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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
Hiana Santana | PEI IV | Enfermagem 4º Período Multivix
PORTIFÓLIO DA DISCIPLINA
Curso de: Enfermagem
Período: Quarto
Aluna: Hiana Santana
PRÁTICA DE EXTENSÃO 
INTERDISCIPLINAR – PEI IV
Marechal Floriano
2023
INTRODUÇÃO
QUEM SOU:
Me chamo Hiana Santana, sou casada, tenho 33 anos, uma filha
de 12 anos, curso o quarto período da faculdade de enfermagem
na Multivix, pólo de Caricica -ES. Sou técnica de enfermagem há
aproximadamente 10 anos, trabalhei por 1 ano e 6 meses no
HMAG (Domingos Martins–ES); atuei como socorrista por 7 anos
no SAMU, da minha cidade (Marechal Floriano-ES); e atualmente
trabalho no pronto socorro da HUCAM, em Vitória-ES.
Me considero apaixonada pela área da saúde, onde cada vez
mais busco aumentar meu conhecimento e aprimoramento
técnico.
Minhas expectativas quanto a realização do PEI são de aumentar
meu pensamento reflexivo quando for atuar como enfermeira,
assim como desenvolver a habilidade de educação científica
continuada por toda a minha carreira.
INTRODUÇÃO
TEMA: 
A resposta imune na infecção do vírus HIV: 
Prevenção, exposição e tratamento
TEMÁTICA CENTRAL: 
“ A História Natural da Doença no processo de saúde-doença”
DISCIPLINAS ABORDADAS DENTRO DAS QUESTÕES NORTEADORAS:
• Semiologia
• Imunologia
• Farmacologia
PROBLEMA
O tema foi escolhido com base na observância na falta de conhecimento das pessoas leigas e de um
certo preconceito, na sociedade como um todo.
Se faz necessário também a atualização dos profissionais atuantes nesta área, que pela falta de
contato ou por não trabalhar na área de notificação compulsória de doenças transmissíveis,
precisassem de uma atualização sobre o vírus HIV e o seu correto manejo. Estes mesmos
profissionais também enfrentam o risco de acidente com perfurocortantes, um grande risco de se
infectar com o vírus HIV.
Um outro problema recorrente é a falta de adesão ao tratamento (TARV) dos pacientes diagnosticados
como HIV positivo, que devido a esta não adesão podem vir a transmitir a vírus com mais facilidade,
devido a carga viral estar aumentada e a falta de proteção nas relações sexuais; e também levar ao
desenvolvimento da AIDS (terceira fase do HIV).
Outrossim existe o caso de pacientes que aderiram completamente o tratamento com a terapia
(TARV), alcançando assim uma carga viral indetectável, estes por sua vez podem achar que não
transmitem mais o vírus, abandonando assim a prevenção e perdendo o medo de transmitir o vírus
(nos casos de casais sorodiscordantes).
OBJETIVO
Advertir para as várias formas de exposição ao vírus e quais são as formas mais arriscadas de
ser infectado pelo vírus HIV, diminuindo assim o preconceito com o paciente soro positivo.
Conscientizar toda a população local acerca da necessidade de se prevenir e suas formas,
assim como também o seu tratamento precoce, tardio e de longo prazo.
Atualizar os profissionais da unidade de saúde, para que assim estes possam disseminar o
conhecimento adquirido para outros profissionais. Realizar uma educação continuada àqueles
que já detêm do conhecimento, melhorando o manejo com os pacientes que venham a buscar
informação e orientação nesta unidade com estes profissionais.
Alertar sobre os riscos de descontinuar o tratamento (com os antirretrovirais), assim como a
prevenção e proteção até mesmo para aqueles pacientes que conseguiram lograr êxito na TARV,
e alcançam uma “carga viral indectável”, e explicar que isto não significa estar curado, e
esclarecer que ainda é de extrema importância discutir formas de prevenção entre os casais
sorodiscordantes.
METODOLOGIA
• Foi realizado uma ampla pesquisa sobre o vírus HIV (referencial teórico na página 14).
• Posteriormente realizei a confecção do projeto, em slides no power point, para a apresentação
do trabalho aos profissionais da área da saúde, e também para alguns pacientes que
aguardavam uma consulta eletiva no local (deixo em anexo no final do portifólio a minha
apresentação).
• Realizei estudos com vídeos e tabelas do Ministério da Saúde e do DIAHV (Departamento de
Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais) para aprender
mais sobre o manejo correto com o paciente que faz o tratamento com a TARV (Terapia
Antirretroviral).
• Por fim foi realizado a apresentação do projeto em uma unidade de saúde da minha cidade,
para dois públicos importantes: pessoas da área da saúde e pacientes que aguardavam ser
chamados para a consulta eletiva.
METODOLOGIA
• Será feito uma apresentação em slides para profissionais da área da saúde e pessoas leigas;
• O intuito do projeto é conscientizar, atualizar, melhorar o manejo do tratamento dos pacientes
soropositivos, diminuir o percentual de novas pessoas infectadas, evitar acidentes de trabalho
com os profissionais da área da saúde como um todo.
• Local: Policlínica Ary Ribeiro, localizada no centro de Marechal Floriano-ES.
• Foi realizado no dia 17/06/2023, sábado, às 08:40 hr. A apresentação durou
aproximadamente 1 hora.
• O projeto foi apresentado por mim e uma colega do trabalho (Monique Rosa Moraes). A
apresentação foi dividida em duas partes, onde cada uma foi responsável por explicar e
esclarecer as dúvidas.
• O foco do projeto foi a apresentação com a parte visual dos slides, explicação do mesmo para
as pessoas, que estavam no auditório ali presentes. Retiramos dúvidas e realizamos
esclarecimentos.
METODOLOGIA
• TEMATICA CENTRAL: A resposta imune na infecção do vírus HIV: Prevenção,
exposição e tratamento
• CENARIO: Policlínica Ary Ribeiro; Rua Belarmino Pinto, s/n, centro, Marechal Floriano – ES; CEP: 29255-
000; contato: 027 3288 1961.
• PROBLEMA: Uma boa parte da população apresenta algum tipo de preconceito com as pessoas
portadoras do HIV, principalmente por não ter conhecimento acerca do vírus e sua forma de exposição,
prevenção e tratamento adequado. Da mesma maneira alguns profissionais podem estar desatualizados,
sem saber como lidar com as dúvidas dos pacientes e a conduta com o acidente com perfurocortante, seu
manejo e tratamento pré e pós exposição ao vírus.
• OBJETIVO: Levar conhecimento a todas as esferas, seja de profissionais da área da saúde e também os
leigos.
• METODOLOGIA: Foi realizado uma ampla pesquisa sobre o tema definido; depois foi realizado uma
apresentação de slides para o dia da ação externa; no dia da apresentação nos deslocamos a unidade de
saúde, apresentamos e retiramos todas as dúvidas que foram pertinentes ao tema; após a apresentação
realizei a produção do portifólio.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
• Discorro que este projeto, a definição do tema, a pesquisa e estudo acerca deste assunto, o
desenvolvimento da apresentação e a apresentação do trabalho em si, enfim, todas as etapas
do PEI me agregaram muitos valores e experiências, assim como enriquecimento do meu
conhecimento, melhora na minha dicção e oratória. Me fez entender que para um enfermeiro
se destacar como líder de equipe, é necessário saber ser um bom comunicador, aprender a
ouvir o outro, que liderar é estar junto, é correr atrás de entregar um bom conteúdo ao seu
público/paciente/equipe.
• Esta apresentação me ensinou a apresentar e me comunicar para dois públicos diferentes,
mas sem pecar no linguajar necessário a cada um que estava no local, tentando ser o mais
clara possível e entregar tudo aquilo que me propus ensinar.
• Fazer um PEI de qualidade é colecionar conhecimentos que irão construir o meu perfil
acadêmico e profissional, num futuro próximo.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Legenda:
Apresentação realizada no auditório da Policlínica Ary Ribeiro, ao público presente que aguardava consulta
eletiva, pela acadêmica de enfermagem Hiana Santana.
RELATO DE EXPERIÊNCIA
Legenda:
Apresentação realizada no auditório da Policlínica Ary Ribeiro, ao público presente que aguardava
consulta eletiva, pela acadêmica de enfermagem Hiana Santana.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Consideroa conclusão do projeto de grande proveito para a população ali presente, assim como
para os profissionais da saúde que puderam participar. Foi uma troca de informações muito
valiosa para todos nós. Ali tivemos relatos de experiências vividas por profissionais e também
pelos pacientes, que mesmo sem ter conhecimento científico de fato, traziam vivências com
pessoas próximas que foram infectadas pelo HIV e como era a vida destas pessoas.
Pontos negativos: No dia da apresentação não tivemos como projetar os slides, que por acaso
ficam muito bons, e teria sido uma forma mais lúdica, através dos gráficos e imagens disponíveis
no trabalho, de explicar e prender a atenção de todos os participantes.
Sugestões para trabalhos futuros: é ideal conhecer o ambiente com antecedência, para
providenciar os equipamentos necessários para uma apresentação de qualidade; produção de
cartilhas e folhetos explicativos, para entregar no dia de apresentar o projeto e projetar vídeos
informativos disponíveis na internet que ajudaria ainda mais a compreensão das pessoas que ali
compareceram.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Abbas, AK, Lichtman, AH e Pillai, S. (2020). Imunologia Celular e Molecular.
Elsevier.
2. "Aids: etiologia, clínica, diagnóstico e tratamento”, site:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Aids_etiologia_clinica_diagnostico_
tratamento.pdf
3. Clifford GM, Lise M, Franceschi S, et al. Risco de câncer no Swiss HIV
Cohort Study: associações com imunodeficiência, tabagismo e terapia
antirretroviral altamente ativa. J Natl Cancer Inst. 2005;97(6):425-432.
4. Cohen, MS, Shaw, GM, McMichael, AJ e Haynes, BF (2011). Infecção aguda
por HIV-1. New England Journal of Medicine, 364(20), 1943-1954.
5. Cohen MS, Chen YQ, McCauley M, et al. Terapia antirretroviral para a 
prevenção da transmissão do HIV-1. N Engl J Med. 2016;375(9):830-839.
6. Fauci, AS, Lane, HC e Redfield, RR (2020). HIV - Uma Grande Crise Global
de Saúde Pública. New England Journal of Medicine, 382(10), 866-874.
7. Migueles, SA, Sabbaghian, MS, Shupert, WL, Bettinotti, MP, Marincola, FM,
Martino, L., ... & Connors, M. (2000). O HLA B* 5701 está altamente associado
à restrição da replicação do vírus em um subgrupo de não progressores de
longo prazo infectados pelo HIV. Proceedings of the National Academy of
Sciences, 97(6), 2709-2714.
8. Ministério da Saúde. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para manejo
da infecção pelo HIV em adultos. Brasília: Ministério da Saúde; 2018.
Disponível em: http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2013/protocolo-clinico-e-
diretrizes-terapeuticas-para-manejo-da-infeccao-pelo-hiv-em-adultos
9. Painel sobre Diretrizes Antirretrovirais para Adultos e Adolescentes.
Diretrizes para o Uso de Antirretrovirais em Adultos e Adolescentes Vivendo
com HIV. Departamento de Saúde e Serviços Humanos. Acessado em 31 de
maio de 2023. Disponível em: https://clinicalinfo.hiv.gov/en/guidelines/adult-and-
adolescent-arv/whats-new-guidelines
10. Rodger AJ, Cambiano V, Bruun T, et al. Atividade Sexual Sem Preservativo
e Risco de Transmissão do HIV em Casais Sorodiferentes Quando o Parceiro
HIV Positivo Está em Uso de Terapia Antirretroviral Supressiva. JAMA.
2016;316(2):171-181.
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Aids_etiologia_clinica_diagnostico_tratamento.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Aids_etiologia_clinica_diagnostico_tratamento.pdf
https://clinicalinfo.hiv.gov/en/guidelines/adult-and-adolescent-arv/whats-new-guidelines
https://clinicalinfo.hiv.gov/en/guidelines/adult-and-adolescent-arv/whats-new-guidelines
18/06/2023
1
A resposta imune na 
infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
Hiana Santana
Monique Rosa Moraes
HIANA SANTANA MONIQUE ROSA MORAES
Acadêmica de enfermagem
4º período
Acadêmica de enfermagem
4º período
2023 A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
2
Índice
INTRODUÇÃO
4
PREVENÇÃO
7
EXPOSIÇÃO
12
TRATAMENTO
20
LINHA DO TEMPO
29
CONCLUSÃO
30
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
31
introdução
▪ A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) foi
reconhecida em meados de 1981, nos EUA, a partir da
identificação de um número elevado de pacientes adultos do
sexo masculino, homossexuais e moradores de São Francisco
ou Nova York, que apresentavam sarcoma de Kaposi,
pneumonia por Pneumocystis carinii e comprometimento do
sistema imune, o que levou à conclusão de que se tratava de
uma nova doença, ainda não classificada, de etiologia
provavelmente infecciosa e transmissível.
▪ O HIV é um retrovírus com genoma RNA, da Família
Retroviridae (retrovírus) e subfamília Lentivirinae. Pertence ao
grupo dos retrovírus citopáticos e não-oncogênicos que
necessitam, para multiplicar-se, de uma enzima denominada
transcriptase reversa, responsável pela transcrição do RNA
viral para uma cópia DNA, que pode, então, integrar-se ao
genoma do hospedeiro.
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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introdução
▪ A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é uma
das doenças virais mais estimulantes e desafiadoras enfrentadas
pela comunidade médica e científica em todo o mundo.
▪ O HIV ataca o sistema imunológico do organismo,
comprometendo sua capacidade de combater e doenças.
▪ A resposta imune desempenha um papel crucial nesse contexto,
tanto na prevenção da infecção quanto no controle da
replicação viral e no tratamento da doença.
▪ O sistema imunológico possui diferentes mecanismos de defesa,
incluindo a produção específica e a ativação de células de
defesa, como os linfócitos T CD4+.
▪ o HIV é capaz de escapar das defesas do sistema imunológico de
várias maneiras. Ele pode sobreviver, se replicar rapidamente e
aguardar, tornando-se altamente variável, o que dificulta o
reconhecimento do vírus pelos infectados.
2023 A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
5
▪ O HIV tem a capacidade de infectar e destruir os linfócitos T
CD4+, que são células-chave para a resposta imune.
▪ Esse processo resulta em uma queda gradual e progressiva da
função imunológica, levando ao desenvolvimento da síndrome
da imunodeficiência adquirida (AIDS).
▪ No contexto da exposição ao HIV, como em casos de contato
sexual desprotegido ou compartilhamento de seringas
contaminadas, a resposta imune desempenha um papel crucial
no controle inicial da infecção.
▪ Após a exposição, o sistema imunológico inicia uma resposta
inflamatória e imune, recrutando células de defesa para o local
da infecção e tentando eliminar o vírus. Esse período inicial é
conhecido como fase aguda da infecção pelo HIV.
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Prevenção, exposição e tratamento
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Prevenção
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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Prevenção Primária:
➢ Educação e conscientização: É fundamental fornecer
informações precisas sobre o HIV, seus modos de transmissão e
as práticas seguras para evitar a infecção.
➢ Uso de preservativos: O uso correto e consistente de
preservativos durante a relação sexual, incluindo sexo vaginal,
anal e oral, pode reduzir significativamente o risco de
transmissão do HIV.
➢ Testagem regular: Realizar testes regulares para o HIV permite
identificar uma infecção precocemente e buscar o tratamento
adequado, além de adotar medidas preventivas para evitar a
transmissão do vírus.
Prevenção Primária:
➢ Redução de comportamentos de risco: evitar o
compartilhamento de seringas e agulhas e evitar práticas de
risco, como o sexo desprotegido ou o uso de drogas injetáveis,
reduzir o risco de exposição ao HIV.
➢ Profilaxia Pré-Exposição (PrEP): A PrEP envolve o uso diário de
medicamentos antirretrovirais por pessoas não infectadas pelo
HIV, mas que estão em maior risco de contrair o vírus. A PrEP
tem demonstrado ser altamente eficaz na prevenção da infecção
pelo HIV quando usada corretamente.
➢ Profilaxia Pós-Exposição (PEP): A PEP é usada após contato de
riscopara contrair o HIV: relação sexual desprotegida, violência
sexual e acidente ocupacional.
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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Prevenção Secundária:
➢ Terapia Antirretroviral (TARV): Pessoas vivendo com HIV
devem iniciar o tratamento antirretroviral o mais cedo
possível. A TARV surpreende a replicação do vírus, reduz a
carga viral e ajuda a prevenir a transmissão do HIV para
outras pessoas.
➢ Uso de preservativos: Mesmo para pessoas vivendo com HIV
e em tratamento, o uso de preservativos durante a atividade
sexual pode ajudar a prevenir a transmissão do vírus para
parceiros sexuais não infectados.
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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Prevenção Secundária:
➢ Redução do risco de transmissão vertical: Mulheres
grávidas com HIV devem receber terapia antirretroviral
durante a gravidez e o parto, além de orientação adequada
sobre alimentação infantil e amamentação segura para
reduzir o risco de transmissão do HIV para o bebê.
➢ É importante lembrar que a combinação de várias
estratégias de prevenção é geralmente mais eficaz do que a
adoção de apenas uma. É fundamental buscar orientação
médica e seguir as melhores práticas de prevenção para
reduzir o risco de infecção pelo HIV.
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Prevenção, exposição e tratamento
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Prevenção, exposição e tratamento
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Fonte: Tweet @UNAIDSBrasil de 14 
de julho de 2018
Exposição
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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A exposição ao HIV ocorre quando uma pessoa entra em
contato com o vírus da imunodeficiência humana.
Formas: relações sexuais desprotegidas, compartilhamento
de seringas contaminadas, transmissão vertical (da mãe
para o bebê durante a gravidez, parto ou amamentação) ou
exposição ocupacional (como acidentes com agulhas em
profissionais de saúde).
Quando ocorre uma exposição ao HIV, o vírus pode entrar
no organismo e iniciar uma infecção. A resposta imune
desempenha um papel crucial nesse momento, tentando
controlar e combater o vírus.
Após a exposição, ocorre uma fase aguda da infecção, em
que o sistema imunológico inicia uma resposta inflamatória
e imune para combater o vírus.
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Exposição
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Durante essa fase, o HIV se replica rapidamente e pode se
disseminar pelo corpo. O sistema imunológico tenta
identificar e eliminar as células infectadas, produzindo
células específicas e ativando células de defesa, como os
linfócitos T CD4+. No entanto, o HIV tem a capacidade de
evadir a resposta imune, causando danos progressivos ao
sistema imunológico.
É importante ressaltar que a exposição ao HIV não
necessariamente leva à infecção. A probabilidade de
transmissão do vírus depende de vários fatores, como a
carga viral do indivíduo infectado, o tipo de exposição e a
presença de outras pessoas sexualmente transmissíveis,
que podem aumentar a suscetibilidade à infecção pelo HIV.
Exposição
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Primeira fase: infecção aguda pelo HIV
Quando a pessoa é infectada pelo HIV, a quantidade de vírus
aumenta rapidamente. Após algumas semanas, muitas
pessoas infectadas têm os sintomas de uma infecção aguda.
Alguns sintomas dessa fase são:
o Febre
o Emagrecimento
o Dor de garganta
o Diarreia
o Cansaço
Exposição
2023
A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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Segunda fase: fase de latência
Cerca de nove semanas após pegar o HIV, as pessoas
podem passar por uma fase chamada de latência. As
células de defesa do corpo diminuem lentamente.
Nessa fase, a pessoa com HIV pode ficar sem sintomas por
vários anos.
Exposição
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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Terceira fase: Síndrome da Imunodeficiência
Adquirida (AIDS)
Se não fizer o tratamento, a pessoa com HIV pode evoluir
para AIDS, que é a síndrome da imunodeficiência adquirida.
A pessoa com AIDS fica com a defesa do corpo muito fraca
e pode ter alguns sintomas, como:
▪ Perda de peso grande
▪ Doenças oportunistas como tuberculose, pneumonia,
alguns tumores, dentre outras. As doenças oportunistas são
aquelas que aparecem por causa do HIV.
Exposição
2023
A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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Em casos de exposição recente ao HIV, existe a opção da
profilaxia pós-exposição (PEP), que consiste no uso de
medicamentos antirretrovirais por um período
determinado após a exposição, com o objetivo de reduzir o
risco de infecção.
A PEP deve ser iniciada o mais rápido possível após uma
exposição, preferencialmente dentro de 72 horas, e requer
avaliação e prescrição médica.
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* Fonte: CDC e UpToDate –
atualizado em Setembro de 2017.
Tratamento
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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O tratamento do vírus da imunodeficiência humana (HIV) baseia-se no
uso de terapia antirretroviral (TARV). O TARV consiste em uma
combinação de medicamentos antirretrovirais que suprimem a
replicação do vírus, reduz a carga viral no organismo e ajudam a
preservar a função imunológica.
A TARV é recomendada para todas as pessoas que vivem com HIV,
independentemente da fase de infecção. O tratamento precoce é
especialmente importante, pois ajuda a preservar a função imunológica,
reduzir o risco de progressão para a AIDS e melhorar a qualidade e a
expectativa de vida das pessoas com HIV.
Tratamento
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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classes de medicamentos antirretrovirais:
❑ inibidores da transcriptase reversa
❑ inibidores de protease
❑ inibidores de entrada viral
❑ inibidores da integrase
Esses medicamentos passam em diferentes estágios do ciclo de
replicação do vírus, inibindo sua multiplicação e a carga viral.
Tratamento
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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O tratamento antirretroviral é personalizado para cada pessoa
com HIV, levando em consideração fatores como idade, sexo,
condições de saúde subjacentes e medicamentosas.
O objetivo da TARV é atingir a supressão viral sustentada, ou seja,
reduzir a carga viral a níveis indetectáveis ​​e manter essa supressão
ao longo do tempo.
O tratamento do HIV também pode envolver o gerenciamento de
condições médicas associadas:
❖ doenças oportunistas
❖ doenças sexualmente transmissíveis
❖ complicações metabólicas
É importante que as pessoas em tratamento sejam acompanhadas
regularmente por profissionais de saúde especializados no manejo
do HIV.
Tratamento
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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É essencial que as pessoas vivendo com HIV:
✓ Sigam rigorosamente as orientações
✓ Tomem os medicamentos conforme prescritos
✓ Mantenham um estilo de vida saudável
✓ Realizem exames de acompanhamento regularmente
✓ adesão à TARV
É fundamental para o sucesso do tratamento e para reduzir o risco
de desenvolver resistência aos medicamentos antirretrovirais.
Cabe ressaltar que a TARV não cura o HIV, mas permite que as
pessoas vivam com a infecção de maneira saudável e produtiva.
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https://www.cdc.gov/hiv/risk/estimates/riskbehaviors.html
https://www.uptodate.com/contents/image?imageKey=ID%2F60145&topicKey=ID%2F16612&source=see_link
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Transmissão durante o 
tratamento
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposiçãoe tratamento
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Quando uma pessoa vivendo com HIV está em tratamento
antirretroviral e alcança uma carga viral indetectável, significa que
a quantidade de vírus no sangue é tão baixa que não pode ser
detectada pelos testes de carga viral atualmente disponíveis.
No entanto, isso não significa que o vírus tenha sido
completamente removido do corpo.
Vários estudos científicos demonstraram que a sustentação viral
sustentada, ou seja, manter uma carga viral indetectável por um
período prolongado, reduziu significativamente o risco de
transmissão do HIV.
De fato, a transmissão do HIV de uma pessoa com carga viral
indetectável em tratamento é extremamente forçada.
Transmissão durante o 
tratamento
2023
A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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Um estudo em particular, chamado Estudo de Prevenção do HIV
com Uso da Terapia Antirretroviral (HPTN 052), mostrou que a
TARV reduz em mais de 96% o risco de transmissão do HIV entre
casais sorodiscordantes (quando um dos parceiros tem HIV e outro
não). Esse estudo e outros subsequentes confirmaram que a
depressão viral é uma estratégia eficaz de prevenção do HIV.
No entanto, é importante ressaltar que uma carga viral
indetectável só pode ser alcançada com adesão estrita à TARV.
Além disso, é fundamental continuar fazendo testes de carga viral
regularmente para monitorar a eficácia do tratamento e garantir a
manutenção da imunidade viral.
Transmissão durante o 
tratamento
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A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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Embora a probabilidade de transmissão do HIV de uma pessoa com
carga viral indetectável seja muito baixa, não é considerada zero.
Existem casos raros relatados de transmissão do HIV por pessoas
com carga viral indetectável, mas geralmente estão associados a
fatores como a interrupção ou uso irregular do tratamento
antirretroviral.
Portanto, é importante que as pessoas vivendo com HIV e seus
parceiros discutam e tomem decisões controladas sobre
prevenção, levando em consideração a situação individual, o uso de
métodos de prevenção adicionais, como o uso consistente de
preservativos e participação em programas de redução de danos ,
se necessário.
HIV
O vírus é menos mortal que o 
preconceito.
2023
A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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linha do tempo
1982
AIDS
1986
O vírus recebe o nome de HIV
1987
AZT: Aprovado medicamento 
antirretroviral
1997
Era TARV 
(coquetel)
2017
U=U 
(undetectable is untransmittable)
Conclusão
o a resposta imune desempenha 
um papel crucial na infecção 
pelo vírus HIV
o A prevenção da infecção pelo 
HIV é fundamental
o A resposta imune inicia uma 
fase aguda da infecção
o O vírus pode causar danos 
progressivos ao sistema 
imunológico
o A profilaxia pós-exposição 
(PEP) pode ser uma opção 
para reduzir o risco de infecção 
em casos de exposição recente
o O tratamento do HIV é 
baseado na terapia 
antirretroviral (TARV)
o O tratamento precoce e a 
adesão adequada à TARV são 
fundamentais para melhorar a 
qualidade de vida e a 
expectativa de vida das pessoas 
vivendo com HIV
o A pesquisa científica 
continua a ser realizada 
para aprimorar os 
conhecimentos sobre o 
vírus, desenvolver novas 
terapias e buscar uma cura 
potencial
o Embora a probabilidade de 
transmissão do HIV de uma 
pessoa com carga viral 
indetectável seja muito 
baixa, não é considerada 
zero
2023
A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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6
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2023
A resposta imune na infecção do vírus HIV:
Prevenção, exposição e tratamento
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agradecemos 
Hiana Santana
Monique Rosa Moraes
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https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Aids_etiologia_clinica_diagnostico_tratamento.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Aids_etiologia_clinica_diagnostico_tratamento.pdf
https://clinicalinfo.hiv.gov/en/guidelines/adult-and-adolescent-arv/whats-new-guidelines
https://clinicalinfo.hiv.gov/en/guidelines/adult-and-adolescent-arv/whats-new-guidelines
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	Slide 26: Transmissão durante o tratamento
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