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Questão 1/10 - Filosofia da Ciência Leia o fragmento de texto a seguir: “Para Kant (1999, p. 487), “considerar-algo-verdadeiro [...] é um evento em nosso entendimento que, embora podendo repousar sobre fundamentos objetivos, também exige causas subjetivas na mente daquele que julga””. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MIRANDA, Luiz. Felipe. Sigwalt de. Introdução Histórica à Filosofia das Ciências. Curitiba: InterSaberes, 2016. p. 48. De acordo com o fragmento de texto e com os conteúdos do livro-base Introdução histórica à filosofia das ciências sobre a concepção de senso no que tange o ato de julgar segundo a teoria dos juízos de Kant, assinale a afirmativa correta: Nota: 10.0 A Senso, de modo geral, é o mesmo que a faculdade do juízo. B Uma concepção simples do juízo é o mero ato de decidir entre o certo e o errado. C Segundo Kant, o juízo sintético é uma proposição em que o predicado acrescenta algo à compreensão do sujeito. Você acertou! “Para avaliarmos com maior detalhe os conceitos que envolvem o senso comum, é importante que nos dediquemos um pouco à tarefa de examinar o que vem a ser um senso. No dicionário de filosofia de Nicola Abbagnano, encontramos o seguinte significado para o verbete senso: ‘Capacidade de julgar em geral’ [...]. Ora, julgar é uma ação de nosso juízo. Existe uma vasta bibliografia acerca de juízo na filosofia. Fiquemos com duas concepções, uma mais simples, outra um pouco mais elaborada. A mais simples confere ao termo juízo o seguinte significado: ato de decidir (julgar) sobre algo (mera ação do juízo, ou seja, julgar). A outra concepção, a qual desejo explanar um pouco, é mais complexa e foi elaborada por Immanuel Kant em sua famosa obra ‘Crítica da razão pura ‘(1781). Para abordarmos essa concepção, usaremos por ora apenas o conceito kantiano de juízo sintético. O juízo sintético ocorre quando, dada uma proposição (enunciado do tipo ‘sujeito verbo predicado’, que pode ser declarado verdadeiro ou falso), o seu predicado acrescenta algo à compreensão do sujeito. No exemplo kantiano ‘os corpos são pesados’, ‘pesados’ (predicado) é acrescentado ao conceito de ‘corpo’ (sujeito). Esse acréscimo em específico ocorre somente com recurso à experiência. Kant divide juízos sintéticos em a priori e a posteriori. Os juízos sintéticos a posteriori, tal como o exemplo dos ‘corpos pesados’ que acabamos de ver, são simplesmente derivados da experiência e, para Kant, são contingentes e não universais. Os juízos sintéticos a priori, por outro lado, são necessários, universais, independentes da experiência e ampliam nosso conhecimento [...]. Kant dedica a Crítica da razão pura para explicar a como são possíveis de juízos sintéticos a priori. Essa passagem por Kant nos auxilia pelo menos a assimilar que possuímos modos de julgar e que o juízo das questões acerca dos fatos pode ser a posteriori (contingentes e não universais) ou a priori (necessários e universais). Mas, independentemente do tipo de juízo sintético, ambos ampliam nosso conhecimento” (livro-base, p. 46-48). D Kant assevera que juízos sintéticos a posteriori são necessários, universais e independentes da experiência. E Para Kant, somente juízos sintéticos a priori são capazes de ampliar o nosso conhecimento. Questão 2/10 - Filosofia da Ciência Leia o fragmento de texto a seguir: “Mas o princípio da indução não deveria ser um problema porque, uma vez que o número de observações seja grande, percebidas sob diversas condições (controladas), um princípio generalizante pode ser extraído, desde que nenhuma ocorrência venha a conflitar com ele”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MIRANDA, Luiz. Felipe. Sigwalt de. Introdução Histórica à Filosofia das Ciências. Curitiba: InterSaberes, 2016. p. 57. Conforme os conteúdos abordados no livro-base Introdução histórica à filosofia das ciências assinale a alternativa que responde o motivo da rejeição do princípio da indução, por parte de David Hume: Nota: 0.0 A Pois o princípio é autêntico e tem como fundamento a pesquisa. B Pois o princípio é científico. C Pois o princípio é circular, tem como fundamento o próprio princípio da indução. A rejeição do princípio de indução (originalmente proposto por David Hume no século XVIII) configura-se na não aceitação do argumento base que justifica tal princípio, pois ele é circular. Ou seja, o fundamento do princípio da indução é o próprio princípio de indução. A compreensão disso torna-se simples se colocarmos da seguinte forma: como o princípio da indução mostrou-se bem-sucedido em diversos casos, por indução dizemos que ele será bem-sucedido para todos os casos. Isso é justamente o princípio da indução aplicado ao próprio princípio da indução e, portanto, uma circularidade. Um argumento circular não é uma justificativa válida. O segundo problema segue da relação lógica por detrás de juízos hipotéticos, tais como ‘se agora o céu está nublado, cinza e venta forte, então choverá’ (da relação lógica de implicação material). A tautologia usada em nosso exemplo é o modus ponens que pode ser expressa na forma p ? (p ? q) ? q. Ou seja, dado o princípio causal acima, e uma vez que se observa que ‘agora o céu está nublado, cinza e venta forte’, extraímos a verdade que ‘choverá’. Mas qual a relação causal entre o céu estar nublado, cinza e ventar forte com chover? Bem, as relações lógicas são incapazes de exprimir a causa das questões sobre fatos. Se considerarmos que as relações lógicas são suficientes para exprimir a necessidade das questões de fato, então lógicas do tipo ‘se hastear a bandeira do meu time de coração, então ele ganhará’ influenciarão fatos futuros. Caso alguém hasteie a bandeira de seu time de coração, segue-se necessariamente que seu time de coração irá ganhar. A relação lógica de implicação material que foi aplicada tanto no caso da previsão do tempo de nosso agricultor hipotético quanto no resultado da vitória do time do coração e a bandeira hasteada é incapaz de exprimir a relação de causa” (livro-base, p. 57,58). D Pois o princípio é legítimo. E Pois o princípio é exato e com fundamento. Questão 3/10 - Filosofia da Ciência Leia o seguinte fragmento de texto: “Para efetuar suas previsões, uma equipe de meteorologistas tem à sua disposição instrumentos (satélites, computadores de alto processamento, simuladores de clima, barômetros, termômetros, higrômetros de alta precisão etc.) e sobretudo um modelo teórico geoclimatológico”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MIRANDA, Luiz. Felipe. Sigwalt de. Introdução Histórica à Filosofia das Ciências. Curitiba: InterSaberes, 2016. p. 29. Com base nos conteúdos abordados no livro-base Introdução histórica à filosofia das ciências sobre a segunda diferença entre ciência e saber comum, é correto afirmar que: Nota: 10.0 A É a falta de um modelo teórico. B É a presença de um modelo teórico que se encontra inserido em um complexo teórico ainda maior e conectado a outras teorias. Você acertou! Uma segunda diferença é a presença de um modelo teórico que se encontra inserido em um complexo teórico ainda maior e conectado a outras teorias (Livro-base, p. 30). C É a presença de modelos aleatórios sem um complexo teórico para análise. D É a presença de modelos abstratos e sem fundamentação. E É a presença de opiniões sem investigação e pesquisa. Questão 4/10 - Filosofia da Ciência Leia o fragmento de texto a seguir: “A filosofia é, por vezes, entendida como uma atividade arbitrária, ou seja, um campo do saber em que “tudo vale”. Se levássemos a sério essa afirmação, então imperaria na filosofia a falta de consenso, mas não é o que acontece em todos os casos”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MIRANDA, Luiz. Felipe. Sigwalt de. Introdução Histórica à Filosofia das Ciências. Curitiba: InterSaberes, 2016. p. 22. Conformeos conteúdos abordados no livro-base Introdução histórica à filosofia das ciências sobre o conceito de problemas filosóficos, é correto afirmar que: Nota: 10.0 A As verdadeiras perguntas filosóficas não conduzem a paradoxos. B As verdadeiras perguntas filosóficas conduzem a religião. C As verdadeiras perguntas filosóficas conduzem a ciência. D As verdadeiras perguntas filosóficas conduzem ao ceticismo. E As verdadeiras perguntas filosóficas conduzem a paradoxos. Você acertou! “Segundo Machado, as ‘verdadeiras perguntas filosóficas’ [...] conduzem a paradoxos (ou seja, estes são a real motivação dos filósofos). Mas por que paradoxos? Porque eles ‘nos mostram que não temos uma clareza reflexiva sobre o conteúdo de conceitos fundamentais e, portanto, de intuições fundamentais que são expressas por meio desses conceitos’. [...]. Um famoso paradoxo foi enunciado por Sócrates, por meio de Platão, em Teeteto. Ele afirma que ‘aquele que tem [ciência ignora] aquilo que sabe não devido à sua ignorância, mas [devido à sua própria ciência]’. [...]. Em outras palavras, o paradoxo consiste em alguém ser ignorante não porque não sabe, mas por saber muito. Segundo as orientações de Machado, esse paradoxo revela uma falta de clareza do conceito que temos de conhecimento. Agora, por que a pergunta O que é celular? Não é filosófica, segundo Machado? Porque ela não produz um paradoxo em nossas intuições. Se alguém for interpelado com essa pergunta, responderá com uma descrição física do celular ou de seu funcionamento, ou dos dois, ou, ainda, simplesmente apontando acaso esteja próximo de um” (livro-base, p. 25-27). Questão 5/10 - Filosofia da Ciência Leia o fragmento de texto a seguir: “Descartes usou o termo latino sensus communis numa noção que se aproxima da aristotélica porque está voltada apenas aos sentidos, porém, os significados são fundamentalmente diferentes”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MIRANDA, Luiz. Felipe. Sigwalt de. Introdução Histórica à Filosofia das Ciências. Curitiba: InterSaberes, 2016. p. 51. Levando em consideração o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base Introdução histórica à filosofia das ciências sobre a concepção de sensus communis, assinale a alternativa correta: Nota: 0.0 A Sensus communis não exprime a sensibilidade humana para com os outros humanos e para com a comunidade. B Nos escritores latinos, como Cícero, sensus communis significa costume, gosto, modo comum de viver ou de falar. Segundo o livro-base: “Sensus communis exprime a sensibilidade humana para com outros humanos e para com a comunidade. Abbagnano esclarece esse outro significado em seu verbete senso comum: ‘Nos escritores clássicos latinos, essa expressão tem o significado de costume, gosto, modo comum de viver ou de falar’ [...]. Nas palavras de Cícero, podemos perceber a forte relação entre o senso comum e a retórica: ‘O conhecimento de outras artes é adquirido de fundamentos obscuros e abstrusos, mas a eloquência consiste no mais óbvio dos princípios, o conhecimento da vida comum, nos hábitos e na conversação do gênero humano. Em outras artes, aquele que se sobressai é o homem que avança profundamente na estrada mais distante do conhecimento; ao passo que, na eloquência, o erro mais temível que pode ser cometido é desviar-se em expressões abstrusas, descompassar-se do senso comum’. [...]. No período moderno, o senso comum ainda mantém uma certa relação com a retórica. Mas, por vezes é considerado ou de forma pejorativa (preconceito e superstição) ou de forma enaltecedora (autoridade)” (livro-base, p. 50,51). C Cícero afirma que sensus communis não tem relação com a retórica e que a eloquência é um princípio obscuro. D O sensus communis, segundo Cícero, distancia-se do conhecimento da vida comum, dos hábitos e da conversação. E A eloquência, segundo Cícero, inevitavelmente orienta-se em direção das expressões abstrusas. Questão 6/10 - Filosofia da Ciência Considere o seguinte fragmento de texto: “As relações das observações desses três aspectos da natureza (ou fenômenos naturais) é um mistério para quem desconhece esse saber prático; contudo, os agricultores detentores desse saber as decifram”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MIRANDA, Luiz. Felipe. Sigwalt de. Introdução Histórica à Filosofia das Ciências. Curitiba: InterSaberes, 2016. p. 28. De acordo com os conteúdos abordados no livro-base Introdução histórica à filosofia das ciências sobre a concepção de conhecimento científico, é correto afirmar que: Nota: 10.0 A Os aspectos que caracterizam o conhecimento científico são: observação, análise, resultados, modelo teórico e previsões. Você acertou! Para a resposta ser válida, o aluno deve responder que os aspectos que caracterizam o conhecimento científico são: observação, análise, resultados, modelo teórico e previsões. A síntese precisa ser esclarecida em torno dos argumentos que visam imputar necessidade e universalidade, como este: “Agora, e se as previsões do tempo fossem elaboradas por uma equipe de meteorologistas? Parece-nos que previsões feitas por especialistas possuem uma espécie de ‘selo de confiabilidade’. Por exemplo, nós estamos geralmente mais receptivos a produtos ‘atestados cientificamente’. Inclusive as empresas abusam desse rótulo para estimular suas vendas. Para efetuar suas previsões, uma equipe de meteorologistas tem à sua disposição instrumentos (satélites, computadores de alto processamento, simuladores de clima, barômetros, termômetros, higrômetros de alta precisão etc.) e sobretudo um modelo teórico geoclimatológico. Um modelo como esse é capaz de oferecer aos especialistas um método rigoroso para coleta, análise e interpretação de dados segundo uma estrutura teórica fundamentada. Os fundamentos da geoclimatologia, por exemplo, estão na física, que, de todas as ciências, é a mais bem-sucedida (por produzir leis naturais). Existe uma semelhança entre o modo como nosso agricultor hipotético produz previsões do tempo e o método científico aplicado por uma equipe de meteorologistas que é a observação ou a ‘coleta de dados’. Enquanto nosso agricultor observa os fenômenos naturais sem um critério definido e interpreta-os de forma obscura, muitas vezes por meio de métodos secretos (não divulgados), a equipe de meteorologistas utiliza um modelo climatológico para produzir previsões. Modelos como esses são normalmente abertos para o público, porém poucos seriam capazes de compreendê-los devido ao seu nível de complexidade físico-matemático-técnico. Os meteorologistas seguramente são capazes de efetuar previsões do tempo mais ‘certas’ do que as previsões dos agricultores. Por quê? Por certo, não é somente devido aos seus instrumentos precisos, mas principalmente devido ao seu modelo teórico. Não se trata apenas de uma superioridade metodológica, pois um método geral e rigoroso não basta para se produzirem previsões confiáveis, mas de uma certa ‘necessidade’ que as leis naturais (como a gravitação universal) conferem às previsões” (livro-base, p. 29,30). B Os aspectos que caracterizam o conhecimento científico são: empatia, afinidade, modelo aleatório e presságio. C Os aspectos que caracterizam o conhecimento científico são: religiosidade, síntese, abstração e amadorismo. D Os aspectos que caracterizam o conhecimento científico são: a falta de observação, a opinião infundada e o desconhecimento. E Não existem aspectos que caracterizam o conhecimento científico. Questão 7/10 - Filosofia da Ciência Considere o fragmento de texto a seguir: “As motivações que influenciam o trabalho científico podem ser internas ou externas à ciência, mas é concreta a influência que esta sofre, seja por motivação comercial, seja por motivação política, seja por questão religiosa etc”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MIRANDA, Luiz. Felipe. Sigwalt de. IntroduçãoHistórica à Filosofia das Ciências. Curitiba: InterSaberes, 2016. p. 31. Conforme os conteúdos abordados no livro-base Introdução histórica à filosofia das ciências sobre o papel da ética na ciência, assinale a alternativa correta: Nota: 10.0 A Nos auxilia a embasar as ações científicas. B Nos auxilia a construir as ações científicas. C Nos auxilia a elaborar as ações científicas. D Nos auxilia a interpretar as ações científicas. E Nos auxilia a questionar e avaliar as ações científicas. Você acertou! A ética, sob esse aspecto, pode nos auxiliar a questionar e avaliar as ações científicas. As questões rapidamente apresentadas anteriormente nos dão indícios da importância de usar a filosofia para analisar criticamente a ciência para fins de, por exemplo, melhor compreendê-la (Livro-base, p. 32). Questão 8/10 - Filosofia da Ciência Leia o seguinte fragmento de texto: “Tal princípio faz nosso agricultor hipotético acreditar que a confluência dos mesmos fenômenos naturais acontecidos anteriormente resultará num acontecimento futuro tal qual um fato observado no passado”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MIRANDA, Luiz. Felipe. Sigwalt de. Introdução Histórica à Filosofia das Ciências. Curitiba: InterSaberes, 2016. p. 28. Com base nos conteúdos abordados no livro-base Introdução histórica à filosofia das ciências sobre o princípio generalizante, é correto afirmar que: Nota: 0.0 A É conhecido por princípio científico. B É conhecido por princípio reflexivo. C É conhecido por princípio eventual. D É conhecido por princípio descontínuo. E É conhecido por princípio da indução. Junto desse princípio generalizante, conhecido por princípio da indução, podemos indicar uma outra consideração “filosófica” nesse exemplo: a natureza se repete segundo uma certa ordem. Nosso agricultor parece respaldado por esses dois pressupostos. Contudo, nem sempre suas previsões do tempo são exatas. Então, outro aspecto importante para qualquer previsão é compará-la à experiência (base empírica). Uma previsão precisa ser confirmada pela experiência, senão não se trata de uma previsão. Se nosso agricultor não acertar sua previsão, logo cairá em descrédito. Mesmo assim, ainda haverá pessoas que esperarão previsões ulteriores se confirmarem, mesmo ocorrendo falhas nas previsões anteriores de nosso agricultor” (livro-base, p. 28,29). Questão 9/10 - Filosofia da Ciência Atente para o seguinte extrato de texto: “A discussão histórica a respeito do senso comum não para por aqui. Ela se estende para a estética e para a ética, além, é claro, de ser discutida no campo da epistemologia”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MIRANDA, Luiz. Felipe. Sigwalt de. Introdução Histórica à Filosofia das Ciências. Curitiba: InterSaberes, 2016. p. 53. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos abordados no livro-base Introdução histórica à filosofia das ciências sobre senso comum para Thomas Reid, assinale a afirmativa correta: Nota: 0.0 A Thomas Reid foi um crítico do senso comum. B Reid defendia os conceitos de senso comum de Descartes, Hume e Locke. C Segundo Reid, em Descartes um princípio falso não basta para resultar em conclusões falsas. D A teoria das ideias de Hume e Locke não se sustenta, pois uma ideia não pode ser um objeto do pensamento, uma vez que é uma ação da mente. “Thomas Reid foi um defensor do senso comum. Ele foi o fundador da Escola Escocesa do Senso Comum. Foi também um crítico de Descartes, de Hume e de Locke. Em relação ao primeiro, Reid afirma que qualquer e até mesmo o mais inteligente dos homens pode errar acaso parta de um princípio falso. Com respeito a Hume e Locke, Reid criticava a teoria das ideias. Ele afirma que uma ideia não pode ser um objeto do pensamento ou uma imagem daquilo que apreendemos. Antes de tudo, ideia é uma ação da mente, ou seja, é um pensamento ou uma concepção de um conceito sobre algo. Essa é a forma, segundo Reid, como produzimos juízos ‘originais e naturais’, e isso é, para ele, o ‘senso comum’” (livro-base, p. 53). E Thomas Reid afirma que não produzimos juízos originais e naturais, ou seja, não somos portadores do senso comum. Questão 10/10 - Filosofia da Ciência Considere o fragmento de texto a seguir: “Outro aspecto que também pode ser incorporado aos “efeitos colaterais” da ciência é a importância de haver uma reflexão tanto da atividade científica como de seu produto”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MIRANDA, Luiz. Felipe. Sigwalt de. Introdução Histórica à Filosofia das Ciências. Curitiba: InterSaberes, 2016. p. 31. Conforme os conteúdos abordados no livro-base Introdução histórica à filosofia das ciências sobre a neutralidade da ciência, é correto afirmar que: Nota: 10.0 A É de fato algo inquestionável. B É de fato algo irrelevantes. C É de fato algo incongruente. D É de fato algo que não pode ser questionado. E É de fato algo que pode ser questionado e avaliado. Você acertou! A neutralidade da ciência é de fato algo que pode ser questionado e avaliado (Livro-base, p. 31).