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As mulheres vítimas do isolamento social e a Lei Maria da Penha 
INTRODUÇÃO
RESULTADOS
Paula Gabriele de Souza; Deivis Moroni Campos
Professora orientadora: Aline Pires Castilhos.
OBJETIVOS
METODOLOGIA
CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
O problema de pesquisa do presente trabalho é analisar o contexto social das vítimas do isolamento. Você já parou para pensar se você fosse à própria vítima, como você se sentiria? Ou, conhece alguém que seja vítima do isolamento social?!
No ano de 2021, uma à cada quatro mulheres são vítimas de algum tipo de violência na pandemia do Brasil, seja violência doméstica, verbal, violência psicológica ou até mesmo violência física. Em ocorrências registradas (2019) o vizinho aparecia em segundo lugar, pois em primeiro, era sempre o companheiro. Já em 2021, o vizinho acabou sumindo das respostas dando, infelizmente, lugar aos pais, irmãos, irmãs e outras pessoas de seu convívio familiar. O livro Maria da Penha escrito por Carolina Machado de Oliveira Azevedo, tutela jurisdicional, trás dados bastante alarmantes informando que o número 100 e 180 receberam 105.000 denuncias, onde 72% da violências ocorre dentro de casa. No brasil, existem campanhas como uso de mascaras roxa e sinal vermelho, precisando ser melhor divulgado. Nos tempos atuais, ainda é muito frisada a frase:
- Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher. Porém, essa forma de pensar imposta pelas pessoas, só faz aumentar o número de casos de mulheres vítimas de uma sociedade totalmente omissa. 
A partir disso, o principal objetivo é demonstrar as vitimas que passam pela a atual situação, o isolamento social. Inclusive, apresentar o quão importante é a existência da Lei 11.430, que em sete de agosto de 2006 foi definido o programa de cooperação Sinal Vermelho contra a violência doméstica, mais conhecida como Lei Maria da Penha, que completa quinze anos em 2021. 
A Lei Maria da Penha vem auxiliando diariamente no combate de violência contra mulheres, indo muito além do que apenas impor restrições ao agressor. A lei por si, cria mecanismos para cobrir a violência doméstica e familiar, conforme § 8° do art. 226 da Constituição Federal. 
Independente da lei estabelecida e das ações tomadas, as mulheres sentem-se fragilizadas por achar que estão sozinhas nessa guerra que existe entre o agressor e isolamento social criado na pandemia. 
Até hoje, existe uma barreira formada entre a mulher e a denúncia, onde com certeza, essa barreira do silêncio precisa ser quebrada para que diminua o aumento da violência dentro dos lares, lugar que por nós é sinônimo de segurança e não de tortura emocional, muito menos física. Um lar violento gera para o futuro próximo, pessoas agressivas, amedrontadas e muitas vezes sem esperança.
Além disso, é importante destacar que o confinamento social tornou-se a maior medida preventiva contra o contágio do corona vírus, porém com este afastamento das atividades físicas, mulheres de diversas idades e condições econômicas, encontram-se presas com parceiros agressivos e vemos o alarmante aumento da violência de gênero se tornar destaque em vários jornais pelo mundo.
Diante disso, através de pesquisas, estudos e divulgações nos primeiros anos escolares, acreditamos que terá uma diminuição massiva no futuro de maus tratos e agressões se houver atitudes, pois a importância de agir  sobre esses dados de forma perene é gritante e urgente, pois se não percebemos o quanto é importante a saúde física e mental, nunca teremos a valorização humana. O número 180 e 190 devem ser acionados a qualquer circunstância e de conhecimento como um todo, não apenas de alguns. 
LEI MARIA DA PENHA: 11340/2006 § 8° do art.226
LEI MARIA DA PENHA CAPÍTULO II, ART: 7º II 
Site G1: Por Paula Paiva Paulo SP 07/06/2021
Fórum Brasileiro de Segurança Pública, infográfico 2020
AZEVEDO, Caroline. Livro Maria da Penha, Tutela Jurisdicional.
O nível de pesquisa utilizado neste artigo foi justamente a pesquisa empírica, de uma maneira bem profunda, através de fontes verdadeiras e confiáveis, como: Lei Maria da Penha de 2006, livro da professora Caroline Machado de Oliveira Azevedo, Lei Maria da Penha/ tutela jurisdicional e site G1. 
O artigo trás a realidade de uma maneira bem clara, proporcionando reflexão profunda em um dos assuntos mais comentados e discutidos nos dias atuais. Então, foi utilizado uma estrutura lógica para que seja possível melhor compreender os argumentos apresentados na referida pesquisa. 
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O objetivo destas aulas é o de dar uma visão geral das características, componentes e funcionamento dos motores de combustão interna. 
Inicia-se com uma revisão do desenvolvimento histórico da tecnologia, que permite ao mesmo tempo ir introduzindo noções básicas de aspectos importantes de projeto. 
É mostrada uma classificação dos motores, segundo sua aplicação, sendo também mencionadas as características mais importantes, assim como o princípio de funcionamento dos motores de 4 e 2 tempos, os motores de ignição por centelha (ciclo Otto) e Diesel. 
É feita uma rápida menção do motor tipo Wankel, de cilindro rotativo. 
São reportadas também as áreas em desenvolvimento.

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