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2 3 4 6 1 10 9 7 DEGENERAÇÃO TESTTCULAR DEGENERAÇÃO TESTICULAR Baixa fer t i l idade- or igem genét ica, congênita ou adquir ida Alteração na morfologia espermática Causa Predisposição Bos touros mais sensível ao estresse Zebuínos superf ície escrotal mais extensa e glândulas sudorípara maiores Fatores Aumento de T°C Espermatogênese anormal Alterações infecciosas, ou dermati te escrotal -> t ranstorno de termoregulação Deficiência nutr icional Causas hormonais e idade avançada Definição Alterações no parênquima test icular que causam variações na células germinat iva, levando a uma baixa at ividade funcional do tecido test icular Anatomia Test ículos Epidídimo Ducto deferente Glândula acessória Pênis Prepúcio Fisiologia Inicio da at ividade sexual Macho demostra interesse na fêmea Espermatozóides viaveis a fecundaçaõ Puberdade - inf luenciada por hormônios, c l ima, estresse e interação social Test ículos dependem de dois mecanismos: muscular , dis tanciando as gônadas da parede abdominal circulatório, provocando a queda de mais de 4° C na temperatura do sangue por meio do plexo pampiniforme manutenção térmica, escrotal é determinada pela temperatura ambiente, umidade, temperatura, quantidade de calor perdida pelo escroto, postura do animal , variação anatômica Controle Térmico Espermograma: anal isa de forma macroscópica e microscópica o sêmen do touro. É út i l para elucidar a infer t i l idade d Espermograma 2 3 4 6 1 9 8 7 ADRENOCAR -CINOMA ADRENOCARCINOMA PROSTÁTICO Sertol ioma Células interst ic iais Seminomas são classif icados em intratubulares ou difusos; possuem células neoplásicas organizadas em sól idas camadas ou formando pequenos grupos podem ser classif icados em intratubulares ou difusos Diferenciação Celular Fisiopatogenia Fatores ·Não existe predisposição racial ; ·Ocorre em cães idosos, com média de idade de 10 anos e pode provocar lesões metastát icas na pelve e vértebras lombares; al ta prevalência da doença em cães machos castrados Etiologia Desenvolve por causas hormonais e um desequil íbr io na produção de testosterona do animal macho, causando a mult ipl icação anormal e desordenada de células Anatomia A prostáta está local izada na cavidade pélvica, imediatamente caudal ao colo da vesícula urinária , ventralmente ao reto e dorsalmente ao púbis Estrutura glandulamuscular semi-oval Função de produzir f luido prostát ico, responsável pelo t ransporte e sustentação dos espermatozoides, Diagnóst ico ·Na ressonância magnét ica, é possível definir a dimensão do tamanho real da próstata , mostrando a agressividade do tumor Real ização da punção aspirat iva exame ci tológico e/ou de exame his tológico, A radioterapia tem sido empregada na redução do tamanho prostát ico, no entanto não aumenta a sobrevida destes animais; 8 Desequil íbr io hormonal advindo com a idade. Pode ser focal ou disseminado, por toda a glândula; a metástase é comum Prevenção e Tratamento Orquiectomia, que i rá efect ivamente diminuir o volume prostát ico Ultrassons de elevada intensidade de modo focal , de modo a não danif icar os tecidos envolventes da próstata . O biomarcador de doença prostát ica de maior relevância é a esterase específ ica prostát ica canina (CPSE) claudicação ou fraqueza de membros, tenesmo, disquezia, retenção ou incontinência ur inária , estrangúria , disúria , pol iúr ia , pol idipsia , hematúria , edema de membros pélvicos Sinais