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A XENOFOBIA E O RACISMO NO BRASIL Nathaly Lacerda Soares 20015692 Enfermagem De acordo com a Constituição Federal de 1988, a igualdade é um direito de todo cidadão. No entanto, na realidade brasileira, o benefício prometido pela norma constitucional está distante de se alcançar, tendo em vista que a xenofobia é uma problemática recorrente. Nesse sentido, é necessário que medidas sejam tomadas para amenizar esse quadro, o qual é motivado por questões que envolvem tanto o Estado como a sociedade. A princípio, é incontestável que a nefasta atuação do Estado está entre as causas do racismo e da xenofobia no país. Segundo Nicolau Maquiavel, no livro “O príncipe”, para se manter no poder, o Governo deve operar tendo como objetivo o bem universal. Todavia, é notório que, no Brasil, a pífia ação governamental rompe com essa paridade, visto que essa problemática é tão recorrente no dia a dia, a exemplo como a inclusão destas pessoas no mercado de trabalho. Dessa forma, é evidente que a pífia atuação dos entes governamentais contribui para a permanência desse quadro danoso. Ademais, destaca-se a insciência da sociedade como mais um desafio a ser combatido. Diante disso, faltam medidas efetivas por parte das autoridades competentes para que o cenário brasileiro seja alterado. Isso, consoante o pensamento de Augusto Cury, “A aceitação passiva das ideias é pior do que a crítica tola dirigida a elas”. Na atmosfera desse raciocínio, tal ideia mostra a situação na qual a sociedade brasileira encontra-se, postura passiva mediante a necessidade de mudanças. Logo, um corpo social apático dos seus deveres e direitos faz com que o problema perdure no âmbito nacional. Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse no Brasil. Assim, o governo deve aplicar medidas para inclusão, por meio de projetos, em escolas, empresas, meios de televisão, a fim de efeito. Paralelamente, cabe ao governo e estado, a conscientização da sociedade o respeito e igualdade de todos.