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 SUA APROVAÇAO É NOSSA MISSÃO! 
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CURSO WWW.CURSOADSUMUS.COM – adsumus@cursoadsumus.com - ESTUDE COM QUEM APROVA! 
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EXERCÍCIO N
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 01 - MATEMÁTICA 
 
Prof.: Loyola Turma: MÁSTER Data: 07/03/15 
 
 
Questões da Prova QOAM 2014 
 
1) Sejam A e B conjuntos não vazios tais que n(A 
– B) = 3 e n(A) = k, logo o total de subconjuntos 
não vazios de A B é igual a: 
 
a) 32k 
b) 32 1k  
c) 12k 
d) 12 1k  
e) 2 1k  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2) Sabendo-se que 
8 8 8 8
3 5 4 7 1. . . .
A A A A
k
B B B B B 
  
 e 
4
2
B
A

 
 
 
 o valor de 4 k é: 
 
a) 1 
b) 2 
c) 3 
d) 4 
e) 5 
 
 
 
 
 
3) Sejam " " e " "x números reais, tais que 
 2 2, , 2x  é uma progressão aritmética nesta 
ordem e  , ,9x  é uma progressão geométrica 
nesta ordem. A soma dos possíveis valores de  é 
igual a: 
 
a) 8 
b) 6 
c) 4 
d) 2 
e) 0 
 
 
 
 
 
 
 
4) Analise as afirmativas abaixo. 
 
(I) cos215º cos225º 
(II) 
5 5
12 12
tg sen
 
 
(III) 172º 160ºsen sen 
 
Assinale a opção correta: 
 
a) Apenas a afirmativa I é verdadeira 
b) Apenas a afirmativa II é verdadeira 
c) Apenas a afirmativa III é verdadeira 
d) Apenas as afirmativas I e II são verdadeiras 
e) Apenas as afirmativas II e III são verdadeiras 
 
 
 
 
 
 
 
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5) As medidas dos arcos x, y e z, em graus, são tais 
que 13ºx y z   , 2
9
x y z rad

   e 
2
12
x y z rad

   . Sabendo-se que 
2 5x z y    , o valor de sen é: 
 
a) 
1
2
 
b) 2 
c) 3 
d) 
2
2
 
e) 
3
2
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6) A senha de um cadeado deve ser formada por 
uma sequência de 4 algarismos, escolhidos entre os 
elementos do conjunto  1,2,3,4,7,8,9 . Sabendo 
que o primeiro algarismo da esquerda é maior do 
que 4 e que o último algarismo da direita é ímpar, 
quantas sequências diferentes que podem ser 
formadas? 
 
a) 588 
b) 441 
c) 386 
d) 324 
e) 293 
 
 
 
 
 
7) No plano cartesiano, o quadrado  tem vértices 
nos pontos A(1, 2), B(1, 4), C(3, 4), D(3, 2), e 
centro no ponto P, enquanto o quadrado  tem 
vértices nos pontos E(2, - 3), F(2, 1), G(6, 1), H(6, 
- 3), e centro no ponto K. Sendo assim, é correto 
afirmar que a distância entre os pontos P e K é 
igual a: 
 
a) 4 2 
b) 2 5 
c) 2 7 
d) 4 5 
e) 3 2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8) A distância entre os centros de duas faces 
adjacentes de um cubo é de 4 cm. Quanto é o 
volume desse cubo, em cm³? 
 
a) 8 2 
b) 16 2 
c) 32 2 
d) 64 2 
e) 128 2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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EXERCÍCIO N
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 01 - PORTUGUÊS 
 
Prof.: Rafael Dias Turma: MÁSTER Data: 07/03/15 
 
 
1. Tarefa 
Morder o fruto amargo e não cuspir 
Mas avisar aos outros quanto é amargo 
Cumprir o trato injusto e não falhar 
Mas avisar aos outros quanto é injusto 
Sofrer o esquema falso e não ceder 
Mas avisar aos outros quanto é falso 
Dizer também que são coisas mutáveis... 
E quando em muitos a não pulsar 
– do amargo e injusto e falso por mudar – 
então confiar à gente exausta o plano 
de um mundo novo e muito mais humano. 
CAMPOS, G. Tarefa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1981. 
 
Na organização do poema, os empregos da conjunção “mas” articulam, para além de sua função sintática, 
a) a ligação entre verbos semanticamente semelhantes. 
b) a oposição entre ações aparentemente inconciliáveis. 
c) a introdução do argumento mais forte de uma sequência. 
d) o reforço da causa apresentada no enunciado introdutório. 
e) a intensidade dos problemas sociais presentes no mundo. 
 
2. (Curso ADSUMUS) Leia o texto a seguir para responder à questão. 
 
Há diversas maneiras de fazer uso das mídias em ambiente escolar. O controle da frequência dos estudantes 
por meio de chips, por exemplo, já bastante comum nas escolas, pode ter nocelular um grande aliado. Foi o 
que fez a Secretaria Municipal de Educação de Vitória da Conquista, município a aproximadamente 500km 
de Salvador, BA. Por meio de mensagens de celular, as escolas da rede municipal da cidade passaram a 
comunicar aos pais o horário de chegada e saída dos alunos, 
1
que tiveram um chip instalado no uniforme. 
3
Embora esse tipo de controle seja polêmico, a iniciativa agradou tanto a pais e alunos 
4
– que se sentiram 
mais seguros – quanto a educadores, 
2
que viram despencar os índices de evasão escolar. 
TRIGO, Ilda. “Pensar em rede: a escola e a Internet participativa”. Educatrix, out. 2012, p. 37. (adaptado) 
 
Considere as seguintes afirmativas: 
 
I. As vírgulas empregadas diante das orações “que tiveram um chip instalado no uniforme” (ref. 1) e “que 
viram despencar os índices de evasão escolar” (ref. 2) sinalizam a introdução de informações 
suplementares que envolvem, respectivamente, os alunos e educadores das escolas da rede municipal da 
cidade de Vitória da Conquista. 
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II. O uso de “Embora” (ref. 3) indica que o vínculo causal entre as proposições é negado, uma vez que a 
polêmica sobre o uso da tecnologia para controle da frequência de estudantes não impede a satisfação de 
pais, alunos e educadores no contexto das escolas da rede municipal de Vitória da Conquista. 
III. Os travessões, na referência 4, ao colocarem em evidência um sentimento de pais, alunos e educadores, 
funcionam como recurso linguístico na constituição do argumento em favor do uso da tecnologia nas 
escolas do país. 
 
Está(ão) correta(s) 
a) apenas I. 
b) apenas II. 
c) apenas I e II. 
d) apenas III. 
e) I, II e III. 
 
3. (Curso ADSUMUS) O Professor e os desafios da tecnologia 
 
O infográfico a seguir foi inspirado no trecho de uma palestra do professor Luli Radfahrer “Para que serve 
uma monocotiledônea? – Nerds, mídias sociais e a escola do século 21”. 
 
 
Assinale V (verdadeira) ou F (falsa) nas afirmativas a seguir. 
( ) A relação de condição explicitada pela conjunção “Se” é usada em três períodos do texto para articular 
possíveis situações que envolvem a tecnologia digital na educação e suas consequências. 
( ) Nos dois períodos que constituem a fala do menino no segundo balão, a relação de sentido entre as 
proposições pode ser explicitada com a inserção da conjunção “porque”, substituindo-se o ponto por 
vírgula. 
( ) No terceiro quadro, a expressão “Sem educação” pode ser substituída por uma oração, como “Contanto 
que haja educação”, mantendo a relação de sentido e reforçando a tese do autor do texto. 
 
 
 
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A sequência correta é 
a) V – F – F. 
b) V – F – V. 
c) F – F – V. 
d) F – V – F. 
e) V – V – F. 
 
4. (Curso ADSUMUS) Os pais já perceberam e reclamam. Os especialistas em comportamento listam 
vários motivos para o fenômeno – desde falta de autoestima até gosto por novidades. Mas agora é a vez de os 
próprios jovens admitirem: "Somos consumistas mesmo!". 
Para economizar sem abdicar das compras, a estudante carioca Camila Florez, 18, chegou a trabalhar, por 
alguns meses, em uma loja de um shopping no Rio de Janeiro, onde podia comprar modelos com desconto. 
O guarda-roupa cheio motivou Camila e a amiga Roberta Moulin, 18, a criarem o blog "Reciclando 
Moda", onde vendem peças que compraram e nunca foram usadas. "Já vendemos muita coisa", comemora 
Camila, que gasta parte do dinheiro recebido em... roupas. (Folha de S. Paulo, 27/07/2008) 
 
Partindo do pressuposto de que a pontuação exerce importante papel na construção de textos escritos, 
indique a alternativa que apresenta uma explicação correta sobre o emprego dos sinais de pontuação do 
excerto acima. 
a) No primeiro parágrafo, o travessão tem a finalidade de introduzir uma explicação e poderia ser 
substituído, sem alteração de sentido, por ponto-e-vírgula. 
b) Ao longo do texto, as aspas foram empregadas, em suas três ocorrências, com a finalidade de 
demarcar a presença do discurso direto. 
c) Na passagem “(...) sem abdicar das compras, (...)”, a vírgula foi empregada para separar elementos 
enumerados que exercem a mesma função sintática. 
d) Em “(...), por alguns meses, (...)”, no segundo parágrafo, as vírgulas são necessárias para separar o 
aposto da expressão a que se refere: “chegou a trabalhar”. 
e) No último período, as reticências foram utilizadas como um recurso retórico para obter efeito de 
suspense. 
 
5. (Curso ADSUMUS) Em “Não sei, sequer, se me viste...”, a alternativa que classifica corretamente a 
palavra em destaque é 
a) conjunção subordinativa condicional. 
b) conjunção substantiva subjetiva. 
c) conjunção subordinativa temporal. 
d) conjunção coordenativa explicativa. 
e) conjunção subordinativa integrante. 
 
6. (Curso ADSUMUS) No seguinte enunciado — “Cheguei ao Santos Dumont, o voo estava atrasado, 
decidi engraxar os sapatos” — a relação entre as orações está implícita. Marque a única alternativa que 
explicita o sentido que esse enunciado tem no texto. 
a) Quando cheguei ao Santos Dumont, o voo estava atrasado; mesmo assim, decidi engraxar os sapatos.b) Quando cheguei, havia engraxate no Santos Dumont porque o voo estava atrasado; então, decidi 
engraxar os sapatos. 
c) Cheguei ao Santos Dummont quando o voo estava atrasado, porém decidi engraxar os sapatos. 
d) Cheguei ao Santos Dumont, mas o voo estava atrasado, por isso decidi engraxar os sapatos. 
 
 
 
 
 
 
 
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TEXTO PARA AS PRÓXIMAS 2 QUESTÕES: 
O pobre é pop. A periferia é o centro do mundo. E a música popular brasileira nunca mereceu tanto 
ser chamada assim — embora esteja cada vez mais distante 
1
de um certo totem conhecido como MPB. 
A expansão da classe média tem impacto evidente sobre os padrões de consumo no Brasil, inclusive 
cultural. Mas o protagonismo das classes C, D e E nos novos fluxos de produção e circulação de música não 
é efeito colateral de um aumento da renda familiar, simplesmente. 
A periferia (cultural, social ou econômica) do Brasil cansou 
2
de esperar o seu lugar ao sol. E tomou 
pra si o direito de dizer e fazer o que quer, do jeito que pode, sabe e gosta. 
É uma mudança de paradigmas. Um processo cumulativo, iniciado ainda nos idos dos anos 90 [do 
século passado], que se acentua e ganha relevo, sobretudo na última década. Uma força irrefreável, que arde 
em fogo brando. Ainda que só deixe a sombra da invisibilidade 
3
(para ocupar espaços de validação pública, 
como já foi a dita grande mídia) quando o caldo já ferve há tanto, 
6
que só lhe resta entrar em erupção. Por 
seus próprios méritos. E, não raro, seus próprios meios. 
Foi o que se deu, em boa medida, com fenômenos da “periferia do bom gosto” como o sertanejo (no 
Brasil Central), o axé (na Bahia), o rap (em São Paulo), o funk carioca (no Rio de Janeiro), o pagode (em 
São Paulo), o forró (no Ceará) e, mais recentemente, o tecnobrega (no Pará). 
Em comum, uma música de “gosto duvidoso”, 
4
que geralmente destoa da chamada “linha evolutiva 
da MPB”. E que, na sua incontinência habitual, se alastra pelo país — com ou sem o suporte das grandes 
corporações da indústria fonográfica e da mídia. 
5
É a emergência do pobre-star. Que viceja pelos grotões, nos quatro cantos do país, como sintoma de 
que as coisas (há tempos...) já não estão mais tão “sob controle”, como se supõe que um dia estiveram, do 
ponto de vista da agenda estética da elite cultural. 
O espanto com que o tecnobrega foi recebido no Sudeste, há pouco mais de um ano, como algo 
“esquisito”, que “brotou do nada”, ilustra bem a crônica da vida na bolha de um mundo globalizado que, em 
certos segmentos da sociedade brasileira, ainda não voltou o olhar (e a escuta) para além do próprio umbigo. 
 
VALE, Israel do.Tecnobrega, ditadura da felicidade e a erupção do pobre-star. CULT, São Paulo: Bregantini, 
n. 183, p. 35, set. 2013. 
 
7. (Curso ADSUMUS) O trecho em negrito em “quando o caldo já ferve há tanto, que só lhe resta entrar 
em erupção.” expressa 
a) condição. 
b) finalidade. 
c) proporção. 
d) conformidade. 
e) consequência. 
 
8. (Curso ADSUMUS) “É a emergência do pobre-star. Que viceja pelos grotões, nos quatro cantos do 
país, como sintoma de que as coisas (há tempos...) já não estão mais tão ‘sob controle’, como se supõe que 
um dia estiveram, do ponto de vista da agenda estética da elite cultural”. (ref. 7) 
 
Quanto ao fragmento em evidência, está correto o que se afirma em 
a) O vocábulo “emergência”, no contexto em que se encontra, significa urgência. 
b) A marca linguística “como”, nas duas ocorrências, expressa a mesma ideia. 
c) Um desvio da norma padrão, no que se refere à concordância verbal, ocorre na oração “há tempos”. 
d) As palavras em negrito, em “já não estão mais”, constituem marcas temporais que expressam, no 
contexto, uma ideia redundante. 
e) A eliminação do ponto existente após o termo “pobre-star” provoca alteração de sentido do 
pensamento exposto, mesmo que se faça o ajuste necessário no contexto. 
 
 
 
 
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9. (Curso ADSUMUS) Assinale a classificação CORRETA da oração destacada: 
"Caíra no fim do pátio, debaixo de um juazeiro, DEPOIS TOMARA CONTA DA CASA DESERTA." (10. 
parágrafo) 
a) Subordinada adverbial temporal 
b) Subordinada adverbial proporcional 
c) Subordinada adverbial consecutiva 
d) Coordenada sindética conclusiva 
e) Coordenada assindética 
 
10. (Curso ADSUMUS) Assinale a opção CORRETA quanto à análise das orações do período a seguir: 
"É possível que os homens tenham reivindicado a liderança há muito tempo, e a tenham mantido através dos 
tempos para compensar a sua incapacidade de gerar filhos." 
a) A segunda oração é subordinada substantiva objetiva direta. 
b) As orações das locuções verbais "tenham reivindicado" e "tenham mantido" estão coordenadas entre 
si. 
c) A oração do verbo "compensar" expressa ideia de consequência. 
d) A última oração é subordinada substantiva objetiva indireta. 
e) Todas as orações subordinadas são reduzidas de infinitivo. 
 
11. (Curso ADSUMUS) A seguinte oração em maiúsculo, "é provável QUE O RESTO POSSA SER 
DESENVOLVIDO", tem a mesma classificação da oração entre aspas, apresentada em uma das seguintes 
alternativas: 
a) Augusto acha"que vale muito" porque é rico. 
b) O seu estranho modo de agir era sinal de "que alguma coisa estava errada". 
c) Está decidido "que vai haver eleições neste ano". 
d) Infeliz é o homem "que não age honestamente". 
e) O fato foi "que o preço dos alimentos aumentou absurdamente". 
 
12. (Curso ADSUMUS) Não é dado ao ser humano CONHECER TODA A EXTENSÃO DA SUA 
IGNORÂNCIA, o que, em tese, lhe poupa o perigo do desânimo. 
A oração destacada no período anterior classifica-se como: 
a) subordinada substantiva predicativa. 
b) subordinada substantiva objetiva indireta. 
c) subordinada substantiva subjetiva. 
d) subordinada substantiva objetiva direta. 
e) subordinada substantiva completiva nominal. 
 
13. (Curso ADSUMUS) Em: "Acreditemos ou não nos dogmas, é preciso reconhecer QUE SEUS 
DIRIGENTES SÃO OBEDECIDOS PORQUE UM DEUS FALA ATRAVÉS DE SUA BOCA." 
As orações, em destaque, no plano sintático são, respectivamente, 
a) subordinada substantiva objetiva direta e subordinada adverbial final. 
b) subordinada adverbial alternativa e coordenada explicativa. 
c) coordenada assindética e coordenada explicativa. 
d) coordenada assindética e subordinada adverbial conformativa. 
e) subordinada substantiva objetiva direta e subordinada adverbial causal. 
 
 
 
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EXERCÍCIO N
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 01 - GECON 
 
Prof.: Lugão Turma: MÁSTER Data: 07/03/15 
 
 
1) (Curso ADSUMUS) Os dois principais rios que alimentavam o Mar de Aral, Amurdarya e Sydarya, 
mantiveram o nível e o volume do mar por muitos séculos. Entretanto, o projeto de estabelecer e expandir a 
produção de algodão irrigado aumentou a dependência de várias repúblicas da Ásia Central da irrigação e 
monocultura. O aumento da demanda resultou no desvio crescente de água para a irrigação, acarretando 
redução drástica do volume de tributários do Mar de Aral. Foi criado na Ásia Central um novo deserto, com 
mais de 5 milhões de hectares, como resultado da redução em volume. (TUNDISI, J. G. Água no século 
XXI: enfrentando a escassez. São Carlos: Rima, 2003.) 
A intensa interferência humana na região descrita provocou o surgimento de uma área desértica em 
decorrência da 
(A) erosão. 
(B) salinização. 
(C) laterização. 
(D) compactação. 
(E) sedimentação. 
 
2) (Curso ADSUMUS) Considerando-se a dinâmica entre 
tecnologia e organização do trabalho, a representação contida no 
cartum é caracterizada pelo pessimismo em relação à 
(A) ideia de progresso. 
(B) concentração do capital. 
(C) noção de sustentabilidade. 
(D) organização dos sindicatos. 
(E) obsolescência dos equipamentos. 
 
 
 
3) (Curso ADSUMUS) Ao deflagrar-se a crise mundial de 1929, a situação da economia cafeeira se 
apresentava como se segue. A produção, que se encontrava em altos níveis, teria que seguir crescendo, pois 
os produtores haviam continuado a expandir as plantações até aquele momento. Com efeito, a produção 
máxima seria alcançada em 1933, ou seja, no ponto mais baixo da depressão, como reflexo das grandes 
plantações de 1927-1928. Entretanto, era totalmente impossível obter crédito no exterior para financiar a 
retenção de novos estoques, pois o mercado internacional de capitais se encontrava em profunda depressão, e 
o crédito do governo desaparecera com a evaporação das reservas. (FURTADO, C. Formação econômica do 
Brasil. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1997 (adaptado).) 
Uma resposta do Estado brasileiro à conjuntura econômica mencionada foi o(a) 
(A) atração de empresas estrangeiras. 
(B) reformulação do sistema fundiário. 
(C) incremento da mão de obra imigrante. 
(D) desenvolvimento de política industrial. 
(E) financiamento de pequenos agricultores. 
 
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4) (Curso ADSUMUS) A urbanização brasileira, no inícioda segunda metade do século XX, promoveu 
uma radical alteração nas cidades. Ruas foram alargadas, túneis e viadutos foram construídos. O bonde foi a 
primeira vítima fatal. O destino do sistema ferroviário não foi muito diferente. O transporte coletivo saiu 
definitivamente dos trilhos. (JANOT, L. F. A caminho de Guaratiba. Disponível em: www.iab.org.br. 
Acesso em: 9 jan. 2014 (adaptado).) 
A relação entre transportes e urbanização é explicada, no texto, pela 
(A) retirada dos investimentos estatais aplicados em transporte de massa. 
(B) demanda por transporte individual ocasionada pela expansão da mancha urbana. 
(C) presença hegemônica do transporte alternativo localizado nas periferias das cidades. 
(D) aglomeração do espaço urbano metropolitano impedindo a construção do transporte metroviário. 
(E) predominância do transporte rodoviário associado à penetração das multinacionais 
automobilísticas. 
 
5) (Curso ADSUMUS) 
 
 
Ao relacionar os textos, a explicação para o processo de territorialização descrito está no(a) 
(A) aceitação das diferenças culturais. 
(B) adequação da posição geográfica. 
(C) incremento do ensino superior. 
(D) custo da mão de obra local. 
(E) qualidade da rede logística. 
 
 
6) (Curso ADSUMUS) O fluxo 
migratório, representado no mapa ao lado, 
está associado ao processo de 
(A) fuga de áreas degradadas. 
(B) inversão da hierarquia urbana. 
(C) conurbação entre municípios 
contíguos. 
(D) busca por amenidades 
ambientais. 
(E) desconcentração dos 
investimentos produtivos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEXTO II 
A Índia deu um passo alto no setor de 
teleatendimento para países mais desenvolvidos, 
como os Estados Unidos e as nações europeias. 
Atualmente mais de 245 mil indianos realizam 
ligações para todas as partes do mundo a fim de 
oferecer cartões de crédito ou telefones celulares ou 
cobrar contas em atraso. Disponível em: 
www.conectacallcenter.com.br. Acesso em: 12 nov. 2013 (adaptado). 
 
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7) (Curso ADSUMUS) Trata-se de um gigantesco movimento de construção de cidades, necessário para 
o assentamento residencial dessa população, bem como de suas necessidades de trabalho, abastecimento, 
transportes, saúde, energia, água etc. ainda que o rumo tomado pelo crescimento urbano não tenha 
respondido satisfatoriamente a todas essas necessidades, o território foi ocupando e foram construídas as 
condições para viver nesse espaço.MARICATO, E. Brasil, cidades: alternativas para a crise urbana. 
Petrópolis: Vozes, 2001. 
A dinâmica de transformação das cidades tende apresentar como consequência a expansão das áreas 
periféricas pelo(a) 
(A) crescimento da população urbana e aumento da especulação imobiliária. 
(B) direcionamento maior do fluxo de pessoas, devido à existência de um grande número de serviços. 
(C) delimitação de áreas para uma ocupação organizada do espaço físico, melhorando a qualidade de 
vida. 
(D) implantação de políticas públicas que promovem a moradia e o direito à cidade aos seus 
moradores. 
(E) reurbanização de moradias nas áreas centrais, mantendo o trabalhador próximo ao seu emprego, 
diminuindo os deslocamentos para a periferia. 
 
8) (Curso ADSUMUS) A preservação da sustentabilidade do recurso natural exposto pressupõe 
 
 
 
 
 
(A) impedir a perfuração de poços. 
(B) coibir o uso pelo setor residencial. 
(C) substituir as leis ambientais vigentes. 
(D) reduzir o contingente populacional na área. 
(E) introduzir a gestão participativa entre os municípios. 
 
 
 
 
 
 
 
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9) (Curso ADSUMUS) Os mapas representam distintos padrões de distribuição de processos 
socioespaciais. Nesse sentido, a menor incidência de disputas territoriais envolvendo povos indígenas se 
explica pela 
 
 
 
(A) fertilização natural dos solos. 
(B) expansão da fronteira agrícola. 
(C) concentração histórica da urbanização. 
(D) intensificação da migração de retorno. 
(E) homologação de reservas extrativistas. 
 
10) (Curso ADSUMUS) No dia 1º de julho de 2012, a cidade do Rio de Janeiro tornou-se a primeira do 
mundo a receber o título da Unesco de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural. A candidatura, 
apresentada pelo Instituo do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), foi aprovada durante a 36ª 
Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial. O presidente do Iphan explicou que “a paisagem carioca é a 
imagem mais explícita do que podemos chamar de civilização brasileira, com sua originalidade, desafios, 
contradições e possibilidades”. A partir de agora, os locais da cidade valorizados com o título da Unesco 
serão alvo de ações integradas visando a preservação da sua paisagem cultural. 
Disponível em: www.cultura.gov.br. Acesso em: 7 mar. 2013 (adaptado) 
O reconhecimento da paisagem em questão como patrimônio mundial deriva da 
(A) presença do corpo artístico local. 
(B) imagem internacional da metrópole. 
(C) herança de prédios da ex-capital do país. 
(D) diversidade de culturas presente na cidade. 
(E) relação sociedade-natureza de caráter singular. 
 
 
 
 
 
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11) (Curso ADSUMUS) De todas as transformações impostas pelo meio técnico-científico-informacional 
à logística de transportes, interessa-nos mais de perto a intermodalidade. E por uma razão muito simples: o 
potencial que tal “ferramenta logística” ostenta permite que haja, de fato, um sistema de transportes 
condizente com a escala geografia do Brasil. HUERTAS, D. M. O papel dos transportes na expansão 
recente da fronteira agrícola brasileira. Revista transportes y território, Universidade de Buenos Aires, n. 3, 
2010 (adaptado). 
A necessidade de modais de transporte interligados, no território brasileiro, justifica-se pela(s) 
(A) variações climáticas no território, associadas à interiorização da produção. 
(B) grandes distâncias e a busca da redução dos custos de transporte. 
(C) formação geológica do país, que impede o uso de um único modal. 
(D) proximidade entre a área de produção agrícola intensiva e os portos. 
(E) diminuição dos fluxos materiais em detrimento de fluxos imateriais. 
 
12) (Curso ADSUMUS) Um trabalhador em tempo flexível controla o local do trabalho, mas não adquire 
maior controle sobre o processo em si. A essa altura, vários estudos sugerem que a supervisão do trabalho é 
muitas vezes maior para os ausentes do escritório do que para os presentes. O trabalho é fisicamente 
descentralizado e o poder sobre o trabalhador, mais direto. 
SENNETT, R. A corrosão do caráter: consequências pessoais do novo capitalismo. Rio de Janeiro: Record, 
1999 (adaptado). 
Comparada à organização do trabalho característica do taylorismo e do fordismo, a concepção de tempo 
analisada no texto pressupões que 
(A) as tecnologias de informação sejam usadas para democratizar as relações laborais. 
(B) as estruturas burocráticas sejam transferidas da empresa para o espaço doméstico. 
(C) os procedimentos de terceirização sejam aprimorados pela qualificação profissional. 
(D) as organizações sindicais sejam fortalecidas com a valorização da especialização funcional. 
(E) os mecanismos de controle sejam deslocados dos processos para os resultados do trabalho. 
 
13) (Curso ADSUMUS) Na imagem, 
estão representados dois modelos de 
organização da produção industrial, que 
marcaram o século XX. A possibilidade de 
uma crise de superprodução é distinta entre 
eles em função do seguinte fator: 
(A) origem da matéria-prima. 
(B) necessidade de armazenamento. 
(C) qualificação da mão-de-obra. 
(D) velocidade de processamento. 
(E) amplitude do mercado 
consumidor. 
 
 
14) (Curso ADSUMUS) Um gigante da “indústria” da internet, em gesto simbólico, mudou o tratamento 
que conferia à sua página palestina. O site de buscas alterou sua página quando acessada da Cisjordânia. Em 
vez de “territórios palestinos”, a empresa escreve agora “Palestina” logo abaixo do logotipo. 
BERCITO, D. Google muda tratamento de territórios palestinos. Folha de S. Paulo, 4 maio 2013 (adaptado) 
O gesto simbólico sinalizado pela mudança no status dos territórios palestinos significa o 
(A) surgimento de um país binacional. 
(B) fortalecimento de movimentos antissemitas. 
(C) reconhecimento de uma autoridade jurídica. 
(D) esvaziamento de assentamentos judaicos. 
(E) estabelecimento de fronteiras nacionais. 
 
 
 
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EXERCÍCIO N
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 01 - HMN 
 
Prof.: Vagner Souza Turma: MÁSTER Data: 07/MAR/15 
 
 
1) (Curso ADSUMUS) Berço da civilização ocidental, foi também no mar Mediterrâneo que 
floresceram as atividades marítimas da Antiguidade. Unindo todo o mundo conhecido da Antiguidade 
Ocidental, o mar Mediterrâneo foi desde cedo usado para o estabelecimento de relações entre os povos por 
ele banhados. Qual afirmativa abaixo encontra-se correta sobre o uso do mar? 
(A) O mar Mediterrâneo não foi apenas via de escoamento e troca de riquezas, mas também foi meio 
de propagação de ideias. 
(B) O oceano Atlântico foi, desde a Antiguidade, palco de navegaçãodas nações que viviam no mar 
Vermelho. 
(C) A navegação fluvial era interligada a navegação marítima. No período denominado de 
Antiguidade, todas as cidades comerciais marítimas eram também fluviais. 
(D) No mar, primeiro era levado em consideração as questões militares, como meios de defesa e 
quantidade de soldados embarcados. 
(E) A capacidade de uma nação de se formar como império era medida inversamente à sua interação 
com o mar. 
 
2) (Curso ADSUMUS) Para a Antiguidade Ocidental, o mar era o Mediterrâneo. Apenas ele tinha 
grande significação para o “arquipélago” de civilizações que o rodeou. Os barcos que os homens construíram 
eram próprios apenas para as distâncias relativamente curtas de um mar relativamente fechado. O grande 
oceano permaneceu desconhecido do homem comum, com raras exceções [...]. Indique abaixo uma dessas 
exceções que expandiram os horizontes de nações mediterrâneas. 
(A) A construção do porto de Alexandria no Egito. 
(B) A fundação da cidade de Cartago. 
(C) A expansão comercial fenícia na direção do mar Vermelho. 
(D) A queda da cidade de Tiro nas mãos persas. 
(E) A unificação do Egito com Ramsés II. 
 
3) (Curso ADSUMUS) A história documentada do poder marítimo tem início em meio a uma grande 
crise. O tipo mais comum de crescimento econômico e demográfico dos povos antigos era através da 
conquista de novas terras e outras gentes. Assim, adquiriam-se, às custas de um vasto investimento em vidas 
e em equipamentos bélicos, recursos naturais e humanos para a expansão necessária como processo de 
desenvolvimento e riqueza. Esse modelo econômico de crescimento é chamado de: 
(A) Modelo Básico. 
(B) Modelo Imperial. 
(C) Modelo Real. 
(D) Modelo Primário. 
(E) Modelo Principal. 
 
 
 
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4) (Curso ADSUMUS) O Modelo Imperial requeria, portanto, um elemento essencial à sua execução, as 
forças armadas, sem as quais não haveria, evidentemente, qualquer conquista, porque todas eram realizadas 
pelo fio da espada. Então, ao se falar em modelo imperial, subentende-se o exercício pleno do poder militar. 
Grandes operações militares já se faziam entre os antigos, todas de caráter eminentemente terrestre. A 
primeira vez em que aparece o elemento naval em grande escala foi 
(A) da tentativa, três vezes encetada, do império persa para dominar a Grécia, durante a segunda 
metade do século VaC. 
(B) quando se conseguiu construir navios capazes de suportar o fogo dos canhões. 
(C) após o desenvolvimento do corvo, um elemento que facilitou as operações de combate naval na 
Antiguidade. 
(D) determinada pela possibilidade de se operar septrremes. 
(E) em “um ataque da Ásia sobre a Europa”. 
 
5) (Curso ADSUMUS) Assim como a ruptura das linhas de comunicações marítimas pode implicar a 
derrota de forças terrestres, pode-se neutralizar ou eliminar a ação marítima por operações terrestres bem 
orientadas. Qual exemplo abaixo representa esta afirmativa acima? 
(A) As ações de Temístocles em Salamina, contra o império persa. 
(B) As ações de Pompeu para eliminar a pirataria no mar Mediterrâneo. 
(C) A investida de Teodósio da Capadócia para a conquista da Grécia. 
(D) A campanha de Alexandre, o Grande, quando saiu para a Ásia Menor, para conquistar o império 
persa. 
(E) A batalha desenvolvida por Cimon para encerrar as Guerras Médicas. 
 
6) (Curso ADSUMUS) Há vulnerabilidade dos exércitos operando longe de suas bases, quando 
dependentes de comunicações marítimas, se estas não forem devidamente conservadas. Outro exemplo que 
encontramos na história na mesma situação de Xerxes na península Helênica foi o de 
(A) Napoleão, no Egito. 
(B) Otávio Augusto, na Grécia. 
(C) Temístocles, na Pérsia. 
(D) Napoleão, na Rússia. 
(E) Júlio César, no Egito. 
 
7) (Curso ADSUMUS) Sobre fatos relacionados comas Guerras Médicas, classifique abaixo as 
afirmativas como sendo certas ou erradas e marque a única opção correta. 
(___) A primeira das tentativas persas realizou-se em 492aC e constou do envio de um exército em direção 
da Grécia, acompanhado por uma esquadra, que o seguiria pelo litoral do mar Egeu, a fim de garantir-
lhe o flanco esquerdo e o apoio logístico. Tal empresa não deu resultados satisfatórios porque uma boa 
parte da esquadra persa foi destruída por mau tempo. 
(___) A segunda tentativa, em 490aC, realizou-se através do mar, desembarcando o exército persa na Ática, 
depois de haver cruzado o Egeu. Mais uma vez frustrou-se a intenção do invasor, com a derrota que 
sofreu, após o desembarque, junto a Maratona. 
(___) Em 480aC, na terceira tentativa, um exército de cerca de 180 mil homens deixou a Ásia Menor em 
direção à península Helênica. Paralelamente, saiu desse estreito uma grande força naval composta 
aproximadamente de 1.300 navios, com a mesma missão da primeira invasão. A esquadra persa era 
composta de navios e marinheiros de diversas origens, pertencentes a estados vassalos do império 
persa, notadamente fenícios e gregos da Ásia Menor. 
(A) CEC 
(B) CCE 
(C) EEC 
(D) CCC 
(E) CEE 
 
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8) (Curso ADSUMUS) Temístocles, o grande chefe grego, decidira levar sua esquadra para o istmo de 
Corinto, cerca de 300 navios de guerra. Os persas, além do seu exército,até então vitorioso nas campanhas 
das Guerras Médicas, contavam ainda com uma força naval de cerca de 800 navios. Restavam aos gregos 
duas opções: a resistência no istmo de Corinto ou o emprego decisivo de sua esquadra. Como foi o desfecho 
desta Guerra? 
(A) Depois de convencer aos demais líderes, Temístocles conseguiu reunir a esquadra grega em local 
adequado, no golfo de Salônica, junto à ilha de Delos. 
(B) Atraídos os persas para o golfo de Salônica, deu-se a famosa Batalha de Salamina, que redundou 
em grande e memorável vitória dos gregos. 
(C) Bastante inferiores em número, os persas tiveram uma ampla vantagem no emprego perfeito das 
técnicas e táticas de combate naval. 
(D) A atuação de Temístocles na formação de uma esquadra para enfrentar os persas só foi decisiva 
pela participação de Platéia como general. 
(E) A batalha de Salamina foi decisiva no mar, no entanto, acabou mal aproveitada pelos gregos. 
 
9) (Curso ADSUMUS) Dispersa a frota inimiga, obtiveram os gregos a superioridade no mar. Sem 
possibilidade de receber o apoio logístico de que precisava, o exército persa viu-se forçado à retirada. 
Permaneceu no território helênico apenas uma força terrestre de cerca de 50 mil homens, que foi batida em 
Platéia, cerca de 60 quilômetros a noroeste de Atenas, em 479 aC. Sobre os gregos, marque abaixo uma 
afirmativa INCORRETA 
(A) Na mesma ocasião de 479, em Micale, nas costas da Ásia Menor, os gregos destruíram o resto da 
esquadra persa, numa “batalha naval” em terra. 
(B) Essa campanha [Guerras Médicas] foi decidida nas batalhas terrestres. 
(C) Dentro do modelo imperial, os persas fizeram uma campanha com íntimas conexões entre o 
exército e a marinha. 
(D) Foi posto à prova, pela primeira vez na História, em grande escala, o valor de uma força naval 
para operação de larga envergadura. 
(E) Na ameaça persa, o mar foi capital. Era elemento imprescindível para a vitória e foi decisivo para 
a derrota. 
 
10) (Curso ADSUMUS) Em meio à manobra náutica, os cartagineses, superiores marinheiros, poderiam 
investir com seus esporões contra os navios latinos antes de dar aos romanos a oportunidade de se valerem 
de sua superioridade militar. Qual foi a solução romana? 
(A) Inventou a trirreme. 
(B) Inventou o corvo. 
(C) Abandonou a navegação. 
(D) Fortaleceu os exércitos embarcados. 
(E) Construiu embarcações com aríetes. 
 
11) (Curso ADSUMUS) Sendo a ilha da Sicília o pivô da disputa com Roma, a guerra a ser travada tinha 
que ser marítima e Cartago tinha a vantagem. Com sua poderosa e adestrada marinha, os cartagineses 
punham sua capital a salvo das investidas romanas, enquanto interditavam o comércio marítimo de Roma e 
pilhavam suas costas. Só restava aos romanos qual alternativa? 
(A) Se aliar aos gregos da península Helênica para enfrentar Cartago. 
(B) Se afastar da Sicília e buscar outras áreas de atuação. 
(C) Contratar exércitos mercenários para atacar Cartago. 
(D) Buscar auxílio no Egito, após a fragmentação de Alexandre. 
(E) Se transformar em nação marítima. 
 
 
 
 
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12) (Curso ADSUMUS) A luta entre Cartago, potência marítima de primeira ordem dentro do 
Mediterrâneo, e Roma, que se afirmava como potência terrestre em plena expansão continental, teve como 
causa primordial das chamadas “guerras púnicas” a rivalidade comercial marítima. Identifique abaixo as 
afirmativas com sendo certas ou erradas e marque a única opção correta. 
(___) No séc. IIaC, já Cartago, antiga colônia fenícia no norte da África, exercia intensa atividade comercial 
marítima no mar Mediterrâneo. 
(___) No séc. IIaC, os gregos haviam acabado de conquistar a península itálica, englobando em seu novo 
território político as cidades do sul da “bota” italiana. Eles eram excelentes soldados de terra, que em 
sucessivas campanhas dilataram o que mais tarde formou o Império Grego. 
(___) Vendo a expansão romana, Cartago logo pressionou os gregos da Sicília, produtores de trigo, a fim de 
manter essa ilha sob sua tutela, antes que Roma se apoderasse dela. A ameaça cartaginesa, entretanto, 
gerou a grande crise que se iniciou em 264aC e que só terminou após três guerras sucessivas, com o 
arrasamento da cidade de Cartago em 146aC. 
(A) C C C 
(B) C E C 
(C) E C C 
(D) C C C 
(E) E E E 
 
13) (Curso ADSUMUS) O corvo, aliado à total surpresa com que apareceu, foi a causa da primeira 
grande vitória romana no mar sobre os cartagineses, na batalha de 
(A) Cnemo, na costa da Grécia, em 250aC. 
(B) Egatas, na costa da Itália, em 255aC. 
(C) Lipari, na costa da Sardenha, em 240aC. 
(D) Miles, na costa da Sicília, em 260aC. 
(E) Tolusa, na costa da África, em 220aC. 
 
14) (Curso ADSUMUS) A segunda Guerra Púnica, realizada entre 218-202aC, foi eminentemente 
terrestre, na qual o gênio cartaginês de Aníbal soube fazer uma potência de tradição marítima como Cartago 
levar Roma quase à rendição por meio de uma campanha terrestre partida da Espanha, colônia cartaginesa, 
portanto 
(A) ela foi de aniquilamento de Roma, como desejava Catão. 
(B) a segunda guerra púnica nada acrescentou de importante ao problema do poderio marítimo. 
(C) os romanos arrasaram Cartago, após uma heroica resistência. 
(D) as guerras púnicas não tiveram um acentuado motivo econômico. 
(E) evidencia o cuidado de Cartago em afastar Roma de suas áreas de influência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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15) (Curso ADSUMUS) O mar, na problemática da expansão dentro do modelo imperial. Foi elemento 
de conquista, fazendo-se a dilatação dos domínios diretamente por ele, ou usando-se suas facilidades para 
garantir os movimentos expansionistas, sempre encetados ou levados a efeito pelas forças militares. Outros 
aspectos do mar restrito da Antiguidade são listados abaixo, EXCETO 
(A) As marinhas de guerra surgiram na aurora da História com uma missão específica que deve ser 
permanentemente lembrada: a defesa do tráfego marítimo. 
(B) As primeiras linhas comerciais ao longo das costas mediterrâneas despertaram cedo o desejo do 
enriquecimento às custas do assalto às embarcações mercantes carregadas de material de troca. 
(C) A solução encontrada para a proteção aos navios mercantes foi a criação de um tipo novo de 
navio, com grandes características de mobilidade (embora lhe faltassem resistência ao mar e raio 
de ação), especificamente dedicado à guerra, tanto defensiva como ofensiva. Estava criada a 
marinha de guerra, em função da necessidade imposta pelas riquezas “nacionais”, transportadas 
pela marinha mercante. 
(D) Diversos problemas tiveram os povos antigos com as atividades piratas. Roma particularmente 
esteve às voltas com este problema, até que, em 67 a.C., Pompeu limpou os mares romanos da 
pirataria. 
(E) A pirataria, apesar de não render lucros aos seus participantes, gerava a oportunidade de se abrir 
novas rotas de navegação para os povos que participavam dessa atividade. 
 
16) (Curso ADSUMUS) Os romanos chamavam de “bárbaros” todos os povos que habitavam além das 
fronteiras do Império Romano. Depois da divisão do império em duas partes, Oriente e Ocidente, problemas 
os mais diversos surgiram no quadro militar dos latinos (ocidentais) e gregos (orientais), como invasões e 
ataques à Roma e Constantinopla. Por que a invasão dos bárbaros para o ocidente europeu não implicou em 
nenhuma campanha naval? 
(A) Porque os invasores, sabendo do grande poder de Roma nos mares, evitaram o confronto nesta 
esfera de ação. 
(B) Porque foram invasões terrestres, começadas por via pacífica e concluídas com as grandes 
correntes migratórias para o coração do Império. 
(C) Porque não havia, naquele momento, capacidade de Roma em executar seu poder nos mares. 
(D) Porque tanto as esquadras invasoras quanto as romanas estavam envolvidas em guerras no 
Atlântico e no Levante respectivamente. 
(E) Porque ao formar esquadras permanentes no mar Negro, Roma destituiu sua capacidade 
operativa no Atlântico. 
 
17) (Curso ADSUMUS) As diversas disputas internas, que haviam de durar 100 anos, encontraram um 
ponto final no caso do triunvirato Otávio - Marco Antônio - Lépido. Afastado o último, restavam Otávio no 
Ocidente e Marco Antônio no Oriente, este de amores com a soberana do Egito, Cleópatra. Otávio partiu 
contra Marco Antônio, então na Grécia, e as forças mediram-se 
(A) ao largo do golfo Ambraciano, na grande Batalha de Ácio, em 31 aC. 
(B) entre os exércitos de Agripa, e os navios de Marco Antônio, em 60aC. 
(C) na formação do Segundo Triunvirato, em 45aC. 
(D) quando os navios de Agripa, mais ágeis e manobreiros do que os de Marco Antônio, venceram a 
batalha da Grécia em 60aC. 
(E) na disputa de poder que resultou na formação da República Romana. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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18) (Curso ADSUMUS) Otávio Augusto teve em Ácio a vitória militar necessária à união da república 
sob sua tutela exclusiva. Senhor, assim, do poder romano, Otávio pôde receber o imperium, isto é, os 
poderes civil, militar e religioso e reformar as instituições romanas, a fim de que fossem atendidas as 
urgentes necessidades políticas, econômicas e militares das vastas terras de Roma. O que ocorreu no mar 
Mediterrâneo após a vitória em Ácio? 
(A) Cresceu a pirataria, de tal forma que Roma teve que reconstruir em regime de urgência uma frota 
destinada a varrer seus mares e costas. 
(B) O domínio de Roma formou um mar fechado, parecido como na época de dominação de Cartago, 
paralisando as atividades comerciais. 
(C) As atividades navais militares foram cessando, na medida que não haviam rivais para Roma, 
criando, assim, a Pax Romana. 
(D) A capacidade comercial marítima de Roma foi se estagnando, na medida em que não haviam 
mais áreas de livres de comércio no mar Mediterrâneo. 
(E) Em terra e no mar estabeleceu-se a Pax Romana, o mais longo período de relativa paz na 
História. 
 
19) (Curso ADSUMUS) Mesmo após a descoberta da rota marítima para o Oriente, contornando o 
continente africano, o comércio mediterrâneo se manteve, embora em declínio, constituindo grande 
preocupação para Veneza e outras cidades italianas que o monopolizavam. 
No Atlântico, os empreendimentos náuticos foram de caráter diverso. Durante a Idade Média já se 
realizavam viagens costeiras entre o mar Mediterrâneo e o norte da Europa, com fins comerciais. A Guerra 
dos Cem Anos provocou qual fato do ponto de vista marítimo? 
(A) Ela ativou particularmente o comércio marítimo atlântico, em face da conflagração nos territórios 
continentais. 
(B) Ela impediu o comércio que era exercido entre a Ásia e a Europa, via Mediterrâneo. 
(C) Ela foi responsável pela morte de milhares de soldados nos territórios continentais, provocando o 
declínio populacional da Europa. 
(D) Do ponto de vista marítimo, a Guerra dos Cem Anos afetou apenas o mar do Norte, notadamente 
o canal da Mancha. 
(E) Desviou as correntes mercantis que trafegavam no Mediterrâneo para o Pacífico. 
 
20) (Curso ADSUMUS) No Império Romano do Oriente, fatos marcantes ocorreram em plena Idade 
Média e tiveram profunda significação em termos navais nas constantes tentativas de desintegração daquele 
remanescente império. Desta vez, entretanto, a ameaça vinha dos árabes que 
(A) fizeram diversas investidas, por mar e por terra, até a invenção do fogo grego, aparecido em 677. 
(B) realizaram uma “guerra santa” contra os cristãos à Leste, na Ásia. 
(C) impuseram sua vontade a partir de ações políticas contra o comércio cristão no Atlântico. 
(D) construíram diversas rotas de comércio triangular entre o norte da África, os arquipélagos 
atlânticos e o mar Vermelho. 
(E) desenvolveram uma tenaz perseguição aos comerciantes islâmicos e sarracenos. 
 
21) (Curso ADSUMUS) Nas lutas pela conquista de Constantinopla, são vistas grandes campanhas 
navais decisivas nasorte da Europa Oriental. No quarto ano de sítio que sofria a capital oriental, permitiu ao 
Imperador Constantino IV, conhecendo as possibilidades da nova arma [o fogo grego] empregá-la com pleno 
êxito contra seus inimigos, destruindo a esquadra árabe junto ao 
(A) mar de Mármara. 
(B) mar Negro. 
(C) mar Vermelho. 
(D) mar Mediterrâneo. 
(E) mar Egeu 
 
 
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22) (Curso ADSUMUS) A tática naval da Idade Média, mesmo para navios a pano, como era o caso dos 
que navegavam no Atlântico, era a 
(A) artilharia. 
(B) linha de batalha. 
(C) abordagem. 
(D) contra-linha. 
(E) camuflagem. 
 
23) (Curso ADSUMUS) O fogo grego era mistura altamente inflamável, que resistia até mesmo à ação da 
água e que aderia fortemente à madeira das embarcações em que caía. Sua composição é desconhecida até 
hoje, mas parece que alcatrão e enxofre dela faziam parte. O lançamento era feito por meio de tubos-sifões; 
foi antepassado do moderno 
(A) canhão. 
(B) fuzil. 
(C) lança-granada. 
(D) obus. 
(E) lança-chamas. 
 
24) (Curso ADSUMUS) Sitiada diversas vezes no correr dos séculos seguintes por árabes e turcos, 
Constantinopla sustentou a luta e permaneceu fora do alcance dos estrangeiros que pretendiam dominá-la. 
Ela, contudo, que salvara a civilização cristã do Ocidente, obstando o avanço de seus inimigos, veio a ser, 
por ironia da História, pilhada barbaramente pela 
(A) terceira cruzada (chamada dos Reis), em1300. 
(B) quarta cruzada (cristã), de 1204. 
(C) primeira cruzada (chamada dos Nobres), em1096. 
(D) segunda cruzada (militar), que conquistou Jerusalém em1096. 
(E) quarta cruzada (comercial), em 1094. 
 
25) (Curso ADSUMUS) A Batalha de Lepanto é uma das poucas ações navais importantes que não 
estava ligada a alguma campanha terrestre, com objetivos puramente marítimos. Outro exemplo que 
encontramos na História é o caso das batalhas navais entre 
(A) a Inglaterra e Holanda no século XVII. 
(B) a França e a Inglaterra no século XIV. 
(C) a França e Portugal no século XVI. 
(D) a Espanha e Portugal no século XVI. 
(E) a Holanda e Portugal no século XVII. 
 
26) (Curso ADSUMUS) O aparecimento da pólvora veio dar novas dimensões à guerra e criou na mente 
dos homens pacíficos um grande temor, muito semelhante, guardadas as devidas proporções, com o que hoje 
se observa em relação às armas nucleares. As primeiras armas chamadas de fogo foram os canhões; só muito 
depois é que surgiram as armas portáteis. Na marinha, o canhão forçou lentamente o abandono do navio a 
remos que, embora mais manobreiro que o navio a vela, 
(A) consumia muito mais combustível. 
(B) não podia conduzir o mesmo número de canhões. 
(C) era mais lento por ocasião das batalhas navais. 
(D) era muito grande e lento. 
(E) não podia atingir todos os pontos do mar Mediterrâneo. 
 
 
 
 
 
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27) (Curso ADSUMUS) Durante toda a Idade Média, o comércio marítimo intensificou-se no 
Mediterrâneo, tendo como principais intermediários as cidades italianas, verdadeiras potências mercantis e 
financeiras da Europa. Qual explicação abaixo ajuda a compreender o chamado exclusivo colonial italiano 
no Mediterrâneo? 
(A) A religião praticada pelos italianos era melhor aceita do que as práticas de outros povos 
europeus. 
(B) A língua italiana, muito parecida com a árabe, facilitou as conversações e, com isso, as trocas 
comerciais. 
(C) A cultura árabe, incluindo sua religião, foi bem compreendida entre os cristãos orientais. 
(D) As cidades italianas mantinham grandes frotas comerciais, realizando as trocas através de 
entendimentos com os árabes. 
(E) Os três principais centros comerciais italianos mantiveram uma era constante de paz e ações que 
favoreceram o controle das demais áreas europeias. 
 
28) (Curso ADSUMUS) O fim da Idade Média é marcado por importantes invenções, estando entre elas, 
quanto à arte da navegação, 
(A) a caravela, embarcação de altos bordos inventada em 1520. 
(B) o canhão, desenvolvido pelos italianos de Gênova e Veneza. 
(C) a introdução da bússola na Europa do século XIII 
(D) os castelos, de proa e popa. 
(E) a pólvora, trazida do oriente por Marco Polo. 
 
29) (Curso ADSUMUS) Nos fins do século XIII, o uso da bússola já estava generalizado na Europa, 
juntamente com outros instrumentos de navegação da época como o astrolábio e a balestilha, que davam ao 
navegador um seguro conhecimento de sua latitude, no entanto, 
(A) não ajudaram no desenvolvimento econômico da Europa. 
(B) o único meio de conhecimento da longitude era pelo caminho percorrido e com grande margem 
de erro. 
(C) forneciam mais ainda as informações de longitude e com precisão. 
(D) eram de difícil utilização devido ao tamanho e a necessidade de vários homens para operá-los. 
(E) era completamente impossível se determinar a longitude.

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