Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

SUMÁRIO 
1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 4 
2. ATEROMA .............................................................................................................. 5 
2.1. CLASSIFICAÇÃO DAS CALCIFICAÇÕES .............................................................................................7 
2.2. CONFIABILIDADE DA RADIOGRAFIA PANORÂMICA NO DIAGNÓSTICO DE CALCIFICAÇÃO DE 
ATEROMA .......................................................................................................................................9 
2.3. DIAGNÓSTICO POR IMAGEM DE ATEROMA EM CARÓTIDA POR CIRURGIÃO DENTISTA ........... 11 
3. DISCUSSÃO ......................................................................................................... 14 
4. CONCLUSÃO ....................................................................................................... 17 
REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 19 
 
 
 
 
RESUMO 
 
 
Este trabalho versará sobre Ateroma, uma espécie de placa ateromatosas calcificadas resultante do 
acúmulo de lipídeos e células inflamatórias nas paredes arteriais que formam essas placas que podem 
levar a doença aterosclerótica, caracterizada pelo estreitamento e enrijecimento progressivo das 
paredes arteriais que quando afeta as carótidas pode ocasionar o acidente vascular cerebral – AVC. 
Diante disso, surge a problemática de como detectar presença de ateroma, por isso discutirá sobre 
qual a responsabilidade do Cirurgião-dentista na visualização de possíveis placas de Ateroma através 
das radiografias panorâmicas da face. Essas radiografias panorâmicas da face têm se mostrado 
excelentes ferramentas na detecção precoce de Ateromas, uma vez que, esses achados radiopacos 
localizados póstero-superiormente ao ângulo da mandíbula, próximo ao osso hióide ao nível da terceira 
ou quarta vértebras sugerem a presença de ateroma, que está associada, a doenças cardiovasculares. 
Portanto, este trabalho objetiva-se realizar uma revisão de literatura sobre a importância do cirurgião 
dentista na detecção precoce do ateroma em radiografias panorâmicas e, consequentemente, na 
prevenção do AVC. Por isso, o método será de pesquisa descritiva, como a revisão de literatura de 
artigos na língua inglesa, na base de dados PubMed, publicados entre os anos de 2017 a 2022 pelos 
descritores especialista na área como Bengtsson (2018), Carasso (2020), Lim (2020) e Markman (2017) 
dentre outros. Haja vista, que o presente estudo possa contribuir com a comunidade odontológica no 
diagnóstico e manejo do paciente portador da doença aterosclerótica passível de identificação em 
radiografias panorâmicas da face. 
 
Palavras-chave: Placa Aterosclerótica. Radiografia Panorâmica. Cirurgião-Dentista. Diagnóstico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
O LDL (low density lipoprotein) pode se acumular nos vasos sanguíneos 
formando placas quando seu nível sérico está acima de 200mg/dl (AHMED et al., 
2021). O acúmulo de lipídeos e células inflamatórias nas paredes arteriais formam as 
placas de ateromas, que podem levar a doença aterosclerótica, caracterizada pelo 
estreitamento e enrijecimento progressivo das paredes arteriais que quando afeta as 
carótidas pode ocasionar o acidente vascular cerebral - AVC (AKKEMIK et al., 2020). 
A obesidade, diabetes mellitus, tabagismo, hipertensão e hipercolesterolemia são 
fatores de risco para aterosclerose (GUSTAFSSON et al., 2020). 
O processo de calcificação da carótida pode ser justificado pelo aumento 
do LDL que é susceptível à oxidação em condições de estresse oxidativo, e que 
resulta no LDL oxidado (LDL-ox) que possui características aterogênicas, ou seja, o 
estresse oxidativo gera diminuição dos inibidores da calcificação através da secreção 
de interleucinas e PCR (proteína C-reativa) que associado ao processo inflamatório 
crônico resulta na diminuição da complacência vascular (SANGHVI et al., 2022). Além 
disso, o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α) e o interferon gama (IFN-γ) estimulam 
o endotélio a expressar osteoprotegerina (OPG), que inibe a maturação e ativação 
dos osteoclastos (MARINHO et al., 2020). 
A radiografia panorâmica digital, exame odontológico de rotina, tem se 
mostrado uma excelente ferramenta na detecção precoce da calcificação das artérias 
carótidas, através da visualização de achados radiopacos de alta qualidade, 
localizados póstero-superiormente ao ângulo da mandíbula, próximo ao osso hióide 
ao nível da terceira ou quarta vértebras (ALSWEED et al., 2019, NASSEH et al., 2018). 
A identificação desses achados sugere presença de ateromas, e está associado ao 
risco aumentado de doenças cardiovasculares (AGACAYAK et al., 2020). Nesse 
contexto, o Cirurgião Dentista pode auxiliar no diagnóstico precoce de calcificações 
das artérias carótidas, e contribuir para prevenção do AVC (CONSTANTINE et al., 
2019; GUSTAFSSON et al., 2019). 
 
 
 
5 
 
 
2. ATEROMA 
 
Este trabalho trata-se de uma revisão de literatura com coleta em artigos 
científicos sobre achados radiográficos de ateromas por cirurgiões dentistas. É 
importante aprofundar e atualizar os conhecimentos sobre as calcificações 
ateromatosas que atingem as artérias carótidas identificadas por meio da utilização 
de radiografias panorâmicas, porque a presença de ateromas de carótida está 
associada ao desenvolvimento de acidente vascular encefálico, angina, infarto do 
miocárdio e morte. (FRIEDLANDER, 2018, p.5) 
Como a radiografia panorâmica é um dos exames mais utilizados na rotina 
odontológica, é fundamental evidenciar ateromas calcificados na artéria carótida de 
pacientes em acompanhamento odontológico, a fim de encaminhá-los a avaliação 
médica para que outros exames sejam feitos para confirmação de diagnóstico e 
tratamento adequado. (TORQUATO et al., 2020, p. 3) 
As Calcificações das Artérias Carótidas (CAC) são percebidas como um 
procedimento ativado, com regulação através de enzimas que envolve calcificação 
desordenada e funcionamento do endotélio prejudicado, pois o acumulo de cálcio 
mineral aderem em regiões onde não deveriam se fixar. Visto que, as lesões 
distróficas podem acontecer em distintas categorias patológicas, como o 
desenvolvimento da aterosclerose em artérias. Portanto, em razão disso pode causar 
uma resposta inflamatória com aparecimento de doenças (AHMED et al., 2021; 
ALSWEED et al., 2019; SANGHVI et al., 2022). 
Através de estudo foram identificados fatores que retratam risco para a 
aterosclerose, o infarto do Miocárdio (IM) e Acidente Vascular Cerebral (AVC), como 
a obesidade, diabetes mellitus, tabagismo, hipertensão e hipercolesterolemia também 
são fatores de risco para aterosclerose (GUSTAFSSON et al., 2020). Esses fatores 
têm consideração ativa em causas de episódios cerebrovasculares isquêmicos e teor 
de risco exclusivamente alto, em decorrência na função da inflamação no processo 
de enfermidade adjacente e dislipidemia (AHMED et al., 2021; FRIEDLANDER et al., 
2017; CHANG et al., 2020; LEE et al., 2018; AGACAYAK et al., 2020). 
Além disso, o processo de calcificação da carótida pode ser justificado pelo 
aumento do LDL que é suscetível à oxidação quando em condições de estresse 
15 
 
 
no espaço intervertebral entre C3 e C4 e localizada mais ao lado da cartilagem tritíceo 
ou ao lado do osso hióide. (FIGUEIREDO; ROCHA; MARINHO., 2018) 
Portanto, pode ocorrer manifestação clínica de ateroma da artéria carótida 
pode desencadear AVC quando não identificado precocemente. Por isso, estudos 
foram desenvolvidos no período de 5 anos por Akkemik et al., (2020), para avaliar a 
proximidade de resultado no valor de referência do diagnóstico em Radiografia 
Panorâmica Digital (DPR) para detecção CAC confirmada por Ultrassonografia 
Doppler(DUSG), e obter a relação entre CAC descoberta por DPR e episódios 
cardiovasculares. Para tanto, foram avaliados 3600 pacientes, desses 158 
confirmaram CAC identificado por DPR, sendo que 96 pacientes (60,75%) 
apresentaram CAC confirmado por DUSG e 62 pacientes (39,24%) apresentou DUSG 
normal que foram diagnosticados erroneamente como CAC através da DPR, sendo 
demonstrado que 6 eram cartilagens tritíceas calcificadas, 6 eram linfonodos 
calcificados comprovados por DUSG, e 50 pacientes em que a etiologia não era clara. 
Assim, no resultado encontrado do estudo revela que 72 (75%) dos 96 pacientes 
apresentaram CAC bilateral confirmado por DUSG e 24 (25%) apresentaram CAC 
unilateral confirmado por DUSG. 
Para concluir esse estudo Akkemik et al., (2020) afirma que indivíduos com CAC 
identificados através de DPR que possuam doenças sistêmicas comprometidas, 
tabagismo ou hipertensão diastólica possuem uma maior probabilidade de sofrer 
eventos vasculares futuros. Deste modo, indivíduos com placa carotídea identificada 
através da DPR precisam de condução para um ambulatório de cirurgia cardiovascular 
para averiguações complementares (AKKEMIK et al., 2020). 
Todos esses estudos foram realizados pela radiografia panorâmica, sendo o 
exame mais solicitado pelos dentistas, para realizar e avaliar através da visualização 
geral, as estruturas do complexo maxilo-mandibular. Além de evidenciar uma visão 
global dessas estruturas, as panorâmicas também podem identificar alterações não 
diretamente relacionadas com a Odontologia, o que amplia ainda mais a sua utilidade. 
(TUÑAS et al., 2012). 
É fundamental que o cirurgião-dentista saiba diferenciar os ateromas 
calcificados das demais estruturas radiopacas que podem ser visualizadas na região 
cervical, pois, a radiografia panorâmica é um exame realizado rotineiramente na 
16 
 
 
prática odontológica e, por abranger a região da bifurcação da artéria carótida, não 
sendo palpável por se encontrar no interior de um vaso. (NARIMATSU et al., 2018). 
No entanto, esta técnica radiográfica tem se mostrado extremamente útil para 
avaliação de pacientes com calcificações nessa região, em especial aqueles que são 
assintomáticos. 
Tanto o ateroma quanto a cartilagem tritícea calcificada apresentam imagens 
radiográficas semelhantes em uma radiografia panorâmica de rotina, uma vez 
que se observa como massas nodulares radiopacas ou como duas linhas 
verticais radiopacas inferiormente (1,5-4 cm abaixo do ângulo da mandíbula) 
e adjacente ao espaço intervertebral das vértebras C3 e C4. Desta forma, faz-
se necessário uma nova imagem radiográfica anteroposterior do paciente 
como uma forma de reduzir a probabilidade de se obter erroneamente um 
diagnóstico, promovendo um prognóstico adequado para as condições 
encontradas (SILVA et al., 2012, p. 1). 
 
Os autores estudados para construção da revisão de literatura, todos 
concordam sobre a utilidade das radiografias panorâmicas como exame de imagem, 
que dá possibilidade de visualizar os ateromas como achados em radiografias 
panorâmicas que deve ser levada em consideração. “Vale enfatizar, que o dentista 
clínico pode identificar o ateroma de carótida e tem papel fundamental no 
encaminhamento dos pacientes para tratamento médico prevenindo possíveis 
complicações.” (TUÑAS et al., 2012, p. 2). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 
 
 
4. CONCLUSÃO 
 
O presente estudo buscou realizar uma revisão de literatura sobre a 
importância de o cirurgião dentista usar uma radiografia panorâmica para auxiliar no 
diagnóstico clínico odontológico, porém, pode ocorrer uma detecção precoce do 
ateroma nesse tipo de radiografias e, consequentemente, ajuda na prevenção do 
AVC. Para tanto, esses profissionais usam esse tipo de radiografia por ser de baixo 
custo, e tem baixa dose de radiação, continua sendo o exame mais solicitado pelo 
cirurgião dentista por ser mais eficiente em identificar presença de imagens 
radiopacas na região do pescoço. 
Visto, que o cirurgião-dentista passou a ter um papel fundamental no possível 
diagnóstico precoce de ateromas calcificados em artéria carótida visualizadas por 
meio de radiografia panorâmica. Ou seja, quando há suspeita da presença de 
ateromas calcificados em artéria carótida, requer encaminhamento do paciente para 
o Cardiologista e/ou cirurgião cardiovascular para uma investigação mais adequada. 
O diagnóstico inicial de uma condição patológica ou de uma variação da 
normalidade é de suma importância para prevenir ou descartar a ocorrência de 
qualquer doença encéfalo vascular. No entanto, vale ressaltar, que não é possível 
distinguir entre ateroma e a calcificação da cartilagem tritícea vista pela radiografia 
panorâmica, devido a imagem de ambas terem as mesmas características 
radiográficas, radiopacas, por isso, devem-se utilizar outros recursos de imagem, 
como a radiografia AP de Towne modificada para se estabelecer o diagnóstico final 
ou uma realização de uma ultrassonografia de Doppler para identificar a presença da 
placa ateromatosa no interior da artéria carótida. 
Diante disso, é importante saber que a calcificação é um fenômeno bioquímico 
que ocorre normalmente em todo o organismo humano pela deposição de sais de 
cálcio, principalmente o fosfato de cálcio. No entanto, devido a modificações no 
metabolismo celular, podem ocorrer calcificações consideradas patológicas. 
Apesar dos exames radiográficos proporcionarem uma riqueza de detalhes, os 
cirurgiões dentistas ainda encontram dificuldades em discriminá-las, e eles tem 
necessidade de entender essas diferenças radiográficas e alcançar o diagnóstico 
preciso das calcificações em tecidos moles, é a real importância para a Odontologia 
18 
 
 
para obter precisão na diagnose. Haja vista, que as radiografias panorâmicas auxiliam 
o cirurgião-dentista a entender essas diferenças radiográficas, tendo em vista a 
dificuldade encontrada em diferenciá-las e obter retidão no diagnóstico. 
Essas radiografias é uma técnica simples, rápida e de fácil execução que 
proporciona uma visão geral das estruturas bucomaxilofaciais. Ajuda na prática clínica 
odontológica exprimindo um desafio no diagnóstico correto dessa lesão pela 
radiografia panorâmica adequada a conduta em relação ao paciente. Assim sendo, o 
dentista clínico pode identificar o ateroma de carótida e é fundamental no 
encaminhamento dos pacientes para tratamento médico especialista para prevenir 
possíveis complicações. 
Para concluir, é visto, que o principal fator que diferencia os profissionais da 
saúde é a obtenção de diagnósticos cada vez mais precisos. E na área odontológica 
o exame radiográfico é usado para localizar patologias, como lesões cariosas, lesões 
apicais  na raiz do elemento dentário  para avaliação ortodôntica e planejamento 
pré-operatório, exames que se complementam com o exame clínico na cadeira 
odontológica. 
 Portanto, a radiografia panorâmica tem a função de obter a imagem total dos 
dentes em um único exame radiográfico sendo este um exame mais rápido, completo 
e mais seguro ao paciente podendo elaborar um diagnóstico seguro e eficaz de todas 
as alterações por ventura encontradas. Pois, este exame tem importância na 
visualização de um ateroma, e ao detectar esses ateromas de carótida, antecipa o 
tratamento do paciente reduzindo os riscos de morbidade e de sua mortalidade. 
 
 
 
19 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
ABCMED, 2021. Ateromas - conceito, causas, características, diagnóstico, 
tratamento, prevenção. Disponível em: <https://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-
e-doencas/1390140/ateromas-conceito-causas-caracteristicas-diagnostico-
tratamento-prevencao.htm>. Acesso em: 9 set. 2022. 
 
AGACAYAK, K. S.; GULER, R.; KARATAS, P. S. Relation Between the Incidence of 
Carotid Artery Calcification and Systemic Diseases. Clin Interv Aging. Auckland, 
v.3, n.15, p.821-826, 2020. pdf. Disponível em:https://doi.org/10.2147/CIA.S256588. Acesso em: 03 set. 2022. 
 
AGUILAR, J., DOMÍNGUEZ A., GUAMAN, G., & MEDINA-Sotomayor, P. (2019). 
Mineralización de tejidos blandos en radiografías panorámicas. Odovtos 
International Journal of Dental Sciences, v. 21(3):127-136. 
 
AHMED, M. et al. Carotid Artery Calcification: What We Know So Far. Cureus. San 
Francisco, v.13, n.10, p.1-12, 2021. pdf. 2021. Disponível em: 
https://doi.org/10.7759/cureus. Acesso em: 03 set. 2022. 
 
AKKEMIK, O. et al. A 5 years follow-up for ischemic cardiac outcomes in patients 
with carotid artery calcification on panoramic radiographs confirmed by doppler 
ultrasonography in Turkish population. Dentomaxillofac Radiol. Londres, v.49, n.4, 
p.1-10, 2020. pdf. Disponível em: https://doi.org/10.1259/dmfr.20190440. Acesso em: 
06 abr. 2022. 
 
ALSWEED, A. et al. The Prevalence and Correlation of Carotid Artery Calcifications 
and Dental Pulp Stones in a Saudi Arabian Population. Diseases. Basileia, v.7, n.3, 
p. 1-10, 2019. pdf. Disponível em: https://doi.org/10.3390/diseases7030050. Acesso 
em: 06 abr. 2022. 
 
BAYRAM B. Digital Panoramic Radiography: A Reliable Method to Diagnose Carotid 
Artery Atheromas? Dentomaxillofacial Radiology, (2006) V35, 266-270. 
Disponível em: http://dx.doi.org/10.1259/dmfr/50195822. Acesso em: 03 set 2020 
 
BEAINI, T. L. ; DIAS, P. E. M. ; MELANI, R. F. H. Dry skull positioning device for 
extraoral radiology and cone-beam CT. International Journal of Legal Medicine. 
São Paulo, 128(1), 235–241, 4 de maio de 2013. 
 
BENGTSSON VW, PERSSON G R, BERGLUND J, RENVERT S. Carotid 
calcifications in panoramic radiographs are associated with future stroke or ischemic 
heart diseases: a long-term follow-up study. Clin Oral Invest. 2018. v23, p. 1171-
1179. 
 
BOTELHO, Thyago de Sousa; et al. Epidemiologia do acidente vascular cerebral no 
Brasil. Temas em Saúde. v.16, n.2, p. 361-377. 2016. Disponível em: 
https://repositorio.animaeducacao.com.br/bitstream/anima/24173/1/tcc-
conclu%c3%8ddo.pdf. Acesso em: 03 set 2020