Prévia do material em texto
Classificação de Kennedy e suas modificações para Prótese Parcial Removível Profª. Maria Letícia de Almeida Rosa Vilete 1 Preparo – leitura prévia VERGANI, Carlos E.; PAVARINA, Ana C.; JORGE, Janaina H.; et al. Reabilitação oral com prótese parcial removível convencional: guia prático. Barueri. SP: Editora Manole, 2021. Capítulo 1. Artigo de estudo epidemiológico 2 CASO CLÍNICO 3 20 minutos de resolução individual. 20 minutos de resolução em grupo. Entregar a resolução para a professora. Discussão do caso clínico. CASO CLÍNICO Analisar o seguinte caso clínico dentro do que foi lido sobre a Classificação de Kennedy e suas modificações para a confecção da PPR do caso a seguir: Paciente, M.A.V.S, sexo feminino, 40 anos de idade, procurou a clínica de graduação da Disciplina de Estágio Supervisionado do Centro Universitário Fametro com queixa principal de insatisfação com a estética de seus dentes (Figuras 1 e 2). Na ocasião, a paciente não fazia uso de nenhuma reabilitação oral para seus elementos ausentes. Durante a anamnese, a paciente relatou que perdeu alguns elementos dentários em decorrência da doença cárie. Fonte: SOUZA, H. K. V. et al., Reabilitação estética e funcional com prótese parcial removível: relato de caso. Brazilian Journal of Development. Curitiba, . 7, n. 12, p. 111522-111534. 2021. 4 CASO CLÍNICO No que se refere ao histórico odontológico, a mesma afirmou já ter realizado profilaxias, restaurações e exodontias, sem quaisquer intercorrências. Negou a presença de doenças de caráter hereditário ou sistêmico. O exame clínico inicial revelou que a condição de saúde bucal apresentava-se satisfatória, ausência dos elementos 14, 26 e 35 e necessidade de tratamento restaurador dos elementos: 16, 15, 23, 24, 35, 36, 33 e 46, acometidos por abfrações, no elemento 22 que estava com uma fratura na incisal (Classe IV) e 46 que apresentava cárie (Classe II de Black), além de desgaste incisal nos elementos superiores e inferiores anteriores. A radiografia panorâmica então foi solicitada Fonte: SOUZA, H. K. V. et al., Reabilitação estética e funcional com prótese parcial removível: relato de caso. Brazilian Journal of Development. Curitiba, . 7, n. 12, p. 111522-111534. 2021. 5 CASO CLÍNICO Figura 1: Aspecto inicial do perfil direito da paciente. Fonte: SOUZA, et al., 2021. Figura 2: Aspecto inicial do perfil esquerdo da paciente. Fonte: SOUZA, et al., 2021. 6 DISCUSSÃO DO CASO CLÍNICO Figura 3: Moldagem de estudo da arcada inferior. Fonte: SOUZA, et al., 2021. Figura 4: Moldagem de estudo da arcada superior. Fonte: SOUZA, et al., 2021. 7 DISCUSSÃO DO CASO CLÍNICO Figura 5: Modelo de estudo da arcada superior. Fonte: SOUZA, et al., 2021. 8 DISCUSSÃO DO CASO CLÍNICO Classe I – área desdentada bilateral posterior, tipo extremidade livre Classificação de Kennedy 9 DISCUSSÃO DO CASO CLÍNICO Classe II – área desdentada unilateral posterior, tipo extremidade livre Classificação de Kennedy 10 DISCUSSÃO DO CASO CLÍNICO Classe III – área desdentada posterior, com presença de dentes pilares anterior e posteriormente ao espaço protético Classificação de Kennedy 11 DISCUSSÃO DO CASO CLÍNICO Classe IV – área desdentada anterior em espaço intercalado, cruzando a linha média Classificação de Kennedy 12 DISCUSSÃO DO CASO CLÍNICO Regras de Applegate para as classificações de Kennedy 1. A classificação deve ser realizada após exodontias que alterem a classificação original do arco. 2. O terceiro molar ausente não deve ser considerado na classificação. 3. O terceiro molar só deverá ser considerado na classificação se planejado como suporte para a PPR. 4. Quando o segundo molar estiver presente, mas não for considerado no planejamento, ele também não deve ser considerado na classificação. 5. Os espaços desdentados mais posteriores regem a classificação. 13 DISCUSSÃO DO CASO CLÍNICO Regras de Applegate para as classificações de Kennedy 6. Os espaços protéticos, além daquele que determina a classificação, são considerados áreas de modificações e devem ser descritos em algarismos arábicos (p.ex.: modificação 1, 2, 3 etc.). 7. As modificações independem de sua extensão e são caracterizadas pelo número de espaços protéticos no arco além daquele que determinou a classificação. 8. A Classe IV não aceita modificações. Em caso de arco com presença de espaço protético anterior e outra área desdentada posterior ao espaço, a área desdentada mais posterior é a que determina a classificação. 14 DISCUSSÃO DO CASO CLÍNICO Qual a classificação de Kennedy e sua modificação para a arcada superior da paciente? Figura 5: Modelo de estudo da arcada superior. Fonte: SOUZA, et al., 2021. 15 Referências Bibliográficas VERGANI, C. E.; PAVARINA, A. C.; JORGE, J. H.; et al. Reabilitação oral com prótese parcial removível convencional: guia prático. Barueri, SP: Editora Manole, 2021. SOUZA, H. K. V.; et al. Reabilitação estética e funcional com prótese parcial removível: relato de caso. Brazilian Journal of Development, Curitiba, v.7, n.12, p. 111522-111534 dec. 2021. OLIVEIRA, A. L.; et al. Estudo epidemiológico de arcadas parcialmente edêntulas de pacientes atendidos em uma clínica-escola. Rev Ciên Saúde. 2022;7(2):18-23. <revistaeletronicafunvic.org> 16