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Universidade Federal do Rio Grande do Norte 
Pró-Reitoria de Pesquisa 
Núcleo de Inovação Tecnológica 
 
 
 
1 
DIREITO AUTORAL 
 
O direito autoral é um conjunto de prerrogativas conferidas pela lei nº. 9610/98 
à pessoa física ou jurídica criadora da obra intelectual, para que ela possa gozar dos 
benefícios morais e intelectuais resultantes da exploração de suas criações. 
Compreende três grandes áreas: Direitos de Autor, Direitos Conexos e 
Programa de Computador. 
 
DIREITOS DE AUTOR 
Direitos de Autor visam a prover proteção aos autores (escritores, artistas, 
compositores musicais, etc.) nas suas criações. Essas criações são usualmente 
designadas como “obras” e tem proteção por até 70 anos após a morte do autor. 
Existem dois tipos de direitos conferidos pelo sistema de direitos de autor: 
a) Direitos Patrimoniais, que permitem ao titular obter retorno financeiro do uso e da 
exploração da obra; e 
b) Direitos Morais, que realçam o elo pessoal existente entre o autor e a obra. 
 
 
DIREITOS CONEXOS 
 
Direitos conexos são os direitos reservados às pessoas responsáveis por dar 
corpo à obra, incluindo elementos criativos da sua personalidade (como no caso dos 
Universidade Federal do Rio Grande do Norte 
Pró-Reitoria de Pesquisa 
Núcleo de Inovação Tecnológica 
 
 
 
2 
artistas intérpretes e executantes) ou através da tecnologia (produtores, emissoras de 
televisão). Tem proteção por até 70 anos após a primeira exibição pública. 
Proveem proteção, como exemplo, às seguintes pessoas ou organizações: 
- Artistas intérpretes e executantes (atores, músicos, cantores, dançarinos ou artistas 
em geral), em razão de suas interpretações ou execuções; 
- Produtores de fonogramas e de gravações sonoras quanto a essas gravações; 
- Empresas de radiofusão, na sua programação de TV e rádio; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Universidade Federal do Rio Grande do Norte 
Pró-Reitoria de Pesquisa 
Núcleo de Inovação Tecnológica 
 
 
 
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PROGRAMA DE COMPUTADOR 
 
*Mais informações sobre Programa de Computador no nosso site www.ufrn.nit.br em “auxílio 
ao pesquisador”. 
 
LOCAIS DE REGISTROS PARA DIREITOS AUTORAIS: 
 OBRAS LITERÁRIAS, DESENHOS E MÚSICAS: 
Escritório de Direitos Autorais (EDA) da Fundação Biblioteca Nacional (FBN) 
www.bn.br 
 
 OBRAS DE ARTES VISUAIS: 
Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro 
www.eba.ufrj.br 
 
 OBRAS DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO: 
Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA) 
www.confea.org.br 
 
 OBRAS MUSICAIS: 
Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro 
www.musica.ufrj.br 
 
 REGISTRO DE PROGRAMA DE COMPUTADOR: 
Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) 
www.inpi.gov.br 
 
http://www.ufrn.nit.br/
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Núcleo de Inovação Tecnológica 
 
 
 
4 
PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO NA BIBLIOTECA NACIONAL: 
 
As obras deverão ser apresentadas com: 
a) Uma cópia do exemplar legível, devidamente numerado; 
b) Cada página rubricada pelo(s) autor(es) requerente(s); 
c) Preenchimento do Formulário de Requerimento para o Registro e/ou 
Averbação; 
d) Pagamento da GRU; 
e) Entregar pessoalmente na sede ou enviar por SEDEX para o escritório de direito 
autoral correspondente. 
*Vide site da Biblioteca Nacional (www.bn.br) 
 
 
TABELA DE PREÇOS: 
 
 
 
 
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5 
EXEMPLOS DE GÊNEROS A SER REGISTRADOS: 
 
 
PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO NA ESCOLA DE BELAS ARTES DA UFRJ: 
 
a) Preenchimento do formulário próprio de Registro/Averbação; 
b) Enviar duas produções legíveis e idênticas da obra, assinadas pelo autor, no tamanho 
máximo até A4; 
c) Enviar também cheque nominal ou comprovante de depósito em nome da 
Universidade; 
d) Caso haja cessão de direitos patrimoniais deverá haver um contrato de cessão; 
*Vide site da Escola de Belas Artes da UFRJ (www.eba.ufrj.br) 
 
TABELA DE PREÇOS 
Registro (pessoa física ou pessoa jurídica) - R$ 80,00 
Atualização cadastral - R$ 80,00 
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Segunda via - R$ 80,00 
Averbação - R$ 130,00 
Busca (por período de 3 anos) - R$ 300,00 
 
NÃO SÃO PROTEGIDOS COMO DIREITO AUTORAL: 
 
O artigo 8º da Lei de direitos autorais relaciona o que não pode ser objeto de 
proteção: 
I. As ideias, procedimentos normativos, sistemas, métodos, projetos ou 
conceitos matemáticos como tais; 
II. Os esquemas, planos ou regras para realizar atos mentais, jogos ou 
negócios; 
III. Os formulários em branco para serem preenchidos por qualquer tipo de 
informação, científica ou não, e suas instruções; 
IV. Os textos de tratados ou convenções, leis, decretos, regulamentos, 
decisões judiciais e demais atos oficiais; 
V. As informações de uso comum tais como calendários, agendas, cadastros 
ou legendas; 
VI. Os nomes e títulos isolados; 
VII. O aproveitamento industrial ou comercial das idéias contidas nas obras. 
 
TÓPICOS RELEVANTES: 
 
“CITAÇÃO DE OBRA” 
 No caso da citação ela pode ser feita de um parágrafo inteiro da obra? 
Segundo a doutrina, dependendo do tamanho do parágrafo ou do trecho 
que pretende copiar, se for muito extensa não é aconselhável, pois pode 
deixar de ser uma citação e passar a ser considerada uma cópia. 
 
 
“REGISTRO DE SITE” 
 Onde registro site? 
O SITE LÓGICO (software) é protegido pelo INPI (Lei n. º 9.609/98); 
O SITE VIRTUAL é protegido pela Biblioteca Nacional, que protege também 
a seleção, organização ou disposição do conteúdo de um website (site-
mídia). Devendo sempre ser encaminhado com cópia impressa do mesmo 
(art. 7.º, XIII da Lei n.º 9.610/98). 
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Pró-Reitoria de Pesquisa 
Núcleo de Inovação Tecnológica 
 
 
 
7 
 
“CÓPIA DE OBRA” 
 Posso copiar (reproduzir) uma obra literária, artística ou científica para fins 
didáticos, pessoais ou de estudo? 
A Lei Autoral Nº 9.610/1998 prevê, em seu artigo 46, algumas 
possibilidades de reprodução de quaisquer obras protegidas, tais como: 
 a reprodução, em um só exemplar, de pequenos trechos, para uso 
privado do copista, desde que feita por este, sem intuito de lucro; 
 a reprodução integral de obras caídas em domínio público, 
 a citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de 
comunicação, de passagens de qualquer obra, para fins de estudo, 
crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, 
indicando-se o nome do autor e a origem da obra, dentre outros usos. 
 
A lei define, no inciso VII do artigo 5º, contrafação como sendo a 
“reprodução não autorizada“. Nesses casos o copista fica sujeito à ação 
civil por descumprimento desta norma. 
 
“SANÇÕES CIVIS” 
 Quais as sanções para quem descumpre a lei? 
A lei de direitos autorais prevê algumas sanções civis para quem não 
cumpri-las, tais como: 
 O titular cuja obra seja fraudulentamente reproduzida, divulgada ou de 
qualquer forma utilizada, poderá requerer a apreensão dos exemplares 
reproduzidos ou a suspensão da divulgação, sem prejuízo da 
indenização cabível. (Art. 102.) 
 Quem editar obra literária, artística ou científica, sem autorização do 
titular, perderá para este os exemplares que se apreenderem e pagar-
lhe-á o preço dos que tiver vendido. Não se conhecendo o número de 
exemplares que constituem a edição fraudulenta, pagará o transgressor 
o valor de três mil exemplares, além dos apreendidos. (Art. 103, 
Parágrafo único) 
 A execução pública feita sem prévia e expressa autorização do autor ou 
titular sujeitará os responsáveis a multa de vinte vezes o valor que 
deveria ser originariamente pago. (Art. 109) 
 
 
 
 
 
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8 
“AUTORIZAÇÕES PARA EXECUÇÕES PÚBLICAS” 
 No caso de estabelecimento onde os clientes tem a opção de ouvir música (ao 
vivo e mecânica), além de poder aproveitar a exibição de filmes. Quais 
autorizações necessárias? 
A apresentação em um estabelecimento de filmes e músicas é considerada 
Execução Pública, conforme art.2º da Lei de Direito Autoral. 
A mesma lei define, em seu art. 29, que a execução musical e a exibição 
audiovisual, cinematográfica ou por processo assemelhado, de qualquer 
obra, dependem de autorização prévia e expressa do autor. 
Sendo assim, faz-se necessária a autorização prévia e expressa do autor (ou 
outro titular dos direitos) para que a exibição seja realizada e, se for o caso, 
o pagamento pela comunicação da mesma. 
No caso da execução musical, seja “ao vivo”, através da utilização de 
fonogramas, via rádio, televisão ou transmitida por qualquer modalidade, a 
autorização é dada pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição 
(ECAD). Isto vale também para a música presente nos audiovisuais que 
serão exibidos no estabelecimento, pois, como afirma o artigo 86 da Lei, os 
direitos autorais de execução de músicas incluídas em obras audiovisuais 
serão devidos aos seus titulares pelos responsáveis dos locais ou 
estabelecimentos que comuniquem essas obras publicamente.

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