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Universidade Federal de Campina Grande – UFCG 
 Centro de Tecnologia e Recursos Naturais – CTRN 
Unidade Acadêmica de Engenharia Civil – UAEC 
 Laboratório de Saneamento 
 Campus Bodocongó – CEP: 58109-970 
Disciplina: Laboratório de Química da Água 
 
 
 
 
 
 
Experimento: Coleta e análise de água 
 
 
 
 
Relatório Apresentado à Disciplina de 
Química da Água da Unidade Acadêmica 
de Engenharia Civil do CTRN como 
requisito básico para aprovação na citada 
disciplina. 
 
 
 
 
 
 
Campina Grande, 22 de outubro de 2019 
Experimento 6: Coleta e Análise de Água. 
__________________________________________________________________________ 
Unidade Acadêmica de Engenharia Civil, Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, 
Universidade Federal de Campina Grande, Bodocongó, 58109-970. Campina Grande-PB. 
__________________________________________________________________________ 
 
Resumo: A água é a fonte da vida. No entanto, por maior que seja a importância da água, as 
pessoas continuam poluindo os rios e destruindo as nascentes, esquecendo o quanto ela é 
essencial para nossas vidas. A água é, provavelmente o único recurso natural que tem a ver 
com todos os aspectos da civilização humana. É um recurso natural essencial, seja como 
componente bioquímico de seres vivos, como meio de vida de várias espécies vegetais e 
animais, como elemento representativo de valores sociais e culturais e até como fator de 
produção de vários bens de consumo final e intermediário. Antes de ser consumida a água 
deve passar por vários processos de análise iniciando pela coleta de amostras da água. O 
objeto de estudo para o presente relatório foi o “laguinho” que se encontra na UFCG, Campus 
sede, onde foi possível analisar a condutividade, turbidez e o pH, e dessa forma chegar a 
conclusões importantes para tal análise. Os valores obtidos em relações à parâmetros oficiais 
exigidos apontaram condutividade de 1484 µs / cm, pH de 9,7 e turbidez de 103 NTU. De 
acordo com tais resultados e tomando como base a resolução do CONAMA n° 357, de 17 de 
março de 2005, pôde-se concluir que a água do laguinho da UFCG pode ser utilizada para 
irrigação de plantas e de determinados solos, porém é inapropriada para consumo humano. 
 
Palavras-chaves: Água, coleta, análise, condutividade, turbidez, pH. 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
A água é um recurso natural abundante essencial para a existência de vida na 
Terra. A utilização da água pela sociedade humana visa a atender suas necessidades 
pessoais, atividades econômicas (agrícolas e industriais) e sociais. No entanto, essa 
diversificação no uso da água, quando realizada de forma inadequada, provoca alterações 
na qualidade da mesma, comprometendo os recursos hídricos e por consequência seus 
usos para os diversos fins. A qualidade da água é aspecto indispensável, quando se trata 
dos seus principais usos, em especial, para fins como o abastecimento humano. Este uso 
tem sofrido restrições significativas em função de prejuízos nos rios provenientes das 
ações naturais e antrópicas, as quais alteram os aspectos de qualidade e quantidade de 
água disponível para o uso humano. 
Apesar de todos os esforços para armazenar e diminuir o seu consumo, a água está 
se tornando, cada vez mais, um bem escasso, e sua qualidade se deteriora cada vez mais 
rápido. A água subterrânea, por exemplo, além de ser um bem econômico, é considerada 
mundialmente uma fonte imprescindível de abastecimento para consumo humano, para as 
populações que não têm acesso à rede pública de abastecimento ou para aqueles que, 
tendo acesso a uma rede de abastecimento, têm o fornecimento com frequência irregular. 
No Brasil, o aquífero subterrâneo abastece 6.549.363 domicílios (19% do total), e, destes, 
68,78% estão localizados na área rural, abrangendo 11,94% de toda a população nacional 
(IBGE, 1994). 
Nos sistemas de distribuição de água potável, a qualidade desta pode sofrer uma 
série de mudanças, fazendo com que a qualidade da água na torneira do usuário se 
diferencie da qualidade da água que deixa a estação de tratamento. Tais mudanças podem 
ser causadas por variações químicas e biológicas ou por uma perda de integridade do 
sistema (Deininger et al. 1992). 
As contaminações químicas e biológicas fazem parte da realidade, infelizmente. A 
razão disso é a poluição causada pelo fenômeno da industrialização. Então, a nossa 
segurança só é contemplada quando há o controle de qualidade da água nos processos de 
tratamento, da reciclagem e do reuso do líquido, de forma a torná-lo potável, ou seja, 
próprio para o consumo. 
Alguns parâmetros de qualidade da água podem ser analisados no próprio local, 
utilizando-se kits de teste rápido (ex.: pH). Já outros parâmetros, como o nível de alguns 
minerais ou a presença de microrganismos, são determinados apenas em laboratório. 
De maneira geral, a amostragem em rios, riachos e pequenos cursos d’água é feita 
a montante e a jusante das fontes poluidoras, quando essas existem. Dependendo do 
objetivo do estudo, pode-se adicionar pontos de coleta para avaliar o grau de poluição ou 
assimilação de carga orgânica ao longo do trecho avaliado, por exemplo. 
Diante do exposto, o presente trabalho visa a analisar as características de pH, 
turbidez e condutividade elétrica do laguinho localizado na UFCG campus sede, 
considerando as variações temporais e químicas, bem como identificar seu 
enquadramento, de acordo como estabelecido pela Resolução CONAMA nº 357 
(BRASIL, 2005). 
O pequeno lago é situado no campus sede da Universidade Federal de Campina 
Grande – PB, e abastecido por um canal de drenagem pluvial que passa por dentro do 
campus, sendo este efluente composto por uma parte de águas residuárias diversas e outra 
de água da drenagem pluvial provenientes, de alguns bairros situados a montante da 
universidade, além de águas de drenagem do próprio campus. O ponto de coleta está 
localizado geograficamente a 7°12'51.99"S Latitude e 35°54'32.84"O de Longitude e a 
coleta foi realizada em torno das 17:00 hs não tendo sido registrado chuva durante o dia 
da coleta. (Figura 1) 
 
 
Figura 1: Geolocalização do ponto de coleta da amostra 
https://www.gtaalimentos.com.br/blog/resultados-de-exames-laboratoriais-ferramentas-para-assegurar-qualidade-industria-alimentos/
 
Fonte: Google Earth 2019 
 
A coleta e o estudo da água são importantes, não só para fins de aprendizagem 
acadêmica, mas, principalmente para identificar a composição da água e quais os agentes 
contidos na mesma, e dessa forma, saber se a água pode ser aproveitada para outras 
finalidades, como no caso do laguinho da UFCG, para rega de plantas no Campus. Vale 
salientar que não se deve ingerir água sem procedência e nem se expor à mesma, caso 
contrário o indivíduo torna-se exposto a várias doenças veiculadas pelos corpos hídricos, 
como leptospirose, esquistossomose, otites, entre outras. Na composição da água, 
características como o índice de acidez (pH), turbidez, condutividade, entre outros, fazem 
toda a diferença quando se quer analisar. 
O pH ideal para a saúde humana é acima de 7.0 pH, e acima desse valor até 10.0 
aponta que a água é alcalina. A condutividade elétrica da água representa a facilidade ou 
dificuldade de passagem de eletricidade na água. Os compostos orgânicos e inorgânicos 
contribuem ou interferem na condutividade, de acordo com sua concentração na amostra, e a 
correta medição da temperatura possui fator preponderante na medição correta da 
condutividade elétrica. No caso da amostra do laguinho, a temperatura no local apontou 30ºC, 
após a amostra ser armazenada em ambiente refrigerado até a chegada ao laboratório, notou-
se que a temperatura desceu 5ºC, se estabilizando em 25ºC. 
A turbidez é outra característica importante de ser avaliada e deve ser entendida como 
a medida do espalhamento de luz produzido pela presença de partículas em suspenção. 
Sabendo-seque a água em seu estado líquido normalmente apresenta coloração translúcida, 
vários fatores contribuem para a alteração em sua turbidez. Em relação à origem, essas 
partículas podem ser originadas de revolvimento do solo, retirada de areia, esgoto doméstico 
ou industrial, exploração mineral, entre outros. No caso da amostra analisada, uma das causas 
da turbidez e cor esverdeada encontrada é devido a fotossíntese dos organismos encontrados 
no lago (fitoplâncton, algas e vegetação). 
1.1 OBJETIVO GERAL 
Coletar e analisar a qualidade da água através dos parâmetros de turbidez, pH e 
condutividade elétrica verificando se pode ser utilizada para fins de irrigação. 
1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
o Identificar possíveis erros no experimento. 
o Identificar as precauções necessárias na execução do experimento. 
 
2. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 
 
2.1 REAGENTES E MATERIAIS 
o Uma garrafa de plástico. 
o Um coletor de água (confeccionado artesanalmente com cano pvc, cabo 
vassoura e torneira). 
o Caixa térmica. 
o Gelo. 
o Béquer de 100 ml 
o Um frasco de DBO. 
o Oxímetro. 
o Termômetro. 
o Peagâmetro de bancada. 
o Turbidímetro. 
o Condutivímetro de bancada. 
o Fita de pH 
o Agitador magnético 
o Amostra coletada. 
 
2.2 PROCEDIMENTOS 
 
o Coleta da Amostra 
Primeiro passo é determinar o lugar onde será coletado a amostra A). Em seguida com 
o auxílio do coletor de água, inseri-lo em uma profundidade aproximada de 30cm dentro 
do lugar (no nosso caso, será o lago da UFCG) B). O procedimento seguinte é retirar o 
coletor, e inserir a amostra coletada na garrafa plástica para que seja medido a 
temperatura da amostra C). Por fim, nesta etapa de coleta, será colocado dentro da caixa 
térmica com gelo a garrafa plástica até chegar no laboratório. (Figura 2) 
 
Figura 2: Geolocalização do ponto, coleta e armazenagem da amostra. 
 
Fonte: Autores 
 
o Turbidez 
Primeiro passo será ligar o turbidímetro calibrando o aparelho para que se possa ter 
um resultado satisfatório. Próximo passo será homogeneizar a amostra coletada, 
utilizando o método de agitação e inversão da garrafa plástica. Após a homogeneização, 
lavar o tubo com um pouco da amostra para depois colocar a amostra dentro do tubo. Em 
seguida coloca este tubo no turbidímetro, importante nesta etapa colocar o tubo na seta 
indicada no aparelho para que possa ser medido a turbidez, esperando o instrumento 
estabilizar para que anotar o valor. (Figura 3) 
 
Figura 3: Turbidímetro 
 
Fonte: Autores 
 
o PH 
Primeiro passo será ligar o instrumento (peagâmetro de bancada), depois de ligado 
será lavado o eletrodo do instrumento com água destilada, em seguida calibrar o 
instrumento. Próximo passo será colocar a amostra no instrumento para que possa ser 
medido, esperar que estabilize e assim anotar o resultado encontrando. (Figura 4) 
 
Figura 4: Peagâmetro 
 
Fonte: Autores 
 
o Condutividade Elétrica 
Ao ligar o instrumento (condutivímetro), será lavado o eletrodo com água destilada para 
que logo em seguida seja calibrado o instrumento com a amostra coletada. Próximo passo 
será lavar o eletrodo novamente, agora com a amostra. Logo em seguida será colocado o 
béquer contendo a amostra para ter contato como eletrodo. Em seguida é esperar 
estabilizar para que possa anotar o valor. (Figura 5) 
Figura 5: Condutivímetro 
 
 Fonte: Autores 
 
3. RESULTADOS E DISCUSSÕES 
• Coleta da amostra 
Ao determinar o lugar em que iriamos coletar a amostra, analisamos em sala que era 
necessário um local onde pudéssemos escolher um local que não tivesse fatores 
influenciadores nos nossos resultados posteriores. Foi identificado que alguns locais 
poderiam influenciar no resultado, como locais perto do canal (despeja o esgoto oriundo 
de outros locais no lago), no quiosque (despeja o esgoto que produz diretamente no lago) 
e por fim outro local seria a sangria do açude. Então escolhemos o local x, pois não 
afetaria nos resultados finais. Depois de determinar o local, utilizamos um coletor manual 
para retirada da amostra. Importante ressaltar que fizemos a lavagem do coletor com a 
própria água do laguinho, para que não ocorresse algum tipo de alteração no resultado, 
visto que nosso coletor poderia conter alguma substância que alterasse o resultado, essa 
lavagem foi feita de forma cautelosa, para que não ocorresse uma turbidez na água, 
podendo modificar os resultados finais. A altura da imersão do nosso coletor seria outro 
ponto que poderia modificar os resultados, determinamos uma medida de 30cm, pois 
sabemos que na parte superficial da água do lago existe uma grande quantidade de 
oxigênio, e no fim do lago existe pouca. Então consideremos que 30 cm seria uma medida 
mediana e ideal para que pudéssemos analisar a amostra, visto que não contemplava o 
início nem o fim do lago. Depois de coletado, fizemos a medição da temperatura da 
amostra, que tinha 30°C (valor informado na tabela 1) em seguida colocamos a garrafa de 
plástico na caixa térmica com gelo com a intenção de estabilizar as características e as 
propriedades da amostra. 
• Turbidez 
Depois de coletado a amostra, começamos o processo de análise da água. Quando fomos 
analisar a turbidez da amostra, atentando para alguns aspectos importantes com a 
finalidade de não alterar os resultados, lavamos justamente com a intenção de não alterar, 
visto que o tubo não poderia estar totalmente limpo, sendo importante lavar com a 
amostra. Outro fato importante no processo de medir a turbidez, era não ter contato direto 
das mãos com o tubo, pois esse contato poderia fazer com que a parte externa do tubo 
ficasse húmida, tendo uma aparência embaçada, prejudicando a leitura do instrumento, 
pois o mesmo entenderia como sendo um elemento a mais no processo do feixe de luz 
passar no tubo com a amostra, alterando o resultado. Portanto, o resultado encontrado da 
turbidez da amostra foi de 103 NTU, tabela 1. 
• pH 
Foi colocado a amostra no béquer, juntamente com uma barra de agitação magnética, 
logo em seguida foi lavado o eletrodo com água, depois secamos o eletrodo para 
minimizar os erros. Ao colocar o béquer com a barra de agitação magnética, colocamos o 
eletrodo em contato com o béquer, percebermos nessa etapa que a amostra ficava em 
constante movimento, esperamos o instrumento estabilizar, quando foi informado um 
valor de 9.7, que este valor se encontra na tabela 1. 
• Condutividade elétrica 
Nesta etapa importante frisar que foi utilizado o mesmo procedimento, de lavagem do 
eletrodo e homogeneização da amostra para que não ocorra distorção e nos resultados. O 
que chama atenção nesta etapa é que o instrumento faça a medição a 25°C, enquanto na 
coleta da amostra medimos 30°C. Portanto, pode ser um possível erro, pois existe uma 
variação térmica. Portanto, o valor obtido quando o instrumento estabilizou foi de 1484 
mµ/cm, tabela 1. 
Tabela 1: Resultados obtidos na determinação dos parâmetros estabelecidos. 
 Amostra 
Parâmetros 
Consumo Humano 
Parâmetro Irrigação 
Turbidez (NTU) 103 NTU 5 NTU 100 NTU 
pH 9.7 entre 6 a 9 entre 6,5 e 8,4 
Condutividade elétrica 
(ms/cm) 
1484 µs/cm 50 µs/cm entre 0 a 250 µs/cm 
Temperatura (°C) 30°C - - 
Fonte: amostras obtidas e Resolução Conama 357/2005 
 
4. CONCLUSÃO 
Pode-se aferir neste experimento ambiental que a turbidez da água (medida que identifica 
a presença de partículas em suspensão na água, desde tamanhos grosseiros até os 
coloides. Os principais causadores da turbidez na água são areia, argila e microrganismos) 
foi de 103 NTU, este valor é muito acima do que o aceitável definido para uma água 
potável, de até 5,0 NTU. Segundo a resolução do Conama nº 357/2005, a turbidez aceita 
para irrigação é de até 100 NTU, dessa forma a amostra mostra-se adequada para tal 
finalidade. 
O pH por sua vez, foi de 9,7 em nível aceitável para consumo, pois, segundo a portaria do 
Ministério da Saúde recomenda queo valor do pH da água destinada ao consumo humano 
esteja na faixa entre 6,0 e 9,5. No entanto, somente o pH não é um autorizador de 
consumo, tendo que verificar outros aspectos. Em relação ao pH para águas de irrigação, 
o pH ideal situa-se entre 6,5 e 8,4 e além dessa faixa o indicador aponta para 
anormalidades na qualidade da água ou de presença de íons tóxicos podendo incidir 
negativamente na população microbiana do solo. O pH de 9,7 bastante alcalino significa 
presença de carbonato que pode ocasionar sérios riscos de entupimento para os sistemas 
de irrigação e com consequências na produtividade devido a danos a plantas e ao solo. 
Por fim a última aferição realizada foi a de condutividade elétrica, e encontramos o valor 
de 1484 µS/cm, sendo maior que o padrão estabelecido para o consumo humano. A 
condutividade elétrica é uma medida da concentração total de sais dissolvidos presentes 
na água. A água de baixa condutividade, menores que 50 µs/cm indicam que podem ser 
potáveis por apresentarem concentrações baixas de sais dissolvidos. Quanto ao quesito de 
irrigação, existem classes diferentes de graus de salinidade, sendo o índice adequado para 
a maioria dos solos entre 0 a 250 µS/cm, não significando que o valor obtido pela a 
amostra seja inutilizável, pois águas nessas condições podem ser utilizadas em solos com 
drenagem deficiente. 
Alguns fatores que o podem influenciar na fonte de erros podem ser observados, como: 
Impurezas no material de coleta, variações na quantidade de água no reservatório da 
UFCG (laguinho), mudanças atmosféricas, má calibração dos aparelhos de aferição. De 
maneira geral o experimento é de grande valia no que se diz a respeito dos cuidados tanto 
na coleta com aferição das medições do líquido observado, nos ensinando a respeito dos 
cuidados a serem tomados quanto ao saneamento e aos níveis que tornam uma água 
potável. 
 
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
A IMPORTÂNCIA DAS ÁGUAS. http://brasildasaguas.com.br/educacional/a-importancia-da-
agua/ Acessado em 27/10/2019. 
FEITOSA, Patrícia Hermínio Cunha. Guia de Laboratório. 2. ed. Campina Grande: Universidade 
Federal de Campina Grande, 2017. Apostila. 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portaria nº 2.914/2011, de 12 de dezembro de 2011. Dispõe sobre 
(...) qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Disponível em: 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt2914_12_12_2011Acessado em 
27/10/2019. 
SABESP. Qualidade da Água. Disponível em: 
http://site.sabesp.com.br/site/interna/Default.aspx?secaoId=40 . Acessado em 27/10/2019. 
SPLABOR. Turbidez \u2013 Definição, Métodos e Boas Práticas de Laboratório. Disponível em: 
http://www.splabor.com.br/blog/aprendendo-mais/aprendendo-mais-turbidez-definicao-metodos-
e-boas-praticas-de-laboratorio/ . Acessado em 27/10/2019. 
ACQUALIVE GROUP. pH da Água - O que é isto? Para que serve? Qual o pH ideal? 
https://www.acqualive.com.br/ph-da-agua Acesso em 26/10/2019 
EMBRAPA, Qualidade da água de irrigação. 
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/26783/1/livro-qualidade-agua.pdf Acesso 
em 26/10/2019 
SILVA, S. A.; OLIVEIRA, R. de. Manual de análises físico-químicas de águas de abastecimento 
e residuárias. Campina Grande, Paraíba: 2001. 
http://brasildasaguas.com.br/educacional/a-importancia-da-agua/
http://brasildasaguas.com.br/educacional/a-importancia-da-agua/
https://www.acqualive.com.br/ph-da-agua
https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/26783/1/livro-qualidade-agua.pdf

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