro de
Acessórios do Windows, é possível capturar a tela
inteira, uma janela qualquer [não necessariamente a
ativa], uma área da tela [retangular] ou uma área de
formato livre [não necessariamente retangular].
Sim! Atenção a isso! A ferramenta de Captura pode
capturar trechos da tela de formato "irregular" [não
retangular] - isso está lá nas opções do programa!!
Outra coisa, peço que você vá mexer lá para
confirmar: é possível estabelecer um "timer" [o
programa chama de "atraso"] para que a captura seja
feita em alguns segundos. Isso significa a mesma ideia
por trás do timer das máquinas fotográficas, quando se
quer que o fotógrafo também apareça nas fotos. Você
determina o tempo, manda capturar a tela, prepara
tudo enquanto o tempo tá contando, e a "foto da tela"
é tirada depois que o timer chega ao fim.
O atraso para captura pode ser de 0 [zero] até 5 [cinco]
segundos.
MAPA DE CARACTERES
Ferramenta que apresenta a listagem completa de
caracteres [símbolos] possíveis de inserir num texto.
Esses símbolos muitas vezes não conseguem ser
inseridos via normal [teclado], porque o teclado tem
um número limitado de teclas e os arquivos das fontes
[tipos de letras] têm mais de 65 mil combinações
possíveis de caracteres atualmente.
Sim, esses símbolos especiais dependem da FONTE
[tipo de letra] que você selecionar. Um símbolo ≈, por
exemplo, na fonte ARIAL, pode ser representado
como ⇔ na fonte CALIBRI. [isso foi só um
exemplo].
Cada tipo de fonte [tipo de letra] é, na verdade, uma
grande matriz [tabela] de símbolos, cada qual
associado a um código numérico. Quando digitamos
algo no teclado, na verdade, estamos pedindo para
inserir "o símbolo associado ao código numérico tal"
[a letra A, maiúscula, por exemplo, equivale ao valor
65]... portanto, dependendo da fonte [tipo de letra], ela
pode ser um formato ou outro...
Observe, na figura a seguir, que o Mapa de Caracteres
mostra todos os caracteres de uma determinada fonte
[você pode escolher qual fonte será mostrada na caixa
de listagem na parte superior].
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Observe, também, que há um campo logo na parte
inferior da janela que permite selecionar [e copiar] os
caracteres que ali forem escolhidos pelo usuário para
serem colados em qualquer aplicativo onde se queira
inseri-los.
É possível inserir os caracteres escolhidos no campo
inferior pelo clique em SELECIONAR ou pelo
DUPLO CLIQUE no caractere na tabela. Depois de
inserir o caractere desejado [ou mesmo mais de um
deles], basta clicar em COPIAR para depois poder
colá-lo em qualquer programa desejado.
PAINEL DE ENTRADA DE EXPRESSÕES
MATEMÁTICAS
Recurso que faz uso de telas sensíveis ao toque ou
sistemas que reconhecem canetas como dispositivos
de entrada para entender o que o usuário escreve e
transformar isso em equações matemáticas que podem
ser inseridas em documentos do Word, planilhas do
Excel e qualquer outro programa que aceite objetos
além de textos [não é possível inserir no Bloco de
Notas, que só aceita texto simples].
Para que este conteúdo seja colocado dentro de
qualquer documento, clique no exato local onde deseja
que a equação seja colocada [no Word, por exemplo] e
clique no botão INSERIR [mostrado na parte de baixo
da figura acima] - no vídeo em que eu falo sobre este
recurso, eu simplesmente não vi este bendito botão,
pode isso?
O importante é que a equação será inserida dentro do
programa que você estiver usando, como um objeto
editável, conforme se pode ver na figura a seguir:
Na barra de título da janela deste programa, há três
opções de menus: Histórico, Opções e Ajuda. Cada
qual com algumas opções de comandos bem
interessantes. Não custa muito você dar uma olhada lá.
ASSISTÊNCIA RÁPIDA
É um recurso novo no Windows 10 [não existia antes,
em nenhuma versão do Windows]. Por meio dessa
ferramenta, é possível auxiliar alguém que pede ajuda
no Windows 10, para que você possa
momentaneamente controlar o computador do
solicitante por meio da Internet. É necessário que
aquele que pede ajuda solicite Obter Assistência e
aquele que oferece a ajuda clique em Dar Assistência.
Uma dica interessante: aquele que seleciona Dar
Assistência deve usar o seu login e senha da Microsoft
[será pedido isso a ele] e será dado um código de seis
dígitos para que ele possa prestar a assistência [ele
deve informar esse código ao usuário que está pedindo
a ajuda]. O usuário que clica em Obter Assistência
deverá digitar esse código de seis dígitos [fornecido
previamente pelo prestador da ajuda] e clicar em
Permitir para que o usuário que o irá auxiliar tenha
acesso ao seu computador para controlá-lo!
Sim! Você leu direito: quem PEDE ajuda deve digitar
o código fornecido por quem OFERECE a ajuda.
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GRAVADOR DE PASSOS
Recurso bem interessante para registrar, por meio de
textos e capturas de tela, todos os cliques e usos do
teclado que um usuário realizar enquanto o gravador
estiver ativo.
Por meio deste recurso, é possível facilmente construir
documentos de ajuda e de tutorial sobre componentes
do Windows e sobre outros programas sendo
utilizados dentro do ambiente Windows. [adeus
trabalho excessivo para construir minhas apostilas!!!]
Como funciona? Fácil: ligue o programa, inicie a
gravação dos passos, realize todos os passos
necessários que você deseja registrar no documento,
pare a gravação dos passos. Depois disso, um
documento MHTML [HTML da Microsoft] será
criado e lhe será solicitado, automaticamente, que ele
seja guardado num arquivo ZIP [compactado].
Portanto, o programa Gravador de Passos registra
tudo num arquivo MHTML, mas já o salva dentro de
um arquivo ZIP.
A função oficial do Gravador de Passos é registrar os
passos de um usuário para reportar um problema para
a Microsoft ou para alguém que o irá auxiliar
posteriormente. O documento gerado é muito
detalhado acerca de quais as operações que o usuário
realizou, o que facilita demais a resolução dos
problemas que possam estar gerando o sintoma
reportado pelo usuário.
DEMAIS ACESSÓRIOS E PROGRAMAS QUE
ACOMPANHAM O WINDOWS 10
Esses programas que vamos listar agora também vêm
junto com o Windows 10, mas não estão dentro da
pasta Acessórios do Windows. Eles podem ser
encontrados diretamente dentro da lista de
Aplicativos, no menu Iniciar.
Calendário
Este aplicativo dá acesso a um calendário, configurado
em conjunto com uma conta Microsoft ou Google
[gmail]. Este aplicativo acessa todos os eventos e
compromissos marcados por você em seu calendário
geral.
É necessário ter uma conta Microsoft, Google ou
outra que ofereça o recurso de calendário - este
programa apenas irá interagir com o calendário lá no
seu provedor.
Câmera
Este aplicativo simples permite a comunicação com a
webcam para poder tirar fotografias e realizar
filmagens. Há diversas configurações, como qualidade
da filmagem, temporização antes da foto ser
efetivamente tirada, entre outras.
Clima
Aplicativo que dá informações acerca de temperatura,
previsão do clima, umidade e outras informações
relacionadasao clima do local onde o computador está
localizado.
Complemento para Telefone
Programa interessante para integrar o computador
com Windows 10 a smartphones e tablets que usam
Windows Phone, Android e iOs [sim, é possível
realizar integração até mesmo com iPhone]. Os
recursos permitem sincronizar dados entre celular e
computador de modo que os dois se comuniquem
para sincronizar fotos, vídeos, calendário, entre outros.
Contatar o Suporte
Oferece uma forma de entrar em contato com o
suporte da Microsoft para solicitar ajuda a certos
problemas. A tela é bem simples e conta com uma
pergunta "How can I help you?" ["Como posso te
ajudar?"] e um campo para você descrever o seu
problema. Se eles não conseguirem entender o teu
problema, ou a causa dele, provavelmente vão pedir
para você utilizar o Gravador de Passos!
Dicas
Este pequeno aplicativo tutorial traz muitas dicas
interessantes para tornar mais eficiente a utilização do
Windows 10. Os conteúdos são apresentados em
vídeos, textos e imagens. Tem uma boa coleção de
dicas bem interessantes aqui, ok? Dá uma olhada
depois!
Filmes e TV
Este aplicativo dá acesso à Loja da Microsoft, bem na
seção de Filmes e Séries de TV, para que você possa
comprar [ou alugar] filmes ou séries para assistir a elas
no seu computador.
Fotos
Aplicativo para gerenciamento de suas fotos [arquivos
de imagens presentes em seu computador]. Por meio
dele, é possível criar álbuns diversos, separar as fotos
automaticamente por data, local, evento. É possível
gerenciar também as fotos presentes no seu OneDrive
[sistema de armazenamento em nuvem fornecido pela
Microsoft].
Loja
Dá acesso à Loja da Microsoft, onde é possível
adquirir diversos aplicativos [gratuitamente ou não]
para instalar no computador. O mesmo ícone [da
sacola de compras] pode ser encontrado na Barra de
Tarefas do Windows 10.
Sistema do Windows
Há um grupo [pasta] de itens na lista de Aplicativos do
Windows chamado Sistema do Windows.
Esse conjunto de componentes traz em seu interior
diversos programas interessantes que podem vir a ser
cobrados em prova, conforme vistos a seguir:
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Os itens apresentados aqui que merecem nossa
atenção são:
Dispositivos: abre diretamente o item Dispositivos
do menu de Configuração do Windows [o ícone da
engrenagem azul faz-nos lembrar das Configurações,
não é mesmo?];
Executar: abre o comando Executar [falo mais abaixo
sobre ele]; Explorador de Arquivos: já o conhecemos
demais, né?
Gerenciador de Tarefas: o mesmo programa
conseguido pelo CTRL+ALT+DEL [falamos mais
adiante nele também];
Meu Computador: abre a janela do Explorador de
Arquivos diretamente no item Este Computador.
Painel de Controle: abre o famoso Painel de
Controle do Windows, em sua versão original, sem a
"roupagem" da janela Configurações.
Programas Padrão: abre o menu Configurações
diretamente na tela de Programas Padrão, que fica
dentro do item Sistema – permite configurar quais
programas serão responsáveis por abrir quais tipos de
arquivos no computador.
Prompt de Comando: abre uma janela do Prompt,
tela semelhante ao ambiente DOS, onde é possível
realizar a digitação de ordens por meio de comandos
textuais [e não de cliques com o mouse]. Sim, estamos
falando daquela tela preta, com letras brancas, que a
gente normalmente tem horror!
Windows Defender: abre o programa Windows
Defender, o antimalware [antivírus, anti-qualquer
outro programa malicioso] que vem junto com o
Windows. Se você tiver um outro antivírus instalado
em seu computador, o Windows Defender estará
desabilitado.
OUTRAS DICAS SOBRE O WINDOWS
Vamos a mais algumas informações que podem ser
cobradas em sua prova sobre o Windows 10.
Entenda, porém, que o mais provável é que na sua
prova só venham questões sobre o Explorador de
Arquivos! Só é comum que apareçam questões sobre
outros pontos do Windows se houver quantidade
interessante de questões na prova [tipo: 2 ou 3 só para
Windows]...
Combinações com a tecla [Logotipo do Windows]
Além de CTRL, SHIFT e ALT com as quais nunca
nos acostumamos, a tecla Logotipo do Windows [vista
no início deste capítulo] pode ser usada em
combinações com outras teclas para acionar comandos
mais rapidamente.
Conheça as combinações:
ATRIBUTOS DOS ARQUIVOS
Como todo sistema operacional, o Windows grava os
arquivos em seu disco com algumas “características”
próprias, que chamamos de atributos.
Quando clicamos com o botão direito do mouse em
um arquivo e acionamos o comando Propriedades,
temos acesso às informações a respeito do arquivo,
como data de criação, nome, tamanho e também
podemos ver seus atributos.
Além dos dois primeiros atributos apresentados na
parte inferior da janela, temos acesso aos Atributos
Avançados, por meio do botão Avançados..., também
nesta janela.
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Janela Propriedades do Arquivo e Caixa Atributos
Avançados
A estrutura por meio da qual o Windows grava seus
arquivos define três atributos possíveis a qualquer
arquivo:
- Somente Leitura: define que o arquivo não poderá ser
salvo, apenas lido. Ou seja, um arquivo marcado com
esse atributo não pode ser modificado a menos que se
retire a definição de Somente Leitura.
- Oculto: define que o arquivo não será visto nas janelas
do Explorador de Arquivos. Só é possível acessar esse
arquivo se o nome dele for conhecido [ou se a opção
de visualizar arquivos ocultos estiver ligada no
Explorador].
E dentro da janela Atributos Avançados [acessível por
meio do botão Avançados...]:
- O arquivo está pronto para ser arquivado [antigamente
chamado de “Arquivo Morto”, ou “Arquivamento”]:
define que o arquivo em questão participará do
próximo backup a ser realizado no computador. Esse
atributo só é interessante para programas de backup.
- Permitir que o conteúdo do arquivo seja indexado
junto com as propriedades do arquivo: inclui o
conteúdo do arquivo na tabela de índice de pesquisa
do Windows [essa tabela normalmente contém apenas
as propriedades básicas do arquivo, como data de
modificação, data de criação, tamanho etc.].
- Compactar o conteúdo: grava o arquivo no disco de
forma compactada, assim, o arquivo é armazenado
consumindo muito menos bytes em disco.
- Criptografar o conteúdo: grava o arquivo no disco,
escrevendo-o de forma embaralhada [criptografada],
assim, ele só poderá ser aberto pelo usuário que o
criou, quando este faz seu logon no Windows.
WINDOWS UPDATE
Recurso que permite ao Windows se conectar aos
servidores da Microsoft para se “atualizar” com os
novos componentes e programas que a Microsoft
coloca à disposição dos usuários.
Regularmente a Microsoft coloca, na Internet,
pequenos programas corretivos ou atualizações do
Windows [e do Office, como o Word e Excel] para
que os usuários possam ter sempre um sistema novo e
seguro [pelo menos, é esse o intuito]. O Windows
Update é uma opção da seção Atualização e
Segurança, da janela Configurações que faz a busca
dessas novidades nos servidores da Microsoft e as
instala no computador [com a autorização do usuário].
As atualizações “isoladas”, uma a uma, são,
normalmente, conhecidas como Patches [“curativos”].
De vez em quando, a Microsoft libera, de uma vez só,
um grande pacote de atualizações reunidas, aliadas a
novos recursos. Essa “operação plástica” é chamada
de Service Pack [“Pacote de Serviços”].
Um Service Pack demora muito para ser lançado pela
Microsoft, e, normalmente, trazmudanças
significativas em vários aspectos para o sistema
operacional.
Só um lembrete: algumas dessas atualizações exigem
que se reinicie o computador para que tenham efeito
[pois algumas delas só se instalam ou no momento do
desligamento, ou no momento da inicialização do
Windows].
COMANDO EXECUTAR
Permite ao usuário abrir qualquer arquivo [executável
ou de dados] e pasta desde que se conheça o endereço
completo para achar o referido objeto. O comando
Executar é encontrado no menu Iniciar [em
Aplicativos / Sistema do Windows / Executar].
Verifique, a seguir, a janela do comando executar em
ação.
Note a necessidade de escrever o caminho completo
para o objeto que se deseja abrir [seja um programa,
um arquivo, uma pasta ou uma página da Internet].
É possível, inclusive, executar arquivos em outros
computadores da rede, bastando informar
\\computador\diretórios\arquivo.
Comandos de Desligamento
O comando Ligar/Desligar é acionado normalmente
por meio da opção própria no menu Iniciar.
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As opções apresentadas nesta caixa são:
- Desligar: o computador será desligado;
- Reiniciar: o computador será desligado e religado
imediatamente;
- Suspender: coloca o computador em estado suspenso
[estado de baixo consumo de energia], onde monitor,
discos rígidos e outros equipamentos são desligados,
mas o sistema continua sendo executado na memória
principal. Lembre-se de que neste estado, o
processador e a memória principal continuam
funcionando [além, claro, da placa mãe], mas os
circuitos desnecessários são desligados. Ou seja, o
micro continua ligado!
- Hibernar: grava todo o conteúdo da memória principal
em um arquivo no disco rígido e, em seguida, desliga o
computador. Quando o computador for religado, o
Windows vai ler o conteúdo desse arquivo e jogá-lo na
memória RAM, para que o computador reinicie
exatamente do mesmo ponto em que havia parado.
Lembre-se de que a Hibernação criará um arquivo, do
mesmo tamanho da memória principal física [a RAM],
em uma unidade de disco rígido [normalmente a
unidade C:]. Ao reiniciar o computador, todas as
janelas que estavam abertas e todos os textos que
estavam sendo vistos no momento do desligamento
do micro serão recuperados exatamente da mesma
forma como estavam no momento da hibernação.
CTRL+ALT+DEL
Acionar a combinação de teclas CTRL+ALT+DEL
também permite acesso a uma janela que contém as
todas as opções da Caixa Desligar, além de opções
para Troca da Senha [do usuário atual] e acesso ao
Gerenciador de Tarefas.
O Gerenciador de Tarefas é um utilitário, pertencente
ao Windows, que permite manusear, entre outras
coisas, os programas em execução no computador
[programas que estão abertos na memória RAM -
chamados de "Processos"]. É possível, inclusive,
excluir um programa da RAM forçadamente [se ele
estiver travado, por exemplo, ou seja, “não estiver
respondendo”].
Use, para isto, a opção Finalizar Processo, no botão
desta janela!
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MICROSOFT WORD 2013
Uma ótima versão do editor de texto do pacote de
programas Office da Microsoft.
O Menu ARQUIVO permite acessar comando como
abrir, salvar, salvar como, fechar, sair entre outros.
Observe na figura abaixo:
O comando Salvar (CTRL+B) permite salvar as
alterações feitas em um arquivo existente. Caso seja a
primeira vez que o arquivo esteja sendo salvo ou
estiver sendo visualizado no modo somente de leitura,
abrirá a caixa de diálogo salvar como.
O comando Salvar como permite criar o novo arquivo
em edição, ou seja, dar um nome para o arquivo,
escolher o local que será salvo e o formato.
Por padrão o Word 2010 sugere DOCX, porém pode
ser salvo nos formatos PDF, DOC e ODT
(LibreOffice Writer) entre outros formatos.
No item Abrir, carrega uma janela que permite
localizar e abrir/criar um arquivo existente. A pasta
sugerida para iniciar a busca do arquivo é a pasta Meus
Documentos e os arquivos exibidos são os arquivos
compatíveis com o Word, este tipo de filtro facilita a
tentativa de localização do arquivo desejado.
O comando fechar fecha o documento atual/ativo e o
comando sair fecha todos os documentos abertos e
encerra o programa.
O comando Informações dá detalhes sobre o arquivo
– estatísticas – e acesso rápido às opções de
compartilhamento, proteção e compatibilidade – em
relação às versões anteriores.
A partir do botão arquivo é possível abrir/criar um
documento em branco e imprimir o documento em
edição. O comando imprimir abre ao mesmo tempo as
opções de configurações da impressão e visualizar
impressão, tornando-o mais eficiente.
O comando recente exibe uma lista dos arquivos
executados pelo programa. Imediatamente à esquerda
temos a lista de itens recentes que por padrão oferece
uma lista dos 25 últimos arquivos abertos
(configurável no comando opções). Temos a
possibilidade de fixar ( ) qualquer um dos arquivos
para sempre ser exibido na lista de Documentos
recentes ( ).
No item Novo temos acesso a uma nova janela que
permite abrir um Documento em branco, escolher
entre os modelos de arquivos oferecidos pelo
Microsoft Word 2013.
Ao abrir um documento no Microsoft Office Word
2013 criados no Microsoft Office Word 2003, no
Word 2002 ou no Word 2000, o Modo de
compatibilidade é ativado e você vê Modo de
compatibilidade na barra de título da janela do
documento. O Modo de compatibilidade garante que
nenhum recurso novo ou aperfeiçoado no Office
Word 2007 esteja disponível quando estiver
trabalhando com um documento, de modo que os
usuários que estiverem usando versões mais antigas do
Word tenham recursos de edição completos.
A Faixa de Opções no Word. Cada programa tem uma
Faixa de Opções diferente, mas os seus elementos são
os mesmos: guias, grupos e comandos.
Existem três elementos principais na Faixa de Opções:
• As guias situam-se na parte superior da Faixa de
Opções. Cada uma delas representa uma área de
atividade.
• Os grupos são conjuntos de comandos relacionados
exibidos juntos nas guias. Os grupos reúnem todos os
comandos de que você provavelmente precisará para
um tipo de tarefa.
• Os comandos são organizados em grupos. Um
comando pode ser um botão, um menu ou uma caixa
na qual você digita informações.
A Faixa de Opções se adaptará de acordo com o que
você está fazendo, para mostrar os comandos de que
provavelmente precisará para a tarefa em questão. Por
exemplo, se você estiver trabalhando com um gráfico
no Excel, a Faixa de Opções mostrará os comandos de
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que você precisa para trabalhar com gráficos. De outro
modo, esses comandos não serão visíveis.
Dois outros recursos que tornam os programas
baseados na Faixa de Opções fáceis de usar são o
Botão Arquivo e a Barra de Ferramentas de Acesso
Rápido.
Os novos programas baseados na Faixa de Opções
incluem dois recursos adicionais que ajudarão você a
realizar seu trabalho de maneira rápida e fácil.
• A Barra de Ferramentas de Acesso Rápido está situada
acima da Faixa de Opções e contém os comandos que
você deseja ter sempre à mão. Por padrão, a Barra de
Ferramentas de Acesso Rápido contém os comandos
Salvar, Desfazer e Repetir (ou Refazer), mas você
pode personalizá-lacom os comandos que desejar.
GUIA PÁGINA INICIAL
Grupo Área de Transferência:
RECORTAR (CTRL+X): Move o conteúdo
selecionado para a Área de Transferência. O termo
excluir, retirar ou apagar pode ser utilizado para
representar a ação do recortar.
COPIAR (CTRL+C): Duplica a seleção para a Área
de Transferência.
COLAR (CTRL+V): Insere o último item enviado
para a Área de transferência no local onde estiver o
cursor, ou ponto de inserção.
COLAR ESPECIAL (CTRL+ALT+V): Permite
colar um texto ou objeto, já enviado para a Área de
transferência, sem formatação, ou no formato RTF e
até mesmo no formato HTML.
PINCEL (CTRL+SHIFT+C – COPIA E
CTRL+SHIFT+V - cola): Copia a formatação de
um texto ou objeto selecionado e o aplica a um texto
ou objeto clicado. Para manter este comando ativado
devemos dar um clique duplo e para desativar este
recurso podemos pressionar a tecla ESC ou clicar
novamente no botão Pincel.
Área de transferência do Office (CTRL+CC) : Exibe o
painel de tarefa “Área de transferência”. Mantém até
24 itens recortados e/ou copiados.
GRUPO FONTE
TIPO DE FONTE: Permite alterar o tipo de fonte.
Uma das novidades da versão 2010 é que as mudanças
ocorrem simultaneamente, permitindo a escolha da
fonte sem aplicar o efeito.
TAMANHO DE FONTE: Permite aumentar ou
diminuir o tamanho da fonte no padrão oferecido.
Utilizando as teclas de atalho CTRL+SHIFT+< e
CTRL+ SHIFT+> é possível, respectivamente,
diminuir e aumentar o tamanho da fonte obedecendo
ao padrão oferecido. Já, a combinação de teclas
CTRL+[ e CTRL+] permitem, respectivamente,
diminuir e aumentar o tamanho da fonte ponto a
ponto. Permitem, respectivamente, aumentar e
diminuir o tamanho da fonte ponto a ponto.
Permitem, respectivamente, aumentar e diminuir o
tamanho da fonte.
MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS (SHIFT+F3):
Permite alternar entre os recursos: Primeira letra da
sentença em maiúsculas, Todas em maiúsculas, Todas
em Minúsculas, A primeira letra de cada palavra em
maiúscula e Inverter (Maius/Minus).
LIMPAR FORMATAÇÃO: Limpa toda formatação
do texto ou objeto selecionado, deixando o texto ou
objeto na formatação padrão.
NEGRITO (CTRL+N ou CTRL+SHIFT+N):
Aplica o efeito de texto negrito ao texto selecionado.
Dica: Não é necessário selecionar texto para aplicar
formatação, o cursor, ou ponto de inserção deve estar
localizado entre a palavra.
ITÁLICO (CTRL+I ou CTRL+SHIFT+I): Aplica
o efeito de texto itálico ao texto selecionado.
SUBLINHADO (CTRL+S ou CTRL+SHIFT+S):
Aplica o efeito de texto sublinhado. Podemos alterar o
tipo e a cor do sublinhado clicando na pequena seta ao
lado do botão.
TACHADO: Aplica o efeito de texto tachado no
texto selecionado. Ex. Palavras de um texto.
SUBSCRITO (CTRL+=): Permite aplicar o efeito
de texto subscrito, criando letras pequenas abaixo da
linha de base do texto. Ex. H2O.
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SOBRESCRITO (CTRL+SHIFT++): Permite
aplicar o efeito de texto sobrescrito, criando letras
pequenas acima da linha de base do texto. Ex.
Citação1. (Para criar uma nota de rodapé, clique em
Inserir Nota de Rodapé na Guia Referência).
EFEITO DE TEXTO: Permite aplicar efeitos no
texto como, sobra ou brilho. reflexo
REALCE: Este efeito de texto permite fazer como se
o texto tivesse sido marcado com um marca-texto.
COR DE FONTE: Permite alterar a cor de fonte do
texto selecionado.
FONTE (CTRL+D) : Permite alterar a
formatação do texto selecionado. Observe as figuras
abaixo:
OBS: Caso deseje alterar a formatação padrão do
Word 2010, altere para a formatação da fonte desejada
e clique no botão “Definir como Padrão...”, localizado
no canto inferior da janela. O Padrão é Fonte: Calibri,
Tamanho: 11.
GRUPO PARÁGRAFO
MARCADORES: Permite inserir marcas aos
parágrafos ou a uma lista.
NUMERAÇÃO: Permite numerar os parágrafos e
criar subníveis. Observem no texto abaixo alguns dos
efeitos oferecidos:
Ex.
FORMATAR MARCADORES E NUMERAÇÃO:
Permite alterar a maneira como os parágrafos serão
numerados ou marcados.
DIMINUIR RECUO: Diminui o recuo deslocando
o parágrafo à esquerda.
AUMENTAR RECUO: Aumenta o recuo
deslocando o parágrafo à direita.
CLASSIFICAÇÃO CRESCENTE: Permite ordenar
parágrafo e linhas de uma tabela em ordem crescente.
MOSTRAR TUDO (CTRL+SHIFT+*): Exibe
caracteres não-imprimíveis, tais como, marcas de
texto, marcas de parágrafo, marcas de tabulação e
texto oculto.
ALINHAMENTO À ESQUERDA (CTRL+Q ou
CTRL+F): Alinha o parágrafo à esquerda.
ALINHAMENTO CENTRALIZADO
(CTRL+E): Centraliza o parágrafo.
ALINHAMENTO À DIRETA (CTRL+G): Alinha
o parágrafo à direita.
ALINHAMENTO JUSTIFICADO (CTRL+J):
Justifica o texto.
ESPAÇAMENTO ENTRE LINHAS: Aumenta ou
diminui o espaço existente entre as linhas de um
parágrafo. Espaçamento padrão entre linhas é o
múltiplo ou 1,15.
SOMBREAMENTO: altera o plano de fundo do
texto ou parágrafo selecionado. Semelhante ao Realce.
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BORDAS: Permite preencher as bordas de um
parágrafo. Lembrando que um parágrafo compara-se a
uma célula de uma tabela.
PARÁGRAFO : Permite alterar a formatação do
parágrafo selecionado.
Observe as figuras abaixo:
OBS: Caso deseje alterar a formatação padrão do
Word 2010, altere para a formatação do parágrafo
desejada e clique no botão “Padrão...”, localizado no
canto inferior da janela.
GRUPO ESTILO
ESTILOS: Oferece estilos de formatação pré-
definidos para padronização de formatação de um
arquivo. Facilita, também, a utilização de outros
recursos do Word como, por exemplo, a criação de
um sumário ou índice analítico.
GRUPO EDIÇÃO
Localizar (CTRL+L (caso o painel de navegação esteja
aberta exibe a caixa de pesquisa));
Substituir (CTRL+U);
Ir para (CTRL+ALT+G).
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Guia INSERIR
Grupo Páginas
FOLHA ROSTO: Fornece uma folha rosto (capa)
totalmente formatada com alguns campos como,
autor, título e outras informações para serem
preenchidas.
PÁGINA EM BRANCO: Insere uma página em
branco no local onde estiver o cursor, ou ponto de
inserção.
QUEBRA DE PÁGINA (CTRL+ENTER):
Semelhante à Página em Branco. Inicia uma nova
página em branco.
GRUPO TABELAS
TABELA: Permite inserir uma tabela. Sugere uma
tabela de 10 colunas com 8 linhas. É possível, através
deste comando, converter um texto em tabela ou
tabela em texto. O recurso permite também a inserção
de uma planilha do Excel, além de fornecer algumas
tabelas já formatas.
GRUPO ILUSTRAÇÕES
IMAGENS: Permite inserir, no documento em
edição, uma imagem ou foto do arquivo. Abre uma
caixa de diálogo que exibe a pasta minhas imagens.
IMAGENS ONLINE: Permite encontrar e inserir
imagens de várias fontes online.
FORMAS: Permite inserir formas no documento em
edição. Observem as figuras abaixo:
SMARTART: É uma representação visual de suas
informações que você pode criar com rapidez e
facilidade, escolhendo entre vários layouts diferentes,
para comunicar suas mensagens ou ideias com
eficiência.
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GRÁFICO: Permite inserir um gráfico a partir de uma
planilha do Excel incorporada no documento Word.
Se o documento estiver no modo de compatibilidade o
gráfico será gerado pela ferramenta Microsoft Graph.
No caso de um gráfico que esteja vinculado a uma
pasta de trabalho à qual você tem acesso, é possível
especificar que ele verifique automaticamente se há
alterações na pasta de trabalho vinculada sempre que o
gráfico for aberto.
INSTANTÂNEO: Permite recortar imagens
capturadas de tela.
GRUPO SUPLEMENTOS
LOJA: Explorar os aplicativos na Office Store
MEUS APLICATIVOS: O usuário poderá inserir
um aplicativo em seu documento e usar a web para
aprimorar seu trabalho.
GRUPO MÍDIA
Vídeo Online: Localize e insira vídeos de uma
variedade de fontes online.
GRUPO LINKS
HIPERLINK: Permite inserir um hiperlink (ponteiro
ou ancôra) no documento em edição. Um hiperlink
permite abrir páginas da Internet, endereços de e-
mails, direcionar para programas e outros arquivos do
computador, além de direcionar para qualquer parte
do documento. Trabalhando com o recurso Indicador
fica fácil criar links que, ao serem executados,
direcionam para a parte do documento indicada.
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INDICADOR: Utilizado para marcar pontos no
documento que ao serem referenciadas em um
hiperlink o usuário é direcionado para o ponto
indicado.
REFERÊNCIA CRUZADA: Permite criar hiperlink
que direcionam para um objeto ou tabela específica.
Ex. Vá para a página X para visualizar o gráfico Y. Ao
clicar nesta referência o usuário é direcionado para a
página X e visualizar o Gráfico Y.
GRUPO COMENTÁRIOS
COMENTÁRIO: Adicione uma anotação sobre
alguma parte do texto.
GRUPO CABEÇALHO E RODAPÉ
CABEÇALHO: Permite atribuir ao documento em
edição um cabeçalho oferecendo uma distribuição das
informações.
RODAPÉ: Permite atribuir ao documento em edição
um rodapé oferecendo uma distribuição das
informações.
NÚMERO DE PÁGINA: Permite além de inserir
uma numeração para as páginas, formatar a
numeração. É possível também inserir a numeração as
margens do documento.
GRUPO TEXTO
CAIXA DE TEXTO: Permite inserir uma caixa de
texto, pré-formatadas, no documento em edição.
PARTES RÁPIDAS: Os blocos de construção são
partes reutilizáveis de conteúdo ou outras partes de
um documento que são armazenadas em galerias. É
possível acessar e reutilizar esses blocos a qualquer
momento. Também é possível salvá-los e distribuí-los
com modelos. É possível usar Auto Texto, um tipo de
bloco de construção, para armazenar texto ou gráficos
que o usuário deseja usar novamente, como uma
cláusula padrão de contrato ou uma longa lista de
distribuição. Cada seleção de texto ou gráfico é
armazenada como uma entrada de Auto Texto no
Organizador de Blocos de Construção e recebe um
nome exclusivo para facilitar a localização do
conteúdo quando o usuário desejar utilizá-lo.
WORDART: Permite inserir um texto decorativo a
partir de formatações e estilos pré-definidos.
LETRA CAPITULAR: Efeito de texto que cria uma
letra maiúscula grande no início do parágrafo. Ex.
LINHA DE ASSINATURA: Insere uma linha que
especifique a pessoa que deve assinar.
DATA E HORA: Permite inserir Data e Hora no
local onde estiver o cursor. Oferece alguns formatos
de datas e horas pré-definidas.
OBJETOS: Permite inserir um objeto no documento
em edição. Gráficos, Imagens, Slides, Documentos,
Arquivos em geral entre outros.
GRUPO SÍMBOLOS
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EQUAÇÃO: Abre o editor de equações. Permite
inserir matemáticas ou desenvolver suas próprias
equações usando uma biblioteca de símbolos
matemáticos.
Símbolo: Insere símbolos que não constam no
teclado, como símbolos de copyright, símbolo de
marca registrada, marcas de parágrafo e caracteres
Unicode.
GUIA DESIGN
TEMAS: Permite definir um tema para o Documento,
mudando formatações de cores, fontes, efeitos e etc.
Para alterar apenas efeitos individuais poderá optar
pelos recursos do Grupo. Por exemplo: Se desejar
mudar apenas as cores da fonte basta escolher a opção
Cores do Grupo Temas.
CONJUNTO DE ESTILOS: Os Conjuntos de
estilos definem as propriedades de fontes e de
parágrafo do documento inteiro.
CORES: Alterar rapidamente todas as cores usadas
no documento selecionando uma paleta de cores
diferente.
FONTES: Alterar rapidamente o texto do
documento inteiro escolhendo um novo conjunto de
fontes.
ESPAÇAMENTO ENTRE PARÁGRAFOS:
Alterar rapidamente o espaçamento de linha e de
parágrafo do documento.
EFEITOS: Alterar rapidamente a aparência geral dos
objetos do documento.
DEFINIR COMO PADRÃO: Salve suas
configurações atuais para que sempre que você criar
um documento em branco, ele seja formatado
exatamente da maneira desejada.
GRUPO PLANO DE FUNDO DA PÁGINA
MARCA D’ÁGUA: Permite Inserir uma marca d’água
no documento em edição, seja com imagem ou texto.
COR DA PÁGINA: Permite definir uma cor para as
páginas do documento.
BORDAS DE PÁGINA: Abre a caixa de diálogo
Bordas e Sombreamento com a guia Bordas da Página
ativada. Permite definir uma margem para as páginas
do documento em edição.
GUIA LAYOUT DE PÁGINA
Grupo Configurar Página
MARGENS: Este é um bom recurso para não alterar
as margens de maneira manual. Temos as opções de
manter/voltar as margens no tamanho padrão,
Margens estreitas, Moderada, Larga, Espelhada
(espaço reservado para encadernação), e personalizada.
ORIENTAÇÃO: Oferece acesso rápido para mudar
o modo de orientação do Documento: Retrato ou
Paisagem.
TAMANHO: Permite alterar o tamanho da folha
para impressão. Entre as sugestões temos o tamanho:
Carta, Ofício, A3, A4 e etc.
COLUNAS: Permite separar em colunas o
documento em edição ou um bloco de texto
selecionado (inserir automaticamente quebra de seção
contínua).
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QUEBRAS: Permite realizar quebras de página
(CTRL+ENTER), quebra de coluna
(CTRL+SHIFT+ENTER), quebra de texto ou linha
(SHIFT+ENTER), permite também quebras de seção
contínua, próxima página e páginas pares e impares.
NÚMEROS DE LINHA: Permite exibir número de
linhas continuamente, com intervalos, iniciar a
contagem a cada página ou seção entre outras
configurações possíveis.
HIFENIZAÇÃO: Permite fazer a separação de
sílabas automaticamente. Não é necessário selecionar
o texto e o recurso pode ser ativado a qualquer
momento. Para fazer uma hifenização manual clique
no comando Manual. Com este recurso ativado, para
cada situação possível de hifenização surge a caixa de
diálogo hifenização e você poderá escolher entre
hifenizar ou não a palavra.
GRUPO PARÁGRAFO
RECUAR: Permite alterar o recuo em relação às
margens. Uma margem negativa ultrapassa a linha de
margem.
ESPAÇAMENTO: Permite alterar o espaçamento do
parágrafo selecionado em relação com o parágrafo
anterior e posterior. O espaçamento padrão antes é 0
pt e espaçamento padrão Depois é 10pt.
PARÁGRAFO : Permite alterar a formatação do
parágrafo selecionado.
GRUPO ORGANIZAR
POSIÇÃO: Permite alterar a maneira como a imagem
ficará alinhada no documento. Permite alterar seacompanhará a quebra de texto e posição da figura em
relação ao texto.
TRAZER PARA FRENTE: Permite organizar o
objeto selecionado trazendo-o para frente do texto.
ENVIAR PARA TRÁS: Permite organizar o objeto
selecionado enviando-o para trás do texto, como se
fosse um plano de fundo do parágrafo.
QUEBRA AUTOMÁTICA DE TEXTO: Permite
escolher como ficará o texto em relação à figura.
ALINHAR: Permite alinhar o objeto selecionado em
relação às margens esquerda, direita, superior e
inferior.
AGRUPAR: Permite agrupar vários objetos para que
possam receber formatação em conjunto ou até
mesmo movimentá-los ao mesmo tempo. Após as
definições serem realizadas ao grupo de objetos é
possível desagrupá-los.
Girar: Permite girar o objeto selecionado.
GUIA REFERÊNCIAS
GRUPO SUMÁRIO
SUMÁRIO: Permite criar e configurar um sumário
para o documento em edição. Observando as
configurações já pré-definidas pelo usuário com o
recurso Estilos e Formatação.
ADICIONAR TEXTO: Este recurso permite
acrescentar ao Sumário um novo item e seu nível
hierárquico.
ATUALIZAR SUMÁRIO: Após modificar o arquivo
acrescentado e diminuindo itens atualize o sumário
para que as novas mudanças sejam exibidas.
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GRUPO NOTAS DE RODAPÉ
INSERIR NOTA DE RODAPÉ: Permite inserir
uma nota de Rodapé no documento. Coloque o cursor
após a palavra ou texto que deseje acrescentar na Nota
de Rodapé. Este recurso coloca o comentário/nota no
final da página corrente.
INSERIR NOTA DE FIM: Permite inserir uma
nota de fim no documento. Coloque o cursor após a
palavra ou texto que deseje acrescentar na Nota de
fim. Este recurso coloca o comentário/nota no final
do documento.
PRÓXIMA NOTA DE RODAPÉ: Permite navegar
entre as notas de rodapé no documento.
MOSTRAR NOTAS: Exibe as Notas já inseridas no
documento em edição.
GRUPO Citações e Bibliografia
INSERIR CITAÇÃO: Ao adicionar um nova citação
a um documento, também é possível criar uma nova
fonte bibliográfica que irá aparecer na bibliografia.
Para localizar fontes bibliográficas adicionais, ou
informações adicionais sobre as fontes bibliográficas
que você está citando, clique em Inserir citações e
clique em Pesquisar bibliotecas. Por exemplo, é
possível pesquisar um banco de dados de bibliotecas
em busca de toda correspondência de um tópico
específico na coleção dessa biblioteca. Em seguida,
com um único clique, é possível inserir a citação no
documento ou adicionar as informações sobre a fonte
na lista atual de fontes bibliográficas para usar
posteriormente.
GERENCIAR FONTES BIBLIOGRÁFICAS: É
possível clicar no botão Procurar no Gerenciador de
fontes bibliográficas para selecionar outra lista mestra
a partir da qual você poderá importar novas fontes
bibliográficas ao documento. Por exemplo, é possível
se conectar a um arquivo em um compartilhamento,
no computador ou servidor de um colega de pesquisa,
ou em um site hospedado por uma universidade ou
instituição de pesquisa.
ESTILO: Permite escolher o estilo de Bibliografia. Se
você escolher um estilo GOST ou ISO 690 para suas
fontes e uma citação não for exclusiva, anexe um
caractere alfabético ao ano. Por exemplo, uma citação
aparecia como [Pasteur, 1848a]. Documentos de
ciências sociais normalmente usam estilos MLA ou
APA para citações e fontes bibliográfica. Se escolher
ISO 690 - Ordem Numérica e você adicione citações
ao seu documento, você deve clicar no estilo ISO 690
novamente para ordenar corretamente as citações.
BIBLIOGRAFIA: Permite adicionar uma Bibliografia
baseado em algum modelo sugerido.
GRUPO LEGENDAS
INSERIR LEGENDA: Permite inserir uma legenda
para uma imagem. Uma legenda é uma linha de
informações exibida abaixo da imagem como, por
exemplo: “Figura 1. Representa o grupo legendas”.
INSERIR ÍNDICE DE ILUSTRAÇÕES: Permite
criar um índice para as legendas do documento.
ATUALIZAR TABELA: Após inserir novas
legendas atualize a tabela para que as novas mudanças
sejam exibidas.
REFERÊNCIA CRUZADA: Referir-se a itens
como legendas, títulos, ilustrações e tabelas inserindo
uma referência cruzada como “consulte a tabela 8” ou
“vá para a página 10”.
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GRUPO ÍNDICE
MARCAR ENTRADA (ALT+SHIFT+X): Inclui o
texto selecionado no Índice do Documento.
INSERIR ÍNDICE: Inseri um no documento. Um
índice é um conjunto de palavras-chave encontradas
no documento, juntamente com os números das
páginas em que as palavras aparecem.
ATUALIZAR ÍNDICE: Atualizar o índice afim que
todas as entradas indiquem o número de página
correto.
GUIA CORRESPONDÊNCIAS
GRUPO CRIAR
ENVELOPES: Permite criar e imprimir Envelopes.
Para imprimir o envelope, insira um envelope na
impressora como mostrado na caixa Alimentação na
guia Opções de Impressão na caixa de diálogo Opções
do Envelope, clique em Adicionar ao Documento e,
em seguida, clique em Imprimir. Se você quiser
imprimir o envelope sem imprimir o resto do
documento, digite Página 1 na caixa de diálogo
Imprimir. Na seção Intervalo de páginas da caixa de
diálogo Imprimir, clique em Páginas e, em seguida,
digite 1 na caixa Páginas.
ETIQUETAS: Permite criar e imprimir Etiquetas
GRUPO INICIAR MALA DIRETA
INICIAR MALA DIRETA: Permite usar a mala
direta quando deseja criar um conjunto de
documentos, como uma carta modelo que é enviada a
muitos clientes ou uma folha de etiquetas de endereço.
Cada carta ou etiqueta tem o mesmo tipo de
informações, no entanto o conteúdo é exclusivo. Por
exemplo, nas cartas ao seus clientes, cada carta pode
ser personalizada para abordar cada cliente pelo nome.
As informações exclusivas em cada carta ou etiqueta
provêm de entradas em uma fonte de dados. O
processo de mala direta inclui as seguintes etapas
gerais:
SELECIONAR DESTINATÁRIOS: Escolher a
lista de pessoa pelo qual o usuário pretende enviar a
carta. Podemos digitar nossa própria lista, usar os
contatos do Outlook ou conectar-se a um banco de
dados.
EDITAR LISTA DE DESTINATÁRIOS: Permite
alterar a lista de destinatários e decidir quem receberá
esta carta. Também é possível classificar, filtrar,
localizar, remover duplicatas ou validar os endereços
da lista.
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GRUPO GRAVAR E INSERIR CAMPOS
REALÇAR CAMPOS DE MESCLAGEM: Permite
realçar os campos inseridos no documento. Este
recurso facilita a identificação da parte da carta-
modelo que será substituída pelas informações da lista
de destinatários escolhida.
BLOCO DE ENDEREÇO: Adiciona um endereço
a carta. O usuário deve especificar a formatação e o
local, e o Word substituirá essas informações pelos
endereços reais da lista de destinatários.
LINHA DE SAUDAÇÃO: Permite adicionar uma
linha de saudação, como: “Prezado(a) <<Nome>>”
ao documento.
INSERIR CAMPO DE MESCLAGEM: Permite
adicionar qualquer campo da lista de destinatários ao
documento, como sobrenome, telefone residencial e
etc.
REGRAS: Permite especificar regras para a tomada de
decisão do recurso mala direta.
GRUPO VISUALIZAR RESULTADOS
VISUALIZAR RESULTADOS: Permite visualizar
como ficou a carta com os dados dos destinatários da
mensagem. Afim de visualizar a aparência da carta.
NAVEGAÇÃO:Permite navegar entre os
registros/destinatários.
LOCALIZAR DESTINATÁRIO: Utiliza-se este
campo para localizar uma entrada específica.
VERIFICAÇÃO AUTOMÁTICA DE ERROS:
Permite especificar como tratar dos erros que ocorrem
após a conclusão da mala direta. É possível simular um
envio de mala direta para verificar se surgirá algum
erro.
GRUPO CONCLUIR
CONCLUIR E MESCLAR: Finaliza e prepara o
envio da mala direta para impressão ou por e-mail.
GUIA REVISÃO
Grupo Revisão de Texto
ORTOGRAFIA E GRAMÁTICA (F7): Inicia a
verificação ortográfica e gramatical do documento em
edição.
PESQUISAR (ALT+CLIQUE): Abre o painel de
tarefas Pesquisar para fazer uma pesquisa em materiais
de referências como dicionários, enciclopédias e
serviços de traduções.
DICIONÁRIO DE SINÔNIMOS: Sugere outras
palavras com significado semelhante ao da palavra
selecionada.
CONTAR Palavras: Saber o número de palavras,
caracteres, parágrafos e linhas do documento.
GRUPO IDIOMA
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TRADUZIR: Traduz o texto selecionado em outro
idioma.
IDIOMAS: Permite definir outro idioma para a
palavra afim de que seja possível fazer a verificação
ortográfica e gramatical do texto selecionado.
GRUPO COMENTÁRIOS
NOVO COMENTÁRIO: Adiciona um comentário
no texto ou objeto selecionado.
EXCLUIR: Permite excluir o comentário inserido.
ANTERIOR: Permite navegar entre os comentários
anteriores.
PRÓXIMO: Permite navegar entre os próximos
comentários.
MOSTRAR COMENTÁRIOS: Ver todos os
comentários ao lado do documento.
GRUPO CONTROLE
CONTROLE DE ALTERAÇÕES
(CTRL+SHIFT+E): Permite controlar todas as
alterações feitas no documento, incluindo inserções,
exclusões e alterações de formatação.
Balões: Permite escolher a forma de mostrar as
revisões feitas no documento. É possível exibir em
pequeno balões na margem direita ou no próprio
documento.
MARCAÇÃO NA EXIBIÇÃO FINAL: Permite
escolher a forma de exibir as alterações propostas no
documento. Final: Exibe o documento com todas as
alterações propostas. Original: Exibe o documento
sem as alterações propostas.
MOSTRAR MARCADORES: Permite escolher o
tipo de marcação a ser exibido no documento. O
usuário pode mostrar ou ocultar comentários,
inserções e exclusões, alterações de formatação e
outros tipos de marcações.
PAINEL DE REVISÃO: Exibe as marcações em
uma janela separada.
GRUPO ALTERAÇÕES
ACEITAR: Permite aceitar todas as alterações
sugeridas no arquivo.
REJEITAR: Rejeita a alteração atual sugerida e passa
para a próxima alteração.
ANTERIOR: Permite navegar até a modificação
anterior realizada no documento.
PRÓXIMO: Permite navegar até a próxima
modificação realizada no documento.
GRUPO COMPARAR
COMPARAR: Comparar ou combinar várias versões
do arquivo.
GRUPO PROTEGER
BLOQUEAR AUTORES: Permite Bloquear um
autor ao acesso ao documento.
RESTRINGIR EDIÇÃO: Permite restringir a
maneira como os usuários possam acessar o
documento. É possível restringir formatação e edição.
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GUIA EXIBIÇÃO
Grupo Modos de Exibição de Documento
LAYOUT DE IMPRESSÃO (PADRÃO): Exibe o
documento do modo como ficará na página impressa.
LAYOUT EM TELA INTEIRA: Maximiza o painel
de visualização do documento aumentando o espaço
disponível para a leitura ou inserção de comentários.
LAYOUT DA WEB: Exibe o documento do modo
como uma página da Web.
ESTRUTURA DE TÓPICOS: Exibe o documento
por tópicos e ferramentas correspondentes.
RASCUNHO: O mesmo que o modo normal. Certos
elementos da tela não serão exibidos, como
Cabeçalhos e Rodapés.
GRUPO MOSTRAR
RÉGUA: Exibe a régua superior e esquerda do
documento.
LINHAS DE GRADE: Exibe linhas de grade para
uma organização e alinhamento dos elementos ou
objetos do documento.
PAINEL DE NAVEGAÇÃO: Abre um painel de
tarefa que permite navegar entre uma estrutura de
tópicos do documento.
GRUPO ZOOM
ZOOM: Abre a caixa de diálogo Zoom para
especificar o nível de Zoom no documento. É possível
ajustar os níveis de Zoom pela barra de status.
100%: Altera o Zoom para 100% no formato padrão
original do documento.
Uma Página: Altera o Zoom do documento de modo
que a página inteira caiba na janela.
Duas Páginas: Altera o Zoom do documento de
modo que duas páginas caibam na janela.
Largura da Página: Ajusta o Zoom de modo que a
largura da página corresponda a largura da janela.
GRUPO JANELA
NOVA JANELA: Abre uma nova janela com a
exibição do documento atual.
ORGANIZAR TUDO: Coloca todas as janelas
abertas no programa lado a lado na tela.
DIVIDIR: Divide o documento em dois painéis.
Permite visualizar duas partes diferentes do mesmo
documento.
EXIBIR LADO A LADO: Permite exibir dois
documentos lado a lado para poder comparar os
respectivos conteúdos.
ROLAGEM SINCRONIZADA: Permite
sincronizar a rolagem de dois documentos, de modo
que rolem juntos na tela.
REDEFINIR POSIÇÃO DA JANELA: Permite
redefinir a posição da janela dos documentos que
estão sendo comparados lado a lado de modo que
dividam a tela igualmente.
ALTERNAR JANELAS: Passa para a outra janela
aberta no momento.
GRUPO MACROS
MACROS (MINI-PROGRAMAS): É uma
sequência de ações ou comando resumidos em um
botão ou tecla de atalho.
EXIBIR MACROS (ALT+F8): Exibe a lista de
macros na qual o usuário pode executar, criar e/ou
excluir uma macro.
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TECLAS DE ATALHO:
MENU ARQUIVOS
ACESSO RÁPIDO:
GUIA INÍCIO
GRUPO: ÁREA DE TRANSFERÊNCIA
GRUPO: FONTE
GRUPO PARÁGRAFO
GRUPO EDIÇÃO
OUTRAS TECLAS DE ATALHO
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MS EXCEL 2013
Conhecimentos Gerais (teoria)
Arquivo: Pasta de Trabalho
Extensão: .xlsx
Planilhas: 1 (padrão).
Coluna: 16.384 representadas por letras. A até XFD
(inclui as letras K,W e Y)
Linhas: 1.048.576 representadas por números.
(A interseção de uma coluna e uma linha é uma
célula).
Cada célula pode conter até 32.767caracteres.
INÍCIO (COMEÇANDO A ENTENDER)
BARRA DE FERRAMENTAS DE ACESSO
RÁPIDO
Essa barra localizada na parte superior esquerdo,
ajudar a deixar mais perto os comandos mais
utilizados, sendo que ela pode ser personalizada. Um
bom exemplo é o comando de visualização de
impressão que podemos inserir nesta barra de acesso
rápido.
CAIXA DE NOME
Esta caixa de nome é onde podemos identificar o
endereço das células como já falando anteriormente,
cada célula possui uma coordenada (linha e coluna), ou
seja, letra e número.
BARRA DE FÓRMULAS
Nesta barra é onde inserimos o conteúdo de uma
célula podendo conter fórmulas, cálculos ou textos,
mais adiante mostraremos melhor a sua utilidade.
GUIA DE PLANILHAS
Quando abrirmos um arquivo do Excel, na verdade
estamos abrindo uma pasta de trabalho onde pode
conter planilhas, gráficos, tabelas dinâmicas, então
essas abas são identificadorasde cada item contido na
pasta de trabalho, onde consta o nome de cada um. Se
fossemos comparar a uma pasta física essas abas
seriam as orelhas da pasta mostrando o nome de cada
item. Nesta versão quando abrimos uma pasta de
trabalho, por padrão encontramos apenas uma
planilha.
BARRA DE STATUS COM ESTATÍSTICAS DA
SELEÇÃO
Quando selecionamos duas ou mais células com
números aparecem na parte inferior (barra de status)
por padrão são exibidas três informações de estatística:
média, contagem e a soma. Quando são textos apenas
aparece apenas à contagem. Podemos acrescentar ou
tirar outras informações clicando na barra de status
com o botão direito do mouse.
ZOOM DA VISUALIZAÇÃO
Ainda podemos aumentar ou diminuir a visualização
da nossa planilha, basta apenas controlar a barra do
zoom. Fica localizado também na parte inferior direita
da planilha.
FAIXA DE OPÇÕES DO EXCEL
Como na versão anterior o MS Excel 2013 a faixa de
opções está organizada em guias/grupos e comandos.
Nas versões anteriores ao MS Excel 2007 a faixa de
opções era conhecida como menu.
1. Guias - Existem sete guias na parte superior. Cada
uma representa tarefas principais executadas no Excel.
2. Grupos - Cada guia tem grupos que mostram itens
relacionados reunidos.
3. Comandos - Um comando é um botão, uma caixa
para inserir informações ou um menu.
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Dependendo da seleção do objeto como figuras,
tabelas, desenhos aparecem novas guias de acordo
com a necessidade do objeto, por exemplo, ao
selecionar uma figura, aparecerá a guia formatar em
ferramentas de imagem.
PRINCIPAIS BOTÕES
Grupo Área de Transferência:
RECORTAR (CTRL+X): Move o conteúdo
selecionado para a Área de Transferência.
COPIAR (CTRL+C): Duplica a seleção para a Área
de Transferência.
COLAR (CTRL+V): Insere o último item enviado
para a Área de transferência na célula ativa
(selecionada).
COLAR ESPECIAL (CTRL+ALT+V): Permite
colar um texto ou objeto, já enviado para a Área de
transferência, sem formatação, no formato RTF, no
formato HTML e até mesmo imagens.
PINCEL (CTRL+SHIFT+C – COPIA E
CTRL+SHIFT+V - COLA): Copia a formatação de
uma célula selecionada e a aplica a uma célula clicada.
Para manter este comando ativado devemos dar um
clique duplo e para desativar este recurso podemos
pressionar a tecla ESC ou clicar novamente no botão
Pincel.
ÁREA DE TRANSFERÊNCIA DO OFFICE
(CTRL+CC) : Exibe o painel de tarefa “Área de
transferência”. Mantém até 24 itens recortados e/ou
copiados.
GRUPO FONTE
TIPO DE FONTE: Permite alterar o tipo de fonte.
Uma das novidades da versão 2007 é que as mudanças
ocorrem simultaneamente, permitindo a escolha da
fonte sem aplicar o efeito.
TAMANHO DE FONTE: Permite aumentar ou
diminuir o tamanho da fonte no padrão oferecido.
Permitem, respectivamente, aumentar e
diminuir o tamanho da fonte.
NEGRITO (CTRL+N ou CTRL+SHIFT+N):
Aplica o efeito de texto negrito ao texto selecionado.
Dica: Não é necessário selecionar texto para aplicar
formatação, o cursor, ou ponto de inserção deve estar
localizado entre a palavra.
ITÁLICO (CTRL+I ou CTRL+SHIFT+I): Aplica
o efeito de texto itálico ao texto selecionado.
SUBLINHADO (CTRL+S ou CTRL+SHIFT+S):
Aplica o efeito de texto sublinhado. Podemos alterar o
tipo e a cor do sublinhado clicando na pequena seta ao
lado do botão.
BORDAS: Permite desenhar as bordas da célula.
Podemos, por intermédio deste botão, formatar a cor
e estilo da linha da borda da célula.
COR DE PREENCHIMENTO: Permite alterar a
cor do plano de fundo das células selecionadas.
COR DE FONTE: Permite alterar a cor de fonte do
texto selecionado.
FONTE (CTRL+SHIFT+F) : Exibe a caixa de
diálogo “Formatar Célula” com a guia (aba) Fonte
selecionada.
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GRUPO ALINHAMENTO
ALINHAR EM CIMA, ALINHAR
NO MEIO E ALINHAR EMBAIXO: Permitem
alinhar o conteúdo dentro da célula sugerindo um
alinhamento vertical.
ALINHAR À ESQUERDA,
CENTRALIZADO E À DIREITA: Permitem
alinhar o conteúdo dentro da célula sugerindo um
alinhamento horizontal.
ORIENTAÇÃO: Gira o texto em ângulo
diagonal ou em uma orientação vertical. Este recurso é
geralmente usado para rotular colunas estreitas. Para
voltar à orientação normal, clique novamente neste
botão.
QUEBRA DE TEXTO
AUTOMATICAMENTE: Tornar todo o conteúdo
visível em uma célula, exibindo-o em várias linhas.
MESCLAR E CENTRALIZAR: Torna duas
ou mais células selecionadas em uma, centralizando o
conteúdo da célula.
MESCLAR ATRAVÉS: Torna duas ou mais
células selecionadas em linha.
MESCLAR CÉLULAS: Torna duas ou mais
células selecionadas em uma.
DESFAZER MESCLAGEM DAS
CÉLULAS: Desfaz a mesclagem das células.
OBSERVAÇÕES FINAIS: Se as células que serão
mescladas estiverem preenchidas com valores de
dados, o dado preservado será o da célula que estiver
no canto superior-esquerdo.
ALINHAMENTO : Exibe a caixa de diálogo
“Formatar Célula” com a guia (aba) Alinhamento
selecionada.
GRUPO NÚMERO
FORMATO DE NÚMERO: Permite escolher
como os valores de uma célula serão exibidos: como
percentual, moeda, data, hora etc...
ESTILO DE MOEDA: Aplica o formato
da moeda brasileira, no caso o real, nas células
selecionadas.
Exemplos: se selecionarmos uma célula e o conteúdo
da célula for 10, ao clicar no botão Estilo de Moeda o
valor será formatado para R$ 10,00. Agora, se o valor
for 0 (zero) será formatado para R$ - e se o valor for
negativo como, por exemplo, -10 o valor será
formatado para R$ (10,00). Lembre-se que valores
fracionados serão arredondados como, por exemplo,
4,567 retornará o valor R$ 4,57.
Porcentagem (aplica o estilo de porcentagem as
células selecionadas) procedimentos de utilização do
. Clicar na célula desejada e clicar em ,
multiplicara o valor por 100 x. Outra maneira é: clicar
na célula e após no e na célula digitar o valor
desejado, surgirá então o valor seguido de %.
Aumentar casas decimais (aumenta as casas
decimais em células com números).
Exemplos: se selecionarmos uma célula que tenha o
valor 200 e clicarmos no botão o valor passa de
200 para 200,0 (detalhes: um (1) zero (0) de cada vez).
Se selecionarmos uma célula que tenha o valor 4,5 e
clicarmos no botão o valor passará de 4,5 para
4,50.
Diminuir casas decimais (diminui as casas
decimais em células com números).
Exemplos: se selecionarmos uma célula que tenha o
valor 200 e clicarmos no botão o valor será
preservado, ou seja, permanecerá 200, pois que o
botão para diminuir as casas decimais no número
inteiro. Agora, se o valor da célula for 4,5 e clicarmos
no botão o valor passa de 4,5 para 5. Observe
que o valor foi arredondado. Lembre-se que na regra
para arredondamentos se o valor for maior ou igual a
5 (cinco) o arredondamento será para mais.
AUTOSOMA
Lembrete: A preferência de resolução dos cálculos é
da coluna.
Procedimentos:
1. Selecionar o intervalo de células e clicar no
Neste exemplo selecionamos o intervalo de células B1
até B4 e clicamos no botão Autosoma.
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Neste exemplo selecionamos o intervalo de células A2
até D2 e clicamos no botão Autosoma.
Neste exemplo selecionamoso intervalo de células B2
até C3 e clicamos no botão Autosoma.
Clicar no local da resposta, clicar no e pressionar
a tecla Enter ou clicar no botão .
Neste exemplo selecionamos a célula E2 e clicamos no
botão Autosoma. Para efetivar o cálculo devemos
pressionar a tecla ENTER ou clicar novamente no
botão Autosoma.
Neste exemplo selecionamos a célula C5 e clicamos no
botão Autosoma. Para efetivar o cálculo devemos
pressionar a tecla ENTER ou clicar novamente no
botão Autosoma.
Clicar no local da resposta e clicar no , selecionar
as células desejadas e pressionar a tecla Enter ou clicar
no botão .
Neste exemplo selecionamos a célula E5, clicamos no
botão Autosoma e selecionamos o intervalo de células
A1 até D4 com o auxílio do mouse. Para efetivar o
cálculo devemos pressionar a tecla ENTER ou clicar
novamente no botão Autosoma. (Para realizar esta
seleção de células poderíamos utilizar a tecla SHIFT,
clicando na célula A1. Pressionar e manter
pressionado a tecla SHIFT e clicar na célula D4.)
Neste exemplo selecionamos a célula E5, clicamos no
botão Autosoma e selecionamos aleatoriamente as
células A1, B2, C3 e D4 com o auxílio da tecla CTRL
e do mouse. Para efetivar o cálculo devemos
pressionar a tecla ENTER ou clicar novamente no
botão Autosoma.
Agora, pratique os exemplos e realize outros testes
para familiarizar-se com o botão.
Observações finais: Pelos recursos do botão Auto
soma podemos acessar todas as funções do Excel.
Basta clicar na pequena seta localizada à direta do
botão Autosoma e ativar o comando “Mais
funções...”.
Inserir Função (Exibe uma lista de funções e
seus formatos e permite que você defina valores para
os argumentos).
MODO DE EXIBIÇÃO
Podemos visualizar as planilhas de 3 modos: Normal,
Layout de páginas e Quebra de páginas. Esses comandos
ficam na parte inferior direita da planilha.
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MODO NORMAL
O Padrão quando iniciamos uma pasta de
trabalho
MODO LAYOUT DE PÁGINAS
É uma visualização de como as páginas serão
impressas. Com esse modo de exibição, podemos
precisar visualizar a impressão para fazer ajustes na
pasta de trabalho antes de imprimir.
MODO QUEBRA DE PÁGINAS
Esta visualização mostra onde a planilha será dividida
quando for impressa.
OS COMPONENTES DO MS EXCEL
O MS Excel é composto de cinco partes
fundamentais, que são:
PASTA DE TRABALHO
É denominada pasta todo arquivo que for criado no
MS Excel. Tudo que for criado será um arquivo com
extensão: xls, xlsx, xlsm, xltx ou xlsb, chamado de
pasta, ou seja, se criarmos um arquivo e o salvarmos
no nosso micro com o nome de Orçamento.xlsx
podemos dizer para um colega de trabalho: Por favor,
abra a pasta Orçamento para mim.
Pasta de Trabalho do Excel (*.xlsx) - Salve uma
pasta de trabalho como esse tipo de arquivo se ela não
contiver macros ou código Microsoft Visual Basic for
Applications (VBA).
Pasta de Trabalho Habilitada para Macro do
Excel (*.xlsm) - Salve sua pasta de trabalho como
esse tipo de arquivo quando a pasta de trabalho
contiver macros ou código VBA.
Modelo do Excel (*.xltx) - Salve sua pasta de
trabalho como esse tipo de arquivo quando precisar de
um modelo.
Modelo Habilitado para Macro do Excel (*.xltm)
- Salve sua pasta de trabalho como esse tipo de
arquivo quando precisar de um modelo e a pasta de
trabalho contiver macros ou VBA.
Pasta de Trabalho Binária do Excel (*.xlsb) -
Salve sua pasta de trabalho como esse tipo de arquivo
quando tiver uma pasta de trabalho especialmente
grande; esse tipo de arquivo será aberto mais
rapidamente do que uma Pasta de Trabalho do Excel
muito grande o faria. Você ainda terá os novos
recursos do Excel com esse tipo de arquivo, mas não
XML.
Pasta de Trabalho do Excel 97 / Excel 2003
(*.xls) - Salve sua pasta de trabalho como esse tipo de
arquivo quando precisar compartilhá-la com alguém
que esteja trabalhando com uma versão anterior do
Excel e que não tenha o Microsoft Compatibility Pack para
Office 2007.
PLANILHA
Uma planilha é onde será executado todo o trabalho
e por isso ela é fundamental. A planilha é uma grade
de linhas e colunas e é nas planilhas que criamos os
cálculos. A intersecção de uma linha com uma coluna
é chamada de célula sendo que cada célula em uma
planilha possui um endereço único. Cada planilha
possui no total de 17.179.869.184 células, ou seja:
dentro de uma planilha estão contidas as colunas,
linhas e células. O Excel 2013 por padrão inicia com
apenas uma planilha, entretanto, se você quiser pode
incluir outras planilhas. Além disso, podemos alterar a
sua cor, nome e outras características.
Veja a figura a seguir:
COLUNA
É o espaçamento entre dois traços na vertical. As
colunas do Excel são representadas em letras de
acordo com a ordem alfabética crescente sendo que a
ordem vai de “A” até “XFD”, e tem no total de
16.384 colunas em cada planilha.
LINHA
É o espaçamento entre dois traços na horizontal. As
linhas de uma planilha são representadas em números,
formam um total de 1.048.576 linhas e estão
localizadas na parte vertical esquerda da planilha.
CÉLULA
É simplesmente o cruzamento de uma linha com uma
coluna. Na figura abaixo podemos notar que a célula
selecionada possui um endereço que é o resultado do
cruzamento da linha 4 e a coluna B, então a célula será
chamada B4, como mostra na caixa de nome logo
acima da planilha.
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LARGURA E ALTURA
Uma sequência de símbolos “ # ” em uma célula
indica que o conteúdo é maior que o tamanho da
célula. A formatação e a fonte selecionada
frequentemente tornam os dados mais extensos do
que a largura padrão das colunas.
Para modificar a largura da coluna, posicione a seta do
mouse no topo da Planilha entre duas colunas (por
exemplo, entre A e B) aparecerá uma dupla seta na
linha que separa as duas colunas, clique e arraste até o
tamanho desejado da coluna ou dê dois cliques para
que a largura da coluna assuma o tamanho ideal. Você
também pode usar o botão direito do mouse e clicar
na opção “Largura da Coluna”, para colocar uma
determinada largura; para obter o ajuste perfeito basta
selecionar a opção Auto Ajuste. A mesma situação
serve para ajustes de linhas.
TECLAS DE FUNÇÃO
Alguns comandos do MS Excel podem ser executados
pelas chamadas Teclas de Função. Estas teclas vão de
<F1> até <F10>.
<F1> (Ajuda): Exibe tópicos de ajuda; se você
apertar esta tecla numa opção de menu, este
responderá à dúvida referente ao ponto selecionado
anteriormente, pois ele é sensível ao contexto.
<F2> (Editar): Quando você posicionar o cursor
numa célula e desejar modificar o conteúdo (fórmula
ou dados) dela.
<F3> (Nome): Lista as faixas nomeadas no arquivo.
Deve-se utilizá-lo durante a criação de uma fórmula ou
durante o uso de Caixas de Diálogo que necessitem de
endereçamento de células.
<F4> (Repetir) / (Ref. Absoluta): Repete a última
operação (Edição ou Formatação) executada no Excel,
ou fixa o endereço de célula numa fórmula para cópia
posterior.
<F5> (Ir Para): Permite ir a um endereço de célula
qualquer ou a uma faixa nomeada no arquivo.
<F6> (Janela): Permite ir de uma divisão de janela a
outra na mesma Planilha.
<F7> (Verificador Ortográfico): Possibilita corrigir
ortograficamente os textos da Planilha.
<F8> (Extensão): Pode ser usado para selecionar
células
<F9> (Calcular Agora): Quando se opta pelo cálculo
manual, deixa-se de efetuaro cálculo
automaticamente, como é o seu padrão, esperando que
se finalize após a inclusão de todos os valores e
fórmulas.
<F10> (Menu): Equivalente ao uso do <ALT> da
esquerda do teclado ou ao clicar na Barra de Menu.
COMANDOS DE EDIÇÃO
Os comandos de edição estão disponíveis quando se
aperta a Tecla de Função <F2>, sobre alguma
fórmula, valor ou texto, os quais são descritos em
seguida:
FÓRMULAS
Toda fórmula, por mais simples que seja, deve ser
iniciada com o sinal de Igualdade (=). A digitação
deste sinal prepara o Excel para o início de um cálculo.
Existe ainda uma enorme quantidade de fórmulas que
podem ser inseridas no Excel. Além das fórmulas, que
o usuário cria a estrutura inserindo os argumentos
necessários, o Excel também trabalha com Funções,
que são fórmulas prontas que podem ser digitadas ou
inseridas através de um Menu. Posteriormente veremos
como trabalhar melhor com fórmulas e funções.
FÓRMULAS
Fórmulas são equações que executam cálculos sobre
valores na planilha. Uma fórmula sempre inicia com
um sinal de igual (=).
Uma fórmula também pode conter os seguintes itens:
funções, referências, operadores e constantes.
As funções, que são fórmulas pré-desenvolvidas, serão
estudadas posteriormente. Então, em se tratando dos
outros elementos que uma fórmula pode conter,
veremos a explicação de cada um.
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REFERÊNCIAS
Uma referência identifica uma célula ou um intervalo
de células em uma planilha e informa ao Microsoft
Excel onde procurar os valores ou dados a serem
usados em uma fórmula. Com referências, você pode
usar dados contidos em partes diferentes de uma
planilha em uma fórmula ou usar o valor de uma
célula em várias fórmulas. Você também pode se
referir a células de outras planilhas na mesma pasta de
trabalho e a outras pastas de trabalho. Referências às
células de outras pastas de trabalho são chamadas
vínculos.
OPERADORES
Um sinal ou símbolo que especifica o tipo de cálculo a
ser executado dentro de uma expressão. Existem
operadores matemáticos, de comparação, lógicos e de
referência.
CRIANDO UMA FÓRMULA SIMPLES
Para criar uma fórmula simples como uma soma,
tendo como referência os conteúdos que estão em
duas células da planilha, faça o seguinte:
Posicione-se na célula onde deseja que saia o resultado
e digite o sinal de igualdade.
Digite a referência da primeira célula que deseja somar.
Se preferir, clique na célula que contém o primeiro
dado e automaticamente a referência será incluída na
fórmula.
Digite o operador matemático correto. No caso, o
sinal de +.
Digite ou clique na próxima célula para determinar a
referência.
Antes de confirmar, sempre verifique sua fórmula para
ver se está correta.
Após a confirmação, visualize o resultado.
Retornando a seleção para a célula que contém o
resultado da fórmula, observe acima da Barra de
Fórmulas que ela mostra o cálculo que foi criado para
obter aquele resultado. Isso acontece para que você
diferencie uma célula onde foi digitada diretamente
uma informação de uma célula onde foi criado um
cálculo para se obter aquela informação.
ATUALIZAÇÃO AUTOMÁTICA DE
RESULTADOS
Você pode estar se perguntando por que usar as
referências das células ao invés de usar os valores que
estão dentro dela, ao criar uma fórmula. Por exemplo,
no exemplo anterior, porque não criar a fórmula com
a estrutura = 587 + 658
Isso só foi possível porque você usou a Referência da
célula ao criar a fórmula, e não o conteúdo que estava
dentro dela. Assim qualquer alteração no conteúdo, a
fórmula calcula automaticamente.
O cálculo automático pode ser desabilitado ou
executado manualmente, dependendo da configuração
deixada na opção Opções de Cálculo, no grupo
Cálculo, na guia Fórmulas.
NÍVEIS DE PRIORIDADE DE CÁLCULO
Quando o Excel cria fórmulas múltiplas, ou seja,
misturar mais de uma operação matemática diferente
dentro de uma mesma fórmula, ele obedece a níveis de
prioridade.
Os Níveis de Prioridade de Cálculo são os seguintes:
Prioridade 1: Exponenciação e Radiciação (vice-versa)
Prioridade 2: Multiplicação e Divisão (vice-versa)
Prioridade 3: Adição e Subtração (vice-versa)
Os cálculos são executados de acordo com a
prioridade matemática, conforme esta sequência
mostrada, podendo ser utilizados parênteses “ () ” para
definir uma nova prioridade de cálculo.
Exemplo:
Se você criar a seguinte fórmula dentro de uma célula,
obterá o resultado 20.
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Isso porque, seguindo os níveis de prioridade,
primeiro ele executa a multiplicação, obtendo 14, e
depois faz a soma, obtendo 20.
Mas, se você criar a fórmula conforme mostrado a
seguir, o resultado será 56.
DADOS EM SEQUÊNCIA
O Excel tem uma grande facilidade para incluir
sequências lógicas de dados. Como por exemplo,
queremos inserir os meses de um ano. Basta digitar
janeiro na primeira célula e dar ENTER. Depois é só
clicar sobre um quadradinho preto no canto da célula
(Alça de preenchimento) e com o botão do mouse
pressionado arraste para o lado para abaixo conforme
você queira e depois solte o clique e a sequência
preencherá automaticamente.
O MS Excel identifica diversos tipos de sequência
automaticamente. Mas se isso não acontecer você
pode digitar 2 valores sequenciais em células
adjacentes para ajudá-lo a identificar.
Se você digita algo e o EXCEL não identifica
nenhuma sequência, o uso da alça de preenchimento
fará com que você copie o mesmo termo para as
células adjacentes, ou seja, ele vai se repetir.
Além de usar a alça, você também pode usar na guia
Página Inicial, no grupo Edição, o botão Preencher e
depois escolher a opção Série. É aberta uma caixa de
diálogo para que você especifique as condições.
COPIAR FÓRMULA PARA CÉLULAS
ADJACENTES
Copiar uma fórmula para células vizinhas representa
ganho de tempo ao trabalhar com planilhas. Imagine,
por exemplo, uma planilha que contém um maior
volume de informações, onde necessita apenas de uma
fórmula, mas que deveria ser repetida para cada linha
ou coluna diferente. Seria uma grande perda de tempo
e esforço para digitar cada fórmula. Novamente
podemos usar a alça de preenchimento.
Sua manipulação permite copiar rapidamente
conteúdo de uma célula para outra, inclusive fórmulas.
Abaixo, temos uma planilha de exemplo onde o
objetivo é somar as compras mensais de cada mês. Na
célula H3, a fórmula para obter o somatório semestral
do primeiro produto já foi criada e o resultado está
sendo exibido. A estrutura da fórmula está na Barra de
Fórmulas.
Para obter os resultados dos demais produtos, sem
precisar criar a mesma fórmula para cada um deles,
faríamos o seguinte:
Deixar a seleção na célula que contém a fórmula a ser
copiada.
Posicionar o ponteiro do mouse na alça de
preenchimento, de forma que o ponteiro assumisse a
aparência de uma pequena cruz preta.
Clicar, segurar e arrastar para as células adjacentes, no
caso, direcionando baixo, até a linha do último
produto.
Ao soltar o mouse, teríamos todos os resultados
calculados automaticamente.
Note que não apenas a fórmula foi copiada como teve
seus resultados automaticamente atualizados. Isso
porque, ao copiar uma fórmula que contém referências
relativas, o Excel atualiza essas referências de acordo
com os dados existentes em cada linha e coluna, e
assim chegando a diferentes resultados.
Ao posicionar a seleção numa outracélula de resultado
e observar a Barra de Fórmulas, veríamos as
referências dessa fórmula diferentes da fórmula
original que foi copiada.
REFERÊNCIAS NO EXCEL
Ao Copiar Fórmula, é possível perceber que as
referências contidas nas fórmulas copiadas são
automaticamente alteradas. Isso acontece porque, em
fórmulas comuns, o Excel trabalha com Referências
Relativas.
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Existe uma maneira de criar uma fórmula com
Referência Absoluta ou mista (uma parte relativa e
outra absoluta). O uso do caractere $ (cifrão) no início
de uma referência, a torna absoluta.
REFERÊNCIA RELATIVA
Ao clicarmos sobre uma célula com uma fórmula
surge a alça de preenchimento que permite ao usuário
"propagar" aquela fórmula, evitando novas digitações.
Observe, na figura, que ao puxar a alça de
preenchimento a fórmula se alterou automaticamente.
Nesse caso temos uma Referência Relativa, já que a
fórmula vai se alterando "relativamente" a primeira
que foi digitada.
REFERÊNCIA ABSOLUTA
Mas nem sempre desejamos que a fórmula se
"propague". Neste caso colocamos um cifrão - $ -
antes da letra para evitar que a coluna seja alterada, ou
antes, do número, para evitar que a linha seja alterada.
Observe que agora a fórmula se manteve constante.
Referência Mista
Quando precisamos de uma combinação das duas
situações, colocamos o cifrão à frente apenas da letra
da coluna (ex: $A1) ou do número (ex: A$1). Assim,
"travamos a propagação" da Coluna ou da Linha.
Observe, a seguir, que parte da fórmula está sem o
cifrão - e por isso se alterou - e a outra parte fiou
"travada" em B1, em virtude da colocação do cifrão
antes de B e de 1.
Dica: Podemos ainda selecionar a referência e teclar
F4 para inserir o cifrão. Apertando em sequência o F4
veremos a sequência veremos o cifrão se alterando
entre linhas e colunas na referência.
REFERÊNCIAS 3D
A referência 3D é chamada dessa forma, pois permite
que se façam referências de uma planilha em outra.
Posso por exemplo fazer uma soma de valores que
estejam em outra planilha, ou seja, quando na planilha
matriz algum valor seja alterado na planilha que possui
referência com ela também muda.
O processo é simples. Na célula de destino (onde você
quer ter os dados vinculados) digite = (igual).
Com o mouse clique na planilha onde se localiza os
dados, no exemplo na Tabela.
Observe o resultado na Barra de Fórmulas: É criado
um link (=Tabela!B3). Quando a célula B3 em Tabela
for alterada, automaticamente a planilha vinculada é
alterada. Isso é muito útil para planilhas que utilizam
muitos índices.
REFERÊNCIA DE OUTRA PASTA DE
TRABALHO
Para usar uma referência de outra pasta de trabalho
(arquivo), abra as pastas cujas referências serão usadas
e elabore a fórmula como se estivesse usando um
endereço na mesma pasta. O que difere é que, quando
houver necessidade de fazer referência à outra pasta
basta ativá-la.
O nome do arquivo deve ser precedido do caminho
completo de sua localização, podendo ser, inclusive,
um arquivo que esteja localizado em outra unidade de
disco, mesmo da rede.
Vale salientar que, alterar algum dado da pasta de
origem salvar e fechar e depois se abrir a pasta destino
faz surgir uma mensagem perguntando se você deseja
atualizar os vínculos desta pasta, pois, possui vínculos
de outras pastas. Se clicar em Atualizar, o valor das
células com vínculos será atualizado. Caso escolha
Não Atualizar, será mantido o valor anterior das
células.
MOVER UMA FÓRMULA
Quando você move uma fórmula, as referências de
célula dentro da fórmula não são alteradas. Basta
apontar o mouse para qualquer extremidade da célula
até o cursor mudar para uma cruz de quatro setas,
segurar o clique do mouse com o botão direito do
mouse (botão de ação) e arrastar até a célula de
destino.
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ESTILO DE REFERÊNCIA A1
Por padrão, o Excel usa o estilo de referência A1, que
se refere a colunas com letras (A até IV, para um total
de 256 colunas) e se refere a linhas com números (1
até 65.536). Essas letras e números são chamados de
cabeçalhos de linha e coluna. Para referir-se a uma
célula, insira a letra da coluna seguida do número da
linha. Por exemplo, B2 se refere à célula na interseção
da coluna B com a linha 2.
ESTILO DE REFERÊNCIA L1C1
Você também pode usar um estilo de referência em
que as linhas e as colunas na planilha sejam
numeradas. O estilo de referência L1C1 é útil para
calcular as posições de linha e coluna nas macros. No
estilo L1C1, o Excel indica o local de uma célula com
um "L" seguido de um número de linha e um "C"
seguido de um número de coluna.
COPIAR UMA FÓRMULA
Quando você copia uma fórmula, as referências de
célula dentro da fórmula são alteradas, com exceção
das referências absolutas existentes na fórmula.
Para copiar, deixe a seleção na célula que contém a
fórmula.
Na guia Página Inicial, no grupo Área de Transferência,
clique no botão Copiar.
Posicione a seleção nas células para as quais você
deseja copiar.
Para copiar a fórmula e formatação existente, na guia
Página Inicial, no grupo Área de Transferência, clique em
Colar.
Para copiar somente a fórmula, na guia Página Inicial,
no grupo Área de Transferência, clique no triângulo que
aparece abaixo do botão Colar e, em seguida, clique em
Fórmulas.
ERROS
No MS Excel existe sete tipos de erro que podem ser
produzidos por uma fórmula:
#N/D – Aparece quando a informação que você quer
utilizar para executar um cálculo não está disponível
#VALOR! – Aparece quando a fórmula ou função
não está correta de acordo com o argumento
necessário. Por exemplo, se você utiliza uma fórmula
matemática que dívida um número por uma palavra
terá esse tipo de erro.
#REF! – Aparece quando você apagou células que
faziam parte da célula.
#DIV/0! – Aparece quando você tenta dividir um
número por zero ou por uma célula em branco
#NÚM! – Aparece quando você tenta utilizar valores
numéricos válidos
#NOME? – Aparece quando você tenta utilizar um
nome de função que não existe ou um texto sem as
aspas dentro de uma fórmula
#NULO! – Aparece quando você tenta utilizar um
operador de intervalos ou referência de células
incorretos.
CÁLCULOS INICIAIS
EXERCÍCIO
1) Selecionar uma célula vazia qualquer e digitar:
=B2*B3 e pressionar a tecla “enter”.
Como resolver o cálculo:
=B2*B3
=3*5
=15
2) =C1+C2*C3+C4
3) =D2+D4/A3
4) =C1^C2
5) =C1*C2^C3
GABARITO
1. 15 2. 14 3. 7 4. 16 5. 32
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CÁLCULO COM PORCENTAGEM
Se desejarmos saber quanto é 15% de E2
=E2*15%
=15
Se desejarmos aumentar 15% ao valor da célula E2
=E2+(E2*15%)
=115
Se desejarmos diminuir 15% ao valor da célula E2
=E2-(E2*15%) =85
Lembre-se também que: As palavras VERDADEIRO
e FALSO possuem os valores numéricos 1 e 0
respectivamente.
Por exemplo:
=VERDADEIRO+4 =5
ou
=SOMA(VERDADEIRO;4) =5
Agora se na célula A1 tivermos a palavra
VERDADEIRO e criarmos a função =SOMA(A1;4),
a resposta será 4. Já, no cálculo simples como =A1+4
seria resolvido e teríamos a resposta 5.
Funções:
SOMA (somar os valores apresentados)
=SOMA(A1:A4)
=(A1+A2+A3+A4)
=(4+3+2+1)
=(10)
OBS: O operador : (dois pontos) representa um
intervalona planilha.
=SOMA(A1;A4)
=(A1+A4)
=(4+1)
=(5)
OBS: O operador ; (ponto e vírgula) representa
valores específicos de uma planilha.
EXERCÍCIO
1) =SOMA(A3:D3)
2) =SOMA(B2:C3)
3) =SOMA(A1:A4;A1:D1;B3)
4) =SOMA(E1:E5) (texto e células vazias na função
são ignoradas)
MÉDIA (somar os valores e dividir pela quantidade
de valores)
=MÉDIA(C1:C4)
=(C1+C2+C3+C4)
=(2+4+2+4)/4
=(12)/4
=(3)
EXERCÍCIO
1) =MÉDIA(A3;B3:C4)
2) =MÉDIA(E1:E5) (texto e células vazias na função
são ignoradas)
MÍNIMO (menor valor dos valores apresentadas)
=MÍNIMO(A1:C3)
=(4;3;2;1;3;5;2;4;2)
=1
MÁXIMO (maior valor dos valores apresentadas)
=MÁXIMO(B2:D4)
=(3;5;7;4;2;4;4;5;6)
=7
MENOR (matriz;k) matriz = intervalo de células e k =
é a posição (do menor) na matriz ou intervalo de
célula de dados a ser fornecida (segundo menor).
=MENOR(A1:D4;2) (Buscará o segundo menor
valor) =(4;3;2;1;1;3;5;7;2;4;2;4;3;4;5;6) =1
(Observe que o número 1 é exibido 2 vezes)
=MENOR(A1:D4;3) (Buscará o terceiro menor valor)
=(4;3;2;1;1;3;5;7;2;4;2;4;3;4;5;6) =2
(observe que neste caso o número 2 é o terceiro
menor valor depois dos dois números 1)
MAIOR (matriz;k) matriz = intervalo de células e k =
é a posição (do maior) na matriz ou intervalo de célula
de dados a ser fornecida (segundo maior).
=MAIOR(A1:D4;2) (Buscará o segundo maior valor)
=(4;3;2;1;1;3;5;7;2;4;2;4;3;4;5;6) =6
(Observe que o número 7 é exibido 1 vezes, sendo o
maior e o 6 é o segundo maior)
=MAIOR(A1:D4;3) (Buscará o terceiro maior valor)
=(4;3;2;1;1;3;5;7;2;4;2;4;3;4;5;6) =5
MULT (multiplicar os valores apresentados)
=MULT(A1:A3)
=(A1*A2*A3)
=4*3*2
=24
GABARITO
1. 14 2. 14 3. 25 4. 300
GABARITO
1) 4 2) 100
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EXERCÍCIO
1) =MULT(D1:D3;B4)
2) =MULT(B3;C3:D4)
MED (Mediana da estatística: O valor central de uma
lista ordenada)
=MED(B4:D4)
=(7;4;6)
=(4;6;7)
=(6)
=MED(B1:C2)
=(1;3;2;4)
=(1;2;3;4) (Como temos dois valores centrais,
devemos fazer a média dos dois valores)
=(2+3)/2
=(5)/2
=(2,5)
EXERCÍCIO
1) =MED(A3:C3)
2) =MED(B1:D3)
3) =MED(B3:C4)
MODO (moda da estatística: o valor que mais se
repete dos valores apresentados)
Lembrete: Na resolução desta função devemos
observar a preferência da “linha” e não da “coluna”
como nas funções anteriores.
=MODO(A1:B2)
=(A1;B1;A2;B2)
=(4;1;3;3)
=(3)
=MODO(A1:B4)
=(A1;B1;A2;B2;A3;B3;A4;B4)
=(4;1;3;3;2;5;1;7) (neste caso temos dois valores que
mais repetem, o 1 e 3, no caso do excel a resposta final
e sempre o 1° que aparece) =(1)
EXERCÍCIO
1) =MODO(C1:D4)
2) =MODO(A2:D3)
3) =MODO(B1:D2)
4) =MODO(A1:D1;A4:D4)
MOD
(número;divisor) (resto da divisão)
=MOD(D4;D3) (6 dividido por 5) =1
OBS: Onde D4 representa o número e D3 o divisor.
Se o número do divisor for igual a 0 a resposta será
#DIV/0
SE (=SE(teste_lógico;se_verdadeiro;se_falso))
A função SE é composta por três argumentos (partes).
A primeira parte é um teste lógico que deve ser
avaliado como verdadeiro ou falso.
O segundo argumento, após o ; (ponto e vírgula)
representa o valor se verdadeiro, ou seja, o valor
contido no segundo argumento é a resposta final da
função caso o teste lógico seja verdadeiro. O terceiro
argumento representa o valor se falso, ou seja, o valor
contido no terceiro argumento é a resposta final da
função caso o teste lógico seja falso.
=SE(A1>A2;”oi”;”tchau”)
=4>3 (verdadeiro: buscar o valor que se encontra no
se_verdadeiro)
=oi
=SE(A3<A4;50;250)
=2<1 (falso: buscar o valor que se encontra no
se_falso)
=250
EXERCÍCIO
1)
=SE(MÉDIA(A4:D4)>=5;”aprovado”;”repro
vado”)
2) =SE(SOMA(A1:A4)<>SOMA(A1:D1);10;”sim”)
3) =SE(A1<=B1+B2;A1+1;A1+2)
GABARITO
1) 420 2) 1200
GABARITO
1) 2 2) 3 3) 4,5
GABARITO
1) 4 2) 3 3) 3 4) 4
GABARITO
1) reprovado 2) sim 3) 5
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Lembrete: Observem que as palavras devem ser
apresentadas entre aspas. Tudo que estiver entre aspas
é texto. Na questão 3 caso desejássemos que a
resposta não fosse 5 e sim A1+1 deveríamos colocar
as aspas ficando desta maneira a questão
=SE(A1<=B1+B2;”A1+1”;A1+2). A1+1 deixa de ser
um cálculo e passa a ser texto pois esta entre aspas.
SOMASE (os valores que somados são apenas os que
se adaptam a condição de resolução)
=SOMASE(A1:B4;”>=4”)
=(4+3+2+1+1+3+5+7) (somar apenas os que forem
>= a 4)
=(4+5+7)
=(16)
EXERCÍCIO
1) =SOMASE(C1:D4;”<>4”)
OUTROS EXEMPLOS:
Neste caso, ele irá somar apenas os valores que se
adaptarem a condição (critério) de resolução.
CONT.VALORES (contar às células que contém
valores sejam números ou letras)
=CONT.VALORES(E1:E5)
=(Casa;100;0;200) (contar a quantidade de valores)
=4
CONT.NÚM (conta apenas às células que contém
números)
=CONT.NÚM(E1:E5)
=(100;0;200)
=3
CONTAR.VAZIO (conta o número de células que
estão vazias)
=CONTAR.VAZIO(E1:E5)
=(E3)
=1
CONT.SE (conta o número de células de acordo com
a condição de resolução)
=CONT.SE(A1:A4;”>=4”)
=(A1) célula com valor maior ou igual a 4
=1
INT (arredonda um número para baixo até o número
inteiro mais próximo)
=INT(10,466)
=10
=INT(10,657)
=11
EXERCÍCIO
1) =INT(4,567)
2) =INT(6,489)
3) =INT(3,965)
ARRED (número;número_de_dígitos) retorna o valor
com a quantidade de casas decimais descrita no
segundo argumento.
=ARRED(2,15;1)
=2,2
=ARRED(2,149;1)
=2,1
=ARRED(-1,475;2)
=-1,48
OBS: obedece a regra de arredondamento.
TRUNCAR (trunca um número até um número
inteiro removendo a parte decimal ou fracionária do
número)
GABARITO
1) 18
GABARITO
1) 5 2) 6 3) 4
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=TRUNCAR(8,942)
=8
=TRUNCAR(-4,56)
=-4
=TRUNCAR(PI())
=3
Podemos também especificar quantas casas decimais
ele irá manter. Por exemplo, =TRUNCAR(4,567;2) a
resposta será 4,56.
HOJE (data atual do computador)
=HOJE()
=13/10/2006
É importante lembrar que não acrescentamos nada
entre os parênteses.
AGORA (data e hora atual do computador)
=AGORA()
=13/10/2006 23:00
É importante lembrar que não acrescentamos nada
entre os parênteses.
DATA.VALOR(“data_desejada”)
Retorna o número de dias que se passaram do dia 1
Janeiro de 1900 (Data inicial compreendida pelo
Excel)
=DATA.VALOR(“13/10/2008”) (Lembrem-se das
“aspas”)
=39734
REDES DE COMPUTADORES
No mínimo DOIS ou mais computadores conectados-
interligados, mediante uma placa de rede, com o
objetivo de compartilhar recursos, como memória
secundária, banco de dados, arquivos, programas e
impressoras.
Grupo de computadores e outros dispositivos, como
impressoras e scanners, conectados por um vínculo de
comunicações, permitindo que todos os dispositivos
interajam. As redes podem ser pequenas ou grandes,
conectadas permanentemente por fios ou cabos, ou
conectadas temporariamente através de linhas
telefônicas ou transmissões sem fio. A maior rede é a
Internet, que é um grupo mundial de redes.
FINALIDADE:
Uma rede de computadores tem por finalidade
distribuir meios de acesso, em que os usuários, em
uma localidade qualquer,possam acessar outros que se
encontrem na mesma localidade ou em localidades
diferentes.
TIPOS DE REDES
As redes de computadores, em função das várias
possibilidades, são divididas em diversos tipos, são
eles:
• PAN (Rede Pessoal): Dispositivos ligados para um
único usuário.
• LAN (Local Área Network): Rede de curta distância,
conceito que define as interligações de computadores
que se encontram em um mesmo prédio, por exemplo.
Tecnologia utilizada: Ethernet.
• MAN (Rede Metropolitana): com a extensão de uma
cidade.
• WAN (Wide Área Network): Rede de Longa distância
– alcança milhões de quilômetros, conceito que define
as interligações de redes locais (LANs) que se
encontrem em cidades, estados ou países diferentes.
Normalmente, a conexão é feita por fibra óptica, rádio
digital, satélite ou linhas dedicadas de dados.
Outros tipos...
Ponto-a-ponto (Homogênea): todos os computadores
são igualmente importantes. Todos pedem e todos
fornecem dados;
Cliente/Servidor: um (ou alguns) dos computadores
centralizam as informações e só as fornecem (servidores);
outros só as requisitam (clientes).
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EQUIPAMENTOS DE REDES
Existem vários equipamentos que podem ser
utilizados em uma rede de Computadores, vejamos:
• Placa de Rede;
• Repetidor;
• Cabos de Rede;
• Hub;
• Switch;
• Access Point;
• Roteador;
• Gatway;
PLACA DE REDE OU ADAPTADOR DE
REDE
Equipamento que possibilita que computadores
comuniquem-se através de uma Rede, também
conhecido por Interface de Rede ou Adaptador de
Rede. O importante é lembrar que existem 2 tipos de
placa de rede, a Placa de Rede via cabo, e a placa de
rede Wireless.
Placa de Rede via Cabo
Placa de Rede Wireless
Endereço MAC...
Todas as placas de rede devem ter endereços
diferentes (e têm!). Cada placa de rede tem um único
endereço chamado endereço MAC.
O endereço é representado por 6 duplas de caracteres
Hexadecimais, separados por “:” (dois-pontos). Ex.:
B6:00:A4:F1:18:C3
Lembre-se: é imutável e cada placa de rede tem um
endereço único!
HUB
O Hub é um equipamento que possibilita a
concentração de diversos cabos de rede ligando assim
diversos computadores em uma Rede Local. Hubs não
conseguem selecionar os destinatários dos sinais que
passam por eles, apenas “jogam as informações” na
rede, realizam o BROADCAST (difusão).
Funcionamento do Hub...
SWITCH
Um switch é um dispositivo que externamente é muito
semelhante a um Hub (várias portas), mas não “joga a
informação” para todos os PCs, ele direciona a
“informação” apenas para o PC de destino.
Funcionamento do Switch...
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ACCESS POINT (PONTO DE ACESSO)
Dispositivo que interliga computadores em uma rede
Wi-Fi em modo infraestrutura.
REDE WIRELESS, WI-FI (802.11)
Essa é a arquitetura de rede local sem-fio (WLAN)
mais usada atualmente.
WI-FI (802.11)
Modo Infraestrutura: as estações estão interligadas por
meio de um concentrador (o Ponto de Acesso –
Access Point);
Modo Ad-Hoc: as estações estão interligadas
diretamente, sem a presença de um concentrador
HOTSPOT
Ponto público para o acesso a redes Wi-Fi.
Normalmente é uma rede aberta (sem criptografia).
Normalmente ligado à Internet. É comum encontrá-
los em restaurantes, hotéis, aeroportos, centros de
convenções, shopping centers etc.
WI-MAX (WIRELESS MAN)...
Arquitetura para interligar computadores numa rede
metropolitana (MAN) sem fio. Ainda não totalmente
homologado, mas com alguns padrões bem definidos;
É padronizado pela norma IEEE 802.16.
802.16 (original): especifica faixa de frequência de 10
a 66 GHz, com linha de visada (os equipamentos
precisam se ver); até 34Mbps;
802.16a: especifica frequências de 2 a 11 GHZ, sem
linha de visada. Taxa de transferência de até 75Mbps.
ROTEADOR
Componentes mais “inteligentes”, pois conseguem
interligar redes distintas. Cada porta do roteador está
ligada a uma rede diferente;
Roteadores são usados para criar estruturas formadas
por várias redes de computadores distintas, chamadas
de inter-redes (ou inter-net).
A Internet que conhecemos hoje é, na verdade, uma
estrutura enorme ligada por roteadores.
GATWAY...
Não é um equipamento em si, mas uma função
desempenhada por um equipamento na rede.
Gateway significa “o portão da rede”, ou seja, o ponto
único de entrada e saída dos dados na/da rede.
Normalmente, é o Roteador, mas pode ser realizado
por outros equipamentos.
BACKBONE
É a estrutura lógica usada para descrever o
funcionamento da Internet.
INTERNET
HISTÓRIA
• Surgiu nos EUA na época da Guerra Fria.
• 1969/70 => ARPANET => rede de pesquisa e troca
de informações militares.
• 1980 => ARPANET é dividida em ARPANET
(pesquisa) e MILNET (Rede Militar). Além disso,
surge a arquitetura para interligar redes, chamada
TCP/IP.
• 1986 => outras redes universitárias, de pesquisa e de
transferência de arquivos são interligadas a
ARPANET e á MILNET através da arquitetura
TCP/IP. Com isso o nome muda para INTERNET
(INTER => Interconectadas e NET => Rede).
• Hoje, há cerca de 2 bilhões de computadores
conectados à Internet.
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DEFINIÇÃO
• Rede Mundial para comunicação de dados.
• Redes Interconectadas através da arquitetura TCP/IP
para comunicação mundial de dados.
TAXA DE TRANSMISSÃO
É a quantidade de dados que são transmitidos em um
determinado espaço de tempo. A taxa de transmissão
é medida em bps – bits por segundo.
Unidades derivadas do bps
• Kbps = 1000 bps
• Mbps = 1000 Kbps
• Gbps = 1000 Mbps
• Tbps = 1000 Gbps
ENDEREÇOS DA INTERNET
PROTOCOLOS
São “idiomas” usados pelas redes de computadores
para a comunicação. São, na verdade, conjuntos de
regras de comunicação seguidas por todos os
computadores de uma rede. Se dois computadores não
“falam” o mesmo protocolo, não há comunicação.
Foram Criados ao longo do tempo tantos protocolos
que eles hoje são “organizados” em CAMADAS:
Também pode ser resumida em 4 camadas...
Independentemente de se usar 4 ou 5 camadas, uma
coisa é certa: o Modelo TCP/IP só se preocupa com
as três camadas superiores;
O Modelo TCP/IP é a base de descrição dos
protocolos do conjunto TCP/IP, e, por isso, só
descreve os componentes das camadas de Inter-Redes,
Transporte e Aplicação;
PROTOCOLOS DE TRANSPORTE
PROTOCOLO TCP x UDP...
TCP: Garante a entrega dos dados (é orientado à
conexão), porém, perde tempo para tal.
UDP: Não garante a entrega dos dados (não orientado
à conexão), mas, é extremamente rápido.
Em quase todos os serviços úteis (web, e-mail,
transferência de arquivos), usamos TCP (foi
determinado assim).
Em alguns casos menos úteis, onde se exige mais
velocidade (como vídeo e música), usa-se o UDP
como protocolo de transporte (por isso, às vezes,
faltam “pedaços” da música ou do vídeo).
PROTOCOLOS DE REDES
PROTOCOLO IP...
Internet Protocol (Protocolo de Inter-Redes): Apesar
de ser binário (formado por zeros e uns), é
apresentado como 4 números decimais, separados por
pontos, que podem assumir qualquer valor entre 0
(zero) e 255.
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200.213.45.178
11001000.11010101.00101101.10110010
Um computador pode receber seu endereço IP (e
outros parâmetros) de duas maneiras:
Fixo: é configurado diretamente no computador
como sendo seu endereço IP. Esta configuração é
bastante comum em servidores;
Dinâmico: é configurado para ser recebido
automaticamente por um computador quando este se
conecta à rede. É assim que recebemos nossos
endereços IP quando nos conectamos à Internet a
partir do micro de casa.
Computadores servidores (aqueles que prestam
serviços na Internet) utilizam endereços IP fixos
(nunca mudam);
Computadores clientes (usuários) usam endereços IP
dinâmicos, configurados automaticamente quando
estes se conectam à Rede.
Endereços IP dinâmicos podem mudar a cada
conexão;
PROTOCOLO ICMP...
Internet Message Control Protocol (Protocolo de
Controle de Mensagens na Internet); Serve para trocar
mensagens entre os dispositivos da rede para a
manutenção do funcionamento da rede; Os
dispositivos compartilham dados de status (como bom
funcionamento ou falha) e mensagens de erro.
Alguns comandos (no prompt de comando – ou DOS,
se preferir) que usam o protocolo ICMP:
PING: testar o tempo de resposta de uma máquina;
TRACERT: traçar a rota até uma máquina de destino
(todos os roteadores até lá responderão as
requisições);
PROTOCOLO ARP...
Address Resolution Protocol (Protocolo de Resolução
de Endereços); Serve para descobrir o endereço MAC
de uma placa de rede, partindo-se do endereço IP
equivalente; Quando um computador precisa se
comunicar numa única estrutura de rede, não usa o IP,
usa o endereço MAC.
Quando um micro possui o endereço IP do
destinatário e este está na mesma rede que ele, é
necessário saber seu MAC. O micro de origem “grita”
(em broadcast) para os demais, perguntando qual deles
é o “dono” do endereço IP perguntado. O micro que
possui aquele IP responderá com seu MAC.
PROTOCOLO RARP...
Reverse Address Resolution Protocol (Protocolo de
Resolução Reversa de Endereços); Serve para
descobrir o endereço IP de uma conexão, partindo-se
do endereço MAC da placa de rede equivalente; Não é
tão usado atualmente, pois foi substituído pelo
protocolo DHCP;
PROTOCOLOS DE APLICAÇÃO
Apresentam uma função definida. Estão relacionados
a um determinado serviço da rede. Cada protocolo de
Aplicação está relacionado a:
- Uma tarefa (serviço);
- Uma Porta (um número).
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DNS (SISTEMA DE NOME DE DOMÍNIO)...
No início da Internet as informações eram dispostas
em páginas ou sites que eram localizados e acessados
por endereços numéricos chamados endereços IP.
Para facilitar o acesso às informações, foi criada uma
representação alfanumérica para os mesmos, chamada
Endereço URL. A correspondência entre a
representação e o endereço IP era armazenada
inicialmente em um único arquivo, o que estava
disponível para todos os HOSTS. Com o crescimento
exagerado e rápido dos HOTS que estavam
conectados á Internet, esse sistema de localização foi
substituído pelo Sistema de Nomes de Domínio –
DNS.
Esse sistema adota uma estrutura hierárquica.
ENDEREÇO URL
ESTRUTURA:
PROTOCOLO://REDE.DOMÍNIO.TIP.PAIS
Exemplo: http://WWW.CENTROOESTE.COM.BR
Exemplo: http://WWW.GLOBO.COM
Neste caso o pais não aparece pois o domínio é
internacional.
Exemplo: http://WWW.CESPE.UNB.BR
Neste caso o tipo não aparece, pois é de uma
instituição educacional.
PRINCIPAIS TIPOS DE DOMÍNIO
PROTOCOLO HTTP...
Hyper Text Transfer Protocol (Protocolo de
Transferência de Hipertexto). Usado para transferir as
páginas na Internet para nossos computadores (www).
Existe o HTTPS também, que transfere dados
criptografados (“seguros”) por meio do algoritmo SSL
ou TLS. (HTTPS = HTTP + SSL).
PROTOCOLO FTP...
File Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de
Arquivos). Permite a transferência de arquivos de
qualquer natureza do servidor para o cliente e do
cliente para o servidor;
PROTOCOLOS SMTP, POP e IMAP...
SMTP (Simple Mail Transfer Protocol – Protocolo de
Transferência de Correio Simples) é usado para o
envio de e-mails.
POP (Post Office Protocol – Protocolo de Agência de
Correio) é usado para o recebimento de e-mails.
IMAP é uma opção em relação ao POP, pois permite
acesso direto e irrestrito à caixa postal do usuário no
servidor sem trazer as mensagens para o computador
do usuário. (usado em Webmails).
MEIOS DE ACESSO
COMO SE CONECTAR À INTERNET?
Cada usuário (doméstico ou corporativo) deve
conectar-se à Internet por meio de algum
“intermediário” que já esteja ligado a ela. Esse
intermediário normalmente é um empresa intitulada
Provedor de Acesso, ou simplesmente Provedor;
Provedor = Empresa;
Servidor = Computador;
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O MODEM
A palavra MODEM vem do inglês Modulator –
Demodulator: possibilita que computadores
comuniquem-se através da Internet, usando linhas
telefônicas.
Os computadores lidam com números binários, as
longas sequências de zeros e uns, enquanto a linha
telefônica transmite ondas sonoras. Ao enviarmos
dados, o modem converte os bits do computador para
a forma de onda, para que possam ser transmitidos
pela linha telefônica, ou seja, ele - modula os dados,
transforma os sinais digitais em analógicos e vice-
versa. Quando estamos recebendo uma transmissão, o
modem converte a forma de ondas que chega, em bits
para que o computador possa entender a mensagem –
demodula os dados.
O MODEM PODE SER INTERNO OU
EXTERNO.
Interno: o modem interno é uma placa ligada a um
dos slots de expansão. Possui dois conectores, com
saída para a linha telefônica e aparelho telefônico.
Hoje em dia, os computadores já vêm de fábrica cm a
placa de fax/modem.
Externo: o modem externo é um aparelho separado,
mais funciona da mesma forma que um modem
interno. Além de ser conectado à linha e ao aparelho
telefônico, também precisa ser ligado ao computador.
Essa ligação é feita através das portas USB do
computador ou pela placa de rede. O modem externo
também precisa ser conectado a uma fonte de
alimentação elétrica que, em geral, vem junto com o
equipamento. No caso do Modem interno, a
alimentação elétrica vem direto da própria fonte de
alimentação do computador.
COMO SE CONECTAR AO PROVEDOR?
• Linha Telefônica (Dial Up);
• ADSL;
• Cabo (TV a Cabo);
• LAN (Rede Local) – Usado em empresas e
condomínios;
LINHA TELEFÔNICA (DIAL UP)
Transferência de dados de Internet pela linha
telefônica convencional. Taxa de transferência
máxima: 56Kbps. Utiliza Modem Telefônico (Modem
convencional). A linha telefônica fica ocupada e os
pulsos telefônicos são tarifados normalmente.
ADSL
Transferência de dados de Internet pela estrutura física
da linha telefônica, mas sem atrapalhar os dados da
linha. Taxas: de 64 Kbps a 6.144 Kbps. Normalmente
comercializadas: 256 Kbps a 1024 Kbps. Usa um
Modem ADSL.
INTERNET A CABO
Transferência de dados de Internet pela estrutura física
das TVs a Cabo, Taxas: de 64 Kbps a 25 Mbps.
Normalmente comercializadas: 128 Kbps, 256 Kbps,
512 Kbps e 1024 Kbps. Usa um Modem a Cabo
(Cable Modem) que é similar ao Modem ADSL.
INTERNET ATRAVÉS DA LAN
Os usuários de uma LAN são conectados a um
computador que tem acesso à Internet. Por esse
computador (que, no caso, será servidor de acesso)
passarão todos os dados provenientes doscomputadores dos usuários. Quanto mais usuários
ligados à LAN, menos velocidade será destinada a
cada um deles (conexão compartilhada ou dividida).
Equipamento usado: Placa de Rede.
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SERVIÇOS DA INTERNET
1. WWW (Web);
2. E-mail (Correio Eletrônico);
3. Chat (Bate Papo);
4. FTP;
5. VPN;
WWW - Web
A Web é o repositório de informações na forma de
páginas multimídia. A Web é a “biblioteca” da Internet.
As páginas são reunidas em locais chamados sites e estão
fisicamente armazenadas em computadores chamados
servidores de páginas ou servidores Web.
CONCEITOS IMPORTANTES
Página: documento visível que pode conter textos,
imagens, sons, vídeos e é disponibilizado na Web.
Site (ou Sítio) da Web: é o local (uma pasta em algum
computador) onde as páginas são armazenadas.
URL: endereço que localiza qualquer recurso localizado
na Internet (páginas, sites, e-mails, impressoras, etc.)
Ex:
https://www.professorthiagomartins.com.br
https://www.professorthiagomartins.com
Browser (Navegador): é o programa utilizado para
visualizar as páginas da Web em nosso computador. Os
mais usados são: Internet Explorer, Netscape Navigator,
Mozilla Firefox (eu uso esse), Opera, entre outros.
HTML: linguagem utilizada para criar as páginas da
WEB.
HYPERLINK (link): é uma área especial da página que
está vinculada ao endereço (URL) de outro documento.
Um link é, em suma, um ATALHO. (é justamente onde
o mouse vira uma “mãozinha”).
COOKIE: pequeno arquivo de texto simples criado no
computador do usuário por uma das páginas que este
havia acessado. Um cookie serve para identificar o
usuário e suas preferências num próximo acesso realizado
àquela mesma página.
INTRANET: É um site restrito para acesso dos
funcionários de uma instituição. Uma intranet é como
uma imitação da Internet em nível organizacional. É uma
“internet em miniatura” que serve apenas aos
funcionários da empresa.
EXTRANET: É um site restrito para acesso dos
parceiros de negócios de uma determinada instituição
(como fornecedores, distribuidores, franquias, filiais, etc.)
INTRANET
É uma rede privada criada em uma empresa por motivos
de segurança e para agilizar o processo de comunicação
de dados. Essa rede utiliza a arquitetura TCP/IP, assim
como os mesmos programas da Internet.
Obs: cada host da Intranet terá que possuir um endereço
IP válido na Intranet. A Intranet pode permitir o Acesso
Remoto e o Acesso à Internet, dependendo da política de
segurança da Empresa.
ATALHOS DE TECLADO QUE FUNCIONAM
EM TODOS OS NAVEGADORES DA WEB
Cada navegador tem um grande número de atalhos de
teclado em comum. Se você está usando o Mozilla
Firefox, Google Chrome, Internet Explorer, Apple
Safari ou Opera – esses atalhos de teclado vão
funcionar no seu browser.
Cada navegador tem também alguns de seus próprios
atalhos específicas do browser, mas aprender as que
eles têm em comum irá ajudá-lo bastante, por
exemplo, como alternar entre diferentes navegadores e
computadores. Esta lista inclui algumas ações do
mouse também, confira abaixo:
ATALHOS PARA ABAS (OU GUIAS)
CTRL + 1 à 8
Alterne para a guia específica, a contar da esquerda.
CTRL + 9
Passe para a última guia.
CTRL + TECLA TAB
Alternar para a próxima guia – em outras palavras, a
guia na direita. (CTRL+PAGE UP também funciona,
mas não no Internet Explorer).
CTRL + SHIFT + TAB
Alternar para a guia anterior – em outras palavras, a
guia do lado esquerdo. (CTRL+PAGE DOWN
também funciona, mas não no Internet Explorer).
CTRL + W OU CTRL + F4
Fecha a aba atual.
CTRL + SHIFT + T
Reabre a última guia fechada.
CTRL + T
Abre uma nova aba.
CTRL + N
Abre uma nova janela do navegador.
ALT + F4
Fecha a janela atual. (Funciona em todas as
aplicações).
AÇÕES COM O MOUSE PARA ABAS (OU
GUIAS)
CLIQUE NO X VERMELHO DA GUIA
Feche a aba (guia).
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CTRL + CLIQUE ESQUERDO OU NO MEIO
DA GUIA
Abrir um link em uma aba de fundo.
SHIFT + CLIQUE ESQUERDO
Abrir um link em uma nova janela do navegador.
CTRL + SHIFT + CLIQUE ESQUERDO
Abrir um link em uma aba em primeiro plano.
NAVEGAÇÃO
ALT + SETA PARA A ESQUERDA OU
BACKSPACE
Voltar.
ALT + SETA PARA A DIREITA OU SHIFT +
BACKSPACE
Avançar.
F5
Recarregar a página.
CTRL + F5
Atualizar e ignorar o cache, re-baixar o site inteiro.
ESPAÇO
Parar.
ALT + HOME
Abrir página inicial.
ZOOM NA PÁGINA
CTRL E TECLA + OU CTRL + ROLAR O
MOUSE PARA CIMA
Aumentar o zoom da página.
CTRL E TECLA – OU CTRL + ROLAR O
MOUSE PARA BAIXO
Diminuir o zoom da página.
CTRL + 0
Nível de zoom padrão.
F11
Modo de tela cheia.
ROLAGEM
ESPAÇO OU PAGE DOWN
Ir para o final da página.
SHIFT + ESPAÇO OU PAGE UP
Ir para o início da página.
TECLA HOME
Ir para o início da página.
TECLA END
Ir para o fim da página.
BARRA DE ENDEREÇOS
CTRL + L OU ALT + D OU F6
Concentre-se na barra de endereço para que você possa
começar a digitar.
CTRL + ENTER
www Prefixo. e acrescentar. com o texto na barra de
endereços e, em seguida, carregar o site. Por exemplo,
digite professorthiagomartins na barra de endereços e
pressione CTRL + ENTER para abrir
www.professorthiagomartins.com.br.
ALT + ENTER
Abra o local na barra de endereços em uma nova aba.
PESQUISAR
CTRL + K OU CTRL + E
Inserir pesquisa com o motor de busca padrão ou inserir
a sua consulta na barra de endereços se o navegador não
tem uma caixa de pesquisa dedicado. (CTRL + K não
funciona no IE, mas o comando CTRL + E sim).
ALT + ENTER
Executa uma busca na caixa de pesquisa em uma nova
aba.
CTRL + F OU F3
Abrir a caixa de pesquisa na página de busca na página
atual.
CTRL + G OU F3
Procurar o próximo jogo do texto procurado na página.
CTRL + SHIFT + G ou SHIFT + F3
Barra para encontrar uma palavra ou texto da página.
HISTÓRICO E FAVORITOS
CTRL + H
Abre o histórico de navegação.
CTRL + J
Abrir o histórico de downloads.
CTRL + D
Marque o site atual em favoritos.
CTRL + SHIFT + DEL
Abra a janela Limpar histórico de navegação.
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OUTRAS FUNÇÕES
CTRL + P
Imprimir a página atual.
CTRL + S
Salvar a página atual em seu computador.
CTRL + O
Abrir um arquivo do seu computador.
CTRL + U
Abre o código-fonte da página atual. (Não funciona
no IE).
F12
Abrir Developer Tools. (Requer extensão Firebug para
o Firefox).
PRAGAS VIRTUAIS
MALWARE
O termo "malware" é proveniente do inglês "malicious
software" ("software malicioso"); é um software
destinado a infiltrar-se em um sistema de computador
alheio de forma ilícita, com o intuito de causar alguns
danos, alterações ou roubo de informações
(confidenciais ou não).
Vírus de computador, worms, trojan horses (cavalos
de troia) e spywares são considerados malwares.
VÍRUS DE COMPUTADOR
Na terminologia da segurança de computadores, um
vírus é um programa que, como um vírus biológico,
faz cópias de si mesmo e se espalha anexando-se a um
hospedeiro, o programa infectado. O programa
infectado é um programa de computador que pode
fazer parte do Sistema Operacional. Este programa
infecta outros programas que permitem a propagação
do vírus.
Programa capazde se inserir em outros arquivos ou
programas e usá-los para reproduzir-se, executar
alguma tarefa e transmitir-se.
Possíveis danos
Exclusão de arquivos;
Alteração de dados;
Acesso a informações confidenciais por pessoas não
autorizadas;
Perda de desempenho da rede (local e Internet);
Monitoramento de utilização (espiões);
Desconfiguração do Sistema Operacional.
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Trojan (Cavalo de tróia)
Certos vírus trazem em seu bojo um código a parte,
que permite a um estranho acessar o micro infectado
ou coletar dados e enviá-los pela Internet para um
desconhecido, sem notificar o usuário. Estes códigos
são denominados de Trojans ou cavalos de Tróia.
PHISHING
É um tipo de fraude eletrônica projetada para roubar
informações valiosas particulares. Em um phishing
(também conhecido como phishing scam, ou apenas
scam), uma pessoa mal-intencionada envia uma
mensagem eletrônica, geralmente um e-mail, recado
no site Orkut ("scrap"), entre outros exemplos.
Utilizando de pretextos falsos, tenta enganar o
receptor da mensagem e induzi-lo a fornecer informa-
ções sensíveis (números de cartões de crédito, senhas,
dados de contas bancárias, entre outras).
PHARMING
Em informática Pharming é o termo atribuído ao
ataque baseado na técnica DNS cache poisoning
(envenenamento de cache DNS) que, consiste em
corromper o DNS (Sistema de Nomes de Domínio ou
Domain Name System) em uma rede de
computadores, fazendo com que a URL (Uniform
Resource Locator ou Localizador Uniforme de
Recursos) de um site passe a apontar para um servidor
diferente do original.
SPAM
Na sua forma mais popular, um spam consiste numa
mensagem de correio eletrônico com fins publicitários.
O termo spam, no entanto, pode ser aplicado a
mensagens enviadas por outros meios e noutras
situações até modestas. Geralmente os spams têm
caráter apelativo e na grande maioria das vezes são
incômodos e inconvenientes.
WORM
Um worm, assim como um vírus, cria cópias de si
mesmo de um computador para outro, mas faz isso
automaticamente. Primeiro, ele controla recursos no
computador que permitem o transporte de arquivos
ou informações. Depois que o worm contamina o
sistema, ele se desloca sozinho. O grande perigo dos
worms é a sua capacidade de se replicar em grande
volume. Por exemplo, um worm pode enviar cópias de
si mesmo a todas as pessoas que constam no seu
catálogo de endereços de email, e os computadores
dessas pessoas passam a fazer o mesmo, causando um
efeito dominó de alto tráfego de rede que pode tornar
mais lentas as redes corporativas e a Internet como um
todo.
SPYWARE
Consiste num programa automático de computador,
que recolhe informações sobre o usuário, sobre os
seus costumes na Internet e transmite essa informação
a uma entidade externa na Internet, sem o seu
conhecimento nem o seu consentimento. Existem 3
tipos de spyware:
keyloggers – é o tipo que espiona o teclado do
usuário. O invasor tem acesso a tudo que o usuário
digitar no teclado do seu computador
Screenloggers – monitora a tela do usuário infectado,
ou seja, o invasor tem acesso a tudo que o usuário
contaminando vê em sua tela.
Adwares – Manda diversos tipos de propagandas para
o computador do usuário infectado, fazendo com que
seja praticamente impossível de navegar no
computador.
ANTIVÍRUS
Os antivírus são programas desenvolvidos por firmas
de segurança, com o objetivo de detectar e eliminar
vírus encontrados no computador. Os antivírus
possuem uma base de dados contendo as assinaturas
dos vírus de que podem eliminar. Desta forma,
somente após a atualização de seu banco de dados, os
vírus recém-descobertos podem ser detectados.
Alguns exemplos:
Norton Antivírus – Symantec - www.symantec.com.br
McAfee - McAfee – http://www.mcafee.com.br
AVG - Grisoft – www.grisoft.com
Panda Antivirus - www.pandasoftware.com.br
NOD32 – www.eset.com
VPN – Virtual Private Network
Virtual Private Network (VPN) ou Rede Virtual
Privada é uma rede privada (rede com acesso restrito)
construída sobre a estrutura de uma rede pública
(recurso público, sem controle sobre o acesso aos
dados), normalmente a Internet. Ou seja, ao invés de
se utilizar links dedicados ou redes de pacotes para
conectar redes remotas, utiliza-se a infraestrutura da
Internet, funcionando de forma transparente para os
usuários da rede.
FIREWALL
Firewall é uma solução de segurança baseada em
hardware ou software (mais comum) que, a partir de
um conjunto de regras ou instruções, analisa o tráfego
de rede para determinar quais operações de
transmissão ou recepção de dados podem ser
executadas. "Parede de fogo", a tradução literal do
nome, já deixa claro que o firewall se enquadra em
uma espécie de barreira de defesa. A sua missão, por
assim dizer, consiste basicamente em bloquear tráfego
de dados indesejado e liberar acessos bem-vindos.
http://www.eset.com/
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UUSSOO DDEE TTEECCNNOOLLOOGGIIAA NNAA EEDDUUCCAAÇÇÃÃOO EE IINNFFOORRMMÁÁTTIICCAA BBÁÁSSIICCAA
Para compreender melhor, você pode imaginar um
firewall como sendo uma portaria de um condomínio:
para entrar, é necessário obedecer a determinadas
condições, como se identificar, ser esperado por um
morador e não portar qualquer objeto que possa trazer
riscos à segurança; para sair, não se pode levar nada
que pertença aos condôminos sem a devida
autorização.
Neste sentido, um firewall pode impedir uma série de
ações maliciosas: um malware que utiliza determinada
porta para se instalar em um computador sem o
usuário saber, um programa que envia dados sigilosos
para a internet, uma tentativa de acesso à rede a partir
de computadores externos não autorizados, entre
outros.
COMO UM FIREWALL FUNCIONA?
Você já sabe que um firewall atua como uma espécie
de barreira que verifica quais dados podem passar ou
não. Esta tarefa só pode ser feita mediante o
estabelecimento de políticas, isto é, de regras, como
você também já sabe.
Em um modo mais restritivo, um firewall pode ser
configurado para bloquear todo e qualquer tráfego no
computador ou na rede. O problema é que esta
condição isola este computador ou esta rede, então
pode-se criar uma regra para que, por exemplo, todo
aplicativo aguarde autorização do usuário ou
administrador para ter seu acesso liberado. Esta
autorização poderá inclusive ser permanente: uma vez
dada, os acessos seguintes serão automaticamente
permitidos.
Em um modo mais versátil, um firewall pode ser
configurado para permitir automaticamente o tráfego
de determinados tipos de dados, como requisições
HTTP (sigla para Hypertext Transfer Protocol -
protocolo usado para acesso a páginas Web), e
bloquear outras, como conexões a serviços de e-mail.
Perceba, como estes exemplos, que as políticas de um
firewall são baseadas, inicialmente, em dois princípios:
todo tráfego é bloqueado, exceto o que está
explicitamente autorizado; todo tráfego é permitido,
exceto o que está explicitamente bloqueado.
Firewalls mais avançados podem ir além, direcionando
determinado tipo de tráfego para sistemas de
segurança internos mais específicos ou oferecendo um
reforço extra em procedimentos de autenticação de
usuários, por exemplo.
TIPOS DE FIREWALL
O trabalho de um firewall pode ser realizado de várias
formas. O que define uma metodologia ou outra são
fatores como critérios do desenvolvedor, necessidades
específicas do que será protegido, características do
sistema operacional que o mantém, estrutura da rede e
assim por diante. É por isso que podemos encontrar
mais de um tipo de firewall. A seguir,os mais
conhecidos.
FILTRAGEM DE PACOTES (packet filtering)
As primeiras soluções de firewall surgiram na década
de 1980 baseando-se em filtragem de pacotes de dados
(packet filtering), uma metodologia mais simples e, por
isso, mais limitada, embora ofereça um nível de
segurança significativo.
Para compreender, é importante saber que cada pacote
possui um cabeçalho com diversas informações a seu
respeito, como endereço IP de origem, endereço IP do
destino, tipo de serviço, tamanho, entre outros. O
Firewall então analisa estas informações de acordo
com as regras estabelecidas para liberar ou não o
pacote (seja para sair ou para entrar na máquina/rede),
podendo também executar alguma tarefa relacionada,
como registrar o acesso (ou tentativa de) em um
arquivo de log.
A transmissão dos dados é feita com base no padrão
TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet
Protocol), que é organizado em camadas, como
explica este texto sobre endereços IP. A filtragem
normalmente se limita às camadas de rede e de
transporte: a primeira é onde ocorre o endereçamento
dos equipamentos que fazem parte da rede e
processos de roteamento, por exemplo; a segunda é
onde estão os protocolos que permitem o tráfego de
dados, como o TCP e o UDP (User Datagram
Protocol).
Com base nisso, um firewall de filtragem pode ter, por
exemplo, uma regra que permita todo o tráfego da
rede local que utilize a porta UDP 123, assim como ter
uma política que bloqueia qualquer acesso da rede
local por meio da porta TCP 25.
FILTRAGENS ESTÁTICA E DINÂMICA
É possível encontrar dois tipos de firewall de filtragem
de pacotes. O primeiro utiliza o que é conhecido
como filtros estáticos, enquanto que o segundo é um
pouco mais evoluído, utilizando filtros dinâmicos.
Na filtragem estática, os dados são bloqueados ou
liberados meramente com base nas regras, não
importando a ligação que cada pacote tem com outro.
A princípio, esta abordagem não é um problema, mas
determinados serviços ou aplicativos podem depender
de respostas ou requisições específicas para iniciar e
manter a transmissão. É possível então que os filtros
contenham regras que permitem o tráfego destes
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UUSSOO DDEE TTEECCNNOOLLOOGGIIAA NNAA EEDDUUCCAAÇÇÃÃOO EE IINNFFOORRMMÁÁTTIICCAA BBÁÁSSIICCAA
serviços, mas ao mesmo tempo bloqueiem as
respostas/requisições necessárias, impedindo a
execução da tarefa.
Esta situação é capaz de ocasionar um sério
enfraquecimento da segurança, uma vez que um
administrador poderia se ver obrigado a criar regras
menos rígidas para evitar que os serviços sejam
impedidos de trabalhar, aumentando os riscos de o
firewall não filtrar pacotes que deveriam ser, de fato,
bloqueados.
A filtragem dinâmica surgiu para superar as limitações
dos filtros estáticos. Nesta categoria, os filtros
consideram o contexto em que os pacotes estão
inseridos para "criar" regras que se adaptam ao
cenário, permitindo que determinados pacotes
trafeguem, mas somente quando necessário e durante
o período correspondente. Desta forma, as chances de
respostas de serviços serem barradas, por exemplo, cai
consideravelmente.
ARQUITETURA DOS FIREWALLS
Você certamente percebeu que, a julgar pela variedade
de tipos, os firewalls podem ser implementados de
várias formas para atender às mais diversas
necessidades. Este aspecto leva a outra característica
importante do assunto: a arquitetura de um firewall.
Quando falamos de arquitetura, nos referimos à forma
como o firewall é projetado e implementado. Há,
basicamente, três tipos de arquitetura. Veremos elas a
seguir.
ARQUITETURA DUAL-HOMED HOST
Nesta modalidade, há um computador chamado dual-
homed host que fica entre uma rede interna e a rede
externa - normalmente, a internet. O nome se deve ao
fato de este host possuir ao menos duas interfaces de
rede, uma para cada "lado".
Perceba que não há outro caminho de comunicação,
portanto, todo o tráfego passa por este firewall, não
havendo acesso da rede interna para a rede externa (e
vice-versa) diretamente. A principal vantagem desta
abordagem é que há grande controle do tráfego. A
desvantagem mais expressiva, por sua vez, é que
qualquer problema com o dual-homed - uma invasão,
por exemplo - pode pôr em risco a segurança da rede
ou mesmo paralisar o tráfego. Por esta razão, o seu
uso pode não ser adequado em redes cujo acesso à
internet é essencial.
SCREENED HOST
Na arquitetura Screened Host, em vez de haver uma
única máquina servindo de intermediadora entre a rede
interna e a rede externa, há duas: uma que faz o papel
de roteador (screening router) e outra chamada de
bastion host.
O bastion host atua entre o roteador e a rede interna,
não permitindo comunicação direta entre ambos os
lados. Perceba então que se trata de uma camada extra
de segurança: a comunicação ocorre no sentido rede
interna - bastion host - screening router - rede externa
e vice-versa.
O roteador normalmente trabalha efetuando filtragem
de pacotes, sendo os filtros configurados para
redirecionar o tráfego ao bastion host. Este, por sua
vez, pode decidir se determinadas conexões devem ser
permitidas ou não, mesmo que tenham passado pelos
filtros do roteador.
Sendo o ponto crítico da estrutura, o bastion host
precisa ser bem protegido, do contrário, colocará em
risco a segurança da rede interna ou ainda poderá
torná-la inacessível.
SCREENED SUBNET
A arquitetura Screened Subnet também conta com a
figura do bastion host, mas este fica dentro de uma
área isolada de nome interessante: a DMZ, sigla para
Demilitarized Zone - Zona Desmilitarizada.
A DMZ, por sua vez, fica entre a rede interna e a rede
externa. Acontece que, entre a rede interna e a DMZ
há um roteador que normalmente trabalha com filtros
de pacotes. Além disso, entre a DMZ e a rede externa
há outro roteador do tipo.
Note que esta arquitetura se mostra bastante segura,
uma vez que, caso o invasor passe pela primeiro
roteador, terá ainda que lidar com a zona
desmilitarizada. Esta inclusive pode ser configurada de
diversas formas, com a implementação de proxies ou
com a adição de mais bastion hosts para lidar com
requisições específicas, por exemplo.
O nível segurança e a flexibilidade de configuração
fazem da Screened Subnet uma arquitetura
normalmente mais complexa e, consequentemente,
mais cara.
FIREWALLS PESSOAIS
O tópico sobre arquiteturas mostra as opções de
configuração de firewalls em redes. Mas, como você
provavelmente sabe, há firewalls mais simples
destinados a proteger o seu computador, seja ele um
desktop, um laptop, um tablet, enfim. São os firewalls
pessoais (ou domésticos), que DEVEM ser utilizados
por qualquer pessoa.
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Felizmente, sistemas operacionais atuais para uso
doméstico ou em escritório costumam conter firewall
interno por padrão, como é o caso de distribuições
Linux, do Windows 8 ou do Mac OS X. Além disso, é
comum desenvolvedores de antivírus oferecerem
outras opções de proteção junto ao software, entre
elas, um firewall.
Mas, para quem procura uma solução mais eficiente e
que permita vários tipos de ajustes, é possível
encontrar inúmeras opções, muitas delas gratuitas.
Usuários de Windows, por exemplo, podem contar
com o ZoneAlarm, com o Comodo, entre outros.
Independente de qual seja o seu sistema operacional,
vale a pena pesquisar por uma opção que possa
atender às suas necessidades.
FIREWALL DE HARDWARE
Já foi mencionado neste texto o fato de um firewall
poder ser uma solução de software ou hardware. Esta
informação não está incorreta,mas é necessário um
complemento: o hardware nada mais é do que um
equipamento com um software de firewall instalado.
É possível encontrar, por exemplo, roteadores ou
equipamentos semelhantes a estes que exercem a
função em questão função. Neste caso, o objetivo
normalmente é o de proteger uma rede com tráfego
considerável ou com dados muito importantes.
A vantagem de um firewall de hardware é que o
equipamento, por ser desenvolvido especificamente
para este fim, é preparado para lidar com grandes
volumes de dados e não está sujeito a vulnerabilidades
que eventualmente podem ser encontrados em um
servidor convencional (por conta de uma falha em
outro software, por exemplo).
LIMITAÇÕES DOS FIREWALLS
Lendo este texto, você já deve ter observado que os
firewalls têm lá suas limitações, sendo que estas variam
conforme o tipo de solução e a arquitetura utilizada.
De fato, firewalls são recursos de segurança bastante
importantes, mas não são perfeitos em todos os
sentidos.
Resumindo este aspecto, podemos mencionar as
seguintes limitações:
Um firewall pode oferecer a segurança desejada, mas
comprometer o desempenho da rede (ou mesmo de
um computador). Esta situação pode gerar mais gastos
para uma ampliação de infraestrutura capaz de superar
o problema;
A verificação de políticas tem que ser revista
periodicamente para não prejudicar o funcionamento
de novos serviços;
Novos serviços ou protocolos podem não ser
devidamente tratados por proxies já implementados;
Um firewall pode não ser capaz de impedir uma
atividade maliciosa que se origina e se destina à rede
interna;
Um firewall pode não ser capaz de identificar uma
atividade maliciosa que acontece por descuido do
usuário - quando este acessa um site falso de um
banco ao clicar em um link de uma mensagem de e-
mail, por exemplo;
Firewalls precisam ser "vigiados". Malwares ou
atacantes experientes podem tentar descobrir ou
explorar brechas de segurança em soluções do tipo;
Um firewall não pode interceptar uma conexão que
não passa por ele. Se, por exemplo, um usuário acessar
a internet em seu computador a partir de uma conexão
3G (justamente para burlar as restrições da rede,
talvez), o firewall não conseguirá interferir.
FINALIZANDO
Como você pôde observar, firewalls são soluções
importantes de segurança - não é por menos que
surgiram na década de 1980 e são amplamente
utilizados até os dias de hoje. Mas, tal como evidencia
o tópico sobre limitações, um firewall não é capaz de
proteger totalmente uma rede ou um computador,
razão pela deve ser utilizado em conjunto com outros
recursos, como antivírus, sistemas de detecção de
intrusos, VPN (Virtual Private Network) e assim por
diante.
O pensamento que se deve ter é o de que o firewall é
parte da segurança, não a segurança em si, da mesma
forma que acontece em um prédio, por exemplo:
muros, portões, câmeras de vigilância e alarmes fazem
a segurança de maneira conjunta, havendo menos
eficiência se apenas um ou outro item for utilizado.
https://www.infowester.com/3g4g.php
https://www.infowester.com/3g4g.php
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GOOGLE CLASSROOM (Sala de aula)
O Google Classroom (Google Sala de aula) é uma plataforma
gratuita de gerenciamento de conteúdo que pode ser utilizada
por instituições de ensino, professores ou qualquer outro
usuário. Essa plataforma busca facilitar a interação entre
estudantes e professores, dentro e fora das escolas, a partir de
dispositivos eletrônicos.
Essa ferramenta permite que professores criem turmas,
fóruns de discussão, compartilhem materiais em diferentes
formatos, realizem vídeo aulas, avaliações e disponibilizem os
resultados num único local.
Além das funções já mencionadas é possível integrar o
Google Classroom a diversos aplicativos e ferramentas do
Google, tais como, Google Formulários, Google
Documentos e Google Drive.
O QUE É NECESSÁRIO PARA ACESSAR O
GOOGLE CLASSROOM?
O primeiro passo para ter acesso ao Classroom é ter uma
conta Google. Caso não tenha uma conta você pode criar
uma no seguinte endereço:
https://www.google.com/intl/pt/gmail/about/#
Google Classroom pode ser acessado tanto em
computadores como em dispositivos móveis como tablets
e celulares (Android ou IOS). Para acessar através de seu
computador acesse o seguinte endereço:
https://classroom.google.com/
Para acessar utilizando seu tablet ou celular é necessário
fazer o download na Google Play (Android) ou App Store
(IOS).
PRIMEIRO ACESSO.
As instruções a partir desse capítulo são válidas para
acesso através de computador. Para isso, você deve
acessar www.classroom.google.com e clicar em “Acesse o
Google Sala de Aula” (Go to Classroom). Caso sua
visualização esteja em inglês, é possível alterar o idioma na
parte inferior direita da página, nesse caso, clique em
Acesse o Google sala de aula.
Na próxima etapa será solicitado que acesse sua conta
Google (caso não tenha conectado previamente).
1. CRIANDO UMA TURMA
Você poderá escolher “Participar de uma turma ou Criar
turma” clicando no ícone ( + ). Escolha “ Criar turma”
Preencha os dados solicitados e clique em Criar.
Nota: O nome da turma é a única informação obrigatória
para a criação.
Os outros dados solicitados são opcionais e referem-se
a:
Seção: informações básicas da turma, como o
horário ou série/ano.
Assunto: disciplina ou área do conhecimento
que se destina a turma.
Sala: localização da turma.
Após preencher os dados solicitados, a sala de aula
(turma) será criada.
https://www.google.com/intl/pt/gmail/about/
https://classroom.google.com/
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Após a criação da sala de aula, o Google Sala de
Aula gera automaticamente um código para a turma.
Com esse código é possível convidar alunos e/ou
professores para participar da turma.
Diferença entre Google Sala de Aula G Suite e Conta
google privada gratuita:
2. PERSONALIZANDO UMA TURMA
É possível personalizar a aparência sua turma. Para
alterar a imagem padrão, exibida na parte superior
do mural, clique em “ Selecionar tema”, no canto
inferior direito da imagem do cabeçalho, para
escolher entre uma variedade de modelos de temas
disponíveis pela ferramenta ou clique em “Fazer
upload da foto” para importar imagens do seu
próprio computador.
“ Selecionar tema”
OU
“Fazer upload da foto”
A cor dos tópicos é alterada quando usamos um
“tema” padrão do Google Sala de Aula. Quando
personalizamos a imagem do tema, no tópico fica a
cor padrão, normalmente azul.
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Para editar as “Configurações da turma”, clique no
ícone de engrenagem no canto superior direito da tela.
Em “Detalhes da turma”, os dados informados na
criação podem ser alterados.
Na configuração “Geral” é possivel:
Exibir, mudar ou desativar o código de convite para
acesso a turma criada;
A opção de “Desativar” o código exclui o atual eum novo é gerado quando reativado;
Controlar as postagens dos alunos no Mural;
Mostrar ou ocultar as notificações sobre atividades
na página "Mural" e
Gerar e redefinir o link de videochamadas com a
turma, optando por torná-lo visível ou não, no
mural.
Novidade na “Configuração da Turma”
Agora é possivel covidar os alunos por meio de um
link.
Veja a figura.
Ainda em “Configuração da turma” é possível definir
se o cálculo da nota final será “Sem nota” , por
"Total de pontos" ou "Ponderada por categoria" .
Nas duas opções com ponto/nota, a nota final é
calculada automaticamente e pode ficar visível para o
aluno.
Também é possível organizar as atividades com
categorias de notas, como Redações, Trabalhos e
Avaliações.
Para saber mais sobre atribuição de notas acesse aqui .
https://support.google.com/edu/classroom/answer/9184995?hl=pt-BR&authuser=1
https://support.google.com/edu/classroom/answer/9184995?hl=pt-BR&authuser=1
https://support.google.com/edu/classroom/answer/9184995?hl=pt-BR&authuser=1
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3. ORGANIZANDO SUA SALA VIRTUAL POR
TÓPICOS
A aba “Atividades” é a área onde são
disponibilizados as atividades, materiais, avaliações e
outra interações com os alunos.
Para que os conteúdos fiquem de fácil acesso é preciso
organizá-los em “ tópicos” . Os tópicos são como
categorias, onde é possível agrupar atividades ou
materiais sobre o mesmo tema, por ex. É uma
maneira do professor organizar suas aulas conforme
as unidades de estudo contidas do seu Plano de
Ensino da Disciplina ou até pelo tipo de material,
tais como: apostilas, vídeoaulas, avaliações,
discussões, entre outros. E podem ser posicionados,
clicando e arrastando, na ordem que desejar
Para criar um Tópico, clique em “ +
Criar” e depois “ Tópico” . Digite o nome e clique
em Adicionar .
Novo tópico criado:
Um tópico vazio não ficam visível aos alunos
enquanto não for alocado uma atividade nele.
4. DISPONIBILIZANDO OS CONTEÚDOS NA
ABA “ATIVIDADES”
Para criar atividades ou postar materiais em sua
turma, acesse a aba “Atividades” na parte superior
da tela da sua turma.
Em seguida, clique em
“+ criar” e escolha a ati-
vidade que se deseja criar.
Para isso, selecione a opção
que mais se adequa ao seu
objetivo.
Ao criar qualquer atividade,
pode-se postá-la
imediatamente, salvá-la como
rascunho ou programá-la
para ser postada automatica-
mente depois.
No Google Sala de Aula é possível trabalhar com
diferentes materiais, como por exemplos: arquivos
em PDF, planilhas, vídeos, mapas conceituais, slides
de apresentação, etc.
As ferramentas do G Suite se integram
perfeitamente no Google Sala de Aula. Para saber
mais acesse o site Recursos G Suite.
Veja a seguir cada uma dessas opções:
O profesor, pode posta
materiais e recursos, como
um plano de aulas, as re-
gras da sala de aula, ví-
deos, links, leituras
relavionadas aos tópicos.
Clique em “+ Criar” e
em material
https://gsuite.google.com.br/intl/pt-BR/training/?authuser=1
https://gsuite.google.com.br/intl/pt-BR/training/?authuser=1
https://gsuite.google.com.br/intl/pt-BR/training/?authuser=1
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Observe que na opção “Material” não há atribuição de
prazo para entrega ou notas.
Clique em para incluir materiais
gravados no computador escolhendo a opção
ou os armazenads no Drive na opção
além de links e vídeos do Youtube.
No botão você poderá criar o material
utilizando as ferramentas do Google, como documentos,
apresentações planilhas, desenhos e formulários.
Ao adicionar um material, você pode fazer o seguinte:
Postar para uma ou mais turmas ao mesmo tempo;
Postar para todos alunos ou para alunos específicos
e
Adicionar a um tópico específico.
Para criar uma Atividade, clique na opção Atividade e
insira o título e as instruções da atividade. Nesta opção é
possivel inserir arquivos, vídeos, links e/ou outro
materiais, e também atribuir nota, prazo de entrega,
rubrica e verificar originalidade.
Ao criar uma atividade, você pode fazer o seguinte:
Postar para uma ou mais turmas ao mesmo tempo;
Postar para todos os alunos ou para alunos específicos;
Adicionar ou alterar pontuação;
Definir data e horário de entrega;
Adicionar a um tópico específico;
Adicionar anexos;
Adicionar uma rubrica;
Ativar os relatórios de originalidade.
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A atividade com teste utiliza a ferramenta Google
Formulário para a criação de questionários,
avaliações e outros e possui as mesmas
funcionalidades da “Atividade”.
Na opção “Pergunta”, voê poderá criar um fórum com
perguntas para respostas curta ou perguntas com
repostas de múltipla escolha e assim como as outras
atividades também é possível crias como rascunho para
postar depois ou postar para turmas e alunos
especificos. Para tanto, digite o enunciado de pergunta,
preencha as instruções, se necessário, e escolhaa o tipo
de resposta, conforme indicado na imagem.
Nas perguntas para “Resposta curta” , os alunos
podem responder uns aos outros e editar a própria
resposta depois de enviá-la. Para tanto, é necessário
ativar ou desativar as interações entre respostas,
basta escolher a opção que mais se adequa ao seu
objetivo.
E nas perguntas com respostas de múltipla escolha,
os alunos podem ver o resumo das resposta da
turma, caso a opção esteja marcada.
Em “Reutilizar postagem” , caso você tenha outras
turmas criadas na ferramenta, você poderá reutilizar
atividades e postagens já feitas nestas turmas. Para
tanto, basta selecionar a turma, escolher a postagem e
clicar em Reutilizar.
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UUSSOO DDEE TTEECCNNOOLLOOGGIIAA NNAA EEDDUUCCAAÇÇÃÃOO EE IINNFFOORRMMÁÁTTIICCAA BBÁÁSSIICCAA5. POSTAR NA PAGINA “MURAL”
No mural, crie e programe avisos ou responda às
postagens dos alunos.
Se o professor permitir, o aluno poderá se comunicar
com a turma na página "Mural" usando postagens,
comentários e respostas.
Postagem pode ser perguntas ou informações que
são adicionadas ao mural da turma.
Comentário é uma resposta a uma postagem ou a outro
comentário.
Resposta é uma resposta a um comentário que
menciona a pessoa que fez o comentário.
Os emoticons ( ) nos comentários
não são visíveis em todos os navegadores.
Atenção! O excesso de postagens no mural pode
dificultar a comunicação entre o professor e seus
alunos, por isso nem todos permitem postagens e
comentários na página "Mural".
Ainda no mural, é possível acompanhar as atividades.
Assim como nas atividades pode-se criar rascunho de
postagens programá-las
Ao incluir uma postagem, ela é exibida em ordem
cronológica, mas é possível mover postagem antiga para
o topo do mural.
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6. CONVIDANDO OS ALUNOS E PROFESSORES
PARA UMA TURMA
Para inscrever outros professores e alunos na sua
turma, o professor “proprietário” poderá enviar um
convite na aba “Pessoas” ou compartilhar o código
da turma.
➢ Enviando o convite pela sala de aula, na aba “Pessoas”:
Após digitar os nomes ou endereços de e-mail
dos professores ou alunos, clique em Convidar.
Os alunos/convidados receberão a seguinte mensagem
em seus e-mail e deverão clicar em “participar” para
acessar a turma
➢ Compartilhando o Código da turma:
Para que o alunos façam a auto inscrição na
turma, basta fornecer-lhes o “código da turma” .
Assim, fica mais prático, pois basta compartilhar
com os alunos esse código em outro canal de
comunicação, como o grupo da turma no
WhatsApp, por e-mail ou outra maneira que desejar.
4
Copie o “Código da turma” ou o “link convite” que
fica disponível
No cabeçalho do mural;
Na aba “Pessoas” em e
Em configurações da turma
No aplicativo, o aluno escolhe “Participar da turma”
e digita o código recebido.
Se os alunos tiverem problemas com o código da
turma, redefina-o e compartilhe novamente ou envie
um convite por e-mail.
Observação: Os alunos podem cancelar a inscrição
nas turmas. Se fizerem isso, as notas deles serão
removidas.
7. O QUE É ATRIBUIÇÃO E DEVOLVIDO?
Trabalho atribuído é o status da atividade que foi
enviada para o aluno.
Quando o aluno entrega o trabalho ou atividade ao
professor, o status passa a ser “ devolvido ”.
8. CORREÇÃO DAS ATIVIDADES
No Google Sala de Aula, você pode atribuir uma
nota numérica, dar feedback apenas com
comentários ou combinar as duas ações. Também
é possível devolver as atividades sem nota.
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Você pode inserir notas e devolver as atividades em uma
destas opções:
1. Na própria atividade, na aba “Trabalhos dos alunos”;
2. Ferramenta de notas
3. Na aba "Notas" , que também chamada de “Diário de
classe”.
4.
➢ Verificando os trabalhos enviados pelos alunos
Na aba "Notas", você pode ver, atribuir nota e
devolver os trabalhos enviados pelos alunos.
O status da nota ou do trabalho é identificado por cores:
Vermelho: atividade pendente
Verde: atividade entregue
Preto: atividade com nota
9. RUBRICA
As rubricas são critérios de avaliação de uma
atividade, onde o professor pode realizar avaliações
qualitativas. Os critérios são as partes da atividade
em que o professor quer que o aluno se concentre.
COMO CANCELAR A INSCRIÇÃO EM UMA
TURMA?
Para cancelar a inscrição, clique em
da turma desejada, na página principal do “
Google Sala de Aula” e escolha a opção
“Cancelar inscrição”.
Observação : não é possível, para o aluno,
cancelar a inscrição em uma turma
arquivada. O professor precisa
desarquivar a turma para que o cancelamento
possa ser realizado.
Observação: Se o aluno cancelar a inscrição na
turma, todas as notas serão removidas
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COMO ARQUIVAR OU EXCLUIR UMA TURMA?
Para arquivar uma turma, clique em da turma
desejada, na página principal do “ Google Sala de
Aula” e escolha a opção “Arquivar”.
Após arquivada, todo o conteúdo ficará acessível
tanto para os alunos quanto para os professores,
que continuarão a ver a turma no menu “Turmas
arquivadas” do menu principal.
É possível restaurar ou excluir uma turma arquivada
para isso, vá em menu “Turmas arquivadas”
do menu principal.
Os professores e professores auxiliares podem
arquivar turmas, mas somente o professor
“proprietário” pode excluí-las. Os alunos não podem
arquivar ou excluir uma turma.
Observação: Uma turma só pode ser excluída se ela
já estiver arquivada.
UTILIZANDO O GOOGLE Docs – TEXTOS
CRIAÇÃO DE DOCUMENTOS NOVOS
Para criar novos documentos, é preciso clicar no Botão
Novo e selecionar a opção Documento.
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Nesta tela podemos criar e ou editar nossos documentos.
Para inserir nome ao documento que estamos trabalhando, devemos dar um clique no botão Documento sem título,
Surgirá a seguinte caixa de diálogo:
Aqui devemos digitar o nome do documento e dar um clique no botão OK.
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MENUS
MENU ARQUIVO
MENU EDITAR
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MENU VISUALIZAR
MENU INSERIR
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MENU FORMATAR
MENU FERRAMENTAS
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MENU TABELA
MENU AJUDA
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IMPORTAÇÃO DE DOCUMENTOS
Para enviar um arquivo Word ou (doc) para o Google
Docs é preciso clicar no botão Fazer Upload.
Na tela que surgir devemos selecionar a opção Arquivos.
Em seguida, é preciso procurar pelo arquivo que
queremos converter, e então, clicar no botão Abrir.
Da primeira vez que fazemos o upload de um arquivo, a
caixa de diálogo Configurações de upload é
automaticamente exibida.
Nesta caixa podemos selecionar as seguintes opções:
CONVERTER DOCUMENTOS,
APRESENTAÇÕES, PLANILHAS E DESENHOS
NOS FORMATOS DO GOOGLE DOCS
CORRESPONDENTE.
Selecionamos esta opção para converter todos os arquivos
em uma versão editável online no Google Docs. Se não
selecionarmos essa opção, o documento será apresentado
como somente leitura no Visualizador do Google Docs.
CONVERTER TEXTO DE PDFS OU ARQUIVOS
DE IMAGEM EM DOCUMENTOS DO GOOGLE
DOCS.
Selecionamos esta opção para converter arquivos de imagem em uma
versão colaborativa online no Google Docs, usando a tecnologia de
reconhecimento ótico de caracteres (OCR).
Confirmar configurações antes de cada upload.
Selecionamos esta opção para abrir a caixa de configuração de
upload toda vez que realizarmos um upload.
Por fim, devemos clicar no botão Iniciar upload para
iniciar a transferência do arquivo selecionado.
O Google Docs abre uma caixa de diálogo para
acompanhamento do Upload do arquivo selecionado.
O tempo dessa etapa é bastante relativo e leva em conta
a conexão e o tamanho do objeto selecionado.}
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Na tela abaixo podemos observar que ao final do upload o
arquivo já aparece na lista dos documentos.
Os arquivos enviados possuem a mesma privacidade e
segurança que qualquer outro documento do Google
Docs. Além disso, a configuração de visibilidade padrão
para upload de arquivos é "Privado".
Podem ser enviados arquivos ou pastas até 10 GB. Se
desejarmos converter um arquivo no formato do Google
Docs, o limite de tamanho dependerá do tipo de arquivo.
Para arquivos de textos o limite é 1.024.000
Para abrir o arquivo, basta dar um clique sobre ele.
FORMATAÇÃO BASICA E AVANÇADA
DOCUMENTOS
Em relação aos recursos para a formatação de textos do
Google Docs, é possível utilizar os quatro principais
alinhamentos (alinhado à esquerda, alinhado à direita,
centralizado e justificado), adicionar textos sobrescritos
ou subscritos, citações e textos tachados. Todas estas
Além disso, na barra de ferramentas existem recursos para
formatação como tipo, tamanho e cor de fonte; negrito,
itálico e sublinhado; cor de fundo, aumentar ou diminuir
recuo e adicionar marcadores
opções e mais algumas estão disponíveis na guia
“Formatar”.
Também no Google Docs encontramos a opção
Localizar e Substituir, que facilita a localização de
trechos de um texto. Para utilizá-la, devemos dar um
clique no menu Editar, e selecionar a opção Localizar e
Substituir.
O menu da barra de ferramentas Estilos exibe o estilo da
seleção de texto em um documento e permite que
alteremos o estilo ou limpemos a formatação do texto.
Para ver uma lista de títulos disponíveis, devemos dar um
clique no menu Formatar e selecionar a opção Estilos de
parágrafo. Em seguida, escolhemos um dos estilos, que
variam de "Título 1", o maior, até "Título 6", o menor.
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CRIAÇÃO DE ARQUIVOS DE PLANILHAS
Uma planilha é usada quando queremos agrupar dados geralmente em forma de tabelas, porém com valores que posam ser
dinâmicos. Suporta cálculos e possui algumas funções predefinidas. O editor de planilhas do Google Docs é suficiente para
gerenciar planilhas de pequeno e médio porte.
Para criar novas planilhas, temos que dar um clique no Botão Novo e selecionar a opção Planilha A ferramenta será aberta
em uma nova janela.
Nesta tela podemos criar e ou editar nossas planilhas.
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MENU ARQUIVO
MENU EDITAR
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MENU VISUALIZAR
MENU INSERIR
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MENU FORMATAR
MENU DADOS
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MENU FERRAMENTAS
MENU AJUDA
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INCLUINDO DADOS EM PLANILHAS/
CÉLULAS, FORMULAS E FUNÇOES
Há várias maneiras de começar a usar o Google Planilhas.
Podemos criar uma planilha online, fazer upload de uma
planilha existente ou usar um modelo da galeria de
modelos.
COMO CRIAR E SALVAR UMA PLANILHA
Para criar uma nova planilha, vamos à lista de
documentos, damos um clique no menu suspenso Criar e
selecionamos a opção Planilha.
COMO FAZER UPLOAD DE UMA PLANILHA
Podemos fazer upload de uma planilha existente para o
Google Planilhas. Para isso, temos que dar um clique no
Botão Fazer upload
Na tela que surge devemos selecionar a opção Arquivos
Na janela que se abre, procuramos pelo arquivo que
queremos converter e damos um clique no botão Abrir.
Na primeira vez que fazemos o upload de um arquivo, a
caixa de diálogo Configurações de upload.
Nesta caixa de Configurações de upload, podemos selecionar
as seguintes opções:
CONVERTER DOCUMENTOS,
APRESENTAÇÕES, PLANILHAS E DESENHOS
NOS FORMATOS DO GOOGLE DOCS
CORRESPONDENTES.
Selecionamos esta opção para converter todos os arquivos do formato
existente em uma versão editável online no Google Docs. Se não
selecionarmos essa opção, o documento será apresentado como um
documentosomente leitura.
CONVERTER TEXTO DE PDFS OU ARQUIVOS
DE IMAGEM EM DOCUMENTOS DO GOOGLE
DOCS.
Selecionamos esta opção para converter arquivos de imagem em uma
versão colaborativa online no Google Docs, usando a tecnologia de
reconhecimento ótico de caracteres (OCR).
CONFIRMAR CONFIGURAÇÕES ANTES DE
CADA UPLOAD.
Selecionamos esta opção para abrir a caixa de configuração de
upload toda vez que realizarmos um upload.
Por fim, devemos dar um clique no botão Iniciar upload
para iniciar a transferência do arquivo selecionado.
O Google Docs abre uma caixa de diálogo para
acompanhamento do Upload do arquivo selecionado. Ao
final do upload o arquivo já aparece na lista dos
documentos.
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GALERIA DE MODELOS
Se desejarmos criar rapidamente uma planilha podemos
escolher um dos modelos na Galeria de modelos. Cada
modelo apresenta um texto padrão que pode ser
substituído. Podemos acessar a galeria de modelos pela
planilha dando um clique no Menu Arquivo, depois na
opção Novo e em seguida, selecionamos “Do modelo”.
Através da guia Inserir, podemos inserir diversos
elementos na planilha, tornandoa, inclusive, interativa. O
editor de planilhas do Google Docs permite adicionar
fórmulas, gráficos, imagens, comentários e até gadgets, que
são pequenos aplicativos.
Para criar uma fórmula, primeiro devemos escolher o tipo
de fórmula e então, selecionamos as células que farão
parte dela. Depois disso, pressionamos a tecla Enter para
que seja criada.
Também podemos utilizar o atalho com a letra Sigma ∑
na barra de ferramentas.
Ali são exibidas cinco fórmulas diferentes, entre elas de
soma (SUM) e de média (AVERAGE). Além disso, é
possível inserir fórmulas que indicarão o valor máximo e o
valor mínimo de uma seleção dada.
Existem dezenas de outras fórmulas disponíveis, para
acessá-las devemos clicar no ícone ∑ e depois selecionar a
opção Mais funções.
GERENCIAMENTO DE PLANILHAS / ANALISE
DE DADOS
O Google Docs possui diversas opções de acesso
diferentes a um documento ou arquivo. Quando criamos
um documento ou carregamos um arquivo, nos tornamos
o proprietário desse item.
Para modificar um proprietário de um documento temos
que abrir esse documento e dar um clique no menu
Arquivo e depois selecionar a opção Compartilhar.
No campo Adicionar pessoas, temos que digitar o e-mail
do novo proprietário, depois, devemos clicar no botão
Compartilhar e salvar.
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Na caixa de configurações de compartilhamento
devemos escolher o campo É o proprietário.
Após mudar o proprietário, ainda temos acesso ao
documento como editor, mas o novo proprietário pode
cancelar esse acesso.
PERMITIR QUE OUTRAS PESSOAS ALTERE
AS CONFIGURAÇÔES DE
COMPORTILHAMENTO
Se não quisermos que outras pessoas alterem as
configurações de compartilhamento, temos que seguir
algumas etapas:
1. Dar um clique Menu Arquivo e selecionar a opção
Compartilhar.
2. Na parte inferior do diálogo de compartilhamento,
podemos observar o texto Os editores têm permissão
para adicionar pessoas e alterar as permissões.
3. Temos que dar um clique no link Alterar ao lado do texto.
4. Na caixa que surgir temos que selecionar a opção
Somente o proprietário pode alterar as permissões, e
depois devemos dar um clique no botão Salvar.
Importante: Quando um documento com a configuração
Somente o proprietário pode alterar as permissões
ativada, for adicionado a uma coleção compartilhada, as
alterações feitas nas configurações de compartilhamento
da coleção não serão transferidas para o documento.
RESTRIGIR O ACESSO A DOCUMENTOS
Documentos definidos como Qualquer pessoa com o
link podem ser visualizados por qualquer pessoa que
conheça o URL exato do documento. Mas se o link para o
documento tiver sido distribuído entre mais pessoas do
que pretendíamos, é possível restringir o acesso a esse
documento. A restrição de acesso ao documento altera as
configurações de visibilidade dos documentos para
Particular, ou seja, os links existentes para o documento
não funcionarão mais.
Para alterar essa configuração temos que acessar a caixa de
Configurações de compartilhamento e dar um clique no
link Restringir acesso.
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Na caixa que surge devemos dar um clique no botão OK
CRIAÇÃO E PUBLICAÇÃODE GRÁFICOS
Podemos adicionar uma variedade de gráficos em uma
planilha, incluindo gráficos de linha, gráficos de barras e
gráficos de mapa. Também podemos salvar um gráfico
como imagem e inseri-lo em um documento ou
apresentação. Para criar um gráfico, temos que seguir
estas etapas:
1. Em uma planilha, selecionamos as células com os dados
que gostaríamos de incluir no gráfico.
2. Depois devemos selecionar o ícone Gráfico na barra do
menu ou clicar no menu Inserir, opção Gráfico.
3. A caixa de diálogo de gráficos será exibida. Na guia
Início, podemos editar o intervalo de células a ser
incluído no gráfico, selecionar configurações básicas de
layout e ver gráficos recomendados.
4. Para ver mais opções de gráficos, temos que clicar na guia
Gráficos.
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5. Para Inserir o Título do gráfico, definir a posição da
Legenda, título do Eixo Vertical, e algumas outras
configurações, devemos dar um clique na guia
Personalizar.
Observação: nem todos os tipos de gráfico têm um título
de gráfico, mas todos os tipos de gráficos têm um nome
de gráfico.
6. Para finalizar e gerar o gráfico basta dar um clique no
Botão Inserir. O Docs coloca o gráfico sobre os dados
na planilha. Para posicioná-lo, temos que clicar na barra
de título do gráfico e arrastá-lo para o local desejado.
Ao clicar no gráfico com o mouse, veremos opções para
editar ou excluir o gráfico. Há também uma opção Mover
para a própria planilha, que quando selecionada,
transfere o gráfico para uma página separada.
Também podemos salvar o gráfico como uma imagem no
desktop ou publicar o gráfico. Neste último caso, o
programa abre uma janela com um código HTML. Colado
numa página web, esse código exibe o gráfico armazenado
no Google Docs
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APRESENTAÇÕES
CRIAÇÃO DE APRESENTAÇÕES NOVAS
Para criar novas apresentações, temos que dar um clique no Botão Novo e selecionar a opção Apresentação. Nesta tela
podemos criar e ou editar nossas apresentações
MENUS
MENU ARQUIVO
nuceconcursos.com.br
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MENU EDITAR
MENU VISUALIZAR
MENU INSERIR
MENU FORMATAR
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EDIÇÃO E FORMATAÇÃO DE SLIDES.
OBJETOS: TEXTOS, IMAGENS, DESENHOS,
VÍDEOS, TABELAS E FORMATOS.
Com Google Docs podemos criar uma nova apresentação
de slides ou abrir uma já existente. É possível ainda
apresentar os slides através do site, sem precisar de
qualquer outro programa para isso. Este aplicativo
permite a selecionar um tema ou definir uma imagem
como plano de fundo, inserir imagens, vídeos da internet,
formas geométricas e inclusive outras apresentações de
slides.
COMO ALTERAR UMA APRESENTAÇÃO
Quanto a aparência, podemos escolher um tema de
fundo para as Apresentações, uma imagem do plano de
fundo ou uma cor de fundo para a apresentação.
Para isso, temos que dar um clique no menu Formatar
e selecionar a opção Alterar tema.
Nessa caixa podemos selecionar um tema a ser usado, e
ele será aplicado automaticamente à apresentação.
COMO SELECIONAR A IMAGEM DO PLANO DE
FUNDO
Temos que selecionar o slide a ser alterado e dar
um clique no menu Formatar , então depois,
escolher a opção Alterar plano de fundo
Na janela exibida, devemos dar um clique no link
inserir imagem
Em seguida, devemos dar um clique no botão Selecionar
arquivo para pesquisar uma imagem.
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Depois de procurar e encontrar a imagem desejada, temos
que clicar no botão Abrir.
Para concluir basta dar um clique no botão Salvar.
COMO ALTERAR A COR DO PLANO DE
FUNDO
No editor de apresentação, selecionamos o slide a ser
alterado e damos um clique no menu Formatar, depois
selecionamos a opção Alterar plano de fundo. Na janela
exibida, devemos dar um clique no ícone balde de tinta
abaixo do link Inserir imagem.
Em seguida, basta selecionar uma cor na paleta.
Para finalizamos é só dar um clique no botão Salvar.
ALTERAR A COR DO TEXTO
Para alterar a cor do texto temos que selecionar o objeto
texto, e em seguida, dar um clique no ícone Texto na
barra de ferramentas. Depois basta selecionar uma cor no
seletor de cores.
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Para selecionar vários objetos, temos que segurar a tecla
Shift ao clicar em cada objeto ou arrastar o ponteiro do
mouse na diagonal sobre todos os objetos que desejamos
selecionar. Para desfazer a seleção de um ou mais objetos,
basta pressionar a tecla Shift e clicar nos objetos.
ALTERAR A COR DE OBJETOS
Para alterar a cor dos objetos temos que selecionar o
objeto, e em seguida, dar um clique no ícone Cor de
preenchimento na barra de ferramentas. Depois é só
selecionar uma cor no seletor de cores.
Para redimensionar um objeto, temos que dar um clique
em uma das alças de redimensionamento ao redor dele.
Em seguida, arrastamos a caixa para o tamanho desejado
até estarmos satisfeitos com o tamanho. Podemos
preservar a altura e a largura de um objeto pressionando a
tecla Shift enquanto redimensionamos o objeto.
INSERÇÃO DE IMAGENS
Podemos melhorar a apresentação inserindo imagens
armazenadas em nosso computador ou figuras da internet.
Para isso, temos que dar um clique no botão Inserir
imagem na barra de ferramentas da apresentação.
Na janela exibida damos um clique no botão Selecionar
arquivo
Para usar uma imagem da internet temos que selecionar a
opção Especificar um URL de imagem.
COMO INSERIR VÍDEOS
Para adicionar vídeos à apresentação, temos que dar um
clique no Menu Inserir e depois selecionar a opção
Vídeo.
Na barra de ferramentas, podemos procurar o vídeo
desejado. Depois selecionamos a miniatura do vídeo
damos um clique no botão Selecionar vídeo.
O vídeo será exibido na apresentação. Para mover o vídeo
e ajustá-lo para que se encaixe na apresentação, devemos
dar um clique e arrastá-lo para o lugar desejado.
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IMPORTAÇÃO DE SLIDES
IMPORTAÇÃO DE SLIDES INDIVIDUAIS
Podemos importar slides individuais de um
arquivo .ppt ou .pps. Para isso, temos que acessar
uma apresentação do Google e dar um clique no
menu Inserir e selecionar a opção Importar
slides.
Na tela exibida devemos dar um clique no botão
Selecionar arquivo... para selecionar uma
apresentação do computador;
Depois, devemos selecionar a apresentação da
qual queremos aproveitar os slides e damos um
clique no botão Abrir.
Obs: Caso você queira importar slides de uma
apresentação que já esteja disponível no Google, você
deverá selecionar a apresentação na lista do Google
Docs.
Em seguida, basta selecionar os slides que desejamos
importar e pressionar o botão Importar.
Os slides escolhidos aparecerão na apresentação do
Google. Depois basta reaplicar o tema ou plano de fundo
nos novos slides.
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APRESENTANDO O TRABALHO EM TELA
VISUALIZAR OU MOSTRAT APRESENTAÇÃO
COMPLETAS
Para exibir uma apresentação, selecionamos o botão
Iniciar apresentação na parte superior direita da tela.
Ou também podemos dar um clique no Menu Visualizar
e selecionar a opção Iniciar apresentação.
Uma nova janela é exibida mostrando um slide por vez na
apresentação. Para passar de um slide para o próximo,
devemos usar as setas do teclado ou clicar no ícone de
seta na barra cinza da parte inferior da apresentação.
Para fechar o visualizador de apresentação, podemos
pressionar a tecla Esc ou dar um clique no botão Fechar.
PERCORRER SLIDES AUTOMATICAMENTE
Podemos percorrer os slides automaticamente no modo
de apresentação. Para isso, devemos dar um clique no
botão Iniciar apresentação na parte superior direita da
apresentação. Em seguida, damos um clique no botão
Ações e selecionamos a opção Reproduzir.
INCORPORAÇÃO DE APRESENTAÇÕES EM
UM SITE
Primeiro devemos finalizar e salvar a apresentação,
depois, com o arquivo aberto, devemos darum clique no
botão Compartilhar no canto superior direito da tela para
selecionar a opção Publicar / incorporar
Na primeira vez que publicamos uma apresentação é
exibida uma tela, explicando o processo de publicação.
Para continuar devemos dar um clique no botão Publicar
documento.
Na próxima tela, selecionamos Tamanho de
apresentação. Para isso, damos um clique na seta para
baixo na frente da opção Tamanho do player e
selecionamos um dos três tamanhos disponíveis.
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Depois selecionamos o tempo de intervalo de um slide
para outro e podemos escolher as opções de
inicialização, podemos indicar que a apresentação seja
inicializada assim que o player seja carregado ou
ainda deixar a apresentação em looping.
Para finalizar e publicar esta apresentação num site,
devemos copiar e colar o código exibido no Google
Docs para incorporar a uma página externa.
Depois de incorporada a apresentação, o código ficará
acessível a outras pessoas, que poderão incorporar a
apresentação a outros sites.
GERENCIAMENTO DE DOCUMENTOS
NAVEGAR NA LISTA DE DOCUMENTOS
Há diferentes maneiras de encontrar os documentos na
lista de documentos. Saiba mais sobre como classificar
seus itens de maneira eficiente.
1. A caixa de pesquisa: digite os termos da sua pesquisa
Insira os termos na caixa de pesquisa na parte superior de
sua lista de documentos e clique no botão Pesquisar para
pesquisar por todos os itens.
A seta suspensa na caixa de pesquisa permite limitar a
pesquisa. Vejamos alguns exemplos de como podemos
restringir a pesquisa:
• Tipo: limita a pesquisa pelo tipo de documento ou
arquivo que está procurando
• Visibilidade: pesquisa na lista de documentos pela
configuração de compartilhamento do item
• Propriedade: limita a pesquisa com base na propriedade
de um item.
2. A visualização "Detalhes": visualizar informações
adicionais sobre seus itens.
Se desejarmos saber mais detalhes sobre cada um dos
documentos para gerenciamento avançado de arquivos,
temos que selecionar um item na lista de documentos
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Em seguida, damos um clique no ícone "Olho" acima de
sua lista de itens.
Na visualização "Detalhes", podemos encontrar as
seguintes informações:
• Proprietário do item
• Quando o documento foi modificado pela última vez
• Quem o modificou pela última vez
• Uma descrição do item
• Em que coleções ele está incluído
Para fechar a visualização Detalhes, basta dar um clique
no X no canto superior direito do painel.
3. PAINEL DE NAVEGAÇÃO À ESQUERDA
Os links no painel de navegação podem nos ajudar a
encontrar os documentos com facilidade.
• Página inicial: inclui todos os arquivos e documentos,
exceto aqueles na Lixeira. Se desejarmos ocultar itens
dessa lista, devemos dar um clique com o botão direito no
item e desmarcar a opção Não exibir na página inicial.
• Com estrela: mostra apenas itens marcados com estrela.
• Pertence a mim: mostra todos os itens na lista de
documentos que pertencem ao proprietário.
• Todos os itens: exibe todos os itens, incluindo aqueles
que ocultamos da página inicial, só excluindo os que estão
na Lixeira.
• Lixeira: mostra todos os itens na Lixeira. Observação: só
podemos enviar itens de nossa propriedade para a lixeira.
Para itens que não são de nossa propriedade, podemos
selecionar Remover da minha lista de documentos no
menu Ações.
• Minhas coleções: usamos minhas coleções para manter
itens relacionados agrupados. Para isso, damos um clique
no botão Criar novo para criar uma coleção e arrastar
qualquer item da lista de documentos para a coleção.
Podemos incluir o mesmo item em várias coleções (por
exemplo, arquivar o orçamento doméstico em "Pessoal" e
"Finanças").
• Coleções compartilhadas comigo: exibe coleções que
foram compartilhadas com você. Coleções que são
compartilhadas através de uma lista de e-mails não
aparecem aqui.
•
PESQUISAR ARQUIVOS, COLEÇÕES E
DOCUMENTOS OCULTOS
Se tivermos ocultado algum item da lista de documentos
usando a opção Não exibir na página inicial, o item
não é exibido na Página inicial, mesmo se pesquisarmos
por ele com a visualização da Página inicial selecionada.
Para localizar um item que foi ocultado, precisamos
primeiro selecionar Todos os itens no menu de
navegação esquerdo (abaixo da Página inicial) e procurar
ou pesquisar pelo item na lista.
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Se desejarmos restaurar um arquivo ou documento para
visualização na Página inicial, temos que selecionar o
item, dar um clique na caixa de seleção ao lado dele, e no
menu suspenso “Mais”, devemos selecionar Exibir na
página inicial.
COMPARTILHAMENTO DE DOCMENTOS
SOBRE “COMO COMPARTILHAR NO GOOGLE
DOCS”
O compartilhamento no Google Docs permite que
colaboremos em documentos, planilhas, apresentações e
desenhos com outras pessoas em tempo real. Também
facilita o controle de alterações uma vez que não é preciso
enviar um anexo de e-mail novamente a cada nova
modificação.
OPÇÕES DE VISIBILIDADE: PARTICULAR,
QUALQUER PESSOA COM O LINK E PÚBLICO
NA WEB
Há três opções de visibilidade diferentes: privado,
qualquer pessoa com o link e público na web.
Podemos ver a configuração de visibilidade atual do
documento logo depois do nome do arquivo, acima da
barra de menus.
PRIVADO
Todos os documentos são iniciados como privados. Ao
criar um documento particular, você é a única pessoa que
pode acessá-lo. A partir desse ponto, você pode conceder
acesso a outras pessoas. E qualquer pessoa que tentar
acessar o documento tem de fazer login na conta do
Google para confirmar se ela tem acesso ao documento.
QUALQUER PESSOA COM O LINK
Um documento definido como Qualquer pessoa com o
link é como um número de telefone não listado. Outra
pessoa só poderá vê-lo se tiver o URL exata do
documento ou arquivo. Se você selecionar a opção
"Permitir que qualquer pessoa possa editar", qualquer
pessoa com o URL também poderá editar seu documento.
Não é necessário fazer login, por isso, leitores e editores
podem aparecer como anônimos.
PÚBLICO NA WEB
Defina um documento como público se você quiser
disponibilizá-lo publicamente para alguém. Os
documentos públicos podem ser exibidos nos resultados
da busca e qualquer pessoa que encontrar o endereço da
web do documento pode acessá-lo. Se você selecionar
também a "Permitir que qualquer pessoa possa editar", qualquer
pessoa que encontrar o documento poderá visualiza-lo e
editá-lo.
NOÇÕES DE COMPARTILHAMENTO DE
DOCUMENTOS
Para alterar a configuração de compartilhamento de um
documento, temos que clicar no botão Compartilhar na
parte superior direita do documento.
Na caixa Configurações de compartilhamento
podemos:
• Alterar a opção de visibilidade do documento, para isso, temos
que dar um clique no botão Alterar
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Ver quem tem acesso ao documento - os nomes ficam listados
na janela - e também a informação se essas pessoas
visualizar ou podem editar
• Para adicionar editores ou leitores pelo nome, basta clicar no
espaço em branco abaixo de Adicionar pessoas e digitar
o endereço de e-mail das respectivas pessoas.
• Para remover editores e leitores, basta dar um clique no botão
fechar na frente do endereço de cada pessoa que tem
acesso.
• Para ajustar o nível de acesso de cada pessoa, basta dar um clique
na seta indicativa de cada editor.
COMPARTILHAR UM DOCUMENTO COM UMA
LISTA DE E-MAILS
A maneira mais fácil de conceder acesso a um documento
para um grupo é definir a opção de visibilidade do
documento como Qualquer pessoa com o link e enviar
um link do documento por e-mail para sua lista de e-mail.
Os documentos nessa categoria poderão ser acessados por
qualquer pessoa que receber o link, portanto esse tipo de
compartilhamento não é o mais adequado para conteúdos
particulares e importantes.
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Para revogar o acesso de alguém que possui o URL do
documento, mesmo se o documento estiver definido
como Qualquer pessoa com o link, temos que dar um
clique no link Restringir acesso.
Outra forma de compartilhar com um grupo é conceder
permissão a pessoas específicas na lista de e-mails. Esta é
a melhor forma de compartilhar com um grupo caso seu
documento seja Particular. Para isso, abra o documento
ou arquivo que deseja compartilhar, clique em
Compartilhar para abrir a janela Configurações de
compartilhamento.
Clique na caixa branca abaixo de Adicionar pessoas.
Aparecerá logo acima da caixa branca o link Selecionar
contatos, então basta clicar sobre ele e escolher os
contatos.
Agora podemos escolher os contatos dando um clique em
cada um, ou selecionar todos dando um clique no link
Tudo.
Caso falte algum contato que não está em sua lista, este
pode ser incluído pela digitação manual de seu e-mail.
Feito isso, podemos dar um nome ao grupo, dando um
clique no botão Salvar grupo como, ou simplesmente
dar um clique no botão Concluído.
Agora selecionamos o nível de acesso a ser oferecido ao
grupo: Para editar ou Para visualizar
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Você também pode marcar a caixa referente a Notificar
pessoas PR e-mail e depois basta clicar no botão
Compartilhar e salvar.