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COLUNAS VESTIBULARES 
Domingos Léo Monteiro 
 
 
 
COLUNAS VESTIBULARES 
 
Domingos Léo Monteiro, M.I. 
ARLS Acácia de Aparecida 139. ARLS de Estudos e Pesquisas Maçônicas Estrela Polar. 
Rito Escocês Antigo e Aceito. Grande Oriente Paulista. 
domingosleomonteirom@gmail.com 
(12) 98253-8768 
 
Resumo 
 Como muitos aspectos do simbolismo e da filosofia maçônica, as colunas vestibulares 
também suscitam acalorado debate teórico, mesmo com a descrição contida em diversas 
passagens do Livro da Lei. 
 Conforme o rito ou modo como trabalhe uma determinada Loja, elas estão localizadas 
dentro ou fora do Templo ou sala da Loja, ou ainda, invertidas quanto ao lado Norte ou Sul da 
geografia dos trabalhos maçônicos. 
 Expor e analisar essas visões é o objetivo dessa Peça de Arquitetura. 
 
Palavras-chave: Colunas. Átrio. Pórtico. Vestíbulo. Templo. 
 
O Livro da Lei 
Sagrada dedica grande 
espaço e em diversas 
oportunidades, diferentes 
autores de livros tratam das 
colunas localizadas no 
pórtico do Templo do Rei 
Salomão, o que demonstra 
a importância de tais 
estruturas. Na Maçonaria, 
a obra salomônica é um 
símbolo que tem grandioso 
alcance ao longo de toda a 
pedagogia transmitida ao 
maçom que se dedica a 
ascender aos diversos 
graus que existem conforme os respectivos ritos. Observado como alegoria e símbolo, o Templo 
de Salomão nos remete à vida sempre dinâmica e à busca de um ideal que em vida material, 
jamais se conclui. Nesse templo simbólico, o maçom é a Pedra Bruta que vai sendo preparada 
gradualmente “sem machado, nem martelo e sem se ouvir nenhuma ferramenta de metal” 
conforme consta do Sagrado Livro; ou seja, em silêncio, meditação e com elevado esforço físico 
e mental. 
Sabemos que com o passar dos séculos, se desenvolveram variados ritos maçônicos que 
diversificaram o modo de trabalho prático que, mesmo na origem da fase especulativa moderna, 
era realizado pelos nossos irmãos naquele primeiro quarto dos anos 1700. Falamos aqui de 
mailto:domingosleomonteirom@gmail.com
 
tempos em que os trabalhos da Maçonaria eram realizados na casa de algum dos membros da 
Loja ou em tavernas, estalagens e outros ambientes que serviam para os encontros públicos e 
que, maçonicamente acabavam sendo privados (daí o surgimento do Cobridor ou Guarda 
Externo). 
Eram tempos em que a Loja era adornada “somente” com três colunetas nas Ordens 
Jônica (Sabedoria), Dórica (Força) e Coríntia (Beleza); por alguns instrumentos de trabalho dos 
maçons operativos conforme disponíveis (compasso, esquadro, régua); por um círculo de gesso 
onde estava escrita a palavra geometria e contendo no ponto central desse círculo uma tocha 
acesa; além de eventualmente uma mesa em torno da qual se reuniam os irmãos e onde após os 
trabalhos realizavam uma refeição fraternal1. Podemos perceber que nesses trezentos anos a 
nossa Ordem muito evoluiu e mudou em práticas, usos, costumes e rituais, permanecendo, 
entretanto, curiosamente bastante similar àqueles tempos. 
Mesmo assim, um dos temas que mais motiva debates entre os irmãos, são as 
denominadas “colunas vestibulares” que em alguns Templos se encontra dentro do ambiente da 
Loja e em outros, fora; ou mais propriamente, no Átrio que, podemos conjecturar que integre o 
Templo, mesmo não fazendo parte da “sala da Loja”. 
Como tradicionalmente se tem o Templo maçônico como uma representação simbólica 
do Templo de Salomão, devemos nos socorrer do texto contido no Livro da Lei, para iniciar 
nosso estudo sobre as colunas vestibulares. 
Encontramos no primeiro livro de Reis, à partir do capítulo cinco, a narrativa sobre a 
construção do citado templo, de onde podemos destacar os seguintes trechos, alusivos ao tema 
dessa Peça de Arquitetura: 
“O pórtico na frente do recinto principal do templo era de vinte côvados de 
comprimento, segundo a largura da casa, e de dez côvados de largura”2. 
 
1 A descrição de como se davam as reuniões naqueles tempos, foi retirada de documentos referentes à Inquisição 
onde irmãos “denunciados” por serem maçons, relatavam as práticas adotadas pelas Lojas, ainda em fase 
embrionária de expansão pela Europa. Esses relatos, inclusive, sustentam a tese de que naqueles primórdios, a 
Maçonaria contava com somente um grau, pois na Iniciação o irmão recebia os rudimentos do que viria a ser 
depois os graus de Aprendiz e Companheiro, sendo instruído de temas que posteriormente foram desenvolvidos 
separadamente. Além disso, já havia o costume de presentear as esposas daqueles irmãos que fossem casados, com 
um par de luvas brancas. Tais documentos relativos aos autos da Inquisição, se encontram em parte, nos arquivos 
secretos do Vaticano e integram a obra do Padre Benimeli, citada nas referências dessa Peça de Arquitetura. 
2 1 Reis 6:3. 
 
“Formou as duas colunas de bronze, cada uma de dezoito côvados de altura, 
e um fio de doze côvados era a medida da sua circunferência. 
Também fez dois capitéis de fundição de bronze para pôr sobre o alto das 
colunas; cada capitel era de cinco côvados de altura. 
Havia redes de malha e grinaldas entrelaçadas, para os capitéis que estavam 
no alto das colunas, sete para cada capitel. 
Fez duas fileiras de romãs em redor sobre uma rede, para cobrir os capitéis 
no alto das colunas; assim fez com um e outro capitel. 
Os capitéis que estavam no alto das colunas, no pórtico, eram de obra de 
lírios, de quatro côvados. 
Nos capitéis, no alto das duas colunas, acima do bojo, próximo à obra de 
rede, estavam as duzentas romãs dispostas em fileiras em redor. 
Levantou as colunas no pórtico do templo. Levantando a coluna direita, 
chamou-lhe Jaquim, e levantando a coluna esquerda, chamou-a Boaz. 
No alto das colunas estava a obra de lírios. E assim acabou a obra das 
colunas”3. 
“Fez na frente do templo duas colunas de trinta e cinco côvados de altura; 
e o capitel que estava sobre cada uma era de cinco côvados”4. 
 Efetuando pesquisa sobre o trecho acima, podemos encontrar outras alusões que nos 
auxiliam a compreender como surgiu o costume de se posicionar colunas à entrada de templos 
ou locais importantes, como os palácios reais ou espaços funerários: 
 
3 1 Reis 7:15-22. 
4 2 Crônicas 3:15. 
 
“Então se levantou Jacó de madrugada, tomou a pedra que tinha posto por 
travesseiro, erigiu-a em coluna e derramou azeite em cima dela”5. 
“Então Jacó tomou uma pedra e erigiu-a por coluna”6. 
“Jacó erigiu uma coluna de pedra no lugar onde Deus lhe falara e 
derramou sobre ela uma libação; deixou-lhe também azeite”7. 
“Então tomou Samuel uma pedra e a pôs entre Mispa e Sem, e lhe chamou 
Ebenézer, dizendo: ‘Até aqui nos ajudou o Senhor’”8. 
“Absalão, quando ainda vivia, tinha levantado para si uma coluna, que está 
no vale do rei, pois pensava: Não tenho nenhum filho para conservar a 
memória do meu nome. E deu o seu próprio nome à coluna, pelo que até o 
dia de hoje se chama o Pilar de Absalão”9. 
 Socorrendo-nos no dicionário de língua portuguesa, com o intuito de compreender a 
posição de tais colunas vestibulares, vamos analisar algumas definições: 
Pórtico – substantivo masculino. 
Portal de edifício nobre; portal: o edifício terá um pórtico de entrada em mármore travertino. 
[Arquitetura] Espaço coberto cujo teto está amparado por colunas ou pilares e que pode ser 
usado como entrada ou vestíbulo. [Figurado] Entrada que dá acesso a algo grandioso ou 
considerado complicado e difícil. [Filosofia] Doutrina dos estoicos cujos conhecimentos eram 
passados sob um pórtico em Atenas. 
Etimologia (origem da palavra pórtico). Do latim porticus.us. 
Sinônimos: portada, portal, portaria. 
Átrio – substantivo masculino. 
 
5 Gênesis 28:18. 
6 Gênesis 31:45. 
7 Gênesis 35:14. 
8 1 Samuel 7:12. 
9 2 Samuel 18:18. 
 
Sala principal e mais importante numa 
casa, ligada à entrada. [História] 
Principal aposento das casas nos 
primeiros tempos da Roma antiga, usado 
como sala de estare de lazer, e também 
como cozinha e dormitório. 
[Arquitetura] Área coberta na entrada 
que dá acesso ao edifício; vestíbulo. 
[Arquitetura] Pátio interno com 
cobertura em construções abertas. 
[Arquitetura] Espaço externo anexado à 
igreja. 
Etimologia (origem da palavra átrio). 
Do latim atrium, de ater, que significa 
preto, com referência ao teto enegrecido 
pela fumaça nesse aposento. 
Sinônimos: adro, vestíbulo. 
Vestíbulo – substantivo masculino. 
Peça por onde se passa ao entrar numa 
casa ou apartamento, e que 
frequentemente serve de passagem para 
os outros cômodos. Espaço entre a rua e a entrada do edifício. 
Sinônimos: pátio, pórtico, átrio. 
Por extensão, decorre de vestíbulo, a palavra vestibular (vestíbulo + ar), cujo significado 
é: que se relaciona com vestíbulo ou a ele pertence. 
Outro trecho interessante do Livro da Lei, que podemos utilizar para mensurar a função 
cerimonial das colunas vestibulares, está em 2 Crônicas 23:13, onde lemos que “lá estava o rei 
perto da sua coluna”, quando trata da coroação do Rei Joás da Judéia. Ainda sobre o mesmo 
evento, em 2 Reis 11:14, temos que “olhou e viu o rei que estava junto à coluna, como de 
costume”. 
 Através do conteúdo desses trechos reproduzidos, 
podemos inferir que se desenvolveu ao longo das eras, o 
costume de erigir colunas, pilares, obeliscos ou outros marcos 
para, a título de monumentos religiosos, realizar as práticas 
devocionais dirigidas à glória do Grande Arquiteto do 
Universo, o que vemos em diversos povos e culturas. Inclusive, 
nesse sentido, temos os minaretes que são erigidos junto às 
Mesquitas muçulmanas, cuja função cerimonial passa tanto por 
ser o local utilizado para dele anunciar a realização dos serviços 
religiosos, como representação de ligação do Homem a Deus. 
 Ampliando a investigação quanto ao costume de 
ergirirem-se colunas cerimonias pelos povos antigos, podemos 
obter da prática egípcia de posicionar obeliscos diante de 
túmulos e templos, importantes informações. Tais obeliscos 
eram dirigidos ao deus-sol Rá e também, extensivamente, aos 
Faraós que o personificavam. Os egípcios acreditavam que tais 
monumentos serviam para dissipar as energias negativas que estavam nas cidades, seja como 
 
emanação das pessoas que sofriam tormentos e passavam por agruras, seja como uma crença 
de que tais energias se transformavam em tempestades ou outros eventos climáticos. 
 “(...) uma explicação do simbolismo dos dois pilares da entrada do Templo de 
Salomão, como representantes da estabilidade conjunta dos reinos unidos de Judah e Israel 
daquele tempo, derivadas de um simbolismo anterior, usados nos reinos do Alto e Baixo Egito; 
e aplicados mais recentemente, como Símbolos de estabilidade da Maçonaria. (...) Nem todos 
os estudiosos vêm os pilares na mesma luz. Assim o Dr. Carol Myer, em seu trabalho “Jachin 
e Boaz, na Perspectiva Religiosa e Política” (na Catholic Biblical Quartely, 1963, p.169), 
argumenta que os primeiros estudiosos nos anos trinta e quarenta, não reconheciam o 
significado dos pilares livres, os quais eram conhecidos de pesquisas arqueológicas que 
suportavam um número de templos do mundo antigo. Estes pilares exteriores também 
aparecem nas moedas do primeiro século, em Cypros e Cidron, nas quais pode se ver, ficavam 
claramente fora das estruturas do templo. (...) Assim os pilares gêmeos aparecem enormes na 
entrada do Templo, fornecendo uma ligação com a grandeza não vista no interior”10. 
 Com base nas descrições 
contidas no Livro da Lei, há certa 
divergência entre os 
pesquisadores sobre a posição e 
forma real de tais estruturas, já 
que, se por um lado, o Templo de 
Salomão foi erigido com 
inspiração na disposição do 
Tabernáculo, ou seja, com um 
Átrio exterior, um local 
considerado ⁄ designado “Santo” 
e outro local considerado ⁄ 
designado “Santíssimo” (neste 
depositada a Arca da Aliança), 
presumindo-se que as colunas, 
portanto, estavam posicionadas 
como elementos arquitetônicos 
livres diante do Templo; outros 
defendem que tais colunas 
poderiam servir como elementos 
estruturais sustentando 
diretamente o teto de um local 
fechado utilizado como 
passagem para ingresso no 
Templo, compondo-o como sua 
parte integrada. 
 Se nos ativermos à 
interpretação que se liga ao 
costume religioso presente em 
diversas culturas, do 
posicionamento de colunas ou 
obeliscos cerimoniais demarcando locais sagrados, vamos concluir que as colunas vestibulares 
estavam livres à entrada do Templo. Cremos que as divergências se dão em virtude do texto 
bíblico justamente que localiza tais estruturas no pórtico do Templo e que, como consta do 
 
10 Walker Sharman in Ao lado do Pilar…. Como era o Costume Antigo. Artigo contido no livro Pérolas Maçônicas. 
 
dicionário da língua portuguesa, definem o pórtico como uma estrutura coberta e átrio como 
uma estrutura fora do corpo do prédio da igreja. 
 Examinando os rituais utilizados no sistema inglês e americano (Emulação e York), 
veremos que na planta dos respectivos templos, tais colunas se localizam na parte interna da 
sala da Loja, ladeando a porta de entrada. O Templo do Rito Escocês Antigo e Aceito, 
entretanto, conforme ritual utilizado pelo Grande Oriente Paulista, posiciona tais colunas fora 
do Templo, no Átrio que, por sua vez, podemos considerar parte contígua do Templo, posto a 
realização naquele ambiente dos primeiros procedimentos ritualísticos para início dos trabalhos 
e ainda, onde está pintada a reprodução do planeta Marte (conforme Abóbada Celeste). 
 Encontramos no Compêndio Litúrgico do citado rito (Escocês) que “as duas colunas 
principais devem ficar no Átrio, à entrada deste ou junto às paredes Norte e Sul, ladeando a 
porta do Templo” (ou seja, fora do Templo), com a ressalva que “no Rito Escocês Antigo e 
Aceito a coluna “J” deve ficar, por fora, à direita de quem entra no Templo e a coluna “B” 
por fora, à esquerda, formando par com a outra”; corroborando a descrição contida no Livro 
da Lei. 
 O tema “esquerda ou 
direita” também é outro que 
provoca polêmica, embora 
entendamos que não haveria razão 
para isso, pois a redação do texto, 
feita à maneira de qualquer 
observador, indica a visão de quem 
relata aquilo que vê diante dos seus 
olhos. Assim, as colunas estão 
posicionadas, portanto, conforme 
Compêndio Litúrgico à maneira do 
descrito no Livro da Lei, a saber, a 
coluna “B” à esquerda e a coluna 
“J” à direita. Figurativamente, 
“Boaz no simbolismo, costuma ser 
representado na cor preta, e 
corresponde ao receptivo ou 
passivo, ao material e ao feminino. 
Jachin corresponde ao ativo, 
espiritual, masculino, branco”11. 
 Sob inspiração do 
simbolismo e da alegoria que está 
presente nos trabalhos maçônicos, essas duas colunas delimitam as fronteiras do mundo, 
estando a coluna “B” ao Norte e a coluna “J” ao Sul. Do mesmo modo que as fronteiras do 
mundo estão representadas também pelos pontos cardeais que orientam a ritualística, as colunas 
vestibulares não podem ser entendidas separadamente e, nesse sentido, inclusive quando 
analisamos os nomes respectivos, temos que Boaz (Bo’az ou Booz) significaria “força” ou 
“nele há força” e Jaquim (Jakin ou Yakhin) significaria “ele estabelece” ou “se levanta”. 
Obteríamos da composição de tais nomes, portanto, que as colunas estariam nomeadas para 
indicar que o Templo de Salomão teria sido erigido para demonstrar que a força de Deus está 
estabelecida através dele, ou ainda, que é a força de Deus que tudo levanta e estabelece e 
 
11 Dicionário do Pensamento Esotérico Ocidental. 
 
sustenta12. Assim, é a força de Deus que permite que o Templo se estabeleça e inversa ou 
proporcionalmente, o Templo estabelece na Terra a força de Deus. 
 Uma outra interpretação sobre os nomes das colunas vestibulares, nos indica que através 
da coluna da direita Jaquim (ele tornará estável) e da coluna daesquerda Boaz (n’Ele há força) 
é a de que, na sua forma atualmente compreendida, haveria relação direta com Yahvé que 
permite aos homens manterem o Templo em pé (assim com suas próprias vidas). Também 
aludindo à ritualística maçônica novamente, as colunas vestibulares protegem e guardam a 
entrada do mundo, que é sustentado pelas doze colunas zodiacais que ligam a Terra ao Céu e 
cuja luz solar ilumina, conforme o seu movimento aparente na Abóbada Celeste (contrapondo-
se à escuridão), todos os Homens que se ligam ao Grande Arquiteto do Universo. 
Consequentemente, as colunas “B” e “J” indicam os limites extremos do movimento solar, ou 
seja, do solstício de verão ao Norte e do solstício de inverno ao Sul (conforme o ritual). 
 Vimos através da narrativa já aludida nessa Peça de Arquitetura, em 2 Samuel 18:18, 
que era costume designar as colunas por nomes que indicassem seus objetivos, aquele que a 
erigiu ou ainda, transmitir uma mensagem e historicamente, a construção de tais colunas e 
obeliscos tinham o intuito de louvar aos deuses, buscar favores e graças e também, na esfera 
temporal, registrar realizações pessoais de governantes. 
 “A Maçonaria ensina que o símbolo das duas colunas tem dois sentidos, iluminados 
por uma recitação ritualística de um mito tradicional. O primeiro é expresso pelos nomes dados 
àquelas que ficavam do lado de fora do Templo de Salomão. A coluna esquerda está associada 
ao poder do rei. (...) A coluna da direita está associada ao poder do sacerdote. (...) Quando as 
duas colunas estão juntas, assumem uma camada adicional de sentido. Podem estar unidas 
simbolicamente por uma pedra angular, um lintel, ou pelo Real Arco dos Céus. (...) As duas 
colunas representam duas forças que agem sobre a sociedade. Elas são a força secular do rei, 
 
12 “Na minha Força, Eu apoiarei esta casa, a fim de que ela se mantenha para todo o sempre”, ou “E tua casa e 
teu Reino para sempre estabelecer-se-ão diante de ti”, ou “Em força Eu estabelecerei esta Minha casa para que 
fique firme para sempre”, conforme instruções maçônicas. 
 
que rege, protege o povo e governa a terra e a força espiritual do sacerdote, que guia a vida 
religiosa e espiritual do povo”13. 
 Permanece o debate.... Entre colunas.... 
 
Referências 
BÍBLIA THOMPSOM: Letra Grande. Compilado e redigido por Frank Charles Thompsom; 
(tradução João Ferreira de Almeida). São Paulo: Editora Vida, 2014. 
BOUCHER, Jules. A simbólica maçônica ou a arte real reeditada e corrigida de acordo com a 
regras da simbólica esotérica e tradicional ⁄ Jules Boucher; tradução Frederico Ozanam Pessoa 
de Barros. – 2. ed. – São Paulo: Pensamento, 2015. 
COMPÊNDIO LITÚRGICO para o Rito Escocês Antigo e Aceito. 5ª. Edição Revista e 
Atualizada. São Paulo: Grande Oriente Paulista, 2006. 
DICIONÁRIO AURÉLIO versão digital acessível no endereço eletrônico www.dicio.com.br 
acesso em 01 de julho de 2021. 
FERRER-BENIMELI, José Antonio. Arquivos secretos do Vaticano e a franco-maçonaria ⁄ 
José Antonio Ferrer-Benimeli; [tradução Silvio Floreal de Jesus Antunha]. – São Paulo: 
Madras, 2010. 
GARDNER, Laurence. A sombra de Salomão: a revelação dos segredos perdidos dos Franco-
Maçons ⁄ Laurence Gardner; tradução Ana Maria Balboni. – São Paulo: Madras, 2007. 
GREER, John Michael. Dicionário Enciclopédico do Pensamento Esotérico Ocidental; 
tradução: Marcelo Borges. São Paulo. Pensamento, 2012. 
 
13 Robert Lomas in O poder secreto dos símbolos maçônicos. 
http://www.dicio.com.br/
 
HORNE, Alex. O Templo do Rei Salomão na tradição maçônica ⁄ Alex Horne; [tradução 
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KNIGHT, Christopher. O livro de Hiram: maçonaria, vênus e a chave secreta para a revelação 
da vida de Jesus ⁄ Christopher Knight e Robert Lomas; tradução José Arnaldo de Castro. – São 
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LEADBEATER, C. W. A vida oculta na Maçonaria ⁄ C. W. Leadbeater; tradução J. Gervásio 
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LOMAS, Robert. O poder secreto dos símbolos maçônicos ⁄ Robert Lomas; tradução Soraya 
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PINTO, Gilson da Silveira. Pérolas maçônicas ⁄ Gilson da Silveira Pinto. – 1ª. ed. – Londrina: 
Ed. Maçônica “A TROLHA”, 2001. 
RITUAL DO GRAU DE APRENDIZ MAÇOM do Rito Escocês Antigo e Aceito. São Paulo: 
Grande Oriente Paulista, 2015. 
RITUAL DO GRAU DE APRENDIZ ADMITIDO do Rito York. São Paulo: Grande Oriente 
Paulista, 2015. 
RITUAL DE EMULAÇÃO GRAU DE APRENDIZ MAÇOM. São Paulo: Grande Oriente 
Paulista, 2013. 
RITUAL DE EMULAÇÃO NO GRAU DE COMPANHEIRO MAÇOM. São Paulo: Grande 
Oriente Paulista, 2009. 
RITUAL DO GRAU DE COMPANHEIRO MAÇOM do Rito Escocês Antigo e Aceito. São 
Paulo: Grande Oriente Paulista, 2018. 
RITUAL DO GRAU DE COMPANHEIRO DE OFÍCIO do Rito de York (Rito Inglês Antigo). 
São Paulo: Grande Oriente Paulista, 2019. 
RITUAL DE EMULAÇÃO no Terceiro Grau. São Paulo: Grande Oriente Paulista, 2016. 
RITUAL DO GRAU DE MESTRE MAÇOM do Rito Escocês Antigo e Aceito. São Paulo: 
Grande Oriente Paulista, 2018. 
RITUAL DO GRAU DE MESTRE MAÇOM do Rito York. Rito Inglês Antigo. São Paulo: 
Grande Oriente Paulista, 2019. 
https://www.bibliatodo.com/pt/dicionario-biblico/boaz acesso em 01 de julho de 2021. 
https://www.bibliatodo.com/pt/dicionario-biblico?s=jaquim acesso em 01 de julho de 2021. 
 
https://www.bibliatodo.com/pt/dicionario-biblico/boaz
https://www.bibliatodo.com/pt/dicionario-biblico?s=jaquim

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