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5
UNIVERSIDADE PAULISTA
CURSO SUPERIOR DE ESTÉTICA E COSMÉTICA
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR V
Fitocosmético consagrados para uso tópico e sua interação com sistema tegumentar
Eduarda Marcelli Nascimento de Lima - RA: 216055-4
Kethllen Cristine de Sena Bonfim RA: 215974-7
Lia de Araújo Monteiro RA: 213647-6
Nancy Cristina Coelho Nogueira RA: 214086-7 
Coari - Amazonas
2022
UNIVERSIDADE PAULISTA
CURSO SUPERIOR DE ESTÉTICA E COSMÉTICA
 
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR V
Fitocosmético consagrados para uso tópico e sua interação com sistema tegumentar
Trabalho Interdisciplinar do Projeto Integrado Multidisciplinar, apresentado como exigência parcial para conclusão do bimestre do Curso Superior de Estética e Cosmética, da Universidade Paulista – UNIP EaD
 
 
Coari - Amazonas
2022
RESUMO
O esteticista com formação acadêmica busca seu espaço e reconhecimento no mercado de trabalho, pois ainda existe um grande preconceito quando se diz que o esteticista é capaz de ajudar seu cliente na hora de adequar sua imagem pessoal ao seu estilo de vida, personalidade e características pessoais. Esse trabalho faz um paralelo entre “estética e imagem pessoal”, com o propósito de esclarecer a relação entre esses dois conceitos. Sabendo que nas cabines de estética o cliente encontra os primeiros passos para ajustar, manter e aperfeiçoar a sua marca pessoal. O profissional da área da estética e beleza com formação acadêmica está apto a prestar serviços de bem-estar, trata e embeleza a pele facial, sugere maquiagens e produtos adequados a cada tipo de pele, faz massagens e tratamentos corporais auxiliando na melhora da silhueta de seu cliente. Todas essas técnicas usadas pelo esteticista são essenciais para ajudar o indivíduo a cuidar e melhorar a sua imagem pessoal, o que nos dias de hoje não é mais só questão de status, mas de sobrevivência na vida pessoal e profissional.
PALAVRAS-CHAVE: Estética. Imagem Pessoal. Esteticista.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO	5
2. REFERENCIAL TEÓRICO	6
2.1 Homem e sociedade	6
3. FITOCOSMETOLOGIA	7
3.1 As Terapias Alternativas de Cura	8
4. QUÍMICA ORGÂNICA	10
4.1 Progressivas	11
4.2 Colorações de cabelo	11
4.3 Descoloração	12
4.4 Ligações químicas do cabelo	13
4.5 Compostos químicos presentes em alisantes	13
5. ANATOMIA INTEGRADA	13
5.1 Anatomia e histologia	14
5.2 Fisiologia	15
5.3 Biologia Celular	15
5.4 A importância da anatomia na estética	16
6. CONSIDERAÇÔES FINAIS	18
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	19
2
1. INTRODUÇÃO
Fitocosmético pode ser definido como o cosmético que contém ativo natural, de origem vegetal, seja um extrato, óleo ou óleo essencial, cuja ação define a atividade do produto. Um fitocosmético deve passar por todas as etapas de pesquisa: proposição, criação e desenvolvimento, incluindo os testes de estabilidade, para assegurar a atividade durante toda sua vida útil. 
A estabilidade é um parâmetro de validação muito pouco descrita em normas de validação de metodologia analítica (Vilegas & Cardoso, 2007), mas necessária para assegurar a qualidade do fitocosmético, desde a fabricação até a expiração do prazo de validade. Variáveis relacionadas à formulação, ao processo de fabricação, ao material de acondicionamento e às condições ambientais e de transporte, assim como cada componente da formulação seja ativo ou não, podem influenciar na estabilidade do produto. 
As alterações podem ser extrínsecas, ou seja, relacionadas a fatores externos aos quais o produto está exposto (tempo, temperatura, luz e oxigênio, umidade, material de acondicionamento, microrganismos e vibração) e intrínsecas, relacionadas à natureza das formulações e, sobretudo, à interação de seus ingredientes entre si e ou com o material de acondicionamento: incompatibilidade física e incompatibilidade química, como, por exemplo, pH, reações de óxido-redução, reações de hidrólise, interação entre ingredientes da formulação e interação entre ingredientes da formulação e o material de acondicionamento. Técnicas de análise térmica diferencial, calorimetria exploratória diferencial e termogravimetria podem ser usadas na compreensão de mecanismos físico-químicos relativos a processos de decomposição térmica e no desenvolvimento de compostos. 
A espectrometria de fluorescência ou também chamada espectrofluorimetria é o método espectroscópico óptico mais extensivamente usado em meios analíticos e em investigações científicas, devido ao elevado nível de sensibilidade e ao amplo intervalo dinâmico que pode ser aplicado. Além disso, o instrumento para a maioria dos propósitos pode ser adquirido por um custo não muito elevado (Silberman, 2006).
O objetivo desta pesquisa foi estabelecer protocolo para o estudo da estabilidade físico-química de formas cosméticas contendo ativos da biodiversidade brasileira para uso cosmético, os fitocosméticos.
2. REFERENCIAL TEÓRICO
 
2.1 Homem e sociedade 
O homem é um ser social e político, que vive em grupos, em sociedades. É natural que no seio destes grupos haja conflitos, desentendimentos e interesses divergentes. No entanto, o homem sente necessidade de segurança e busca a harmonia social. Para que a sociedade subsista é necessário que os conflitos sejam resolvidos e para tanto, o homem dispôs de vários meios com o intuito de controlar as ações humanas e trazer um equilíbrio à sociedade. São os instrumentos de controle social o direito, a criação humana, cujo principal objetivo é viabilizar a existência em sociedade, trazendo paz, segurança e justiça.
O homem é um ser social e precisa estar em contato com seus semelhantes e formar associações, ele se completa no outro, sendo que, somente da interação social é possível o desenvolvimento de suas potencialidades e faculdades. Ele precisa buscar no outro as experiências ou faculdades que não possui e, mais, há a necessidade de passar seu conhecimento adiante. Dessa interação, há crescimento, desenvolvimento pessoal e social.
O homem é um ser sociável, pois tem a “propensão para viver junto com os outros e comunicar-se com eles, torná-los participantes das próprias experiências e dos próprios desejos, conviver com eles as mesmas emoções e os mesmos bens.”.
A sociedade mais parece uma prisão que qualquer outra coisa. E a compreensão sociológica só nos ajudou a identificar mais de perto todos os personagens, vivos ou mortos, que gozam do privilégio de nos oprimir.
A sociedade determina não só o que fazemos como também o que fazemos. A localização social não afeta apenas nossa conduta; ela afeta também nosso ser. A sociedade é fruto da natureza do homem, aliada à participação da vontade e inteligência humana. Necessita para existir, de convivência pacifica de seus membros, que só se faz possível mediante a implementação de normas sociais. Também, vai estabelecer deveres e limites de atuação de cada cidadão.
Mas, para a perfeita configuração da sociedade, fazem-se necessária a escolha de um grupo que trará consigo também um conjunto de símbolos intelectuais, os quais seriam convenientes exibir com um ar de felicidade. Nossa servidão para com a sociedade é estabelecida menos por conquista e mais por conluio, somos aprisionados com nossa própria cooperação. O homem, ao longo da história, ao transformar a natureza se transformava também. Ele se define por relações sociais que podem ser reprodutoras ou transformadoras, sempre agindo um sobre o outro.
O indivíduo é determinado e determinante, passivo e ativo. Ele se insere em um grupo social através da linguagem, que é um produto histórico e traz valores e significados presentes nesse grupo social, que é condição para o desenvolvimento de seu pensamento. Sendo também condição para a comunicação e desenvolvimento de suas relações sociais e de sua individualidade. Assim, na relação entre os indivíduos, estes se transformam e também transformam seu próprio grupo.
3. FITOCOSMETOLOGIA
Esta disciplina liga as ciências básicas à prática clínica e se volta ao estudo das alterações estruturais e funcionais que ocorrem nas células,tecidos e órgãos decorrentes de doenças. O estudo das doenças pode ser feito por técnicas moleculares, microbiológicas, imunológicas e morfológicas tentando assim explicar as causas e os motivos dos sinais e sintomas que os pacientes manifestam fornecendo também uma base racional para a abordagem clínica e o tratamento.   
São abordados aspectos da patologia geral, como lesão celular, processos inflamatórios agudos e crônicos, mecanismos de reparo, distúrbios hemodinâmicos, distúrbios do crescimento e da diferenciação celular, bem como processos neoplásicos. Além disso, são abordados tópicos da patologia aplicada à estética, tais como lesões elementares, dermatoses, pigmentos e pigmentações patológicas. Estes conhecimentos servirão de subsídio para o acompanhamento de disciplinas subsequentes que estão inseridas no contexto da Estética e Cosmética. Assim, a Cromoterapia está fundamentada em três ciências:
1. Medicina - A arte de curar;
2. Física - Ciência que estuda as transformações da energia, em especial no capítulo dedicado à natureza da luz: sua origem no espectro eletromagnético e seus elementos, como comprimento de onda, frequência e velocidade;
3. Bioenergética - Ciência que demonstra a existência do corpo bioenergético, analisando a energia vital.
A Cromoterapia traz benefícios aos portadores de qualquer disfunção, começando por aliviar as dores e finalmente pela recuperação dos pacientes, na maioria das doenças. É amplamente utilizada no tratamento da enxaqueca, doença que atinge um terço da população mundial adulta. A causa principal da enxaqueca é energética (entrada de energia cósmica pela região occipital), mas pode estar aliada a uma disfunção orgânica como tensão pré-menstrual, má digestão, sinusite, problemas de visão, obstrução das carótidas que conduzem o sangue até os neurônios, compressão das vértebras da coluna cervical etc. A Cromoterapia faz o equilíbrio do fluxo energético e trata a causa física, eliminando a dor e restabelecendo a saúde após uma série de aplicações, numa média de dez a quinze.
3.1 As Terapias Alternativas de Cura
A medicina alternativa ou terapia alternativa, no ocidente, é a terapia que não cai dentro da esfera da medicina convencional ou que não é oficialmente testada. Normalmente, fica em oposição à medicina provada cientificamente, é muito comum que a medicina alternativa se fundamente em bases culturais e históricas em vez de ciência. Muitas vezes, a medicina alternativa é chamada de terapia complementar, referindo-se às mesmas terapias, só que trabalhando em conjunto com a medicina convencional. 
A medicina alternativa é muito diversificada. A prática pode incorporar medicina tradicional, conhecimento popular, crenças espirituais ou curas com energia. Às vezes, estas práticas são regulamentadas e licenciadas. As afirmações de curas ou melhoras alcançadas pelos praticantes da medicina alternativa normalmente não são aceitas pela medicina científica, devido ao fato de que não existem provas da segurança e da eficácia das práticas. Em 1998 um estudo feito em 13 países concluiu que 31% de pacientes de câncer buscavam alguma forma alternativa de tratamento. Assim, foi estabelecido que alguns tipos de terapia alternativa de cura são:
· Acupuntura
É uma técnica que, de acordo com a medicina chinesa, está ligada a teorias sobre energias conhecidas pela dualidade, o Yin/Yang. A acupuntura é baseada na crença de que há no corpo canais de energia - os meridianos. Para que haja equilíbrio no organismo a energia deve fluir por esses canais. Sua falta ou seu excesso pode ser reequilibrado através da manipulação de pontos determinados com agulhas e outros instrumentos. A acupuntura pode ser usada para o alívio da maioria das doenças, principalmente para amenizar a dor.
· Fitoterapia
A fitoterapia é o emprego de plantas como medicação. Ela tem aplicações em diversos tipos de doença, mas é muito importante ter cuidado na sua utilização. Da mesma maneira que fazem bem, a má utilização de fitoterápicos pode ser prejudicial à saúde; como qualquer tipo de remédio existem contraindicações.
· Florais
Os florais fazem parte de uma terapia eminentemente energética que busca harmonia entre a personalidade e a alma. A atuação dos florais é diretamente ligada às emoções, que seriam os fatos geradores da doença. São usadas no combate à ansiedade, nervosismo, depressão, síndrome do pânico, o tratamento de medos concretos como de avião ou de cachorros. Também é muito usada nas doenças psicossomáticas, como gastrite e sinusite. Só no Brasil há mais de 15 tipos de floral. Mas os mais conhecidos são os florais de Bach e os Florais Australianos.
· Quick Massage
A Quick Massage é hoje uma importante técnica de massagem, que pode ser associada a diferentes tipos de tratamento e realizada em diferentes locais. Trata-se de uma técnica que utiliza como ferramenta principal as mãos do profissional, em manobras específicas, com o objetivo de proporcionar relaxamento e bem-estar a quem a procura. Indicada na redução da tensão, dores musculares e stress.
· Reiki
O Reiki é uma técnica de cura através da infusão de energias vitais pela imposição das mãos, desenvolvida em 1922 pelo japonês Mikao Usui que é baseada na canalização da energia universal através da imposição das mãos com o objetivo de restabelecer o equilíbrio energético vital de quem a recebe e, assim, restaurar o estado de equilíbrio natural (seja ele emocional, físico ou espiritual); podendo eliminar doenças e promover saúde. Trata-se de uma técnica energética, não tendo relação com nenhum sistema religioso.
· Moxa
A moxabustão, ou moxa, vem da palavra japonesa mokusa, que significa "erva queimada". Foi registrada pela primeira vez em textos médicos durante a Dinastia Song (960 d.C.), mas provavelmente foi usada por muito mais tempo. É uma terapia importante na Medicina Tradicional Chinesa; os textos antigos diziam que a moxa deveria ser usada se a acupuntura e as ervas não funcionassem na cura da doença.
O calor da moxabustão é extremamente penetrante, tornando-a eficaz quando há menos circulação, condições frias e úmidas, além de deficiência do yang. Quando aplicada aos pontos de acupuntura específicos à deficiência de yang, o corpo absorve o calor o máximo possível, recuperando o QI do yang do corpo e o "fogo ministerial", a fonte de todo o calor e energia do corpo
4. QUÍMICA ORGÂNICA
A química é imprescindível para os cosméticos. Os cosméticos podem ser definidos como toda substância ou conjunto de substâncias, que neste caso são chamadas de formulações cosméticas, capazes de atuar na manutenção e melhora da aparência humana, ou até mesmo na higiene pessoal. A “Química da Estética” se refere a beleza das transformações químicas do cabe lo. Todos os procedimentos capilares envolvem a Química, desde as mais simples que realizamos cotidianamente como lavar e condicionar até os mais complexos com alisar e colorir os cabelos. 
 A estética capilar é um segmento direcionado aos profissionais da beleza especializado no embelezamento capilar, arte e ciência do cabelo, terapia capilar e estilismo. A química influencia na estética, na criação de produtos de beleza, pois substâncias químicas são usadas como: conservantes, solventes para fragrâncias oleosas, ação antibacteriana, dentre outros. As substâncias de mais importância são os usados em quase todos os produtos de beleza.
4.1 Progressivas
As escovas progressivas são produtos cosméticos que alisam, relaxam, amaciam ou reduzem o volume dos cabelos de maneira mais ou menos duradoura, tendo como objetivo quebrar temporariamente a estrutura dos cabelos e reconstruí-la na forma desejada. Nesse procedimento é comum ocorrer que a raiz do cabelo fique mais oleosa, pois o produto usado penetra na hipoderme e causa uma aceleração na produção das glândulas sebáceas, o que acaba agredindo os fios e o couro cabeludo, sendo extremamente importante tomar cuidado ao aplicar o produto. 
Atualmente, os produtos para alisamento não levam mais a mesma quantidade de formol de quandoforam lançados e alguns tipos de escovas até mesmo foram substituídos por elementos menos agressivos, o que acarretou certa diminuição do enfraquecimento dos fios. No entanto ainda há certos inconvenientes, pois, a perda de massa queratinosa pode provocar afinamento e rigidez dos fios e em alguns casos pode até ocorrer à queda do cabelo e o aceleramento da produção das glândulas sebáceas, que provoca a oleosidade excessiva no couro cabeludo.
Podendo haver a descamação do couro cabeludo por conta do alto teor de acidez que há no produto, o que provocada o aparecimento da dermatite seborreia, sendo recomendado para o seu tratamento o uso loções capilares antiinflamatórias. Para que haja a recuperação dos fios é recomendado que se faça hidratações intensivas de forma semanais, ou tratamentos a base de queratina. Sendo recomendado para combater a oleosidade investir em xampus específicos para o seu cabelo.
4.2 Colorações de cabelo 
A coloração de cabelo envolve a utilização de substâncias químicas capazes de remover, substituir ou encobrir pigmentos encontrados naturalmente no interior dos fios. O uso desses produtos químicos pode resultar em uma série de efeitos adversos como irritação na pele, alergia temporária, quebra de cabelo, descoloração da pele e resultados inesperados na cor do cabelo. 
Os sintomas na pele podem incluir vermelhidão, feridas, prurido, sensação de ardor e desconforto. Os sintomas geralmente aparecem de um a dois dias após a coloração do cabelo, se algum desses sintomas aparecerem o profissional deve imediatamente remover a cor dos cabelos. Para evitar este tipo de acontecimento recomenda-se que o profissional de beleza teste o produto antes do seu uso, preparando uma pequena quantidade da preparação da tintura e aplicando-a diretamente sobre a pele do cliente por algum tempo.
Às vezes, o cabelo fica danificado por causa da exposição excessiva a produtos químicos, resultando em cabelos secos, ásperos e frágeis, podendo até acarretar a quebra do cabelo. Para que ocorra o tratamento é indicado cessar o uso de produtos químicos até a recuperação total dos fios do cabelo, sendo essencial para a sua recuperação hidratações semanais e utilização de shampoo e condicionador específicos para os cabelos coloridos.
4.3 Descoloração 
A descoloração é uma técnica utilizada para retirar a pigmentação dos fios de cabelos naturais ou tingidos para que haja a aplicação de uma nova tonalidade, este método é usado para as pessoas que desejam adquirir o cabelo loiro platinado ou o visual com mechas e luzes douradas. O seu procedimento em geral deve ser feito por meio do pó-descolorante à base de amônia para abrir a cutícula do cabelo e água oxigenada, que varia de acordo com a tonalidade da pigmentação do fio que a pessoa deseja, onde se deve primeiramente testar o produto através do teste de mechas.
No entanto, há casos em que o teste de mechas não mostra reação alguma, e ao término da aplicação do produto surge manchas vermelhas no couro cabelo do cliente por conta de uma reação alérgica, quando isto ocorre é recomendado a suspensão por tempo indeterminado do uso do produto. 
Pessoas que já possuem química no cabelo devem evitar este tipo de procedimento, pois a cada alisamento o cabelo vai ficando mais fino e com uma textura mais fraca, podendo haver quebra do cabelo e o ressecamento dos fios. No entanto, se a pessoa já possuir química no cabelo e mesmo assim quiser fazer o procedimento, terá que se submeter a hidratações profundas ou banho de brilho, para que ocorra o fortalecimento dos seus fios de cabelo.
4.4 Ligações químicas do cabelo
É no córtex onde encontramos as ligações químicas que ocorrem nos fios de cabelo, são elas: ligação de dissulfeto, ligação de hidrogênio e ligação iônica. Ligação de dissulfeto: formam-se pela união entre dois grupos tiol, - SH, provenientes de duas moléculas do aminoácido cisteína formando uma ligação dissulfeto, - S - S -, característica da molécula de cistina (FONSECA, 2001). 
Essas ligações são rompidas em processos de alisamento e permanente, quando usamos produtos como tioglicolato de amônio ou os cremes alcalinos para alisamento com pH acima de 10 (GOMES, 2006). 
4.5 Compostos químicos presentes em alisantes
Segundo Adriano Pinheiro (2009), os tipos de alisamentos podem ser classificados de acordo com as tiolamina NH2 HO etanolamina suas formulações as substâncias químicas presentes em OH H formol alisantes são: hidróxido de sódio (o mais eficiente, mas também o mais agressivo aos cabelos); hidróxido de guanidina (que está numa posição intermediária, tanto em relação à eficiência quanto à possíveis danos); o tioglicolato de amônio, um sal do ácido tioglicólico ( o menos nocivo aos fios, mas também o que menos alisa); e o formaldeído (não é diretamente responsável pelo alisamento, mas, quando aplicado em presença de calor, promove uma espécie de plastificação nos fios).
5. ANATOMIA INTEGRADA
A anatomia é a ciência que estuda macroscopicamente a constituição e o desenvolvimento dos seres organizados; ou ainda, a anatomia é a ciência da estrutura do corpo. O vocábulo é derivado, indiretamente, do grego Anatome, termo formado de Ana, significando “em partes”, e Tomein, significando “corte”. 
Do ponto de vista etimológico, o termo “dissecação” (dis significa “separadamente” e secare significa “cortar”) é o equivalente latino do grego Anatome. A histologia é observada pela ótica do microscópio em que tem o intuito de observar as células dos tecidos ósseos e músculos de forma funcional ou com alguma patologia, assim, fica evidente que a microscopia impacta diretamente no sucesso da estética.
5.1 Anatomia e histologia 
A anatomia é a ciência que estuda, macroscopicamente e microscopicamente, a evolução dos seres vivos e a relação entre os sistemas. Desta forma, conhecemos a estrutura básica das partes do nosso corpo e suas relações. Principais estudos da anatomia:
· Divisões anatômicas
· Organismo humano
· Fatores e variações anatômicas
· Anomalias
· Divisão do corpo humano
· Ossos e esqueletos e suas funções
· Articulações e suas classificações
· Tipos de músculos e suas características
· Relação do sistema cardiovascular com outros sistemas do corpo na manutenção da homeostasia
· Sistema linfático
· Sistema respiratório
A histologia, por outro lado, é a ciência da estrutura microscópica das células, tecidos e órgãos. Também nos ajuda a entender a relação entre estrutura e função. Se você examinar uma fina camada de tecido ósseo que foi tingido com técnicas especiais de coloração em um microscópio, você descobrirá que esses ossos aparentemente simples são na verdade um pequeno mundo complexo contendo uma série de estruturas com muitas funções diferentes. Neste trabalho, mostramos o mundo microscópico da histologia.
Sem dúvida, é fundamental que o especialista se aprofunde nessas áreas, e a partir desse conhecimento compreenda o funcionamento do corpo e do organismo, questões muito importantes para a avaliação e posicionamento do profissional na escolha do melhor. Método a ser utilizado neste momento que leva ao contato com o biótipo do paciente e a função de seu corpo. Para essa área é necessário conhecer as estruturas anatômicas para entender como certas substâncias vão agir no corpo, como será a absorção, o que eliminam ou atenuam e se afetarão outros órgãos e como aliviá-los
5.2 Fisiologia
Fisiologia é o estudo da regulação da homeostase e dos mecanismos que mantêm um indivíduo em equilíbrio. É necessário saber onde se modificam os mecanismos fisiológicos para poder corrigi-los com eficácia. Entenda como os diferentes sistemas funcionam de forma integrada. Principais estudos da fisiologia:
· Homeostasia
· Sistema Tegumentar
· Sistema musculoesquelético
· Sistema circulatório
· Sistema linfático
· Sistema respiratório
· Sistema neuroendócrino
· Sistema digestório
· Sistema urogenital
Em suma, a anatomia estuda estruturas e seus nomes, sua fisiologia e função. Como é impossível estudar um e não entender o outro, um assunto depende do outro.5.3 Biologia Celular
O estudo da biologia celular inclui o estudo da estrutura e funcionamento das células e a interação entre eles. As células são unidades estruturais e funcionais básicas do corpo, portanto, permita-se compreender a parte estrutural e suas funções. Com esse conhecimento, é possível descobrir como os microrganismos atuam nas células, estejam eles ligados a doenças ou não, descobrindo assim mais sobre a genética. Principais estudos da Biologia:
· Células, definições e suas estruturas
· Divisão e ciclo celular
· Bases moleculares da constituição celular
· Tecidos e suas classificações
Este estudo pode garantir uma vida melhor com tratamentos eficazes para esses tipos de doenças, não só para a estética, mas também para todo o setor da saúde, o que é um desafio para a ciência hoje. Graças aos avanços nas pesquisas químicas, fisiológicas e biológicas, os tratamentos estéticos estão se tornando cada vez mais satisfatórios.
Substâncias de alta tecnologia estão cada vez mais substituindo dispositivos e procedimentos invasivos e proporcionando excelentes resultados. Portanto, os versados ​​na técnica devem estar familiarizados com os vários fatores biológicos e fisiológicos que afetam a pele e suas camadas, células e órgãos em geral. Com esses conhecimentos, os profissionais têm a oportunidade de refletir sobre os processos e mecanismos que regulam o meio biológico.
5.4 A importância da anatomia na estética
A anatomia humana está correlacionada com a estética, na qual é responsável por estudar a forma e a estrutura do corpo. É a ciência de cortar em partes, que começou cerca de quinhentos anos antes de Cristo, realizando dissecações em animais, e desde então tem progredido com o desenvolvimento da medicina e áreas relacionadas à estética. Também realiza estudos macroscópicos e microscópicos, analisando constituições, estruturas e sistemas que se inter-relacionam. 
Dentro da divisão anatômica existe a anatomia sistêmica que estuda os sistemas e a anatomia regional estuda o corpo humano por regiões. Na posição anatômica, existem regras para a descrição de estruturas, que são entendidas em todo o mundo, chamadas de posições anatômicas:
· Em pé, numa postura ereta;
· Com a face voltada para a frente e o olhar no horizonte;
· Com os membros superiores estendidos e paralelos ao tronco;
· Com as palmas das mãos voltadas para frente;
· Com os membros inferiores unidos;
· Com os dedos dos pés voltados para frente.
Incluindo também outras regras, como padrões de corte:
· Crânio: frontal, Parietal, Occipital
· Linhas: Suturas
· Seta: sagita
· Coronal, outra sutura
· Plano Sagital e Plano Coronal
· Cortes Transversos: Superior e Inferior
· Decúbito Dorsal, Ventral, Lateral
6. CONSIDERAÇÔES FINAIS 
Com base no trabalho, concluímos que a estética tem grande influência na melhora da autoestima do indivíduo. Estética na atualidade, não significa mais somente a beleza, mais bem-estar e conhecimento da autoimagem. Porém, cada indivíduo possui uma imagem única, a qual denomina suas características, seu estilo próprio, a forma como se demonstra perante a sociedade e é por esta razão que o esteticista formado, pode intervir e ajustar seus conhecimentos para fazer com que a pessoa realize os tratamentos desejados sem perder sua identidade. 
O tecnólogo em estética e imagem pessoal possui conhecimento e competência para atender clientes dos mais variados estilos, personalidades, hábitos, entre outras características. Quando o cliente procura um profissional de estética , ele vem com uma imagem pessoal formada, as vezes negativa, ou positiva, mas que muitas vezes precisa de ajustes, conforme o estilo de vida do cliente, seja no trabalho, na vida pessoal ou social. 
O cliente entra com sua imagem pessoal nesse processo e o esteticista deve saber visualizar suas características predominantes para executar os procedimentos estéticos adequados aquela imagem, daquela /ou daquele cliente. Conclui-se que o esteticista com formação acadêmica está apto a analisar cada indivíduo de acordo com suas queixas e auxiliar no processo evolutivo de sua imagem pessoal, adequando personalidade, estilo e qualidade de vida.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BORELLI, S. Cosmiatria em dermatologia: usos e aplicações. Roca, 2000.
DE MAIO, M. Tratado de Medicina Estética. São Paulo: Rocca, 2008.
DRAELOS, Z. Cosméticos em Dermatologia. Rio de Janeiro: Revinter, 1999
HERNANDEZ, M. e MERCIER-FRESNEL, M. Manual de Cosmetologia. 3ª. Rio de Janeiro: Revinter, 1995.
LEONARDI, G.R. Cosmetologia Aplicada. São Paulo: Medfarma, 2004.
LEONARDI, , G. R. Dermofarmácia : bases dermocosméticas. Rx, 2007.
PETROVICK, P.R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5ª. ed. revisada e ampliada, Porto Alegre/Florianópolis: Editora da UFSC, 2003.
REBELLO, T. Guia de produtos cosméticos. Ed. Senac. 2008.
SIMÕES, C.M.; SCHENKEL, E.P.; GOSMANN, G.; MELLO, J.C.P.; MENTZ, L.A.;

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