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PEDAGOGIA
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A UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DIGITAIS PARA USO EDUCACIONAL NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
CIDADE
2022
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A UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DIGITAIS PARA USO EDUCACIONAL NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Trabalho apresentado à Universidade UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média semestral nas disciplinas norteadoras do semestre letivo.
Tutor (a): XXXXXXXXX
CIDADE
2022
SUMÁRIO
1	INTRODUÇÃO	3
2	DESENVOLVIMENTO	4
3	CONCLUSÃO	9
REFERÊNCIAS	11
	
	
INTRODUÇÃO
Quando pensamos em aprender, não imaginamos mais fileiras de mesas e cadeiras com blocos e canetas. Nos últimos anos, a tecnologia se encontrou no centro de todos os ambientes educacionais e o facilitador final da aprendizagem remota ou híbrida.
Mudar para uma maneira totalmente nova de oferecer educação e ainda garantir que os alunos estejam envolvidos requer uma nova mentalidade e a tecnologia correspondente. 
Neste estudo, vamos falar sobre a Paula, a qual é uma professora dos anos iniciais do Ensino Fundamental, onde ela notou o interesse da classe na utilização de celulares, tablets e computadores no processo de aprendizagem. Frente a essa observação ela resolveu se aprofundar e estudar mais sobre essa abordagem. 
Em seus estudos, Paula notou que é possível trabalhar essas tecnologias dentro da BNCC e foi abrindo um leque de ideias para seu trabalho em sala de aula.
DESENVOLVIMENTO
2.1 A utilização de ferramentas digitais para uso educacional nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
As ferramentas digitais estão cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas e, consequentemente, também na educação. No entanto, é preciso saber como utilizá-las de forma adequada para que elas sejam realmente úteis e contribuam para o aprendizado.
Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, os alunos ainda estão aprendendo a ler e a escrever, além de outras habilidades básicas. Por isso, é importante que as ferramentas digitais sejam utilizadas de forma a auxiliá-los nesse processo.
A tecnologia está se tornando cada vez mais presente nas salas de aula e isso tem trazido diversos benefícios para os alunos. Eles têm acesso às últimas informações e podem aprender de forma mais rápida e interativa. Além disso, as ferramentas tecnológicas também proporcionam uma maior diversão na hora de aprender.
A tecnologia está cada vez mais presente no mundo do trabalho e, por isso, é importante que os estudantes estejam familiarizados com seu uso. Algumas das habilidades que podem ser desenvolvidas incluem o uso de ferramentas de produtividade, a criação de conteúdo digital e o gerenciamento de informações.
Ainda assim, as crianças aprendem de forma mais eficaz com orientação. O Fórum Econômico Mundial relata que, embora a tecnologia possa ajudar os jovens estudantes a aprender e adquirir conhecimento por meio de brincadeiras, por exemplo, as evidências sugerem que o aprendizado é mais eficaz por meio da orientação de um adulto, como um professor. (PANTOJA, 2018)
Isso inclui investir em treinamento e capacitação para que os professores estejam preparados para as novas ferramentas e plataformas digitais. Também é importante criar um ambiente propício para a inovação, onde os professores possam experimentar novas formas de ensino e aprendizagem. Por fim, é preciso garantir que todos os alunos tenham acesso às tecnologias necessárias para participar ativamente desses espaços online.
Durante a pandemia de coronavírus, foi essencial que os funcionários de instituições de ensino tivessem flexibilidade para explorar soluções criativas. Isso permitiu que as instituições continuassem a oferecer educação de qualidade mesmo durante essa crise. Além da exploração de soluções, a flexibilidade durante esses tempos difíceis foi de suma importância. Os funcionários precisavam estar dispostos a fazer sacrifícios para garantir que a Instituição continuasse a operar e oferecer seus serviços essenciais à comunidade.
Quando usada adequadamente, a tecnologia tem o potencial de ajudar os alunos de todas as idades e habilidades a se envolverem plenamente na aprendizagem, proporcionando maior acesso ao currículo e melhorando os resultados da aprendizagem.  Por exemplo, a tecnologia pode fornecer às crianças que lutam para se comunicar um meio eficiente de comunicação. Um exemplo é um aplicativo que permite que as crianças apontem para uma imagem ou uma série de imagens e depois digam as palavras que correspondem ao item selecionado. 
Os primeiros educadores devem ter em mente os níveis de desenvolvimento das crianças ao usar a tecnologia para a aprendizagem precoce. Ou seja, eles devem primeiro considerar o que é melhor para o desenvolvimento saudável da criança e, em seguida, considerar como a tecnologia pode ajudar os alunos iniciais a alcançar resultados de aprendizagem. A tecnologia nunca deve ser usada por causa da tecnologia. Em vez disso, deve ser usado apenas para aprender e atingir objetivos de desenvolvimento, que podem incluir ser usado como uma ferramenta durante o jogo.
Quando a tecnologia é usada em ambientes de aprendizagem precoce, ela deve ser integrada ao programa de aprendizagem e usada em rotação com outras ferramentas de aprendizagem, como materiais de arte, materiais de escrita, materiais de jogo e livros, e deve dar aos alunos iniciantes uma oportunidade de auto-expressão sem substituir outros materiais de aprendizagem em sala de aula. Há considerações adicionais para educadores quando a tecnologia é usada, como se um dispositivo específico irá substituir as interações com professores ou colegas ou se um dispositivo possui recursos que distrairiam o aprendizado
Para entender como usar a tecnologia adequadamente com crianças pequenas, as famílias e os primeiros educadores devem entender as diferenças entre o uso passivo e ativo da tecnologia. O uso passivo da tecnologia geralmente ocorre quando as crianças estão consumindo conteúdo, como assistir a um programa na televisão, em um computador ou em um dispositivo portátil sem reflexão, imaginação ou participação. O uso ativo ocorre quando as crianças usam tecnologias como computadores, dispositivos e aplicativos para se envolver em experiências significativas de aprendizagem ou de contar histórias. Os exemplos incluem compartilhar suas experiências documentando-as com fotos e histórias, gravando suas próprias músicas, usando software de bate-papo por vídeo para se comunicar com entes queridos ou usando um aplicativo para orientar o jogo físico. (PANTOJA, 2018)
O envolvimento profundo é menos provável de ocorrer quando um dispositivo é usado passivamente. Em muitas circunstâncias, o aprendizado mínimo ocorre quando as crianças usam dispositivos apenas para consumir vídeos por conta própria. No entanto, o tempo de tela não deve ser o único fator ao considerar o valor da interação de uma criança com a tecnologia, pois o conteúdo de vídeo de alta qualidade baseado em pesquisa pode levar a um processamento cognitivo profundo nas mentes de crianças pequenas. Como a maioria dos conteúdos não atende a esse padrão, os adultos precisam reconhecer que o que mais importa é se a mente da criança está ativa e profundamente engajada com o conteúdo. Uma maneira de um adulto saber se uma criança está engajada ativamente com o conteúdo é um adulto assistir com ela (conhecida como co-visualização) e orientá-la para um envolvimento mais profundo. (BARROSO, 2015).
Da mesma forma, os adultos precisam ser cautelosos ao presumir que uma criança que usa um dispositivo de maneira fisicamente atraente reflete um aprendizado ativo. Embora ações como deslizar ou pressionar dispositivos possam parecer interativas, se a criança não aprender intencionalmente com a experiência, ela não é considerada uso ativo. Para ser considerado uso ativo, o conteúdo deve permitir um processamento cognitivoprofundo e permitir a aprendizagem intencional e proposital no nível de desenvolvimento da criança.
2.2 Plano de Aula
Unindo a o ensino da língua portuguesa, e colocando as tecnologias digitais em pratica, elaborou-se o seguinte plano de aula:
	Plano de Aula
	Identificação
	Turma
	3º ano ensino fundamental
	
	Duração
	
	
	Tema de Aula
	Oralidade: escuta atenta
	Componente Curricular
	Língua Portuguesa
	Práticas de Linguagem
	Oralidade: escuta atenta
	Objetos de conhecimento
	Refletir sobre o relato oral/Registro formal e informal
	Habilidades
	EF15LP13
	Metodologia
	Inicialmente vamos inicia a aula com o seguinte questionamento em sala de aula: O que é uma escuta atenta? (É uma escuta que atenta para a modulação da voz, para marcadores típicos da fala [oralidade] - daí, então, pausas - que desaparecem no texto apenas lido - [oralização])
A seguir iremos projetar a fabula com a utilização de um datashow e uma caixa de som. A fabula esta disponível no youtube: A cigarra e as formigas. 
Os alunos irão realizar na pratica a escuta atenta.
Após em uma roda, cada aluno poderá relatar sobre o que observou e sobre seu aprendizado. 
	Recursos
	Internet, acesso ao Youtube, Datashow e caixa de som
	Avaliação
	Iremos realizar a avaliação 360º observando desde a participação, atenção e relatos de todos alunos. 
	Referências
	MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2004.
CONCLUSÃO 
O uso cuidadoso da tecnologia por pais e educadores iniciais pode envolver as crianças em habilidades-chave, como brincadeira, autoexpressão e pensamento computacional, que apoiarão o sucesso posterior em todas as disciplinas acadêmicas e ajudarão a manter a curiosidade natural das crianças pequenas.
 A tecnologia educacional tem seus desafios, principalmente quando se trata de implementação e uso. Por exemplo, apesar do crescente interesse no uso de AR, inteligência artificial e outras tecnologias emergentes, menos de 10% das escolas relatam ter essas ferramentas em suas salas de aula, de acordo com o Project Tomorrow. Preocupações adicionais incluem tempo excessivo de tela, a eficácia dos professores usando a tecnologia e preocupações com a equidade da tecnologia.
Com destaque para a crise do COVID-19 está a questão do conteúdo. Os educadores precisam ser capazes de desenvolver e avaliar o conteúdo educacional on-line, especialmente para incentivar os alunos a considerar um tópico de diferentes perspectivas. As ações urgentes tomadas durante esta crise não forneceram tempo suficiente para isso. O acesso é uma preocupação adicional – por exemplo, nem todo distrito escolar tem recursos para fornecer um laptop aos alunos, e a conectividade com a Internet pode não ser confiável em residências.
Além disso, enquanto alguns alunos prosperam em ambientes de educação online, outros ficam para trás por vários fatores, incluindo recursos de suporte. Por exemplo, um aluno que já teve dificuldades em ambientes presenciais pode ter ainda mais dificuldades na situação atual. Esses alunos podem ter contado com recursos que não têm mais em suas casas.
Ainda assim, a maioria dos alunos normalmente demonstra confiança no uso da educação on-line quando têm os recursos, como sugerem os estudos. No entanto, a educação online pode representar desafios para os professores, especialmente em locais onde não tem sido a norma.
Apesar dos desafios e preocupações, é importante observar os benefícios da tecnologia na educação, incluindo maior colaboração e comunicação, melhor qualidade da educação e aulas envolventes que ajudam a estimular a imaginação e a busca de conhecimento nos alunos.
REFERÊNCIAS
BARROSO, Felipe; ANTUNES, Mariana. Tecnologia na educação: ferramentas digitais facilitadoras da prática docente. Pesquisa e debate em educação, Juiz de Fora, v. 5, n. 1, 2015.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. p53-89 e 94-107. 
MOREIRA, V. N.; BATISTA, S. C. F.; RANGEL, I. R. da G. Alfabetização e letramento: avaliação de aplicativos móveis para os anos iniciais do Ensino Fundamental. Vértices, Campos dos Goytacazes/RJ, v.22, n.2, p. 298-320, maio/ago. 2020. 
PANTOJA, P. F.; FREITAS, S. P. da E.; SILVA, G. A. da. Avaliação formativa como ação significativa do processo de aprendizagem no ensino fundamental. Cairu em Revista – Sociedade, Educação Gestão e Sustentabilidade, Salvador – BA, no 11 – Ano 7 – Dez. 2018

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