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Revolução Industrial e as transformações das formas de produção e de trabalho 2a SÉRIE Aula 5 – 2o bimestre História Etapa Ensino Médio Revolução Industrial (nivelamento). Transformações técnicas nos modos de produção e nas formas de trabalho. Identificar as mudanças no sistema de produção fabril a partir do século XVIII. Caracterizar os novos modos de produção capitalista a partir da eficiência da produção industrial, de forma a analisar o impacto das transformações tecnológicas no mundo do trabalho. Conteúdo Objetivos HABILIDADE: (EM13CHS401) Identificar e analisar as relações entre sujeitos, grupos, classes sociais e sociedades com culturas distintas diante das transformações técnicas, tecnológicas e informacionais e das novas formas de trabalho ao longo do tempo, em diferentes espaços (urbanos e rurais) e contextos. Você é um jovem aprendiz? O que sabe sobre esse programa? Qual seria o objetivo do trabalho nessa modalidade para os jovens nos dias atuais? Para você, o que é trabalho e qual seria a sua função para os seres humanos? Na atualidade, existem meios de produzir que não sejam na indústria? Como seriam essas formas de produção e de trabalho? Você sabia? A palavra “trabalho” deriva do latim tripalium, que era um instrumento para castigar os escravizados na Roma Antiga! TODOS FALAM! ANTECIPE A ESCRITA! Para começar Diante do aprimoramento das técnicas/tecnologias ao longo do tempo, apresente hipóteses sobre as mudanças nos modos de produzir e de trabalhar! “Para começar”: É o momento de problematizar o tema a ser explorado pelos estudantes, deixando clara sua importância e instigando a curiosidade. Neste passo, são válidas as instruções de Doug Lemov, da técnica denominada “O Gancho”, que prevê “um curto momento introdutório, que captura tudo o que há de interessante e envolvente na matéria e coloca isso bem diante da classe – é uma maneira de inspirar e engajar os alunos” (2011, p. 93). Lemov explica que o gancho pode ser uma história, analogia, objeto relacionado ao tema ou mídia – vídeo ou imagem, por exemplo. Outra sugestão é apresentar o status do que está sendo estudado, a importância de um autor ou grupo social histórico. LEMOV. Antecipe sua escrita. Sugestão: “Para começar”: 5 min. “Foco no conteúdo”: 10 min. Lei do Jovem Aprendiz nº 10.097/2000, ampliada pelo Decreto Federal nº 5.598/2005. Disponível em: https://cutt.ly/k87oQIc. Acesso em: 13 mar. 2023. Imagem: Pixabay. Disponível em: https://cutt.ly/i87e2dJ. Acesso em: 13 mar. 2023. Dialogando... Para começar As transformações técnico-científicas e informacionais que experimentamos hoje são oriundas das Revoluções Industriais iniciadas no século XVIII, que transformaram a percepção do ser humano diante do tempo, de suas necessidades, do modo de produzir e de trabalhar. Na contemporaneidade, costumamos associar o trabalho ao emprego, no entanto, para as Ciências Humanas, trabalho, além das atividades remuneradas, são algumas funções necessárias à nossa sobrevivência, como tarefas domésticas e cuidados pessoais. É importante dizer que o trabalho é uma construção social e histórica, e a forma como foi e ainda é visto e executado pelas sociedades variou, e ainda varia, no tempo e no espaço. Dialogando... Para começar O mundo do trabalho vem passando por inúmeras transformações, principalmente em decorrência de inovações tecnológicas. Tais mudanças afetam todos os trabalhadores, inclusive vocês, jovens que já ingressaram ou estão prestes a ingressar no mundo do trabalho. Compreender esse mundo é importante, pois escolhas bem-sucedidas dependem, em parte, de um bom equilíbrio entre os desejos pessoais, e as possibilidades oferecidas pela sociedade. Tanto para seguir um caminho tradicional quanto para inovar, abrindo novos caminhos, é preciso fazer um bom diagnóstico da realidade que nos cerca (BOULOS JÚNIOR, 2020, p. 14-19). REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Retomando: A Revolução Industrial, que teve início na Inglaterra em meados do século XVIII, trouxe profundas mudanças nas formas de produzir, trabalhar e viver. Algumas das transformações mais significativas foram: Spinning Jenny: inventada por James Hargreaves, permitia a uma única pessoa realizar o trabalho de 12 fiadeiras. Foco no conteúdo Iconografia: Spinning Jenny: inventada por James Hargreaves, permitia a uma única pessoa realizar o trabalho de 12 fiadeiras. Disponível em: https://cutt.ly/L8461lh. Acesso em: 16 fev. 2023. Mecanização da produção: antes da Revolução Industrial, a maioria dos produtos era fabricada de forma artesanal, com o uso de ferramentas manuais. Com a invenção de máquinas movidas a vapor, como a máquina de James Watt, a produção pôde ser mecanizada, tornando-a mais rápida, eficiente e barata. Foco no conteúdo O artesanato era o principal meio de organização do processo produtivo de utensílios básicos utilizados no cotidiano, como móveis, ferramentas e roupas. Os artesãos conheciam todas as etapas de fabricação de uma mercadoria: compravam a matéria- -prima, confeccionavam o produto e o vendiam. https://cutt.ly/571xnoa Animação esquemática do motor a vapor de Newcomen. O vapor é mostrado em rosa e a água, em azul. Válvulas abertas em verde e fechadas em vermelho. Descentralização da produção: a mecanização permitiu a descentralização da produção, com fábricas sendo instaladas em locais próximos a matérias-primas (carvão mineral, por exemplo) e mão de obra barata. Isso levou ao surgimento de cidades industriais e êxodo rural. O "Black Country", em Midlands Ocidentais, Inglaterra, a oeste de Birmingham, nos anos 1870. Carvão mineral. Foco no conteúdo Iconografia: Animação esquemática do motor a vapor de Newcomen. Wikipedia. Disponível em: https://cutt.ly/w84Z26q Acesso em: 13 mar. 2023. O "Black Country", em Midlands Ocidentais, Inglaterra, a oeste de Birmingham, nos anos 1870. Wikipedia. Disponível em:https://cutt.ly/Y8449ta Acesso em: 13 mar. 2023. Aumento da produtividade: com a mecanização, a produtividade aumentou significativamente, permitindo a produção em massa e a redução de custos. Novas formas de trabalho: a Revolução Industrial também mudou as formas de trabalho. Antes, a maioria das pessoas trabalhava em casa ou em pequenas oficinas. Com a mecanização, surgiu o trabalho em fábricas, com horários fixos e uma divisão de tarefas mais clara. Ilustração de tecelagem em tear mecânico. História da fabricação de algodão na Grã-Bretanha, por sir Edward Baines, 1835. Foco no conteúdo Iconografia: Ilustração de tecelagem em tear mecânico. História da fabricação de algodão na Grã-Bretanha por Sir Edward Baines, 1835. Disponível em: https://cutt.ly/s4eZAFM. Acesso em: 14 mar. 2023. Urbanização: a Revolução Industrial contribuiu para o crescimento urbano, com a concentração de fábricas em áreas urbanas e o êxodo rural. Isso levou a problemas como superpopulação, poluição e falta de moradia adequada. Expansão do comércio: com a produção em massa e a redução de custos, os produtos puderam ser vendidos a preços mais acessíveis, levando a um aumento do comércio e da economia. Cidade de Manchester, 1852. Aquarela de William Wyld. Paisagem dominada por chaminés. Royal Collection Trust, Londres, Inglaterra. Foco no conteúdo Iconografia: Cidade de Manchester, 1852. William Wyld (Manchester from Kersal Moor, with rustic figures and goats). Paisagem dominada por chaminés. Disponível em: https://cutt.ly/e4e7CY4. Acesso em: 13 mar. 2023. Ponto de vista do historiador: [...] a partir de 1750 começam a aparecer novos ritmos e estilos de produção, desconhecidos até então. A produção em massa provocou uma grande acumulação da riqueza das nações. Criaram-se organizações onde grande número de operários era reunido para construir e fazer funcionar as máquinas. Os operários saíam das aldeias para se concentrar nas cidades ao redor das fábricas, acentuando o processo de urbanização. Inicialmente, os edifícios das fábricas adaptavam-se mal à concentração de numerosa mão de obra, reunida paralongos dias de trabalho. Também as cidades não tinham condições para abrigar a população que aí começava a se acumular. Foco no conteúdo Referência: LEITE, Míriam Moreira. Iniciação à história social contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1980. p. 111-112. Miriam Lifchitz Moreira Leite (1926 - 2013) foi uma historiadora, socióloga, pesquisadora, professora universitária e escritora brasileira. Portanto, ao lado da criação de uma riqueza nacional e dos proprietários de fábricas, a Revolução Industrial criou inicialmente condições de trabalho penosas e insalubres. É, portanto, consequência imediata da Revolução Industrial a intensificação do êxodo rural, que transformou o equilíbrio entre população urbana e rural na maioria dos países. [...] o trabalho nas fábricas atingiu a organização da família operária, como unidade econômica. A necessidade de concentrar os operários em volta das máquinas destruiu o sistema doméstico de produção e criou a situação moderna de precisar sair para o trabalho. Homens, mulheres e crianças deixavam os lugares onde moravam para trabalhar em diferentes fábricas. (LEITE, 1980, p. 111-112). Foco no conteúdo Referência: LEITE, Míriam Moreira. Iniciação à história social contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1980. p. 111-112. Miriam Lifchitz Moreira Leite (1926 - 2013) foi uma historiadora, socióloga, pesquisadora, professora universitária e escritora brasileira. A partir das fontes selecionadas, analise por escrito: quais relações podem ser estabelecidas entre o trabalho e as maneiras de se produzir? Diante do aprimoramento das técnicas/tecnologias ao longo do tempo, dê exemplos de mudanças nos modos de produzir e de trabalhar a partir das fontes históricas. Vocês já iniciaram a escrita desse questionamento. Retome suas hipóteses e relacione às fontes. RETOME SUA PRODUÇÃO DO ANTECIPE A ESCRITA Na prática LEMOV: Antecipe sua escrita. Vimos no interior das casas grande quantidade de homens robustos trabalhando, uns no caldeirão das tintas, outros no tear ou preparando os panos; as mulheres e as crianças penteando a lã ou fiando; todos, do mais novo ao mais idoso, estavam ocupados. Não havia alma de mais de quatro anos cujas mãos não fossem capazes de ganhar seu pão. (FREITAS, 1975, p. 44). Virem, conversem e registrem! Os artesãos realizavam todas as etapas de produção? Onde trabalhavam? Quem realizava o trabalho? O que estava sendo produzido? ATENÇÃO AO TEMPO ESTIPULADO! Na prática FONTE 1. A produção de tecidos em Yorkshire, Inglaterra, em 1724. Referência: DEFOE, Daniel. Viagem através da Grã-Bretanha. ln: FREITAS, G. de. 900 textos e documentos de História. Lisboa: Plátano, 1975. p. 44. v. III. FONTE 2. Gravura irlandesa de 1791, William Hincks. Mulheres preparam o fio para tecer. Tingimento dos fios (caldeirão), rodas de fiar e de enrolar o fio no carretel. Qual é a impressão que a gravura lhe traz sobre o ritmo de trabalho? O que está sendo produzido e para quem, consumo doméstico ou para venda local/internacional? Que tipo de processo técnico está sendo realizado? Na prática Iconografia: Gravura irlandesa de 1791, William Hincks. Mulheres preparam o fio para tecer. Tingimento dos fios (caldeirão), rodas de fiar e de enrolar o fio no carretel. Disponível em: https://cutt.ly/f87u8SN. Acesso em: 28 fev. 2023. The British Museum. Disponível em: https://www.britishmuseum.org/collection/object/P_1877-0113-375. Acesso em: 28 fev. 2023. FONTE 3. Gravura irlandesa de 1791, William Hincks. Oficina têxtil. Homem enrola carretéis enquanto outro produz em um tear manual. Quais diferenças podem ser observadas entre as gravuras de 1791 (fontes 2 e 3)? Qual seria o processo de produção e trabalho empregado nessa iconografia? Na prática Iconografia: Gravura irlandesa de 1791, William Hincks. Oficina têxtil. Homem enrola carretéis, enquanto outro produz em um tear manual. Disponível em: https://cutt.ly/Z4qiWuY. Acesso em: 28 fev. 2023. The British Museum. Disponível em: https://www.britishmuseum.org/collection/object/P_1877-0113-376. Acesso em: 28 fev. 2023. FONTE 4. Ilustrações da História das fábricas de algodão na Grã-Bretanha, 1835. A máquina de fiar realizava 900 fusos de uma só vez. Pub. H. Fisher, R. Fisher e P. Jackson. E o que mudou nessa gravura? Na prática Iconografia: Ilustrações da história das fábricas de algodão na Grã-Bretanha, 1835. Pub. H. Fisher, R. Fisher e P. Jackson. Wikipedia. Disponível em: https://cutt.ly/V87iqZD. Acesso em: 28 fev. 2023. A fonte 1 apresenta um relato sobre como eram realizados os trabalhos em família, de forma artesanal. As tarefas eram divididas entre homens, mulheres, crianças e idosos, que desempenhavam as atividades de produção de tecidos em pequena escala, voltada para o mercado local. Na gravura, fonte iconográfica 2, é possível observar o trabalho artesanal das tecelãs, que, apesar de desempenharem diferentes atividades, notadamente, em uma divisão de tarefas na produção dos tecidos, ainda estão representando um trabalho doméstico e familiar. Os trabalhadores nesses casos possuíam todos os meios para produzir, ou seja, as ferramentas e a matéria-prima, além de conhecer todas as etapas da produção. Correção Na prática Comparando as iconografias de 1791 (fontes 2 e 3), é possível identificar que, apesar de suas semelhanças, a representação da oficina de tecelões revela a sucessão do artesanato para a manufatura (ainda utilizando a energia humana) e, nesse sentido, já pode ser entendido como um estabelecimento fabril, no qual a técnica de produção é artesanal, mas o trabalho é desempenhado por muitos operários. Por fim, a fonte 4, uma fábrica de algodão da primeira metade do século XIX, revela o aumento na produção, já que a máquina de fiar realizava 900 fusos de uma só vez. As máquinas eram movidas com energia a vapor e combustível a carvão, necessitando de poucos trabalhadores em seu manuseio. Correção Na prática O advento do sistema fabril (maquinofatura) não apenas dependia dos avanços tecnológicos do contexto e suas inovações técnicas advindas das máquinas de tear mecânicas e a vapor, mas do controle do trabalhador no interior das fábricas. Correção Na prática A Revolução Industrial ocorreu inicialmente na Inglaterra, já que o país reunia condições sociais, econômicas, políticas e tecnológicas favoráveis para as transformações ocorridas nas formas de produzir. Identificamos e caracterizamos três modelos de transformação de matérias-primas: Foco no conteúdo ARTESANAL Trabalho realizado com as mãos. Geralmente, o artesão trabalhava em sua própria oficina ou em sua casa. O artesão tinha o domínio sobre o seu trabalho, o seu produto, as ferramentas e a matéria- -prima. MANUFATURA Trabalho realizado com o uso de máquinas manuais. A produção era realizada em oficinas. Nas manufaturas tem início o processo de divisão e especialização do trabalho. Quase todas as manufaturas pertenciam ao empregador, que já mantinha trabalhadores assalariados. MAQUINOFATURA É o processo que deu origem às fábricas. Utilização das máquinas em substituição às ferramentas e ao próprio trabalho do ser humano. O trabalhador não é o dono dos meios de produção. Os donos das fábricas, em sua maioria burgueses, controlam os meios para a produção. Foco no conteúdo Aplicando Leia o excerto abaixo, escreva a alternativa numa folha e mostre ao professor: (ENEM) A prosperidade induzida pela emergência das máquinas de tear escondia uma acentuada perda de prestígio. Foi nessa idade de ouro que os artesãos, ou os tecelões temporários, passaram a ser denominados, de modo genérico, tecelões de teares manuais. Exceto em alguns ramos especializados, os velhos artesãos foram colocados lado a lado com novos imigrantes, enquanto pequenos fazendeiros-tecelões abandonaram suas pequenas propriedades para se concentrar na atividade de tecer. Reduzidos à completa dependência dos teares mecanizados ou dos fornecedores de matéria-prima, os tecelões ficaram expostos a sucessivas reduçõesdos rendimentos. ENEM/INEP. Disponível em: https://cutt.ly/a4eDgsD Acesso em: 14 mar. 2023. Com a mudança tecnológica ocorrida durante a Revolução Industrial, a forma de trabalhar alterou-se porque: a invenção do tear propiciou o surgimento de novas relações sociais. os tecelões mais hábeis prevaleceram sobre os inexperientes. os novos teares exigiam treinamento especializado para serem operados. os artesãos, no período anterior, combinavam a tecelagem com o cultivo de subsistência. os trabalhadores não especializados se apropriaram dos lugares dos antigos artesãos nas fábricas. Aplicando ENEM/INEP. Disponível em: https://cutt.ly/a4eDgsD. Acesso em: 14 mar. 2023. Com a mudança tecnológica ocorrida durante a Revolução Industrial, a forma de trabalhar alterou-se porque: a invenção do tear propiciou o surgimento de novas relações sociais. os tecelões mais hábeis prevaleceram sobre os inexperientes. os novos teares exigiam treinamento especializado para serem operados. os artesãos, no período anterior, combinavam a tecelagem com o cultivo de subsistência. os trabalhadores não especializados se apropriaram dos lugares dos antigos artesãos nas fábricas. Aplicando Correção ENEM/INEP. Disponível em: https://cutt.ly/a4eDgsD. Acesso em: 14 mar. 2023. Retomamos as principais características da Revolução Industrial do século XVIII: Mecanização da produção. Descentralização da produção. Aumento da produtividade. Novas formas de trabalho. Urbanização e êxodo rural. Expansão do comércio. Identificamos as mudanças no sistema de produção fabril a partir do século XVIII. Caracterizamos os novos modos de produção capitalista a partir da eficiência da produção industrial e pudemos analisar o impacto das transformações tecnológicas no mundo do trabalho. O que aprendemos hoje? BOULOS JÚNIOR, Alfredo. Multiversos: ciências humanas – trabalho, tecnologia e desigualdade. São Paulo: FTD, 2020. p. 14-19. FREITAS, G. de. 900 textos e documentos de História. Lisboa: Plátano, 1975. v. 3. HENDERSON, W. A Revolução Industrial: 1780-1914. São Paulo: Verbo/Edusp, 1979. HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções: 1789-1848. São Paulo: Paz & Terra, 2012. IGLÉSIAS, F. A Revolução Industrial. São Paulo: Brasiliense. 1982. LEITE, Míriam Moreira. Iniciação à história social contemporânea. São Paulo: Cultrix, 1980. p. 111-112. LEMOV, Doug. Aula nota 10 3.0: 63 técnicas para melhorar a gestão da sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2023. THOMPSON, E. P. A formação da classe operária inglesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. v. 2. Slides 23 e 24 – ENEM/INEP. Disponível em: https://cutt.ly/a4eDgsD Acesso em: 14 mar. 2023. THOMPSON, E. P. The making of the english working class. Harmondsworth: Penguin Books, 1979. (Adaptado.) Referências Lista de imagens e vídeos Slide 3 – Pixabay. Disponível em: https://cutt.ly/i87e2dJ. Acesso em: 13 mar. 2023. Slide 6 – Spinning Jenny. Disponível em: https://cutt.ly/L8461lh. Acesso em: 16 fev. 2023. Slide 8 – Newcomen. Disponível em: https://cutt.ly/w84Z26q. Acesso em: 13 mar. 2023. "Black Country". Disponível em:https://cutt.ly/Y8449ta. Acesso em: 13 mar. 2023. Slide 9 – Ilustração. Disponível em: https://cutt.ly/s4eZAFM. Acesso em: 14 mar. 2023. Slide 10 – Manchester from Kersal Moor, with rustic figures and goats. Disponível em: https://cutt.ly/e4e7CY4. Acesso em: 13 mar. 2023. Slide 15 – Gravura irlandesa de 1791. Disponível em: https://cutt.ly/J84Xl5Y. Acesso em: 13 mar. 2023. Gravura irlandesa de 1791. Disponível em: https://cutt.ly/Z4qiWuY. Acesso em: 28 fev. 2023. Slide 16 – Gravura irlandesa de 1791 Disponível em: https://cutt.ly/Z4qiWuY. Acesso em: 28 fev. 2023. Slide 17 – Ilustração. Disponível em:https://cutt.ly/V87iqZD. Acesso em: 28 fev. 2023. Referências Material Digital