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Universidade Maurício de Nassau – UNINASSAU Caruaru
Nutrição e Fisioterapia - Turma “G”
Andreza Jorge do Nascimento- 01509626
Hortência Beatriz Batista Lins- 01503112
Tiago Nunes Pereira de Brito - 01515956
Thiago de Oliveira Barbosa - 01518137
Eduardo Henrique Ribeiro Alves - 01528284
Erlon Guilherme Campos pinto-01564154
Maria Fernanda Pedrosa da Silva-01522178
Maria Heloisa Barbosa de Lima-01526525
Maria Cecília Santana de Oliveira-01502001
Paulo Augusto de Santana Neto - 01515352
José Antônio carvalho- 01504579
Anne Beatriz da Silva Lima - 01501685
Lara Fernanda Arruda Férrer Cordeiro – 01510189
 
Fisiologia das Emoções – Raiva
 
 
CARUARU – PE
2022
 O conjunto dos processos de comportamento, percepção e reação emocional denomina-se fisiologia das emoções. Sabe-se que todas as respostas emocionais dos mamíferos, são desenvolvidas por um sistema denominado sistema límbico. Esse sistema é o principal responsável por nossos reflexos instintivos de sobrevivência, medo, dor, raiva, garantindo assim a perpetuação da espécie. No que diz respeito aos seres humanos, primeiramente, ocorre um estímulo ambiental, que é processado no sistema nervoso, levando a racionalização e processamento da informação (tomada de decisão e planejamento) e em seguida, o sistema límbico entra em ação, produzindo um tipo de emoção que por fim, gera um comportamento de sobrevivência, como a fuga.
 A raiva é um sentimento de protesto, insegurança, timidez ou frustração, contra alguém ou alguma coisa, que as pessoas demonstram quando se sentem ameaçadas, e a sua intensidade pode variar de pessoa para pessoa, e também, da ocasião, podendo ser uma simples irritação ou uma demonstração de fúria. No cérebro, a amigdala, faz parte do sistema límbico, e é um importante centro regulador do comportamento sexual, do comportamento agressivo, respostas emocionais e da reatividade a estímulos biologicamente relevantes. 
 Mas, o que ocorre na prática é que quando recebemos um gatilho para a raiva, o hipotálamo percebe os estímulos, aciona a amígdala para receber esses estímulos e regula os hormônios necessários para agirmos. Contudo, deve-se levar em conta a ocorrência do alto nível hormonal como o de cortisol, principalmente, que atua em uma área do cérebro, ajudando no julgamento e no bom-senso, no qual, pode acontecer o desequilíbrio dessas ações. Esse hormônio do cortisol, conhecido como: hormônio do estresse, é liberado em abundância e diminui a serotonina, que é o neurotransmissor mensageiro do bem-estar, ou seja, ficamos menos capazes de controlar a emoção.
 Levando o que foi dito em consideração, estudos apontam que a raiva em excesso pode nos deixar mal, trazendo consigo diversas consequências, que se perdurar por muito tempo, havendo persistência desses sinais de forma crônica, poderão gerar a hipertensão e diabetes, e além disso, a raiva pode gerar reflexos negativos, como a pressão aumentada e a vasodilatação, no qual ocorre uma maior disposição de sangue na cabeça. Sendo assim, tentar suprimir a raiva também pode trazer outros problemas, tais como a depressão e ansiedade. Porém, há recomendações para a amenização desse sentimento, no qual, é necessário dar um tempo ao cérebro para a emoção ser melhor avaliada pelo lobo frontal, ajudando assim, a normalizar a frequência cardíaca e respiratória. Dessa forma, o hipotálamo poderá regular de novo essa emoção e assim poder acionar a amígdala para a regulação dos hormônios de uma maneira mais equilibrada, sem que haja um alto nível hormonal.
 Em suma, com o que foi apresentado, pode-se entender que a ação do sentimento de raiva no ser humano ocorre como resposta a algum estímulo externo, que é processado no cérebro, mais especificamente no sistema límbico, através da liberação de hormônios que nos fazem tomar atitudes condizentes com esse tipo de sentimento, agindo impulsivamente e diminuindo o controle e o julgamento sobre nossas próprias ações.
REFERÊNCIAS
A neurociência da raiva: porque sentimos raiva. A ciência explica. Disponível em < http://www.cienciaexplica.com.br/2018/03/21/a-neurociencia-da-raiva-porque-sentimos-raiva/ > Acesso em 18/09/2022.
O que acontece com o seu corpo quando você sente raiva? Infinity Pharma. Disponível em < https://infinitypharma.com.br/o-que-acontece-quando-voce-sente-raiva/#:~:text=A%20raiva%20aciona%20o%20circuito,card%C3%ADaco%20e%20a%20frequ%C3%AAncia%20respirat%C3%B3ria. > Acesso em 18/09/2022.
ESPIRIDIÃO-ANTÔNIO, V. et al. Neurobiologia das emoções. Rev. Psiq. Clín 35 (2); 55-65, 2008.