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Profa. MSc. Larissa Perez
UNIDADE II
Bases Diagnósticas
 Radiação – é considerada uma energia capaz de se propagar, a partir de uma fonte 
emissora, por qualquer meio, e pode ser classificada de acordo com a energia em trânsito. 
 Riscos – depende da ação, dose e tempo de exposição – mutação na estrutura do DNA 
e carcinogênese.
A utilização na Medicina da Radiação inclui:
Diagnóstico por imagem:
 Raios X: radiografia convencional;
 Tomografia computadorizada (feixe colimado de raios X);
 Cintilografia (técnica de Medicina Nuclear);
 Radioimunoensaio (dosagem de substâncias no fluido 
do corpo humano).
 Tratamentos: radioterapia.
Exames de imagem – radiação
 Histórico do paciente (como a radioterapia, ou evitar a repetição de exames desnecessários);
 A radiografia computadorizada sem filme pode diminuir a exposição à radiação 
e a repetições;
 Ajuste da área a ser irradiada para diminuir o local da exposição aos raios X. O tamanho da 
área de exposição aos raios X pode ser assegurado pelo colimador (obturadores), cones ou 
diafragmas de chumbo;
 Pode‐se diminuir a dose com a fluoroscopia digital pulsátil. As 
radiografias estáticas e a tomografia computadorizada emitem 
menor dose do que a fluoroscopia;
Precauções para proteção do paciente
 Proteger as gônadas de ambos os sexos; 
 Para filtrar o excesso de raios X, o feixe primário dos raios deve atravessar camadas 
de alumínio; 
 Devem ser utilizados aventais de chumbo (luvas, quando necessário), caso não esteja 
no abrigo protegido dos raios X. Os pacientes devem ser protegidos de acordo 
com o procedimento;
 Examinar periodicamente o compartimento dos tubos de raios 
X, para detecção de vazamento de radiação, e verificar a 
necessidade de reparos e ajustes;
 Verificar limite de exposição de técnicos e demais pacientes.
Precauções para proteção do paciente
 Gestantes, durante o primeiro trimestre, não devem ser submetidas ao exame de raios X na 
região pélvica ou do tronco;
 É importante conhecer o histórico da paciente em relação à regularidade do ciclo menstrual 
para verificar a possibilidade de gestação, quando a mulher desconhece se está ou não;
 Teste de gravidez quando for possível para detecção, antes do exame;
 Todas as gestantes devem evitar exame radiológico, 
fluoroscópios e seriados nas regiões da coluna lombar e 
abdome e região pélvica;
 Evitar a repetição das radiografias, caso realmente seja 
necessário realizar o exame, se não for na região pélvica 
e abdominal, e proteger esses locais.
Precauções para gestantes
 Raios X são ondas eletromagnéticas que provêm de uma coroa eletrônica.
 O elétron e o próton se juntam, formando o nêutron; através desse processo, acontece a 
liberação de raios gama e raios X.
 A ampola de raios X produz feixes controlados para um computador, e os raios atravessam o 
paciente e incidem em uma chapa fotográfica, produzindo a imagem desejada.
Radiografias (raios X)
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/o-
que-e/fisica/o-que-sao-os-raios-x.htm
 É a radiografia mais comumente solicitada e pode ser recomendada nos casos de câncer, 
doenças pulmonares e tuberculose, doenças do mediastino e da caixa torácica.
 Nesse tipo de radiografia, são obtidas informações sobre a progressão de uma doença, a 
condição do coração, pulmões, trato gastrintestinal e tireoide.
 A radiografia de tórax é realizada após a inserção de drenos torácicos, cateteres subclávios, 
pneumotórax, pós‐broncoscopia e posição de sondas nasogástricas.
Raios X de tórax simples
Fonte: 
https://www.nursing.com.
br/radiografia-de-torax/
 Para o procedimento, na radiografia de tórax de rotina devem ser realizadas duas imagens: 
incidência frontal (anteroposterior) e incidência lateral esquerda.
 Há preferência pela posição ortostática, já que o decúbito dorsal não demonstra níveis de 
líquidos e eles são importantes no exame de pacientes em repouso.
 O paciente deve estar despido do tórax até a cintura, e é permitida a utilização de aventais 
descartáveis ou de tecido. 
 As joias na região do tórax e demais áreas deverão ser retiradas.
 O paciente deve inspirar profundamente e expirar, depois 
inspirar e segurar a respiração durante a radiografia.
 Após o procedimento, retornar à respiração normal. 
Raios X de tórax simples
 Nesse tipo de exame não é necessário preparo, porém deve‐se explicar o objetivo do exame 
e do procedimento, informando que não há desconforto;
 As gestantes devem comunicar ao serviço de radiologia;
 Retirar as joias e outros tipos de adornos da região torácica;
 Informar ao paciente que ele permaneça imóvel e siga as instruções do procedimento. 
Raios X de tórax simples – cuidados pré-teste
Fonte: 
https://ecojornalismo.
wordpress.com/2010/
11/11/chapas-com-
fios-de-prata/
Antes de realizar a radiografia, alguns cuidados devem ser realizados e orientados aos 
pacientes para que o exame seja feito com segurança. Escolha a alternativa incorreta em 
relação aos cuidados pré-teste da radiografia:
a) O paciente deve estar em jejum para realizar os raios X de tórax.
b) As gestantes não devem realizar o exame de raios X.
c) O paciente deve retirar as joias e outros tipos de adornos da região torácica.
d) O paciente deve permanecer imóvel e seguir as instruções do procedimento.
e) Aventais podem ser usados para garantir a privacidade do paciente.
Interatividade
Antes de realizar a radiografia, alguns cuidados devem ser realizados e orientados aos 
pacientes para que o exame seja feito com segurança. Escolha a alternativa incorreta em 
relação aos cuidados pré-teste da radiografia:
a) O paciente deve estar em jejum para realizar os raios X de tórax.
b) As gestantes não devem realizar o exame de raios X.
c) O paciente deve retirar as joias e outros tipos de adornos da região torácica.
d) O paciente deve permanecer imóvel e seguir as instruções do procedimento.
e) Aventais podem ser usados para garantir a privacidade do paciente.
Resposta
 Radiografia da mama. Permite detecção de anormalidades e nódulos.
 A detecção dos nódulos antes de serem clinicamente palpáveis (1 cm) permite que o 
prognóstico seja excelente, pois essa fase ainda é a pré-clínica ou pré‐sintomática.
 Na mamografia, o diagnóstico é realizado pela aparência da radiografia, na qual lesões 
benignas, quando expandem, deslocam o tecido mamário, podendo invadir 
o tecido adjacente.
 Geralmente, a mamografia é muito precisa, mas deve ser 
considerado o falso positivo ou falso negativo.
 A grande maioria dos tumores de mama são malignos e os 
cistos são benignos.
Mamografia
 Detecção de nódulos não palpáveis em mulheres com idade inferior a 40 anos de idade, 
histórico familiar de câncer, jovens com alto risco; 
 Presença de sinais e sintomas (alterações cutâneas, retração do mamilo, secreção mamilar, 
erosão do mamilo); 
 Sensibilidade na mama e presença de nódulos únicos ou múltiplos; 
 Análise da mama oposta pós‐mastectomia;
 Adenocarcinoma sem origem definida;
 Biópsia de mama anterior;
 Acompanhamento de imagens de mama.
Mamografia – indicações
 Como referência, considera‐se o tecido mamário normal na presença de calcificação com 
distribuição uniforme e ductos com estreitamento gradual de ramos dos sistemas ductais. 
 É importante a análise das mamografias anteriores. 
Procedimento:
 Posição ortostática (pacientes em cadeiras de rodas há adaptação);
 Exposição e colocação da mama na placa, ajustando o tecido 
para que não haja pregas;
 Compressão é desconfortável, porém necessária para menor 
dose de radiação.
Mamografia
 Comunicar a gestação ao serviço de radiologia; 
 Não se pode utilizar perfume, desodorante, talcos, pomadas no dia do exame, pois os 
resíduos deles talvez prejudiquem a visualização; 
 Pacientes com sensibilidade das mamas não devem consumir cafeína em um período entre 
5 a 7 dias antes do exame; 
 Solicita‐seque pacientes em idade fértil realizem o exame 2 semanas após a menstruação.
Cuidados no pós‐teste:
 A interpretação dos resultados; e, se necessário, 
realiza‐se a biópsia. 
Mamografia – cuidados pré-teste
 Os contrastes podem ser utilizados em diversas técnicas radiológicas, para melhorar a 
qualidade de detalhes que não são possíveis de serem visualizados na radiografia normal. 
 A administração do contraste pode ser por via oral, injetável ou retal. 
 As características do contraste ideal devem ser de uma substância com baixa toxicidade, não 
alergênica, não antigênica, permitindo uma dose elevada e repetida, não interferir com o 
funcionamento fisiológico do organismo e ter um custo razoável.
Raios X com contrastes
Fonte: 
http://www3.gehealthcare.com.br/ptbr/pro
dutos/categorias/meios_de_contraste
 Frequentemente são utilizados contrastes iodados hidrossolúveis para os procedimentos 
endovenosos e no trato gastrintestinal.
 É importante atentar-se que podem ocorrer efeitos adversos e hipersensibilização dos 
indivíduos aos compostos iodados.
 Assim, devem existir no local suprimentos e equipamentos de emergência de fácil acesso.
Raios X com contrastes
Fonte: https://alvaroapoio.com.br/medicina-
diagnostica/seguranca-na-administracao-de-meios-
de-contraste-em-geral
 Contraste para o trato gastrintestinal: meios hidrossolúveis, meios não hidrossolúveis 
e gases;
 Contraste injetável: iodado aniônico e iodado iônico;
 Contraste de uso específico: contrastes biliares e contrastes oleosos iodados.
 Reações adversas:
 Reações leves que não necessitam de tratamento;
 Reações intermediárias que necessitam de tratamento;
 Reações graves que necessitam de hospitalização;
 Parada cardíaca e morte.
Raios X com contrastes
 Algumas informações devem ser coletadas do paciente antes da realização do exame com 
contraste, por exemplo, idade, peso, doenças prévias, histórico de alergias, histórico de 
alergias ao contraste, entre outros.
 Cuidados contraste com Bário
 Cuidados contraste com Iodo
Raios X com contrastes
Fonte: 
http://portaldaradiologia.com/?p=2640
O contraste de Bário é utilizado, principalmente, para melhor visualização do trato 
gastrintestinal. Escolha a alternativa correta em relação aos cuidados com esse 
meio de contraste:
a) Deve-se administrar narcóticos como a codeína para melhorar a motilidade intestinal.
b) Não existem contraindicações para uso desse contraste, já que ele não é absorvido.
c) A eliminação do Bário demora de 2 a 3 semanas após a ingestão.
d) Orientar o paciente que as fezes estarão escurecidas após o uso do Bário.
e) Caso haja perfuração intestinal, o contraste não deve ser utilizado.
Interatividade
O contraste de Bário é utilizado, principalmente, para melhor visualização do trato 
gastrintestinal. Escolha a alternativa correta em relação aos cuidados com esse 
meio de contraste:
a) Deve-se administrar narcóticos como a codeína para melhorar a motilidade intestinal.
b) Não existem contraindicações para uso desse contraste, já que ele não é absorvido.
c) A eliminação do Bário demora de 2 a 3 semanas após a ingestão.
d) Orientar o paciente que as fezes estarão escurecidas após o uso do Bário.
e) Caso haja perfuração intestinal, o contraste não deve ser utilizado.
Resposta
 A ultrassonografia é uma técnica diagnóstica não invasiva, que permite a visualização de 
tecidos moles, registrando por meio de ondas que não são audíveis e que são direcionadas 
aos tecidos. 
 Requer pouco preparo do paciente para sua realização. 
 A sua utilização inclui os diagnósticos na obstetrícia, cardiologia e ginecologia 
e anormalidades nos diferentes órgãos.
 O procedimento é rápido, não levando a desconforto 
do paciente, não tendo relatos de efeitos que prejudiquem 
o organismo.
 Pode ser realizada a ultrassonografia obstétrica, abdominal, 
pélvica, de cabeça e pescoço, de mama, dos membros 
e do coração.
Ultrassonografia (USG)
 Reflexão de ondas sonoras de alta frequência focadas em órgãos internos;
 Transdutor ultrassonográfico (cristal vibratório) acionado eletricamente que oscila em 30 
graus (imagem bidimensional);
 Aplicação de uma fina camada de gel que melhora o acoplamento do transdutor;
 Escala de cinza: varia de acordo com a distribuição espacial e temporal dos ecos vibratórios;
 Imagem em tempo real;
 Ondas que retornam mais cedo – superfície –
e mais tarde – profundidade.
Ultrassonografia (USG) – princípios – ecolocalização
 Na USG o chamado efeito Doppler pode ser definido como sendo o princípio físico no qual se 
verifica a alteração da frequência das ondas sonoras refletidas quando o objeto (corpo) 
refletor se move em relação a uma fonte de onda sonora.
 As hemácias em movimento dentro dos vasos, ao encontrarem uma onda sonora, 
comportam-se como corpos refletores.
 O estudo por meio do Doppler registra o movimento do sangue no sistema cardiovascular.
Doppler
Fonte: 
http://bilddiagnosticos.
com.br/ultrassonografi
a-com-doppler-
colorido/
 Quando se trata de movimentação sanguínea, a coloração dos fluxos venoso e arterial é 
determinado em relação ao fluxo que vai em direção ao transdutor e o que vai contra ele.
 Por meio do efeito Doppler pode-se avaliar a direção, a velocidade e a presença de 
distúrbios do fluxo sanguíneo.
 Fluxos de maior velocidade são expressos por tonalidades mais claras da mesma cor.
 Essa técnica permite avaliar a presença, a direção e a qualidade do fluxo sanguíneo mais 
rapidamente do que qualquer outra técnica não invasiva.
Doppler
Fonte: 
http://bilddiagnosticos.
com.br/ultrassonografi
a-com-doppler-
colorido/
 USG de mama
 Paciente deitada na mesa; aplicação do gel na mama; análise de todo o tecido mamário.
 USG abdominal – fígado, vesícula biliar, ductos biliares, pâncreas, rins, baço 
e grandes vasos. 
 Duração de 30 a 60 minutos; jejum de 8 horas antes do exame; decúbito dorsal.
 USG vascular (ecodoppler)
 USG transvaginal
 USG obstétrica
USG
Fonte: 
https://universodasaude.com/
ultrassom-obstetrico/
 O enfermeiro pode utilizar a USG para auxiliar a punção venosa ou arterial;
 Método operador dependente;
 Exige treinamento para manuseio e avaliação das imagens;
 O método requer mudança na realização da punção venosa;
 Necessidade de desenvolver a coordenação “mãos-olhos”.
USG – uso pelo enfermeiro
Fonte: 
http://repositorio.unifesp.br/bitstream
/handle/11600/10148/Publico-
00283b.pdf;jsessionid=E126D4FAA
D054FFD6B2B701065997461?sequ
ence=2
Vantagens no uso da USG:
 Realizar a punção intravenosa, por meio da visualização dos vasos;
 Aumentar as chances de sucesso na primeira tentativa de punção;
 Reduzir o número de tentativas de punções; 
 Reduzir as complicações da inserção de cateter intravenoso;
 Satisfação do paciente e diminuição do estresse da família e equipe.
Parecer do COREN:
 Respaldo legal
 Nº 003/2009 – realização de ultrassonografia vascular 
por enfermeiros
USG – uso pelo enfermeiro
Em que situações o enfermeiro tem respaldo legal para utilizar a ultrassonografia?
a) USG obstétrica.
b) USG vascular para punção venosa.
c) USG abdominal.
d) USG de mama.
e) Qualquer USG.
Interatividade
Em que situações o enfermeiro tem respaldo legal para utilizar a ultrassonografia?
a) USG obstétrica.
b) USG vascular para punção venosa.
c) USG abdominal.
d) USG de mama.
e) Qualquer USG.
Resposta
 A tomografia computadorizada (tomografia axial computadorizada) é realizada com um 
sistema de scanner especial e produz raios X similares aos da radiografia convencional.
 Reprodução da anatomia detalhada em cortes transversais.
 Feixe colimado de raios X e sistema de detectores que avaliará a graduação 
com que os raios serão absorvidos e dispersados pelo paciente.
 Reconstrução matemática feita pelo computador.
 Regiões mais densas são brancas, enquanto as menos 
densas são negras.
 Capazde rodar em torno do paciente cerca de 1 grau, 
com os detectores dos raios.
Tomografia computadorizada (TC)
 Exposição de 300 a 600 ângulos diferentes; tempo varia de 1 a 4 segundos para cada 
imagem; espessura vai de 1 a 10 mm.
 Nesse procedimento, o paciente fica deitado em uma mesa motorizada que se posiciona no 
gantry (estrutura anular).
 O gantry apresenta tubos de raios X.
 Na interpretação, pode‐se diferenciar aparência, forma, tamanho, simetria 
e posicionamento.
Tomografia computadorizada (TC)
Fonte: 
http://santacasassp.com.br/
exames-por-
imagem/32162/tomografia-
computadorizada
Cuidados pré-teste:
 Orientação ao paciente, termo de consentimento e coleta de dados;
 O paciente deve ficar deitado e imóvel durante a realização do exame;
 Podem ser utilizados contrastes, da mesma forma que a radiografia;
 Verificar se a mulher não está gestante;
 Jejum de 2 a 3 horas antes do exame, depende da instituição;
 Verificar se o paciente apresenta claustrofobia.
Tomografia computadorizada (TC)
Fonte: 
http://www.umaonline.com.br/
exames/tomografia-
computadorizada/
 TC de crânio e pescoço
 TC axial – encéfalo, olhos e seios da face
 TC do corpo, tórax, abdome, membros e pelve
Tomografia computadorizada (TC)
Fonte: 
https://www.msdmanuals.com/
pt-pt/profissional/distúrbios-
neurológicos/exames-e-
procedimentos-
neurológicos/tomografia-
computadorizada-tc-em-
distúrbios-neurológicos
 Na ressonância magnética, utiliza‐se um magneto supercondutor e sinais de radiofrequência.
 A ressonância pode ser realizada para visualização do encéfalo, da coluna vertebral, do 
sistema músculo esquelético, do coração, da mama e da angiografia. 
 O contraste venoso utilizado contém um complexo gadolínio hidrossolúvel ou metais como o 
manganês e o ferro, que são comumente utilizados para o sistema nervoso central. 
Ressonância magnética (RM)
Fonte: 
https://laboratorioexame.
com.br/saude/cinco-
dicas-para-perder-o-
medo-de-ressonancia-
magnetica
Procedimento:
 O paciente fica deitado em decúbito dorsal, em uma cama especial, que é deslocada 
para o gantry; 
 O paciente deve ter ciência de que a sedação pode ser necessária em algumas situações; 
 Estruturas superficiais devem ser analisadas por aplicação de uma bobina de superfície; 
 Deve‐se assegurar ao paciente que ele conseguirá respirar, podendo manter contato 
com a equipe durante o procedimento;
 Pode ser necessária a administração de contraste não iodado pela via endovenosa;
 O tempo de exame varia entre 30 a 90 minutos.
Ressonância magnética (RM)
Contraindicações:
 Dispositivos implantados (marca‐passo, implantes cocleares, próteses etc.);
 Objetos metálicos internos;
 Não aconselhada em gestantes;
 Algumas maquiagens para os olhos podem causar desconforto na ressonância;
 Histórico do paciente.
Ressonância magnética (RM)
Fonte: 
https://www.bioteckimplants.com/pino-de-
ficacao-transversal-shadowteck
Cuidados pré-teste:
 Devem ser informados ao paciente os riscos e os benefícios do exame; 
 Observar contraindicações do exame; 
 Retirar alguns objetos antes do exame (próteses dentárias, cartão de crédito, chaves etc.); 
 Verificar indivíduos com claustrofobia; 
 Informar que o paciente será submetido a um exame indolor; 
 Deve ser realizado um jejum de 2 horas antes do exame. Não se pode consumir álcool, 
nicotina ou cafeína.
Cuidados pós‐teste:
 Interpretação e monitoramento de efeitos colaterais, 
quando necessário;
 Verificar no ponto da injeção do contraste se há a presença 
de inflamação, equimose, irritação ou infecção.
Ressonância magnética (RM)
Escolha abaixo a alternativa correta em relação ao mecanismo de ação da Ressonância 
Magnética e o contraste que deve ser utilizado nesse procedimento, respectivamente:
a) Raios X; contraste com Bário.
b) Ondas sonoras; contraste com Iodo.
c) Ecolocalização; contraste com Gadolínio.
d) Campo magnético e radiofrequência; contraste com Gadolínio.
e) Raios X; contraste com Iodo.
Interatividade
Escolha abaixo a alternativa correta em relação ao mecanismo de ação da Ressonância 
Magnética e o contraste que deve ser utilizado nesse procedimento, respectivamente:
a) Raios X; contraste com Bário.
b) Ondas sonoras; contraste com Iodo.
c) Ecolocalização; contraste com Gadolínio.
d) Campo magnético e radiofrequência; contraste com Gadolínio.
e) Raios X; contraste com Iodo.
Resposta
ATÉ A PRÓXIMA!