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2 (AOL 2) DIREITO DAS COISAS

Questionário de Direito das Coisas (AOL 2): questões de múltipla escolha sobre condomínio (natureza, classificação e efeitos), usucapião (espécie extraordinária), posse, frutos e benfeitorias; traz enunciados, referências bibliográficas e alternativas com resposta indicada.

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Questões resolvidas

Leia o excerto a seguir: “[...] o condomínio tem natureza real, havendo um conjunto de coisas e não de pessoas. Desse modo, o condomínio não tem natureza contratual, sendo regido pelos princípios do Direito das Coisas. Nessa linha, as lições de Clóvis Beviláqua, que procurava diferenciar o condomínio da sociedade, afirmando que ‘A sociedade se forma como os outros contratos, pelo concurso das vontades; o condomínio, além desse modo de formação, aliás escassamente usado, resulta mais de casos para os quais, como a herança, não intervém a vontade do consorte [...]’.” Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 476.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se afirmar que:
1. o condomínio pode ser classificado como voluntário e universal.
2. o condomínio ocorre quando há uma pessoa exercendo a propriedade.
3. o condomínio voluntário decorre de acordo realizado entre condôminos.
4. o condomínio universal e pro diviso correspondem aos efeitos.
5. o condomínio necessário decorre da vontade das partes.

Considere a seguir situação-problema: Maristela reside com a sua família, por mais de quinze anos, sem interrupção nem oposição, em um imóvel de trezentos metros quadrados, de propriedade de Estela. Mesmo sem comprovar boa-fé quanto à posse, Maristela ajuizou ação por meio da qual pleiteia que seja julgado procedente seu pedido de propriedade do imóvel.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre usucapião, pode-se afirmar que estamos diante da espécie de usucapião:
1. especial urbana coletiva.
2. extraordinário.
3. especial rural.
4. constitucional.
5. ordinário.

“Verifica-se a existência do condomínio quando mais de uma pessoa tem a propriedade sobre determinado bem, seja ele móvel ou imóvel. De acordo com as lições de Rubens Limongi França, o condomínio “é a espécie de propriedade em que dois ou mais sujeitos são titulares, em comum, de uma coisa indivisa (pro indiviso), atribuindo-se a cada condômino uma parte ou fração ideal da mesma coisa” (LIMONGI FRANÇA, RubensI.n stituições..., 1996, p. 497).” Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 474.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se afirmar sobre os efeitos da posse que:
1. condomínio convencional decorre de herança.
2. o condomínio tem natureza contratual.
3. o condomínio tem natureza pessoal.
4. no condomínio, há um conjunto de pessoas.
5. condomínio pode ser classificado pela origem, forma e objeto.

Leia o trecho a seguir: “Os frutos devem pertencer ao proprietário, como acessórios da coisa. Sendo dele a coisa principal, dele também terão que ser as coisas acessórias, segundo o princípio accessorium sequitur suum principale (CC, art. 92). Essa regra, contudo, não prevalece quando o possuidor está possuindo de boa-fé, isto é, com a convicção de que é seu o bem possuído. Há nesses casos dois direitos que se afrontam, o do proprietário e o do possuidor, e o deste prevalecerá quando se estadear a boa-fé de quem possui [...].” Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2019. p. 186.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o direito de retenção, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
I. ( ) As benfeitorias úteis serão indenizadas se autorizadas pelo proprietário.
II. ( ) O possuidor pagará um valor (solarium) ao proprietário pelas benfeitorias.
III. ( ) O valor da indenização ao possuidor de má-fé será dada pelo reivindicante.
IV. ( ) Os produtos e os frutos se produzem periodicamente.
V. ( ) O possuidor de boa-fé poderá levantar a benfeitoria voluptuária.
1. V, V, F, F, V.
2. F, F, V, F, V.
3. F, V, V, F, F.
4. V, F, V, F, F.
5. F, F, F, V, V.

Leia o excerto a seguir: “Ao formular seus juízos de valor, visando o equilíbrio nas relações interindividuais, o legislador favorece a quem age de boa-fé e penaliza o que obrou de má-fé. Exemplo da aplicação deste critério são as regras sobre os frutos percebidos, analisadas no item anterior [...].” Fonte: NADER, P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. Rio de Janeiro: Forense, 2016. p. 115.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção dos frutos, pode-se afirmar que o possuidor de má-boa-fé, no que tange os frutos percebidos:
1. terá direito a eles.
2. poderá ser indenizado pelo proprietário.
3. deverá indenizar o proprietário.
4. permanecerá com os frutos.
5. deverá restituí-los.

“O principal efeito é a defesa da posse (jus possessions), isto é, o direito de defender a posse. Assim, o possuidor, independentemente da natureza da posse, poderá defendê-la contra terceiros que a molestem. Isto quer dizer que o possuidor tem o direito de defender a sua posse, mesmo tendo-a adquirido de maneira viciada.” Fonte: MELLO, C. M. Direito Civil: direito das coisas. 2. ed. rev., Maria Augusta Delgado: Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 122.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre efeito da posse e a proteção possessória, analise as afirmativas a seguir:
I. O possuidor possui a faculdade de defender a posse pelo desforço imediato.
II. O domínio pode ser alegado na defesa da posse.
III. A posse pode sofrer três tipos de ameaça (esbulho, turbação e ameaça).
IV. As ações possessórias protegem a posse.
1. I, III e IV.
2. III e IV.
3. I e III.
4. I e II.
5. II e IV.

Leia o trecho a seguir: “Desse modo, a usucapião constitui uma situação de aquisição do domínio, ou mesmo de outro direito real (caso do usufruto ou da servidão), pela posse prolongada, permitindo a lei que uma determinada situação de fato alongada por certo intervalo de tempo se transforme em uma situação jurídica: a aquisição originária da propriedade [...].” Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 285.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre usucapião, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A usucapião se trata de um modo de aquisição secundária da propriedade de um imóvel.
II. Para ser reconhecida, a usucapião exige justo título.
1. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
2. As asserções I e II são proposições falsas.
3. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
4. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
5. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.

Leia o excerto a seguir: “[...] O fundamento para a intervenção do Estado na propriedade é a supremacia do interesse público. Ora, na colidência de um interesse público e um interesse privado é aquele que prevalece, já que o sacrifício do direito individual do proprietário está ancorado no interesse coletivo.” Fonte: MELLO, C. M. Direito civil: direito das coisas. 2. ed. Rio de Janeiro: Maria Augusta Delgado, 2017. p. 196.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao exercício da propriedade, é correto afirmar que a desapropriação urbanística:
1. surge para atender um interesse público.
2. determina a promoção da terra.
3. decorre de perigo iminente público.
4. é medida administrativa, de caráter geral.
5. descumpre o plano diretor.

“[…] No que interessa aos efeitos da posse, para a análise do direito aos frutos é fundamental que a posse seja configurada como de boa ou má-fé. De início, estatui o art. 1.214 do CC/2002 que o possuidor de boa-fé tem direito, enquanto ela durar, aos frutos percebidos [...].” Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 100.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção dos frutos, pode-se afirmar que os frutos podem se dividir quanto à origem e quanto ao seu estado, em relação à origem dos frutos, eles se classificam como frutos naturais, industriais e:
1. colhidos.
2. percipiendos.
3. civis.
4. produtos.
5. pendentes.

Leia o trecho a seguir: “Os interditos possessórios são as ações possessórias diretas. O possuidor tem a faculdade de propor essas demandas objetivando manter-se na posse ou que esta lhe seja restituída. Para tanto, devem ser observadas as regras processuais previstas a partir do art. 554 do CPC/2015, equivalente ao art. 920 do CPC/1973.” Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 116.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a defesa da posse e os interditos possessórios, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s):
I. ( ) Havendo privação total da posse o possuidor se valerá da reintegração de posse.
II. ( ) É possível a fungibilidade entre as ações possessórias e petitórias.
III. ( ) Na ação de imissão de posse, basta sua comprovação.
IV. ( ) Nas ações possessórias, é possível apresentar pedido contraposto.
V. ( ) Em ações possessórias, é cabível pedido liminar.
1. F, V, V, F, V.
2. F, F, F, V, V.
3. V, F, F, V, V.
4. V, F, F, V, F.
5. V, V, V, F, F.

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Questões resolvidas

Leia o excerto a seguir: “[...] o condomínio tem natureza real, havendo um conjunto de coisas e não de pessoas. Desse modo, o condomínio não tem natureza contratual, sendo regido pelos princípios do Direito das Coisas. Nessa linha, as lições de Clóvis Beviláqua, que procurava diferenciar o condomínio da sociedade, afirmando que ‘A sociedade se forma como os outros contratos, pelo concurso das vontades; o condomínio, além desse modo de formação, aliás escassamente usado, resulta mais de casos para os quais, como a herança, não intervém a vontade do consorte [...]’.” Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 476.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se afirmar que:
1. o condomínio pode ser classificado como voluntário e universal.
2. o condomínio ocorre quando há uma pessoa exercendo a propriedade.
3. o condomínio voluntário decorre de acordo realizado entre condôminos.
4. o condomínio universal e pro diviso correspondem aos efeitos.
5. o condomínio necessário decorre da vontade das partes.

Considere a seguir situação-problema: Maristela reside com a sua família, por mais de quinze anos, sem interrupção nem oposição, em um imóvel de trezentos metros quadrados, de propriedade de Estela. Mesmo sem comprovar boa-fé quanto à posse, Maristela ajuizou ação por meio da qual pleiteia que seja julgado procedente seu pedido de propriedade do imóvel.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre usucapião, pode-se afirmar que estamos diante da espécie de usucapião:
1. especial urbana coletiva.
2. extraordinário.
3. especial rural.
4. constitucional.
5. ordinário.

“Verifica-se a existência do condomínio quando mais de uma pessoa tem a propriedade sobre determinado bem, seja ele móvel ou imóvel. De acordo com as lições de Rubens Limongi França, o condomínio “é a espécie de propriedade em que dois ou mais sujeitos são titulares, em comum, de uma coisa indivisa (pro indiviso), atribuindo-se a cada condômino uma parte ou fração ideal da mesma coisa” (LIMONGI FRANÇA, RubensI.n stituições..., 1996, p. 497).” Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 474.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, pode-se afirmar sobre os efeitos da posse que:
1. condomínio convencional decorre de herança.
2. o condomínio tem natureza contratual.
3. o condomínio tem natureza pessoal.
4. no condomínio, há um conjunto de pessoas.
5. condomínio pode ser classificado pela origem, forma e objeto.

Leia o trecho a seguir: “Os frutos devem pertencer ao proprietário, como acessórios da coisa. Sendo dele a coisa principal, dele também terão que ser as coisas acessórias, segundo o princípio accessorium sequitur suum principale (CC, art. 92). Essa regra, contudo, não prevalece quando o possuidor está possuindo de boa-fé, isto é, com a convicção de que é seu o bem possuído. Há nesses casos dois direitos que se afrontam, o do proprietário e o do possuidor, e o deste prevalecerá quando se estadear a boa-fé de quem possui [...].” Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2019. p. 186.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as benfeitorias e o direito de retenção, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
I. ( ) As benfeitorias úteis serão indenizadas se autorizadas pelo proprietário.
II. ( ) O possuidor pagará um valor (solarium) ao proprietário pelas benfeitorias.
III. ( ) O valor da indenização ao possuidor de má-fé será dada pelo reivindicante.
IV. ( ) Os produtos e os frutos se produzem periodicamente.
V. ( ) O possuidor de boa-fé poderá levantar a benfeitoria voluptuária.
1. V, V, F, F, V.
2. F, F, V, F, V.
3. F, V, V, F, F.
4. V, F, V, F, F.
5. F, F, F, V, V.

Leia o excerto a seguir: “Ao formular seus juízos de valor, visando o equilíbrio nas relações interindividuais, o legislador favorece a quem age de boa-fé e penaliza o que obrou de má-fé. Exemplo da aplicação deste critério são as regras sobre os frutos percebidos, analisadas no item anterior [...].” Fonte: NADER, P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. Rio de Janeiro: Forense, 2016. p. 115.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção dos frutos, pode-se afirmar que o possuidor de má-boa-fé, no que tange os frutos percebidos:
1. terá direito a eles.
2. poderá ser indenizado pelo proprietário.
3. deverá indenizar o proprietário.
4. permanecerá com os frutos.
5. deverá restituí-los.

“O principal efeito é a defesa da posse (jus possessions), isto é, o direito de defender a posse. Assim, o possuidor, independentemente da natureza da posse, poderá defendê-la contra terceiros que a molestem. Isto quer dizer que o possuidor tem o direito de defender a sua posse, mesmo tendo-a adquirido de maneira viciada.” Fonte: MELLO, C. M. Direito Civil: direito das coisas. 2. ed. rev., Maria Augusta Delgado: Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 122.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre efeito da posse e a proteção possessória, analise as afirmativas a seguir:
I. O possuidor possui a faculdade de defender a posse pelo desforço imediato.
II. O domínio pode ser alegado na defesa da posse.
III. A posse pode sofrer três tipos de ameaça (esbulho, turbação e ameaça).
IV. As ações possessórias protegem a posse.
1. I, III e IV.
2. III e IV.
3. I e III.
4. I e II.
5. II e IV.

Leia o trecho a seguir: “Desse modo, a usucapião constitui uma situação de aquisição do domínio, ou mesmo de outro direito real (caso do usufruto ou da servidão), pela posse prolongada, permitindo a lei que uma determinada situação de fato alongada por certo intervalo de tempo se transforme em uma situação jurídica: a aquisição originária da propriedade [...].” Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 285.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre usucapião, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A usucapião se trata de um modo de aquisição secundária da propriedade de um imóvel.
II. Para ser reconhecida, a usucapião exige justo título.
1. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
2. As asserções I e II são proposições falsas.
3. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
4. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
5. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.

Leia o excerto a seguir: “[...] O fundamento para a intervenção do Estado na propriedade é a supremacia do interesse público. Ora, na colidência de um interesse público e um interesse privado é aquele que prevalece, já que o sacrifício do direito individual do proprietário está ancorado no interesse coletivo.” Fonte: MELLO, C. M. Direito civil: direito das coisas. 2. ed. Rio de Janeiro: Maria Augusta Delgado, 2017. p. 196.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação ao exercício da propriedade, é correto afirmar que a desapropriação urbanística:
1. surge para atender um interesse público.
2. determina a promoção da terra.
3. decorre de perigo iminente público.
4. é medida administrativa, de caráter geral.
5. descumpre o plano diretor.

“[…] No que interessa aos efeitos da posse, para a análise do direito aos frutos é fundamental que a posse seja configurada como de boa ou má-fé. De início, estatui o art. 1.214 do CC/2002 que o possuidor de boa-fé tem direito, enquanto ela durar, aos frutos percebidos [...].” Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 100.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção dos frutos, pode-se afirmar que os frutos podem se dividir quanto à origem e quanto ao seu estado, em relação à origem dos frutos, eles se classificam como frutos naturais, industriais e:
1. colhidos.
2. percipiendos.
3. civis.
4. produtos.
5. pendentes.

Leia o trecho a seguir: “Os interditos possessórios são as ações possessórias diretas. O possuidor tem a faculdade de propor essas demandas objetivando manter-se na posse ou que esta lhe seja restituída. Para tanto, devem ser observadas as regras processuais previstas a partir do art. 554 do CPC/2015, equivalente ao art. 920 do CPC/1973.” Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2019. p. 116.
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a defesa da posse e os interditos possessórios, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s):
I. ( ) Havendo privação total da posse o possuidor se valerá da reintegração de posse.
II. ( ) É possível a fungibilidade entre as ações possessórias e petitórias.
III. ( ) Na ação de imissão de posse, basta sua comprovação.
IV. ( ) Nas ações possessórias, é possível apresentar pedido contraposto.
V. ( ) Em ações possessórias, é cabível pedido liminar.
1. F, V, V, F, V.
2. F, F, F, V, V.
3. V, F, F, V, V.
4. V, F, F, V, F.
5. V, V, V, F, F.

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Híbrido - 135811 . 5 - Hbd40 - Direito das Coisas - 20231 
Avaliação On-Line 2 (AOL 2) - Questionário 
Nota final Enviado em: 28/03/23 22:41 (BRT) 
1/1 
Conteúdo do exercício 
1. Pergunta 1 0,1/0,1 
Leia o excerto a seguir: 
“[...] o condomínio tem natureza real, havendo um conjunto de coisas e não 
de pessoas. Desse modo, o condomínio não tem natureza contratual, sendo 
regido pelos princípios do Direito das Coisas. Nessa linha, as lições de Clóvis 
Beviláqua, que procurava diferenciar o condomínio da sociedade, 
afirmando que ‘A sociedade se forma como os outros contratos, pelo 
concurso das vontades; o condomínio, além desse modo de formação, aliás 
escassamente usado, resulta mais de casos para os quais, como a herança, 
não intervém a vontade do consorte [...]’.” 
Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: 
Forense, 2019. p. 476. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, 
pode-se afirmar que: 
1. o condomínio pode ser classificado como voluntário e 
universal. 
2. o condomínio voluntário decorre de acordo realizado entre 
condôminos. Resposta correta 
3. o condomínio necessário decorre da vontade das partes. 
4. o condomínio universal e pro diviso correspondem aos 
efeitos. 
5. o condomínio ocorre quando há uma pessoa exercendo a 
propriedade. 
2. Pergunta 2 
0,1/0,1 
Considere a seguir situação-problema: 
Maristela reside com a sua família, por mais de quinze anos, sem 
interrupção nem oposição, em um imóvel de trezentos metros quadrados, 
de propriedade de Estela. Mesmo sem comprovar boa-fé quanto à posse, 
Maristela ajuizou ação por meio da qual pleiteia que seja julgado 
procedente seu pedido de propriedade do imóvel. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre usucapião, 
pode-se afirmar que estamos diante da espécie de usucapião: 
1. especial urbana coletiva. 
2. extraordinário. Resposta correta 
3. especial rural. 
4. constitucional. 
5. ordinário. 
3. Pergunta 3 0,1/0,1 
“Verifica-se a existência do condomínio quando mais de uma pessoa tem a 
propriedade sobre determinado bem, seja ele móvel ou imóvel. De acordo 
com as lições de Rubens Limongi França, o condomínio “é a espécie de 
propriedade em que dois ou mais sujeitos são titulares, em comum, de uma 
coisa indivisa (pro indiviso), atribuindo-se a cada condômino uma parte ou 
fração ideal da mesma coisa” (LIMONGI FRANÇA, RubensI.n stituições..., 
1996, p. 497).” 
Fonte: TARTUCE. F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: 
Forense, 2019. p. 474. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre condomínio, 
pode-se afirmar sobre os efeitos da posse que: 
1. condomínio convencional decorre de herança. 
2. o condomínio tem natureza contratual. 
3. o condomínio tem natureza pessoal. 
4. no condomínio, há um conjunto de pessoas. 
5. condomínio pode ser classificado pela origem, forma e 
objeto. Resposta correta 
4. Pergunta 4 0,1/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“Os frutos devem pertencer ao proprietário, como acessórios da coisa. 
Sendo dele a coisa principal, dele também terão que ser as coisas acessórias, 
segundo o princípio accessorium sequitur suum principale (CC, art. 92). 
Essa regra, contudo, não prevalece quando o possuidor está possuindo de 
boa-fé, isto é, com a convicção de que é seu o bem possuído. Há nesses casos 
dois direitos que se afrontam, o do proprietário e o do possuidor, e o deste 
prevalecerá quando se estadear a boa-fé de quem possui [...].” 
Fonte: GONÇALVES, C. A. Direito Civil: direito das coisas. 14. ed. São Paulo: 
Saraiva, 2019. p. 186. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre as 
benfeitorias e o direito de retenção, analise as afirmativas a seguir e 
assinale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s). 
I. ( ) As benfeitorias úteis serão indenizadas se autorizadas pelo 
proprietário. 
II. ( ) O possuidor pagará um valor (solarium) ao proprietário pelas 
benfeitorias. 
III. ( ) O valor da indenização ao possuidor de má-fé será dada pelo 
reivindicante. 
IV. ( ) Os produtos e os frutos se produzem periodicamente. 
V. ( ) O possuidor de boa-fé poderá levantar a benfeitoria voluptuária. 
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
1. V, V, F, F, V. 
2. F, F, V, F, V. Resposta correta 
3. F, V, V, F, F. 
4. V, F, V, F, F. 
5. F, F, F, V, V. 
5. Pergunta 5 0,1/0,1 
Leia o excerto a seguir: 
“Ao formular seus juízos de valor, visando o equilíbrio nas relações 
interindividuais, o legislador favorece a quem age de boa-fé e penaliza o que 
obrou de má-fé. Exemplo da aplicação deste critério são as regras sobre os 
frutos percebidos, analisadas no item anterior [...].” 
Fonte: NADER, P. Curso de Direito Civil: direito das coisas. Rio de Janeiro: 
Forense, 2016. p. 115. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção 
dos frutos, pode-se afirmar que o possuidor de má-boa-fé, no que tange os 
frutos percebidos: 
1. permanecerá com os frutos. 
2. terá direito a eles. 
3. poderá ser indenizado pelo proprietário. 
4. deverá restituí-los. 
5. deverá indenizar o proprietário. Resposta correta 
6. Pergunta 6 0,1/0,1 
“O principal efeito é a defesa da posse (jus possessions), isto é, o direito de 
defender a posse. Assim, o possuidor, independentemente da natureza da 
posse, poderá defendê-la contra terceiros que a molestem. Isto quer dizer 
que o possuidor tem o direito de defender a sua posse, mesmo tendo-a 
adquirido de maneira viciada.” 
Fonte: MELLO, C. M. Direito Civil: direito das coisas. 2. ed. rev., Maria 
Augusta Delgado: Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 122. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre efeito da 
posse e a proteção possessória, analise as afirmativas a seguir: 
I. O possuidor possui a faculdade de defender a posse pelo desforço 
imediato. 
II. O domínio pode ser alegado na defesa da posse. 
III. A posse pode sofrer três tipos de ameaça (esbulho, turbação e ameaça). 
IV. As ações possessórias protegem a posse. 
Está correto apenas o que se afirma em: 
1. I, III e IV. Resposta correta 
2. III e IV. 
3. I e III. 
4. I e II. 
5. II e IV. 
7. Pergunta 7 0,1/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“Desse modo, a usucapião constitui uma situação de aquisição do domínio, 
ou mesmo de outro direito real (caso do usufruto ou da servidão), pela 
posse prolongada, permitindo a lei que uma determinada situação de fato 
alongada por certo intervalo de tempo se transforme em uma situação 
jurídica: a aquisição originária da propriedade [...].” 
Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: 
Forense, 2019. p. 285. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre usucapião, 
analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas: 
I. A usucapião se trata de um modo de aquisição secundária da propriedade 
de um imóvel. 
Porque: 
II. Para ser reconhecida, a usucapião exige justo título. 
A seguir, assinale a alternativa correta: 
1. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição 
verdadeira. 
2. As asserções I e II são proposições falsas. Resposta correta 
3. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma 
justificativa correta da I. 
4. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma 
proposição falsa. 
5. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não 
é uma justificativa correta da I. 
8. Pergunta 8 0,1/0,1 
Leia o excerto a seguir: 
“[...] O fundamento para a intervenção do Estado na propriedade é a 
supremacia do interesse público. Ora, na colidência de um interesse público 
e um interesse privado é aquele que prevalece, já que o sacrifício do direito 
individual do proprietário está ancorado no interesse coletivo.” 
Fonte: MELLO, C. M. Direito civil: direito das coisas. 2. ed. Rio de Janeiro: 
Maria Augusta Delgado, 2017. p. 196. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a limitação 
ao exercício da propriedade, é corretoafirmar que a desapropriação 
urbanística: 
1. descumpre o plano diretor. Resposta correta 
2. surge para atender um interesse público. 
3. decorre de perigo iminente público. 
4. determina a promoção da terra. 
5. é medida administrativa, de caráter geral. 
9. Pergunta 9 0,1/0,1 
“[…] No que interessa aos efeitos da posse, para a análise do direito aos 
frutos é fundamental que a posse seja configurada como de boa ou má-fé. 
De início, estatui o art. 1.214 do CC/2002 que o possuidor de boa-fé tem 
direito, enquanto ela durar, aos frutos percebidos [...].” 
Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: 
Forense, 2019. p. 100. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a percepção 
dos frutos, pode-se afirmar que os frutos podem se dividir quanto à origem 
e quanto ao seu estado, em relação à origem dos frutos, eles se classificam 
como frutos naturais, industriais e: 
1. colhidos. 
2. percipiendos. 
3. civis. Resposta correta 
4. produtos. 
5. pendentes. 
10. Pergunta 10 0,1/0,1 
Leia o trecho a seguir: 
“Os interditos possessórios são as ações possessórias diretas. O possuidor 
tem a faculdade de propor essas demandas objetivando manter-se na posse 
ou que esta lhe seja restituída. Para tanto, devem ser observadas as regras 
processuais previstas a partir do art. 554 do CPC/2015, equivalente ao art. 
920 do CPC/1973.” 
Fonte: TARTUCE, F. Direito Civil: direito das coisas. 11. ed. Rio de Janeiro: 
Forense, 2019. p. 116. 
Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a defesa da 
posse e os interditos possessórios, analise as afirmativas a seguir e assinale 
V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s): 
I. ( ) Havendo privação total da posse o possuidor se valerá da reintegração 
de posse. 
II. ( ) É possível a fungibilidade entre as ações possessórias e petitórias. 
III. ( ) Na ação de imissão de posse, basta sua comprovação. 
IV. ( ) Nas ações possessórias, é possível apresentar pedido contraposto. 
V. ( ) Em ações possessórias, é cabível pedido liminar. 
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
1. F, V, V, F, V. 
2. F, F, F, V, V. 
3. V, F, F, V, V. Resposta correta 
4. V, F, F, V, F. 
5. V, V, V, F, F.

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