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PROJETO DE REDE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA, COLETA DE ESGOTO E 
REDE DE DRENAGEM 
 
 
SANEAMENTO BÁSICO - ECV 
 
Tânia Oneda 
 Guilherme Campos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
JOINVILLE, 2020 
 
 
1 
 
 
ALEXANDRE B. DUTRA 
EVERSON GAMBETA 
JOÃO PERRONY 
JULIANE BERNICH DE SOUZA 
LARISSA MACHADO 
 
 
\ 
 
Sumário 
Resumo…………………………………………………….…………….………… pag. 03 
Introdução………………………………………………….…………..………….. pag. 04 
Objetivo Geral e Específico ………………………………….………………… pag. 05 
Cálculo da População ………………………….………...……………………. pag. 06 
Localização da Região….……………………………………………..………… pag. 08 
Traçado Inicial da Rede de Drenagem ...………………………..……..…….. pag. 09 
Escoamento Superficial….….…..……………………………………………… pag. 09 
Áreas de contribuição .….……....……………………………………………… pag. 11 
Cálculo das Sarjetas….………...……………….………...……………………. pag. 12 
Cálculo das Bocas de Lobo…...……………….………...……………………. pag. 14 
Definições traçado da rede...………………….……………………..………… pag. 15 
Dimensionamento de Galerias…….……………….……………..……..…….. pag. 15 
Rede de abastecimento……….….…………………………………...………… pag. 17 
 ​ Definições do traçado da rede………………………………………….…… pag 17 
 Planilha com cálculo de rede……………...………………......……..…….. pag. 19 
Projeto de rede de esgoto……………………..…………………………....….. pag. 21 
Plano de gerenciamento de resíduos sólidos………………………………. pag 22 
Referências Bibliográficas ……………………………………………….…….. pag 27 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
 
\ 
 
RESUMO 
 Este projeto tem como objetivo a realização e entrega de um projeto 
completo de rede de abastecimento de água, coleta de esgoto e rede de drenagem. 
Irá se suceder através de etapas, que envolvem a escolha de um local da cidade de 
Joinville-SC, de preferência da equipe, com o devido levantamento populacional 
dessa área escolhida, e assim se dará início aos dimensionamentos de rede de 
abastecimento de água, coleta de esgoto, rede de drenagem e também a 
apresentação de um plano de gerenciamento de resíduos sólidos. Sendo o projeto 
final composto pelos devidos memoriais de cálculos, memoriais descritivos e 
pranchas de cada etapa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
\ 
 
 
INTRODUÇÃO 
Projetos como os de abastecimento de água, coleta de esgoto e rede de 
drenagem, devem se ter como os mais importantes para uma comunidade, não são 
apenas para melhoria estética ou conforto, são questões essenciais de saúde e 
segurança a todos. Através desses projetos podemos evitar casos de doenças 
como diarreia, cólera, febre, tifóide e hepatite; e catástrofes como alagamentos, 
enchentes e inundações. 
O abastecimento de água deve seguir todos os requisitos para que a água 
seja potável, acessível e de quantidade suficiente para todos. 
A coleta de esgoto se faz necessária pois os dejetos humanos são 
transmissores de muitas doenças, o projeto de esgoto deve ser muito bem realizado 
para que não gere problemas a nenhum indivíduo. 
Cada vez mais se é visto cidades que sofrem com inundações e 
alagamentos, em sua grande maioria faltam sistemas de drenagem ou se já o 
possuem necessitam de melhorias e manutenções. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
\ 
 
 
OBJETIVO GERAL E ESPECÍFICO 
O objetivo geral do presente trabalho é realizar um estudo completo no bairro 
Iririú da cidade de Joinville, desde da escolha de um local, levantamentos dos 
dados, pesquisa sobre uma rede de abastecimento de água, coleta de esgoto e 
rede de drenagem e execução de um plano de gerenciamento de resíduos, levando 
em consideração uma solução prática e acessível para a hipótese de 
implementação desse projeto. 
Iririú é um bairro situado no município de Joinville, no estado de Santa 
Catarina. Localizado na zona leste do município, o bairro possui uma área de 6,26 
km². O bairro Iririú tem seu solo ocupado por 81,6% de residências, 11,0% de 
comércios/serviços, 0,4% de indústrias e 7,0% baldio. 
 
Figura 1-​Imagens de todos os bairros de Joinville 
 
5 
 
\ 
 
 
Figura 2 - Localização do bairro Iririú 
 
 
 
CÁLCULO DA POPULAÇÃO 
Para realizar o cálculos da população, primeiro foram encontrados os valores 
da população do bairro Iririú, que foi o lugar escolhido para o estudo, esses dados 
foram retirados do IBGE, e do site de Joinville bairro a bairro . 
Estimativa da população em determinado ano: 
2000 - 21.357 
2010 - 22.344 
 
2020 - 24.696 
Método Aritmético 
Ka= P2-P1 / t2-t1 
Ka= (24696 -22344) / (2020-2010) 
Ka=235,2 ​ --> ​Constante de variação da população por unidade de tempo 
 
P=P2 + Ka (t-t2) 
 
P=24.696 + 235,2 (2030-2020) 
 
P=27.048 
6 
 
\ 
 
 
 
Método Geométrico 
 
Kg= (ln P2 -ln P1) / (t2 - t1) 
 
Kg= ( ln 24.696 - ln 22.344) / (2020-2010) 
 
Kg=10.00834586x10-³ 
 
P= P2 x e^(kg (t-t2)) 
P=24.696 x e^(10,00834586x10-³(2030-2020)) 
 
P=24.295 
 
 
Método Curva Logística 
 
Para nosso dimensionamento este método não se encaixa devido a condição de 
que P0 x P2 deve ser menor que P1². 
 
P0 x P2 = 21357 x 24696 = 527432472 
 
P1² = 22344² = 499254336 
 
P1² < P0 x P2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
 
\ 
 
LOCALIZAÇÃO DA REGIÃO 
Foi definido uma quadra localizada no bairro Iririú para a realização do 
projeto, a partir disso foi definido uma prévia de trechos a serem dimensionados. 
 
 
Figura 3- Localização da quadra em estudo 
 
Fonte: Adaptado pelos autores; Google Maps (2020) 
 
 
Figura 4- Localização da quadra em estudo 
 
Fonte: Adaptado pelos autores; Google Maps (2020) 
 
8 
 
\ 
 
TRAÇADO INICIAL DA REDE DE DRENAGEM 
Em seguida foi feito um esboço apontando os poços de visitas, bocas de 
lobos e o sentido do escoamento do trecho selecionado. No total foram dez poços 
de visita e doze bocas de lobo. 
 
 
Figura 5- Traçado inicial da rede 
 
Quadra escolhida para dimensionamento da rede (Arquivo anexo) 
 
 
 
ESCOAMENTO SUPERFICIAL 
 
COEFICIENTE DE ESCOAMENTO 
 
Sendo a área estudada em sua totalidade urbanizada, adotou-se o 
coeficiente de escoamento superficial como 0,6 . 
 
EQUAÇÃO DE CHUVA 
 
Foi considerado para o cálculo do projeto um tempo de concentração de 10 
min e o período de retorno de acordo com o Manual de Drenagem de Joinville de 10 
anos. A seguir encontra-se o cálculo da intensidade. 
 
i = 1,14× ×[75,802−27,068×ln(−ln(1−1/T ))−15,622] × 60e1,5 x ln (ln t /7,3 ) 
 ------------------------------------------------------------------------------------ 
9 
 
\ 
 
t 
 
i = 1,14× x[75,802−27,068×ln(−ln(1−1/10))−15,622] × 60e1,5 x ln (ln 10/7,3 ) 
 ------------------------------------------------------------------------------------------ 
 10 
i = 146,73 mm/h 
i (mm/h) / 6 = 24,455 m³/s.ha 
 
Sendo: 
i : Intensidade da chuva (mm/h); 
T: Tempo de retorno (anos); 
tc: Tempo de concentração (min). 
 
 
VAZÃO DE PROJETO 
 
Para calcular a vazão de projeto foi considerado o coeficiente de rugosidade 
de manning de 0,014, declividade longitudinal de 0,005 m/m, declividade da sarjeta 
de 3 % e a altura de escoamento de 0,13 m. A resolução dos cálculos segue abaixo. 
Q = ​A x Rh²/³ x ​√I 
 n 
onde: 
Q = capacidade da rua 
A = área molhada 
RH= raio hidráulico 
n= Coeficiente de rugosidade de Manning 
Irua= Declividade da rua (m/m) 
 
 
Dados utilizados: 
● n = 0,014 
● Declividade = 0,005 m/m 
● h = 0,13 m 
● Declividade sarjeta = 3% 
 
100​ = ​3 
 x 0,13 x = 4,33m 
 
10 
 
\ 
 
● Área seção: A = ​0,13 x 4,33 ​= 0,2815 m 
 2 
 
● Hipotenusa: H² = 0,13² + 4,33² = 4,332m 
● Perímetro molhado: 4,332 + 0,13= 4,462m 
 
● Raio hidráulico: Rh = A/P = 0,2815/4,462 = 0,0631 
 
Aplicando na fórmula: 
Q = ​A x Rh²/³x​√0,005 
 0,014 
Q = 0,2253 m³/s 
*Para os dois lados 
Q = 0,2253 x 2 
Q = 0,4506 m³/s 
 
ÁREAS DE CONTRIBUIÇÃO 
 
Foram calculadas as estimativas das áreas de contribuição para 
posteriormente realizar os cálculos das vazões. 
 
Figura 6 - Separação das áreas de contribuição 
 
Fonte: autores 
11 
 
\ 
 
CÁLCULO DE SARJETAS 
 
INFORMAÇÕES DO LOCAL 
 
 
 
Utilizando os dados e as fórmulas da vazão foram realizados os cálculos pelo 
método de Manning. Foi considerada uma altura de 0,13 cm para cálculo de 
capacidade para evitar o transbordamento. 
Q = 0,278.C.i.A 
 
onde: 
Q: Vazão de contribuição (l/s); 
C: Coeficiente de escoamento superficial; 
i : Intensidade da chuva; 
A: Área de contribuição para o poço de visita (km2). 
 
12 
 
Trecho Rua Cota 
montante 
Cota jusante Desnível 
da rua 
Comprimento Declividade Área de 
contribuição 
a1-a2 rua iririu 14,42 12,8 1,62 45 0,036 0,001285 
a2-b1 rua 
tangará 
12,8 13,8 -1 40 0,025 0,003096 
b1-b2 rua 
tangará 
12,8 13,8 -1 44,5 0,02247191 0,003551 
b2-b3 rua 
tangará 
12,8 13,8 -1 44,5 0,02247191 0,00344 
b3-c1 rua 
tangará 
12,8 13,8 -1 40 0,025 0,001179 
c1-c2 rua 
baercker 
13,8 13,15 0,65 41,5 0,01566265 0,001122 
c2-d1 rua videira 13,15 14,42 -1,27 39 0,03256410 
 
0,00268 
d1-d2 rua videira 13,15 14,42 -1,27 44 0,02886363 
 
0,003185 
d2-d3 rua videira 13,15 14,42 -1,27 47 0,02702127 
 
0,003026 
d3-a1 rua videira 13,15 14,42 -1,27 39 0,03256410 0,000962 
 
\ 
 
Q = ​A x Rh²/³x​√ I 
 n 
onde: 
Q Capacidade da rua (m3/s); 
A: Área molhada considerando triângulo (m2); 
RH : Raio hidráulico (m); 
Irua : Declividade longitudinal da rua (m/m); 
n: Coeficiente de rugosidade de Manning (0,014 
 
 
* 
 
 
** 
 
 
 
13 
 
 * ** 
Trecho Rua Comprimento 
m 
Declividade 
m/m 
Área de 
contribuição 
Km2 
Vazão de 
escoamento 
/ s m3 
Vazão da 
sarjeta 
/ s m3 
a1-a2 rua iririu 45 0,036 0,001285 0,314498147 0,604671761 
a2-b1 rua 
tangará 
40 0,025 0,003096 0,757732501 0,503893134 
b1-b2 rua 
tangará 
44,5 0,02247191 0,003551 0,869091768 0,477736508 
b2-b3 rua 
tangará 
44,5 0,02247191 0,00344 0,841925002 0,477736508 
b3-c1 rua 
tangará 
40 0,025 0,001179 0,28855511 0,503893134 
c1-c2 rua 
baercker 
41,5 0,015662651 0,001122 0,274604608 0,398842166 
c2-d1 rua 
videira 
39 0,032564103 0,00268 0,655918315 0,575092883 
d1-d2 rua 
videira 
44 0,028863636 0,003185 0,779514863 0,541432048 
d2-d3 rua 
videira 
47 0,027021277 0,003026 0,740600307 0,523867393 
d3-a1 rua 
videira 
39 0,032564103 0,000962 0,235445306 0,575092883 
 
\ 
 
CÁLCULO DAS BOCAS DE LOBO 
 
Após saber as vazões e a capacidade das sarjetas pode-se verificar onde é 
necessário colocar bocas de lobo, ou seja, onde a capacidade da sarjeta não 
consegue suportar a vazão do trecho. 
Para dimensionar a boca de lobo guia consideramos a altura da água de 
0,13 m e já sabendo a vazão calculamos o comprimento da soleira. Utilizando a 
fórmula a seguir. 
 
Q = 1, 7 × L × y3/2 
 
onde: 
Q: Vazão de escoamento pela boca de lobo (m3/s); 
L: Comprimento da soleira (m); 
y: Altura de água próxima a abertura da guia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
Trecho Rua Vazão de 
escoamento 
Vazão da 
sarjeta 
Boca de 
lobo 
Soleira 
a1-a2 rua iririu 0,314498147 0,604671761 não - 
a2-b1 rua tangará 0,757732501 0,503893134 sim 9,509695 
b1-b2 rua tangará 0,869091768 0,477736508 sim 10,90728 
b2-b3 rua tangará 0,841925002 0,477736508 sim 10,56633 
b3-c1 rua tangará 0,28855511 0,503893134 não - 
c1-c2 rua baercker 0,274604608 0,398842166 não - 
c2-d1 rua videira 0,655918315 0,575092883 sim 8,231907 
d1-d2 rua videira 0,779514863 0,541432048 sim 9,783068 
d2-d3 rua videira 0,740600307 0,523867393 sim 9,294683 
\ 
 
DEFINIÇÕES TRAÇADO DA REDE 
 
As galerias de águas pluviais e a rede de esgoto têm papel fundamental na 
manutenção da infraestrutura de uma cidade. A utilização indevida dessas redes 
pode trazer diversos problemas para a população, principalmente nas épocas de 
chuva, em que diversos alagamentos acontecem devido à má manutenção ou à 
incapacidade das galerias pluviais de dar vazão à água. Para a elaboração desse 
projeto foi adotado um sistema de galerias circulares com declividade mínima de 
1,5%. 
Abaixo segue um exemplo de corte transversal de uma galeria pluviométrica. 
 
 
Figura 7 - Detalhamento de corte transversal da rua 
 
 
DIMENSIONAMENTO DE GALERIAS 
 
Após a captação feita pelas bocas de lobo é necessário que tudo esteja ligado 
nas galerias, neste projeto adotou-se galerias circulares de concreto e declividade 
mínima de 1,5%. Utilizando as fórmulas abaixo completou-se a tabelas com os 
resultados. 
D = 1,55 x ( )
S1/2
Q x n 3/8 
 
Fh = Q x n
D x S8/3 1/2
 
 
v = n
Rh x S2/3 1/2 
 
15 
 
\ 
 
te = velocidade
comprimento 
 
onde: 
Q: Vazão (m3/s); 
D: Diâmetro da galeria circular (m); 
n: Coeficiente de rugosidade de Manning (0,014); 
S: Declividade da galeria (m/m); 
Fh: Fator hidráulico; 
v: Velocidade do escoamento na galeria (m/s); 
te: tempo de escoamento (min). 
 
16 
 
Trecho Comp. Área de 
contribuição 
Vazão Decliv. Diâmetro 
calculado 
Diâmetro 
(adotado) 
Fh Rh /D RH Velocidade Tempo 
escoamento 
a1-a2 45 0,001285 0,314498147 0,036 0,3676 m 400 mm 0,248 0,292
5 
0,117 3,49 m/s 10,215 min 
a2-b1 40 0,003096 0,757732501 0,025 0,547 m 600 mm 0,3068 0,304
25 
0,167 3,69 m/s 10,1807 min 
b1-b2 44,5 0,003551 0,86909 0,02247 0,587 m 600 mm 0,294 0,303
3 
0,182 3,70 m/s 10,2005 min 
b2-b3 44,5 0,00344 0,841925002 0,22472 0,5797 m 600 mm 0,285 0,302
0 
0,181 3,69 m/s 10,201 min 
b3-c1 40 0,001179 0,28855511 0,025 0,381 m 400 mm 0,273 0,299
3 
 0,120 2,96 m/s 10,225 min 
c1-c2 41,5 0,001122 0,274604608 0,01566 0,408 m 450 mm 0,24 0,289
0 
 0,130 2,47 m/s 10,28 min 
c2-d1 39 0,00268 0,655918315 0,032564 0,493 m 500 mm 0,30 0,303
8 
 0,152 3,95 m/s 10,1645 min 
d1-d2 44 0,003185 0,779514863 0,02886 0,5385 m 600 mm 0,233 0,287
2 
0,172 4,04 m/s 10,1815 min 
d2-d3 47 0,003026 0,740600307 0,02702 0,535 m 600 mm 0,229 0,285
2 
 0,171 3,895 m/s 10,201 min 
d3-a1 39 0,000962 0,235445306 0,03256 0,336 
 
350 mm 0,279 
 
 
 
 
 
 
0,300
3 
 
 
 
 0,105 3,089 m/s 10,21 min 
 
 
 
 
\ 
 
 
 
 Figura 8- Traçado de rede 
 
 
REDE DE ABASTECIMENTO 
 
● DEFINIÇÕES DO TRAÇADO DA REDE 
 
Figura 9- Determinação das áreas de contribuição 
 
 
 
 
 
 
 
17 
 
 
 
\ 
 
 
 
 
 
 
Figura 10 - Determinação das áreas de contribuição 
 
 
 
Figura 11 - Determinação dos nós, cotas e posicionamento do reservatório 
 
 
 
 
 
 
18 
 
\ 
 
 
 
 
 
 
Figura 12 - Determinação das vazões 
 
 
 
PLANILHA COM CÁLCULO DA REDE 
 
 
A população estimada para nossa quadra foi calculada da seguinte maneira. 
Em nossa projeção de população para 2030 no bairro Iririú, chegamos a um valor, 
pelo método aritmético, de 27048 pessoas, desse modo, considerando que o bairro 
tem 6,26 km² (626 ha) de extensão, foi realizada a média populacional por hectare. 
Onde foi possível estabelecer que a quadra escolhida, que possui 7244,6859 m² 
(0,72446859 ha) teria uma população de aproximadamente 31,30 pessoas. A partir 
desse momento segue-se o preenchimento da planilha, usando o método 
Hardy-Cross. 
 
19 
 
\ 
 
 
Dimensionamento da rede através da planilha (anexo) 
 
 
Dimensionamento da rede através da planilha (anexo) 
 
 
Dimensionamento da rede através da planilha (anexo) 
 
 
 
 
 
20 
 
\ 
 
PROJETO DE REDE DE ESGOTO 
 
Esta rede é implantada em ruas, avenidase locais de servidão, captando o esgoto 
sanitário de residências e indústrias. 
Para nosso dimensionamento de rede de esgoto, foi necessário em alguns trechos 
realizar uma escavação mais profunda, para apresentar uma declividade aceitável. 
Direcionamos o contribuídos para o mesmo interceptor, como a imagem a seguir: 
 
 
 
 
Vazão doméstica inicial 
= =Qd.i 86400
C . K . P . q2 i 
 
Coeficiente de contribuição linear inicial 
= + T xi Li
K . Q2 dj T inf = 
 
 
21 
 
\ 
 
Vazão doméstica final 
=Qd.f = 862400
C . K . K . P . q1 2 f 
 
Coeficiente de contribuição linear final: 
= + T xi Lf
K K . Q1 2 d f T inf = 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 
 
No Brasil, aproximadamente cada indivíduo descarta cerca de 1 kilo de resíduos 
por dia. O valor total de resíduos sólidos urbanos no Brasil é de aproximadamente 
78,6 milhões de toneladas, e cerca de 31,9% é material reciclável como papel, 
plástico, metais e vidros, 51,4% matéria orgânica, e 16,7% outros materiais. Em 
resumo, apenas 3% dos resíduos gerados são reciclados. Mais de 74 toneladas de 
resíduos recebem destino inadequado . 
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O gerenciamento de resíduos é a adoção de efetiva e sistemática de um conjunto 
de ações nas etapas de coleta, transporte, tratamento e destinação final 
ambientalmente adequada. 
A seguir trouxemos um plano de gerenciamento de resíduos sólidos (PGRS), de 
uma construtora com uma obra localizada no centro de Joinville. 
 
 
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 
Razão Social: Carvalho Serra Eng. e Consult. 
CNPJ: 28.687.725/0001-19 
Endereço: Rua Abdon Batista, 207, Centro Joinville/SC 
 
2. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 
Denominação: Condominio do Edificio Residencial e Comercial Riviera 
Endereço: Rua Iririú, 207, Iririú 
Cidade/UF: Joinville/SC 
 
3. INTRODUÇÃO 
A geração dos Resíduos da Construção Civil se deve, em grande parte, às perdas 
de materiais de construção nas obras através do desperdício durante o seu 
processo de execução, assim como pelos restos de materiais que são perdidos por 
danos no recebimento, transporte e armazenamento. 
 
 
4. CLASSIFICAÇÃO E DESTINAÇÃO 
 
 
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Tipo Definição Exemplos Destinações 
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5. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS 
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Classe 
A 
Resíduos reutilizáveis ou 
recicláveis como 
agregados 
Resíduos de pavimentação e 
de outras obras de 
infraestrutura, solos 
provenientes de terraplanagem; 
Resíduos de componentes 
cerâmicos (tijolos, blocos, 
telhas, placas de revestimentos, 
etc), argamassa e concreto; 
Resíduos oriundos de processo 
de fabricação e/ou demolição 
de peças pré-moldadas em 
concreto (blocos, tubos, meios 
fios) produzidos em canteiro de 
obras 
Reutilização ou 
reciclagem na forma de 
agregados, ou 
encaminhados as área de 
aterro de construção civil 
sendo dispostos de forma 
a permitir sua utilização 
ou reciclagem futura. 
Classe 
B 
São os resíduos 
recicláveis para outras 
destinações. 
Plásticos, papel, papelão, 
metais, vidros, madeiras e 
oriundos do gesso 
Reutilização/reciclagem 
ou encaminhamento a 
áreas de armazenamento 
temporário sendo 
dispostos de modo a 
permitir sua utilização 
futura. 
Classe 
C 
São os resíduos para os 
quais não foram 
desenvolvidas 
tecnologias ou 
aplicações 
economicamente viáveis 
que permitam a sua 
reciclagem/recuperação 
Sacas diversas não recicláveis, 
lixas e outros 
Armazenamento, 
transporte e destinação 
conforme normas 
técnicas específicas. 
Classe 
D 
São os resíduos 
perigosos oriundos da 
construção civil 
Tintas, solventes, óleos e 
outros, ou aqueles 
contaminados oriundos das 
demolições reforma e reparos, 
indústrias e outros. 
Armazenamento, 
transporte e reutilização 
conforme normas 
técnicas específicas. 
 
 
 
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6. QUANTIDADE ESTIMADA DE GERAÇÃO DE RESÍDUOS 
 
 
7. DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS 
 
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA 
 
POPULAÇÃO IRIRIU - JOINVILLE. População.net, 2010. Disponivel em: 
<​http://populacao.net.br/populacao-iririu_joinville_sc.html​> 
 
FEBER, Maria Nazaré. Joinville bairro a bairro. FUNDAÇÃO INSTITUTO DE 
PESQUISA E PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 
DE JOINVILLE - IPPUJ, 2015. 
 
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. IBGE. Disponivel em 
:<https://www.ibge.gov.br/> 
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http://populacao.net.br/populacao-iririu_joinville_sc.html

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