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Colaborar - Av2 - Política Criminal e Processos de Criminalização

Avaliação sobre Política Criminal e Processos de Criminalização; conjunto de questões de múltipla escolha sobre criminalização primária e secundária, tipologia de criminosos segundo Enrico Ferri, definição de vítima pela ONU e critérios de tipificação penal, com alternativas assinaladas.

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Para a criminologia, a criminalização pode se dar de forma primária ou secundária, sendo a primeira intimamente ligada ao direito positivo e focada na efetiva criação da Lei penal, introduzindo no ordenamento jurídico a tipificação de uma conduta reprovável, enquanto a segunda é voltada a aplicação da Lei Penal, como forma de coibir os comportamentos reprováveis praticados.
A respeito da criminalização e da criminologia nos dias de hoje, é correto afirmar que:
O processo de criminalização continua avançando, porém cada vez mais destoado dos pensamentos sociais.
O processo de criminalização continua avançando, agora cada vez mais alinhado com pensamentos sociais e de proteção a minorias.
O processo de criminalização se mantém constante, sem grandes alterações desde seu início.
O pensamento social pouco influencia no avanço do processo de criminalização.
O processo de criminalização vem tornando condutas tidas como comuns, em crimes contra a sociedade, tal como é o exemplo da criminalização da capoeira.

De acordo com Enrico Ferri, criminologista e político socialista italiano, em sua obra “Criminal Sociology”, este qualifica os criminosos como natos, loucos, habituais, ocasionais e passionais.
A respeito destas qualificações, assinale a alternativa incorreta:
Os criminosos natos seria os degenerados, que não possuem qualquer espécie de senso moral.
Os criminosos loucos seriam os alienados mentais.
Os criminosos ocasionais por sua vez, são aqueles que eventualmente cometem algum delito, se tratando de situação absolutamente excepcional e que não faz parte de seu comportamento comum.
Os criminosos habituais são os que eventualmente cometem algum delito, se tratando de situação absolutamente excepcional e que não faz parte de seu comportamento comum.
Os criminosos habituais, são aqueles reincidentes em condutas criminosas.

O direito penal objetiva, via de regra, tutelar os bens jurídicos tidos como mais importantes, assim, dependendo do bem jurídico a ser protegido, o legislador, enquanto agente do processo de criminalização primário, define a quantidade de pena a ser aplicada e a conduta especifica a ser tipificada na lei penal.
A definição de um determinado fato como criminoso é balizada principalmente:
Pelo modo como a sociedade reage ao cometimento deste.
Pelo que o legislador considera como errado com base em suas crenças e valores.
Pelo que o Chefe do Executivo à época considerar errado, tendo por base suas crenças e valores.
Pelo que os dogmas das igrejas considera como errado.
Pelo que os chefes do executivo dos estados e municípios consideram errado.

Sobre a segunda fase do processo de criminalização, chamada de “criminalização secundária”, está é a continuação lógica da primária, tratando especificamente da efetiva ação punitiva do Estado face a infringência de uma conduta tipificada pela norma penal.
Sobre a criminalização secundária, é correto afirmar que:
A criminalização secundária trata especificamente da definição de um fato como criminoso.
Na fase secundária do processo de criminalização, temos a atuação de instituições como o Agência Reguladora e o judiciário.
Na fase secundária do processo de criminalização, temos a atuação de instituições como o Ministério Público, o judiciário e a polícia.
Na fase secundária do processo de criminalização, não prestam atuação instituições como o Ministério Público, o judiciário e a polícia.
Na fase secundária do processo de criminalização, temos a atuação de políticos e empresários.

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Questões resolvidas

Para a criminologia, a criminalização pode se dar de forma primária ou secundária, sendo a primeira intimamente ligada ao direito positivo e focada na efetiva criação da Lei penal, introduzindo no ordenamento jurídico a tipificação de uma conduta reprovável, enquanto a segunda é voltada a aplicação da Lei Penal, como forma de coibir os comportamentos reprováveis praticados.
A respeito da criminalização e da criminologia nos dias de hoje, é correto afirmar que:
O processo de criminalização continua avançando, porém cada vez mais destoado dos pensamentos sociais.
O processo de criminalização continua avançando, agora cada vez mais alinhado com pensamentos sociais e de proteção a minorias.
O processo de criminalização se mantém constante, sem grandes alterações desde seu início.
O pensamento social pouco influencia no avanço do processo de criminalização.
O processo de criminalização vem tornando condutas tidas como comuns, em crimes contra a sociedade, tal como é o exemplo da criminalização da capoeira.

De acordo com Enrico Ferri, criminologista e político socialista italiano, em sua obra “Criminal Sociology”, este qualifica os criminosos como natos, loucos, habituais, ocasionais e passionais.
A respeito destas qualificações, assinale a alternativa incorreta:
Os criminosos natos seria os degenerados, que não possuem qualquer espécie de senso moral.
Os criminosos loucos seriam os alienados mentais.
Os criminosos ocasionais por sua vez, são aqueles que eventualmente cometem algum delito, se tratando de situação absolutamente excepcional e que não faz parte de seu comportamento comum.
Os criminosos habituais são os que eventualmente cometem algum delito, se tratando de situação absolutamente excepcional e que não faz parte de seu comportamento comum.
Os criminosos habituais, são aqueles reincidentes em condutas criminosas.

O direito penal objetiva, via de regra, tutelar os bens jurídicos tidos como mais importantes, assim, dependendo do bem jurídico a ser protegido, o legislador, enquanto agente do processo de criminalização primário, define a quantidade de pena a ser aplicada e a conduta especifica a ser tipificada na lei penal.
A definição de um determinado fato como criminoso é balizada principalmente:
Pelo modo como a sociedade reage ao cometimento deste.
Pelo que o legislador considera como errado com base em suas crenças e valores.
Pelo que o Chefe do Executivo à época considerar errado, tendo por base suas crenças e valores.
Pelo que os dogmas das igrejas considera como errado.
Pelo que os chefes do executivo dos estados e municípios consideram errado.

Sobre a segunda fase do processo de criminalização, chamada de “criminalização secundária”, está é a continuação lógica da primária, tratando especificamente da efetiva ação punitiva do Estado face a infringência de uma conduta tipificada pela norma penal.
Sobre a criminalização secundária, é correto afirmar que:
A criminalização secundária trata especificamente da definição de um fato como criminoso.
Na fase secundária do processo de criminalização, temos a atuação de instituições como o Agência Reguladora e o judiciário.
Na fase secundária do processo de criminalização, temos a atuação de instituições como o Ministério Público, o judiciário e a polícia.
Na fase secundária do processo de criminalização, não prestam atuação instituições como o Ministério Público, o judiciário e a polícia.
Na fase secundária do processo de criminalização, temos a atuação de políticos e empresários.

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27/09/2022 20:18 Colaborar - Av2 - Política Criminal e Processos de Criminalização
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Av2 - Política Criminal e Processos de
Criminalização
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Informações Adicionais
Período: 01/08/2022 00:00 à 14/11/2022 23:59
Situação: Cadastrado
Pontuação: 1200
Protocolo: 771622299
Avaliar Material
a)
b)
c)
d)
e)
1)
a)
b)
c)
2)
Para a criminologia, a criminalização pode se dar de forma primária ou secundária, sendo a
primeira intimamente ligada ao direito positivo e focada na efetiva criação da Lei penal,
introduzindo no ordenamento jurídico a tipificação de uma conduta reprovável, enquanto a
segunda é voltada a aplicação da Lei Penal, como forma de coibir os comportamentos reprováveis
praticados.
A respeito da criminalização e da criminologia nos dias de hoje, é correto afirmar que:
Alternativas:
O processo de criminalização continua avançando, porém cada vez mais destoado dos
pensamentos sociais.
O processo de criminalização continua avançando, agora cada vez mais
alinhado com pensamentos sociais e de proteção a minorias.
Alternativa assinalada
O processo de criminalização se mantém constante, sem grandes alterações desde seu início.
O pensamento social pouco influencia no avanço do processo de criminalização.
O processo de criminalização vem tornando condutas tidas como comuns, em crimes contra a
sociedade, tal como é o exemplo da criminalização da capoeira.
De acordo com Enrico Ferri, criminologista e político socialista italiano, em sua obra “Criminal
Sociology”, este qualifica os criminosos como natos, loucos, habituais, ocasionais e passionais.
A respeito destas qualificações, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas:
Os criminosos natos seria os degenerados, que não possuem qualquer espécie de senso
moral.
 
Os criminosos loucos seriam os alienados mentais.
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27/09/2022 20:18 Colaborar - Av2 - Política Criminal e Processos de Criminalização
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d)
e)
a)
b)
c)
d)
e)
3)
a)
b)
c)
d)
4)
Os criminosos ocasionais por sua vez, são aqueles que eventualmente cometem algum delito,
se tratando de situação absolutamente excepcional e que não faz parte de seu comportamento
comum.
Os criminosos habituais são os que eventualmente cometem algum delito,
se tratando de situação absolutamente excepcional e que não faz parte de
seu comportamento comum.
Alternativa assinalada
Os criminosos habituais, são aqueles reincidentes em condutas criminosas.
Durante o desenvolvimento do processo de criminalização e até mesmo da criminologia, o
papel da vítima foi objeto de destaque em determinados períodos como foi esquecido em outros.
A conceituação de vítima, de acordo com a Organização das Nações Unidas, é de que:
Alternativas:
As vítimas são pessoas que, individual ou coletivamente tenham sofrido um prejuízo,
nomeadamente um atentado à sua integridade física ou mental, um sofrimento de ordem
moral, uma perda material ou um grave atentado aos seus direitos fundamentais, como
consequência de atos ou de omissões violadores das leis penais em vigor num Estado
Membro, exceto as que proíbem o abuso de poder.
Uma pessoa só pode ser considerada como vítima, no quadro da presente declaração, se o
autor for identificado, preso, processado e declarado culpado, não podendo ser incluído neste
termo, conforme o caso, a família próxima ou as pessoas que tenham sofrido um prejuízo ao
intervirem para prestar assistência às vítimas em situação de carência ou para impedir a
vitimização.
As vítimas são pessoas que, individual ou coletivamente tenham sofrido um
prejuízo, nomeadamente um atentado à sua integridade física ou mental,
um sofrimento de ordem moral, uma perda material ou um grave atentado
aos seus direitos fundamentais, como consequência de atos ou de omissões
violadores das leis penais em vigor num Estado Membro, incluindo as que
proíbem o abuso de poder.
Alternativa assinalada
Uma pessoa só pode ser considerada como vítima, se o autor do crime for identificado, porém
não for preso, processado e declarado culpado.
Um indivíduo que comete a conduta criminosa, posto que este somente a cometeu por
extrema necessidade, sendo nesse contexto, uma vítima da sociedade.
O direito penal objetiva, via de regra, tutelar os bens jurídicos tidos como mais importantes,
assim, dependendo do bem jurídico a ser protegido, o legislador, enquanto agente do processo de
criminalização primário, define a quantidade de pena a ser aplicada e a conduta especifica a ser
tipificada na lei penal.
A definição de um determinado fato como criminoso é balizada principalmente:
Alternativas:
Pelo modo como a sociedade reage ao cometimento deste.
 
Alternativa assinalada
Pelo que o legislador considera como errado com base em suas crenças e valores.
Pelo que o Chefe do Executivo à época considerar errado, tendo por base suas crenças e
valores.
Pelo que os dogmas das igrejas considera como errado.
27/09/2022 20:18 Colaborar - Av2 - Política Criminal e Processos de Criminalização
https://colaboraread.com.br/aluno/avaliacao/index/3407065701?atividadeDisciplinaId=13688438 3/3
e)
a)
b)
c)
d)
e)
5)
Pelo que os chefes do executivo dos estados e municípios consideram errado.
Sobre a segunda fase do processo de criminalização, chamada de “criminalização secundária”,
está é a continuação lógica da primária, tratando especificamente da efetiva ação punitiva do
Estado face a infringência de uma conduta tipificada pela norma penal.
Sobre a criminalização secundária, é correto afirmar que:
Alternativas:
A criminalização secundária trata especificamente da definição de um fato como criminoso.
 
Na fase secundária do processo de criminalização, temos a atuação de instituições como o
Agência Reguladora e o judiciário.
Na fase secundária do processo de criminalização, temos a atuação de
instituições como o Ministério Público, o judiciário e a polícia.
Alternativa assinalada
Na fase secundária do processo de criminalização, não prestam atuação instituições como o
Ministério Público, o judiciário e a polícia.
Na fase secundária do processo de criminalização, temos a atuação de políticos e
empresários..

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