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UNINGÁ – CENTRO UNIVERSITÁRIO Curso de Biomedicina EAD PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA E COMUNIDADE - PIESC III SAÚDE E AUTOESTIMA DA MULHER LOANDA, 2023 LARISSA MACHADO DA COSTA PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO ESCOLA E COMUNIDADE - PIESC II SAÚDE E AUTOESTIMA DA MULHER Portfólio apresentado aos cursos de Biomedicina EAD e Estética EAD da UNINGÁ – Centro Universitário, para avaliação e conclusão da disciplina/projeto de PIESC III. LOANDA, 2023 1. LOCAL DE REALIZAÇÃO DO PROJETO A campanha será realizada no assentamento Itamaraty situada no Sitio Sonho De Deus localizada na cidade de Ponta Porã/MS. Realizado o convite para algumas mulheres, sem restrição de idade focando o tema Saúde e Autoestima da mulher, todas aceitaram o convite sem intervir sobre o tema. 2. SAÚDE E AUTOESTIMA DA MULHER Até as primeiras décadas do século XX, a saúde da mulher no Brasil era voltada apenas a questões como partos e gestação. Desde então, as primeiras políticas nacionais da área começaram a surgir. Elas incluíam ações voltadas para o planejamento familiar e o combate à desnutrição nos anos 1950. Em 1983 foi criado o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM). Apesar do protagonismo nas políticas de saúde, as mulheres ainda eram vistas apenas como mães, gestantes ou esposas. Isso porque, a assistência prestada era majoritariamente materno-infantil. Foi só em 2004, com a Política Nacional de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PNAISM), que as pacientes tiveram atenção completa às suas necessidades, e não só na gravidez. Em primeiro lugar, as políticas do PAISM, consideradas ultrapassadas, foram revistas, dando assim novas perspectivas à atenção obstétrica humanizada e ao planejamento familiar, por exemplo. Além disso, novos aspectos importantíssimos passaram a fazer parte da rede de assistência. Por exemplo, a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, de patologias como o câncer de mama e do colo uterino, climatério, aborto, mudanças na adolescência, e assim por diante. Inclusive, grupos antes negligenciados começaram a serem incluídas, como mulheres negras, indígenas, trabalhadoras rurais, lésbicas, presidiárias, profissionais do sexo, entre outras. Com o passar dos anos, o avanço das políticas relacionadas à saúde da mulher se desdobraram em outros programas específicos, que hoje são inúmeros. Apesar disso, o cenário atual ainda está longe do ideal. Contudo, certamente há mais consciência e humanização em relação às necessidades das pacientes do sexo feminino. 2.1. PRINCIPAIS CUIDADOS COM A SAÚDE DA MULHER Evidentemente, a saúde da mulher exige cuidados muito próprios, que são indispensáveis para manter uma vida mais plena e livre de riscos. Os principais incluem: · Realização periódica de exames preventivos, principalmente contra o câncer de colo de útero a partir dos 25 anos de idade e contra o câncer de mama depois dos 50 anos. · Priorização da saúde mental, para evitar transtornos psicológicos (que explico melhor no item sobre burnout) e até para combater situações de vulnerabilidade (como possíveis pressões, negligências e até abusos); · Métodos contraceptivos, que podem ser diversos (DIU, pílula, camisinha, etc.) e demandam plena conscientização para evitar gestações indesejadas sem comprometer o bem-estar e a saúde; · Consultas ginecológicas, voltadas à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, aos próprios métodos contraceptivos citados acima, aos cuidados próprios do sistema reprodutor feminino, à conscientização sobre abusos na juventude, entre outros aspectos igualmente importantes; · Assistência gestacional, com cuidados ligados às mudanças no organismo da mulher e à segurança do bebê durante a gravidez, por meio de uma assistência plena e humanizada; · Atenção à menopausa, que pode gerar alterações hormonais significativas, que devem ser assistidas para não afetar a qualidade de vida (fator que também me aprofundo neste artigo, no item sobre mudanças na saúde da mulher); · Estilo saudável de vida, que inclui a prática regular de exercícios, uma boa conduta nutricional, o autocuidado, prevenção de doenças, saúde mental, entre outros aspectos decisivos (que também são cuidados importantes para os homens, mas podem fazer ainda mais diferença diante das particularidades ligadas à saúde da mulher). 2.2. MUDANÇAS QUE OCORRE NA SAÚDE DA MULHER A saúde da mulher pode passar por mudanças significativas em diferentes fases da vida. Isso ocorre em fases como a puberdade, a gestação e a menopausa. Confira as particularidades de cada situação e porque elas merecem foco especial: 2.2.1. PUBERDADE Nesta fase, que pode ocorrer dos 8 aos 13 anos de idade, alguns hormônios começam a circular pelo organismo. É quando ocorre a transição para a fase adulta. Além do popular “estirão” de crescimento, também há o início da regulação do ciclo menstrual. Além disso, ocorre o aparecimento das mamas e o crescimento de pelos, por exemplo. Trata-se de uma etapa de maturidade e crescimento hormonal. O destaque é para a produção de progesterona, LH, estrógeno e FSH. As alterações geradas demandam conscientização e acompanhamento. A finalidade é que as pacientes saibam como lidar com elas e não as enxerguem como algo negativo. 2.2.2. GESTAÇÃO A saúde da mulher na gestação também demanda inúmeros cuidados. As modificações são inúmeras, e devem ter assistência contínua para que tudo ocorra de forma positiva e segura. Os cuidados variam de acordo com cada trimestre de gravidez. Dessa forma, há o foco na qualidade de vida da mãe e na garantia das melhores condições possíveis ao bebê. Enquanto no primeiro trimestre ocorre o estado catabólico, por exemplo, no segundo há um maior crescimento da barriga e no terceiro há as alterações do preparo para a amamentação. As mudanças ocorrem até mesmo depois do parto. Afinal, as mulheres devem ser acompanhadas até que o equilíbrio corporal e dos hormônios ocorra após o puerpério. Menopausa Na fase de encerramento do ciclo de fertilidade, há uma queda significativa de hormônios. Isso geralmente ocorre dos 45 aos 55 anos de idade. Mesmo que as alterações variem entre as mulheres, ocorrem situações como ondas de calor, ressecamento da pele, oscilações de humor, insônia, diminuição de libido, ganho de peso, etc. Se esses fatores influenciarem muito a qualidade de vida da paciente, é possível recorrer a alternativas como a reposição hormonal. Contudo, a abordagem deve ser individualizada, humanizada e totalmente voltada aos benefícios específicos que pode proporcionar à paciente. 3. O ANTICONCEPCIONAL NA SAÚDE DA MULHER O método mais utilizado para evitar a gravidez indesejada é o anticoncepcional. Em geral, há o consumo do produto por aquelas que não querem engravidar em certa fase da vida. Além disso, a pílula pode ser indicada para algumas condições específicas da saúde da mulher. Isso inclui doenças como a síndrome do ovário policístico e hormônios desregulados. Vale citar que alguns anticoncepcionais podem gerar problemas sérios. Normalmente, eles associam-se a doenças cardíacas ou trombose. Seu uso deve sempre ser indicado e acompanhado por um médico. Quando há critério e controle na escolha do medicamento, seus efeitos colaterais são menores e passageiros. Nesses casos, até a fase de adaptação, podem ocorrer mudanças de humor, ganho de peso, aumento na sensibilidade, retenção de líquidos, diminuição da libido, surgimento de espinhas, redução dos sintomas da TPM, entre outras relacionadas. 4. RELAÇÃO ENTRE SAÚDE DA MULHER E BURMOUT Infelizmente, a saúde da mulher está mais sujeita a transtornos de ordem psicológica como o burnout. Isso porque, apesar dos avanços e das conquistas, ainda há uma visão ultrapassada em relação ao papel feminino na nossa sociedade. Por mais que as mulheres tenham ganhado independência e assumido seu lugar no mercado de trabalho, muitas ainda estão sujeitas às “jornadas duplas”. Ou seja, depois de cumprir sua rotina profissional, há ainda a cobrançapara que realizem as tarefas domésticas, cuidar da família e dos filhos. O acúmulo de funções leva a um processo de esgotamento físico e mental, que resulta no burnout. Somado ao cansaço excessivo, podem ocorrer sintomas como dores, dificuldades de concentração, mudanças no apetite e no humor, enxaquecas, depressão, entre outros. Somadas, essas consequências prejudicam progressivamente a saúde da mulher e podem gerar problemas sérios. Quando isso ocorre, é fundamental mudar os hábitos cotidianos e buscar por tratamento psicológico e psiquiátrico. Entretanto, indica-se que se evite certos padrões que levem ao burnout. Por isso, é importante aprender a dizer “não”, dividir as responsabilidades da casa, tirar mais tempo para seus hobbies e lazer, tratar e reduzir o estresse, entre outros cuidados relacionados. 5. OS RISCOS DE TROMBOSE PARA A SAÚDE DA MULHER Outro tema relacionado à saúde da mulher é a trombose. Pessoas do sexo feminino estão mais expostas aos seus fatores de risco, que incluem o uso de anticoncepcional e a gravidez. As chances de que o quadro ocorra são ainda maiores em certos casos. Por exemplo, se houver sobrepeso, sedentarismo, tabagismo ou varizes. Trata-se de um coágulo em uma veia, normalmente nas pernas. Ele atrapalha a circulação e pode gerar dores, inchaço e certas complicações. Além disso, se o coágulo movimentar-se pode ocorrer embolia. Nessas situações, há inclusive risco de morte. Por ser considerada uma condição de alto risco para a saúde da mulher, capaz de afetar outras áreas do organismo, é fundamental adotar medidas preventivas. As principais delas incluem a manutenção de um peso saudável, a prática de exercícios, a não permanência em uma mesma posição por muito tempo e a eliminação de hábitos relacionados ao cigarro e ao excesso de álcool. Além disso, o acompanhamento médico contínuo é fundamental. Quando há assistência especializada na saúde da mulher, é possível saber se há maiores riscos de trombose. Aquelas com predisposição podem ser submetidas a algumas orientações. Elas incluem o uso de medicamentos específicos, meias de compressão, entre alternativas individualizadas. 6. COMO CUIDAR DA SAÚDE DA MULHER A saúde da mulher envolve diversas questões e demanda uma assistência plena. Afinal, o organismo feminino tem particularidades importantes. Nesse sentido, o próprio papel das mulheres na sociedade é decisivo. Isso porque, suas decisões, responsabilidades e cobranças influenciam a manutenção de uma vida saudável. Portanto, muito além do câncer de mama, da própria mamografia e de outras questões relacionadas ao Outubro Rosa, a saúde da mulher é algo a ser priorizado constantemente. Isso vai desde as orientações em suas primeiras fases da vida, até o acompanhamento psicológico, o apoio gestacional, a prevenção geral de doenças, atenção às alterações hormonais, processos de conscientização, entre inúmeros outros aspectos. Portanto, é papel dos profissionais de saúde e das redes de assistência atuar de maneira humanizada, contínua e proativa junto às pacientes. Isso não inclui apenas os médicos, mas também enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, educadores físicos, entre muitos outros agentes promotores de saúde. A saúde da mulher só pode ser garantida com assistência de qualidade, informação, cuidado e pleno acompanhamento. Juntos, esses fatores representam o foco de qualquer profissional que atende ao público feminino. 7. A PREVENÇÃO É O CAMINHO PARA A SAÚDE DA MULHER Manter a saúde da mulher é, acima de tudo, estar em dia com a prevenção. Isso porque, existe uma série de doenças próprias do sexo feminino, e seu combate é de suma importância. Nesse sentido, mais que manter um estilo de vida saudável, as mulheres devem ficar atentas ao diagnóstico precoce desses males, que tem fundamental importância para um tratamento bem-sucedido. Voltado à questão do Outubro Rosa, há o autoexame para a identificação de nódulos, além do próprio laudo de mamografia periódico. Entretanto, muitas outras condições merecem atenção. Apesar de também atingirem homens, elas são mais frequentes nas mulheres. Os exemplos incluem o câncer de colo de útero, cistite, cisto de mama, ovário policístico, osteoporose, corrimentos atípicos, mioma uterino, HPV, entre outros. Mais uma vez, reforço como é importante para toda paciente manter um acompanhamento contínuo com seu médico de confiança. Assim, há maior facilidade em manter as rotinas de exames, identificar eventuais fatores de risco, adotar os métodos mais adequados de prevenção e ter máxima qualidade de vida. 8. AUTOESTIMA DA MULHER Autoestima refere-se à qualidade do sujeito satisfeito com sua identidade, ou seja: uma pessoa dotada de confiança e que se valoriza. Uma pessoa que dá importância a si mesma. A autoestima é tratada por muitos como uma questão simples, sendo colocada na categoria de autoajuda, como se ter pensamentos positivos fosse uma solução rápida, prática e permanente. Porém, “a autoestima é um conjunto de crenças e atitudes em relação a si próprio, formadas pelo modo como cada pessoa se vê e se sente junto à percepção de como os outros demonstram a ela como é vista por eles”, aponta Sandra. 8.1- VANTAGENS AS AUTOESTIMA ELEVADA Pessoas com uma boa autoestima costumam se ver de uma forma mais positiva e, acredite, isso faz diferença! · Autoconfiança e autonomia, por não dependerem tanto da aprovação e opinião alheia; · Maior facilidade de se adequar a situações adversas e mudanças; · Lidam de uma melhor forma com as frustrações, buscando superar os desafios ao invés de se culpar ou vitimizar; · Tendem a cuidar mais de si mesmas, valorizando a saúde mental e física. · Lembre-se: ter uma autoestima elevada não significa estar satisfeita e feliz o tempo todo! Na verdade, tem a ver com se respeitar, amar e valorizar a pessoa que você é. 8.2- CUIDADOS ESSENCIAIS COM A SAÚDE DA MULHER Ter conhecimento sobre quais são os cuidados essenciais com a saúde da mulher garantem longevidade, além de uma qualidade de vida ainda melhor. As vantagens não param por aí, pois também é possível diagnosticar doenças de forma precoce, aumentando significativamente a chance de cura ou até mesmo preveni-las antes mesmo que aconteçam. É relevante destacar também que as mulheres sofrem diversas mudanças físicas e hormonais durante toda a vida e que saber lidar com essas transformações pode garantir bem estar em todas as idades. 8.2.1. ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL A alimentação saudável é importante em todas as fases da vida de uma mulher, desde bebê até idosa. O consumo de alimentos saudáveis de forma regular reduz o risco de doenças, como por exemplo, aumento do colesterol, e ainda garante bem estar físico e mental. Saúde Mental Manter uma saúde mental é essencial para que a vida possa ser vivida da melhor maneira possível em todos os momentos. Se a mulher estiver com algum tipo de transtorno, como depressão, ansiedade, insônia e estresse, é muito importante que procure ajude especializada. Esses transtornos são muito comuns devido à situação de vulnerabilidade em que as mulheres, muitas vezes, se encontram, como por exemplo, nos casos de violência doméstica, dupla ou tripla jornada de trabalho e até mesmo por viverem em uma sociedade que supervaloriza a juventude. 8.2.2. AVALIAÇÕES PERIÓDICAS DE SAÚDE As avaliações médicas devem ser feitas regularmente, não só para evitar doenças, mas também para, caso existam, sejam descobertas logo no inicio, aumentando assim as chances de cura. Deste modo, as consultas com dermatologista, cardiologista, oftalmologista, ginecologista e clínico geral devem estar sempre em dia. É importante também que alguns exames sejam feitos anualmente, como câncer de colo de útero, mama e pele. Outro exame que merece destaque em se tratando de mulheres é o de densitometria óssea, que previne e identifica a osteoporose, sendo possível assim, tratá-la antes que possa afetar a qualidade de vida da mulher. 8.2.3. CONTROLE DE PESO Não estamos falando de estética, mas de saúde.A obesidade pode ter consequências graves, como aumento do risco de diabetes, hipertensão, diverso tipos de câncer, acidente vascular cerebral (AVC), entre outros. Por este motivo, o controle do peso é essencial para a saúde da mulher e pode ser alcançado através de uma dieta equilibrada e da pratica regular de atividades físicas. Aumento da ingestão de água A ingestão de água é fundamental para que o metabolismo, as atividades celulares e o funcionamento do intestino se mantenham saudáveis. O recomendado é que sejam ingeridos, ao menos, 2 litros de água diariamente. 8.2.4. REDUÇÃO DA INGESTÃO DE SAL O sal, se ingerido de forma exagerada, pode ser um grande vilão da saúde feminina. Como conseqüência pode haver retenção de líquidos, que causa inchaço em diversas regiões do corpo, como pés e barriga. Além disso, pode sobrecarregar o coração, os rins e os vasos sanguíneos, o que aumenta a chance de hipertensão. 8.2.5. TABAGISMO O tabagismo pode causar diversas doenças cardiovasculares e respiratórias obstrutivas crônicas, além de câncer. Vale dizer ainda, que reduz o paladar e resseca a pele. Por este motivo, parar de fumar é um cuidado com a saúde em geral e um passo importante para quem está em busca de hábitos mais saudáveis. 8.2.6. AUTOESTIMA Autoestima é uma palavra que merece atenção quando se trata de cuidados com a mulher. Sem ela, a mulher acaba por não ter vontade de cuidar de sua saúde, não busca soluções que melhorem os seus problemas e até mesmo não respeita os limites do próprio corpo. Uma mulher com autoestima é aquela que se preocupa com o seu bem estar Caso a mulher tenha problemas com autoestima, as consequências são fáceis de ser observadas e uma delas pode ser a falta de cuidado com a própria saúde, sendo essa uma forma de “agredir o próprio corpo”. Em caso de problemas com a autoestima, a busca por profissionais que podem ajudar nessa questão é essencial. 3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS A atividade escolhida e estabelecida entre a aluna (Larissa Machado Da Costa) e as participantes da experiência escolhida para o trabalho foi uma palestra. Dividida em: Um tempo de discurso, onde foram destacado e esclarecido a importância da saúde, mental e física e autoestima da mulher de maneira objetiva para o entendimento do público escolhido. Tempo de cessão de dúvidas ajudava a cessar mais ainda as necessidades de conhecimentos das mulheres ali presentes, que não mostravam conhecimento básico sobre suas necessidades biológicas. Ademais, foi separado um tempo para dinâmicas com massa de modelar, onde poderiam se expressar o que quisessem através de desenhos, frases sobre a autoestima da mulher, o que estavam se sentindo naquele momento, tempo para brindes, obviamente relacionados a temática escolhidas, onde as participantes ganharam recompensas após atividades didática, que as ajudavam aprender e fixar o tema discursado e tornava a experiência ainda mais única as mesmas. Houve feedback foi encaminhado através de um formulário que cada participante pode responder, ao analisar a planilha a seguir podemos averiguar que cerca de 90% dos feedbacks foram positivos. Atingindo assim o objetivo do com eficácia. 3.1. REGISTRO FOTOGRÁFICO DE CADA ETAPA E DA AÇÃO EXECUTADA. 3.1.1 Contive dirigido paras as participantes do trabalho. 3.1.2Panfleto via Whatsapp cedido para guiar as participantes e auxiliar sobre os temas ali abordado 3.1.3 Momentos de discurso e explicação dada pela aluna sobre a saúde autoestima da mulher 3.1.4Cessão de duvidas e compartilhamento de vivencias com as ouvinte 3.1.3 Dinâmicas feitas com massa de modelar e brindes cedidos, visando um melhor aprendizado e mais divertido 3.1.4 Formulario enviado após a palestra pedindo um feedback, 90% dos resultados foram positivos. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS “Ao observarmos todas as informações aqui registradas pôde-se concluir que o projeto foi cabal e as considerações finais do trabalho são claramente positivas, atingiu o objetivo de trazer uma problemática, relacionada a saúde, para fora do campo didático da faculdade ajudando pessoas e contribuindo em cenários reais. Auxiliando “com cautela e eficácia às necessidades de um público carente de informações, da maneira como me foi demando”. 5. EFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS https://telemedicinamorsch.com.br/blog/saude-da-mulher https://palestraparaprofessores.com.br/palestras/palestra-autoestima-feminina/ https://www.dicasdemulher.com.br/autoestima/ https://www.doutoragora.com.br/blog/cuidados-saude/saude-da-mulher/