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MONITORIZAÇÃO HEMODINÂMICA, CHOQUE E EMERGÊNCIAS
Monitorização hemodinâmica básica:
- Parâmetros não invasivos:
· Frequência cardíaca;
· ECG contínuo;
· Frequência respiratória;
· SpO2;
· PAM não invasiva;
· Temperatura. 
- Parâmetros não invasivos:
· Diurese;
· PVC;
· PAM invasiva. 
Monitorização não invasiva:
· Monitor multiparamétrico.
· Verde: frequência cardíaca;
· Vermelho: pressão arterial não invasiva;
· Amarelo: saturação periférica de O2;
· Azul: frequência respiratória.
Monitorização invasiva:
· Monitor multiparamétrico.
· Verde: frequência cardíaca, com derivação 1 e 2.
· Azul claro: saturação periférica de O2;
· Vermelho: pressão arterial invasiva (aferida com um cateter inserido no paciente);
· Azul escuro: pressão venosa central (CVP ou PVC) – responsável por monitorar a volemia do paciente;
· Hipovolêmico: interfere a perfusão tecidual;
· Hipervolêmico: excesso de volume pode sobrecarregar o coração, gerar congestão pulmonar e até levar a um quadro de edema de pulmão. 
· Amarelo: frequência respiratória;
· Branco: pressão arterial não invasiva;
· Branco (canto esquerdo): temperatura. 
- Cateter de artéria pulmonar: responsável por mediar as pressões da artéria pulmonar. A partir disso, é possível realizar alguns cálculos hemodinâmicos (ajustes de medicações, DC, etc). 
- Outros parâmetros de monitorização: 
· Débito cardíaco (4 a 7 L/min);
· Índice cardíaco (DC/superfície corpórea). 
- Ambos medidos através do cateter de artéria pulmonar citado acima.
· Vermelho: acima a medida de pressão arterial invasiva e abaixo a medida de pressão da artéria pulmonar (baixa pressão). 
· Branco: capnografia (CO2 expirado), de forma não invasiva. 
Débito cardíaco e oxigenação tecidual (revisão):
· Será importante para a monitorização da perfusão tecidual. 
- Caminhão.
- Excesso de lactato.
Choque:
Síndrome caracterizada pela incapacidade do sistema circulatório em fornecer oxigênio e nutrientes de forma a atender as necessidades metabólicas. 
· Diminuição drásticas do débito cardíaco.
Principal característica: desequilíbrio entre a demanda e oferta de oxigênio. 
· Geralmente a demanda fica muito elevada e a oferta muito baixa. 
Tipos de choque: 
· Hipovolêmico: hemorragia, desidratação;
· Obstrutivo: embolia pulmonar, pneumotórax; 
· Distributivo: sepse, aumento da viscosidade sanguínea;
· Cardiogênico: arritmias, infarto, miocardiopatias. 
Sepse e choque séptico:
· Sepse: infecção associada a uma síndrome de resposta inflamatória sistêmica.
· Sepse severa: sepse associada a perfusão orgânica alterada – hipoxemia, lactacidemia, oligúria e alteração do nível de consciência. PAM PAS < 90 mmHg (sem necessidade de vasopressores). 
· Choque séptico: sepse severa associada a hipotensão arterial – PAS < 90 mmHg e PAM < 40 mmHg (refratária ao uso de vasopressores). 
· SIRS: síndrome da resposta inflamatória sistêmica. 
· Temperatura elevada;
· Taquicardíaco (> 20 rpm);
· PA CO2 < 32 mmHg;
· Alterações no hemograma;
· Alterações no exame clínico. 
Medicações utilizadas no choque:
· Vasopressores: noradrenalina, adrenalina e vasopressina;
· Inotrópicos: dobutamina (choque cardiogênico) – aumenta a força do contração.
Parada cardiorrespiratória:
Objetivos:
· Manutenção da circulação (principal);
· Ventilação. 
Atendimento PCR hospitalar:
· Compressões (100 bpm);
· Ventilação em conjunto;
· Medicações.

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