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AOL 1 - Direito das Coisas - UNINASSAU

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De conformidade com o Código Civil, artigo 1.210: “O possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de turbação, restituído no esbulho, e segurado de violência iminente, se tiver justo receio de ser molestado”. Assim, pode o possuidor valer-se das ações possessórias para proteger a posse de determinado bem. Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a classificação da posse quanto os efeitos, pode-se afirmar sobre os efeitos da posse que:

1. é defendida pelas ações diretas possessórias, pelo detentor.
2. é defendida pelo proprietário.
3. decorre da autorização do proprietário do bem.
4. possui caráter material.
5. a posse pode ser defendida pelas ações diretas e pelo lapso de tempo.

No direito real, há várias teorias acerca da sua classificação, entretanto, em especial, somente duas se destacaram: a teoria unitária personalista, na qual “[…] o direito real apresenta uma relação jurídica entre o seu titular e a coletividade, portadora do dever jurídico […]” e a teoria clássica ou realista, que afirma que “[…] no direito real existe uma relação direta e imediata entre o sujeito e o objeto do direito […]”. Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a classificação e a diferença do direito real e do direito pessoal, analise as afirmativas a seguir: I. Para a teoria personalista, o direito real é uma obrigação passiva, que conta com o titular do direito, o objeto e todos da sociedade. II. A teoria clássica afirma que o direito real é o poder secundário que a pessoa exerce sobre a coisa, sem eficácia contra todos (erga omnes). III. Em relação aos direitos reais, o Código Civil adotou a teoria clássica ou tradicional, em razão dos elementos que essa teoria traz. IV. Na teoria clássica ou tradicional, o sujeito ativo exerce um poder jurídico sobre a coisa. Está correto apenas o que se afirma em:

1. I, III e IV.
2. III e IV.
3. II e IV.
4. I e II.
5. I e III.

Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se afirmar que a teoria subjetiva da posse exige:

1. o elemento corpus (apreensão do bem).
2. o elemento corpus, no qual está implícito o desejo de possuir.
3. o elemento objetivo (corpus) e o elemento subjetivo (animus).
4. o elemento animus (intenção de ser dono).
5. a detenção da coisa e o comportamento de ser dono.

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Questões resolvidas

De conformidade com o Código Civil, artigo 1.210: “O possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de turbação, restituído no esbulho, e segurado de violência iminente, se tiver justo receio de ser molestado”. Assim, pode o possuidor valer-se das ações possessórias para proteger a posse de determinado bem. Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a classificação da posse quanto os efeitos, pode-se afirmar sobre os efeitos da posse que:

1. é defendida pelas ações diretas possessórias, pelo detentor.
2. é defendida pelo proprietário.
3. decorre da autorização do proprietário do bem.
4. possui caráter material.
5. a posse pode ser defendida pelas ações diretas e pelo lapso de tempo.

No direito real, há várias teorias acerca da sua classificação, entretanto, em especial, somente duas se destacaram: a teoria unitária personalista, na qual “[…] o direito real apresenta uma relação jurídica entre o seu titular e a coletividade, portadora do dever jurídico […]” e a teoria clássica ou realista, que afirma que “[…] no direito real existe uma relação direta e imediata entre o sujeito e o objeto do direito […]”. Considerando essas informações e o conteúdo estudado sobre a classificação e a diferença do direito real e do direito pessoal, analise as afirmativas a seguir: I. Para a teoria personalista, o direito real é uma obrigação passiva, que conta com o titular do direito, o objeto e todos da sociedade. II. A teoria clássica afirma que o direito real é o poder secundário que a pessoa exerce sobre a coisa, sem eficácia contra todos (erga omnes). III. Em relação aos direitos reais, o Código Civil adotou a teoria clássica ou tradicional, em razão dos elementos que essa teoria traz. IV. Na teoria clássica ou tradicional, o sujeito ativo exerce um poder jurídico sobre a coisa. Está correto apenas o que se afirma em:

1. I, III e IV.
2. III e IV.
3. II e IV.
4. I e II.
5. I e III.

Considerando essas informações e o conteúdo estudado, pode-se afirmar que a teoria subjetiva da posse exige:

1. o elemento corpus (apreensão do bem).
2. o elemento corpus, no qual está implícito o desejo de possuir.
3. o elemento objetivo (corpus) e o elemento subjetivo (animus).
4. o elemento animus (intenção de ser dono).
5. a detenção da coisa e o comportamento de ser dono.

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<p>1. Pergunta 1</p><p>0,1/0,1</p><p>De	conformidade	com	o	Código	Civil,	artigo	1.210:	“O	possuidor	tem	direito	a	ser</p><p>mantido	na	posse	em	caso	de	turbação,	restituído	no	esbulho,	e	segurado	de	violência</p><p>iminente,	se	tiver	justo	receio	de	ser	molestado”.	Assim,	pode	o	possuidor	valer-se	das</p><p>ações	possessórias	para	proteger	a	posse	de	determinado	bem.</p><p>Fonte:	BRASIL.	Lei	nº	10.406,	de	10	de	janeiro	de	2002.	Institui	o	Código	Civil.	Código</p><p>Civil.	13.	ed.	São	Paulo:	Associação	dos	Advogados	de	São	Paulo	–	AASP,	2017.	p.	144.</p><p>Considerando	essas	informações	e	o	conteúdo	estudado	sobre	a	classificação	da	posse</p><p>quanto	os	efeitos,	pode-se	afirmar	sobre	os	efeitos	da	posse	que:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. é	defendida	pelas	ações	diretas	possessórias,	pelo	detentor.</p><p>2. é	defendida	pelo	proprietário.</p><p>3. decorre	da	autorização	do	proprietário	do	bem.</p><p>4. possui	caráter	material.</p><p>5. a	posse	pode	ser	defendida	pelas	ações	diretas	e	pelo	lapso	de	tempo.</p><p>Resposta	correta</p><p>2. Pergunta 2</p><p>0,1/0,1</p><p>Fernanda,	proprietária	da	fazenda	“Fique,	é	sua!”,	por	simpatizar	com	a	história	de</p><p>vida	de	Marcelino,	que	se	aventurou	pelo	mundo	para	alcançar	seu	sonho	de	ser	um</p><p>fazendeiro,	permitiu	que	ele	morasse	na	casa	dos	fundos	da	sua	fazenda.	Ele</p><p>permanece	no	local	há	mais	de	25	anos,	como	caseiro	da	fazenda.</p><p>Considerando	essas	informações	e	o	conteúdo	estudado	sobre	os	elementos	da	posse,</p><p>pode-se	afirmar	que:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. há	uma	relação	de	independência	entre	o	proprietário	da	coisa	e	o</p><p>detentor.</p><p>2. o	detentor	(fâmulo	da	posse)	possui	interesse	na	coisa/no	bem.</p><p>3. os	atos	de	mera	permissão	ou	tolerância	não	induzem	em	posse.</p><p>Resposta	correta</p><p>4. a	posse	e	a	detenção	possuem	os	mesmos	efeitos	legais.</p><p>5. o	detentor	exerce	os	poderes	de	proprietário	em	nome	próprio.</p><p>3. Pergunta 3</p><p>0,1/0,1</p><p>Considere	que	Rafael,	proprietário	de	um	imóvel	em	Ilha	Bela,	contratou	Arnaldo	como</p><p>caseiro	da	casa	e	este	trabalha	no	imóvel	há	dois	anos.	Arnaldo	reside	no	próprio	local</p><p>de	trabalho,	em	uma	casa	cedida	pelo	proprietário	para	sua	moradia.	Rafael,	pensando</p><p>em	obter	uma	renda	extra,	resolveu	alugar	a	casa	de	praia	para	Donivaldo,	que	passou</p><p>a	residir	no	imóvel.</p><p>Considerando	essas	informações	e	o	conteúdo	estudado	sobre	posse	e	detenção,	pode-</p><p>se	afirmar	sobre	Arnaldo	e	de	Donivaldo:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. que	Arnaldo	é	possuidor	do	imóvel	e	Donivaldo	é	detentor.</p><p>2. que	Arnaldo	é	detentor	e	Donivaldo	é	possuidor	do	imóvel.</p><p>Resposta	correta</p><p>3. que	Arnaldo	e	Donivaldo	têm	a	posse	justa	do	imóvel.</p><p>4. que	Arnaldo	tem	a	posse	precária	do	imóvel	e	Donivaldo	tem	a</p><p>propriedade</p><p>5. que	Arnaldo	pode	impedir	que	Donivaldo	continue	no	imóvel.</p><p>4. Pergunta 4</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia	o	trecho	a	seguir:</p><p>“A	classificação	da	posse	tem	importância	na	definição	dos	direitos	titulados	pelo</p><p>possuidor:	o	prazo	da	usucapião,	por	exemplo,	será	diferente	segundo	a	posse	seja	de</p><p>boa	ou	má-fé;	o	possuidor	indireto	não	tem	acesso	aos	interditos	contra	o	direto,	mas</p><p>este	o	tem	contra	aquele,	e	assim	por	diante.”</p><p>Fonte:	COELHO,	F.	U.	Curso	de	direito	civil:	direito	das	coisas,	direito	autoral.	2.	ed.	São</p><p>Paulo:	Thomsom	Reuters,	2020.	p.	19.</p><p>Considerando	essas	informações	e	o	conteúdo	estudado	sobre	a	posse	e	suas</p><p>classificações,	analise	as	afirmativas	a	seguir:</p><p>I.	As	posses	direta	e	indireta	colidem	e	excluem-se.</p><p>II.	O	locatário	e	o	comodatário	gozam	da	proteção	possessória.</p><p>III.	A	posse	precária	origina-se	do	abuso	de	confiança.</p><p>IV.	Considera-se	possuidor	aquele	que	exerce	todos	os	poderes	da	propriedade.</p><p>Está	correto	apenas	o	que	se	afirma	em:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. II	e	III.</p><p>Resposta	correta</p><p>2. I,	III	e	IV.</p><p>3. I	e	II.</p><p>4. III	e	IV.</p><p>5. I	e	III.</p><p>5. Pergunta 5</p><p>0,1/0,1</p><p>No	direito	real,	há	várias	teorias	acerca	da	sua	classificação,	entretanto,	em	especial,</p><p>somente,	duas	se	destacaram:	a	teoria	unitária	personalista,	na	qual	“[…]	o	direito	real</p><p>apresenta	uma	relação	jurídica	entre	o	seu	titular	e	a	coletividade,	portadora	do	dever</p><p>jurídico	[…]”	e	a	teoria	clássica	ou	realista,	que	afirma	que	“[…]	no	direito	real	existe</p><p>uma	relação	direta	e	imediata	entre	o	sujeito	e	o	objeto	do	direito	[…]”.</p><p>Fonte:	NEDER,	P.	Curso	de	direito	civil:	direito	das	coisas.	7.	ed.	rev.,	atual.	e	ampl.	Rio</p><p>de	Janeiro:	Forense,	2019.	p.	39.</p><p>Considerando	essas	informações	e	o	conteúdo	estudado	sobre	a	classificação	e	a</p><p>diferença	do	direito	real	e	do	direito	pessoal,	analise	as	afirmativas	a	seguir:</p><p>I.	Para	a	teoria	personalista,	o	direito	real	é	uma	obrigação	passiva,	que	conta	com	o</p><p>titular	do	direito,	o	objeto	e	todos	da	sociedade.</p><p>II.	A	teoria	clássica	afirma	que	o	direito	real	é	o	poder	secundário	que	a	pessoa	exerce</p><p>sobre	a	coisa,	sem	eficácia	contra	todos	(erga	omnes).</p><p>III.	Em	relação	aos	direitos	reais,	o	Código	Civil	adotou	a	teoria	clássica	ou	tradicional,</p><p>em	razão	dos	elementos	que	essa	teoria	traz.</p><p>IV.	Na	teoria	clássica	ou	tradicional,	o	sujeito	ativo	exerce	um	poder	jurídico	sobre	a</p><p>coisa.</p><p>Está	correto	apenas	o	que	se	afirma	em:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. I,	III	e	IV.</p><p>Resposta	correta</p><p>2. III	e	IV.</p><p>3. II	e	IV.</p><p>4. I	e	II.</p><p>5. I	e	III.</p><p>6. Pergunta 6</p><p>0,1/0,1</p><p>Segundo	o	artigo	1.196	do	Código	Civil:	“Considera-se	possuidor	todo	aquele	que	tem</p><p>de	fato	o	exercício,	pleno	ou	não,	de	alguns	dos	poderes	inerentes	à	propriedade.”</p><p>Entretanto,	a	posse	é	classificada	por	diversos	critérios	técnicos,	os	quais	acarreta</p><p>determinados	efeitos.</p><p>Fonte:	BRASIL.	Lei	nº	10.406,	de	10	de	janeiro	de	2002.	Institui	o	Código	Civil.	Código</p><p>Civil.	13.	ed.	São	Paulo:	Associação	dos	Advogados	de	São	Paulo	–	AASP,	2017.	p.	143.</p><p>Considerando	essas	informações	e	o	conteúdo	estudado	sobre	a	classificação	da	posse,</p><p>pode	se	afirmar	que	a	posse,	quanto	à	sua	subjetividade,	é:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. exclusiva,	quando	os	poderes	possessórios	exercidos	por	uma	única</p><p>pessoa.</p><p>2. de	boa-fé,	quando	não	há	vício	ou	obstáculo	que	impede	a	aquisição	da</p><p>coisa.</p><p>Resposta	correta</p><p>3. ligada	à	coisa	sobre	a	qual	se	exerce.</p><p>4. justa,	quando	há	vícios	de	atos	de	violência,	clandestinidade	e</p><p>precariedade.</p><p>5. nova,	quando	não	for	superior	a	um	ano	e	um	dia.</p><p>7. Pergunta 7</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia	o	trecho	a	seguir:</p><p>‘‘O	art.	485	do	Código	Civil	de	1916,	ao	definir	o	possuidor,	aludia	aos	poderes</p><p>inerentes	ao	domínio,	ou	propriedade.	O	vocábulo	domínio	tem	caráter	restritivo,	pois</p><p>é	usado	somente	em	relação	às	coisas	corpóreas.	Já	a	palavra	propriedade	abrange</p><p>também	as	incorpóreas	[…],	o	Código	Civil	de	2002	suprimiu	a	expressão	“ao	domínio”,</p><p>que	a	doutrina	considerava	ociosa,	sem	afastar	do	âmbito	da	posse	qualquer	espécie</p><p>de	bem.”</p><p>Fonte:	GONÇALVES,	C.	A.	Direito	civil:	direito	das	coisas.	14.	ed.	São	Paulo:	Saraiva,</p><p>2019.	p.	58.</p><p>Considerando	essas	informações	e	o	conteúdo	estudado	sobre	a	diferença	de	posse	e</p><p>propriedade,	analise	as	asserções	a	seguir	e	a	relação	proposta	entre	elas:</p><p>I.	O	possuidor	é	todo	aquele	que	tem	a	propriedade	do	bem.</p><p>Porque:</p><p>II.	A	propriedade	é	o	direito	pessoal	de	usar,	fruir,	dispor	e	reivindicar	a	coisa.</p><p>A	seguir,	assinale	a	alternativa	correta:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. As	asserções	I	e	II	são	proposições	verdadeiras,	mas	a	II	não	é	uma</p><p>justificativa	correta	da	I.</p><p>2. As	asserções	I	e	II	são	proposições	verdadeiras,	e	a	II	é	uma	justificativa</p><p>correta	da	I.</p><p>3. A	asserção	I	é	uma	proposição	falsa,	e	a	II	é	uma	proposição	verdadeira.</p><p>4. As	asserções	I	e	II	são	proposições	falsas.</p><p>Resposta	correta</p><p>5. A	asserção	I	é	uma	proposição	verdadeira,	e	a	II	é	uma	proposição	falsa.</p><p>8. Pergunta 8</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia	o	trecho	a	seguir:</p><p>“A	expressão	Direito	das	Coisas	sempre	gerou	dúvidas	do	ponto	de	vista	teórico	e</p><p>metodológico,	principalmente	quando	confrontada	com	o	termo	Direitos	Reais.	Muito</p><p>didaticamente,	pode-se	afirmar	que	o	Direito	das	Coisas	é	o	ramo	do	Direito	Civil	que</p><p>tem	como	conteúdo	relações	jurídicas	estabelecidas	entre	pessoas	e	coisas</p><p>determinadas,	ou	mesmo	determináveis	[…].”</p><p>Fonte:	TARTUCE,	F.	Direito</p><p>Civil:	direito	das	coisas.	11.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Forense,</p><p>2019.	p.	26.</p><p>Considerando	essas	informações	e	o	conteúdo	estudado	sobre	a	conceituação	e	a</p><p>classificação	do	direito	das	coisas,	analise	as	afirmativas	a	seguir	e	assinale	V	para	a(s)</p><p>verdadeira(s)	e	F	para	a(s)	falsa(s):</p><p>I.	(	)	O	objeto	do	direito	das	coisas	são	os	bens	tangíveis.</p><p>II.	(	)	Os	direitos	autorais	são	englobados	no	objeto	do	direito	das	coisas.</p><p>III.	(	)	No	direito	das	coisas,	o	objeto	possui	valor	econômico	e	fartura.</p><p>IV.	(	)	Coisa	é	tudo	o	que	existe	e	é	apto	à	apropriação,	exceto	o	ser	humano.</p><p>V.	(	)	No	direito	das	coisas,	a	palavra	“coisa”	pode	ser	no	sentido	amplo	e	estrito.</p><p>Agora,	assinale	a	alternativa	que	apresenta	a	sequência	correta:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. V,	V,	V,	F,	F.</p><p>2. F,	V,	V,	F,	V.</p><p>3. F,	F,	F,	V,	V.</p><p>4. V,	F,	F,	V,	F.</p><p>5. V,	F,	F,	V,	V.</p><p>Resposta	correta</p><p>9. Pergunta 9</p><p>0,1/0,1</p><p>Leia	o	trecho	a	seguir:</p><p>“Os	modos	de	aquisição	possessória	dividem-se	segundo	a	vontade	do	possuidor	e	a</p><p>origem	da	posse.	De	acordo	com	a	vontade	do	possuidor,	poderá	ele	adquiri-la</p><p>unilateralmente	ou	bilateralmente.	Por	ato	unilateral,	por	exemplo,	o	possuidor</p><p>adquire	a	coisa	pela	apreensão,	apropriando-se	de	coisas	sem	dono,	que	possam	ter</p><p>sido	abandonadas	(res	derelicta),	ou	que	não	pertençam	a	qualquer	pessoa	(res</p><p>nullius).”</p><p>Fonte:	AZEVEDO,	Á.	Direito	civil:	direito	das	coisas.	2.	ed.	São	Paulo:	Saraiva	Educação,</p><p>2019.	p.	48.</p><p>Considerando	essas	informações	e	o	conteúdo	estudado	sobre	o	modo	de	aquisição	da</p><p>posse,	pode-se	afirmar	que:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. a	sucessão	vertical	é	modalidade	de	aquisição	da	posse	pela	forma</p><p>originária.</p><p>2. a	apreensão	da	coisa	sem	dono	é	uma	forma	de	aquisição	da	posse</p><p>derivada.</p><p>3. a	lei	elucida	as	formas	de	aquisição	da	posse.</p><p>4. a	posse	originária	ocorrer	pela	apreensão	e	pela	forma	consensual.</p><p>5. a	aquisição	da	posse	se	dá	pela	apreensão	e	pelo	exercício	de	direito.</p><p>Resposta	correta</p><p>10. Pergunta 10</p><p>0,1/0,1</p><p>Para	a	teoria	subjetiva	da	posse,	que	tem	como	fundador	Friedrich	Carl	von	Savigny,	é</p><p>necessário	que	o	possuidor	tenha	o	contato	com	a	coisa	e	o	desejo	de	tê-la	como	dono.</p><p>Estando	ausente	esse	desejo	de	possuí-la,	não	há	que	se	falar	em	posse.</p><p>Considerando	essas	informações	e	o	conteúdo	estudado,	pode-se	afirmar	que	a	teoria</p><p>subjetiva	da	posse	exige:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>1. o	elemento	corpus	(apreensão	do	bem).</p><p>2. o	elemento	corpus,	no	qual	está	implícito	o	desejo	de	possuir.</p><p>3. o	elemento	objetivo	(corpus)	e	o	elemento	subjetivo	(animus).</p><p>Resposta	correta</p><p>4. o	elemento	animus	(intenção	de	ser	dono).</p><p>5. a	detenção	da	coisa	e	o	comportamento	de	ser	dono.</p>

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